Benfica com os olhos na primeira final

O SL Benfica participou, apenas, nas últimas duas edições da Taça da Federação e nunca passou das meias-finais da prova.

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5 JAN 2017

Este ano, com as ‘encarnadas’ no 2º lugar da classificação da Liga Feminina (8 vitórias e 3 derrotas), o objetivo de chegar à final é legítimo, até porque a formação orientada por André Cardoso vem de uma sequência positiva, com sete triunfos nos últimos oito jogos da Liga. Na partida dos quartos-de-final, agendados para esta sexta-feira, o SL Benfica encontra o Boa Viagem-Angra Açores.

 

NÚMEROS

 

Principais estatísticas coletivas:

Pontos marcados: 71.3/jogo (2º na Liga Feminina)

Lançamentos de 3pts: 30% (2º na Liga Feminina)

Ressaltos: 42.1/jogo (2º na Liga Feminina)

 

Destaques individuais:

Inês Viana: 15.0pts, 5.4res, 5.5as, 2.6rb

Dora Duarte: 17.7pts, 4.5res, 2.3rb

Taylor Ford: 12.0pts, 8.4res

 

Vitórias importantes na Liga:

12 Nov: Quinta dos Lombos 76-81 SL Benfica

8 Dez: AD Vagos 56-72 SL Benfica

 

Confronto anterior na Liga:

23 Out: Boa Viagem-Angra Açores 56-69 SL Benfica

 

 

DECLARAÇÕES

 

André Cardoso:

“Partimos para esta Taça Federação com o pensamento de jogar cada jogo para ganhar, Estas oito equipas são muito equilibradas e os resultados entre si completamente imprevisíveis, pelo que cada jogo será decidido nos detalhes. A nossa ambição é a de estarmos em campo capazes de disputar cada partida para vencer e é isso que vamos procurar fazer, começando por pensar única e exclusivamente no próximo jogo. A equipa do Boa Viagem tem estado com uma dinâmica muito positiva, com um grupo muito coeso e um cinco inicial muito equilibrado em todas as posições, tem uma das melhores americanas da Liga na posição 5 e sabem explorar isso de forma muito eficaz. Vamos ter de ser muito fortes defensivamente, dominar a tabela e teremos de ser capazes de impor o nosso ritmo de jogo.”

 

Luiana Livulo:

“Neste tipo de provas cada jogo é como uma final, não há jogos nem resultados previsíveis. Um jogo de cada vez, não faz sentido estar a pensar em jogos à frente sem ganhar o que se nos depara. Como sempre, vamos competir para ganhar e ver até onde isso nos leva. Elas têm um 5 bastante forte, com experiência e muita qualidade. A nossa vitória contra eles no campeonato fará com que venham com forças acrescidas para nos ganhar e temos que estar atentos a tudo isso. Creio que ressaltos, defesa e intensidade do jogo podem ser decisivos. Há que controlar o ritmo da partida, impor uma defesa pressionante agressiva e intensa a todo o tempo para forçar erros e, a partir daí, controlar as tabelas para ter o maior número de posses de bola. A minha adaptação foi bastante natural uma vez que já tinha treinado com a equipa em algumas ocasiões. Como tal, já conhecia o grupo e adaptei-me muito bem porque todas gostam de trabalhar e, para mim, isso é muito importante. O treinador fez com que me sentisse bem aqui e que a inclusão fosse rápida e todas as condições para uma época de sucesso estão reunidas.”

 

 

HISTÓRICO

 

2015/16: Quartos-de-final

2014/15: Meias-finais

2013/14: —

2012/13: —

2011/12: —

2010/11: —

2009/10: —

 

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5 JAN 2017

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