Artigos da Federaçãooo
CN 2 Feminina: BC Limiense, Club 5Basket e Galitos Sub22 não tremem
No Campeonato Nacional da 2ª Divisão Feminina, cumpriu-se a ronda oito nas séries a norte e apenas um jogo a sul. A competição retoma hoje, 4 de dezembro.
1ª Fase – Norte A
O BC Limiense conserva a invencibilidade, depois de bater a ATC – 42-61.
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Segue-se a Juvemaia, autoritária no terreno do Futebol Clube de Vizela – 40-81. Encerra o pódio o Vitória Sport Clube, melhor do que o SC Maria da Fonte – 57-44 -, apesar dos esforços forasteiros de Matilde Fernandes – 11 pontos e 14 ressaltos.
1ª Fase – Norte B
O Club 5Basket JBL M&PUB venceu, categoricamente, o GDB Leça Pousadinha Parade – 25-94 – e lidera a solo, só com vitórias.
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No seu encalço, está o CTM V. Pouca de Aguiar, melhor do que o CBP – 40-57.
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Jogaram ainda:
AC Astromil 39-60 NCR Valongoo Valetel
AAUTAD 32-38 CPN Sub22
1ª Fase – Norte C
O GRIB | 48 e pico comanda, à condição, fruto do triunfo, contundente, no reduto do CDEFF Sub22 – 46-80 -, duelo em que veio à tona a capacidade de Ana Ferreira – 23 pontos, 6 ressaltos, 4 assistências.
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Em jogo já correspondente à ronda nove, o GRIB | 48 e pico voltou a vencer, desta feita, o Club Sport Marítimo/CAB – 54-58 -, uma vez mais com Ana Ferreira como figura de proa – 21 pontos, 12 ressaltos.
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Outros resultados:
SC Vasco da Gama 91-49 UAA Aroso
SC Coimbrões Sub22 70-75 GD Bolacesto
SC Coimbrões Sub22 66-63 Club Sport Marítimo/CAB
1ª Fase – Norte D
O Galitos Sub22 QViagem soma e segue. Em casa, suplantaram o Atómicos Eletrosantos-T21 – 59-29. A Ovarense Internutri, segunda classificada, superou a Enesse Sanjoanense – 48-66.
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Fecha o pódio a AAC, que levou de vencida o GiCA – 37-94.
Mais resultados:
SC Beira-Mar 30-62 CD Tondela
Enesse Sanjoanense 66-56 GiCA – jogo em atraso da jornada 5
1ª Fase – Sul A
No único encontro disputado da ronda, o BC IPLeiria caiu, por margem tangencial, no compromisso com o Santarém BC – 51-52.
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Os próximos encontros das restantes zonas, a sul, disputam-se já a partir de hoje e prolongam-se até 7 de dezembro.
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Foto de capa: DR – Club 5Basket
Benfica vence primeiro dérbi da Liga Betclic Feminina
O Benfica levou a melhor no clássico frente ao Sporting, ao vencer por 74-67 num encontro emocionante, relativo à 6.ª jornada do campeonato, que se encontrava em atraso.
A equipa encarnada entrou mais forte no jogo, terminando o primeiro período em vantagem por 29-27. Os primeiros dez minutos foram marcados por uma grande eficácia de lançamento por ambas as equipas que mostraram desde cedo o quão intenso ia ser este dérbi. No segundo quarto, a defesa das águias ganhou maior consistência e conseguiram ampliar a diferença, ao vencer o parcial por 13-9, chegando ao intervalo com uma margem mais confortável.
Após o descanso, o Sporting respondeu e tentou-se relançar na partida, aproximando-se no terceiro período (16-17), mas o Benfica manteve sempre o controlo do marcador. No derradeiro quarto, ambas as formações registaram exatamente o mesmo número de pontos (15-15), num final intenso e emotivo, ainda assim insuficiente para a recuperação leonina.
Letícia Soares foi a melhor jogadora da equipa da casa e conquistou 31 pontos de valorização, graças a 24 pontos, seis ressaltos e quatro assistências. No lado do Sporting, Dayna Rouse destacou-se com 19 pontos, três ressaltos e duas assistências.
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CN 1 Feminina: CDEFF HPM e CPN lideram após jornada oito
No Campeonato Nacional da 1ª Divisão Feminina, o CPN comanda a norte, em igualdade de circunstâncias com o SC Braga, de volta às vitórias, ao passo que, na zona sul, mora o único invicto do escalão e líder CDEFF HPM. Em Ermesinde, o CPN “suou” para bater o CLIP TEAMS, terceiro classificado, por 69-64, desfecho que voltou a ter como protagonista Marta Rodrigues – 30 pontos, 6 ressaltos e 6 assistências -, uma das figuras da equipa de Marco Rodrigues esta temporada.
O SC Braga retomou o caminho das vitórias, com categoria, na receção ao CD Póvoa – 88-51 -, tirando partido de uma exibição de luxo de Hannah Pratt – 28 pontos, 12 ressaltos, 4 assistências -, MVP da ronda pela quarta vez.
O Olivais FC ditou leis, fora de portas, ante o Académico FC – 54-65 -, apesar dos bons números de Marion Mazer – 8 pontos e 13 ressaltos -, nas portuenses.
Halle Idowu – 21 pontos, 6 ressaltos e 8 assistências – guiou o Maia Basket Clube à terceira vitória na competição, ante o Gafanha Reis & Ana – 78-60.
Rumando a sul, o duplo-duplo de Summer Pahl – 10 pontos e 12 ressaltos – impulsionou o CDEFF HPM para um vitória difícil, no reduto do Clube Basket de Queluz – 58-66.
Rafaela Henriques – 18 pontos, 12 ressaltos e 5 assistências – foi a mais produtiva, no triunfo da segunda classificada ACD Ferragudo sobre o Sport Algés e Dafundo – 53-67. Encerra o pódio o GDRAR REMAX Évora, soberano no compromisso caseiro com a SIMECQ – 87-73 -, que teve em Carolina Duarte – 23 pontos, 9 ressaltos, 3 assistências – o elemento mais inconformado.
O CRCQ Lombos Sub22 recebeu e venceu o Sporting CP Sub22 – 75-65 -, resultado com a marca de Sara Albuquerque – 22 pontos, 4 ressaltos. O Boa Viagem Angra Açores foi mais forte, em casa, diante do Belenenses – 79-72 -, com contributo determinante de Erin Jones – 19 pontos, 11 ressaltos, 8 assistências -, que esteve perto do triplo-duplo.
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Foto de capa: DR – CPN
CRC Quinta dos Lombos segue invicta na Liga Betclic Feminina
Sanjoanense HELIOTEXTIL 72-79 CRC Quinta dos Lombos
A oitava jornada da Liga Betclic Feminina iniciou-se com uma partida brilhante, que colocou frente a frente a Sanjoanense e a invencível Quinta dos Lombos.
A equipa da Quinta dos Lombos entrou forte no encontro, mas a Sanjoanense respondeu com a atitude necessária para fazer frente à formação que soma oito vitórias no campeonato. Os primeiros dez minutos terminaram com uma ligeira vantagem para as visitantes, por 19-21.
A consistência manteve-se no segundo período e, antes do intervalo, a Quinta dos Lombos voltou a superiorizar-se, marcando 21 pontos contra 18 das anfitriãs, levando o marcador para 37-42 ao descanso. As duas equipas demonstraram elevado nível competitivo, com jogadas individuais de grande qualidade.
Os últimos 20 minutos mantiveram a intensidade. O terceiro quarto foi novamente ganho pela Quinta dos Lombos, por 15-21. Nos derradeiros dez minutos, a Sanjoanense ainda conseguiu reagir, vencendo o parcial por 20-16, mas tal não foi suficiente para inverter o resultado final.
Sara Caetano foi eleita a MVP da partida, com um impressionante duplo-duplo de 21 pontos e 14 ressaltos, aos quais somou ainda três assistências, alcançando 38.5 de valorização. Pelo lado da Sanjoanense, destacou-se Schekinah Bimpa, também com um duplo-duplo, ao registar 24 pontos, 14 ressaltos e uma assistência, totalizando 31.5 de valorização.
Galitos FFONSECA 51-67 Sporting CP
O Galitos recebeu o Sporting para o segundo jogo desta ronda da Liga, num duelo equilibrado e que acabou favorável às Leoas, por 51-67.
Na primeira parte, ambas as equipas destacaram-se mais defensivamente do que ofensivamente, mas o Sporting conseguiu vencer os dois períodos por 12-13 e 9-13.
No terceiro quarto, o ritmo de jogo aumentou e as equipas marcaram mais pontos, chegando a estar várias vezes separadas por apenas dois pontos.
No entanto, o último quarto foi também dominado pela equipa orientada por João Vieira, que venceu por 9-19, fechando o marcador a favor do Sporting. Este período destacou-se pela eficácia ofensiva da equipa leonina, com especial relevo para Márcia Carvalho, que, dos 15 pontos realizados ao longo da partida, marcou 8 apenas neste quarto.
Na equipa visitante, Emília Ferreira sobressaiu com 10 pontos, 11 ressaltos e quatro assistências, totalizando 29 pontos de valorização. Também merece destaque a atuação de Emma Huff, que, ao longo dos 32 minutos jogados, foi peça-chave no ataque, registando 15 pontos e 11 ressaltos.
Pelo Galitos, Kristina Innemee destacou-se com 15 pontos, nove ressaltos e duas assistências, resultando em 17,5 pontos de valorização.
SL Benfica 66-65 GDESSA BARREIRO
O Benfica recebeu esta tarde o GDESSA e venceu pela margem mínima, garantindo um triunfo muito disputado.
A equipa do Barreiro entrou forte na partida, com grande pressão ofensiva, mas o Benfica foi reagindo ao longo do primeiro período, mostrando boa eficácia de lançamento. No final dos primeiros dez minutos, o marcador assinalava 23-14 a favor da equipa da casa.
O segundo quarto manteve a intensidade, mas desta vez o GDESSA foi mais eficaz, vencendo o parcial por 11-18. Maria João Bettencourt destacou-se na primeira parte, somando 13 pontos.
O equilíbrio manteve-se no terceiro período, novamente com vantagem para o GDESSA, que venceu por 13-16, encurtando distâncias e deixando o desfecho do encontro totalmente em aberto.
O último quarto foi também bastante equilibrado, sem que nenhuma das equipas conseguisse decidir o jogo até aos instantes finais. O Benfica venceu o parcial por 19-17 e assegurou a vitória pela margem mínima: 66-65.
Maria Bettencourt confirmou a excelente exibição e foi eleita MVP da partida, com 24 pontos, nove ressaltos e quatro assistências, totalizando 30 pontos de valorização. Do lado do GDESSA, Mya Burns (19 pontos, quatro ressaltos e uma assistência) e Márcia Costa (19 pontos, seis ressaltos e quatro assistências) foram as principais figuras, ambas com 17 pontos de valorização.
SC Coimbrões 85-79 CAB Madeira
Não podia ter corrido melhor para a equipa do Coimbrões, que, a jogar em casa, conquistou a sua primeira vitória na Liga Betclic Feminina ao vencer o CAB Madeira por 85-79.
A formação madeirense entrou mais forte na partida e dominou o primeiro período, fechando com uma vantagem de 10 pontos (20-30). A resposta do Coimbrões surgiu rapidamente: a equipa da casa ajustou-se defensivamente, melhorou a sua eficácia ofensiva e virou o marcador, chegando ao intervalo em vantagem por 47-45.
Após o regresso dos balneários, o equilíbrio manteve-se, mas o Coimbrões conseguiu voltar a levar a melhor no terceiro quarto (18-15), aumentando ligeiramente a diferença no marcador.
No último período, apesar do ritmo elevado e da tentativa de reação do CAB Madeira, a equipa anfitriã manteve o controlo do encontro e voltou a vencer por margem mínima (20-19), garantindo o triunfo final por 85-79, com seis pontos de vantagem.
Em destaque no Coimbrões esteve Zarria Carter, que alcançou um duplo-duplo com 17 pontos e 10 ressaltos, somando 25,5 de valorização. Pelo CAB Madeira, Hulda Joaquim também registou um duplo-duplo, com 16 pontos e 10 ressaltos, contabilizando 22,5 de valorização.
Basquete Barcelos HMMOTOR 86-92 Imortal LUSIADAGAS
O penúltimo jogo da tarde colocou Barcelos e Imortal frente a frente, num duelo intenso que terminou com a vitória do Imortal por 86-92.
A primeira parte ficou marcada por dois períodos muito equilibrados. No primeiro quarto, o Barcelos entrou melhor e venceu por 27-12, mas a resposta do Imortal foi imediata, levando o segundo período por 15-27. O resultado ao intervalo espelhava esse equilíbrio, com o Barcelos a sair para os balneários na frente por uma curta margem de 42-39.
Na segunda parte, a equipa de Albufeira entrou determinada em dar a volta ao marcador e voltou a impor-se no terceiro quarto (20-28), conquistando a liderança do encontro. À entrada para os últimos dez minutos, o Imortal vencia por cinco pontos, vantagem que conseguiu gerir até final.
No último período, apesar da reação do Barcelos, o Imortal voltou a vencer pela margem mínima (24-25), selando o triunfo por 86-92.
A partida ficou ainda marcada por grandes exibições individuais de ambos os lados. Pelo Imortal, destacou-se Micaela Kelly, com 31 pontos, 5 ressaltos e 7 assistências, totalizando 35 pontos de valorização. No Barcelos, Rebecca Taylor esteve em plano de evidência, somando 27 pontos, 15 ressaltos e 8 assistências, alcançando impressionantes 42,5 de valorização.
Sportiva AZORISHOTELS 81-62 Esgueira Aveiro ECOVALOR
O confronto entre Sportiva e Esgueira terminou com o triunfo da formação da casa por 81-62, num encontro em que a equipa açoriana foi crescendo ao longo da partida e construiu uma vitória segura.
O primeiro período foi equilibrado, com o Esgueira a entrar mais eficaz e a fechar os dez minutos iniciais em vantagem por 16-19. No segundo quarto, a Sportiva respondeu de forma contundente, aumentando a intensidade defensiva e melhorando significativamente no ataque, vencendo o parcial por 27-12 e passando para a frente do marcador. Ao intervalo, a equipa da casa já liderava por 43-31.
Depois do regresso dos balneários, a Sportiva manteve o controlo do encontro e voltou a vencer o terceiro período por 23-16, ampliando a diferença para números confortáveis. À entrada para os últimos dez minutos, o resultado marcava 66-47.
No último quarto, apesar do esforço do Esgueira para reduzir a desvantagem, o parcial voltou a ser equilibrado (15-15), com a Sportiva a gerir bem a vantagem conquistada anteriormente e a confirmar o triunfo final por 81-62.
A MVP da partida foi Genesis Rivera com uns impressionantes 50 pontos de valorização (21 pontos, 25 ressaltos e 5 assistências). Na equipa do Esgueira, Gabriela Raimundo fez 19 pontos, 6 ressaltos e 5 assistências que culminaram em 21 pontos de valorização.
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Barcelos e Imortal fazem a antevisão à oitava jornada do campeonato
A Liga Betclic Feminina volta a entrar em ação este fim-de-semana e a equipa do Basquete Barcelos HMMOTOR vai receber o Imortal LUSIADAGÁS no domingo às 15h30.
Em antevisão à partida, Mariana Teixeira, jogadora da equipa do Barcelos, afirma que a equipa do Imortal é uma equipa complicada e que não vai ser uma tarefa fácil – “Antevemos um jogo exigente diante de um Imortal muito completo e competitivo. Jogar em casa dá-nos energia extra e a equipa tem trabalhado com foco e intensidade para responder ao desafio. Sabemos que teremos de estar no nosso melhor, mas estamos unidas e preparadas para deixar tudo em campo e lutar até ao fim”.
Catarina Neves, capitã do Imortal, sabe a dificuldade do adversário e de jogar fora de casa “Esperamos um jogo bastante difícil, tanto pela equipa de qualidade que defrontamos como pela deslocação, mas continuamos confiantes no trabalho que temos feito e que nos tem permitido viver este bom momento. Temos as nossas ideias de jogo a ficar cada vez mais claras e uma identidade que se tem vindo a construir e consolidar a cada jogo e este fim-de-semana é mais uma oportunidade para continuar a crescer, saindo de Barcelos com uma vitória”.
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Ana Pinheiro: “Quero ser a melhor jogadora da conferência Big Sky”
No segundo ano na NCAA, Ana Pinheiro vive em Idaho um excelente arranque de época: seis jogos, cinco vitórias, entrada direta no cinco inicial e um papel muito mais influente nos dois lados do campo. A jogadora formada no SC Braga e no CPN assume hoje outra dimensão nas Vandals, mantém a identidade defensiva que a trouxe até aqui e acrescenta pontos, assistências e protagonismo nos momentos decisivos.
Em entrevista exclusiva à Federação Portuguesa de Basquetebol, Ana fala da adaptação à realidade universitária norte-americana, do choque físico e cultural, da importância dos anos em Braga, no CPN e nas seleções jovens, e das metas que já traçou: liderar Idaho ao título da Big Sky, chegar à Seleção A e, no futuro, construir uma carreira profissional ao mais alto nível na Europa, com a Euroliga no horizonte.
Seis jogos, cinco vitórias e uma derrota neste arranque de época para Idaho, com entrada direta no cinco inicial e um início muito forte. O que é que mudou do ano passado para este para começares assim tão bem? Já não sou freshman, e aqui nos Estados Unidos isso tem um impacto muito grande. No ano passado eu e os treinadores já tínhamos falado que o meu papel ia ser diferente este ano, mais impactante, e isso deu-me logo uma confiança extra. Já joguei com muitas das colegas, elas também confiam mais em mim, eu conheço-as melhor e sinto-me muito mais confortável e presente em campo.
Disseste que os treinadores te avisaram que ias ter um papel maior. O que é que eles te pediram concretamente para esta época? A parte defensiva sempre foi um ponto forte meu. No ano passado, muitas vezes, entrava em campo quase só para defender. Este ano, eles disseram-me que eu ia continuar a ter um papel muito importante defensivamente, porque confiam muito em mim nesse lado, mas que ofensivamente ia ter mais impacto, mais oportunidades e mais influência. Era algo que eu já queria no ano passado, mas não tive tantas oportunidades, e eu compreendo. Agora estou muito mais feliz por tê-las e por poder mostrar um pouco mais daquilo que sou no ataque.
No ano passado ficaste conhecida pela defesa, este ano já levas um jogo com 16 pontos e outro com 17 pontos e 6 assistências. Sentes que estás finalmente a conseguir mostrar todo o teu arsenal ofensivo? Sim, acho que sim.
Do ponto de vista físico, aquilo que mais ouço das jogadoras que chegam à NCAA é que o choque é brutal. Foi fácil para ti adaptar-te a essa parte do jogo? Nada fácil. Lembro-me perfeitamente das primeiras semanas de ginásio e treinos: ficava com dores no corpo tão grandes que, no dia seguinte, quase não me conseguia mexer. As atletas aqui são todas muito físicas. Foi muito bom para mim, porque eu precisava de melhorar muito essa parte.
Tecnicamente, que diferenças ou que evoluções notas no teu jogo desde que saíste de Portugal até agora, depois deste ano e pouco nos Estados Unidos? Trabalhei muito o lançamento. Aqui faço mesmo muitas repetições com os treinadores. Uma das maiores áreas de trabalho individual foi o lançamento perto da área pintada, não bem em bandeja, mas aquele lançamento de meia distância depois de trabalhar com os pés: step through, voltar e lançar. Também tenho treinado muito a finalização com contacto, com dois pés. Nunca gostei muito de finalizar com contacto e aqui insistem muito nisso. Com tanto protagonismo ofensivo neste início de temporada, também tens de estar preparada para levar muita pancada… Mais ou menos (risos).
Idaho é muito diferente de Braga. O que é que te custou mais nesta adaptação fora de campo e que grandes diferenças notas no dia a dia? Ainda me está a custar, não vou mentir. Em Braga, e em Portugal no geral, sinto que as pessoas são muito mais comunicativas. Aqui são um bocado mais distantes, têm um estilo de vida diferente, mais relaxado. A cidade onde estou é muito pequena, basicamente é só a universidade. Não se passa grande coisa. A minha rotina é muito “treino–casa–escola–treino”. Em Braga, ou quando estava no Porto, podia ir ao centro da cidade, sair com as minhas amigas. Aqui vou ao centro e muitas vezes não está lá ninguém. Isso ainda me custa um pouco.
Ao mesmo tempo, esse contexto obriga-te quase a viver focada no basquete… mas também é preciso desligar. Há alguma cidade relativamente perto onde consigas “arejar” um bocadinho quando tens folgas? A cidade maior que temos relativamente perto é Spokane, onde joga a Inês Bettencourt, mas fica a uma hora e meia de carro. Mas nós não costumamos ir muito para lá, sobretudo em época.
Estás a tirar Sports Management. Como tem sido conciliar a exigência académica com o nível competitivo da NCAA? Para já tem sido relativamente fácil, o que até me surpreendeu. Eu nunca fui uma estudante de excelência em Portugal, era mais mediana. Aqui, pelo menos no meu curso, sinto que é um pouco mais fácil conciliar. Também ajuda o facto de só ter aulas três dias por semana.
Esse tempo extra fora dos treinos também te tem obrigado a crescer noutras áreas. Um amigo treinador que te conhece bem pediu-me para te perguntar pela tua receita de arroz de tomate… A vida fora do campo obrigou-te a evoluir na cozinha? É verdade (risos). Os meus dotes culinários evoluíram imenso. Agora vivo fora do campus, já não estou no dormitório nem vou simplesmente à cantina comer. Vivo com colegas e tenho de cozinhar. O meu arroz de tomate está muito melhor, já mandei vídeos para provar.
Já experimentaste fazer uma batalha de arrozes com o teu treinador, que é brasileiro? Ele faz arroz de feijão e tu fazes arroz de tomate. Não, ainda não. Ainda não tentámos. Mas eu vivo com as minhas colegas brasileiras e elas já fizeram. Já trocámos aí umas ideias de culinária portuguesa com culinária brasileira.
Tens colegas brasileiras e um treinador brasileiro. Isso ajuda-te em alguma coisa, nem que seja por poderes falar português? Ajuda imenso. O problema é que às vezes chego a Portugal a falar um pouco de português do Brasil e a minha mãe chama-me logo à atenção (risos). Mas dá-me muito conforto poder falar português com elas. Em inglês ainda não consigo sempre expressar tudo aquilo que quero. Às vezes, em jogo, falamos em português. O treinador não gosta muito, insiste para falarmos em inglês, porque quanto mais falarmos inglês, melhor fica o nosso inglês, e é importante que toda a gente perceba o que estamos a dizer. Mas ter esse “cantinho” em português ajuda muito.
Do ponto de vista tático, já falaste do papel defensivo, mas agora és titular, tens mais responsabilidades. O que é que a equipa técnica te pede em concreto: que sejas mais playmaker, que finalizes mais, que abras o campo? O pedido principal é que eu seja sempre agressiva. Dizem muitas vezes: “não ataques para passar, ataca para finalizar e depois decides”. Na minha equipa não tenho um papel muito forte de distribuição. O meu papel é mais em últimas bolas, lançamentos exteriores, correr muito em transição ofensiva.
E gostas de ter essas últimas bolas? Estás confortável em assumir lançamentos decisivos? Gosto, sim. Há sempre um bocadinho de pressão, mas sim.
Voltando atrás: vens do SC Braga, passaste pelo CPN, foste campeã nacional sub-18 e MVP da fase final. Que impacto é que esses anos tiveram na jogadora que és hoje? Foram anos muito importantes. Conheci pessoas espetaculares, fiz amizades espetaculares. O Agostinho (Pinto) ajudou-me imenso a crescer, psicologicamente e ofensivamente. Teve um impacto enorme em mim. Nessa altura também comecei a trabalhar com o Miguel Dias, na parte mental, e ele continua a ajudar-me até hoje. Esses anos foram mesmo importantes para mim. E ganhar esses campeonatos… não há sentimento melhor.
Estreaste-te na Liga Feminina ainda muito nova, contra atletas muito experientes. Achas que isso ajudou na transição para a NCAA? Sem dúvida. Já jogava contra corpos muito físicos, porque a liga portuguesa tem jogadoras muito fortes. Isso ajudou-me a preparar-me. Quando cheguei aqui não foi um choque tão grande como poderia ter sido. De certa forma, facilitou muito a adaptação.
Fizeste quatro verões seguidos com as seleções jovens, entre Europeus e Challengers. O que é que levas desses anos de seleção para a experiência que estás agora a viver aí, sozinha, num país enorme? Na minha opinião, os Europeus são das melhores partes da carreira de um atleta jovem. Chegamos ao verão e tudo o que queremos é ir jogar um Europeu, representar a seleção. Não há nada melhor do que jogar pelo nosso país, cantar o hino. Joga-se com um propósito ainda maior, e isso ajuda-te a evoluir imenso. Estás a fazer o que adoras, mas estás a fazê-lo por Portugal, dá-te uma energia extra. Cresces com praticamente as mesmas colegas, jogas contra atletas de nível muito alto… é uma experiência única.
Muitas das jogadoras com quem cresceste nas seleções ou enfrentaste nos clubes também estão hoje na NCAA. Acompanham-se muito umas às outras? Servem de apoio mútuo, principalmente nos momentos mais difíceis, lembrando que no verão há seleção? Sim, sem dúvida. Com quem tenho mais contacto é a Fatumata (Djaló). Falamos muito, dizemos uma à outra “tenho saudades, quando é que nos vamos ver outra vez?”. É muito bom sentirmos esse apoio.
A Fatumata tem este ano a companhia da Madalena Amaro na equipa. Era algo que gostavas de ter em Idaho, outra portuguesa contigo? Adorava. O meu treinador já me perguntou se havia alguma portuguesa a quem ele devesse estar atento e eu disse-lhe logo que sim, que há muitas. Gostava muito mesmo.
Fizeste todo o percurso nas seleções jovens até às sub-20. Representar a Seleção A é um objetivo assumido? Sim, é um objetivo muito grande. Desde os 16 anos que vejo a Seleção jogar e que penso que um dia gostava de estar ali.
Onde sentes que ainda tens de evoluir para chegar lá? Em muitos aspetos. Mas acredito que, com o tempo, vou chegar lá.
Tens uma família muito ligada ao basquete, com irmãos também no jogo. Com os horários malucos aí, como é que isso funciona? Recebes muitas mensagens logo a seguir aos jogos? Recebo sempre mensagens, sobretudo da minha mãe. Normalmente é “orgulho em ti” e coisas desse género. Ela está sempre acordada. Se o jogo é às três da manhã em Portugal, ela vê na mesma. Agora vou ter um jogo à sexta-feira às 19h30 aqui, que são 3h30 aí, e ela já me disse que vai ver porque no dia a seguir é sábado e pode dormir. É muito especial para mim.
Como é que surgiu a oportunidade de ires para Idaho? Como é que apareceu a proposta da universidade? Eu trabalho com um agente. Comecei a trabalhar com ele no meu último ano no CPN. Ainda não sabia bem o que queria fazer, mas sentia que já era altura de sair do CPN, e já tinha falado disso com o Agostinho. Um dia o meu agente mandou-me três escolas para ver e a de Idaho foi a que eu mais gostei. Disse-lhe isso e ele respondeu logo: “então vamos marcar uma reunião com o treinador”. Por coincidência, o Agostinho conhecia um amigo do meu treinador, falou com ele para saber mais sobre a universidade e sobre o treinador. Depois tive uma chamada com o treinador, ele mostrou-me a escola, falou-me do programa, porque eu não tive oportunidade de fazer visita presencial. Quando desliguei a chamada, disse logo à minha mãe: “eu quero ir para lá”. Nem pensei muito na distância ou nas saudades. A minha família apoiou-me, disseram que era uma boa oportunidade, que ia estudar e jogar ao mesmo tempo, e eu aceitei.
A tua família já teve oportunidade de te visitar em Idaho? Já. Os meus pais vieram em janeiro e já marcaram voos para virem novamente esta época. Gostaram muito da universidade e das pessoas, mas não gostaram nada do frio (risos). Em janeiro é provavelmente a altura mais fria do ano, com imensa neve. Eles estavam um bocado stressados por terem de conduzir na neve e tirar a neve do carro de manhã, mas no geral gostaram da universidade e das pessoas.
Tens esta época e mais duas de elegibilidade. Colocas objetivos concretos para os próximos anos, tanto a nível individual como coletivo? Sim. Numa reunião com os meus treinadores falámos de um objetivo individual muito ambicioso: talvez para o ano ou no meu ano de sénior conseguir ser a melhor jogadora da Big Sky, a jogadora do ano da conferência. Gosto de ter objetivos desafiantes. Este ano, o objetivo principal é coletivo: ser campeã da Big Sky com a minha equipa. A longo prazo, gostava de ser reconhecida na conferência, como Defensive Player of the Year ou mesmo como melhor jogadora da conferência. Gostava muito de atingir esse nível.
E depois da universidade, já pensas na carreira profissional? Um dos meus maiores sonhos é jogar profissional. Gostava muito de jogar na Euroliga. Inicialmente gostava de jogar na Europa, em ligas como a espanhola, por exemplo. Em mais nova dizia muitas vezes que queria tentar a WNBA, e claro que continua a ser um sonho, mas hoje vejo a Euroliga como algo um pouco mais realista. E, sendo sincera, eu não me vejo a viver na América durante muito tempo. Estou a gostar de estar aqui, mas identifico-me mais com a Europa.
Falaste da Big Sky, do título da conferência e da March Madness. Quais são exatamente os objetivos da equipa para esta época? O nosso grande objetivo é ir à March Madness. Na nossa conferência só a equipa que ganha o torneio da conferência é que tem oportunidade de ir. Desde o início do ano que o treinador nos mostrou o plano de objetivos e o principal é ganhar o torneio da Big Sky para podermos estar nessa fase final.
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Terminada a caminha das equipas portuguesas na Eurocup Women
NKA Universitas Pecs 97-59 Sportiva AZORISHOTELS
A Sportiva AZORIS HOTELS viajou até à Hungria para realizar o último jogo nas competições europeias, frente ao NKA Universitas Pecs e perdeu por 97-59.
A partida revelou-se extremamente complicada para a formação açoriana. Na primeira parte, a equipa húngara dominou por completo, vencendo os dois primeiros quartos por 17-3 e 32-20, o que lhes permitiu chegar ao intervalo confortavelmente na frente com 49-23.
Após o tempo de descanso, a equipa portuguesa entrou com outra atitude, aumentando o ritmo e mostrando maior agressividade ofensiva. Esse esforço refletiu-se na vitória no terceiro quarto, por 21-22, demonstrando a capacidade de resposta da Sportiva perante um adversário muito experiente. No entanto, no último período, a equipa da casa voltou a impor a sua intensidade e não permitiu que a Sportiva continuasse a recuperar, fechando o jogo com um parcial de 27-14.
O destaque do encontro foi Ana Clara Paz, que assinou uma exibição muito sólida: 16 pontos, oito ressaltos e duas assistências, alcançando um total de 20 pontos de valorização.
Com este resultado, termina a participação da equipa portuguesa na EuroCup Women, desta vez sem vitórias na fase de grupos. Ainda assim, a Sportiva regressa aos Açores com sinais evidentes de evolução, experiência acrescida e uma forte determinação em voltar mais competitiva no próximo ano.
SBS Ostrava 85-52 SL Benfica
O SL Benfica viajou até à Chéquia para defrontar o SBS Ostrava, em partida referente à última jornada da EuroCup Women. O encontro terminou com triunfo da equipa da casa por 85-52.
A partida foi praticamente sempre controlada pelo Ostrava, que desde cedo dificultou a vida às “águias”. Apesar disso, o primeiro parcial, de 18-13, deu alguma confiança ao Benfica para acreditar que poderia discutir o resultado. Contudo, no segundo quarto, a formação checa mostrou clara superioridade e venceu por 23-8, afastando significativamente as portuguesas do marcador.
Na segunda parte, ambas as equipas entraram com boa intensidade, proporcionando um terceiro período equilibrado, marcado por boas ações defensivas e também ofensivas, que terminou 15-15. Ainda assim, o Ostrava voltou a impor a sua maior experiência e qualidade nos últimos dez minutos, vencendo o quarto período por 29-16 e fechando o encontro de forma confortável.
A melhor atleta do Benfica foi Zuzanna Puc, que somou oito pontos, sete ressaltos e duas assistências, perfazendo 10 pontos de valorização.
FOTOGRAFIA DE CAPA | FIBA EUROCUP WOMEN
CN 2 Feminina: BC Limiense, Club 5Basket, Guifões SC e Galitos Sub22 invictos a norte
No Campeonato Nacional da 2ª Divisão Feminina, a competição decorreu quase exclusivamente a norte. BC Limiense, Club 5Basket JBL M&PUB, Guifões SC e Galitos Sub22 QViagem estão na dianteira dos seus grupos, só com vitórias.
1ª Fase – Grupo Norte A
No jogo grande do grupo, o BC Limiense impôs-se ao Vitória Sport Clube – 49-57. Nádia Gonçalves esteve em evidência, ao registar um duplo-duplo – 25 pontos, 14 ressaltos. Segue-se a Juvemaia ACDC, com vitória cómoda sobre a ATC – 38-90. O Futebol Clube de Vizela bateu o GDAS Basket por 42-57.
1ª Fase – Norte B
O Club 5Basket JBL M&PUB registou a sétima vitória em outros tantos jogos, no terreno da AAUTAD – 46-69.
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No seu encalço, está o CTM V. Pouca de Aguiar, soberana na deslocação ao GDB Leça Pousadinha Parade – 58-79.
Jogaram ainda:
NCR Valongo Valetel 47-38 CPN Sub22
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AC Astromil 53-50 CBP
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1ª Fase – Norte C
O Guifões SC preserva a invencibilidade, depois de ultrapassar, fora de portas, o GRIB | 48 e pico – 54-62. No dérbi madeirense, os dígitos de Catarina Marques – 13 pontos, 6 ressaltos, 4 assistências – não bastaram para o CDEFF Sub22 travar o Club Sport Marítimo/CAB – 44-61.
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Outros resultados:
SC Coimbrões Sub22 55-56 SC Vasco da Gama
GD Bolacesto 77-55 UAA Aroso
1ª Fase – Norte D
O Galitos Sub22 QViagem conserva o registo sem mácula, após a receção ao GiCA – 66-46. À distância de duas vitórias, estão Ovarense Internutri, ACC e CD Tondela, melhores do que Atómicos Eletrosantos-T21 – 47-58 –, SC Beira-Mar – 27-93 -, e Enesse Sanjoanense – 58-63 -, respetivamente.
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1ª Fase – Sul A
Em jogo correspondente à ronda cinco, o Unidos/Farmácia Moderna suplantou o Chamusca Basket Clube – 50-67 – e é terceiro na série.
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Foto de capa: DR – BC Limiense
Está apresentado o cinco ideal da sétima jornada
A sétima jornada da Liga Betclic Feminina chegou ao fim e, por isso, é tempo de revelarmos as cinco jogadoras mais valiosas da ronda.
No topo surge a estreia de Nahomis Hardy como MVP. A atleta da Quinta dos Lombos destacou-se com um impressionante duplo-duplo, ao marcar 18 pontos e conquistar 14 ressaltos, alcançando uma valorização de 32 pontos, na partida frente ao SC Coimbrões Sancho Panza.
Taris Thorton (Esgueira Aveiro ECOVALOR), Rebecca Taylor (Basquete Barcelos HMMOTOR), Luana Serranho (Sporting CP) e Maria João Bettencourt (SL Benfica) juntam-se à atleta no cinco ideal.
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CN 1 Feminina: CDEFF HPM é a única equipa sem perder
No Campeonato Nacional da 1ª Divisão Feminina, o CDEFF HPM é o agora o único emblema invicto. O SC Braga, líder a norte – mas já não de forma isolada -, fruto da derrota no terreno do CPN – 77-64. A internacional Sub-20 Marta Rodrigues brilhou, ao somar 20 pontos, 8 ressaltos e 9 assistências, ajudando a equipa de Ermesinde a igualar as bracarenses na tabela.
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Com os mesmos pontos dos protagonistas do duelo mencionado anteriormente, o CLIP TEAMS bateu o Olivais FC – 69-73 -, com Valeria Fernandez, a MVP da ronda, em grande plano – 26 pontos, 7 ressaltos, 4 assistências e 5 roubos de bola; 36.5 de valorização.
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O CD José Régio recebeu e venceu o Maia Basket Clube – 77-62 -, apesar da réplica ímpar de Charity Gallegos – 21 pontos, 5 ressaltos, 8 assistências.
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O Gafanha Reis & Ana celebrou a segunda vitória da temporada, na receção ao Académico FC – 64-60 -, muito por culpa de Carolina Cabral – 12 pontos, 16 ressaltos.
A sul, em embate insular, Summer Pahl, com um duplo-duplo – 16 pontos, 10 ressaltos, 6 roubos de bola -, apontou o caminho para nova vitória do CDEFF HPM, sobre o Boa Viagem Angra Açores – 86-53.
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A MVP da ronda transata Sienna Durr voltou a mostrar categoria, ao rubricar um duplo-duplo – 16 pontos, 12 ressaltos e 4 assistências -, determinantes para o êxito da ACD Ferragudo contra o GDRAR REMAX Évora – 58-40.
O Clube Basket de Queluz encerra o quarteto da frente, fruto do triunfo sobre o CRCQ Lombos Sub22 – 60-65 -, duelo no qual se notabilizou Constança Almeida – 13 pontos, 5 ressaltos e 4 assistências. Exibições completas de Matilde Santos – 15 pontos, 9 ressaltos e 3 assistências – e Carolina Duarte – 13 pontos, 8 ressaltos e 6 assistências – contribuíram, de forma preponderante, para o sucesso caseiro da SIMECQ ante o Sporting CP Sub22 – 77-61. Inês Monteiro – 18 pontos e 13 ressaltos – deu o mote para a vitória do Sport Algés e Dafundo perante o Belenenses – 80-87.
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Foto de capa: DR – CDEFF HPM
EuroCup Women: Sportiva e SL Benfica procuram a primeira vitória na última ronda da fase de grupos
A fase de grupos da EuroCup Women aproxima-se do fim e esta quarta-feira marca o derradeiro compromisso europeu de Sportiva Azoris Hotels e SL Benfica na edição 2025/26. Ambas já sem possibilidade de avançar para os play-offs, mas determinadas em terminar a campanha com uma vitória, as duas equipas portuguesas entram em campo com ambição renovada e um objetivo comum: encerrar a participação europeia com uma exibição positiva.
Sportiva fecha o Grupo C frente ao líder invicto (17h00)
O Sportiva desloca-se à Hungria para defrontar o poderoso NKA Universitas Pécs, líder invicto do Grupo C e já qualificado para a próxima fase. A equipa açoriana, ainda à procura do primeiro triunfo na competição, enfrentará o adversário mais exigente do grupo — uma formação consistente, com forte identidade defensiva e que soma cinco vitórias em cinco jogos.
Apesar das dificuldades previsíveis, a formação orientada por Ricardo Botelho tem mostrado evolução ao longo da prova e pretende transportar essa melhoria para o último encontro. Jogadoras como Mariana Carvalho e Michaela Gaislerova, que têm sido referências ofensivas da equipa, tentarão impulsionar o Sportiva para uma despedida digna frente a um adversário de alto nível europeu.
Benfica visita Ostrava com o mesmo propósito (18h15)
Pouco depois, às 18h15, será a vez do SL Benfica entrar em ação na República Checa, frente ao SBS Ostrava, naquele que será o encerramento do Grupo K. As encarnadas também ainda não venceram nesta edição da EuroCup e procuram reagir a um ciclo exigente, marcado por duelos frente às duas equipas já apuradas: BAXI Ferrol e Zaglebie Sosnowiec.
O Benfica sabe que encontrar o equilíbrio defensivo e melhorar a eficácia ofensiva serão fatores determinantes para discutir o resultado em Ostrava. Jogadoras como Letícia Soares e Maria João Correia, que têm assumido maior protagonismo nos jogos europeus, serão novamente figuras centrais na tentativa de levar a equipa a um triunfo que permita fechar o grupo com sinais positivos.
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Seis duelos intensos na sétima jornada da Liga Betclic Feminina
Esgueira Aveiro ECOVALOR 63-73 SL Benfica
As duas equipas que chegaram à fase final na época passada defrontam-se pela primeira vez nesta temporada e, tal como no ano anterior, o confronto entre Esgueira e Benfica promete muito equilíbrio.
O Esgueira entrou muito forte, revelando maior eficácia no lançamento. Apesar de o Benfica conseguir responder, os primeiros dez minutos terminaram com uma vantagem para a equipa da casa: 21-15.
No segundo quarto, os papéis inverteram-se, com as águias a assumirem o controlo do jogo e a vencerem o parcial por 14-21, o que lhes permitiu levar a partida para o intervalo com uma diferença mínima: 45-46.
O conjunto orientado por Eugénio Rodrigues regressou do balneário com outra energia e, no terceiro período, impôs um ritmo superior, mostrando grande eficácia ofensiva para vencer o parcial por 18-27.
No derradeiro período, o Esgueira tentou reagir e lançar-se em busca do resultado, mas apesar do equilíbrio — refletido no parcial de 10-10 — não conseguiu reduzir a distância para o Benfica. Nos minutos finais, Zuzanna Puc assumiu um papel determinante na luta das tabelas, garantindo ressaltos decisivos que permitiram às águias manter o controlo do encontro.
Maria Bettencourt foi a MVP do SL Benfica com 10 pontos, seis ressaltos e três assistências, formando 20 pontos de valorização. No lado do Esgueira, foi a nova cara da equipa, Taris Thorton que mostrou a sua importância com 22 pontos, sete ressaltos e duas assistências.
Foi um jogo marcado por uma intensa batalha nos ressaltos, muita agressividade nas tabelas, boas percentagens de lançamento e um ritmo acelerado que proporcionou uma partida bastante competitiva.
Sporting CP 78-49 Sportiva AZORIS HOTELS
O Sporting arrancou o domingo no Pavilhão João Rocha com uma vitória dominante sobre a Sportiva por 78-49.
No primeiro período, o Sporting entrou forte e rapidamente liderou, fechando os 10 minutos com um parcial de 19-8. No segundo quarto, a equipa açoriana melhorou tanto na defesa quanto no ataque, reduzindo a diferença e terminando o período a apenas um ponto atrás, 16-15.
A partida manteve-se equilibrada no terceiro quarto, que terminou com o Sporting a vencer por uma posse de bola (18-16).
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Já no último quarto, a equipa orientada por João Pedro Vieira consolidou a vantagem. Num parcial mais eficaz no ataque, o Sporting conseguiu controlar o jogo e cimentar o resultado a seu favor, mantendo a vantagem construída durante toda a partida.
Luana Serranho foi eleita MVP do encontro, ao regressar 16 pontos, seis ressaltos e seis assistências, totalizando 26.5 de valorização. Pela Sportiva, a melhor em campo foi Monique Pereira, com 10 pontos, oito ressaltos e quatro assistências.
CRC Quinta dos Lombos 66-43 SC Coimbrões SANCHO PANZA
A entrada na partida não foi fácil para nenhuma das equipas e, ao fim de cinco minutos jogados, o marcador registava apenas dois pontos para cada lado. A equipa da casa começou então a acertar no cesto, mas, mesmo assim, o Coimbrões continuou a condicionar os seus ataques. O primeiro período terminou com vantagem significativa para a Quinta dos Lombos, por 16-4.
Ambas as equipas entraram melhor no segundo quarto e aumentaram a produção ofensiva, num período mais equilibrado e bem jogado por todas as atletas. Ainda assim, a equipa visitada voltou a superiorizar-se e venceu também este quarto por 20-12.
Na segunda parte, o resultado continuou a sorrir à Quinta dos Lombos ao longo dos 20 minutos restantes. Uma atitude mais aguerrida de ambas as equipas e uma maior luta interior permitiram um equilíbrio superior nos últimos períodos, que terminaram 14-12 e 16-15.
Nahomis Hardy foi a melhor jogadora da Quinta dos Lombos, ao assinar um duplo-duplo – 18 pontos e 16 ressaltos – somando 32 de valorização. No Coimbrões, Emilie Silva marcou 5 pontos, fez duas assistências e conquistou dois ressaltos nos vinte minutos em que esteve em campo.
Imortal LUSIADAGÁS 70-61 Galitos FFONSECA
O Imortal recebeu e venceu, em Albufeira, o Galitos, numa excelente partida que permitiu à equipa da casa alcançar a quinta vitória consecutiva e, consequentemente, afirmar-se no segundo lugar do campeonato.
O primeiro período foi determinante neste encontro, terminando com uma vantagem clara para o Imortal por 29-7. A partir daí, a tarefa tornou-se bem mais complicada para o Galitos, que se viu com uma desvantagem de 18 pontos ao fim dos primeiros dez minutos.
A verdade é que todos os restantes períodos foram equilibrados e mostraram como o jogo poderia ter tido outro rumo. Com parciais de 11-14 e 17-19, a partida chegou aos minutos finais com o Imortal a manter uma diferença de 17 pontos.
O Galitos ainda venceu o último quarto por 13-21, mas não foi suficiente para alcançar o Imortal, que segue firme com a quinta vitória consecutiva no campeonato.
A melhor jogadora da partida foi Suraya Rijal, que somou 10 pontos e 15 ressaltos, totalizando 22.5 de valorização. Do lado do Galitos, Luisa Nufer destacou-se com 16 pontos e seis ressaltos, sendo a melhor da sua equipa.
CAB Madeira 72-77 Basquete Barcelos HMMOTOR
Se houve um jogo equilibrado nesta jornada, foi certamente este. O primeiro quarto terminou empatado a 21 pontos, com ambas as equipas a mostrarem grande competência nos dois lados do campo. No segundo quarto, o CAB Madeira esteve em destaque: realizou um parcial muito positivo (21-8), assumiu a liderança e chegou ao intervalo com uma vantagem confortável.
No regresso dos balneários, o Barcelos voltou com a sua garra habitual. Dominante nos ressaltos e com uma forte atitude ofensiva, conseguiu vencer o terceiro período por 16-26, reduzindo a diferença para apenas três pontos à entrada do último quarto.
Logo no primeiro cesto dos derradeiros dez minutos, o marcador voltou a ficar empatado a 58 pontos, deixando o desfecho da partida totalmente em aberto. Nos momentos decisivos, o Barcelos mostrou-se mais eficaz nos lançamentos importantes e acabou por conquistar a vitória por 72-77.
A MVP do encontro foi Rebecca Taylor, com 26 pontos, oito ressaltos e seis assistências, totalizando 28 de valorização. Do lado do CAB Madeira, destacou-se Hulda Joaquim, que somou 17 de valorização graças aos seus 14 pontos e oito ressaltos.
GDESSA Barreiro 82-64 Sanjoanense HELIOTEXTIL
O último jogo da jornada colocou frente a frente o GDESSA e a Sanjoanense, onde a equipa da casa saiu vitoriosa por 82-64.
Os primeiros 20 minutos do encontro foram muito equilibrados, com ambas as equipas a mostrarem consistência e eficácia no ataque. Os parciais de 24-20 e 17-20 levaram o jogo para intervalo com a equipa do Barreiro a vencer por apenas um ponto.
No arranque da segunda parte, destacou-se a excelente eficácia de lançamento do GDESSA e a maior intensidade defensiva, o que permitiu ampliar a vantagem para 64-49. O último quarto voltou ao equilíbrio esperado e terminou 18-15, confirmando a vitória da formação orientada por André Martins.
A melhor jogadora da partida foi Abigail Rafferty, determinante na luta das tabelas, com 12 ressaltos, aos quais juntou 11 pontos e uma assistência. Do lado da Sanjoanense, a “suspeita do costume” voltou a brilhar: Schekinah Bimpa fechou o encontro com um duplo-duplo, somando 17 pontos e 11 ressaltos em 29 minutos.
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Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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