Artigos da Federaçãooo
Pedro Santos: “Percebi o quão difícil é jogar aqui”
Pedro Santos é um de apenas três portugueses a jogar na Division I da NCAA masculina. Em entrevista exclusiva à FPB, o base/extremo conta o que foram as duas primeiras épocas na Universidade do Tennessee em Martin: um ano inteiro de redshirt sem pisar o campo, um choque com o treinador sobre o tipo de jogador que devia ser, e uma época a descobrir onde cabia num sistema que não era o seu.
Acabou no top-10 da conferência Ohio Valley em roubos de bola, viu a sua equipa igualar o recorde histórico do programa com 22 vitórias e já anunciou que entra no transfer portal. A passagem de Pedro Santos na UT Martin é uma história de adaptação forçada, de crescimento físico e técnico, e de um jogador que percebeu o que é bom a fazer, mas que quer provar que consegue fazer mais do que isso.
O que fica desta primeira época a jogar verdadeiramente, agora que terminou e tiveste uns dias para reflectir?
Foi uma época que correu bem. Ganhámos muitos jogos, e para uma primeira época acho que foi positiva. Passei por tudo — houve momentos em que joguei menos, momentos em que joguei mais. No coletivo foi uma boa época. Desenvolvi o que tinha a desenvolver. Se calhar não fiz os números que esperava, mas evoluí muito como jogador e percebi o quão difícil é jogar aqui nesta liga. Não tinha bem essa noção.
Acabaram com 22 vitórias, igualando o recorde histórico do programa.
Ficámos empatados em primeiro. Foi muito bom.
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Qual foi a maior dificuldade de adaptação ao basquetebol americano?
Quando entrei a primeira vez não estava habituado. A liga portuguesa também é muito física, mas o que senti mais foi a velocidade do jogo. Fazem tudo muito mais rápido. Foi isso que tive mais dificuldade em adaptar.
Quando escolheste a UT Martin, tinhas outras opções em cima da mesa?
Assinei muito cedo. O treinador já me acompanhava há algum tempo — eu queria ir para os Estados Unidos um ano antes, mas ainda tinha contrato com o FC Porto e eles não me deixaram sair. Pedi para ser emprestado ao Imortal, e foi durante essa época que estive sempre em contacto com ele. Nunca cheguei a falar com outras escolas. Quando assinei, ainda estava a jogar no Imortal.
A UT Martin é provavelmente a equipa D1 com mais jogadores internacionais do país. É difícil olhar para o roster e encontrar um americano. Como é jogar num balneário em que toda a gente percebe o que é estar longe de casa?
Acho que foi isso que nos ajudou a ter uma época tão boa e que nos trouxe mais unidos uns aos outros. Cada um entendia o que o outro podia estar a passar. Fomos uma equipa muito unida, e acredito que foi esse o nosso sucesso coletivo — cada um sabia o que o outro vivia. Mesmo os americanos foram todos impecáveis connosco.
Mas por outro lado vieram todos de realidades de basquetebol diferentes.
Exatamente. Estávamos habituados a jogar tipos de basquetebol diferentes. Mas foi fácil porque o nosso treinador tem uma filosofia de jogo muito própria — uma coisa que eu nunca tinha visto antes. Estávamos todos a trabalhar para o mesmo sítio, então acabávamos por não notar muita diferença.
E a gestão entre o desporto e a parte académica foi difícil?
Não, para ser sincero ajudam-nos muito. Facilita muito para nós que somos atletas. Tenho muitas aulas online. Estou em Sports Business and Management e não posso reclamar.
Saíste de Portugal com cerca de menos dez quilos do que tens agora. Esse ganho físico aconteceu durante o ano de redshirt?
Sim. Como estava a fazer redshirt, aproveitei para me desenvolver fisicamente. Neste momento estou com perto de 95 quilos. Quando saí de Portugal tinha 85. E tenho 2,01 metros, por aí.
Um ano a treinar sem jogar dá-te alguma coisa mas também te tira outra. O que ganhaste que não tinhas antes?
Foi complicado. Mas o que ganhei foi mesmo o tempo que normalmente não tens durante a época para desenvolver alguns aspectos do jogo — física e tecnicamente. Investi muito no físico e tentei perceber como é que isto funcionava, para estar mais preparado quando chegasse a altura. E mesmo assim não percebi tudo — achei que seria mais fácil do que foi.
Como te mantiveste motivado sem poder ter os jogos?
Era a parte mais difícil. Mas muito disso foi saber que ia jogar na seleção no Verão. Era para isso que eu treinava. A seleção era o objetivo.
Vi uma entrevista do teu treinador em que ele fala de uma conversa contigo sobre limitar os dribles e jogar mais como extremo 3-and-D, menos como base. Como viveste essa conversa? Ele deu a entender que não foi fácil de ouvir.
Eu e o meu treinador chocámos muito durante esta época. Ele via-me num papel que eu não me via. Ele queria-me como jogador 3-and-D — mais para marcar, menos com a bola na mão para criar para os outros, menos dribles, mais catch-and-shoot. Eu nunca fui esse tipo de jogador. Mas ele disse-me claramente: se queres jogar, vais ter que te habituar a jogar assim. E foi o que eu fiz. Tive que fazer essa adaptação, e foi por isso que tive tanta dificuldade no início, mas acabei a época já a começar no cinco e a jogar mais minutos. Não é o estilo que eu mais gosto, mas foi o que tive de fazer para conseguir jogar. Não gostei de ouvir algumas coisas que ele me disse, mas ao final do dia, ele é que sabe.
E acabas por te tornar mais versátil também, não é?
Sim, acho que melhorei muito a minha defesa por causa disso. Se calhar, da maneira que eu jogava no início, não sei se teria conseguido acabar no top-10 da conferência em roubos de bola.
Ele colocava-te a defender os melhores jogadores adversários?
Sim. Defendia o melhor jogador da equipa ou o base. Andava sempre ali na linha de triplo e roubava muitas linhas de passe.
Passado este ano assim, como te vês agora como jogador?
Percebi que ao nível mais alto já não há tanto espaço para o jogador que quer sempre a bola na mão. Há outros jogadores na equipa que vão ser melhores do que tu a driblar. Tens de perceber que alguém é sempre melhor do que tu a alguma coisa, então tens de descobrir aquilo que tu realmente és bom. E eu descobri que o que realmente sou bom é marcar pontos e defender. Tenho de me limitar a fazer isso com menos dribles e a tomar decisões mais rápidas. Nesse aspeto o meu treinador tinha razão. Mas noutros aspetos também não me quero limitar a ser só o lançador de três pontos, porque consigo fazer outras coisas. Foi aí que nós divergimos.
E acredito que tenha sido também por aí que tomaste a decisão de entrar no portal.
Exatamente. Falei com a minha família, o meu agente aconselhou-me, e outros que me ajudam aqui concordaram. Este estilo de jogo não é o melhor para mim. É um estilo perfeito para jogadores 3-and-D, mas para mim não é. Acho que é mesmo a melhor opção.
O portal abre a 7 de Abril. Já há interesse de outros programas?
Já temos falado com algumas faculdades, mas oficialmente o portal só abre dia 7 de Abril. Com as publicações nas redes sociais, tudo se sabe muito mais depressa agora, então vão começar a surgir mais oportunidades. A partir do dia 7 é quando vai começar mesmo a cair tudo, e depois é preciso tomar uma decisão.
Já identificaste universidades onde te encaixas melhor? Viste algumas ao longo da época na tua conferência?
Não vou ficar na minha conferência — aliás, nem quero. O objetivo é subir de nível. Há tantas faculdades onde eu gostaria de ir que não consigo nomear uma. O que procuro é o que se encaixar melhor com o meu estilo de jogo e que for uma situação melhor para mim.
Papel mais adequado, mais minutos, conferência superior — achas que é viável encontrar tudo isso?
Sim, sim. Já estamos a falar com escolas e tenho quase a certeza de que sim. Porque eu sei o que consigo fazer. E somos praticamente a única equipa da conferência a jogar desta forma — não tenho de procurar muito.
Qual era o plano que tinhas definido com a tua equipa para estes anos?
O que tínhamos definido era que este ano seria o ano para eu fazer números — 12, 13 pontos por jogo — e conseguir depois ir para uma faculdade de maior conferência. Infelizmente não correu como planeei, mas acho que precisava mesmo deste ano. Agora vou mudar para uma faculdade onde consiga fazer esses números, e ainda tenho mais dois anos de elegibilidade depois disso.
Este ano já ganhaste alguma coisa de NIL?
Sim, sim. E em princípio para o ano vou dar um grande salto nisso também — vou ter uma situação muito melhor. Mas ainda não vou ter a situação de uma major como o Rúben (Prey). Tenho que jogar mais um ano, fazer bons números, para conseguir isso. Tenho de lá chegar, não tenho dúvida.
Tu és um de apenas três portugueses homens a jogar na NCAA este ano. O Stanley Borden teve o azar que teve — estava em Duke e lesionou-se logo no início. O Rúben Prey rouba muito os holofotes. Se calhar vais começar a roubar-lhe um bocado do protagonismo agora.
Espero que sim. Falo com o Rúben às vezes — falei com ele no início do ano quando assinei com o meu agente, tinha algumas perguntas sobre percentagens e essas coisas. Deixei-lhe parabéns agora que ele ganhou. Ele já está numa situação diferente da minha, mas pode ser que comece a ficar melhor agora.
A ver se dás um saltinho para a Big East e vais jogar contra ele.
A Big East não vai ser já este ano, de certeza.
Este Verão já não podes ser convocado para o Sub-20. Mas a Seleção Sénior tem dois jogos em Julho na última janela de qualificação.
Nunca pensei nisso. Já falei com o Mário Gomes quando ele vinha ao Sub-20, mas nunca falámos sobre a Sénior. Se houver essa oportunidade, claro que seria muito bom.
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A tua mecânica de lançamento também evoluiu este ano?
Sim. Mudei o arco — antes lançava muito raso. Aqui trabalhei nisso e passei a exagerar mesmo no arco. Isto começou no Verão passado, quando o treinador me ligou a seguir a dois jogos da seleção em que fui a zero em cinco triplos e me disse para ir trabalhar o form shooting. A partir daí faço isso todos os dias, antes do aquecimento, em cada spot.
Mas mudar a mecânica de lançamento de alguém que está habituado a fazer dezenas de milhares de repetições sempre da mesma forma — quão difícil é isso?
Tens mesmo que lançar de uma maneira que te sinta estranha. O que eu fiz foi ir para o pavilhão e começar a lançar com um arco enorme — um arco que nunca iria usar num jogo. Mas era para exagerar mesmo. Ele disse-me: exagera até que um dia vai começar a sair mais natural, porque quando não estiveres a pensar em exagerar já vais começar automaticamente a lançar com mais arco. E foi isso que aconteceu. Mas foi um processo de muitos meses, e durante esse processo estava a falhar muito nos treinos porque estava a mudar a mecânica. O treinador sabia disso e apoiava — às vezes eu marcava mas sem arco e ele dizia-me que não estava bem.
A equipa técnica era muito grande?
Sim, eram oito ou nove treinadores. Cada dois ou três jogadores têm um treinador dedicado a ajudá-los com tudo o que precisam.
Mentalmente foi um teste para ti também?
Claro, claro. E fez-me crescer muito também.
Em dois anos nos EUA — um sem jogar, um a jogar — o que é que sabes sobre ti próprio que não sabias quando saíste do Porto?
Que cresci muito. Fisicamente, tecnicamente e mentalmente. Foi um teste, mas fez-me crescer.
Para terminar: o que é que sentes falta do Porto que não consegues substituir no Tennessee?
A comida. A francesinha, a comida da minha avó. É isso.
Quando regressas?
Dia 5 de Maio, mal posso esperar. E depois depende para onde eu for — se não tiver seleção, tenho de voltar para os EUA no final de Junho ou início de Julho, quando as equipas começam a treinar.
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Imortal LUZiGÁS vence o SC Braga e tem pela frente o Sporting CP nas meias-finais da Taça Hugo dos Santos
SC Braga 63-76 Imortal LUZiGÁS
Com o acesso à Final Four da Taça Hugo dos Santos, a primeira partida do “play-in” entre o SC Braga e o Imortal LUZiGÁS, terminou com o triunfo do clube de Albufeira.
Com os dois emblemas a estrearem o Multiusos de Gondomar nesta fase final da competição, o primeiro parcial acabou por tender para os atletas de Pedro Grenha (20-14). Porém, no quarto seguinte, o clube de Albufeira não tardou a responder ao bom início do SC Braga e com um parcial de 15-22 e chegou ao intervalo a vencer pela margem mínima (35-36).
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Já de regresso dos balneários para a segunda parte, foram os Guerreiros a voltar a entrar melhor no encontro após um parcial de 19-15 que voltou a colocar os bracarenses à frente da partida à entrada dos últimos dez minutos do jogo. Com tudo em aberto e apenas três pontos a separar os dois conjuntos, foi o Imortal que superiorizou-se no encontro, tanto a nível ofensivo como defensivo, registando um parcial de 9-25 que garantiu o triunfo por 63-76 e também a passagem à Final Four, onde irá encontrar o Sporting CP. O duelo está marcado para as 16h deste sábado, 2 de maio, com transmissão na RTP2 e na FPBtv.
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O base português, André Silva, foi o MVP do encontro ao registar 15 pontos, dez ressaltos, cinco assistências e um roubo de bola (26 de valorização). Destaque-se ainda a exibição de Keonte Kennedy com 25 pontos, seis ressaltos, três assistências e três roubos de bola (23.5 de valorização). Nota ainda para a prestação do poste do SC Braga e da Seleção Nacional, Ricardo Monteiro, com 22 pontos, 13 ressaltos, duas assistências e dois desarmes de lançamento (29.5 valorização).
FC Porto 86-89 UD Oliveirense
A segunda partida do dia dos Playoffs da Taça Hugo dos Santos foi uma repetição da final do ano passado, com a UD Oliveirense a triunfar mais uma vez frente ao FC Porto, desta feita por 86-89.
A primeira parte do encontro começou com muita intensidade e equilibrio entre os dois conjuntos. Apesar do parcial inicial a favor da equipa de Oliveira de Azeméis (16-25), os dragões ripostaram no segundo quarto (23-21) e conseguiram reduzir para sete pontos a diferença entre ambas as equipas ao intervalo.
Com os atletas de regresso ao campo após o intervalo, o equilibrio voltou a predominar e o terceiro quarto (21-21) terminou sem alterações na diferença pontual entre os dois emblemas. Já nos últimos dez minutos, os azuis e brancos aproveitaram o bom momento ofensivo e intensidade defensiva para se aproximarem no marcador.
Contudo, nuns últimos segundos quase disputados em modo “lance livre”, Leon Ayres não tremeu na linha e Cornelius Hudson, com oportunidade para empatar o encontro no último lançamento do jogo, não conseguiu concretizar. Assim, na buzina final, a Oliveirense festejou de novo frente ao FC Porto na Taça Hugo dos Santos, mas, neste caso, a celebração foi a passagem às meias-finais, que irá ser disputada a 2 de maio, sábado, às 19h, frente ao SL Benfica, com transmissão RTP2 e FPBtv.
O MVP da partida foi Leon Ayres, com 29 pontos, cinco ressaltos e três assistências (33.5 valorização). Em destaque esteve também James Boeheim com 24 pontos, sete ressaltos e duas assistências (21 valorização) e ainda Mikyle Mcintosh com 19 pontos, seis ressaltos, duas assistências e um desarme de lançamento (21 valorização).
No lado do FC Porto, nota para a prestação de Cornelius Hudson, que registou 35 pontos, sete ressaltos, uma assistência e um roubo de bola (32.5 valorização).
A Taça Hugo dos Santos regressa já no sábado, com as meias-finais a disputarem-se às 16h e às 19h, entre o Imortal e o Sporting e o SL Benfica e a UD Oliveirense, respetivamente. Ambos os embates têm transmissão RTP2 e FPBtv.
(Em atualização)
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Comissário Bruno Casinha “seguro e sem falhas” na final da FIBA Europe Cup
Com 10 000 pessoas a assistir ao Surne Bilbao Basket – PAOK BC, a segunda mão da Final da FIBA Europe Cup, os nervos seriam, com certeza, um fator a ter em conta para quem está na mesa de jogo, como esteve o comissário português Bruno Casinha esta quarta-feira, 30 de abril.
O comissário FIBA, que fez a antevisão desta nomeação inédita junto da FPB, faz agora o “rescaldo” – e com grande positividade: “O jogo correu dentro daquilo que preparámos, dentro e fora de campo. Tivemos um ambiente espetacular, com mais de 10 000 pessoas a assistir a um jogo intenso e competitivo. No final o ‘feedback’ recebido foi extremamente positivo, descrito como “seguro e sem falhas”, o que me deixou extremamente satisfeito”, confessou.
Bruno Casinha é o primeiro comissário português na Final de uma competição europeia de clubes
O Surne Bilbao Basket foi o grande vencedor da noite (89-74) e, mesmo tendo perdido 79-73 com o PAOK BC na primeira mão, é o campeão da FIBA Europe Cup pelo segundo ano consecutivo (e o primeiro clube a vencer ‘back-to-back’ a prova, sendo também o primeiro a vencê-la depois de ter perdido o jogo da 1.ª mão). A final terminou com um agregado de 162-153 para os espanhóis.

“Acho que prestigiei a arbitragem portuguesa, esperando ter felicidade de poder repetir o feito no futuro” Bruno Casinha
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Taça Hugo dos Santos: a 1.ª eliminatória em antevisão
Quatro equipas e só dois lugares nas meias-finais da XVII Taça Hugo dos Santos. Mais um ano no Pavilhão Multiusos de Gondomar, com a UD Oliveirense à procura de revalidar a conquista de 2024/2025, com embate marcado frente ao FC Porto pelas 21 horas desta quinta-feira, dia 30 de abril.
Antes, pelas 18 horas, SC Braga e Imortal LUZiGÁS vão disputar o outro lugar na semifinal.
OS CAPITÃES EM DISCURSO DIRETO
“As expetativas são boas, cumprimos o nosso objetivo, que era competir para ganhar todos os jogos. É a primeira vez do SC Braga na Fase Final da Taça Hugo dos Santos, por isso para nós é muito gratificante, é sinal que o trabalho diário compensou. Chegarmos até aqui é uma grande proeza para o clube e vamos entrar amanhã para ganhar o jogo”. Eduardo Samuco
“Trabalhámos muito para chegar a este momento, mais um ponto alto da época. Cada equipa alcançou uma vitória em sua casa, por isso esperamos um jogo intenso e equilibrado. Viemos com ambição de ganhar” Fábio Lima.
OS CAPITÃES EM DISCURSO DIRETO
“É mais um ponto alto da época, o 3.º em que estamos presentes. Queremos chegar a mais uma final e ganhar o primeiro título da época. Sabemos que vai ser um jogo duro, que eles estiveram a preparar o jogo há já algum tempo, que são campeões em título; sabemos que têm muita ambição, mas nunca vai ser mais que a nossa”. Miguel Queiroz
“Vamos para esta Fase Final da Taça Hugo dos Santos com a ambição de revalidar o título conquistado na época passada. Esperamos um jogo complicado na quinta feira, frente a uma boa equipa com muito talento individual e teremos que estar ao nosso melhor nível para vencermos o jogo. É fundamental estar focado e manter alta intensidade durante toda a partida! Atitude, entrega e sacrifício não são negociáveis e é isso que podem contar da nossa parte”. André Bessa
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CN 2 Masculina: Prova avança para as meias-finais zonais
No Campeonato Nacional da 2ª Divisão Masculina, realizou-se a derradeira ronda da 2ª fase. Estes são os emblemas apurados para as meias-finais zonais: Beira-Mar Sub23, SC Braga Sub23, União de Leiria, CBP 2012, A.C. Moscavide, Quarteira Tubarões, Queluz O NOSSO PREGO Sub23 e GDRAR.
2ª Fase – Norte 2A
O Beira-Mar Sub23 carimbou a qualificação e o primeiro posto, com triunfo, na visita à AAUTAD – 74-84. Também o SC Braga Sub23 assegurou a passagem, tendo vencido o Campinho/Equi – 51-84. O Fides Gondobasket recebeu e venceu o CD José Régio – 70-68.
2ª Fase – Norte 2B
A União de Leiria selou a presença nas meias-finais zonais e o primeiro posto, fruto de uma vitória convincente sobre a Ovarense Sub23 Olho Marinho – 86-53. Flávio Fonseca – 23 pontos, 20 ressaltos, 2 assistências, 1 roubo de bola, 2 desarmes de lançamento; 43 val. – brilhou, com um duplo-duplo imponente. A par da turma do Lis, progride na luta pela subida o CBP 2012, não obstante a segunda derrota averbada, frente à UD Oliveirense Sub23 – 73-67. O FC Porto Sub23 venceu, de forma cómoda, o Illiabum Sub23 EXITCASA – 81-53.
2ª Fase – Sul 2A
O A.C. Moscavide celebrou a qualificação, na primeira posição, fruto do sucesso caseiro com o Unidos/Universalis – 56-45. A segunda vaga foi reclamada pelo Quarteira Tubarões, soberano na receção ao GALITOS BARREIRO Sub23 – 93-54. O Odivelas Basket impôs-se à Física Torres Vedras – 83-72.
2ª Fase – Sul 2B
O Queluz O NOSSO PREGO Sub23 mostrou créditos de líder, na visita ao terreno do CF “Os Bonjoanenses” Faro – 78-99. Ruma também à fase seguinte o GDRAR, apesar do resultado negativo ante Stella Maris/PROFRESCO – 81-72. O Real Clube Vale Cavala levou de vencida a Academia do Lumiar – 70-79.
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Foto de capa:
A classificação final da Fase Regular da Liga Betclic Masculina
Terminou a 22.ª jornada e com ela a Fase Regular da Liga Betclic Masculina.
A classificação ficou inalterada em relação à 21.ª ronda, com os 6.º-10.º lugares a vencerem. Imortal LUZiGÁS, Esgueira Aveiro OLI e SC Braga garantem o playoff, juntando-se aos campeões em título, Sporting CP (2.º), FC Porto (3.º), Ovarense GAVEX (4.º) e UD Oliveirense (5.º). O SC Vasco da Gama, que saiu derrotado do duelo com o SL Benfica (1.º), desce à Proliga em 2026/27.

PLAYOFFS
➝ SL Benfica – SC Braga
➝ Sporting CP – Esgueira Aveiro OLI
➝ FC Porto – Imortal LUZiGÁS
➝ Ovarense GAVEX – UD Oliveirense
Antes, joga-se a Fase Final da Taça Hugo dos Santos, de 30 de abril a 3 de maio, em Gondomar.
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CP Esgueira vence Supertaça(s) Masters Masculinos Dhika
O Clube do Povo de Esgueira ergueu este sábado, 25 de abril, o troféu da III Supertaça Masters Masculinos Dhika, depois de vencer, no Pavilhão Salesianos do Porto, o CAA Salesianos / ROTAS GENEROSAS, por 49-67, numa reedição da final da Taça de Portugal 2024/2025, conquistada pelo clube de Esgueira, que também foi campeão da Liga Master.
Os “bikudos” também já tinham vencido, a 11 de abril, por 88-44, em casa, frente aos Salesianos, mas a contar para a II Supertaça Masters Masculinos Dhika, referente à temporada 2024/2025, pelo que são totalistas de todas as edições do troféu, com três vitórias em três possíveis.
De realçar que em 2025/2026 o CP Esgueira terminou a 1.ª Fase da Liga Masters Dhika Masculina em 1.º do Grupo B, com 12 vitórias e uma derrota. Vai agora disputar a 2.ª fase (classificação do 1.º ao 8.º), com início a 2 de maio.
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FOTOGRAFIAS | DIREITOS RESERVADOS
CN 1 Masculina: SC Beira-Mar, Galitos, CB Albufeira e FC Barreirense nas finais zonais
No Campeonato Nacional da 1ª Divisão Masculina, estão apurados os quatro emblemas que prosseguem na luta pelo título e promoção à Proliga: SC Beira-Mar, Galitos Pizzarte, CBA Vigion Group e Futebol Clube Barreirense.
3ª Fase – Meias-Finais Norte
O Basquete Barcelos Eticol igualou a eliminatória frente ao SC Beira-Mar, fruto do triunfo, fora de portas, por 63-68, desfecho com responsabilidade direta de Joel Luz – 20 pontos, 14 ressaltos, 2 roubos de bola; 27.5 val. Jacquelino Mendonça – 14 pontos, 9 ressaltos, 1 assistências, 1 roubo de bola, 1 desarme de lançamento – foi o mais inconformado dos aveirenses.
Na “negra”, Jacquelino Mendonça – 22 pontos, 11 ressaltos, 1 assistência, 2 desarmes de lançamento; 31.5 val. – voltou a estar em evidência e contribuiu para a vitória e passagem do SC Beira-Mar, que se impôs por 72-79, apesar da grande atuação de João Malheiro – 24 pontos, 14 ressaltos, 4 assistências, 5 roubos de bola, 1 desarme de lançamento; 41.5 val.
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Com Bradley Cimperman – 23 pontos, 15 ressaltos, 2 assistências, 2 roubos de bola; 30.5 val – em alta, o Galitos Pizzarte selou a qualificação para a final, ao vencer, pela margem minima, o Club 5Basket Gondomar – 72-73. Na turma portuense, Evandro Delgado – 30 pontos, 14 ressaltos, 1 assistência – lutou por um final diferente.
3ª Fase – Meias-Finais Sul
O CBA Vigion Group assegurou a presença na final, ao superar, após prolongamento, o Belenenses – 71-77 – triunfo com dois obreiros principais: Guilherme Monteiro – 25 pontos, 9 ressaltos, 3 assistências, 2 roubos de bola, 2 desarmes de lançamento; 26 val. – e Joel António – 15 pontos, 9 ressaltos, 5 assistências, 3 roubos de bola. Hugo Silva – 11 pontos, 12 ressaltos, 6 assistências – procurou inverter o rumo dos acontecimentos.
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A ABA/IPCB respondeu positivamente, no segundo jogo da meia-final, no qual triunfou frente ao Futebol Clube Barreirense – 74-72. Bernardo Matos – 21 pontos, 7 ressaltos, 7 assistências, 1 roubo de bola – liderou a produção albicastrense, ao passo que Afonso Coelho – 14 pontos, 9 ressaltos, 8 assistências, 1 desarme de lançamento; 25 val.
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A eliminatória rumou novamente a casa do Futebol Clube Barreirense, que, perante o seu público, venceu a ABA/IPCB – 76-57 -,por margem significativa, graças essencialmente a um terceiro quarto autoritário – 31-10. O ascendente estatístico pertenceu a Afonso Coelho – 13 pontos, 7 ressaltos, 9 assistências, 4 roubos de bola; 30.5 val. Nos albicastrenses, merece ênfase o desempenho de Brandon Jackson – 14 pontos, 5 ressaltos, 2 roubos de bola, 1 desarme de lançamento; 17.5 val.
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Foto de capa: FC Barreirense
João Castro é campeão da EuroCup 2
Portugal tem motivos para guardar na memória – e dar duas voltas à chave – o percurso dos seus representantes na EuroCup 2 2026. Depois da campanha sonante do GDD Alcoitão, João Castro ergueu o troféu de vencedor da EuroCup 2, em casa, pela ASD Reggio Calabria.
O trajeto do emblema transalpino ante o seu público foi imaculado: na final, derrotaram os germânicos do Hannover United por 62-54. Antes, venceram Econy Gran Canaria – 57-69 -, Fundación Aliados – 65-90 -, Koln 99ers – 64-49 – e London Titans – 72-45.
João Castro passa a integrar o restrito lote de atletas nacionais que venceram provas europeias, a par de Marco Gonçalves, Hugo Lourenço e Ismael de Sousa.
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Inês Bagulho e João Castro na final da EuroCup 2 de BCR
A fase final das EuroCup, provas europeias de clubes de BCR, tem sido um espelho fiel da qualidade dos protagonistas nacionais. Depois da vitória do GDD Alcoitão no grupo A da EuroCup 4 e da nomeação de Custódio Coelho para a final da EuroCup 3, outros dois portugueses cruzam caminhos num palco solene: Inês Bagulho, juiza da AB Lisboa, e o jovem internacional A João Castro encontram-se na final da EuroCup 2.
Graças a um percurso imaculado na fase de grupos, a Reggio Calabria BIC, formação transalpina, casa do ex-Ferrol e BC Gaia, alcançou a final da competição. Por seu turno, a árbitra Inês Bagulho viu o seu desempenho premiado na prova e está nomeada para a derradeira partida a opor a equipa italiana aos germânicos Hannover United, amanhã, pelas 11h15. O embate pode ser acompanhado no canal de Youtube da IWBF Europe.
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Custódio Coelho nomeado para a final da EuroCup 3
Mais um momento prestigiante para a arbitragem nacional. Custódio Coelho está nomeado para apitar a final da EuroCup 3, prova europeia de clubes de BCR, que decorre em Istambul, este fim de semana.
O conceituado árbitro internacional luso vê, mais uma vez, reconhecida a sua competência pela IWBF Europa e vai dirigir, este domingo, 26 de abril, às 10h15, a final da competição, um escaldante Besiktas JK vs Club Deportivo Amivel, de Málaga.
De salientar que a campanha europeia do juiz da AB Setúbal não se esgota na EuroCup 3, já que, dentro de uma semana, a 1, 2 e 3 de maio, integrará o lote de árbitros da Final 4 da Champions Cup, máxima competição continental de clubes, em Madrid.
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GDD Alcoitão vence na EuroCup 4 e apura-se para a EuroCup 3 2027
O GDD Alcoitão venceu o grupo A da EuroCup 4, só com vitórias, e garantiu a vaga de qualificação em disputa para a EuroCup 3 2027. A campanha europeia indefetível – a primeira da história – começou a desenhar-se na sexta-feira, com triunfos sobre Megas Alexandros, da Grécia, e Sunrise Medical Shooters, dos Países Baixos. Já ao princípio da tarde de hoje, 25 de abril, os cascalenses suplantaram os britânicos Reading Rockets e selaram o registo invicto – que é comum às competições internas – com novo resultado a favor perante os anfitriões Rebel Wheelers – 44-52.
O GDD Alcoitão, à semelhança das partidas anteriores, tomou a batuta da partida e com uma defesa consistente, a limitar a ação dos bons atiradores dos irlandeses Rebel Wheelers, foi para o descanso na dianteira – 23-35.
Na segunda parte, os Rebel Wheelers protagonizaram uma reação enérgia e encurtaram a distância para três pontos – 42-45 -, mas os comandados de Fernando Lemos souberam conter o ímpeto local e assim celebrar um resultado histórico do BCR nacional.
O jovem internacional sub23 Afonso Tavares – 4.0 – foi o MVP do desafio, ao averbar 26 pontos, 9 ressaltos, 1 assistência, 3 roubos de bola. Também altamente responsáveis pelo desenlace feliz para o campeão nacional, deram nas vistas Ângelo Pereira – 2.5 – 11 pontos, 10 ressaltos, 10 assistências, 1 roubo de bola, 1 desarme de lançamento – e Hugo Maia – 2.5 – 4 pontos, 5 ressaltos, 2 assistências.
Afonso Tavares – 4.0 – e André Gomes – 2.5 – mereceram o reconhecimento dos seus pares, ao serem eleitos para o cinco ideal da competição.
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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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