Artigos da Federaçãooo

SL Benfica conquista pela 3.ª vez consecutiva a Liga Betclic Feminina

O SL Benfica sagrou-se campeão da Liga Betclic Feminina ao vencer o CRC Quinta dos Lombos por 67-77, no quinto e decisivo jogo da final, encerrando uma série extremamente equilibrada e intensa entre duas das formações mais consistentes da temporada. Num encontro disputado em Carcavelos, as encarnadas revelaram maior eficácia nos momentos-chave e conquistaram o troféu nacional após uma final marcada por grande competitividade e que terminou com a conquista do terceiro título consecutivo para a equipa benfiquista.

 

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A partida começou de forma equilibrada, com ambas as equipas a responderem bem à pressão do momento decisivo. O Benfica conseguiu fechar o primeiro período na frente (16-18), mas foi no segundo quarto que as águias assumiram verdadeiramente o controlo do encontro. Com uma defesa agressiva, domínio das tabelas e maior eficácia ofensiva, a formação lisboeta assinou um parcial de 10-24, construindo uma vantagem importante antes do intervalo.

No regresso dos balneários, o CRC Quinta dos Lombos tentou reagir e voltou a equilibrar o jogo, mas o Benfica conseguiu manter a estabilidade emocional e responder sempre nos momentos de maior pressão. O terceiro período terminou com novo ascendente encarnado (19-20), permitindo às visitantes entrarem nos últimos dez minutos com uma margem confortável. Apesar da boa reação do conjunto de Carcavelos no último quarto (22-15), o Benfica soube gerir o ritmo e confirmou a vitória por 67-77, selando assim a conquista do título nacional.

Mais uma vez, Schaquilla Nunn esteve em grande destaque e foi uma das figuras decisivas da final. No último jogo, a atleta encarnada registou 18 pontos, 11 ressaltos e 1 roubo de bola (27 de valorização), assumindo novamente um papel fundamental nos dois lados do campo. A norte-americana acabou também distinguida como MVP da Final dos Playoffs, após médias de 14.6 pontos, 9.8 ressaltos, 1.0 assistências e 23.3 de valorização durante os cinco jogos da final.

 

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Filipa Barros: “Se tivesse que fazer tudo de novo, recomeçava sem pensar”

Filipa Barros chegou ao último ano de elegibilidade na NCAA pela porta grande. A base portuguesa, de 22 anos, fechou a época 2025-26 em California Baptist com 16 duplos-duplos, o recorde do programa em ressaltos e em roubos de bola, e o prémio de MVP do torneio da Western Athletic Conference, tornando-se, no processo, a única jogadora entre as mais de 350 universidades da Division I com médias de pelo menos 10,5 pontos, 9,5 ressaltos e 4,5 assistências a marcar acima de 40% nos triplos. O feito valeu-lhe o lugar 33 no ranking do transfer portal feminino da USA Today e uma transferência para a University of Utah, da Big 12, onde vai disputar a temporada 2026-27.

Em entrevista exclusiva à FPB, Filipa Barros fala sobre a época que a colocou no mapa da NCAA, sobre as terças-feiras até às onze e meia da noite no pavilhão que ninguém viu, sobre a conversa com Inês Vieira antes de dizer sim a Utah, e sobre o plano para depois da NCAA, que passa pela Austrália e por não parar.

 

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Fizeste quatro anos em California Baptist, porque fizeste um ano de redshirt pelo meio. Que balanço fazes desses quatro anos na Califórnia?

É um balanço muito positivo. Foram literalmente os melhores quatro anos da minha vida. Tive muita sorte, não tanto pelo sítio, por ser na Califórnia, mas pelas pessoas que conheci. Era o que eu estava a dizer aos meus pais: se eu tivesse que fazer tudo de novo, recomeçava sem pensar.

E em termos de basquetebol também foste feliz.

Sim, correu tudo ótimo.

Este época, California Baptist fez 23-11, foi campeã da Western Athletic Conference na fase regular e no torneio — a melhor época coletiva do programa desde que está na Division I. Por que é que esta época correu tão bem?

Acho que tínhamos um grupo de returners muito forte. Éramos cinco returners e o nosso único objetivo era mesmo ganhar. Não queríamos saber o que é que acontecia, íamos para cada jogo para ganhar. Tivemos uma altura muito complicada, perdemos cinco ou seis jogos seguidos, mas quando entrámos na fase do torneio de conferência fizemos uma reunião com a equipa toda e o objetivo era começar do zero. Estávamos todas na mesma página.

E para ti foi uma época especial também por ser uma época de regresso, depois de teres falhado tanto tempo por lesão.

Sim, não podia ter tido melhor época de comeback. Estive saudável a época inteira. A única coisa que aconteceu foi ter partido o nariz, por isso acho que não foi mal.

Acabas a época com 16 duplos-duplos, recorde do programa em ressaltos e em roubos de bola, e foste eleita MVP do torneio da conferência. Como é que defines esta versão de ti própria?

Esta versão minha teve muito mais confiança, como é óbvio desde o meu primeiro ano. E o facto de ter ficado um ano sem jogar acabou por ser muito positivo, porque aprendi a olhar para o jogo de uma maneira diferente, aprendi a aproveitar cada jogo como se fosse o último, porque nunca se sabe o dia de amanhã. Em relação aos ressaltos, o treinador tinha-me dito que queria que a equipa jogasse rápido, e a maneira para a equipa jogar ainda mais rápido é a base apanhar ressaltos. Como o objetivo era ganhar, e era isso que nos fazia ganhar, tentava apanhar o máximo de ressaltos que conseguia para mandar a bola lá para a frente e as minhas colegas marcarem.

Falaste numa questão interessante: o facto de teres passado um ano inteiro no banco, a ver o jogo de outra perspectiva. O que é que viste de diferente esse ano sentada no banco?

O que me ajudou muito foi estar a ver as jogadoras da minha equipa com quem ia ter que jogar no ano seguinte. Aprendia quais eram os pontos fortes de cada uma, o que tinha que fazer para elas marcarem mais pontos. E também tinha sempre que fazer a possession board, o que me ajudou imenso a olhar para o jogo com mais atenção.

O que é a possession board?

Em cada posse de bola, tinha que ver quantos ressaltos ofensivos apanhámos, quantas assistências tivemos, quantos roubos de bola tivemos. Fazia essas estatísticas todas e isso ajudou-me muito a prestar mais atenção ao jogo e aos pequenos detalhes.

E olhar para os adversários também? Perceber as tendências do que as outras equipas tinham quando jogavam contra vocês?

Sim, claro. Como base, prestei mais atenção a quando é que as equipas defendiam zona, quando é que se percebia essa mudança de zona para homem — essas pequenas coisas.

E isso ajudava-te este ano a identificar e a comandar a tua equipa lá dentro?

Sim, cem por cento.

Foste a única jogadora da Division I com médias de pelo menos 10,5 pontos, 9,5 ressaltos e 4,5 assistências a marcar acima de 40% nos triplos. A única entre mais de 350 universidades. Tens noção do especial que é este feito estatístico?

Pessoalmente não tinha noção até meter o meu nome no portal. Mas acho que foi mais fruto do meu trabalho. Trabalhei imenso este ano, estava muitas noites no pavilhão. Foi uma recompensa do trabalho. Sabia que era uma coisa que me ia diferenciar como jogadora se começasse a marcar mais triplos, e foi isso.

Isso de estar toda a noite no pavilhão — o que é que as pessoas não viram e que depois resultou nesta Filipa que marca 40% de três pontos?

Todas as terças-feiras, sem exceção, ia ao pavilhão desde as seis e meia, sete da tarde, com um amigo, até às onze e meia da noite. Todas as terças-feiras sem falta. Depois havia momentos em que ia ao pavilhão durante uma hora e meia, duas, durante o resto da semana, mas terça-feira tinha sempre esse horário. Fazia muitos exercícios de lançamento e acho que foi isso que se notou. Até o segurança, que tem que mandar toda a gente embora, deixava-me ficar. Sabia que terça-feira era o meu dia.

E esse teu amigo não se cansou de ganhar ressaltos e passar a bola?

Não. (risos)

Filipa Barros celebra a conquista da Western Athletic Conference

Foram ao torneio, cruzaram logo com UCLA. O que é que aprenderam dessa participação e desse matchup direto com uma das melhores equipas do país, que acabou por conquistar o título?

Eu pessoalmente estava a torcer para jogar contra UCLA. Achei que era uma oportunidade única. Ainda conseguimos uma boa primeira parte; na segunda parte notou-se que elas eram de outro nível. O físico conta muito: elas eram jogadoras muito altas, muito fortes, e nós não tínhamos isso. Mas aprendi que ainda temos muito para trabalhar.

Uns dias depois da eliminação, meteste o nome no transfer portal. Foi uma decisão que já trazias tomada durante a época?

Durante a época tentei não pensar nisso. Desde que tive a lesão no pé, aprendi a não pensar no futuro, a viver mais o presente, porque quando me lesionei tinha expectativas muito altas, e quando torci o pé foi ainda pior por causa disso. Mas quando a época acabou foi logo o que me veio à cabeça. Com as estatísticas que tinha tido, senti que já tinha feito tudo o que tinha para fazer em CBU. Tivemos uma reunião passados três dias com o treinador; ele disse que ia tirar aquela semana de folga e que na semana a seguir queria ter uma reunião individual com cada uma, mas que se alguém já tivesse a decisão tomada podia mandar-lhe mensagem. Depois da reunião mandei logo mensagem e foi aí que lhe disse.

Tu falas da questão das expectativas. Lembro-me de termos falado há uns anos, quando já estavas em CBU, e tu dizias que a tua maior inimiga eras tu mesma — que eras muito exigente, que no final dos jogos batalhavas muito na tua cabeça com as coisas que tinhas feito mal. Estás mais madura nesse aspecto?

Sim, sem sombra de dúvida. Este ano, se tivesse um jogo mau, o que pensava era: o ano passado não estava a jogar. É completamente diferente.

A lesão pôs tudo em perspectiva.

Sim. E acabo por dizer que foi a melhor coisa que podia ter acontecido — não foi a melhor coisa, mas acabou por trazer muitas coisas boas.

Cresceste do ponto de vista mental.

Cem por cento.

Tiveste outras ofertas para além de Utah. Como foram essas duas semanas no portal?

O portal é uma coisa louca, eu não fazia ideia que era assim. Foram duas semanas de muito stress. Meti o meu nome no portal — basicamente vais falar com CBU, eles mandam-te um link, tens que ver um vídeo, depois submeter, e eles metem automaticamente o teu nome. A partir do momento em que o meu nome entrou, sem exagerar, um minuto depois já havia posts no Instagram a dizer que eu ia sair, e eu ainda queria postar alguma coisa para CBU. Passados dez minutos já tinha para aí cinco convites de mid-majors. E eu estava a fazer um estágio para me graduar, não conseguia estar no telemóvel. Era louco — toda a hora recebia mensagens. A minha colega de casa, a Khloe, eu estava a falar com ela no quarto e o telefone dela começa a tocar e depois o meu também, e fomos as duas cada uma para um quarto. Era uma festa.

E acabas por decidir por Utah. O que é que Utah te apresentou que as outras não conseguiram?

Foi a universidade que mostrou interesse desde o início, não pararam. Fui lá visitar e gostei das condições do pavilhão. O facto de ser perto da Califórnia ajudou muito — eu queria ficar na Califórnia, mas não deu; Utah é perto, ajudou. E o treinador, tudo o que ele mostrou. Acho que foi a melhor decisão que eu podia tomar.

O treinador é o Gavin Petersen, que já era adjunto no tempo em que a Inês Vieira estava lá. Ele falou-te da Inês?

Falou, e mandaram logo mensagem à Inês para ela me contactar.

Como foi esse processo? O que é que a Inês te disse?

A Inês falou do treinador, disse coisas boas, disse que sabia que eu ia ter tempo de jogo. O meu objetivo era ir para uma boa conferência com tempo de jogo, e ela disse que era o que ia acontecer se trabalhasse bem. Falou bem das condições, falou bem do sítio. Disse só coisas boas.

Vai jogar na Big 12, com equipas como Kansas State, BYU, TCU, Iowa State — programas com histórico de ir à Final Four. O que é que achas que vai mudar concretamente no teu dia-a-dia neste ambiente?

Vou ter que trabalhar ainda mais do que aquilo que já trabalhava. Era o meu objetivo, jogar contra as melhores equipas do país, e só me vai dar mais motivação.

E vais poder jogar contra a Clara Silva.

É bom. Acho que nunca joguei contra uma portuguesa. Ah, joguei sim, joguei contra a Rita Nazário este ano.

O treinador Gavin Petersen certamente apresentou-te uma ideia do papel que quer que tu tenhas na equipa?

Falou que a maneira como a Utah joga é muito parecida com a maneira que a CBU jogava. Quer jogar rápido, quer jogar com muita raça, quer que defenda, que pressione a bola a toda a hora — e é o que eu gosto e senti falta este ano. E quer que não seja só uma base, mas também uma marcadora de pontos. Mais uma coisa que eu senti falta este ano: eu sentia falta de ter mais alguém a criar para mim. E disse que, como é óbvio, se trabalhar e continuar como estava a jogar em CBU, terei os meus minutos de jogo.

Gostas de jogar sem bola?

Sim, eu gosto de ser base, mas ao mesmo tempo consigo lançar e senti falta de alguém que criasse para mim.

O que é que achaste que cresceste mais este ano?

Para além de lançar melhor, eu diria que a liderança foi uma das coisas que aprendi mais. Aprendi a ter mais voz no campo, a ser uma líder dentro da equipa.

Sempre foste uma jogadora expansiva. Este ano notou-se essa versão mais vocal, sem medo de apertar com as colegas.

Foi a diferença deste ano para os outros anos.

Num contexto novo, vais retrair outra vez ou vais continuar a ser essa líder?

Vou continuar. Tenho que continuar.

 

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Este é o teu último ano de elegibilidade, depois do melhor ano da tua carreira. O que seria um bom ano de 2026-27 para ti?

Ganhar pelo menos a primeira fase do March Madness, tentar ir o mais longe possível. Era o meu objetivo desde que vim para os Estados Unidos.

Já conheces algumas das colegas de equipa?

Fui lá visitar e conheci algumas, mas não são minhas amigas ainda.

Quando é que vais para lá?

Daqui a um mês, acho que é 3 ou 4 de junho, ainda não tenho voo. Há uma pausa de 1 a 21 de agosto, mas vou desde início de junho até agosto.

E o NIL? Como é que funciona nas grandes conferências?

Também nestas grandes conferências é muito diferente da conferência onde eu estava, mas essa parte dei ao meu agente. Não faço ideia como é que isso se trabalha.

Não foi um fator na tua decisão?

Não, de todo. Claro que é bom, mas não é prioridade. O que eu queria era um sítio onde pudesse crescer, uma conferência mais competitiva e jogar. O dinheiro não foi nada da decisão.

Este é o teu último ano de elegibilidade. Onde é que te vês depois da NCAA?

O objetivo depois é ir jogar na liga mais alta que eu conseguir, onde tiver que ser.

Deixas todas as opções em aberto. Vês-te a jogar na Europa?

Como é óbvio, o meu objetivo é conseguir jogar no mais alto nível que eu conseguir. Gostava de uma primeira liga espanhola ou de uma primeira liga na Austrália.

Austrália?

Sim. Adorava ir para a Austrália. A liga australiana começa em maio, ou seja, acaba a NCAA e vou para a Austrália, e depois da Austrália venho para a Europa. E não parar.

Porquê a Austrália?

Joguei com jogadoras australianas e a primeira liga é super competitiva, pagam bem, é uma das ligas mais competitivas do mundo. E seria uma experiência diferente.

O basquetebol português teve mais de 20 atletas na Division I este ano, a grande maioria mulheres. Sentes-te uma embaixadora do basquetebol português nos Estados Unidos?

Sim. Acho que toda a gente está a fazer um excelente trabalho e só mostra que todos os anos podemos vir a ter mais, porque estamos todos a ter um grande impacto aqui.

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FOTOGRAFIAS | DR 

GDRAR REMAX Évora e CPN ANTARTE marcam encontro na final da CN 1 Feminina

No Campeonato Nacional da 1ª Divisão Feminina, GDRAR REMAX Évora e CPN ANTARTE garantiram a passagem à final e mantêm a cobiça pelo título e pela restante vaga de subida à Liga Betclic Feminina. No que toca à luta pela manutenção, apesar de ambas as formações terem vencido, o Belenenses levou a melhor sobre o Boa Viagem Angra Açores.

3ª Fase – 1/2 final

Ao segundo encontro da eliminatória, o CPN ANTARTE dissipou todas as dúvidas e fechou a qualificação para a final, ao bater a ACD Ferragudo 58-40 – e vencer todos os quartos da partida. Tiffany Reynolds – 8 pontos, 11 ressaltos, 3 assistências, 6 roubos de bola; 23 valorização – sagrou-se MPV do desafio e formou uma dupla temível com Marta Rodrigues – 21 pontos, 1 ressalto, 2 assistências, 2 roubos de bola, 1 desarme de lançamento. Na turma algarvia, deu nas vistas Sienna Durr – 16 pontos, 14 ressaltos, 2 assistências, 1 desarme de lançamento.

 

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Na outra meia-final, o CDEFF HPM, a jogar em casa, igualou a contenda, mercê do triunfo por 72-64 sobre o GDRAR REMAX Évora, duelo em que, nas madeirenses, emergiram como principais figuras, com 20 pontos de valorização, Cristina Freitas – 12 pontos, 6 ressaltos, 5 assistências, 2 roubos de bola, 1 desarme de lançamento – e Greeta Uprus – 18 pontos, 8 ressaltos, 1 roubo de bola. Nas eborenses, brilharam Mathilde Diop – 14 pontos, 6 ressaltos, 3 assistências, 2 roubos de bola, 2 desarmes de lançamento; 20 valorização – Aaliyah Pittsova – 9 pontos, 13 ressaltos, 2 assistências, 2 roubos de bola, 1 desarme de lançamento.

 

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No dia seguinte, para desfazer o empate e determinar mais um finalista, as duas formações voltaram a encontrar-se, desta feita com triunfo incontestável do GDRAR REMAX Évora por 39-73. Joana Ramos – 17 pontos, 7 ressaltos, 5 assistências, 5 roubos de bola -, com 21.5 de valorização, reclamou a distinção de MVP, bem ladeada pela companheira de equipa Mathilde Dip – 9 pontos, 8 ressaltos, 1 assistências, 2 roubos de bola, 1 desarme de lançamento -, novamente em evidência. Cristina Freitas – 8 pontos, 11 ressaltos, 1 assistência, 1 roubo de bola – e Kennedi Watkins – 11 pontos, 9 ressaltos – foram as mais inconformadas nas insulares.

 

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2ª Fase – Grupo Manutenção Norte

Taylor Linzie – 21 pontos, 16 ressaltos, 2 assistências, 2 roubos de bola; 26.5 valorização – deu o mote para o triunfo do CD Póvoa, já despromovido, ante o Académico FC61-49 -, onde se enaltece a réplica de Maria Pinto – 4 pontos, 9 ressaltos.

 

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O CD José Régio amealhou os dois pontos, fora de portas, diante do Gafanha Reis & Ana – 64-73.

2ª Fase – Grupo Manutenção Sul

A SIMECQ terminou o grupo na dianteira, ao suplantar a oposição do Sport Algés e Dafundo82-66 -, guiada pela produção exuberante de Carolina Duarte – 22 pontos, 5 ressaltos, 5 assistências, 8 roubos de bola -, traduzida em 27 pontos de valorização. Nas algesinas, nota mais para Inês Monteiro – 11 pontos, 11 ressaltos, 2 assistências.

 

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O Belenenses garantiu a manutenção na CN 1 Feminina, pelo segundo ano consecutivo, fruto do êxito caseiro contra o Sporting CP Sub2268-62 -, feito que teve como maior artífice Irene Cafumo – 11 pontos, 15 ressaltos, 1 roubo de bola; 18.5 valorização. Nas verde e brancas, morou a MVP da partida, Maria Oliveira – 17 pontos, 8 ressaltos, 2 assistências, 3 roubos de bola -, com 23 pontos de valorização.

 

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Uma exibição notável de Lyric Cole – 32 pontos, 8 ressaltos, 3 assistências, 2 roubos de bola -, que atingiu a fasquia de 36 pontos de valorização, colheita que a torna MVP da ronda, permitiu ao Boa Viagem Angra Açores prevalecer, no reduto do CRCQ Lombos Sub2266-70. Laura Silva – 22 pontos, 4 ressaltos, 6 assistências – despontou nas anfitriãs.

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Foto de capa: CDEFF HPM – Nelson Martins Photography


Seleção Nacional 3×3 Feminina: as convocadas de Francisco Costa para o verão

Foi esta terça-feira divulgada a convocatória da Seleção Nacional 3×3 de Seniores Femininos para o Estágio de Observação, Campo de Treino e jogos internacionais. Objetivo final: a qualificação para o FIBA 3×3 Europe Cup, prova que se realiza nos dias 13 e 14 de junho em Kosice na Eslováquia.

A concentração das selecionadas por Francisco Costa começa com um encontro em Braga, a partir de 18 de maio, com partida a 22 para Vlissigen, nos Países Baixos, para disputar a 3×3 PRO Cup Stop 1, sendo que de 24 a 29 de maio seguem para as instalações da L’Alqueria del Basket, em Valência, para realizar um campo de treino com jogos amigáveis em conjunto com a congénere espanhola.

Nome Clube
Ana Pinheiro University of Idaho (EUA)
Emília Ferreira Sporting CP
Eva Carregosa Recoletas Zamora (Espanha)
Gabriela Raimundo CP Esgueira
Inês Bettencourt Gonzaga Bulldogs (EUA)
Josephine Filipe Alter Enersun Al-Qázeres (Espanha)
Márcia da Costa GDESSA
Maria Marinho SC Coimbrões

O cronograma do verão inclui ainda, de 2 a 6 de junho e de 9 a 11 do mesmo mês, novo estágio em Braga. Após a qualificação para o Europeu, a Seleção Nacional 3×3 de Seniores Femininos mantém os trabalhos, estando previstas participações em etapas da Women’s Series.

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CN 2 Feminina: AAC, Portimonense, SC Coimbrões Sub22 e Carnide Clube celebram subida

No Campeonato Nacional da 2ª Divisão Feminina, as finais zonais ditam os confrontos AAC x SC Coimbrões Sub22 e Carnide Clube x Portimonense La Gioconda. Os quatro emblemas asseguraram a promoção ao Campeonato Nacional da 1ª Divisão Feminina.

3ª Fase – Meias-Finais Norte

O SC Coimbrões Sub22 voltou a ganhar ao Club 5Basket JBL M&PUB60-64 – e carimbou a passagem à final da zona norte e o direito a militar no Campeonato Nacional da 1ª Divisão Feminina, na próxima temporada. Isabel Azevedo – 16 pontos, 7 ressaltos, 3 assistências, 1 roubo de bola; 20 valorização – e Inês Santos – 8 pontos, 5 ressaltos, 5 assistências, 3 roubos de bola – deram nas vistas nas gaienses. Pelas locais, despontaram Joana Lopes – 25 pontos, 10 ressaltos, 2 roubos de bola, 4 desarmes de lançamento -, que reclamou o estatuto de MVP com 33 pontos de valorização, e Beatriz Rodrigo – 6 pontos, 10 ressaltos, 2 assistências, 7 roubos de bola.

 

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A AAC operou a reviravolta com o Club Sport Marítimo/CAB, ao impor-se por 84-62, resultado ancorado nas atuações de Abby Miller – 17 pontos, 15 ressaltos, 6 assistências, 2 roubos de bola, 1 desarme de lançamento -, que alcançou a notável cifra de 35 pontos de valorização, e Beatriz Guimarães – 9 pontos, 4 ressaltos, 4 assistências, 1 roubo de bola. Pelas madeirenses, lutaram por um desfecho diferente Clara Sousa – 14 pontos, 3 ressaltos, 1 roubo de bola; 15 valorização – e Isabela Serrão – 12 pontos, 7 ressaltos, 1 roubo de bola; 15 valorização.

 

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3ª Fase – Meias-Finais Sul

Em duelo com muito para narrar, o Ginásio EXZELLENZ igualou a eliminatória ao fechar o tempo regulamentar com a mesma vantagem com que havia perdido no reduto do Carnide Clube – 63-58. O desenlace mais ínfimo no universo das probabilidades obrigou a prolongamento, onde não se conseguiu “desatar o nó” após mais cinco minutos de jogo. Só nos segundos cinco minutos adicionais, apurou-se vencedor: o Carnide Clube foi mais forte – 7-14 – e trouxe mesmo a vitória da partida – 74-76. Sara Silva – 24 pontos, 13 ressaltos, 5 roubos de bola, 1 desarme de lançamento; 32 valorização -, MVP a larga distância da concorrência, e Margarida Marques – 17 pontos, 7 ressaltos, 1 roubo de bola – deram o mote para o júbilo visitante.

 

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O Portimonense La Gioconda conseguiu uma façanha digna de registo. A turma de Portimão recuperou de uma desvantagem de doze pontos e superou o SL Benfica Sub22 – 65-50.

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Foto de capa: Portimonense SC


O campeão da Liga Betclic Feminina decide-se esta quinta-feira às 20h30

‘Game 5’. O troféu da Liga Betclic Feminina 2025/26 vai ter novo dono em Carcavelos ou reforçar o estatuto de bicampeãs do SL Benfica. O CRC Quinta dos Lombos (1.º da Fase Regular) recebe na sua casa as encarnadas (2.º) no derradeiro encontro da temporada, a partir das 20h30 (inicialmente agendado para as 21 horas) desta quinta-feira, dia 14, na DAZN e na FPBtv.

Depois de empatar por duas vezes a série, irão agora os Lombos levantar o seu 3.º troféu de campeão, título que não conquistam desde 2013/2014? Ou vão as águias chegar ao tricampeonato?

 

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Final empatada: Lombos vencem na Luz e levam decisão ao Jogo 5

As encarnadas entraram fortes no Pavilhão Fidelidade, impulsionadas pela energia das bancadas e pela importância do momento, a vantagem na série com 2-1.

O primeiro período, 19-14, trouxe um SL Benfica intenso, agressivo defensivamente e confiante nas transições ofensivas, conseguindo assumir a liderança cedo no encontro. Mas finais decidem-se nos detalhes e os Lombos conseguiram crescer no segundo quarto, com maior consistência e conseguiram equilibrar o encontro, com um parcial de 14-19, levando uma vantagem de 10 pontos para o intervalo (27-37), num duelo jogado sempre no limite.

Mesmo nos momentos de maior dificuldade ofensiva, houve sempre resposta coletiva, entrega defensiva. Schaquilla Nunn, 8 pontos,  Zuzanna Pucc, 2 pontos, e Maria João Bettencourt, autora de 15 pontos, voltaram a assumir responsabilidade nos momentos importantes, enquanto a equipa procurou constantemente soluções perante uma defesa muito física e organizada da formação de Carcavelos.

Do outro lado, o CRC Quinta dos Lombos mostrou porque terminou a temporada como uma das equipas mais consistentes do campeonato. Jasmine Powell, Anissa Rivera, MVP do encontro ao assinar 13 pontos, 6 ressaltos e 3 assistência,  ao lado de Milica Ivanovic deram qualidade ofensiva e estabilidade nos momentos-chave, permitindo às visitantes gerir melhor o ritmo da partida.

Com este resultado, tudo fica em aberto: Benfica e Lombos seguem empatados na final (2-2), numa série que tem sido marcada pelo equilíbrio, intensidade e enorme qualidade competitiva, e que será decidida no Jogo 5.

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Benfica vence após prolongamento e fica a uma vitória do título

O SL Benfica colocou-se em vantagem na final dos playoffs da Liga Betclic Feminina ao vencer o CRC Quinta dos Lombos por 73-69, após prolongamento, no Jogo 3 da série disputado esta sexta-feira no Pavilhão Fidelidade. As encarnadas passam assim a liderar a eliminatória por 2-1 e ficam a apenas uma vitória da conquista do campeonato nacional.  

Num encontro extremamente equilibrado, o marcador registava igualdade a 16 pontos no final do primeiro período, antes de novo empate ao intervalo (37-37), depois de um segundo quarto com parcial de 21-21.

As “águias” chegaram aos derradeiros dez minutos em vantagem mínima, após um terceiro parcial de 14-11, mas os Lombos responderam no quarto período (8-17) e levaram a decisão para prolongamento. No tempo extra, o Benfica foi mais forte e fechou a partida com um parcial de 8-4.

A grande figura da partida foi Schaquilla Nunn, MVP do encontro, com uma exibição dominante ao somar 28 pontos, 13 ressaltos, uma assistência, um roubo de bola e um desarme de lançamento, terminando com 41.5 de valorização. Letícia Soares também esteve em destaque na formação orientada por Eugénio Rodrigues, contribuindo com 17 pontos e 10 ressaltos.

Do lado da formação de Carcavelos, Milica Ivanovic foi uma das principais referências ofensivas, terminando com 17 pontos.

O Jogo 4 da final está marcado para dia 10 de maio, às 17h00, novamente no Pavilhão Fidelidade. Em caso de vitória encarnada, o SL Benfica sagra-se campeão nacional. Se o CRC Quinta dos Lombos vencer, a decisão do título ficará adiada para um quinto e decisivo encontro, em Carcavelos.


JR. NBA LEAGUE SUL: Agrupamento de Escolas Albufeira Poente

O Pavilhão Desportivo da Penha foi o local escolhido para serem disputadas as finais da Liga Sul do JR. NBA Portugal – “um marco para a vida (…) uma modalidade que eles gostam e lhes proporciona amigos”, como frisou o coordenador do Desporto Escolar da Região do Algarve, Rui Martins.

A equipa de sair vencedora do torneio que reuniu as oito melhores equipas da Fase Regular.

Na tarde de terça-feira, 6 de maio, a equipa dos Houston Rockets, de Albufeira, venceu a grande final frente aos Atlanta Hawks por 30-12. No encontro de atribuição do 3.º e 4.º lugares, os Oklahoma City Thunder superiorizaram-se aos Chicago Bulls, triunfando por 32-12.
Na disputa pelo 5.º e 6.º lugares, os Golden State Warriors levaram a melhor sobre os New York Knicks, vencendo por 26-16. Já no jogo de atribuição do 7.º e 8.º lugares, os Miami Heat superaram os Sacramento Kings pela margem mínima, num emocionante 12-11.

 

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A classificação final ficou assim ordenada:

1.º Houston Rockets
2.º Atlanta Hawks
3.º Oklahoma City Thunder
4.º Chicago Bulls
5.º Golden State Warriors
6.º New York Knicks
7.º Miami Heat
8.º Sacramento Kings

 

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Marcaram presença nesta tarde desportiva, para além do presidente da Associação de Basquetebol do Algarve, Eduardo Cruz , o coordenador do Desporto Escolar na região do Algarve, Rui Martins , e Ricardo Oliveira , em representação da direção do Agrupamento João de Deus. O árbitro Pedro Carvalho orientou ainda os alunos juízes-árbitros durante esta fase final.

 

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As Fases Finais já disputadas e os respetivos vencedores foram:

A próxima Fase Final é:

Jr. NBA League Centro — 20 de maio, no NAVE Multiusos Caixa Universidade de Aveiro

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CN 2 Feminina: CS Marítimo/CAB, SC Coimbrões Sub22, SL Benfica Sub22 e Carnide Clube na frente

No Campeonato Nacional da 2ª Divisão Feminina, cumpriu-se o primeiro jogo das meias-finais zonais. Recorde-se que a passagem à final garante a promoção ao Campeonato Nacional da 1ª Divisão Feminina. A segunda mão joga-se a 9 e 10 de maio.

3ª Fase – Meias-Finais Norte

O Club Sport Marítimo/CAB leva vantagem da primeira mão, onde triunfou perante a AAC por 59-53. Isabel Ferreira – 8 pontos, 10 ressaltos, 1 assistência, 2 roubos de bola, 3 desarmes de lançamento; 13.5 valorização -, próxima do duplo-duplo, encaminhou as pretensões madeirenses, não obstante a excelente réplica de Karissa Kajorinne – 17 pontos, 11 ressaltos, 3 assistências, 4 roubos de bola, 2 desarmes de lançamento; 25 valorização -, a MVP do desafio.

 

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Com Emilie Silva – 16 pontos, 2 ressaltos, 2 assistências, 4 roubos de bola; 18 valorização – como principal farol, o SC Coimbrões Sub22 venceu, em casa, o Club 5Basket JBL M&PUB69-61 -, apesar das diligências de Joana Lopes – 27 pontos, 9 ressaltos, 1 assistência, 3 roubos de bola, 1 desarme de lançamento; 28 valorização.

3ª Fase – Meias-Finais Sul

O SL Benfica Sub22 colocou-se na liderança da eliminatória, ao bater o Portimonense La Gioconda – 70-58. O Carnide Clube não fugiu à tendência das equipas locais ganharem e superou o Ginásio EXZELLENZ – 72-67.

 

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Foto de capa: CS Marítimo 


CN 1 Feminina: CPN ANTARTE e GDRAR REMAX Évora na frente do playoff

No Campeonato Nacional da 1ª Divisão Feminina, tomou lugar o jogo um das meias-finais do playoff, com CPN ANTARTE e GDRAR REMAX Évora a prevalecerem. No tocante à manutenção, Belenenses, Boa Viagem Angra Açores, a sul, adiam para a última jornada a decisão.

3ª Fase – 1/2 final

O GDRAR REMAX Évora levou a melhor no jogo inaugural do playoff diante do CDEFF HPM57-48 -, já promovido à Liga Betclic Feminina. Catarina Moreira – 17 pontos, 6 ressaltos, 4 assistências, 2 roubos de bola, 1 desarme de lançamento; 18 valorização – foi a mais expedita nas eborenses. A melhor réplica madeirense pertenceu a Greeta Uprus – 11 pontos, 9 ressaltos, 2 desarmes de lançamento.

 

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O CPN ANTARTE bateu, fora de portas, a ACD Ferragudo47-61 -, com Tiffany Reynolds – 24 pontos, 13 ressaltos, 6 roubos de bola; 31.5 valorização – a assumir as rédeas da turma de Ermesinde. Nas locais, sobressaiu Joana Andrade – 10 pontos, 10 ressaltos, 3 assistências, 1 roubo de bola -, ao rubricar um duplo-duplo.

2ª Fase – Grupo Manutenção Norte

Filipa Medeiros – 16 pontos, 5 ressaltos, 5 assistências, 1 desarme de lançamento; 25 valorização – deu o mote para a importante vitória do Académico FC sobre o líder Maia Basket Clube82-55. O CD Póvoa não evitou a despromoção, ao perder ante o CD José Régio75-68 -, onde emergiu uma das duas atletas mais valorizadas da jornada: Haily Weaver – 27 pontos, 15 ressaltos, 2 assistências, 5 roubos de bola; 40 valorização.

2ª Fase – Grupo Manutenção Sul

O Sport Algés e Dafundo suplantou o Belenenses89-74 -, desfecho alicerçado no desempenho de Inês Capela – 21 pontos, 4 ressaltos, 2 assistências, 3 roubos de bola, 1 desarme de lançamento; 20.5 valorização. O Boa Viagem Angra Açores luta com a turma do Restelo pela permanência, tendo superado a SIMECQ74-69 -, à boleia dos dígitos de Lyric Cole – 20 pontos, 15 ressaltos, 4 assistências, 6 roubos de bola -, a segunda atleta a totalizar 40 pontos de valorização nesta ronda.

O Sporting CP Sub22 recebeu e venceu o CRCQ Lombos Sub2271-66 -, muito por culpa dos dígitos averbados por Madalena Costa – 14 pontos, 4 ressaltos, 3 assistências, 1 roubo de bola, 1 desarme de lançamento; 16 valorização. Na turma visitante, morou a MVP do desafio, Carolina Costa – 20 pontos, 6 ressaltos, 1 assistência, 5 roubos de bola; 22 valorização.

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Foto de capa: GDRAR 


Quinta dos Lombos iguala Finais da Liga Betclic Feminina

Tudo empatado nas Finais da Liga Betclic Feminina. O CRC Quinta dos Lombos venceu este domingo (3 de maio) o Jogo 2, frente ao SL Benfica, por 80-64. As águias tinham vencido na véspera e a série vai 1-1 para Jogo 3, já na próxima sexta-feira, no Pavilhão Fidelidade, pelas 20 horas.

Hoje, no Pavilhão Desportivo dos Lombos, o coletivo de José Leite foi mais forte que as águias, principalmente na segunda parte. Ao intervalo o equilíbrio máximo mantinha-se, depois de dois parciais de 17-17 e 18-18. No regresso dos balneários, os Lombos, alavancados por uma grande exibição de Chanaya Pinto, a MVP (18pts, 9res, 4ast – 30val), conseguiram marcar 24 pontos e só sofrer 16, chegando aos derradeiros dez minutos a oito pontos no marcador.

E o último quarto só confirmou o poderio dos Lombos neste segundo encontro da série (21-13), com destaque para a luta das tabelas (46-37) e para a baixa eficácia encarnada na linha de triplo (4/18 – 22%).

Além de Chanaya, a poste internacional jovem portuguesa Carolina Silva marcou 18 pontos e, do lado do Benfica, a melhor em campo foi Letícia Soares, com 20 pontos.

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Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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