Artigos da Federaçãooo

CA Queluz com minibasquete durante seis dias por semana

O Clube Atlético de Queluz (CA Queluz) tem, entre segunda-feira e sábado, minibasquete no seu recinto, o Pavilhão Henrique Miranda.

De forma a aumentar o número de praticantes, o clube da Linha de Sintra convida os jovens do sexo masculino, nascidos entre 2012 e 2018, a comparecerem no pavilhão.

São dois os turnos: um núcleo de mini 8, mini 10 e mini 12, com treinos à segunda e quarta-feira (18h30-20h) e ao sábado (10h30-12h); e um outro núcleo com treinos marcados para terça e quinta-feira (18h30-20h) e sábado (10h30-12h).

Mais informações em 917321269/916866342.


Custódio Coelho nomeado para o jogo da medalha de bronze masculina no Europeu A

Custódio Coelho está nomeado para apitar o jogo de atribuição da medalha de bronze, no torneio masculino do Campeonato da Europa da divisão A, entre a Alemanha e os anfitriões Países Baixos.
Ambas as seleções têm já assegurada a presença no torneio de qualificação Paralímpico com nações de outros continentes. O encontro está agendado para as 14h de Portugal e é transmitido aqui. Apenas os finalistas Grã-Bretanha e Espanha garantiram a vaga nos Jogos de Paris 2024.
O juiz setubalense vê assim premiado o bom desempenho no seu primeiro europeu da divisão A, em Roterdão, depois de, em 2022, ter feito a estreia em competições de seleções, no Europeu B/C, em Sarajevo, patamares que considera muito distintos. “A velocidade do jogo é totalmente diferente, a maneira como os jogadores aguentam os contactos também. Uma Letónia [2ª classificada na divisão B], que surpreendeu na altura, com low pointers rápidos, lançadores, na divisão A não conseguiu continuar as boas prestações”, exemplificou.
Ainda com mais um duro teste pela frente, como será o duelo a opor Países Baixos e Alemanha, face à expectativa de equilíbrio, Custódio Coelho faz um balanço positivo da experiência na montra maior das seleções europeias. “O conhecimento que levo e quero tentar passar aos meus colegas em Portugal é vasto. É importante tentar que as equipas procurem elevar o seu nível, principalmente em termos de contactos e familiarização plena com algumas regras”, afirmou.
Além do desejo de elevar o BCR no país, Custódio Coelho aponta como meta pessoal “tirar a licença completa”, ou seja, passar da categoria de árbitro zonal (europeu) para mundial.

Nota: fotografia da autoria de Miguel Fonseca – @mfportefolio


Seleção nacional de BCR procura repetir 2007 e 2015

A um mês exato do arranque do Campeonato da Europa C de BCR, em Sarajevo, Bósnia-Herzegovina – decorre de 18 a 24 de setembro -, fazemos a resenha das participações internacionais da seleção. Começando pelo objetivo cobiçado, a promoção à divisão B seria uma façanha alcançada pela terceira vez no percurso luso. Em 2007, em Dublin, palco do Europeu C conquistado por Portugal, celebrou-se a subida ao segundo patamar das seleções europeias, marco só superado pela inédita manutenção nessa mesma divisão B, em 2008, na cidade de Notwill, Suíça. De referir que, em 2007, no pódio individual, Portugal colocou dois jogadores no cinco ideal do torneio: o capitão Pedro Gonçalves – 3.5 -, histórico da APD Sintra (com um trajeto além-fronteiras digno de nota no CP Mideba), e Hugo Lourenço – 4.0 -, subcapitão e dono do percurso mais longo e laureado no BCR internacional de clubes, ao serviço dos espanhóis do CP Mideba.

Mas o trilho para a aparição portuguesa no panorama internacional desbravou-se bem antes. Foi no BCR, nos Jogos Paralímpicos de 1972, em Heidelberg, Alemanha, que Portugal assinalou a sua estreia absoluta na competição mais célebre do desporto para pessoas com deficiência à escala mundial, com um grupo de 11 jogadores. Houve também participações em 1971 e 1973 nos emblemáticos Jogos de Stoke Mandeville, prequela dos Jogos Paralímpicos. Na verdade, as edições de 1960, 1964, 1968 e 1972 dos Jogos Paralímpicos só obtiveram esse estatuto posteriormente. Jogos de Stoke Mandeville e Jogos Paralímpicos tornaram-se eventos distintos apenas a partir de 1976, com os primeiros a decorrem nos anos não-Paralímpicos.

Seguiu-se uma longa e penalizadora interrupção da presença da seleção nacional em provas internacionais, que cessa em 1994, através da integração do “Team Lisboa” em torneios europeus de clubes, estratégia encontrada para que a equipa nacional ganhasse paulatinamente ritmo e forma. Já enquanto seleção nacional – e numa era em que o BCR de seleções do “Velho Continente” se estratificava ainda em somente duas divisões -, Portugal disputa o Campeonato da Europa B, na Eslovénia, em 1996. Sucedem-se participações neste escalão nos europeus de 1999, enquanto anfitrião, em Tavira, e 2001, em Valladolid, Espanha.

Com o desenho de uma terceira divisão europeia, a seleção volta a surgir em cena no Campeonato da Europa C, novamente em casa, em Lisboa, corria o ano de 2005, obtendo um quinto lugar. Vieram os êxitos previamente narrados – conquista da divisão C e consequente subida à divisão B, em 2007; e manutenção na divisão B, em 2008 (sétimo posto) – e uma frustrante campanha em 2010, em Brno, República Checa, que ditou a descida, na sequência do décimo posto obtido, apesar dos fogachos de bom Basquetebol e algumas prestações promissoras.

Numa fase de má memória para a modalidade no país, a seleção falha os campeonatos da Europa C em 2011 e 2013, mas não se deixa abater e prepara um regresso memorável, com Lisboa, pela segunda vez, como pano de fundo. Em 2015, perante uma atmosfera galvanizante no pavilhão do Casal Vistoso, Portugal afugentou os deslizes nos jogos inaugurais com Bósnia-Herzegovina e Finlândia, e embalou para um trajeto notável, pontuado por triunfos contra Irlanda, Sérvia e Grécia. Na “desforra” com a Finlândia, nas meias-finais, uma exibição de requinte, valeu a passagem à final – o título escapou para a Bósnia-Herzegovina – e uma terceira ida à divisão B – desde a existência de três divisões. Nelson Oliveira – 1.0 -, que defendia as cores da APD Leiria, foi o representante luso no cinco ideal da prova.

Em 2016, em Sarajevo, capital da Bósnia-Herzegovina, com as expectativas elevadas, no derradeiro fôlego de uma geração marcante do BCR português, a permanência esfumou-se num final dramático, na partida contra a Eslovénia, que retomou a dianteira a segundos do soar da buzina – Portugal foi nono em dez contendentes. Desde então, a seleção nacional de BCR reconstruiu-se, apostou em novos valores, constituiu-se o projeto sub-23, fonte de vários dos atuais atletas seniores, mas ainda não conseguiu a desejada terceira promoção à divisão B.

Em 2017, em Brno, República Checa, ficou-se pelo quarto posto. Em 2019, em Sófia, Bulgária, viveu um desfecho anticlimático, com a derrota perante a Grécia nas meias-finais, reclamando o bronze diante da República Checa. Pedro Bártolo – 2.5 -, à data jogador dos italianos do HS Varese, viu reconhecido o bom desempenho com a inclusão no cinco ideal. Em circunstâncias francamente mais desafiantes e perante um sorteio desfavorável, Portugal lutou, mas caiu face à oposição de Bélgica e Lituânia – duas seleções do grupo B -, no Campeonato da Europa B/C de 2022, organizado em Sarajevo, na Bósnia-Herzegovina, que reuniu duas divisões em simultâneo, num formato sem precedentes, ditado pelas necessidades de reestruturação após a pandemia da Covid-19. Portugal chegou à décima posição, num total de catorze nações.

Um ano depois, com uma nova equipa técnica ao leme, encabeçada por Óscar Trigo – assistido por Javier López, Ricardo Vieira e Daniel Pereira -, e várias debutantes nos potenciais eleitos, Portugal parte com ambição renovada e de olhos postos no título, meta abertamente definida pelo selecionador nacional desde a mudança de ciclo. Com calendário ainda por conhecer, Bulgária, República Checa e Irlanda assumem-se, no papel, como principais rivais da seleção nacional na batalha pelas duas vagas de acesso à divisão B reservadas aos finalistas. Será também uma oportunidade para a equipa lusa quebrar o enguiço em Sarajevo, cidade que se revelou “inóspita” para os seus intentos nas duas presenças anteriores.

RESULTADOS DISPONÍVEIS

Jogos Paralímpicos de 1972 – Heidelberg, Alemanha

– Portugal 18 Bélgica 71

– Portugal 28 Espanha 58

– Portugal 26 Canadá 56

– Portugal 27 Suíça 25

Campeonato da Europa C – Lisboa, Portugal – 2005

– Portugal 76 Letónia 26

– Grécia 54 Portugal 50

– Finlândia 59 Portugal 49

– Portugal 59 Ucrânia 38

– Irlanda 43 Portugal 64

– Portugal 75 Lituânia 70

Posição: 5º

Campeonato da Europa C – Dublin, Irlanda – 2007

FINAL: Portugal 69 Lituânia 60

Cinco ideal: Hugo Lourenço e Pedro Gonçalves

Posição: Vencedor

Campeonato da Europa B – Notwill, Suíça – 2008

– Rússia 63 Portugal 60

– Portugal 55 Bósnia-Herzegovina 70

– Portugal 54 Bélgica 58

– Croácia 79 Portugal 61

– Lituânia 48 Portugal 52

Posição: 7º

Campeonato da Europa C – Lisboa, Portugal – 2015

– Portugal 34 Bósnia-Herzegovina 58

– Portugal 47 Finlândia 49

– Portugal 54 Irlanda 51

– Grécia 34 Portugal 58

– Portugal 74 Sérvia 50

– Portugal 61 Finlândia 50

– Portugal 51 Bósnia-Herzegovina 75

Posição: 2º

Cinco ideal: Nelson Oliveira

Campeonato da Europa B – Sarajevo, Bósnia-Herzegovina – 2016

– Bósnia-Herzegovina 76 Portugal 40

– Portugal 50 Lituânia 72

– Portugal 50 Letónia 76

– Portugal 40 Áustria 50

– Eslovénia 60 Portugal 59

– Irlanda 51 Portugal 56

Posição: 9º

Campeonato da Europa C – Brno, República Checa – 2017

– Portugal 28 Bélgica 72

– Grécia 46 Portugal 74

– República Checa 67 Portugal 50

– Portugal 51 Irlanda 52

Posição: 4º

Campeonato da Europa C – Sófia, Bulgária – 2019

– Portugal 80 Hungria 8

– Portugal 72 Bulgária 34

– República Checa 52 Portugal 77

– Grécia 61 Portugal 57

– Portugal 68 República Checa 56

Cinco ideal: Pedro Bártolo

Posição: 3º

Campeonato da Europa B/C – Sarajevo, Bósnia-Herzegovina – 2022

– Lituânia 77 Portugal 62

– Portugal 49 Bélgica 75

– Sérvia 57 Portugal 48

– Portugal 41 Bulgária 30

– Portugal 82 República Checa 47

– Irlanda 41 Portugal 63

– Hungria 24 Portugal 87

Posição: 10º

 

 


Polónia supera Portugal que termina no 3.º posto do Grupo B de Pré-qualificação para o Torneio Olímpico

Portugal não conseguiu superar a Polónia no jogo que poderia ter garantido a passagem às meias-finais da Pré-qualificação do Torneio Olímpico e termina a competição no terceiro posto do Grupo B.

A equipa das Quinas precisava da vitória por dez ou mais pontos para depender apenas de si, ou de um triunfo da Hungria sobre a Bósnia e Herzegovina, mas não conseguiu superar uma das Seleções anfitriãs da prova, a Polónia. Portugal não entrou bem em campo e logo nos dez minutos iniciais encaixou um parcial de 10-17. Além de estar em desvantagem no marcador, a formação lusa “perdeu” o base Diogo Ventura devido a lesão, infelicidade que encurtou as opções do Selecionador Mário Gomes. Apesar da desvantagem no marcador, a Seleção Nacional tentou sempre reverter a marcha do marcador, pese embora tenha sentido dificuldades, sobretudo nas finalizações próximas do cesto. Portugal foi também “castigado” com 24 pontos a partir de perdas de bola, bem como pela maior eficácia polaca no momento de lançar ao cesto. Mesmo tendo equilibrado a partida na segunda metade, os 11 pontos de desvantagem da primeira metade determinaram a derrota portuguesa (65-78) no encontro contra a 13.ª classificada do ranking FIBA. Diogo Gameiro (11pts, 1res, 1ast, 1rb), Miguel Queiroz (9pts, 5res), Gonçalo Delgado (8pts, 5res, 1rb), Rafael Lisboa (8pts, 3res, 5ast, 1rb) e Vlad Voytso (8pts, 8res, 1ast, 1rb) foram os jogadores com sinal mais na equipa das Quinas.

No final do jogo, Diogo Gameiro, o melhor marcador na Seleção Nacional, abordou a performance portuguesa: “Tivemos alguns momentos atípicos, algo que não se viu nos outros jogos. ‘Perdemos’ o Diogo (Ventura), uma infelicidade, que é sempre uma baixa importante na equipa. Não estando a fazer um jogo bem conseguido, não desistimos, nunca baixamos os braços e é isso que tem de ficar desta partida”, referiu. No que diz respeito ao trabalho desenvolvido pela Seleção Nacional, o base português mostrou-se orgulhoso da equipa, mas com o sentimento que a Seleção Nacional podia ter ido mais longe na competição: “O mês de trabalho foi bom, estivemos bem em Viana, na Jordânia tivemos muitos bons momentos. Fica o sentimento que podíamos ter feito mais, quer contra a Bósnia, quer neste jogo com a Polónia, apesar de terem sido jogos diferentes. Fico com a sensação que ainda conseguimos mais”, finalizou.

Já o selecionador, Mário Gomes, atribuiu a derrota em Gliwice à má entrada no jogo, mas acredita que o nível de jogo demonstrado deixa bons indicadores para o futuro da Seleção: “O início do jogo foi decisivo. Julgo saber porque que não conseguimos reagir durante a primeira parte, mas são coisas para falarmos internamente na equipa. A partir daí, contra uma equipa que é mais forte que nós, a jogar na casa deles torna-se tudo muito complicado. Lutámos e fomos atrás do prejuízo, mas não foi possível. O início marcou muito o que foram os 40 minutos deste jogo. Na antevisão referi que temos sempre quatro fatores estatísticos definidos para aos jogos e que cumprindo com três ficamos muito perto de vencer. Hoje cumprimos apenas um, portanto estivemos abaixo dos dois jogos anteriores. De qualquer das formas, jogamos ao nível mais elevado que alguma vez esta Seleção já jogou, durante dois jogos e meio. Vinte minutos abaixo do que precisávamos, mas no computo geral deixa-me satisfeito com a equipa e dá-nos garantias para o nosso objetivo número um: estar na fase final do EuroBasket 2025. Não é ‘fanfarronice’ da nossa parte almejarmos isso. Aquilo que fizemos aqui dá-nos garantias que temos capacidades para alcançar esse objetivo”, explicou.

O técnico português de 66 anos reafirmou ainda a honra que sente em orientar a Seleção Nacional, agradecendo a todo o grupo de trabalho pelo último mês em que a equipa das Quinas esteve concentrada: “Termino com um agradecimento a toda a gente que compõe esta equipa. Primeiro aos jogadores, à equipa técnica, aos fisioterapeutas e a todo o staff à volta desta Seleção. Para mim é uma honra treinar esta equipa. Em fevereiro voltámos a ver-nos”, concluiu.


“Vamos dar tudo para engrandecer o basquetebol português” (vídeo)

Seleção Nacional de seniores masculinos continua na luta pelas meias-finais na Pré-qualificação do Torneio Olímpico e, depois da vitória sobre a Hungria, vai ter pela frente uma das seleções anfitriãs da competição, a Polónia. O internacional português, Diogo Ventura, e o selecionador nacional, Mário Gomes, projetaram o embate com os polacos que é decisivo para as aspirações da equipa das Quinas. O Grupo B ainda está em aberto, com todas as seleções ainda com possibilidade de chegarem às meias-finais da Pré-qualificação.

Os vários cenários, são os seguintes:

Se a Bósnia e Herzegovina ganhar à Hungria, Portugal tem de vencer por dez ou mais pontos, garantido imediatamente as meias-finais da prova. Caso a Hungria ganhe e Portugal também vença, a equipa das Quinas também se apura. Se a Hungria ganhar e Portugal perder, a Seleção ainda pode chegar à próxima fase caso a vitória húngara se fixe entre os sete e os 14 pontos. Uma vantagem inferior a sete pontos, coloca a Bósnia na próxima fase. Uma vantagem superior a 14 pontos para a Hungria, garante à seleção magiar a qualificação.

O encontro tem transmissão em direto na plataforma Courtside 1891 da FIBA e na TVP Sport (Polónia) a partir das 17h00 (hora portuguesa).


FPB colabora com o projeto “Joga Simples”

O Comité Nacional de BCR (CNBCR) acordou a cooperação com o projeto “Joga Simples”, cujo objetivo passa por construir uma base de dados com os clubes com modalidades adaptadas.

O precursor da iniciativa, Tiago Maia, jovem praticante de Ténis em cadeira de rodas, pretende, numa primeira fase, reunir informação relativa a todos os clubes e aferir lacunas existentes em aspetos como a disponibilidade de transporte para os locais de treino, as condições de acessibilidade, o material de prática disponível (no caso do BCR, cadeiras de competição) e o potencial suporte que a federação responsável possa providenciar, tanto a nível logístico, como na aquisição e cedência dos recursos em falta.

Na ótica do impulsionador do projeto, as atuais plataformas revelam-se insuficientes ou encontram-se desatualizadas. A longa travessia de 2018 até 2022 para descortinar uma solução que lhe permitisse o envolvimento no Ténis em cadeira de rodas constituiu o principal catalisador para a criação do “Joga Simples”. “Foram anos em que a informação que era dada não batia certo. Identificámos que os mecanismos existentes continham gralhas e, após os contactos com os clubes, constatámos ainda mais inconsistências. Pude comprovar logo no início que um dos clubes sinalizados para o Ténis em cadeira de rodas já não o fazia desde 2012. Por isso este trabalho é necessário”, referiu.

Para o lançamento do site, passo inaugural previsto para setembro, se alcançada a meta de “conseguir completar as bases de dados para que sejam fidedignas”, contribui uma extensa e jovem equipa de trabalho, totalmente voluntária, essencial para coadjuvar Tiago Maia na missão de concretizar a iniciativa, que se desdobra nas áreas de informática, logística, comunicação e recolha de informação.

Entre o leque de entidades parceiras, para além da FPB, sobressaem a Federação Portuguesa de Golfe, Federação Portuguesa de Ténis, SURFaddict, Football For All, Federação Portuguesa de Corfebol, Federação Portuguesa de Natação, EDGA (European Disabled Golf Association).

No tocante ao BCR, os dez clubes nacionais atualmente no ativo já foram incentivados a indicar as necessidades e informações solicitadas, na expectativa de que o universo de praticantes da modalidade cresça exponencialmente.

Nota: fotografia da autoria de Miguel Fonseca – @mfportefolio


Portugal conquista triunfo no embate com a Hungria

Portugal conquistou o primeiro triunfo na Pré-qualificação do Torneio Olímpico, depois de superar a Hungria por 74-86. A equipa das quinas controlou todo o encontro e estreou-se a vencer na inédita competição, depois de ter deixado uma bela impressão no jogo inaugural com a Bósnia e Herzegovina.

A equipa das Quinas entrou bem no jogo e conseguiu impor o seu ritmo desde o primeiro minuto. Apesar da boa eficácia portuguesa, a Hungria não demonstrava sinais de abrandar e as duas equipas iam-se digladiando pela liderança isolada da partida que só viria a chegar na segunda metade. Portugal ainda tentou “escapar” no final do 2.º quarto, mas foi para o intervalo apenas com duas posses de bola de vantagem (42-48). A liderança portuguesa deixava boas indicções para a segunda metade, momento em que a formação orientada por Mário Gomes, Nuno Manarte e Sérgio Ramos, aumentou a agressividade defensiva e obrigou a Hungria a aplicar-se ainda mais para conseguir pontos na tabela lusa.

Além de dominar a luta das tabelas, Portugal voltou a ser mais eficaz da linha dos três pontos, sabendo tirar partido dos oito roubos de bola e partilhando a bola no ataque (23 assistências). A boa performance da Seleção foi, também, espelho dos 46 pontos que saltaram do banco português, com todos os jogadores utilizados a marcarem pontos. No último quarto a equipa das Quinas marcou 19 pontos e limitou a congénere magiar a apenas nove, fixando o resultado em 74-86. Portugal conquistou este triunfo alicerçado numa excelente exibição coletiva, mas que teve em maior evidência Gonçalo Delgado (11pts, 6res, 2ast, 2rb), Diogo Brito (17pts, 2res, 2rb), Vlad Voytso (13pts, 2res, 1dl) e Cândido Sá (11pts, 5res, 1ast).

https://www.youtube.com/watch?v=eh4ETOaKTHQ

Satisfeito com o triunfo diante da Hungria, o selecionador nacional Mário Gomes, realçou a melhoria defensiva como a chave do bom resultado luso: “A análise que faço da partida é semelhante à que fiz do jogo com a Bósnia, com a exceção dos fatores extra que hoje estiveram normais. Tivemos uma arbitragem normal. Vínhamos para cá com o objetivo de mostrar que o nosso lugar no ranking não correspondia ao nosso valor e para mostrarmos isso tínhamos de conseguir competir de igual para igual. Para isso é preciso ganhar jogos. Não muda nada. Nem ontem a derrota foi um drama, nem hoje a vitória é motivo de festa. O estado de espírito mudou, somos seres humanos e gostamos de vencer. Estivemos sempre bem, apesar de algumas oscilações. Em termos defensivos fomos mais duros na segunda parte. Pedi isso aos jogadores no intervalo. Sofrer 42 pontos na primeira parte são muitos pontos sofridos. Na segunda parte conseguimos baixar para 32 pontos e creio que esteve aí a chave da vitória. Pareceu-me que estávamos em melhor condição física, sobretudo na segunda parte”, explicou.

O técnico realçou ainda a mentalidade que foi demonstrada pela equipa durante os quarenta minutos: ‘Ontem demonstramos que estamos aqui por mérito próprio, não estamos a usufruir de convites, nem de prémio algum, mas temos de mostrar isso todos os dias’. Na alta competição todos os dias têm de ser reflexo dessa mentalidade. Mostrámo-la ontem, mas hoje também era preciso e a equipa correspondeu. É essa a mensagem para o próximo jogo”, concluiu.

Gonçalo Delgado, o elemento mais valioso da formação portuguesa, analisou a partida e atribuiu ao grupo de trabalho o mérito deste triunfo: “Foi um jogo muito competitivo, no quarto período conseguimos passar para a frente de forma destacada. Demos um passo em frente e saímos com a vitória. Estou muito contente por ter contribuído para a vitória da equipa, mas o que me importa é ajudar a Seleção dentro de campo. A equipa é o mais importante, queremos chegar o mais longe possível”, esclareceu.

Para o jogo que se segue, perante a Polónia, o extremo-poste luso acredita na vitória: “Temos de manter a consistência para competirmos a alto nível. A Polónia é uma seleção forte que está a jogar em casa. Com esta consistência e apoiado no excelente espírito de grupo que temos, acredito na vitória”, comentou.

Esta terça-feira está reservada para recuperação física e descanso, com a Seleção a regressar à competição na próxima quarta-feira, para o embate com a Polónia, agendado para as 17h00 (hora portuguesa). A partida conta com transmissão na plataforma Courtside 1891 e na TVP Sport.


Portugal “cai de pé” diante da Bósnia e Herzegovina

A Seleção Nacional de seniores masculinos estreou-se na Pré-qualificação do Torneio Olímpico com uma derrota diante da Bósnia e Herzegovina (75-84). Apesar da vitória ter sorrido à equipa dos Balcãs, Portugal foi para o intervalo na liderança do marcador, numa partida que foi marcada pelo carácter e resiliência do conjunto português.

A Seleção Nacional entrou melhor em campo e logo nos primeiros dez minutos conseguiu adiantar-se no marcador (24-17). A eficácia portuguesa da linha dos três pontos fazia-se sentir (sete triplos convertidos em 14 tentados), com Portugal a ir para o descanso a vencer por três pontos (40-37). As boas sensações da equipa portuguesa eram reflexo da intensidade e concentração da Seleção Nacional que conseguiu igualar a intensidade defensiva e terminar a partida com mais roubos de bola do que a Bósnia (11 contra sete).

No reatar do jogo, Portugal teve de lidar com a maior agressividade defensiva do conjunto balcânico, que aproveitou o aumento da eficácia para se colocar em vantagem no jogo. Mesmo atrás do marcador, Portugal nunca permitiu à Bósnia ter uma vantagem segura, tendo disputado a partida até aos últimos segundos. No soar final da buzina, mesmo com a derrota por 75-84, a equipa das Quinas deixou uma boa imagem do trabalho que tem desenvolvido. Na Seleção Nacional, importa realçar as exibições inspiradas de Rafael Lisboa (22pts, 4ast), Travante Williams (19pts, 3res, 2rb) e Ricardo Monteiro (10pts, 4res).

No final do jogo, o selecionador nacional, Mário Gomes, mostrou o seu desagrado com a arbitragem do encontro: “Antes de comentar algo sobre o jogo, quero protestar com veemência sobre as condições em que estamos alojados. A FIBA exige muito, mas estas condições, particularmente alguns quartos, são uma vergonha. Tenho pena que as pessoas não tenham visto este jogo na televisão pública, de uma seleção constituída por atletas portugueses, a jogarem ao nível a que Portugal jogou hoje. É frustrante perder assim. A Bósnia não foi melhor do que nós. O que sentimos durante o jogo é que não nos iam deixar ganhar. Num jogo como este, em que competimos a este nível, em que estivemos de igual para igual dentro de campo e acabámos quase com o dobro das faltas e com quarenta lances livres para eles, aquilo que sentimos é que por muito que equilibremos os jogos, em determinadas circunstâncias, não nos vão deixar ganhar”, explicou o técnico português.

Apesar do resultado negativo, Mário Gomes, não deixou de expressar a satisfação pela resiliência e capacidade demonstrada pelo grupo de trabalho: “Estou muito satisfeito com os jogadores, com a equipa. Do ponto de vista do jogo jogado fomos tão bons, ou até melhores, que a Bósnia. Os jogadores conseguiram resistir à frustração que o jogou nos foi trazendo. Foi particularmente notório que os critérios de arbitragem não foram iguais consoante os jogadores que eram alvo das decisões. Como transmiti aos árbitros, à mesa e aos encarregados da FIBA, tivemos em campo jogadores normais e alguns jogadores VIP. Os jogadores VIP tiveram um tratamento diferenciado. Estou mesmo muito orgulhoso da equipa e dos meus atletas, mas a pensar seriamente se vale a pena continuar, quando não nos deixam sair do lugar em que estamos. Não nos deixam ganhar os jogos que temos capacidade para ganhar”, concluiu.

Já o MVP da partida do lado português, Rafael Lisboa, mostrou-se orgulhoso da exibição da Seleção Nacional: “Foi um jogo que mostrou o nosso caráter. É um orgulho fazer parte desta equipa, mas fica um amargo de boca quando sentimos que podíamos ter ganho. Fomos muito competentes, mostramos que temos qualidade para estar neste nível. Não encaramos esta competição como um prémio, viemos para ganhar jogos. Sabemos da qualidade das outras seleções, mas também sabemos o que conseguimos mostrar dentro de campo. Já disse várias vezes que temos muita mais qualidade do que aquela que nos é atribuída”, salientou o jovem base.

Na análise ao encontro, o jogador de 23 anos destacou a boa entrada em campo e apontou baterias ao jogo desta segunda-feira com a Hungria: “Entrámos muito bem, fomos intensos para enfrentar uma Bósnia mais alta e mais atlética. Nos detalhes conseguiram vencer o jogo. Entraram mais fortes na segunda parte, mas não desistimos. Algo positivo de salientar. Estou mesmo muito orgulhoso do trabalho que fizemos. Amanhã temos outro jogo e a mentalidade é a mesma: vencer!”, terminou.

Portugal regressa à competição já amanhã, pelas 16h30 (hora portuguesa), diante da Hungria. A partida conta com transmissão na plataforma Courtside 1891 e na TVP Sport.


Sub16 masculinos vencem no adeus a Pitesti

A Seleção Nacional de Sub16 masculinos encerrou o Campeonato da Europa da categoria (Divisão B), em Pitesti, Roménia, com uma vitória sobre a congénere do Luxemburgo por 69-63, conquistando o 13.º lugar final na classificação. Num jogo marcado pelo equilíbrio, um parcial de 11-0 favorável a Portugal entre o final do 3.º quarto e o início do derradeiro período foi decisivo para o triunfo da equipa treinada por Andrii Melnychuk, Paulo Raminhos e Miguel Matos.

Com as duas seleções a equivalerem-se em vários itens estatísticos, Portugal acabou por levar a melhor graças à maior eficácia nos lançamentos curtos (60% 2P vs. 47% dos luxemburgueses) e ao bom desempenho na defesa (16 roubos de bola e 8 desarmes de lançamento).

Lucas Barreira (12pts, 2ast, 1rb), João Panzo (10pts, 3res, 2ast, 2rb, 2dl), Tiago Vehvilainen (8pts, 3res, 1rb), Tiago Santos (7pts, 3res, 1rb, 1dl), Apolo Caetano (7pts, 3res, 4ast, 2rb) e Francisco Fernandes (5pts, 7res, 2ast, 2rb, 2dl) estiveram em bom plano pela equipa das quinas.

 


“Vamos lutar até à última posse de bola” (vídeo)

A Seleção Nacional de seniores masculinos faz este domingo a sua estreia na Pré-qualificação do Torneio Olímpico diante da Bósnia e Herzegovina. O capitão da equipa das Quinas, Miguel Queiroz, e o selecionador nacional, Mário Gomes, foram os porta-vozes de um grupo de trabalho que vai “lutar até à última posse de bola” pela vitória!

O encontro tem transmissão em direto e exclusivo na plataforma Courtside 1891 da FIBA, a partir das 15h30 (hora portuguesa).


Portugal ultrapassa oposição da Ucrânia

A seleção nacional de sub16 masculinos regressou aos triunfos no Campeonato da Europa – Divisão B e venceu a oposição da Ucrânia por 73-66.

O conjunto ucraniano entrou melhor na partida e esteve na liderança durante grande parte do primeiro quarto. Contudo, a formação lusa reagiu e mostrou os seus pergaminhos, empatando a partida a 19 à entrada para o segundo período, e distanciou-se no marcador com um parcial de 28-6 até ao intervalo.

No descanso o marcador assinalava 44-25 favorável à equipa das Quinas e os comandados de Andrii Melnychuk controlavam os ritmos de jogo. No entanto, o adversário ucraniano começou a crescer e foi paulativamente reduzindo a diferença. A cerca de três minutos para o final a distância no marcador era de apenas quatro pontos (63-59), mas a seleção portuguesa mostrou sangue frio na etapa final e conseguiu segurar uma importante vitória.

No capítulo estatístico, Portugal foi mais eficaz no lançamento exterior (43% contra 32%) e viu os atletas provenientes do banco de suplentes dar um importante contributo ao apontarem 43 pontos.

Andrew Figueira (17pts, 3res, 2ast, 1rb), João Panzo (10pts, 11res, 1ast, 5rb, 2dl) e Duarte Nunes (10pts, 4res, 1ast) foram os mais esclarecidos na equipa lusa.

A equipa das Quinas disputa o último jogo do europeu este domingo contra o Luxemburgo, um jogo com início marcado para as 11h30 e que tem transmissão no canal YouTube da FIBA. Em caso de vitória, Portugal conquista a 13.ª posição.


Portugal não conseguiu ultrapassar frieza dinamarquesa

A seleção nacional de sub16 masculinos continuou a sua caminhada no Campeonato da Europa – Divisão B ao enfrentar a Dinamarca no primeiro jogo de classificação entre o 9.º e o 16.º lugar.

Num jogo marcado pelo equilíbrio e pelas trocas constantes de liderança ao longo dos 40 minutos, Portugal entrou melhor e liderou durante os minutos iniciais. A resposta dinamarquesa surgiu com o avançar do primeiro quarto, mas a equipa das Quinas seguiu na frente do marcador até meio do segundo período, altura em que a formação nórdica tomou as rédeas do encontro. Os comandados de Andrii Melnychuk reagiram e ao intervalo venciam pela margem mínima (32-31).

A toada continuou após o descanso. Portugal voltou a distanciar-se e chegou aos 11 pontos de vantagem (37-26), mas voltou a permitir que a Dinamarca tomasse conta dos ritmos de jogo e ambas as equipas entraram para os dez minutos finais empatadas a 52. No último período a frieza escandinava fez a diferença, com os jovens lusos a baixarem os índices de eficácia. A vitória sorriu ao adversário por 72-66.

João Panzo (14pts, 23res, 5ast, 1rb) e Apolo Caetano (22pts, 7res, 2ast, 3rb) foram os mais esclarecidos na turma lusa.

A seleção volta a entrar em campo este sábado, pelas 13h30, para medir forças com a Ucrânia na fase de classificação entre o 13.º e o 16.º lugar. O jogo tem transmissão no canal YouTube da FIBA.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Aliquam iaculis blandit magna, scelerisque ultricies nisi luctus at. Fusce aliquam laoreet ante, suscipit ullamcorper nisl efficitur id. Quisque id ornare est. Nulla eu arcu neque. Sed ornare ex quis pellentesque tempor. Aenean urna enim, commodo ut nunc sit amet, auctor faucibus enim. Nullam vitae felis ipsum. Etiam molestie non enim quis tincidunt. Pellentesque dictum, nulla id ultricies placerat, neque odio posuere orci, quis vestibulum justo odio ut est. Nullam viverra a magna eu tempor. Nullam sit amet pellentesque magna. Vestibulum vel fermentum turpis, nec rhoncus ipsum. Ut et lobortis felis, sed pellentesque dolor. Nam ut porttitor tellus, ac lobortis est. Fusce vitae nisl vitae ante malesuada venenatis. Sed efficitur, tellus vel semper luctus, augue erat suscipit nunc, id hendrerit orci dui ac justo.

Pellentesque eleifend efficitur orci, et pulvinar dui tempus lobortis. Proin accumsan tempus congue. Cras consectetur purus et lacinia rhoncus. Ut eu libero eget quam semper malesuada. Aliquam viverra vulputate tempor. Sed ac mattis libero, a posuere ligula. Quisque tellus dui, placerat vel ex in, fringilla fringilla tellus. Aliquam erat volutpat. Aenean convallis quis eros vel ornare. Aliquam et lorem vestibulum, posuere quam ac, iaculis arcu. Fusce feugiat blandit mattis.

Legenda

Praesent sed metus euismod, varius velit eu, malesuada nisi. Aliquam aliquet quam tempor orci viverra fermentum. Sed in felis quis tortor accumsan vestibulum. Aliquam erat volutpat. Maecenas pretium sem id enim blandit pulvinar. Pellentesque et velit id arcu feugiat hendrerit ac a odio. Sed eget maximus erat. Phasellus turpis ligula, egestas non odio in, porta tempus urna. Fusce non enim efficitur, vulputate velit in, facilisis metus.

Nulla sagittis risus quis elit porttitor ullamcorper. Ut et dolor erat. Ut at faucibus nibh. Cras nec mauris vitae mauris tincidunt viverra. Donec a pharetra lectus, vitae scelerisque ligula. Integer eu accumsan libero, id sollicitudin lectus. Morbi at sem tincidunt augue ullamcorper tristique. In sed justo purus. Aenean vehicula quam quis pellentesque hendrerit. Fusce mattis mauris lorem, in suscipit diam pretium in. Phasellus eget porttitor mauris. Integer iaculis justo ut commodo eleifend. In quis vehicula nisi, non semper mauris. Vivamus placerat, arcu et maximus vestibulum, urna massa pellentesque lorem, ut pharetra sem mauris id mauris. Vivamus et neque mattis, volutpat tortor id, efficitur elit. In nec vehicula magna.

Miguel Maria

“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

Morbi in auctor velit. Etiam nisi nunc, eleifend quis lobortis nec, efficitur eget leo. Aliquam erat volutpat. Curabitur vulputate odio lacus, ut suscipit lectus vestibulum ac. Sed purus orci, tempor id bibendum vel, laoreet fringilla eros. In aliquet, diam id lobortis tempus, dolor urna cursus est, in semper velit nibh eu felis. Suspendisse potenti. Pellentesque ipsum magna, rutrum id leo fringilla, maximus consectetur urna. Cras in vehicula tortor. Vivamus varius metus ac nibh semper fermentum. Nam turpis augue, luctus in est vel, lobortis tempor magna.

Ut rutrum faucibus purus ut vehicula. Vestibulum fermentum sapien elit, id bibendum tortor tincidunt non. Nullam id odio diam. Pellentesque vitae tincidunt tortor, a egestas ipsum. Proin congue, mi at ultrices tincidunt, dui felis dictum dui, at mattis velit leo ut lorem. Morbi metus nibh, tincidunt id risus at, dapibus pulvinar tellus. Integer tincidunt sodales congue. Ut sit amet rhoncus sapien, a malesuada arcu. Ut luctus euismod sagittis. Sed diam augue, sollicitudin in dolor sit amet, egestas volutpat ipsum.