Artigos da Federaçãooo
C.B. Quarteira “Tubarões” estreia-se na I Divisão Feminina
É já no próximo dia 23 de Outubro, frente ao Colégio Calvão, que o C.B. Quarteira “Tubarões” treinado pelo treinador José Gomes, vai fazer a sua estreia na I Divisão Feminina com a sua equipa de Seniores. No dia 6 de Novembro realizará em Quarteira a estreia perante o seu público perante a equipa do CPN (A.B. Porto). Espera-se um pavilhão ao rubro para dar as boas-vindas às “tubaronas” que preparam desde o início do mês de Setembro esta nova etapa no seu historial.
Nas provas Nacionais de Seniores Masculinos, Ginásio C. Olhanense e Imortal D.C. iniciam a competição do C.N.B. 1 já no próximo fim-de-semana, com saídas aos campos do Atlético e da União Micaelense. No dia 23 de Outubro o Imortal D.C. vai estrear-se a jogar no recentemente inaugurado Pavilhão Desportivo de Albufeira, onde irá defrontar a equipa da A.C. Moscavide.
Arranca época no feminino
No Grupo A apenas estão incluídas duas equipas, face à desistência do União da Madeira em participar em todas as provas oficiais. Como tal, o único encontro deste agrupamento irá ser realizado na Madeira, com a equipa da casa, o CAB, a receber, às 16.30 horas, a visita da formação de Barcelos. O Grupo B integra dois “pesos pesados” e candidatos à vitória, os casos do Vagos, actual detentor do troféu, e do Olivais de Coimbra. A equipa do Académico FC, que esta temporada subiu à Liga, completa a série.O Grupo C é constituído pela equipa que mais investiu esta temporada e que se apresenta como candidata à vitória de todos os troféus, o Algés-Mcell, pelas açorianas do Boa Viagem-Angra Açores e CDTN-OAB, a segunda equipa a subir ao escalão maior do feminino, tendo inclusive conquistado o título de campeã nacional da 2ª divisão na época passada.As restantes três equipas, GDESSA, Quinta dos Lombos e União Micaelense, mais uma formação açoriana a disputar a principal competição, constituem o Grupo D da primeira fase de apuramento.A primeira jornada terá inicio, às 21 horas, de hoje, com realização dos jogos: CDTN-OAB x Mcell-Algés e Quinta dos Lombos x GDESSA Barreiro. A encerrar a jornada inaugural desta primeira fase, o Académico FC, às 21.30 horas, recebe a visita do Olivais de Coimbra.
Emoção no Mundial feminino
Yelena Leuchanka sublinhou o seu estatuto como uma das melhoras jogadoras na posição de poste baixo presentes em Ostrava, com 16 ressaltos capturados para a Bielorrússia na vitória por 61-49 sobre as canadenses. Cinco deles foram conseguidos na tabela ofensiva… Leuchanka tem de média de 10,7 ressaltos por jogo, o que faz dela a segunda melhor ressaltadora da competição. Facto que ainda se torna mais relevante se se considerar a sua chegada tardia, à Europa, após as finais da WNBA.”Muito obrigado pelo trabalho de Yelena”, disse o técnico Anatoli Bielorrússia Buyalski. “Ela só chegou a casa na segunda-feira e jogou com apenas dois treinos realizados. Estou convencido que nos próximos jogos estará ao seu melhor.”Leuchanka admite que o corpo não está a cem por cento. “Eu não me sinto tão bem como gostaria de me sentir. Houve outras jogadoras que vieram ao mesmo tempo, no entanto, somos todas atletas profissionais. Jogamos no mais alto nível. Estou apenas a tentar fazer o que posso. Para nós, bielorrussas, é a primeira vez que estamos no Campeonato do Mundo; estamos a fazer história. É tudo bom”.O treinador do Canadá, Allison McNeill, era um homem conformado no final do jogo: “Acho que fomos duros na defesa. Não estivemos bem no ressalto defensivo. Acho que a altura delas realmente incomodou-nos. Yelena foi implacável e trabalhou muito duro. Ofensivamente, conseguimos algumas boas situações de lançamento, mas não fomos capazes de convertê-los. A nossa margem de erro foi mínima.”A capitã canadiana Teresa Gabriel (11 pontos), apesar da derrota, mostrava-se orgulhosa daquilo que a equipa produziu durante o jogo. “Julgo que entrámos a jogar muito bem defensivamente, mas ofensivamente não estivemos bem a lançar ao cesto”, disse Gabriel. Defensivamente fizemos o que queríamos fazer. Orgulhamo-nos disso.”Austrália passou para os oitavos-de-final com um triunfo fácil sobre a China, por 91-68. Com Carrie Graf a dar a descanso a Lauren Jackson, ao utilizá-la menos de três minutos, a Austrália não teve dificuldades em conquistar a terceira vitória consecutiva no Grupo A.”Para nós, foi uma boa oportunidade para que nossas jovens jogadoras pudessem jogar”, disse Graf. “Foi um bom adversário para Belinda (Snell) e Penny (Taylor) obterem mais minutos. Ainda temos algum trabalho a fazer na defesa.”Snell tem tido problemas com uma lesão no gémeo, enquanto Taylor ainda está a tentar voltar à plena forma depois de se lesionar nas costas durante o jogo de preparação contra os Estados Unidos, uma semana antes do torneio.Hollie Grima é uma jogadora valiosa e “grande”, como os australianos gostam de dizer, e acabou por jogar 31 minutos, marcando 14 pontos e capturar oito ressaltos.A Austrália vai enfrentar na próxima ronda três equipas experientes, incluindo a França, campeã do último EuroBasket, e os Estados Unidos, que são a equipa número um do ranking mundial da FIBA.As chinesas lutaram pelas medalhas nos Jogos Olímpicos de 2008, mas vão ter que ficar de fora do Campeonato Mundial feminino, retirando uma boa experiência de aprendizagem.Já a Espanha manteve a sua invencibilidade, depois da vitória deste sábado sobre o Brasil, por 69-57. A vitória garantiu o primeiro lugar do Grupo C à equipa de Jose Ignacio Hernandez.No outro jogo, em Brno, a Coreia sobreviveu no prolongamento contra o Mali, 68-66, para terminar em segundo lugar do grupo. Apesar de sofrer a sua segunda derrota em três jogos, o Brasil conquistou a última vaga de apuramento.No confronto entre a campeã europeia França, e a primeira do ranking mundial da FIBA, levaram a melhor as americanas (81-60), terminando invicta a primeira fase da competição.Resultados da última jornada da fase preliminar:China 68-91 AustráliaArgentina 59-77 RússiaEstados Unidos 81-60 FrançaMali 66-68 CoreiaCanadá 49-61 BielorrússiaBrasil 57-69 EspanhaSenegal 68-83 GréciaJapão 60-66 República Checa
Liga Feminina com novo calendário
Confira nos detalhes desta notícia o calendário completo.
Seniores femininos continuam preparação no Luso
Tomam o pequeno-almoço com uma vista privilegiada sobre a piscina, mas apenas os seus olhares vão poder pousar sobre a água fresca. Rapidamente, voltam ao quarto, amarram os cabelos e saem em direcção ao pavilhão. É mais um dia de treino para a selecção nacional de seniores femininos que se encontra em estágio no Luso desde o dia 24 de Julho.
Após os jogos amigáveis com as selecções de Inglaterra e da Estónia, a preparação para o campeonato da Europa, divisão B, continua. “Foram testes importantes para perceber até que ponto os conhecimentos transmitidos nos estágios anteriores tinham sido adquiridos. Agora trabalhamos para corrigir e aperfeiçoar”, afirma o treinador Ricardo Vasconcelos.O trabalho é a constante dia após dia e nem o calor que se tem feito sentir no Luso, permite à selecção descurar do seu objectivo. Os treinos têm sido exigentes do ponto de vista físico, mas cada vez mais à procura de que cada pormenor saia na perfeição. Para isso, se treina e repete as vezes que forem necessárias até determinado aspecto ser dado adquirido para as nossas atletas.“Fazia-nos falta encontrar adversários para concluir a nossa preparação para ter noção até que ponto as correcções feitas às conclusões retiradas dos primeiros jogos foram ou não absorvidas pelo grupo de trabalho. No entanto, este estágio tem sido marcado por um bom nível de empenho e vontade”, declara o treinador.Após duas intensas sessões de treino, chega ao fim mais um dia de estágio. No entanto, os dias de trabalho árduo continuarão para a equipa nacional, que estará no Luso até ao dia 1 de Agosto e depois seguirá para Coimbra. Segundo Ricardo Vasconcelos, “as três sessões de treino a efectuar ainda neste estágio, antes de uma merecida folga, servirão para limar pequenos aspectos tácticos, defensivos e ofensivos, que ajudarão o grupo antes de entrar na recta final da preparação”.“A cada dia que passa seremos mais rigorosos”, assegura o treinador. E nem pode ser de outra forma. O primeiro jogo para o campeonato da Europa é já dia 7 de Agosto contra a Noruega e a nossa selecção quer chegar em boa forma e com a lição bem estudada.
Sub 18 femininos na recta final da preparação
Para a seleccionadora Mariyana Kostourkova, que já perdera a esperança de poder ganhar ritmo competitivo com jogos internacionais, frente a adversários que tradicionalmente sejam do nosso nível ou ligeiramente mais fortes, a vinda da selecção da Estónia para disputar 3 jogos amigáveis, em 3 dias consecutivos, foi ouro sobre azul e servirá certamente os interesses do seleccionado luso. A equipa da Estónia no ano passado não participou no campeonato realizado em Israel, devido a restrições financeiras relacionadas com a organização do Europeu de Sub 16 Femininos que teve lugar em Tallin, capital do país, mas no Europeu de 2008, na Macedónia (Skopje), estava no nosso grupo e derrotou-nos por 5 pontos, se não nos falha a memória, acertando um triplo já no último minuto com o jogo empatado, o que liquidou as nossas aspirações.Kostourkova manteve as 14 jogadoras que já tinha convocado para o estágio anterior, em Sangalhos, de 9 a 15 do corrente mês:Filipa Bernardeco (ADE Sintra)Inês Faustino (AD Vagos)Jéssica Almeida (Olivais)Catarina Neves (GDESSA)Daniela Domingues (Basquete Barcelos)Joana Jesus (CPN)Luzia Lampreia (GDESSA)Joana Ramos (Benfica)Paula Couto (ADE Sintra)Inês Pinto (CPN)Maria João Andrade (Olivais)Vitória Pacheco (União da Madeira)Susana Cardoso (AD Ovarense)Vânia Sousa (Colégio Calvão)CalendárioHoje (Domingo): Portugal Sub 18 Fem – Estónia Sub 18 Fem, no Pavilhão LORD (FMH), às 18h30Amanhã (2ª feira): Portugal Sub 18 Fem – Estónia Sub 18 Fem, no Pavilhão do SIMECQ, às 21H00 Depois de amanhã (3ª feira): Portugal Sub 18 Fem – Estónia Sub 18 Fem, no Pavilhão LORD (FMH), às 18h30Aproveitou-se também a vinda da Estónia para se fazer um jogo de treino com a selecção de Portugal Sub 16 Femininos, no dia 21 (4ª feira), no Pavilhão do SIMECQ, a partir das 16H30, completando-se o programa de preparação das pupilas de Kostourkova com a realização de mais um encontro, com as nossas Sub 16, na 5ª feira (dia 22), no Pavilhão LORD, às 11H00.O estágio termina na próxima 6ª feira à hora do almoço, após o último treino das 09H30 às 11h30.A concentração final já com o grupo das 12 escolhidas, será no dia 26 do corrente, véspera da partida para Timisoara.
Ílhavo acolhe selecção sénior feminina
Os treinos bidiários programados para este segundo estágio que irá decorrer até dia 15 do corrente mês, serão realizados no pavilhão do Illiabum, muito perto do local de alojamento. Englobada na preparação está também prevista a realização de 3 jogos, o primeiro com a Selecção de Sub 20 (próxima 6ª feira, em Ílhavo) e os dois restantes com a Selecção de Sub 18 (dia 12 em Ílhavo e dia 13 na Anadia).Esta sinergia entre as selecções femininas insere-se num objectivo de se uniformizarem metodologias de treino, não pondo de parte a vertente competitiva, com as vantagens decorrentes de todos falarem a mesma linguagem, rentabilizando naturalmente os planos de preparação. As 12 jogadoras escolhidas para esta acção são as mesmas que estiveram em Alcochete:Joana Fogaça (Algés)Sofia Ramalho (Pio XII – Espanha)Carla Nascimento (Universitário Ferrol – Espanha)Larisse Lima (GDESSA)Célia Simões (Basquete Barcelos)Dora Duarte (Boa Viagem)Ana Oliveira (Maquinaria Ensino – Espanha)Sara Djassi (GDESSA)Sara Filipe (Basquete Barcelos)Sónia Reis (Cadi La Seu – Espanha)Tamara Milovac (Marsol Conquero – Espanha)Ana Sousa (Boa Viagem)
Sorteio da Eurocup feminina
O sorteio foi realizado pela FIBA Europa, em Munique.
Assim, o Vagos actual campeão nacional mede forças com o Nantes Reze 44, de França, o Seat Lami Ved Gyor, da Hungria, e o TV Saalouis Royals, da Alemanha, no Grupo H, sendo que o Sport Algés e Dafundo, que esta época vai participar na competição, está integrado no agrupamento J (que só tem 3 equipas), juntamente com o Zaragoça, de Espanha, e o MMKS Katarzynki Torun, da Polónia.No Grupo I, o Olivais de Coimbra vai defrontar o ESB Villeneuve, de França, o MBK Ruzomberok, da Eslováquia, e o Young Cats, da Bélgica.A prova arranca no próximo dia 28 de Outubro.
Selecção de Sub-20 Femininos na ponta final
Eugénio Rodrigues, seleccionador nacional, tem concentradas no Centro de Estágio da Cruz-Quebrada, até ao próximo dia 8 de Julho as seguintes 14 jogadoras: Joana Bernardeco (Algés)Michelle Brandão (Olivais)Joana Pinto (AD Ovarense)Maria João Correia (CAB Madeira)Joana Cruz (Académico)Francisca Braga (Acadèmico)Nanci Barbosa (AD Vagos)Marcy Gonçalves (CAB Madeira)Carolina Escórcio (CAB Madeira)Inês Macedo (GDESSA)Telma Fernandes (GDESSA)Luiana Livulo (GDESSA)Sofia Carolina (Olivais)Ana Antunes (AD Vagos) No dia 8 o grupo viaja para Sangalhos onde terminará a preparação no dia 11, véspera da partida para a Macedónia. Já em Kavadarci o seleccionado luso defronta a congére anfitriã em dois jogos amigáveis nos dias 13 e 14. Durante o período de 3 dias em Sangalhos a selecção de Sub-20 jogará com a selecção senior no dia 9 (no pavilhão do Illiabum) e no dia 10 com a selecção de Sub-18 (no pavilhão municipal da Anadia). Staff de responsáveis: Eugénio Rodrigues (seleccionador)José Araújo (treinador adjunto)Pedro Leite (secretário)Sandra Carvalho (fisioterapeuta)
Sub 14 Femininos do SIMECQ são campeãs nacionais
O título nacional assenta que nem uma luva às pupilas de Fernando Brás, sendo uma magnífica prenda para a simpática colectividade da Cruz-Quebrada no ano em que completa o seu 130º aniversário.
Antes do jogo que viria a decidir o ceptro nacional, Académico e CPN marcaram a sua superioridade frente às duas formações insulares, respectivamente União da Madeira e Vitorinos, mantendo-se em boa posição para um hipotético desempate a três, no caso de o Juventude VRSA, ceder no jogo decisivo ante os campeões lisboetas. Foi o que acabou por acontecer, posicionando-se Académico (2º), CPN (3º) e Juventude VRSA (4º), na contabilidade do deve e haver, pois as três equipas terminaram empatadas com 3 vitórias e duas derrotas, todas com 8 pontos. Não foi surpresa para nós o início do encontro. Muito nervosismo e parte a parte, com as campeãs lisboetas a acusarem demasiado o facto de ser uma final. Ainda não estavam jogados 2 minutos e já Nicole Clavier tinha cometido duas faltas pessoais. Um primeiro desconto de tempo para o SIMECQ, que perdia por 0-3, surtiu efeito pois em meio minuto a equipa de Fernando Brás igualou (3-3). As algarvias, fazendo da rapidez de execução uma das suas armas, responderam com um parcial de 0-7, iniciado com um triplo de Beatriz Teixeira (nº 12). O SIMECQ não se entendia com a defesa zona aplicada pelo técnico contrário, denotando muitas dificuldades para organizar o seu ataque e por isso o resultado dos 8 minutos iniciais (4-10) espelhava precisamente essa incapacidade das lisboetas. A primeira jogadora a acalmar foi a capitã do SIMECQ, Beatriz Leitão (filha do antigo basquetebolista Rui Leitão, vindo de Moçambique e que envergou a camisola da Ovarense, entre outros emblemas). O primeiro dos seus 2 triplos reduziu o prejuízo para 11-12 (minuto 11), mas num ápice a irrequieta nº 13 algarvia (Sónia Santos), que viria a fazer parte do cinco ideal, felina a roubar bolas, deu de novo uma vantagem de 5 pontos ao Juventude VRSA (11-16), obrigando mais uma vez o treinador lisboeta a parar o jogo. Até ao intervalo (13-19) o cariz da partida não se alterou, porque enquanto o SIMECQ provocava faltas com direito a lançamento mas falhava lances livres (0/5), as algarvias viam cair o seu 2º triplo da autoria de Patrícia Ricardo (nº 9). No reatamento prosseguiu o sinal mais das comandadas de José Carlos Pereira que com 2 minutos jogados no 3º período tinham aumentado para 13-24, com mais uma bomba convertida, desta vez através da poste Patrícia Lourenço (nº 10). Acto contínuo Fernando Brás pediu novo desconto de tempo, com 6 minutos e 1 segundo para jogar, mas ainda assistiu a mais um erro das suas jogadoras (passe mal feito), aproveitado da melhor maneira por Sónia Santos, que, rapidíssima concluiu mais um contra-ataque (13-26). Simples mas tremendamente eficaz. Pouco depois e com o resultado em 17-26, a favor do Juventude VRSA, aconteceu a lesão (entorse num pé) sofrida por Maria Kostourkova, a poste do SIMECQ, uma das que mais acusou a responsabilidade da partida e que não estava a render o seu normal. A sua substituta, Mafalda Marques (nº 6), outra das jogadoras interiores das lisboetas, que já tinha actuado no 2º quarto, viria a revelar-se fundamental para a reviravolta, pelos ressaltos ganhos, pelas faltas provocadas e pelos pontos convertidos. Embora o jogo exterior do SIMECQ começasse a aparecer (triplos da nº 8 Marta Fernandes e novamente Beatriz Leitão), reduzindo a fasquia para 20-26 e 25-28, respectivamente, as suas opositoras não abrandavam o ritmo nem baixavam a guarda pelo que no final do 3º quarto a vantagem ainda pertencia à turma do Algarve (25-30). O cronómetro rolava mas o SIMECQ não conseguia virar o resultado. Quando se aproximava, as algarvias respondiam de imediato, com as diferenças a oscilarem entre os 3 e os 6 pontos. Com 3 minutos e 1 segundo para jogar (aos 32-37), o técnico lisboeta parou de novo o encontro. Passando a jogar com duas bases (a nº 4, Catarina Cardoso e a nº 15, Daniela Santos), Fernando Brás acertou no antídoto para atacar a zona contrária. Com a poste Mafalda Marques cravada na área restritiva, impondo a sua estatura na luta dos ressaltos ofensivos, a referida jogadora começou por fazer 34-37, num 2º lançamento após ressalto ganho na tabela ofensiva e, depois de Daniela Santos ter empatado (37-37) com um triplo sensacional no minuto 31, correspondeu da melhor maneira a uma brilhante assistência de Catarina Cardoso, colocando pela primeira vez a sua equipa na frente do marcador (39-37). Havia 50,2 segundos para jogar e de imediato José Carlos Pereira pediu um minuto. Novo desconto também para as algarvias a 14,4 segundos do termo e a escassos 2,1 segundos Catarina Cavaco (nº 8) empatou o jogo (39-39). Já havia pouco tempo e surgiu o inevitável prolongamento. Foi nos 5 minutos extra que a acção de Mafalda Marques foi mais preponderante, senão mesmo decisiva. Nesse período marcou 4 pontos (a fazer 43-43, de novo num 2º lançamento e 45-44, bem assistida por Catarina Cardoso), a que juntou 4 ressaltos sendo 2 ofensivos e uma bola recuperada. O prolongamento ficou marcado por sucessivas alternâncias e igualdades, até que a 12, 2 segundos do apito final a extremo Matilde Nascimento (nº 11) selou o resultado (47-45), numa entrada decidida. Novo desconto para o Juventude VRSA mas já nada se alterou.. e o SIMECQ conquistava o título. Destaque nas vencedoras para as prestações de Mafalda Marques (14 pontos e uma mão cheia de ressaltos), Beatriz Leitão (10 pontos e 2 triplos), Catarina Cardoso (alguns passes decisivos) e Matilde Nascimento, decisiva no 4º período e no prolongamento. Na equipa do Juventude VRSA, a melhor prestação foi da base Sónia Santos (13 pontos e alguns roubos de bola), bem acompanhada por Beatriz Teixeira (10 pontos e 2 triplos), Catarina Cavaco (8 pontos e 4 faltas provocadas, mas com pouca eficácia nos lances livres, falhando 6 das 8 tentativas) e Patrícia Lourenço (7 pontos e 1 triplo). Arbitragem bem conduzida pelo internacional Carlos Santos e Joana Pessoa, uma jovem com qualidades. Resultados da 5ª jornada: Académico 60-44 União da MadeiraVitorinos 39-77 CPNSIMECQ 47-45 Juventude VRSA No final teve lugar a cerimónia habitual de distribuição de prémios: medalhas para todos os participantes e troféu para a equipa vencedora, além de medalhas também para os juízes e oficiais de mesa da final. Cinco ideal (votado pelos treinadores das 6 equipas participantes): Sónia Santos (Juventude VRSA), na posição 1 (base); Catarina Cardoso (SIMECQ), na posição 2 (base/extremo); Sofia Girão (Académico), na posição 3 (extremo); Ana Moniz (CPN) na posição 4 (extremo/poste) e Maria Kostourkova (SIMECQ), na posição 5 (poste), que receberam troféus individuais. Classificação final: 1º SIMECQ 5 vitórias – 10 pontos2º Académico 3 vitórias – 2 derrotas – 8 pontos3º CPN 3 vitórias – 2 derrotas – 8 pontos4º Juventude VRSA 3 vitórias – 2 derrotas – 8 pontos5º Vitorinos 1 vitória – 4 derrotas – 6 pontos6º União da Madeira 5 derrotas – 5 pontos Por último, parabéns à organização da Associação de Lisboa, com o apoio da autarquia de Oeiras, que tudo fez para proporcionar as melhores condições às 6 comitivas, desde o alojamento à alimentação.
Torres Novas justo vencedor da 1ª Divisão Feminina
Se na primeira metade o Académico merecia estar na frente (24-27), fruto de uma melhor entrada na partida (ganhou o 1º período por 10-15), para depois aguentar uma ligeira reacção das anfitriãs no 2º quarto, que o Torres Novas venceu por 14-12, o certo é que a reentrada das torrejanas após o intervalo acabou por justificar a reviravolta no marcador. Paradoxalmente as alvi-negras até reentraram bem no jogo com a poste Mariana Silva a converter dois cestos consecutivos na área restritiva, catapultando a sua equipa para a segunda maior vantagem (24-31), no minuto 23. As coisas não estavam a surtir da melhor maneira para as torrejanas, obrigando o seu treinador, Fernando Pereira, a parar o encontro um minuto volvido. Fez reentrar Inês Aragão, passando a jogar com um trio de elevada estatura, pois já estavam em campo Nataliya Yakovleva e Sónia Guilherme, todas elas acima do 1,80m. Foi esta opção, quanto a nós decisiva, que inverteu o rumo aos acontecimentos, pois o Torres Novas conseguiu um parcial de 8-0, por intermédio de Sónia e Yakovleva, em pouco mais de 3 minutos, encostando o resultado (32-33). Optando por jogar na área pintada, em detrimento do jogo exterior, dado que a eficácia andava baixa, as pupilas de Fernando Pereira começaram por empatar (34-34), para depois passarem para o comando, terminando o 3º período na frente (42-38).Defendendo com garra as academistas conseguiram parar o ataque adversário no início do último quarto, ao mesmo tempo que viam averbar a 4ª falta a duas pedras influentes da turma anfitriã (Yakovleva e Filipa Freitas), ambas no minuto 31. Chegaram mesmo a igualar por duas vezes (42-42 e 44-44) e o acumular de faltas por banda das torrejanas faria pensar que o Académico ainda tinha uma palavra a dizer, nomeadamente após a exclusão de Yakovleva (minuto 34) e a 4ª falta de Inês Aragão (à entrada do minuto 35). O marcador assinalava 44-44 e o técnico anfitrião pediu novo desconto de tempo. Colocou em campo Telma Machado que, com duas penetrações a papel químico, deu à sua equipa uma preciosa vantagem de 4 pontos (48-44), ainda no minuto 35. Era chegada a altura de se tomarem as decisões e Eugénio Rodrigues parou também o jogo, fazendo reentrar Francisca Braga (para nós a melhor das portuenses ontem). O Académico ainda teve forças para empatar de novo (50-50), convertendo duas situações de contra-ataque. Foi já na ponta final da partida que o Torres Novas deu o golpe de misericórdia, primeiro com uma entrada de Filipa Freitas (52-50), travada em falta por Ana Costa (5ª falta), convertendo o lance livre a que teve direito (53-50) e logo a seguir uma bomba de Sónia Guilherme (56-50), com 1minuto e 14 segundos para jogar. O treinador academista ainda parou de novo o cronómetro, mas a maior experiência das torrejanas foi decisiva nesta fase até final da partida, provocando a falta para, da linha de lance livre consolidarem a vitória, pese embora um triplo da base Joana Ferreira, a fazer 58-53, tenha obrigado Fernando Pereira a jogar pelo seguro, pedindo o seu terceiro desconto de tempo quando havia 13,9 segundos para jogar. Destaque nas vencedoras para o trio constituído por Sónia Guilherme (15 pontos, 1 triplo, 5 ressaltos defensivos e 3 faltas provocadas), Nataliya Yakovleva (11 pontos, 7 ressaltos sendo 1 ofensivo e duas faltas provocadas) e Inês Aragão (14 pontos, 1 triplo, 6 ressaltos sendo 1 ofensivo e duas faltas provocadas). Uma palavra de incentivo para Paula Barbosa (1 triplo e 4/4 nos lances livres), enquanto a capitã Telma Machado (1 triplo), Filipa Freitas (7 turnovers) e Mafalda Sanheiro (condicionada muito cedo por faltas) foram intermitentes. As jogadoras interiores do Torres Novas fizeram a diferença ao facturarem 40 pontos, compensando a fraca inspiração das suas atiradoras (21% com 4 triplos em 19 tentativas).No colectivo de Eugénio Rodrigues a melhor prestação foi de Francisca Braga (12 pontos, 8 ressaltos defensivos, 5 roubos, uma assistência e 3 faltas provocadas, com 4/4 nos lances livres, pese a fraca eficácia nos triplos ao falhar as 7 tentativas), seguida de Sara Brochado (7 pontos, 1 triplo, 6 ressaltos sendo 1 ofensivo, 5 roubos e 4 faltas provocadas). O calcanhar de Aquiles do Académico voltou a ser o jogo exterior (15%, com 4 triplos convertidos em 26 tentados), com Ana Costa a ser excepção (2/3 nos triplos), porque acabou por cometer menos erros que o adversário (24-15 turnovers), não aproveitando esse handicap.Ficha do jogoTorres Novas (60) – Filipa Freitas (4), Mafalda Sanheiro (2), Telma Machado (7), Sónia Guilherme (15) e Nataliya Yakovleva (11); Inês Aragão (14), Paula Simões e Paula Barbosa (7)Académico (53) – Joana Ferreira (11), Sara Brochado (7), Francisca Braga (12), Cristina Leite (7) e Mariana Silva (6); Ana Costa (10), Joana Oliveira, Joana Cruz e Rosa Santos Por períodos: 10-15, 14-12, 18-11, 18-15Árbitros: Sónia Teixeira e Samira Barrima
Fase Final de Sub-14 Feminino
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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