Artigos da Federaçãooo

GDR André de Resende sobe pela primeira vez na sua história à Liga Betclic Feminina

Nunca o GDR André de Resende, de Évora, tinha chegado ao mais alto patamar do Basquetebol português. Depois da vitória deste sábado no Jogo 2 das Finais do Campeonato Nacional da 1.ª Divisão Feminina, a história é outra: o coletivo liderado por Rui Pechincha cumpriu um “sonho”, como o próprio disse, e é o campeão do CN1F e, consequentemente, o último a garantir a vaga que restava na Liga Betclic Feminina 2026/27.

O duelo frente ao CPN ANTARTE foi, como se diz na gíria, “até ao fim” (resultado final de 43-52), repetindo o mote do Jogo 1, em Évora. Com uma bancada repleta de adeptos de parte a parte, com os alentejanos a subir ao Norte e os anfitriões a fazerem-se ouvir em peso, o espetáculo dentro e fora das quatro linhas fez-se sentir. E se ao intervalo o CPN estava 0-12 atrás da linha de três pontos (o que se refletiu nos parciais de 9-16 e 11-10), na segunda parte a motivação do público chegou à equipa, que respondeu a rigor (12-11).

O último quarto, contudo, voltou a cair para o GDRAR (11-15), que viu na veterana Rosinha Rosário uma verdadeira MVP, com um duplo-duplo de 16 pontos e 11 ressaltos (19.5val). A capitão Catarina Moreira marcou 11 e Joana Ramos 10.

Do lado do CPN, Vitória Dias marcou 11 pontos e Marta Rodrigues juntou aos seus sete pontos 10 ressaltos e muita atitude nos dois lados do campo.

A estatística completa.

 

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MegaTicha regressa este fim de semana a Viana do Castelo

Nos dias 23 e 24 de maio, Viana do Castelo será palco do MegaTicha 2026, reta final do XX Circuito Nacional Ticha Penicheiro, dedicado ao escalão de Mini12 Femininos. Organizado pelo Clube CB Viana em parceria com a Federação Portuguesa de Basquetebol e a Associação de Basquetebol de Viana do Castelo, o torneio vai reunir dez equipas de várias associações distritais do país, promovendo não só a competição desportiva, mas também momentos de convívio, atividades lúdicas e experiências educativas ligadas ao Minibasquete.

Os jogos terão lugar no Pavilhão Municipal de Santa Maria Maior, enquanto o alojamento e parte das atividades decorrerão na Escola Secundária de Santa Maria Maior. Durante os dois dias, atletas, treinadores e dirigentes participarão num programa intenso que inclui jogos, refeições conjuntas, atividades recreativas e cerimónias oficiais.

Marcam presença nesta edição:

CD Gumirães – AB Viseu
SC Coimbrões – AB Porto
Sangalhos DC – AB Aveiro
CTM VP Aguiar – AB Vila Real
GDB Leça – AB Porto
CB Viana – AB Viana do Castelo
SC Beira Mar – AB Aveiro
FC Vizela – AB Braga
UAA Aroso – AB Porto
CD Póvoa – AB Porto

As equipas encontram-se divididas em dois grupos competitivos, disputando uma Fase Regular seguida da Fase Final, culminando com os jogos de classificação e a cerimónia de encerramento agendada para as 16h30 de domingo.

Comunicado oficial em anexo.

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CN 2 Feminina: AAC e Portimonense SC em vantagem nas finais zonais

No Campeonato Nacional da 2ª Divisão Feminina, a AAC e Portimonense SC deram um importante passo rumo à final nacional.

Em Coimbra, AAC e SC Coimbrões Sub22 registaram uma igualdade a 17, no parcial inaugural. Mas, depois, a formação local conquistou vantagens de 5 e 7 pontos, nos segundo e terceiro quartos, permitindo liderar na casa das dezenas. Apesar da boa reação gaiense no último quarto, voltou a ser a AAC a levar a melhor – 16-15 – e a consumar a vitória – 68-55.

O domínio no capítulo do ressalto – 46 contra 33 – foi o maior fator diferenciador no embate, onde Abby Miller – 19 pontos, 12 ressaltos, 3 assistências, 1 roubo de bola; 29.5 valorização – e Karissa Kajorinne – 20 pontos, 13 ressaltos, 2 assistências, 3 roubos de bola, 1 desarme de lançamento – se revelaram determinantes para o êxito das anfitriãs. Emilie Silva – 20 pontos, 2 ressaltos, 1 assistência, 5 roubos de bola – e Maria Morim – 7 pontos, 4 ressaltos, 2 assistências, 1 roubo de bola – emergiram como principais figuras no SC Coimbrões Sub22.

A sul, o duelo entre Carnide Clube e Portimonense La Gioconda foi mais desnivelado – 67-98 -, com a turma algarvia a conseguir 20 pontos a seu favor antes do descanso. As locais ainda reagiram no reatar do encontro e venceram o terceiro quarto – 20-19 -, mas o conjunto de Portimão aumentou o fosso na liderança até final – 19-31.

 

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Foto de capa: Portimonense SC


Seleção Nacional Sub20 Femininos inicia preparação para o Europeu com estágio de observação em Rio Maior

A Seleção Nacional Sub20 Femininos vai realizar o primeiro estágio de observação da temporada entre os dias 27 e 29 de maio, em Rio Maior, tendo em vista a preparação para o Campeonato da Europa, Divisão B, que decorrerá entre 4 e 12 de julho, em Samokov, na Bulgária.

José Araújo, selecionador nacional, chamou 16 atletas para este momento de trabalho, numa convocatória que junta jogadoras que atuam em Portugal e nos Estados Unidos da América.

Nome Clube
Ana Marques Clube dos Galitos
Denise Neves Xavier University (EUA)
Ema Karim Hofstra University (EUA)
Francisca Teixeira CPN
Joana Magalhães University of New Mexico (EUA)
Letícia Vieira GDESSA
Magda Silva Queens University of Charlotte (EUA)
Maria Amaro Monmouth University (EUA)
Maria Andorinho CP Esgueira
Maria Fernandes SL Benfica
Marta Rodrigues CPN
Marta Vieira Arizona Western College (EUA)
Rita Nazário California State University Northridge (EUA)
Sara Albuquerque CRCQ Lombos
Sara Rodrigues SL Benfica
Sofia Sousa CLIP Teams

A equipa técnica será liderada por José Araújo, contando ainda com Pedro Dias e Gilda Correia como treinadores-adjuntos. A estrutura integra também Joana Pereira, como fisioterapeuta, e Rita Vieira, enquanto team manager.

Depois deste estágio de observação, Portugal terá pela frente mais três momentos de preparação antes da participação no Campeonato da Europa. Entre 5 e 15 de junho decorrerá o primeiro estágio de preparação, que incluirá jogos internacionais em Pombal e na Croácia, seguindo-se um torneio internacional em Barcelos, entre 18 e 26 de junho. O terceiro estágio de preparação realiza-se entre 29 de junho e 2 de julho, em Lisboa.

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076 | SELEÇÃO NACIONAL SUB20 FEMININOS

Convocatória para o Estágio de Observação da Seleção Nacional de Sub20 Femininos


Beatriz Jordão é campeã no Luxemburgo

Regresso de sonho para Beatriz Jordão. Depois de alguns anos afastada do jogo, a poste portuguesa, uma de duas atletas convidadas por Ricardo Vasconcelos para o último estágio da Seleção Nacional, termina a época com o título de campeã da Liga Feminina do Luxemburgo (LBBL).

Ao serviço dos T71 Dudelange, a pombalense de 27 anos terminou as Finais com médias de 8.3 pontos, 10.7 ressaltos, 3.0 assistências e 1.7 roubos de bola (em 24.3 minutos), incluindo um grande duplo-duplo de 14/14 no Jogo 3.

O coletivo da cidade com o mesmo nome venceu 3-0 (107-72, 54-71 e 95-54) e sagra-se assim campeão do Luxemburgo pela 5.ª vez na sua história.

Com 20 encontros realizados em 2025/2026, Beatriz Jordão encerra a temporada com média de duplo-duplo: 11.3 pontos, 11 ressaltos, e ainda 2.1 assistências e 1.1 roubos de bola.

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FOTOGRAFIAS | BOLDYBALD SPORT

 

 


GDRAR REMAX Évora na frente da final da CN 1 Feminina

No Campeonato Nacional da 1ª Divisão Feminina, o GDRAR REMAX Évora levou a melhor no compromisso inaugural da final da prova, na receção ao CPN ANTARTE61-52. As eborenses colocam-se assim a um triunfo da promoção à Liga Betclic Feminina. O encontro arrancou sob o signo do equilíbrio, com ligeira vantagem para a turma de Ermesinde ao cabo dos dez minutos iniciais – 14-15. Seguiu-se a resposta local, embalada pelo público presente, a permitir saltar para o comando antes do descanso – 32-25.

Na segunda parte, inverteu-se o ascendente e as ermesindentes voltaram a liderar, fruto do parcial de 8-20. Em partida com períodos e alternâncias de marcador muito contrastantes, a formação alentejana assinou últimos dez minutos dominadores – 21-7 -, selando assim o triunfo no primeiro jogo da final.

Mathilde Diop – 8 pontos, 7 ressaltos, 3 assistências, 2 desarmes de lançamento; 17.5 valorização – distinguiu-se como MVP do desafio. Aaliyah Pittsova – 9 pontos, 13 ressaltos, 1 assistência – também deu importante contributo para o êxito das locais. Ana David Alves – 20 pontos, 7 ressaltos, 3 roubos de bola – e Vitória Dias – 3 pontos, 6 ressaltos, 3 assistências – foram as mais produtivas no CPN ANTARTE.

O segundo jogo da final está agendado para 23 de maio, às 21h, no Pavilhão Municipal de Ermesinde.

 

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Foto de capa: Évora Notícias


SL Benfica conquista pela 3.ª vez consecutiva a Liga Betclic Feminina

O SL Benfica sagrou-se campeão da Liga Betclic Feminina ao vencer o CRC Quinta dos Lombos por 67-77, no quinto e decisivo jogo da final, encerrando uma série extremamente equilibrada e intensa entre duas das formações mais consistentes da temporada. Num encontro disputado em Carcavelos, as encarnadas revelaram maior eficácia nos momentos-chave e conquistaram o troféu nacional após uma final marcada por grande competitividade e que terminou com a conquista do terceiro título consecutivo para a equipa benfiquista.

 

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A partida começou de forma equilibrada, com ambas as equipas a responderem bem à pressão do momento decisivo. O Benfica conseguiu fechar o primeiro período na frente (16-18), mas foi no segundo quarto que as águias assumiram verdadeiramente o controlo do encontro. Com uma defesa agressiva, domínio das tabelas e maior eficácia ofensiva, a formação lisboeta assinou um parcial de 10-24, construindo uma vantagem importante antes do intervalo.

No regresso dos balneários, o CRC Quinta dos Lombos tentou reagir e voltou a equilibrar o jogo, mas o Benfica conseguiu manter a estabilidade emocional e responder sempre nos momentos de maior pressão. O terceiro período terminou com novo ascendente encarnado (19-20), permitindo às visitantes entrarem nos últimos dez minutos com uma margem confortável. Apesar da boa reação do conjunto de Carcavelos no último quarto (22-15), o Benfica soube gerir o ritmo e confirmou a vitória por 67-77, selando assim a conquista do título nacional.

Mais uma vez, Schaquilla Nunn esteve em grande destaque e foi uma das figuras decisivas da final. No último jogo, a atleta encarnada registou 18 pontos, 11 ressaltos e 1 roubo de bola (27 de valorização), assumindo novamente um papel fundamental nos dois lados do campo. A norte-americana acabou também distinguida como MVP da Final dos Playoffs, após médias de 14.6 pontos, 9.8 ressaltos, 1.0 assistências e 23.3 de valorização durante os cinco jogos da final.

 

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Filipa Barros: “Se tivesse que fazer tudo de novo, recomeçava sem pensar”

Filipa Barros chegou ao último ano de elegibilidade na NCAA pela porta grande. A base portuguesa, de 22 anos, fechou a época 2025-26 em California Baptist com 16 duplos-duplos, o recorde do programa em ressaltos e em roubos de bola, e o prémio de MVP do torneio da Western Athletic Conference, tornando-se, no processo, a única jogadora entre as mais de 350 universidades da Division I com médias de pelo menos 10,5 pontos, 9,5 ressaltos e 4,5 assistências a marcar acima de 40% nos triplos. O feito valeu-lhe o lugar 33 no ranking do transfer portal feminino da USA Today e uma transferência para a University of Utah, da Big 12, onde vai disputar a temporada 2026-27.

Em entrevista exclusiva à FPB, Filipa Barros fala sobre a época que a colocou no mapa da NCAA, sobre as terças-feiras até às onze e meia da noite no pavilhão que ninguém viu, sobre a conversa com Inês Vieira antes de dizer sim a Utah, e sobre o plano para depois da NCAA, que passa pela Austrália e por não parar.

 

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Fizeste quatro anos em California Baptist, porque fizeste um ano de redshirt pelo meio. Que balanço fazes desses quatro anos na Califórnia?

É um balanço muito positivo. Foram literalmente os melhores quatro anos da minha vida. Tive muita sorte, não tanto pelo sítio, por ser na Califórnia, mas pelas pessoas que conheci. Era o que eu estava a dizer aos meus pais: se eu tivesse que fazer tudo de novo, recomeçava sem pensar.

E em termos de basquetebol também foste feliz.

Sim, correu tudo ótimo.

Este época, California Baptist fez 23-11, foi campeã da Western Athletic Conference na fase regular e no torneio — a melhor época coletiva do programa desde que está na Division I. Por que é que esta época correu tão bem?

Acho que tínhamos um grupo de returners muito forte. Éramos cinco returners e o nosso único objetivo era mesmo ganhar. Não queríamos saber o que é que acontecia, íamos para cada jogo para ganhar. Tivemos uma altura muito complicada, perdemos cinco ou seis jogos seguidos, mas quando entrámos na fase do torneio de conferência fizemos uma reunião com a equipa toda e o objetivo era começar do zero. Estávamos todas na mesma página.

E para ti foi uma época especial também por ser uma época de regresso, depois de teres falhado tanto tempo por lesão.

Sim, não podia ter tido melhor época de comeback. Estive saudável a época inteira. A única coisa que aconteceu foi ter partido o nariz, por isso acho que não foi mal.

Acabas a época com 16 duplos-duplos, recorde do programa em ressaltos e em roubos de bola, e foste eleita MVP do torneio da conferência. Como é que defines esta versão de ti própria?

Esta versão minha teve muito mais confiança, como é óbvio desde o meu primeiro ano. E o facto de ter ficado um ano sem jogar acabou por ser muito positivo, porque aprendi a olhar para o jogo de uma maneira diferente, aprendi a aproveitar cada jogo como se fosse o último, porque nunca se sabe o dia de amanhã. Em relação aos ressaltos, o treinador tinha-me dito que queria que a equipa jogasse rápido, e a maneira para a equipa jogar ainda mais rápido é a base apanhar ressaltos. Como o objetivo era ganhar, e era isso que nos fazia ganhar, tentava apanhar o máximo de ressaltos que conseguia para mandar a bola lá para a frente e as minhas colegas marcarem.

Falaste numa questão interessante: o facto de teres passado um ano inteiro no banco, a ver o jogo de outra perspectiva. O que é que viste de diferente esse ano sentada no banco?

O que me ajudou muito foi estar a ver as jogadoras da minha equipa com quem ia ter que jogar no ano seguinte. Aprendia quais eram os pontos fortes de cada uma, o que tinha que fazer para elas marcarem mais pontos. E também tinha sempre que fazer a possession board, o que me ajudou imenso a olhar para o jogo com mais atenção.

O que é a possession board?

Em cada posse de bola, tinha que ver quantos ressaltos ofensivos apanhámos, quantas assistências tivemos, quantos roubos de bola tivemos. Fazia essas estatísticas todas e isso ajudou-me muito a prestar mais atenção ao jogo e aos pequenos detalhes.

E olhar para os adversários também? Perceber as tendências do que as outras equipas tinham quando jogavam contra vocês?

Sim, claro. Como base, prestei mais atenção a quando é que as equipas defendiam zona, quando é que se percebia essa mudança de zona para homem — essas pequenas coisas.

E isso ajudava-te este ano a identificar e a comandar a tua equipa lá dentro?

Sim, cem por cento.

Foste a única jogadora da Division I com médias de pelo menos 10,5 pontos, 9,5 ressaltos e 4,5 assistências a marcar acima de 40% nos triplos. A única entre mais de 350 universidades. Tens noção do especial que é este feito estatístico?

Pessoalmente não tinha noção até meter o meu nome no portal. Mas acho que foi mais fruto do meu trabalho. Trabalhei imenso este ano, estava muitas noites no pavilhão. Foi uma recompensa do trabalho. Sabia que era uma coisa que me ia diferenciar como jogadora se começasse a marcar mais triplos, e foi isso.

Isso de estar toda a noite no pavilhão — o que é que as pessoas não viram e que depois resultou nesta Filipa que marca 40% de três pontos?

Todas as terças-feiras, sem exceção, ia ao pavilhão desde as seis e meia, sete da tarde, com um amigo, até às onze e meia da noite. Todas as terças-feiras sem falta. Depois havia momentos em que ia ao pavilhão durante uma hora e meia, duas, durante o resto da semana, mas terça-feira tinha sempre esse horário. Fazia muitos exercícios de lançamento e acho que foi isso que se notou. Até o segurança, que tem que mandar toda a gente embora, deixava-me ficar. Sabia que terça-feira era o meu dia.

E esse teu amigo não se cansou de ganhar ressaltos e passar a bola?

Não. (risos)

Filipa Barros celebra a conquista da Western Athletic Conference

Foram ao torneio, cruzaram logo com UCLA. O que é que aprenderam dessa participação e desse matchup direto com uma das melhores equipas do país, que acabou por conquistar o título?

Eu pessoalmente estava a torcer para jogar contra UCLA. Achei que era uma oportunidade única. Ainda conseguimos uma boa primeira parte; na segunda parte notou-se que elas eram de outro nível. O físico conta muito: elas eram jogadoras muito altas, muito fortes, e nós não tínhamos isso. Mas aprendi que ainda temos muito para trabalhar.

Uns dias depois da eliminação, meteste o nome no transfer portal. Foi uma decisão que já trazias tomada durante a época?

Durante a época tentei não pensar nisso. Desde que tive a lesão no pé, aprendi a não pensar no futuro, a viver mais o presente, porque quando me lesionei tinha expectativas muito altas, e quando torci o pé foi ainda pior por causa disso. Mas quando a época acabou foi logo o que me veio à cabeça. Com as estatísticas que tinha tido, senti que já tinha feito tudo o que tinha para fazer em CBU. Tivemos uma reunião passados três dias com o treinador; ele disse que ia tirar aquela semana de folga e que na semana a seguir queria ter uma reunião individual com cada uma, mas que se alguém já tivesse a decisão tomada podia mandar-lhe mensagem. Depois da reunião mandei logo mensagem e foi aí que lhe disse.

Tu falas da questão das expectativas. Lembro-me de termos falado há uns anos, quando já estavas em CBU, e tu dizias que a tua maior inimiga eras tu mesma — que eras muito exigente, que no final dos jogos batalhavas muito na tua cabeça com as coisas que tinhas feito mal. Estás mais madura nesse aspecto?

Sim, sem sombra de dúvida. Este ano, se tivesse um jogo mau, o que pensava era: o ano passado não estava a jogar. É completamente diferente.

A lesão pôs tudo em perspectiva.

Sim. E acabo por dizer que foi a melhor coisa que podia ter acontecido — não foi a melhor coisa, mas acabou por trazer muitas coisas boas.

Cresceste do ponto de vista mental.

Cem por cento.

Tiveste outras ofertas para além de Utah. Como foram essas duas semanas no portal?

O portal é uma coisa louca, eu não fazia ideia que era assim. Foram duas semanas de muito stress. Meti o meu nome no portal — basicamente vais falar com CBU, eles mandam-te um link, tens que ver um vídeo, depois submeter, e eles metem automaticamente o teu nome. A partir do momento em que o meu nome entrou, sem exagerar, um minuto depois já havia posts no Instagram a dizer que eu ia sair, e eu ainda queria postar alguma coisa para CBU. Passados dez minutos já tinha para aí cinco convites de mid-majors. E eu estava a fazer um estágio para me graduar, não conseguia estar no telemóvel. Era louco — toda a hora recebia mensagens. A minha colega de casa, a Khloe, eu estava a falar com ela no quarto e o telefone dela começa a tocar e depois o meu também, e fomos as duas cada uma para um quarto. Era uma festa.

E acabas por decidir por Utah. O que é que Utah te apresentou que as outras não conseguiram?

Foi a universidade que mostrou interesse desde o início, não pararam. Fui lá visitar e gostei das condições do pavilhão. O facto de ser perto da Califórnia ajudou muito — eu queria ficar na Califórnia, mas não deu; Utah é perto, ajudou. E o treinador, tudo o que ele mostrou. Acho que foi a melhor decisão que eu podia tomar.

O treinador é o Gavin Petersen, que já era adjunto no tempo em que a Inês Vieira estava lá. Ele falou-te da Inês?

Falou, e mandaram logo mensagem à Inês para ela me contactar.

Como foi esse processo? O que é que a Inês te disse?

A Inês falou do treinador, disse coisas boas, disse que sabia que eu ia ter tempo de jogo. O meu objetivo era ir para uma boa conferência com tempo de jogo, e ela disse que era o que ia acontecer se trabalhasse bem. Falou bem das condições, falou bem do sítio. Disse só coisas boas.

Vai jogar na Big 12, com equipas como Kansas State, BYU, TCU, Iowa State — programas com histórico de ir à Final Four. O que é que achas que vai mudar concretamente no teu dia-a-dia neste ambiente?

Vou ter que trabalhar ainda mais do que aquilo que já trabalhava. Era o meu objetivo, jogar contra as melhores equipas do país, e só me vai dar mais motivação.

E vais poder jogar contra a Clara Silva.

É bom. Acho que nunca joguei contra uma portuguesa. Ah, joguei sim, joguei contra a Rita Nazário este ano.

O treinador Gavin Petersen certamente apresentou-te uma ideia do papel que quer que tu tenhas na equipa?

Falou que a maneira como a Utah joga é muito parecida com a maneira que a CBU jogava. Quer jogar rápido, quer jogar com muita raça, quer que defenda, que pressione a bola a toda a hora — e é o que eu gosto e senti falta este ano. E quer que não seja só uma base, mas também uma marcadora de pontos. Mais uma coisa que eu senti falta este ano: eu sentia falta de ter mais alguém a criar para mim. E disse que, como é óbvio, se trabalhar e continuar como estava a jogar em CBU, terei os meus minutos de jogo.

Gostas de jogar sem bola?

Sim, eu gosto de ser base, mas ao mesmo tempo consigo lançar e senti falta de alguém que criasse para mim.

O que é que achaste que cresceste mais este ano?

Para além de lançar melhor, eu diria que a liderança foi uma das coisas que aprendi mais. Aprendi a ter mais voz no campo, a ser uma líder dentro da equipa.

Sempre foste uma jogadora expansiva. Este ano notou-se essa versão mais vocal, sem medo de apertar com as colegas.

Foi a diferença deste ano para os outros anos.

Num contexto novo, vais retrair outra vez ou vais continuar a ser essa líder?

Vou continuar. Tenho que continuar.

 

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Este é o teu último ano de elegibilidade, depois do melhor ano da tua carreira. O que seria um bom ano de 2026-27 para ti?

Ganhar pelo menos a primeira fase do March Madness, tentar ir o mais longe possível. Era o meu objetivo desde que vim para os Estados Unidos.

Já conheces algumas das colegas de equipa?

Fui lá visitar e conheci algumas, mas não são minhas amigas ainda.

Quando é que vais para lá?

Daqui a um mês, acho que é 3 ou 4 de junho, ainda não tenho voo. Há uma pausa de 1 a 21 de agosto, mas vou desde início de junho até agosto.

E o NIL? Como é que funciona nas grandes conferências?

Também nestas grandes conferências é muito diferente da conferência onde eu estava, mas essa parte dei ao meu agente. Não faço ideia como é que isso se trabalha.

Não foi um fator na tua decisão?

Não, de todo. Claro que é bom, mas não é prioridade. O que eu queria era um sítio onde pudesse crescer, uma conferência mais competitiva e jogar. O dinheiro não foi nada da decisão.

Este é o teu último ano de elegibilidade. Onde é que te vês depois da NCAA?

O objetivo depois é ir jogar na liga mais alta que eu conseguir, onde tiver que ser.

Deixas todas as opções em aberto. Vês-te a jogar na Europa?

Como é óbvio, o meu objetivo é conseguir jogar no mais alto nível que eu conseguir. Gostava de uma primeira liga espanhola ou de uma primeira liga na Austrália.

Austrália?

Sim. Adorava ir para a Austrália. A liga australiana começa em maio, ou seja, acaba a NCAA e vou para a Austrália, e depois da Austrália venho para a Europa. E não parar.

Porquê a Austrália?

Joguei com jogadoras australianas e a primeira liga é super competitiva, pagam bem, é uma das ligas mais competitivas do mundo. E seria uma experiência diferente.

O basquetebol português teve mais de 20 atletas na Division I este ano, a grande maioria mulheres. Sentes-te uma embaixadora do basquetebol português nos Estados Unidos?

Sim. Acho que toda a gente está a fazer um excelente trabalho e só mostra que todos os anos podemos vir a ter mais, porque estamos todos a ter um grande impacto aqui.

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FOTOGRAFIAS | DR 

GDRAR REMAX Évora e CPN ANTARTE marcam encontro na final da CN 1 Feminina

No Campeonato Nacional da 1ª Divisão Feminina, GDRAR REMAX Évora e CPN ANTARTE garantiram a passagem à final e mantêm a cobiça pelo título e pela restante vaga de subida à Liga Betclic Feminina. No que toca à luta pela manutenção, apesar de ambas as formações terem vencido, o Belenenses levou a melhor sobre o Boa Viagem Angra Açores.

3ª Fase – 1/2 final

Ao segundo encontro da eliminatória, o CPN ANTARTE dissipou todas as dúvidas e fechou a qualificação para a final, ao bater a ACD Ferragudo 58-40 – e vencer todos os quartos da partida. Tiffany Reynolds – 8 pontos, 11 ressaltos, 3 assistências, 6 roubos de bola; 23 valorização – sagrou-se MPV do desafio e formou uma dupla temível com Marta Rodrigues – 21 pontos, 1 ressalto, 2 assistências, 2 roubos de bola, 1 desarme de lançamento. Na turma algarvia, deu nas vistas Sienna Durr – 16 pontos, 14 ressaltos, 2 assistências, 1 desarme de lançamento.

 

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Na outra meia-final, o CDEFF HPM, a jogar em casa, igualou a contenda, mercê do triunfo por 72-64 sobre o GDRAR REMAX Évora, duelo em que, nas madeirenses, emergiram como principais figuras, com 20 pontos de valorização, Cristina Freitas – 12 pontos, 6 ressaltos, 5 assistências, 2 roubos de bola, 1 desarme de lançamento – e Greeta Uprus – 18 pontos, 8 ressaltos, 1 roubo de bola. Nas eborenses, brilharam Mathilde Diop – 14 pontos, 6 ressaltos, 3 assistências, 2 roubos de bola, 2 desarmes de lançamento; 20 valorização – Aaliyah Pittsova – 9 pontos, 13 ressaltos, 2 assistências, 2 roubos de bola, 1 desarme de lançamento.

 

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No dia seguinte, para desfazer o empate e determinar mais um finalista, as duas formações voltaram a encontrar-se, desta feita com triunfo incontestável do GDRAR REMAX Évora por 39-73. Joana Ramos – 17 pontos, 7 ressaltos, 5 assistências, 5 roubos de bola -, com 21.5 de valorização, reclamou a distinção de MVP, bem ladeada pela companheira de equipa Mathilde Dip – 9 pontos, 8 ressaltos, 1 assistências, 2 roubos de bola, 1 desarme de lançamento -, novamente em evidência. Cristina Freitas – 8 pontos, 11 ressaltos, 1 assistência, 1 roubo de bola – e Kennedi Watkins – 11 pontos, 9 ressaltos – foram as mais inconformadas nas insulares.

 

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2ª Fase – Grupo Manutenção Norte

Taylor Linzie – 21 pontos, 16 ressaltos, 2 assistências, 2 roubos de bola; 26.5 valorização – deu o mote para o triunfo do CD Póvoa, já despromovido, ante o Académico FC61-49 -, onde se enaltece a réplica de Maria Pinto – 4 pontos, 9 ressaltos.

 

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O CD José Régio amealhou os dois pontos, fora de portas, diante do Gafanha Reis & Ana – 64-73.

2ª Fase – Grupo Manutenção Sul

A SIMECQ terminou o grupo na dianteira, ao suplantar a oposição do Sport Algés e Dafundo82-66 -, guiada pela produção exuberante de Carolina Duarte – 22 pontos, 5 ressaltos, 5 assistências, 8 roubos de bola -, traduzida em 27 pontos de valorização. Nas algesinas, nota mais para Inês Monteiro – 11 pontos, 11 ressaltos, 2 assistências.

 

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O Belenenses garantiu a manutenção na CN 1 Feminina, pelo segundo ano consecutivo, fruto do êxito caseiro contra o Sporting CP Sub2268-62 -, feito que teve como maior artífice Irene Cafumo – 11 pontos, 15 ressaltos, 1 roubo de bola; 18.5 valorização. Nas verde e brancas, morou a MVP da partida, Maria Oliveira – 17 pontos, 8 ressaltos, 2 assistências, 3 roubos de bola -, com 23 pontos de valorização.

 

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Uma exibição notável de Lyric Cole – 32 pontos, 8 ressaltos, 3 assistências, 2 roubos de bola -, que atingiu a fasquia de 36 pontos de valorização, colheita que a torna MVP da ronda, permitiu ao Boa Viagem Angra Açores prevalecer, no reduto do CRCQ Lombos Sub2266-70. Laura Silva – 22 pontos, 4 ressaltos, 6 assistências – despontou nas anfitriãs.

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Foto de capa: CDEFF HPM – Nelson Martins Photography


Seleção Nacional 3×3 Feminina: as convocadas de Francisco Costa para o verão

Foi esta terça-feira divulgada a convocatória da Seleção Nacional 3×3 de Seniores Femininos para o Estágio de Observação, Campo de Treino e jogos internacionais. Objetivo final: a qualificação para o FIBA 3×3 Europe Cup, prova que se realiza nos dias 13 e 14 de junho em Kosice na Eslováquia.

A concentração das selecionadas por Francisco Costa começa com um encontro em Braga, a partir de 18 de maio, com partida a 22 para Vlissigen, nos Países Baixos, para disputar a 3×3 PRO Cup Stop 1, sendo que de 24 a 29 de maio seguem para as instalações da L’Alqueria del Basket, em Valência, para realizar um campo de treino com jogos amigáveis em conjunto com a congénere espanhola.

Nome Clube
Ana Pinheiro University of Idaho (EUA)
Emília Ferreira Sporting CP
Eva Carregosa Recoletas Zamora (Espanha)
Gabriela Raimundo CP Esgueira
Inês Bettencourt Gonzaga Bulldogs (EUA)
Josephine Filipe Alter Enersun Al-Qázeres (Espanha)
Márcia da Costa GDESSA
Maria Marinho SC Coimbrões

O cronograma do verão inclui ainda, de 2 a 6 de junho e de 9 a 11 do mesmo mês, novo estágio em Braga. Após a qualificação para o Europeu, a Seleção Nacional 3×3 de Seniores Femininos mantém os trabalhos, estando previstas participações em etapas da Women’s Series.

A convocatória masculina também já foi divulgada:

Seleção Nacional 3×3 masculina inicia preparação para a Qualificação do Europe Cup 2026

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CN 2 Feminina: AAC, Portimonense, SC Coimbrões Sub22 e Carnide Clube celebram subida

No Campeonato Nacional da 2ª Divisão Feminina, as finais zonais ditam os confrontos AAC x SC Coimbrões Sub22 e Carnide Clube x Portimonense La Gioconda. Os quatro emblemas asseguraram a promoção ao Campeonato Nacional da 1ª Divisão Feminina.

3ª Fase – Meias-Finais Norte

O SC Coimbrões Sub22 voltou a ganhar ao Club 5Basket JBL M&PUB60-64 – e carimbou a passagem à final da zona norte e o direito a militar no Campeonato Nacional da 1ª Divisão Feminina, na próxima temporada. Isabel Azevedo – 16 pontos, 7 ressaltos, 3 assistências, 1 roubo de bola; 20 valorização – e Inês Santos – 8 pontos, 5 ressaltos, 5 assistências, 3 roubos de bola – deram nas vistas nas gaienses. Pelas locais, despontaram Joana Lopes – 25 pontos, 10 ressaltos, 2 roubos de bola, 4 desarmes de lançamento -, que reclamou o estatuto de MVP com 33 pontos de valorização, e Beatriz Rodrigo – 6 pontos, 10 ressaltos, 2 assistências, 7 roubos de bola.

 

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A AAC operou a reviravolta com o Club Sport Marítimo/CAB, ao impor-se por 84-62, resultado ancorado nas atuações de Abby Miller – 17 pontos, 15 ressaltos, 6 assistências, 2 roubos de bola, 1 desarme de lançamento -, que alcançou a notável cifra de 35 pontos de valorização, e Beatriz Guimarães – 9 pontos, 4 ressaltos, 4 assistências, 1 roubo de bola. Pelas madeirenses, lutaram por um desfecho diferente Clara Sousa – 14 pontos, 3 ressaltos, 1 roubo de bola; 15 valorização – e Isabela Serrão – 12 pontos, 7 ressaltos, 1 roubo de bola; 15 valorização.

 

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3ª Fase – Meias-Finais Sul

Em duelo com muito para narrar, o Ginásio EXZELLENZ igualou a eliminatória ao fechar o tempo regulamentar com a mesma vantagem com que havia perdido no reduto do Carnide Clube – 63-58. O desenlace mais ínfimo no universo das probabilidades obrigou a prolongamento, onde não se conseguiu “desatar o nó” após mais cinco minutos de jogo. Só nos segundos cinco minutos adicionais, apurou-se vencedor: o Carnide Clube foi mais forte – 7-14 – e trouxe mesmo a vitória da partida – 74-76. Sara Silva – 24 pontos, 13 ressaltos, 5 roubos de bola, 1 desarme de lançamento; 32 valorização -, MVP a larga distância da concorrência, e Margarida Marques – 17 pontos, 7 ressaltos, 1 roubo de bola – deram o mote para o júbilo visitante.

 

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O Portimonense La Gioconda conseguiu uma façanha digna de registo. A turma de Portimão recuperou de uma desvantagem de doze pontos e superou o SL Benfica Sub22 – 65-50.

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Foto de capa: Portimonense SC


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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