Artigos da Federaçãooo

Liga BCR: Pode haver campeão este fim de semana

A possibilidade de campeão na Liga BCR aguça o apetite para o fim de semana com dose dupla. A 9 e 10 de maio, cumprem-se o terceiro e quarto desafios da final, entre APD Braga e GDD Alcoitão, em Ferreiros, pelas 15h15, com transmissão na FPBtv. Os primeiros “ensaios” para o momento de consagração renderam duas partidas com três pontos a separar as duas equipas, em Alvide, ora a favor do GDD Alcoitão, ora da APD Braga. Recém-chegados de uma saborosa campanha europeia, os cascalenses levaram a melhor no embate inaugural. Os minhotos responderam com a fibra de quem esteve em praticamente todas as fases de decisão da última década.

Para o técnico Ricardo Vieira, era imperioso trazer pelo menos uma vitória fora de casa. “Contra uma equipa como Alcoitão, para mim a melhor do País atualmente, temos de estar em um dia excelente e se quiséssemos pensar em vencer, teríamos de tentar vencer um jogo em Alcoitão. Uma façanha destas dá-nos confiança, mas somos realistas e percebemos que nada está resolvido e que o campo do adversário não dita nada. De qualquer forma, vencer quase após um ano Alcoitão e retirar-lhes a invencibilidade é algo que pode nos dar mais confiança”, sinalizou.

Para delinear novo triunfo, o líder da formação bracarense é perentório. “Sendo um treinador que gosta de trabalhar defesa, acredito sempre que posso melhorar defensivamente, sendo mais agressivo e obrigar com isso à perda da bola ou ao lançamento em pressão e com pressão. A nível ofensivo, é acreditar no nosso jogo interior e tentar dominar quer defensiva quer ofensivamente as tabelas”, referiu, convicto de que vêm aí duas excelentes amostrar de BCR. “Acredito que podem ser dois jogos emocionantes e dignos de representar o nosso BCR, assim como ver a bancada cheia e apoiar as três equipas presentes”.

Por sua vez, Fernando Lemos perspetiva dois encontros revestidos das mesmas caraterísticas dos primeiros. “Espero um duplo confronto à imagem dos anteriores, com ambas as equipas a tentarem prevalecer os seus pontos fortes, e onde obviamente esperamos estar mais fortes e sobretudo mais recuperados fisicamente,  o que nos permitirá impor o nosso jogo de um forma clara”.

Averbar a primeira derrota da temporada não fez mossa no grupo, assegura. “Apesar da primeira derrota da época, o estado de espírito da equipa continua forte, sabemos o nosso valor e do que somos capazes! Não ha equipas invencíveis, há sim equipas competentes e com qualidade, e o Alcoitão faz parte desse tipo de grupos. Quem faz a época que temos feito, está imune a depressões, pois o trabalho e os resultados falam por si”, afiançou.

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CN 2 Masculina: União de Leiria, CBP 2012 e CAQ Sub23 em vantagem

No Campeonato Nacional da 2ª Divisão Masculina, decorreram os encontros referentes à primeira mão das meias-finais zonais. A segunda mão, onde partem na frente União de Leiria, CBP 2012 e Queluz O NOSSO PREGO Sub23, está agendada para 9 e 10 de maio.

3º Fase – Meias-Finais Norte

A União de Leiria trouxe a vitória da deslocação ao Minho, onde suplantou o SC Braga Sub2374-83 -, muito por culpa de Miguel André – 15 pontos, 14 ressaltos, 6 assistências, 3 roubos de bola – 26.5 valorização. Nos bracarenses, sobressaiu Ricardo Pinheiro – 20 pontos, 5 ressaltos, 5 assistências, 4 roubos de bola; 23 valorização.

O CBP 2012 foi soberano, na receção ao Beira-Mar Sub23 – 130-60 – e vê muito próxima a passagem à final e a promoção de escalão.

3º Fase – Meias-Finais Sul

No embate entre GDRAR e A.C. Moscavide houve empate – 70-70 -, pelo que fica tudo em aberto para a segunda mão. No Algarve, o Queluz O NOSSO PREGO Sub23 impôs-se categoricamente ao Quarteira Tubarões – 56-88.

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Foto de capa: CAQ


Proliga: definidos os cenários finais antes dos Playoffs

A última jornada da fase regular da Proliga, disputada a 1 e 2 de maio, confirmou as posições finais nas duas fases da competição, com o CD Póvoa ESC ONLINE a fechar no topo do Grupo de Promoção e a garantir a subida à Liga Betclic Masculina.

No Grupo de Promoção, a equipa poveira venceu o Portimonense SC por 71-66, confirmando uma época de grande consistência. Já o CAB Madeira encerrou a fase regular com um triunfo expressivo fora frente ao Imortal Sub23 AOC (78-97).

O Illiabum MARGRES assegurou o terceiro lugar ao bater o Casino Ginásio por 76-68, enquanto o Portimonense SC terminou na quarta posição. O Maia Basket Clube, após vencer no terreno do Ginásio ANTRIX (73-83), fechou a fase regular no quinto posto. As restantes posições ficaram definidas com o Imortal Sub23 AOC (6.º), Casino Ginásio (7.º) e Ginásio ANTRIX (8.º).

No Grupo de Manutenção, o Sport Club Lusitânia confirmou o primeiro lugar com uma vitória clara frente ao Clube Basket de Queluz (89-68). A AD Galomar garantiu o segundo posto ao vencer fora a BSA – GALP (74-86).

O Sampaense Inspecentro fechou o pódio do grupo após superar a Académica EFAPEL por 85-81, enquanto o SL Benfica Sub23 terminou na quarta posição, depois de uma vitória expressiva frente ao Sangalhos DC (100-55).

Com a fase regular concluída, arrancam agora os Playoffs da Proliga, disputados à melhor de três jogos. Nas meias-finais do Grupo de Promoção, o Illiabum MARGRES mede forças com o CAB Madeira, enquanto o Portimonense SC defronta o já promovido CD Póvoa ESC ONLINE.

O primeiro jogo está agendado para 9 de maio, com o Illiabum a receber o CAB Madeira e o Portimonense a jogar em casa frente ao CD Póvoa ESC ONLINE. O segundo encontro disputa-se a 16 de maio, com inversão de campos, estando um eventual terceiro jogo marcado para 17 de maio, novamente no reduto das equipas melhor classificadas na fase regular.

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CN 1 Masculina: Futebol Clube Barreirense e SC Beira-Mar mais perto da subida

No Campeonato Nacional da 1ª Divisão Masculina, cumpriram-se os encontros inaugurais das finais zonais.

3ª Fase – Final Norte

O SC Beira-Mar colocou-se em vantagem, na final da zona norte, ao impor-se no terreno do Galitos Pizzarte49-59. O conjunto visitante tirou partido das grandes atuações de Jacquelino Mendonça – 23 pontos, 17 ressaltos; 27.5 valorização – e Clarence Jackson – 22 pontos, 11 ressaltos, 2 roubos de bola -, em dia de maior acerto no lançamento de 2 pontos face aos anfitriões – 50% vs 31%. Na turma da casa, despontaram Joaquim Soras – 13 pontos, 4 ressaltos, 2 assistências, 1 roubo de bola – e Bradley Cimperman – 8 pontos, 5 ressaltos, 3 assistências, 2 roubos de bola, 1 desarme de lançamento.

 

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3ª Fase – Final Sul

Com Evan Maxwell – 20 pontos, 11 ressaltos, 2 assistências, 3 roubos de bola, 2 desarmes de lançamento; 29.5 valorização – e Afonso Coelho – 9 pontos, 10 resaltos, 6 assistências, 2 roubos de bola – em plano de destaque, o Futebol Clube Barreirense reclamou a vitória no primeiro jogo da final da zonal sul, em casa do CBA Vigion Group60-70. Joel António – 16 pontos, 12 ressaltos, 2 assistências, 4 roubos de bola; 28 valorização – e Guilherme Monteiro – 18 pontos, 8 ressaltos, 5 assistências, 2 roubos de bola – foram os mais inconformados nos algarvios.

 

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Foto de capa: SC Beira-Mar


Sporting CP conquista a sua 3.ª Taça Hugo dos Santos

A Final da Taça Hugo dos Santos terminou com a vitória do Sporting CP frente ao SL Benfica por 77-79, naquela que foi a 3.ª conquista do troféu para o clube leonino e o segundo troféu esta época.

Antes da bola ao ar, a apresentação dos jogadores contou com um momento especial, dado que a Final era disputada no dia da Mãe, os atletas foram apresentados juntamente com o nome das suas mães, marcando assim um início especial naquela que foi uma Final de grande qualidade e intensidade por ambos os clubes de Lisboa.

 

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Os primeiros dez minutos foram jogados a ritmo elevado mas com baixa eficácia ofensiva, com o parcial a ditar vantagem do Sporting CP por 13-19. Já o segundo quarto, foi o mais ofensivo de todo o encontro, com um parcial de 29-25 a deixar as duas equipas separadas por dois pontos ao intervalo, com vantagem para os leões.

Ao intervalo, foi entregue uma lembrança à Câmara Municipal de Gondomar, já com a presença do novo Presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol, João Carvalho, que tomou posse antes do início da partida.

Com os atletas de regresso dos balneários, no terceiro quarto foi a vez dos encarnados passarem para a frente no marcador, após não permitirem mais de 15 pontos marcados pelos leões face aos 19 do Benfica. Assim, à entrada dos últimos dez minutos, e com apenas dois pontos de vantagem para as águias, estava tudo em aberto. Deste modo, com um final de jogo de cortar a respiração para ambos os conjuntos e os seus fãs, o Sporting CP conseguiu superiorizar-se nos segundos finais e manter a compostura nos lances livres que acabaram por garantir a vitória por 77-79.

 

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O MVP do encontro e da competição foi Maleeck Harden-Hayes com nove pontos, nove ressaltos, três assistências, um roubo de bola e um desarme de lançamento (16 valorização). Nota também para a exibição de Betinho Gomes, atleta do SL Benfica, que registou 14 pontos, três ressaltos e um roubo de bola (16 valorização).

Nota para o ambiente no pavilhão Multiusos de Gondomar, que contou com 1067 pessoas na bancada que presenciaram o espetáculo da Taça Hugo dos Santos.

 

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À final da prova antecedeu-se a Tomada de Posse do Presidente João Carvalho e dos novos órgãos sociais da FPB. Várias figuras do mundo do Desporto ficaram depois para assistir a este espetáculo de Basquetebol, como Pedro Dias, Secretário de Estado do Desporto, Fernando Gomes, Presidente do Comité Olímpico de Portugal, José Manuel Lourenço, Presidente do Comité Paralímpico de Portugal e Daniel Monteiro, Presidente da Confederação do Desporto de Portugal, além do presidente cessante Manuel Fernandes, do presidente do Munícipio, Luís Filipe Araújo, e do vereador do Desporto da Câmara Municipal de Gondomar, Fernando Monteiro. As Associações de Basquetebol também se fizeram representar em peso, assim como várias federações desportivas.

João Carvalho toma posse como Presidente da FPB

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APD Braga quebra invencibilidade do GDD Alcoitão e iguala final

A final da Liga BCR está ao rubro! A APD Braga empatou a contenda, ao vencer o GDD Alcoitão por 64-67, em Alvide, em jogo novamente separado por três pontos. O equilíbrio voltou a ser nota dominante, desta feita, de forma ainda mais vincada, já que nenhuma das equipas escapou para uma vantagem na casa das dezenas.

O encontro abriu com ascendente bracarense, que culminou com o resultado de 9-14, ao cabo dos primeiros dez minutos. A assertividade defensiva da turma orquestrada por Ricardo Vieira continuou a dar frutos e o segundo quarto também pertenceu à formação nortenha, graças ao lançamento no soar da buzina de Márcio Dias – 23-29.

Na segunda parte, o GDD Alcoitão reagiu, “apertou” na defesa, onde privilegiou um sistema pressionante a campo inteiro, na procura do turnover adversário. Ainda assim, os bracarenses resistiram e terminaram o período com igual vantagem – 17-17. Nos últimos dez minutos, os comandados de Fernando Lemos, à semelhança de outras ocasiões, já no decurso desta final e nas meias-finais, operou mesmo a reviravolta e ameaçou o 2-0 na eliminatória. A experiência minhota veio ao de cima e, sem perder o norte, a APD Braga voltou a colocar-se na dianteira e arrecadar o triunfo.

Márcio Dias – 4.5 – (24 pontos, 10 ressaltos, 6 assistências), Hélder Freitas – 3.5 – (20 pontos, 8 ressaltos) e Sílvio Nogueira – 2.0 – (6 pontos, 2 ressaltos, 12 assistências) emergiram como principais figuras minhotas. Nos cascalenses, despontaram Afonso Tavares – 4.0 – (26 pontos, 16 ressaltos, 4 assistências), Ângelo Pereira – 2.5 – (18 pontos, 8 ressaltos, 7 assistências) e Pedro André Gomes – 2.5 – (5 pontos, 6 ressaltos, 8 assistências).

Face aos resultados dos primeiros dois jogos, já é garantido que no próximo fim de semana, em Ferreiros, pelas 15h15, há jogos 3 e 4, nos dias 9 e 10 de maio.

 

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Jim Boeheim marcou presença em Gondomar

Um Hall of Famer em Gondomar: Jim Boeheim, histórico treinador da Universidade de Syracuse, com um currículo invejável, marcou presença nas bancadas do Multiusos de Gondomar esta quinta-feira e sábado, por ocasião da XVII Taça Hugo dos Santos, que contou com a UD Oliveirense até às meias-finais – equipa onde joga o seu filho Jimmy Boeheim III.

A FPB esteve à conversa com o icónico técnico norte-americano:

 

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GDD Alcoitão leva a melhor no primeiro jogo da final

Em jogo discutido e intenso, o GDD Alcoitão adiantou-se na final da Liga BCR, ao vencer o primeiro jogo por 61-58. Triplos no soar da buzina, cestos com falta, lançamentos em queda e equilíbrio. O arranque da disputa pelo troféu de campeão teve o melhor do BCR e deixou água na boca para a segunda partida, amanhã, pelas 16h15, novamente em Alvide, com transmissão na FPBtv.

O GDD Alcoitão começou melhor, a desdobrar-se em soluções ofensivas, como é seu apanágio, e a revelar-se eficaz em fechar os caminhos para o cesto, alerta para o poderio interior da APD Braga, que nunca se rendeu – 21-14. A vantagem local chegou a abrir a onze pontos, mas os comandados de Ricardo Vieira, habituados aos momentos decisivos, porfiaram e reduziram para um a desvantagem antes do intervalo – 33-32.

Sucederam-se minutos renhidos, de lideranças curtas no marcador e com o peso de uma final, por vezes, a refrear o ritmo de jogo. A formação orientada por Fernando Lemos soube conter as diligências minhotas, onde se incluiu passar para a dianteira, e levou o jogo para o quarto derradeiro a vencer – 46-45. Nos últimos dez minutos, à semelhança do arranque, o ascendente voltou a pertencer aos cascalenses, mais expeditos no ataque ao cestos, selando assim a vitória – 61-58 -, a que se junta a manutenção do registo invicto em todas as competições.

Pedro André Gomes – 2.5 – (13 pontos, 5 ressaltos, 6 assistências, 3 roubos de bola; 19.5 val) assumiu a batuta no GDD Alcoitão, bem secundado por Afonso Tavares – 4.0 – (15 pontos, 10 ressaltos, 3 assistências, 1 roubo de bola, 1 desarme de lançamento) e Ângelo Pereira – 2.5 – (10 pontos, 7 ressaltos, 6 assistências).

Pela APD Braga, as principais figuras foram Márcio Dias – 4.5 – (21 pontos, 11 ressaltos, 4 assistências), MVP do desafio, com 24 de valorização, Filipe Carneiro – 2.0 – (16 pontos, 2 ressaltos, 2 assistências, 2 roubos de vola) e Hélder Freitas – 3.5 – (10 pontos, 6 ressaltos, 2 assistências, 1 roubo de bola).

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Sporting CP e SL Benfica com encontro marcado na final da Taça Hugo dos Santos

Sporting CP 80-71 Imortal LUZiGÁS

As meias-finais da Taça Hugo dos Santos arrancaram com a partida entre o Sporting CP e o Imortal LUZiGÁS, com a equipa leonina a alcançar a vitória por 80-71 e a carimbar a passagem à final da competição.

O início da partida no Multiusos de Gondomar foi muito disputada, com apenas um ponto a separar as duas equipas (15-16) depois dos primeiros dez minutos do encontro. Porém, o segundo parcial já não decorreu da mesma forma para a equipa algarvia, com os leões a conseguirem marcar 26 pontos face aos 16 do adversário, chegando assim ao intervalo com uma vantagem de nove pontos (41-32).

 

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Já com as equipas de regresso dos balneários, o Sporting CP entrou melhor na partida ao registar um parcial de 17-13 e a aumentar a vantagem para 13 pontos à entrada do último quarto. Nesses últimos dez minutos, apesar de grande intensidade defensiva dos atletas de Albufeira, que acabou por resultar num parcial vitorioso de 22-26, não foi o suficiente para o Imortal impedir o triunfo dos leões por 80-71.

Na equipa comandada por Luis Magalhães, o maior destaque e MVP da partida foi Brandon Johns, com 13 pontos, dez ressaltos, três assistências e dois roubos de bola (25 valorização). Nota ainda para a exibição do atleta luso e do Imortal, André Silva, que registou 20 pontos, três assistências e um roubo de bola (19.5 valorização).

 

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SL Benfica 104-76 UD Oliveirense

A segunda meia-final da competição, entre o SL Benfica e a UD Oliveirense, terminou com um triunfo encarnado por 104-76, destronando assim o atual campeão da Taça Hugo dos Santos.

Os encarnados entraram da melhor forma no encontro com dois parciais de 25-12 e 30-19 que marcaram o ritmo da partida com forte domínio das águias. Com uns primeiros 20 minutos de forte qualidade ofensiva, os atletas de Norberto Alves chegaram ao intervalo com uma vantagem de 24 pontos.

 

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Já com os jogadores de regresso dos balneários, o terceiro parcial foi o mais equilibrado no encontro (25-26) e também o único que o clube de Oliveira de Azeméis venceu. No quarto período, restou aos encarnados controlar o ritmo do encontro até à buzina final, que ditava uma diferença de 28 pontos entre as duas equipas (104-76).

Apesar de uma excelente partida coletiva da equipa lisboeta, o maior destaque individual foi Justice Sueing, ao registar 21 pontos, dois ressaltos, três assistências e quatro roubos de bola (26 valorização). Nota também para a exibição de James Boeheim que apontou 15 pontos, três ressaltos, duas assistências e um roubo de bola (13.5 valorização).

 

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Deste modo, está já decidido o embate final, que será um Dérbi de Lisboa em Gondomar, com o SL Benfica a enfrentar o Sporting CP, a ser disputado este domingo, 3 de maio, às 17h e com transmissão FPBtv e RTP2.

 

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Um bicampeonato sonante ou o regresso ao topo: GDD Alcoitão e APD Braga iniciam a final

A final (inédita) da Liga BCR entre APD Braga e GDD Alcoitão está prestes a descolar. A 2 e 3 de maio, na Escola Secundária de Alvide, pelas 16h15, descola a disputa do troféu de campeão, entre duas formações que já se encontraram numa final da Taça de Portugal, em 2017, mas nunca no momento decisivo da Liga BCR. Todos os jogos têm transmissão na FPBtv.

Os cascalenses foram à Irlanda, para jogar, pela primeira vez, uma prova europeia de clubes, a EuroCup 4, e a bagagem vem pesada, com motivação em dobro, depois do percurso imbatível, primeiro lugar no grupo A, e conquista da vaga de apuramento para a EuroCup 3 2027. Agora, Fernando Lemos quer coroar a campanha com o bicampeonato. “Conquistámos tudo o que havia para conquistar. Fizemos um brilharete europeu, inédito até agora. Será muito bom conseguirmos este bicampeonato para fazermos algo de único no basquete português”.

Consciente da capacidade bracarense, o técnico do GDD Alcoitão tece elogios ao rival desta final. “São exímios atletas em explorar a área do pintado com os seus jogadores postes e não só. Também os jogadores de pontuação intermédia muito efetivos. E são uma equipa muito experiente”, afirmou.

Para a APD Braga, a chegada à final reveste-se de sabor especial, ou não fosse um regresso, depois de uma época de ausência dos quatro primeiros do campeonato, e quer reerguer o troféu, à semelhança do alcançado na temporada 2023/2024.

Ricardo Vieira, técnico do conjunto minhoto, reconhece a “brilhante fase regular e invicta da equipa de Alcoitão”, o que lhe confere vantagem no fator casa, algo que não atemoriza as suas hostes. “O passado recente nosso, quando estivemos presentes em finais, demonstra que esse fator pode ser completamente ultrapassado”. No olhar do timoneiro da APD Braga, é importante recuperar a eficácia do seu sistema defensivo, aspeto distintivo, e encarar com ambição a final. “Temos de jogá-la como se fosse a primeira e como se fosse a última”.

Depois do duplo compromisso em Cascais, a final ruma ao Minho, a 9 de maio e depois tudo dependerá dos resultados. Se nenhum dos emblemas “fechar” em 3-0, há jogo 4 a 10 de maio, também em Braga, e, se necessário, a “finalíssima”, a 16 de maio, tem como palco a casa dos campeões nacionais, a Escola Secundária de Alvide.

O GDD Alcoitão persegue o sexto troféu de campeão nacional, meta que ascende a oito títulos para a APD Braga.

 

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Pedro Santos: “Percebi o quão difícil é jogar aqui”

Pedro Santos é um de apenas três portugueses a jogar na Division I da NCAA masculina. Em entrevista exclusiva à FPB, o base/extremo conta o que foram as duas primeiras épocas na Universidade do Tennessee em Martin: um ano inteiro de redshirt sem pisar o campo, um choque com o treinador sobre o tipo de jogador que devia ser, e uma época a descobrir onde cabia num sistema que não era o seu.

Acabou no top-10 da conferência Ohio Valley em roubos de bola, viu a sua equipa igualar o recorde histórico do programa com 22 vitórias e já anunciou que entra no transfer portal. A passagem de Pedro Santos na UT Martin é uma história de adaptação forçada, de crescimento físico e técnico, e de um jogador que percebeu o que é bom a fazer, mas que quer provar que consegue fazer mais do que isso.

 

O que fica desta primeira época a jogar verdadeiramente, agora que terminou e tiveste uns dias para reflectir?

Foi uma época que correu bem. Ganhámos muitos jogos, e para uma primeira época acho que foi positiva. Passei por tudo — houve momentos em que joguei menos, momentos em que joguei mais. No coletivo foi uma boa época. Desenvolvi o que tinha a desenvolver. Se calhar não fiz os números que esperava, mas evoluí muito como jogador e percebi o quão difícil é jogar aqui nesta liga. Não tinha bem essa noção.

Acabaram com 22 vitórias, igualando o recorde histórico do programa.

Ficámos empatados em primeiro. Foi muito bom.

 

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Qual foi a maior dificuldade de adaptação ao basquetebol americano?

Quando entrei a primeira vez não estava habituado. A liga portuguesa também é muito física, mas o que senti mais foi a velocidade do jogo. Fazem tudo muito mais rápido. Foi isso que tive mais dificuldade em adaptar.

Quando escolheste a UT Martin, tinhas outras opções em cima da mesa?

Assinei muito cedo. O treinador já me acompanhava há algum tempo — eu queria ir para os Estados Unidos um ano antes, mas ainda tinha contrato com o FC Porto e eles não me deixaram sair. Pedi para ser emprestado ao Imortal, e foi durante essa época que estive sempre em contacto com ele. Nunca cheguei a falar com outras escolas. Quando assinei, ainda estava a jogar no Imortal.

A UT Martin é provavelmente a equipa D1 com mais jogadores internacionais do país. É difícil olhar para o roster e encontrar um americano. Como é jogar num balneário em que toda a gente percebe o que é estar longe de casa?

Acho que foi isso que nos ajudou a ter uma época tão boa e que nos trouxe mais unidos uns aos outros. Cada um entendia o que o outro podia estar a passar. Fomos uma equipa muito unida, e acredito que foi esse o nosso sucesso coletivo — cada um sabia o que o outro vivia. Mesmo os americanos foram todos impecáveis connosco.

Mas por outro lado vieram todos de realidades de basquetebol diferentes.

Exatamente. Estávamos habituados a jogar tipos de basquetebol diferentes. Mas foi fácil porque o nosso treinador tem uma filosofia de jogo muito própria — uma coisa que eu nunca tinha visto antes. Estávamos todos a trabalhar para o mesmo sítio, então acabávamos por não notar muita diferença.

E a gestão entre o desporto e a parte académica foi difícil?

Não, para ser sincero ajudam-nos muito. Facilita muito para nós que somos atletas. Tenho muitas aulas online. Estou em Sports Business and Management e não posso reclamar.

Saíste de Portugal com cerca de menos dez quilos do que tens agora. Esse ganho físico aconteceu durante o ano de redshirt?

Sim. Como estava a fazer redshirt, aproveitei para me desenvolver fisicamente. Neste momento estou com perto de 95 quilos. Quando saí de Portugal tinha 85. E tenho 2,01 metros, por aí.

Um ano a treinar sem jogar dá-te alguma coisa mas também te tira outra. O que ganhaste que não tinhas antes?

Foi complicado. Mas o que ganhei foi mesmo o tempo que normalmente não tens durante a época para desenvolver alguns aspectos do jogo — física e tecnicamente. Investi muito no físico e tentei perceber como é que isto funcionava, para estar mais preparado quando chegasse a altura. E mesmo assim não percebi tudo — achei que seria mais fácil do que foi.

Como te mantiveste motivado sem poder ter os jogos?

Era a parte mais difícil. Mas muito disso foi saber que ia jogar na seleção no Verão. Era para isso que eu treinava. A seleção era o objetivo.

Vi uma entrevista do teu treinador em que ele fala de uma conversa contigo sobre limitar os dribles e jogar mais como extremo 3-and-D, menos como base. Como viveste essa conversa? Ele deu a entender que não foi fácil de ouvir.

Eu e o meu treinador chocámos muito durante esta época. Ele via-me num papel que eu não me via. Ele queria-me como jogador 3-and-D — mais para marcar, menos com a bola na mão para criar para os outros, menos dribles, mais catch-and-shoot. Eu nunca fui esse tipo de jogador. Mas ele disse-me claramente: se queres jogar, vais ter que te habituar a jogar assim. E foi o que eu fiz. Tive que fazer essa adaptação, e foi por isso que tive tanta dificuldade no início, mas acabei a época já a começar no cinco e a jogar mais minutos. Não é o estilo que eu mais gosto, mas foi o que tive de fazer para conseguir jogar. Não gostei de ouvir algumas coisas que ele me disse, mas ao final do dia, ele é que sabe.

E acabas por te tornar mais versátil também, não é?

Sim, acho que melhorei muito a minha defesa por causa disso. Se calhar, da maneira que eu jogava no início, não sei se teria conseguido acabar no top-10 da conferência em roubos de bola.

Ele colocava-te a defender os melhores jogadores adversários?

Sim. Defendia o melhor jogador da equipa ou o base. Andava sempre ali na linha de triplo e roubava muitas linhas de passe.

Passado este ano assim, como te vês agora como jogador?

Percebi que ao nível mais alto já não há tanto espaço para o jogador que quer sempre a bola na mão. Há outros jogadores na equipa que vão ser melhores do que tu a driblar. Tens de perceber que alguém é sempre melhor do que tu a alguma coisa, então tens de descobrir aquilo que tu realmente és bom. E eu descobri que o que realmente sou bom é marcar pontos e defender. Tenho de me limitar a fazer isso com menos dribles e a tomar decisões mais rápidas. Nesse aspeto o meu treinador tinha razão. Mas noutros aspetos também não me quero limitar a ser só o lançador de três pontos, porque consigo fazer outras coisas. Foi aí que nós divergimos.

E acredito que tenha sido também por aí que tomaste a decisão de entrar no portal.

Exatamente. Falei com a minha família, o meu agente aconselhou-me, e outros que me ajudam aqui concordaram. Este estilo de jogo não é o melhor para mim. É um estilo perfeito para jogadores 3-and-D, mas para mim não é. Acho que é mesmo a melhor opção.

O portal abre a 7 de Abril. Já há interesse de outros programas?

Já temos falado com algumas faculdades, mas oficialmente o portal só abre dia 7 de Abril. Com as publicações nas redes sociais, tudo se sabe muito mais depressa agora, então vão começar a surgir mais oportunidades. A partir do dia 7 é quando vai começar mesmo a cair tudo, e depois é preciso tomar uma decisão.

Já identificaste universidades onde te encaixas melhor? Viste algumas ao longo da época na tua conferência?

Não vou ficar na minha conferência — aliás, nem quero. O objetivo é subir de nível. Há tantas faculdades onde eu gostaria de ir que não consigo nomear uma. O que procuro é o que se encaixar melhor com o meu estilo de jogo e que for uma situação melhor para mim.

Papel mais adequado, mais minutos, conferência superior — achas que é viável encontrar tudo isso?

Sim, sim. Já estamos a falar com escolas e tenho quase a certeza de que sim. Porque eu sei o que consigo fazer. E somos praticamente a única equipa da conferência a jogar desta forma — não tenho de procurar muito.

Qual era o plano que tinhas definido com a tua equipa para estes anos?

O que tínhamos definido era que este ano seria o ano para eu fazer números — 12, 13 pontos por jogo — e conseguir depois ir para uma faculdade de maior conferência. Infelizmente não correu como planeei, mas acho que precisava mesmo deste ano. Agora vou mudar para uma faculdade onde consiga fazer esses números, e ainda tenho mais dois anos de elegibilidade depois disso.

Este ano já ganhaste alguma coisa de NIL?

Sim, sim. E em princípio para o ano vou dar um grande salto nisso também — vou ter uma situação muito melhor. Mas ainda não vou ter a situação de uma major como o Rúben (Prey). Tenho que jogar mais um ano, fazer bons números, para conseguir isso. Tenho de lá chegar, não tenho dúvida.

Tu és um de apenas três portugueses homens a jogar na NCAA este ano. O Stanley Borden teve o azar que teve — estava em Duke e lesionou-se logo no início. O Rúben Prey rouba muito os holofotes. Se calhar vais começar a roubar-lhe um bocado do protagonismo agora.

Espero que sim. Falo com o Rúben às vezes — falei com ele no início do ano quando assinei com o meu agente, tinha algumas perguntas sobre percentagens e essas coisas. Deixei-lhe parabéns agora que ele ganhou. Ele já está numa situação diferente da minha, mas pode ser que comece a ficar melhor agora.

A ver se dás um saltinho para a Big East e vais jogar contra ele.

A Big East não vai ser já este ano, de certeza.

Este Verão já não podes ser convocado para o Sub-20. Mas a Seleção Sénior tem dois jogos em Julho na última janela de qualificação.

Nunca pensei nisso. Já falei com o Mário Gomes quando ele vinha ao Sub-20, mas nunca falámos sobre a Sénior. Se houver essa oportunidade, claro que seria muito bom.

 

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A tua mecânica de lançamento também evoluiu este ano?

Sim. Mudei o arco — antes lançava muito raso. Aqui trabalhei nisso e passei a exagerar mesmo no arco. Isto começou no Verão passado, quando o treinador me ligou a seguir a dois jogos da seleção em que fui a zero em cinco triplos e me disse para ir trabalhar o form shooting. A partir daí faço isso todos os dias, antes do aquecimento, em cada spot.

Mas mudar a mecânica de lançamento de alguém que está habituado a fazer dezenas de milhares de repetições sempre da mesma forma — quão difícil é isso?

Tens mesmo que lançar de uma maneira que te sinta estranha. O que eu fiz foi ir para o pavilhão e começar a lançar com um arco enorme — um arco que nunca iria usar num jogo. Mas era para exagerar mesmo. Ele disse-me: exagera até que um dia vai começar a sair mais natural, porque quando não estiveres a pensar em exagerar já vais começar automaticamente a lançar com mais arco. E foi isso que aconteceu. Mas foi um processo de muitos meses, e durante esse processo estava a falhar muito nos treinos porque estava a mudar a mecânica. O treinador sabia disso e apoiava — às vezes eu marcava mas sem arco e ele dizia-me que não estava bem.

A equipa técnica era muito grande?

Sim, eram oito ou nove treinadores. Cada dois ou três jogadores têm um treinador dedicado a ajudá-los com tudo o que precisam.

Mentalmente foi um teste para ti também?

Claro, claro. E fez-me crescer muito também.

Em dois anos nos EUA — um sem jogar, um a jogar — o que é que sabes sobre ti próprio que não sabias quando saíste do Porto?

Que cresci muito. Fisicamente, tecnicamente e mentalmente. Foi um teste, mas fez-me crescer.

Para terminar: o que é que sentes falta do Porto que não consegues substituir no Tennessee?

A comida. A francesinha, a comida da minha avó. É isso.

Quando regressas?

Dia 5 de Maio, mal posso esperar. E depois depende para onde eu for — se não tiver seleção, tenho de voltar para os EUA no final de Junho ou início de Julho, quando as equipas começam a treinar.

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Imortal LUZiGÁS e UD Oliveirense carimbam passagem às meias-finais da Taça Hugo dos Santos

SC Braga 63-76 Imortal LUZiGÁS

Com o acesso à Final Four da Taça Hugo dos Santos, a primeira partida do “play-in” entre o SC Braga e o Imortal LUZiGÁS, terminou com o triunfo do clube de Albufeira.

Com os dois emblemas a estrearem o Multiusos de Gondomar nesta fase final da competição, o primeiro parcial acabou por tender para os atletas de Pedro Grenha (20-14). Porém, no quarto seguinte, o clube de Albufeira não tardou a responder ao bom início do SC Braga e com um parcial de 15-22 e chegou ao intervalo a vencer pela margem mínima (35-36).

 

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Já de regresso dos balneários para a segunda parte, foram os Guerreiros a voltar a entrar melhor no encontro após um parcial de 19-15 que voltou a colocar os bracarenses à frente da partida à entrada dos últimos dez minutos do jogo. Com tudo em aberto e apenas três pontos a separar os dois conjuntos, foi o Imortal que superiorizou-se no encontro, tanto a nível ofensivo como defensivo, registando um parcial de 9-25 que garantiu o triunfo por 63-76 e também a passagem à Final Four, onde irá encontrar o Sporting CP. O duelo está marcado para as 16h deste sábado, 2 de maio, com transmissão na RTP2 e na FPBtv.

 

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O base português, André Silva, foi o MVP do encontro ao registar 15 pontos, dez ressaltos, cinco assistências e um roubo de bola (26 de valorização). Destaque-se ainda a exibição de Keonte Kennedy com 25 pontos, seis ressaltos, três assistências e três roubos de bola (23.5 de valorização). Nota ainda para a prestação do poste do SC Braga e da Seleção Nacional, Ricardo Monteiro, com 22 pontos, 13 ressaltos, duas assistências e dois desarmes de lançamento (29.5 valorização).

FC Porto 86-89 UD Oliveirense

A segunda partida do dia dos Playoffs da Taça Hugo dos Santos foi uma repetição da final do ano passado, com a UD Oliveirense a triunfar mais uma vez frente ao FC Porto, desta feita por 86-89.

A primeira parte do encontro começou com muita intensidade e equilibrio entre os dois conjuntos. Apesar do parcial inicial a favor da equipa de Oliveira de Azeméis (16-25), os dragões ripostaram no segundo quarto (23-21) e conseguiram reduzir para sete pontos a diferença entre ambas as equipas ao intervalo.

 

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Com os atletas de regresso ao campo após o intervalo, o equilibrio voltou a predominar e o terceiro quarto (21-21) terminou sem alterações na diferença pontual entre os dois emblemas. Já nos últimos dez minutos, os azuis e brancos aproveitaram o bom momento ofensivo e intensidade defensiva para se aproximarem no marcador.

Contudo, nuns últimos segundos quase disputados em modo “lance livre”, Leon Ayres não tremeu na linha e Cornelius Hudson, com oportunidade para empatar o encontro no último lançamento do jogo, não conseguiu concretizar. Assim, na buzina final, a Oliveirense festejou de novo frente ao FC Porto na Taça Hugo dos Santos, mas, neste caso, a celebração foi a passagem às meias-finais, que irá ser disputada a 2 de maio, sábado, às 19h, frente ao SL Benfica, com transmissão RTP2 e FPBtv.

 

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O MVP da partida foi Leon Ayres, com 29 pontos, cinco ressaltos e três assistências (33.5 valorização). Em destaque esteve também James Boeheim com 24 pontos, sete ressaltos e duas assistências (21 valorização) e ainda Mikyle Mcintosh com 19 pontos, seis ressaltos, duas assistências e um desarme de lançamento (21 valorização).

No lado do FC Porto, nota para a prestação de Cornelius Hudson, que registou 35 pontos, sete ressaltos, uma assistência e um roubo de bola (32.5 valorização).

A Taça Hugo dos Santos regressa já no sábado, com as meias-finais a disputarem-se às 16h e às 19h, entre o Imortal e o Sporting e o SL Benfica e a UD Oliveirense, respetivamente. Ambos os embates têm transmissão RTP2 e FPBtv.

 

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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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