Artigos da Federaçãooo
CN 2 Feminina: 2ª fase fechada; meias-finais zonais a caminho
No Campeonato Nacional da 2ª Divisão Feminina, concluiu-se a 2ª fase e estão determinados os 8 emblemas que continuam a lutar pela subida de escalão. A norte, rumam à fase decisiva Olivais FC CNI, Gafanha Reis & Ana, Académica e CD José Régio. Na zona sul, seguem em prova Unidos/AAUBI/Farm Moderna, Paço de Arcos Clube, Sporting CP Sub22 e SIMECQ Sub22.
2ª Fase – Grupo Norte 2 A
Ambos apurados para as meias-finais zonais, Olivais FC CNI e Gafanha Reis & Ana cumpriram as expetativas e ultrapassaram categoricamente Futebol Clube de Vizela – 93-44 – e Ovarense Internutri – 80-35.
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Com Isabela Rocha (19pts, 6res, 1ast, 4rb; 21 val.) e Mara Sofia (15pts, 10res, 2rb) em plano de destaque, o NCR Valongo Valetel derrotou o SC Coimbrões Sub22 – 65-51 -, apesar da réplica gaiense, protagonizada, sobretudo, por Filipa Alves (8pts, 9res, 2ast, 2rb) e Laura Marques (14pts, 2res, 2ast).
2ª Fase – Grupo Norte 2B
A Académica mostrou créditos de líder e superou o Guifões SC – 61-56.
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Também o segundo classificado – e apurado – CD José Régio deu conta do recado, na receção ao Club 5 Basket JBL M & PUB – 75-55.
Já o BC Limiense ditou leis, fora de portas, com o Galitos QViagem Sub22 – 65-74.
2ª Fase – Grupo Sul 2A
O Unidos/AAUBI/Farm Moderna conservou o registo imaculado, ao impor-se, em casa, por claros 90-45, diante do GDESSA Sub22 – 90-45. O Paço de Arcos Clube celebrou o apuramento inédito para as meias-finais, apesar da derrota com o Bilstein group LOBOS – 46-44.
O Carnide Clube Sub22 derrotou o CNAbrantes – 73-60.
2ª Fase – Grupo Sul 2B
Com o trio composto por Beatriz Eleutério (11pts, 3res, 8ast, 6rb, 1dl; 24 val.), Maria Amaro (19pts, 2res, 2ast, 2rb, 2dl) e Maria Oliveira (21pts, 3res, 3ast, 4rb) em alta, o invicto Sporting CP Sub22 passou, com distinção, o teste diante do Santarém BC – 95-39 -, onde se sublinham os contributos de Marta Carapinha (7pts, 7res, 1ast, 4rb) e Maria Grilo (14pts, 11res, 1ast, 2dl).
A SIMECQ Sub22 garantiu o segundo posto e consequente classificação, ao levar a melhor sobre o Seixal Clube 1925 – 65-55. O Odivelas Basket amealhou os dois pontos, no recinto do Portimonense SC – 57-64.
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Foto de capa: Paço de Arcos/DR
Joana Magalhães: “Não interessa se sou freshman ou de Portugal — vou conquistar o meu lugar”
Joana Magalhães trocou os dias inteiros nos Lombos por ares novos em New Mexico e brilhou logo na época de estreia na NCAA. Numa conversa sem filtros, a jovem base fala das saudades de casa, do choque cultural nos EUA, do crescimento competitivo e do sonho por cumprir: vestir a camisola da Seleção Nacional.
Joana, passaste uns dias em Portugal depois de acabares a época. Deu para matar saudades?
Deu, não muitas porque foi só uma semana, mas já deu para voltar a estar com alguns amigos e com a família.
Como tem sido lidar com essa distância da tua família, e sobretudo da tua irmã, a Maria?
Não tem sido fácil. Eu e a minha irmã somos muito, muito próximas. Temos sete anos de diferença, mas parece que são um ou dois… somos mesmo muito unidas. A nossa família também é muito ligada, por isso vir para os Estados Unidos foi um grande passo para todos. Tem corrido bem, mas é difícil.
Tens uma família de basquetebol também, não é?
Sim, o meu pai jogou, teve uma carreira de 30 anos… Eu basicamente nasci com uma bola na mão. Mas até acho que comecei tarde. Comecei aos seis anos, mas só mesmo porque os meus pais queriam que eu escolhesse o basquete, em vez de me empurrarem para isso.
Que outros desportos experimentaste?
Ténis, todas as ginásticas possíveis, dança, futebol, boxe… experimentei um pouco de tudo.
Portanto, és a pessoa mais avalizada para dizer que o basquetebol é a melhor modalidade?
Sim, não há mesmo nada melhor do que o basquetebol.
Estiveste 12 anos na Quinta dos Lombos. Dois terços da tua vida no mesmo clube. Quão estranho foi para ti sair dessa bolha para uma realidade completamente diferente, que neste caso foi atravessar o oceano e ir para os Estados Unidos?
Foi um passo enorme. Quando estás muito confortável num sítio e vais experimentar algo que não sabes o que te espera… é assustador. Muito assustador. Porque pode correr bem, como pode correr muito mal. Graças a Deus, está a correr bem. Mas sair dos Lombos foi muito doloroso. Muito mesmo. Eu passava lá a minha vida. Todos os dias estava lá. Deixar de ver aquelas pessoas todos os dias foi difícil. Eu só estava em casa, se calhar, um bocadinho da tarde, duas horinhas só para fazer tempo até ao treino. E às vezes, quando não queria estar em casa, ia para os Lombos. Isso acontecia muitas vezes. Basicamente, eu só ia mesmo para casa para jantar e dormir.
E como é que achas que esse percurso nos Lombos te influenciou e te ajudou a construir a tua identidade como jogadora e como pessoa?
Muitos bons jogadores passaram pelos Lombos, e acho que isso me influenciou muito — ver o que queria para mim. Muitos deles foram meus treinadores. Por exemplo, a Beatriz Jordão. Esteve comigo em Sub12 e foi a minha grande referência, cujo percurso eu queria seguir. Os Lombos são como uma família e eu caí no sítio certo. A minha personalidade encaixou com as deles. Todos os treinadores por quem passei eram muito parecidos comigo em muitos aspetos, e acho que isso ajudou bastante. Tínhamos uma boa relação, e isso fez-me melhorar como mulher e como jogadora. A forma como queriam que eu evoluísse foi muito especial. E acho que isso é difícil de encontrar noutros clubes.
E quando é que começa a surgir a ideia de poderes ir para fora e experimentar esta aventura? E mais do que isso, como é que essa conversa surge em casa? Dizeres que queres sair do país e ir sozinha para o outro lado do oceano… não é propriamente aqui ao lado.
A ideia só se tornou séria no meu primeiro ano de Sub18. Eu ainda não tinha bem a certeza do que queria fazer — se queria ficar em Portugal e tentar chegar à Liga, ou se queria mesmo sair, explorar o mundo e ir para os Estados Unidos. Numa Supertaça, Lombos vs. GDESSA, eu tive uns minutinhos e consegui aproveitá-los. E o meu pai e o Carlos (Andrade) são amigos e falaram um bocado… e foi o meu pai que trouxe essa conversa para casa — não fui eu. Disse-me: “Joana, o nosso sonho pode tornar-se realidade”. E eu respondi: “Aceito. Não estou a brincar, por mim aceito”. Depois estivemos a falar em família, se era mesmo isto que eu queria. Eu precisava de dar este passo. Nunca tinha saído da minha zona de conforto, que eram os Lombos. Portanto, precisava mesmo de viver uma nova aventura. Os meus pais, claro, querem o melhor para mim e sempre acreditaram em mim desde o início. Sabiam que eu me ia safar bem.
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Disseste que escolher New Mexico foi a melhor decisão da tua vida. Chegaste a visitar o campus, tu e a tua família, antes de decidires?
Sim, cheguei. Fui visitar o campus já com boas ofertas. A visita era mesmo só para perceber se queria estar aqui ou não, ver como era o ambiente, se era algo familiar como nos Lombos, conhecer as pessoas… Era mesmo isso que eu queria — um sítio onde me sentisse eu própria, sem filtros, e onde os fãs realmente gostassem de ver basquetebol. E foi mesmo isso que encontrei. Aqui, nos Estados Unidos, é completamente diferente de Portugal — aqui as pessoas admiram mesmo o basquetebol feminino. Eu queria um ambiente com fãs, com energia. Quando vim cá em visita, treinei uma vez com a equipa, gostei do programa. Depois do treino, fui ver o “The Pit” e apaixonei-me. Aquilo é mesmo muito bonito.
Fala-nos um bocadinho do “The Pit”. É quase como um fosso, não é? O pavilhão é construído abaixo do nível do solo?
Sim, é.
E qual é a sensação de lá jogar? Já jogaste com o pavilhão cheio?
Tivemos, acho eu, entre cinco mil e sete mil pessoas num jogo. Não encheu completamente, mas já cria uma grande atmosfera, muito barulho. Os jogos dos rapazes são completamente diferentes — aquilo enche mesmo, não há lugares vazios. Já fui ver vários jogos deles. Se nós tivéssemos tantos fãs como eles… aquilo é ridículo, no bom sentido! Dá-te raiva — daquela boa — sentes mesmo que consegues ganhar um jogo contra uma equipa melhor só com aquela energia. É algo completamente diferente. No contexto do basquetebol universitário feminino, estamos muito bem. Há universidades que nem chegam a ter tantos adeptos. Por isso, estou muito grata pelos fãs que temos.
No meio disto tudo, de certeza que uma das condições da tua família era a parte académica. Como está a correr o curso de Business Administration?
Está a correr muito bem. Tenho uma média de 3.2, se não me engano. Portanto, de 0 a 4, é bom. Claro que os estudos aqui são completamente diferentes. Não digo que sejam mais fáceis, mas é uma abordagem diferente. Aqui dá para ganhar muitos pontos extra com trabalhos, porque o foco está mais no trabalho de casa do que no que se faz na aula. Acho que isso ajuda muito os atletas, porque com a nossa rotina — treinos, jogos, estudos — temos os trabalhos de casa, vamos para o “study hall” e conseguimos cumprir tudo. É incrível.
E foi fácil para ti gerir isso tudo neste primeiro ano? Um ano de adaptação, com muitas experiências novas, imprevistos, muitas coisas novas à tua volta…
Saber gerir os estudos, o básico da vida social, o dia a dia… no início foi difícil adaptar-me, mas claramente valeu a pena.
Daquilo que tens vivido da cultura americana — dentro e fora do campus — o que é que te tem surpreendido nesta aventura nos Estados Unidos?
Para ser sincera… a maneira de se vestirem! Só isso, mesmo. Os americanos não querem saber. Vêm de pijama para a escola! Tipo… acordaste, vais para a escola, nem tomas banho, nem vestes uma roupa… normal? Eu, por exemplo, visto fato de treino, às vezes calças de ganga se me apetecer… mas pijama?! Isso já é outro nível. O sítio mais estranho onde vi alguém de pijama foi no shopping! Estava a comprar roupa e vi imensa gente de pijama. Aqui é super normal. Até algumas colegas de equipa, às vezes, vão para o treino de pijama — o que até percebo, acabaram de acordar… mas mesmo assim, não percebo! (risos)
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E dentro de campo, foi um ano feliz para ti?
Foi. Foi mesmo.
Porquê?
Consegui encontrar outra mulher dentro de campo. Descobri novas qualidades em mim e consegui melhorar os meus defeitos.
O que é que melhoraste? E o que descobriste de novo sobre ti?
Nunca tinha experienciado um ambiente tão competitivo. Isso ajudou-me muito a descobrir uma nova versão de mim em campo. Eu gosto de competição, mas nunca tinha tido competição verdadeira — e muito menos jogos assim. Quanto aos defeitos… tinha emoções que precisava de controlar. Para ser uma líder, que era o que o meu treinador me pedia, tinha de melhorar isso. E estou mesmo a notar a diferença. Estou mais calma, tenho mais noção do que está a acontecer de um minuto para o outro, consigo analisar o jogo muito mais rapidamente.
Rapidamente ganhaste um lugar no cinco inicial. E não só isso — a partir de dezembro começaste a jogar praticamente 30 minutos por jogo, o que é pouco comum para uma “freshman”, como temos visto com a maioria das portuguesas que foram para os Estados Unidos este ano. O que é que te ajudou a garantir esse papel tão importante na equipa?
Acho que muitas “freshmen” e até jogadoras internacionais chegam aqui a pensar: “Sou freshman, é normal não jogar muito”. Mas essa é a forma errada de pensar. A forma certa é: “Não interessa se sou freshman, aqui toda a gente joga”. Não há freshman, sophomore, junior… estamos todas na mesma equipa. Se quero jogar e conquistar o meu lugar, tenho de trabalhar para isso. O meu treinador não estava à espera que eu fosse tão parecida com ele, mas ele confiou em mim. E eu mostrei-lhe logo na pré-época que estava ali para ficar durante quatro anos, para ser a melhor versão de mim mesma e melhorar todos os dias. Acho que isso me ajudou muito a mudar a mentalidade com que cheguei. Não interessa se sou freshman, não interessa se sou de Portugal — vou conquistar o meu espaço. Trabalhei para isso… e correu bem.
Portanto, o que fez a diferença foi a mentalidade com que encaraste esta época? Viste-te ao mesmo nível de qualquer outra jogadora da equipa, deste o máximo, e sabias que, mais cedo ou mais tarde, coisas boas iriam acontecer.
Exatamente. E também há a questão da competitividade. Claro que as amizades vêm, e fiz grandes amizades, mas no início é cada uma por si, a tentar conquistar o seu lugar. Felizmente, na nossa equipa temos uma competição saudável — é das melhores coisas que temos. Nos treinos, damos tudo, quase a matar-nos umas às outras, mas fora do campo somos mesmo amigas, uma família. Tens de mostrar que estás ali, que não tens medo de mostrar o teu valor, nem medo de disputar o lugar com quem já lá está. Tens de ser dura e ir atrás do que queres.
Ao longo da conversa temos falado muito das tuas características — quase sempre do ponto de vista mental. E em termos técnicos? O que é que a Joana Magalhães de hoje tem de diferente da de novembro?
A minha forma de lançar mudou completamente. Estou muito mais confiante. Nunca fui uma lançadora regular — não era algo que fizesse em todos os jogos. Às vezes lançava porque tinha de ser, mas não era a minha cena. Aqui percebi que, sendo uma jogadora pequena, uma base pequena, tinha de evoluir o meu jogo para ser uma ameaça real. Comecei a perceber o que se passava com o meu lançamento — se era falta de confiança ou algum ajuste técnico. Encontrámos o problema e comecei a trabalhar nisso. Agora já lanço com mais regularidade, embora ainda esteja a ganhar confiança, especialmente em situações após bloqueios. É um processo, mas já noto mudanças. A Joana de novembro nunca tinha feito um “pull-up”. Nunca lançava triplos com confiança. Agora, com esse aspeto mais trabalhado, começo a ter mais opções e a ser mais ameaça. É só perceber quando é que devo lançar, quando é que devo atacar em drible… Se fores capaz de fazer várias coisas, és mais perigosa. E é isso que eu quero ser no próximo ano.
Disseste que és uma base pequena. Do ponto de vista físico, notaste muita diferença entre o jogo em Portugal e o jogo nos Estados Unidos?
Muita, mesmo. Percebi que tinha de ser mais dura, ir ao ginásio, trabalhar mais. Os contactos aqui são completamente diferentes — levas “bumps” a sério. Às vezes, nos bloqueios, nem é falta — só não estou habituada àquele tipo de impacto e fico surpreendida. Claro que às vezes até dá jeito, porque é falta atacante. Mas o jogo físico aqui é algo que adoram. Em qualquer equipa vais encontrar, pelo menos, uma jogadora assim.
A partir de dezembro começaste a jogar mais minutos — quase sempre 25 a 30 por jogo — e a ser uma ameaça ofensiva cada vez maior. Em que é que sentiste que mais contribuíste ao longo da época?
Para teres um papel importante, tens de saber qual é o teu papel. Desde o início, o meu papel foi defender. Pressionar, pressionar, pressionar. Com o tempo, comecei a sentir-me mais confortável no jogo e os pontos começaram a aparecer. Mas o meu foco sempre foi criar problemas na defesa. O meu papel era criar dificuldades defensivas — e acho que sou boa nisso. É por isso que o treinador me pôs a jogar. Disse-me: “És ’tough’”. Não tenho medo de quem aparece à frente — dou sempre tudo na defesa.
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O que é que o teu treinador diz mais sobre ti?
Não diz muito — ele não é daqueles treinadores que fala muito com cada jogadora. Mas sei que gosta de mim porque não tenho medo em campo. Não sei bem como dizer em português… mas é aquela coisa de não me encolher, de não ter medo. Acho que isso é o que ele mais admira em mim, porque ele é igual. Também me disse que sou disciplinada. Que faço o que me pedem, e faço bem. E se fizer bem, ele dá-me liberdade para fazer outras coisas — coisas que não me pediu, mas que posso acrescentar.
Este ano, New Mexico teve uma época interessante. Como foi o final da época e o último jogo? E como é ver o “March Madness” pela televisão?
Quem me dera estar no “March Madness” agora! Acho que tínhamos equipa para ganhar a nossa conferência e chegar lá. Mas o “March Madness” é também o “Smart Madness” — tudo pode acontecer. O que aconteceu foi que equipas abaixo de nós ganharam a conferência. No nosso último jogo, estivemos muito bem na primeira parte, mas duas das nossas principais marcadoras estavam de fora. Eles defenderam muito bem, seguiram o plano de jogo. Na primeira parte marquei 10 pontos, e depois começaram a fazer “double team” a partir da segunda parte. Tornou-se mais difícil encontrar opções para marcar. Foi um jogo de aprendizagem.
Toda esta primeira época foi uma aprendizagem. Qual foi a principal lição?
Não ter medo de mostrar do que sou capaz. E perceber que não há limites.
E como vai ser a Joana Magalhães no segundo ano em New Mexico?
Tenho um bom “feeling”. Já sei o que os meus treinadores querem de mim, e estou “locked in”. Vamos ter uma equipa com capacidade para ganhar a conferência e chegar ao “March Madness”. Estou muito, muito ansiosa. Pelo menos metade da equipa vai continuar. Tivemos três seniores que já acabaram o percurso universitário, duas estão no “transfer portal” e acho que mais duas podem ir. Mas sim, vamos ter uma base forte.
És uma de muitos portugueses e portuguesas nos Estados Unidos. Quem são as pessoas mais próximas com quem costumas trocar mensagens?
Tenho três: a Rita (Nazário), a Marta (Vieira) e a Ema (Karim). Conhecemo-nos há anos. Às vezes é só uma chamada: “Está a acontecer isto, não sei o que fazer…”. Ajudamo-nos sempre. Se uma não está a jogar, puxamos por ela: “Não te preocupes com este jogo, pensa no próximo. Dá tudo nos treinos”. Aconteceu comigo — pedi conselhos e elas ajudaram-me. Conhecemo-nos bem, sabemos o que cada uma está a passar. É bom saber que estão ali para mim. “O trabalho recompensa” era o nosso lema.
Elas têm um ponto em comum: a seleção nacional. Tu já estiveste em estágios, mas nunca jogaste um Europeu. Imagino que isso seja um objetivo.
Sim, sem dúvida. Jogar na seleção, com pessoas com quem cresci nos Lombos ou na seleção de Lisboa, seria muito especial. Gostava muito de viver isso.
O que é que te dizem da experiência de jogar pela seleção?
Falam de representar o nosso país. De fazer tudo para deixar Portugal bem representado. É isso que elas dizem. E é isso que eu quero fazer.
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CN 1 Feminina: Sporting CP garante primeira vaga de promoção
No Campeonato Nacional da 1ª Divisão Feminina, o Pavilhão João Rocha testemunhou a vitória e a conquista do direito do Sporting Clube Portugal disputar a Liga Betclic Feminina, principal patamar do Basquetebol nacional, na temporada 2025/2026. O Sporting Clube Coimbrões, apesar da derrota frente às verde e brancas, tem já assegurada a passagem ao playoff, para o qual restam duas vagas, cobiçadas por cinco equipas. Laky Samo, com 42.5 de valorização, do Ginásio EXZELLENZ, é a MVP da ronda.
2ª Fase – Grupo Promoção
O confronto entre primeiro e segundo classificado ditou a conquista de uma das vagas de promoção à Liga Betclic Feminina. O Sporting Clube Portugal recebeu e venceu o Sporting Clube Coimbrões por 82-55, resultado que permite o regresso ao escalão máximo do Basquetebol nacional, onde militou na temporada 2015/2016. Sienna Durr (14pts, 7res, 2ast; 23.5 val.) e Luana Serranho (11pts, 6res, 5ast, 2rb; 23.5 val.) personificaram a ambição verde e branca. Na turma gaiense, Maria Marinho (14pts, 4res, 3ast, 3rb) e Shanyce Makuei (15pts, 4res, 1rb) foram as mais inconformadas. O Sporting Clube Coimbrões tem já garantida a presença no playoff, pelo que permanece na luta pela subida.
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O CDEFF Hosp. Part. Madeira vê mais perto a fase seguinte, depois de superar o Sport Algés e Dafundo – 69-75 -, duelo com direito a prestação sonante de Mya Burns (33pts, 12res, 1ast, 5rb, 1dl; 42.5 val.), MVP do desafio, bem acompanhada por Cristina Freitas (22pts, 3res, 8ast, 2rb, 1dl), muito perto de “imitar” a colega de equipa e registar um duplo-duplo. No conjunto local, o protagonismo recaiu em Irene Cafumo (19pts, 10res, 1rb) e Inês Monteiro (8pts, 8res, 4rb).
O CLIP Teams mantém-se na luta pelo apuramento, depois de ultrapassar, fora de portas, o Clube Basket de Queluz – 46-54 -, desfecho com a marca de Maria Gomes (7pts, 16res, 2ast, 2rb; 21.5 val.) e Beatriz Santos (15pts, 5res, 1ast, 1dl), em despique com Inês Vales (15pts, 10res, 1ast, 1rb) e Constança Almeida (11pts, 7res, 3ast, 2rb, 2dl), as melhores na formação anfitriã.
O GDRAR REMAX Évora só depende de si para escalar ao quarto posto, uma vez que dispõe de menos um jogo e bateu o Sporting Clube de Braga – 66-56. Sierra Smith (13pts, 15res, 1ast, 4dl; 27 val.) e Fatumata Baldé (22pt, 8res, 5ast, 2rb) guiaram as eborenses ao triunfo, ao passo que Ana Noivo (14pts, 5res, 1ast, 4rb) e Bárbara Miranda (11pts, 3res, 4ast, 2rb) encabeçaram a resistência minhota.
2ª Fase – Grupo Manutenção Norte
O líder CD Póvoa não tremeu, na receção ao Académico FC – 71-53 -, mercê, em boa parte, das atuações de Mariana Teixeira (20pts, 5res, 4ast, 3rb; 28.5 val.) e Ana Ramos (20pts, 14res, 5ast, 1rb). Nas portuenses, evidenciaram-se Carolina Bandeira (20pts, 2res, 1rb) e Maria Pinto (11pts, 5res, 2ast).
O Boa Viagem Angra Açores obteve uma vitória importante, frente ao CPN Sub22 – 74-70 -, com o ascendente a pertencer a Dorcas Adeyinka (20pts, 4res, 5ast, 4rb, 1dl; 23.5 val.), Maria Leon (17pts, 11res, 3ast, 1rb, 3dl) e Mirela Ávila (22pts, 2res, 4ast, 3rb). Mariana Delgado (14pts, 4res, 4ast, 1rb, 1dl) e Ana David Alves (18pts, 4res, 2rb, 2dl) procuraram inverter o rumo dos acontecimentos.
2ª Fase – Grupo Manutenção Sul
A ACD Ferragudo continua líder isolada, com vantagem expressiva face à concorrência, na sequência do triunfo caseiro com a SIMECQ – 61-54. Kristina Innemee (23pts, 13res, 4ast, 2rb, 4dl; 33.5 val.), MVP do desafio, que rubricou um duplo-duplo, e Núria Henrique (10pts, 9res) deram o mote do sucesso das donas da casa. Nas forasteiras, de salientar os desempenhso de Paula Macuacua (10pts, 15res) e Denise Neves (5pts, 10res, 1ast, 4rb, 2dl).
Com Beatriz Polici (28pts, 5res, 5ast, 3rb, 1dl; 34.5 val.) e Marta Roseiro (22pts, 3res, 8ast, 3rb) em grande plano, o CRCQ Lombos Sub22 sorriu, na deslocação ao terreno do Ginásio EXZELLENZ – 87-92 -, não obstante a magnífica performance da MVP da jornada Laky Samo (31pts, 13res, 1ast, 4rb; 42.5 val.), bem secundada por Juda Quindanda (20pts, 13res, 1ast).
Fecha o pódio o Belenenses, que venceu o embate com o Carnide Clube – 68-60 -, alavancado por Inês Fonseca (13pts, 9res, 5ast, 2rb; 20 val.) e Marta Esteves (10pts, 3res, 1ast, 2rb, 1dl), apesar das diligências contrárias de Francisca Rosa (14pts, 7res, 1ast, 2rb) e Inês Martins (10pts, 12res, 1ast, 4rb).
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Foto de capa: Sporting CP/DR
Benfica e Sportiva também entram com o pé direito nos playoffs da LBF
Depois das vitórias de ontem (5 de abril) do CRC Quinta dos Lombos e do Esgueira Aveiro, a abrir os playoffs da Liga Betclic Feminina (LBF), hoje foram o SL Benfica e o Sportiva Azoris Hotels a entrar de “pé direito” na fase final da competição, vencendo fora de portas.
Jogou-se o primeiro jogo dos quartos de final que, há melhor de três, decidem quem avança para as meias finais; no mesmo dia em que o Sporting CP, no Campeonato Nacional da 1.ª Divisão Feminina, garantiu o acesso direto ao principal palco do Basquetebol português.
Imortal LUZiGÁS 52-73 SL Benfica
Desde cedo que se percebeu que as “águias” tinham ido a Albufeira nas vésperas de mais uma Festa do Basquetebol para provar que o título erguido em maio passado ainda lhe era merecido. Raphaella Monteiro, que terminou como MVP do encontro (25.5val), esteve imperial desde cedo, abrilhantando uns fatais primeiros dez minutos (10-22).
Monteiro contribuiu com 13 pontos, 13 ressaltos e seis assistências. Ao seu lado, uma verdadeira força do “pintado”, Isabela Quevedo, com magistrais 15 pontos e 17 ressaltos (23.5val). Ainda com 14 pontos de Milica Ivanovic e 12 da capitã Marcy Gonçalves, torna-se difícil ultrapassar a muralha encarnada, mas as pupilas de Adriano Cerdeira, a jogarem frente ao seu público, equilibraram o segundo quarto (15-16) e perderam os restantes por curtas margens (10-15, 17-20), deixando tudo em aberto para o jogo 2 destes quartos de final.
No Imortal, a estrela maior foi Catarina Mateus, com 15 pontos e sete assistências e três roubos de bola a garantirem-lhe 24 de valorização. A estatística completa aqui.
Galitos FFonseca 57-60 Sportiva Azoris Hotels
Jogo de grandes emoções em Aveiro. O Sportiva, finalista vencido da última edição da Liga Betclic Feminina, entrou melhor na partida, levando de vencida os dois primeiros quartos, ambos por 13-16, mas nunca garantiu uma vantagem alargada que lhe permitisse respirar perante as comandadas de Luís Araújo. Constantemente à procura de passar para a frente da contenda, a primeira vez que Galitos chegou à liderança do marcador faltava 1’30 para o (emocionante) final do encontro.
As insulares, contudo, com Monique Pereira em grande plano (18pts, 12res, 4ast, 4rb – 29val), venceram os dez minutos finais (15-16) e regressam aos Açores para disputarem os jogos 2 e 3 com a vantagem casa do seu lado. Maira Horford marcou 13 pontos e nas aveirenses os destaques foram claramente Glenda Cruz (12pts, 9res) e a portuguesa Daniela Domingues, com 19 pontos.
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Os playoffs retomam dias 11, 12 e 13 de abril, para fechar os quartos de final.
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Sporting Clube Portugal celebra a subida à Liga Betclic Feminina
O Sporting Clube Portugal conquistou a promoção à Liga Betclic Feminina! A turma verde e branca bateu o segundo classificado Sporting Clube Coimbrões, por claros 82-55 , no Pavilhão João Rocha, e alcançou o objetivo da subida, quando ainda faltam duas jornadas por cumprir, na 2ª fase do Campeonato Nacional da 1ª Divisão Feminina. Luana Serranho (11pts, 6res, 5ast, 2rb; 23.5 val.) e Sienna Durr (14pts, 7res, 2ast; 23.5 val.) foram as mais destacadas, na equipa da casa, enquanto, pelas gaienses, sobressaíram Maria Marinho (14pts, 4res, 3ast, 3rb) e Shanyce Makeui (15pts, 4res, 1rb).
Desde a retoma do escalão senior feminino, o conjunto leonino festejou o título de campeão nacional da 2ª divisão, na temporada 2023/2024, e alcança agora a subida ao máximo patamar do Basquetebol nacional. A última vez que o Sporting Clube Portugal disputou a principal Liga Feminina remonta à temporada 2015/2016, na sequência do título obtido, no Campeonato Nacional da 1ª Divisão Feminina, em 2014/2015.
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Foto de capa: Sporting CP/DR
CRC Quinta dos Lombos e Esgueira Aveiro vencem na abertura dos Playoffs da Liga Betclic Feminina
Os playoffs da Liga Betclic Feminina tiveram início este sábado, com quatro equipas em ação em duas partidas que se adivinhavam intensas e bem disputadas.
CRC Quinta dos Lombos vs. GDESSA Barreiro
No Pavilhão Desportivo dos Lombos realizou-se o 1.º jogo dos playoffs da Liga Betclic Feminina 2024/25, na receção da equipa da casa ao GDESSA. A primeira parte, apesar da pouca eficácia de lançamento, foi disputada a um ritmo muito alto e com várias mudanças de liderança no marcador, sendo os visitantes a sair por cima ao intervalo (21-23), depois de dois parciais de 10-10 e 11-13.
À saída dos balneários, o registo da partida manteve-se semelhante aos primeiros 20 minutos do encontro e com um parcial de 18-17 no terceiro período, os dois clubes estavam separados pela margem mínima. Nos derradeiros últimos dez minutos, os anfitriões conseguiram a reviravolta e a primeira vitória na série frente ao conjunto do Barreiro. Nota para o final da partida, com Jasmine Powell a conseguir empatar o encontro a 55-55 nos últimos segundos e pouco depois Sara Caetano marca um lançamento na passada para garantir o triunfo por 57-55.
Sara Caetano foi a MVP do encontro ao registar 12 pontos, dez ressaltos, um roubo de bola e um desarme de lançamento (16 valorização). Do outro lado, destacou-se Jasmine Powell com 15 pontos, sete ressaltos e quatro assistências (17.5 valorização).
BC Barcelos HMMOTOR vs. Esgueira Aveiro
Na Escola Secundária de Barcelos disputou-se um dos jogos mais equilibrados, físicos e emocionantes desta temporada. O confronto começou da melhor forma para as Bikudas, que conseguiram uma vantagem na casa das dezenas logo no 1.º período (10-20). No segundo quarto, as atletas de Ricardo Lajas conseguiram reduzir para apenas oito pontos a diferença ao intervalo (26-34).
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Após o intervalo, as equipas voltaram com a mesma ambição de carimbar a primeira vitória nos playoffs e desta feita foi a equipa da casa a sorrir no final do terceiro período, após deixar a diferença no marcador na margem mínima depois de um parcial de 20-13. Já no último quarto e com André Janicas a ser expulso a meio do período, o resultado era imprevisivel e assim se manteve quase até à buzina final, quando a equipa aveirense conseguiu garantir o triunfo por 64-67, ficando apenas a uma vitória de eliminar o conjunto de Barcelos.
Destaque para a prestação de Ana Raimundo, que apontou 26 pontos, oito ressaltos, três assistências e dois roubos de bola (30.5 valorização). Na equipa da casa, nota para a exibição de Vânia Sengo com 15 pontos, 12 ressaltos, um roubo de bola e um desarme de lançamento (24 valorização).
Joana Magalhães foi a convidada do último episódio do +351
Mais um episódio da rubrica +351 onde a protagonista é a internacional portuguesa, Joana Magalhães, atleta da universidade do New Mexico Lobos.
Numa conversa sobre o seu percurso de vida e de atleta de basquetebol, a portuguesa conta-nos a sua jornada. Conhece tudo sobre o grande plano da sua experiência na NCAA divisão 1, em direto na FPBtv.
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Beja recebe etapa do XIX Circuito Nacional Ticha Penicheiro
É já este fim-de-semana que o Beja Basket Clube (BBC) e a AB Alentejo recebem mais uma etapa do XIX Circuito Nacional Ticha Penicheiro.
A concentração de Mini12 Femininos vai ter início pelas 10h de dia 5 (sábado), no Pavilhão Municipal de Beja, com a presença de equipas da AB Alentejo e AB Algarve, nomeadamente: BBC, CB Tavira e Juventude BC, para uma manhã repleta de competição, basquetebol e diversão.

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Circuitos de Minibasquete voltam a passar em Pombal
O Municipal Eduardo Gomes recebe este sábado, 5 de abril, a etpa de Pombal do XIX Circuito Nacional Ticha Penicheiro.
A concentração de Mini12 Femininos vai ter início pelas 9 horas de dia 5 (sábado), numa organização do clube anfitrião, o Núcleo de Desporto Amador de Pombal (NDAP), da AB Leiria, com cinco emblemas participantes, nomeadamente: NDAP, SC Caldas, Sangalhos DC, SC Beira-Mar e Santarém BC.
O calendário encontra-se em anexo.

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Playoffs da Liga Betclic Feminina começam este fim de semana
Chegaram os playoffs da Liga Betclic Feminina e com eles, toda a emoção dos cruzamentos e luta para saber quem será o campeão da época 2024-25.
Este fim de semana, é marcado pelo primeiro jogo dos quartos de final femininos, onde o primeiro lugar da fase regular encontra-se na casa do oitavo: Basquete Barcelos HMMotor e Esgueira Aveiro, às 15h30 deste sábado (5 abril), com transmissão n’A Bola. Ainda no sábado, às 14h45 joga-se o CRC Quinta dos Lombos e GDESSA BARREIRO.
No domingo, dia 6 de abril temos novamente dois duelos. O primeiro, transmitido em direto na DAZN, entre o Imortal TCARS e o SL Benfica, no duelo entre o sétimo e o segundo classificado da fase regular, pelas 15 horas. E o segundo jogo de domingo, marcado para as 16 horas entre o Galitos FFonseca e o Sportiva Azoris Hotels.
Todos os jogos têm transmissão em direto na FPBtv.
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Em estilo de antevisão a esta nova fase da competição, ouvimos as atletas do duelo Imortal TCARS vs. SL Benfica.
“Estamos entusiasmadas e prontas para jogar os playoffs. É a melhor altura do ano e aquilo pelo qual trabalhamos arduamente durante toda a época”, inicia Michaela Gaislerova, jogadora do Imortal, “o Benfica é uma das melhores equipas da liga e dividimos as vitórias nos jogos da fase regular, o que torna os confrontos ainda mais emocionantes. Sei que ambas as equipas estarão preparadas para competir e dar tudo em campo. Tenho a certeza de que os jogos serão um espetáculo para ver”, completa a jogadora de Albufeira. Do lado das “águias”, Leonor Peixinho, confirma que: “O Imortal é uma equipa muito competitiva que luta por cada bola. Temos que impor as nossas estratégias e cumprir o plano de jogo porque quem cometer menos erros fica mais perto da vitória”.
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CN 2 Feminina: Seis emblemas já qualificados para as meias-finais zonais
No Campeonato Nacional da 2ª Divisão Feminina, cumpriu-se a penúltima jornada da 2ª fase, onde se contam 6 apurados para as meias-finais zonais. São os casos de Olivais FC CNI, Gafanha Reis & Ana, Académica, CD José Régio, Unidos/AAUBI/Farm Moderna e Sporting CP Sub22.
2ª Fase – Grupo Norte2A
O Olivais FC CNI segurou o primeiro posto, na visita à Ovarense Internutri – 64-100.
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Segue-se, com os mesmos pontos, o Gafanha Reis & Ana, vitorioso, no reduto do NCR Valongo Valetel – 62-75 -, com Julia Schatkowsky (10pts, 13res, 1ast, 1rb; 19.5 val.), Joana Santos (7pts, 5res, 6ast, 5rb) e Melissa Monteiro (21pts, 2res, 1ast, 2rb) em plano de evidência, não obstante a réplica de Mariana Coelho (17pts, 12res, 1ast, 1rb) e Mara Sofia (14pts, 14res), ambas com a máxima valorização da partida – 21.
O Futebol Clube de Vizela, terceiro classificado, recebeu e venceu o SC Coimbrões Sub22 – 64-57.
2ª Fase – Grupo Norte 2B
A Académica passou, com distinção, o teste frente ao BC Limiense – 54-93 -, e mantém a liderança isolada.
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No seu encalço, surge o CD José Régio, que levou avante as suas intenções perante o Guifões SC – 63-70 -, à boleia dos dígitos de Haily Weaver (20pts, 16res, 2ast, 1rb, 1dl; 34.5 val.), em patamar estratosférico, e Catarina Rolo (21pts, 5res, 3ast, 1rb). Na formação de Matosinhos, despontaram Mariana Gonçalves (20pts, 7res, 2ast, 1rb, 1dl) e Christina Passerel (16pts, 4res, 1rb).
Já o Club 5Basket JBL M&PUB capitalizou o fator casa, perante o Galitos QViagem Sub22 – 63-56.
2ª Fase – Sul 2A
O Unidos/AAUBI/Farm Moderna preserva o registo imaculado, depois de suplantar, categoricamente, o CNAbrantes – 83-53. O Paço de Arcos Clube superiorizou-se, em casa, frente ao GDESSA Sub22 – 46-37 – e ocupa o segundo posto.
Na terceira posição, está o Bilstein group LOBOS, que caiu às mãos do Carnide Clube Sub22 – 56-50.
2ª Fase – Grupo Sul 2B
O Sporting CP Sub22 somou a 23ª vitória da época, em outros tantos jogos, no terreno do Odivelas Basket – 52-70. A SIMECQ Sub22 derrubou a oposição do Santarém BC – 45-75 – e está em segundo lugar, em igualdade pontual com o Seixal Clube 1925, que prevaleceu, ante o seu público, contra o Portimonense SC – 64-62. Inês Leça (15pts, 4res, 4ast, 5rb; 20 val.) e Ana Farinha (16pts, 6res, 4rb) foram as figuras maiores das seixalenses, ao passo que, no coletivo algarvio, emergiram Inês Coelho (24pts, 11res, 3ast, 2rb; 34 val.), MVP da partida, e Mafalda Reis (10pts, 5res, 2ast, 2dl).
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Foto de capa: Sporting CP/DR
Rebecca Taylor é a MVP da última jornada da fase regular da Liga Betclic Feminina
Com o fecho da fase regular da Liga Betclic Feminina, ficou-se a conhecer a MVP da última jornada. A atleta do Basquete Barcelos HMMotor, Rebecca Taylor, foi a jogadora mais valiosa com 42 pontos de valorização, que foram originados pelos 19 pontos, 21 ressaltos e quatro assistências arrecadados.
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A acompanhar no cinco ideal: Khadijah Brown (41 pontos de valorização), Catarina Miranda (28 pontos de valorização), Evelyn Ovner (28 pontos de valorização) e Anaya Peoples (25 pontos de valorização).
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Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

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