Ao serviço do Nissan Al-Qázeres, na temporada de estreia na Liga Femenina Endesa, Ricardo Vasconcelos conversou com a FPB e fez uma análise da primeira experiência no escalão máximo do basquetebol feminino espanhol.
O que mais destacas na época de estreia na Liga Femenina Endesa?
O crescimento devido ao grau de exigência elevado das competições, das atletas… que coloca problemas constantes, sobretudo pela experiência que a maioria dos treinadores e jogadores têm da competição. Tudo isto implica um constante ajuste e adaptação dos planos de jogo. Há ligas onde há um domínio claro, nesta em específico há problemas semanais que nos obrigam a reajustar e a alterar certas questões. Um treinador prepara-se para a competição, para evoluir, para pensar em estratégias competitivas e respetivo planeamento. O que é valido para um sábado, pode não ser para o próximo, depende da equipa que tens pela frente. Não há como relaxar, há sempre problemas para resolver. O mais interessante é a evolução desportiva quando jogas a este nível. Foi uma época que me obrigou a crescer.
A 1.ª volta do campeonato foi mais positiva para o Al-Qázeres, na 2.ª parte da época tiveram alguns problemas com lesões e tiveram de reajustar. Com que dificuldades te deparaste?
Há diversas. A primeira é a forte concorrência, o poderio financeiro de certas equipas permite-lhe responder à adversidade com novos reforços. A equipa que enfrentas na fase inicial da época não é a mesma que enfrentas na segunda parte da temporada. A título de exemplo temos o Girona, que é campeão e está em segundo lugar e trocou três jogadoras fulcrais na equipa. Isto acontece em todas as equipas, nas que estão no topo da tabela, como as que estão na parte de baixo. Procuram fortalecer-se para dar conta das lacunas que apareciam. Surpreendemos com uma metodologia e forma de jogar distinta, entremos na Liga com um basquetebol diferente do habitual, mas com o despertar de atenção as dificuldades foram surgindo depois de um bom começo. Tivemos dificuldades em implementar o nosso jogo.
Como descreverias o estilo de jogo que tentaste aplicar na equipa?
Tentamos explorar o contra-ataque, ser rápidas e defendemos campo inteiro, estratégias que acabam por surpreender, mas que depois os adversários se adaptam. Até podes roubar tempo de ataque, mas não efetuas o roubo de bola. Para isso precisávamos de mais profundidade para podermos aplicar em todos os jogos este tipo de plano de jogo. Tínhamos sete, oito jogadoras sólidas apesar do plantel bastante jovem e inexperiente. A média de idades da liga ronda os 26, 28 anos e nós tínhamos apenas duas atletas com mais de 24 anos. Tivemos dificuldades pela falta de experiência, as grandes equipas são sempre um misto de experiência e juventude, há um equilíbrio, mas financeiramente era impossível construir um plantel assim. Até podíamos ter mais qualidade na experiência, mas teríamos certamente menos jogadoras connosco.
A época foi interrompida quando ainda faltavam quatro jornadas para o fim da fase regular do campeonato. Ainda esperas um possível regresso da competição?
É o menos importante nesta fase, atravessamos um momento crítico do ponto de vista social que se sobrepõe a qualquer profissão ou desporto. Contudo, o que me parece é que dificilmente haverá tempo para recuperar o tempo perdido. O que nos dizem é que a situação tão cedo não melhora ao ponto de retomarmos a atividade. Pelo que leio e ouço, parece-me que não haverá tempo suficiente para jogar o que falta. Todas as despesas inerentes desta pausa podem não ser suportadas, daí dificilmente esteja crente na recuperação da época. Quem nos dera a todos nós voltar a jogar, era sinal de que tínhamos todos dar uma resposta espetacular.
Os melhores momentos da história do basquetebol português são para ver na FPBtv! Às segunda, quartas e sextas, sempre às 21h30, transmitimos os melhores jogos das últimas décadas que pode ser acompanhados na página de YouTube da FPtv, ou na página de Facebook da FPB.
O internacional português Jeremiah Wilson tem a época em suspenso em Itália, onde vestia a camisola do histórico Pallacanestro Cantù, até o surto de COVID-19 ter forçado a interrupção das competições. A FPB falou com o camisola #19 da Seleção Nacional que nos contou como foi o regresso a Itália, o papel que desempenha na nova equipa e ainda as expetativas que reserva para o resto da temporada.
É a tua primeira experiência na Legabasket, mas já conhecias o basquetebol italiano. Como foi o regresso a Itália?
O meu regresso a Itália foi bom, joguei na 2.ª divisão no Imola em 2017-18, mas agora estou no principal campeonato do basquetebol italiano. A liga é extremamente competitiva e tem atletas dos quatro cantos do Mundo, com muita qualidade, o que faz deste campeonato um dos melhores da Europa logo a seguir à ACB e ao campeonato turco. Este ano mostrou-me que posso jogar em qualquer liga europeia, contra qualquer adversário.
O Pallacanestro Cantù é um dos históricos do basquetebol italiano e antes da paragem do campeonato estavam a lutar por um lugar nos playoffs. Como avalias a temporada da equipa?
Quanto ao Cantù é um clube histórico em Itália, tem uma massa associativa única, são verdadeiramente apaixonados pela equipa. Estivemos a lutar por um lugar nos playoffs até interromperem o campeonato. Acredito que, caso o campeonato volte, temos uma hipótese. Os jogadores e a equipa técnica são bons, na globalidade a época foi positiva, há que acreditar que ainda podemos chegar aos playoffs.
Esta é a tua décima temporada enquanto profissional depois de contares com passagens por vários clubes na Europa e no resto do Mundo. Qual é o teu papel no seio da equipa?
O meu papel é liderar os mais novos, sou o mais experiente e estou rodeado de jovens muito talentosos. Foco-me em ajudá-los dentro e fora de campo, a evoluírem como jogadores e com as respetivas carreiras. Sou o jogador mais velho e mais experiente da equipa, já joguei em muitos sítios aqui na Europa e por esse Mundo fora. Tive a oportunidade de ir passando essa experiência acumulada aos “rookies” que se estão a estrear no basquetebol europeu. Tento transmitir-lhes o que sei, eles fazem o mesmo e todos aprendemos com o treinador.
A Legabasket está suspensa até dia 3 de abril devido ao surto de COVID-19. Como tens treinado nestes dias de quarentena? Quais são as expectativas para o final da época?
Inicialmente estivemos a treinar com contacto, depois passamos para treinos individuais, mas, entretanto, deixamos de ter qualquer tipo de treino. A estratégia passa por treinar em casa com os planos individuais que o clube nos forneceu. No início do surto cancelaram apenas os jogos, depois vieram os treinos, depois nem os treinos individuais foram permitidos. A Liga cancelou tudo. Penso que num futuro próximo, à semelhança da China, o basquetebol e a vida vão regressar à normalidade. Na China a competição foi retomada e espero que a nossa seja a próxima. Tentamos manter-nos positivos, com esperança que a competição regresse, porque só penso em ganhar.
Os protagonistas do sorteio da Final Four da 71.ª Taça de Portugal Masculina falaram com a FPBtv e analisaram mais um Ponto Alto do calendário basquetebolístico nacional.
Vladyslav Voytso (FC Porto), Tomás Barroso (SL Benfica), Francisco Amiel (Sporting CP) e Litos Cardoso (Vitória SC), representantes das equipas presentes na fase final da competição, teceram ainda alguns comentários sobre o resultado do sorteio bem como da especificidade da prova rainha do basquetebol nacional.
Pedro Oliveira surge como grande protagonista da 22.ª jornada da Liga Placard. O base português que defende as cores da Ovarense Gavex foi autor de um duplo-duplo, o primeiro da época para o jovem de 23 anos. Os 19 pontos e 10 assistências, aos quais juntou ainda seis ressaltos, dois roubos de bola e um desarme de lançamento que resultaram em 34 pontos de valorização MVP. Com esta exibição, Pedro Oliveira acumula, naturalmente, a distinção de MVP Tissot com a de MVP Nacional.
Eis os números da jornada!
Líderes estatísticos da 22.ª jornada da Liga Placard:
MVP Tissot da jornada | Pedro Oliveira (Ovarense Gavex): 19pts, 6res, 10as, 2rb, 1dl, 34MVP
MVP Nacional | Pedro Oliveira (Ovarense Gavex): 19pts, 6res, 10as, 2rb, 1dl, 34MVP
Pontos | Andre Yates (Terceira Basket Clube): 35
Ressaltos | Abdul Abu (Sporting CP): 13
Assistências | Corey Sanders (UD Oliveirense): 12
Roubos de bola | João Torrié (Maia Basket Clube): 6
Desarmes de lançamento | Preston Purifoy (FC Porto): 3
Cinco ideal | Pedro Oliveira (Ovarense Gavex), Corey Sanders (UD Oliveirense), Andre Yates (Terceira Basket Clube), Emondre Rickman (SC Lusitânia/Expert) e Abdul Abu (Sporting CP)
Top recordes:
Pontos | Marqueze Coleman (Vitória SC): 41
Ressaltos | Tyrell Williams (Terceira Basket Club): 19
Assistências | Rafael Lisboa (SL Benfica): 17
Roubos de bola | Daniel Regis e Montell Goodwin (Esgueira/Aveiro/OLI): 7
Desarmes de lançamento | Tomás Domingos (Galitos Barreiro) e Emondre Rickman (SC Lusitânia/Expert): 4
Mais valorização | Austin Tilghman (Galitos Barreiro): 50 MVP
Os Aggies de Neemias Queta e Diogo Brito venceram a final do torneio de Mountain West depois superarem os Aztecs de San Diego State por 59-56. A vitória na final confirmou a presença de Utah State no March Madness pelo segundo ano consecutivo.
Num jogo de altos e baixos, a equipa dos portugueses foi para o intervalo a perder por 21-29, mas na segunda metade do encontro conseguiu dar a volta ao marcador com Neemias Queta em destaque ao marcar 15 pontos e conquistar oito ressaltos aos quais ainda juntou três desarmes de lançamento, duas assistências e um roubo de bola, já Diogo Brito contribuiu com três pontos, dois ressaltos, duas assistências e um roubo de bola.
Além de repetir o título da época passada e de garantir presença em mais uma edição do “March Madness”, Neemias Queta foi distinguido com uma presença no cinco ideal do torneio. A próxima etapa na temporada dos Aggies começa já no próximo dia 17 de março.
De visita a Ílhavo, os minhotos do Vitória SC regressaram aos resultados positivos perante o Illiabum Clube (64-77). Os madeirenses do CAB Madeira SAD alcançaram a segunda vitória consecutiva depois de baterem o Maia Basket Clube por 75-79.
Illiabum Clube 64-77 Vitória SC
Os vimaranenses voltaram a vencer na Liga Placard marcando logo uma posição com a vantagem conseguida nos primeiros dez minutos da partida (12-22). Contudo, a formação da casa viria a responder na mesma moeda ainda antes do intervalo, equilibrando as contas do jogo (38-40). A curta vantagem minhota viria a ampliar-se no decorrer da segunda parte devido aos 11 roubos de bola protagonizados, bem como às 18 perdas de bola dos ilhavenses. No último quarto o Vitória conseguiu fugir no marcador e confirmar o triunfo final.
Nos anfitriões estiveram em bom plano Rozelle Nix (4pts, 9res, 1as, 1dl), Ryan Jones (13pts, 3res, 6as, 1rb), Kevin Coronel (11pts, 9res, 4as, 1dl) e Anthony Livingston (11pts, 3res, 3as), enquanto os visitantes tiveram em Brandon Parrish (19pts, 7res, 3as, 3rb), Malcom Drumwright (16pts, 2res, 5as, 2rb, 1dl), “Litos” Cardoso (13pts, 1res, 1rb), Ricardo Monteiro (11pts, 5res, 1as, 1rb) e Marko Loncovic (11pts, 8res, 2as, 2rb) os elementos mais inspirados.
Maia Basket 75-79 CAB Madeira SAD
A jogar em casa, o Maia Basket Clube viu os madeirenses do CAB Madeira começarem melhor o encontro com um parcial de 13-18, mas logo viram os homens da casa responder e empatar o jogo a 34. Com o equilíbrio a ser a nota dominante durante a primeira parte, foi na segunda que a formação insular conseguiu superiorizar-se graças à maior eficácia no momento de lançar ao cesto (38% contra 46%). O Maia Basket acabou por manter o jogo disputado, com o CAB a conseguir distanciar-se no marcador nos derradeiros dez minutos (20-27).
Nos maiatos sobressaíram Kurt James (18pts, 9res, 4as, 1rb), Fred Sims Jr. (14pts, 3res, 3as), Lamar Morgan (15pts, 8res, 4as, 1rb, 1dl) e João Lucas (11pts, 2res, 3rb), ao passo que no CAB brilharam Diogo Gameiro (9pts, 4res, 10as), Justin Alston (28pts, 9res, 3as, 1rb, 1dl), Arvydas Gydra (16pts, 10res, 5as, 1rb) e Jordan Robinson (10pts, 5res).
Os Utah State estão novamente na final do torneio de Mountain West, conferência onde militam os Aggies de Neemias Queta e Diogo Brito. A dupla lusa voltou a ser influente em mais uma vitória, desta vez na meia-final, perante a Universidade de Wyoming (89-82).
O jovem poste português esteve em grande plano ao conseguir marcar 21 pontos, conquistar seis ressaltos e ainda roubar duas bolas e ser protagonista de cinco desarmes de lançamento. Diogo Brito foi autor de uma exibição completa ao conseguir contribuir em vários aspetos do jogo ao assinar nove pontos, cinco ressaltos, cinco assistências, um roubo de bola e um desarme de lançamento.
Na final, que se disputa hoje pelas 22h30 (hora portuguesa), os Aggies têm pela frente a Universidade de San Diego State, primeira classificada da conferência durante a fase regular da temporada.
O sorteio da Final Four da LXXI Taça de Portugal masculina terá lugar em conferência de imprensa, a realizar esta segunda-feira, 9 de março, pelas 15 horas, no Pavilhão Multiusos de Odivelas, com transmissão direta na FPBtv.
A conferência de imprensa conta com a presença de atletas dos emblemas da Final Four – FC Porto, SL Benfica, Sporting CP e Vitória SC.
Na antecâmara da 54.ª edição da Taça de Portugal feminina, a FPBtv viajou pelo país e foi conhecer a opinião dos treinadores presentes na Final Four, bem como de algumas das protagonistas das equipas apuradas para a final a quatro da prova rainha do basquetebol nacional.
Raquel Laneiro, Ricardo Botelho, Ana Raimundo e Jorge Maia projetaram a primeira meia-final (16h, FPBtv), com Marcy Gonçalves, Eugénio Rodrigues, Larisse Lima e José Leite a analisarem a segunda meia-final deste sábado.
Na rubrica desta semana dos portugueses pelo mundo, realce para o domínio português na WBBL inglesa. Simone Costa voltou a repetir a presença no cinco ideal da jornada, contando com a companhia de Rosinha Rosário que também esteve em destaque. Na Suíça, Inês Viana ficou perto do duplo-duplo em mais um triunfo do Elfic, ao passo que Sofia da Silva esteve em bom plano na vitória a contar para o campeonato. Na Liga Femenina 2, em Espanha, Márcia Carvalho conseguiu o máximo de pontos marcados esta época (21), mas não conseguiu evidar a derrota do Baloncesto Aviles.
Relativamente aos treinadores lusos fora de portas, o Al-Qázeres de Ricardo Vasconcelos continua a marcar passo e desta vez perdeu contra o poderoso Spar Citylift Girona (55-61) e permanece no antepenúltimo posto do campeonato. O GISA Lions SV Halle, de José Miguel Araújo e Francisco Rothes, perdeu em casa do Herner (82-70). Na Islândia, Rui Costa, ao serviço do FSU Selfoss, regressou aos resultados negativos, após derrota caseira com o Hottur (69-74). Depois da paragem para os jogos das seleções, a Pro A regressou, assim como o Nanterre de Phillipe da Silva, que voltou a vencer, desta feita o Boulazac (85-78). Na segunda fase dos playoffs da Total League, Daniel Brandão e o US Heffingen perderam no regresso à competição perante o Racing Luxembourg (54-82) e Esch Basketball (102-63).
Jeremiah Wilson (Acqua S.Bernardo Pallacanestro Cantù, Lega Basket – Itália):
Não teve jogos esta semana.
Miguel Maria Cardoso (CB Almansa, LEB Oro – Espanha):
1as (5min) na derrota frente a Chocolates Trap Palencia (77-106)
Bruno Fernando (UPB Gandia, Liga EBA – Espanha):
2pts, 10res (12min) na derrota frente a UCAM Murcia Jiffy (72-87)
Gonçalo Tavares (CB Chantada, Liga EBA – Espanha):
12pts, 2res, 1as (20min) na vitória frente a Calvo Basket Xiria (78-53)
Maria João Correia (CDB Clarinos Ciudad de Los Adelantados, Liga Femenina Endesa – Espanha):
Não jogou na vitória frente a Valencia BC (71-69)
Laura Ferreira (Nissan Al-Qázeres Extremadura, Liga Femenina Endesa – Espanha):
4pts, 4res, 1rb (18min) na derrota frente a Spar Citylift Girona (55-61)
Emília Ferreira (Sinergia Real Canoe N.C., Liga Femenina 2 – Espanha):
6pts, 4res, 1as (15min) na vitória frente a AD Cortegada
O SL Benfica visitou o Pavilhão Municipal Prof. Luís de Carvalho e tornou-se na segunda equipa, depois do FC Porto, a garantir um lugar na Final Four da Taça de Portugal masculina que se disputará entre 21 e 22 de março, no Multiusos de Odivelas.
As “águias” começaram por entrar melhor em campo e logo no quarto inicial colocaram-se em vantagem depois de um parcial de 20-24. Apesar da curta margem, o segundo quarto foi ainda mais produtivo para os encarnados que aproveitaram para se distanciar ainda mais no marcador.
A vencer por 36-55 ao intervalo, o Benfica entrou na segunda metade do jogo com o mesmo ritmo e aumentou ainda mais a o fosso no marcador. A formação da margem Sul do Tejo não conseguiu equilibrar as contas do jogo nos restantes dez minutos, com o Benfica a fixar o resultado final em 70-108 beneficiando com as elevadas percentagens de lançamento.
Na equipa da casa evidenciaram-se Jabari McGhee (22pts. 11res, 1as, 1rb), Kendall Jacks (16pts, 5res, 4as, 1rb), Khaleal McCormick (13pts, 5res, 3as, 1rb) e Jalen Jones (10pts, 2res, 1as, 2rb, 1dl), ao passo que os encarnados viram Gary McGhee (19pts, 12res, 2as), João “Betinho” Gomes (21pts, 4res, 1as, 2rb), Rafael Lisboa (13pts, 3res, 9as, 1rb), Anthony Ireland (16pts, 2res, 1rb) e José Silva (12pts, 1res, 1as, 1rb).
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