CN1 Masculina: De norte a sul, a luta pela manutenção aqueceu
Vários encontros disputados ao longo de três dias
Competições
30 MAR 2026
Os jogos da 2ª Fase – Grupo Manutenção, disputados de norte a sul do país, foram realizados ao longo dos dias 25, 28 e 29 de março, num conjunto de encontros que envolveram várias equipas em luta pela manutenção, proporcionando jornadas competitivas e equilibradas em diferentes pontos do território nacional.
Sporting Clube Marinhense 66 – 85 Portimonense Sub23
O Sporting Clube Marinhense saiu derrotado frente ao Portimonense Sub23 por 68-85, num jogo em que a diferença acabou por se acentuar sobretudo na segunda metade.
A equipa da casa entrou melhor, vencendo o primeiro período (23-18) e mostrando boa energia inicial. No entanto, o segundo quarto trouxe uma inversão clara de tendência: o Portimonense respondeu com maior eficácia ofensiva e foi para o intervalo já em vantagem. A partir daí, os visitantes assumiram o controlo do encontro, voltando a superiorizar-se no terceiro (11-19) e quarto períodos (19-22), construindo uma vitória sólida.
Em termos coletivos, o Marinhense registou 49% de eficácia de lançamento de campo (25/51), mas revelou dificuldades no tiro exterior (3/17, 18%), fator que limitou a capacidade de acompanhar o ritmo ofensivo adversário. Já o Portimonense mostrou maior consistência, com 50% de eficácia global, destacando-se precisamente na linha de três pontos (12/26, 46%), uma das chaves do jogo.
Individualmente, no Marinhense, destacaram-se Nicolas Kashoudthon (16 pontos), Somachi Agbapu (14 pontos) e Luckeny Alberto (14 pontos), sendo os principais responsáveis pela produção ofensiva da equipa. Ainda assim, o contributo coletivo revelou-se insuficiente perante um adversário mais equilibrado.
Do lado do Portimonense Sub23, a distribuição de pontos foi mais repartida, com vários jogadores em bom nível ofensivo, o que dificultou a resposta defensiva do Marinhense. O MVP do encontro foi Afonso Parrinha, autor de 15 pontos e 22 pontos de valorização.
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CB Viana Nortaluga 72 – 77 Juvemaia ACDC/ MECPREC
O CB Viana Nortaluga saiu derrotado frente ao Juvemaia ACDC/Mecprec por 72-77, num jogo equilibrado do início ao fim, mas decidido nos detalhes finais.
A partida começou com ligeira vantagem dos visitantes, que venceram o primeiro período (14-16). O Viana reagiu no segundo quarto, conseguindo equilibrar as contas ao intervalo (30-32). No entanto, a segunda parte manteve-se muito disputada, com empate no terceiro período (22-22) e decisão apenas no último quarto, onde o Juvemaia voltou a ser mais eficaz (16-23), garantindo a vitória.
Em termos coletivos, o CB Viana apresentou 46% de eficácia nos lançamentos de campo (22/48) e um registo de 31% nos triplos (9/29), números que revelam alguma inconsistência ofensiva. Já o Juvemaia mostrou ligeira superioridade, com 47% de eficácia (23/49) e também 31% da linha de três pontos (8/26), mas destacou-se sobretudo na gestão dos momentos decisivos.
Individualmente, no CB Viana Nortaluga, sobressaíram Simão Monteiro (15 pontos), Leonardo Viana (13 pontos) e João Almeida (12 pontos), sendo as principais referências ofensivas da equipa. Ainda assim, faltou maior regularidade coletiva para contrariar o adversário nos instantes finais.
Do lado do Juvemaia ACDC/Mecprec, o destaque vai para Jaysen Williams (25 pontos e 30.5 pontos de valorização), figura decisiva no encontro, bem acompanhado por Kenni Biongo (17 pontos), numa exibição que refletiu maior capacidade de finalização nos momentos-chave.
Galitos Pizzarte 73 – 72 Basquete Barcelos Eticol
O Galitos Pizzarte venceu o Basquete Barcelos Eticol por 73-72.
A partida começou com ligeira superioridade do Barcelos, que venceu o primeiro período (25-27) e manteve vantagem ao intervalo (49-41), fruto de um segundo quarto muito conseguido (24-14). No entanto, o Galitos respondeu na segunda parte, reduzindo diferenças no terceiro período (10-18) e entrando no último quarto ainda na luta pelo resultado.
No quarto período (14-13), a equipa da casa conseguiu completar a reviravolta, num final emocionante onde cada posse de bola foi decisiva, acabando por garantir a vitória pela margem mínima (73-72).
Em termos estatísticos, o Galitos apresentou 44% de eficácia de campo (15/34) e 32% nos triplos (10/31), enquanto o Barcelos registou números semelhantes, com 47% de eficácia (23/49), mostrando o equilíbrio entre as duas equipas ao longo do encontro.
Individualmente, destaque no Galitos para Bradley Cimperman (23 pontos) e Danilson Francisco, MVP do encontro (17 pontos marcados e 24 pontos de valorização), peças fundamentais na recuperação da equipa. Já no Barcelos, sobressaiu Joel Luz (24 pontos), acompanhado por contributos importantes de João Malheiro (10 pontos) e André Rocha Gomes (10 pontos).
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Académico FC 93 – 53 Gafanha Rascunhos Urbano
O Académico FC conquistou uma vitória expressiva frente ao Gafanha Rascunhos Urbano por 93-53, num encontro dominado praticamente do início ao fim pela equipa da casa.
O Académico entrou muito forte, impondo desde cedo o seu ritmo e vencendo claramente o primeiro período (33-17). A superioridade manteve-se no segundo quarto (30-15), permitindo chegar ao intervalo com uma vantagem confortável (63-32) que praticamente sentenciou o jogo.
Na segunda parte, o cenário manteve-se controlado. Com um terceiro período atribulado (17-8), o Académico nunca perdeu o controlo da partida e limitou-se a gerir a vantagem, fechando o encontro com um último período equilibrado (13-13).
Em termos estatísticos, o Académico apresentou 49% de eficácia de campo (19/39) e 36% nos lançamentos de três pontos (13/36), demonstrando boa capacidade ofensiva e variedade de soluções. Já o Gafanha revelou dificuldades, com apenas 43% de eficácia (19/44) e um fraco registo exterior (3/18, 17%), o que dificultou qualquer tentativa de recuperação.
Individualmente, no Académico FC, destacaram-se Sérgio Felgueiras (13 pontos marcados e 22.5 pontos de valorização) e Tiago Alves (15 pontos), num desempenho coletivo muito sólido e repartido.
Do lado do Gafanha Rascunhos Urbano, destque para Tomás Casal (7 pontos) e César Sousa (6 pontos), com vários jogadores a contribuírem, refletindo as dificuldades sentidas ao longo do encontro.
BAC Crossjoin Solutions 82 – 73 PAC Kyocera
O BAC Crossjoin Solutions venceu o PAC Kyocera por 82-73, num encontro marcado por uma forte reação na segunda parte por parte da equipa da casa.
O jogo começou melhor para o PAC Kyocera, que entrou mais eficaz e venceu o primeiro período (18-24), mantendo a vantagem ao intervalo (29-40), após novo parcial favorável no segundo quarto (11-16). A equipa visitante parecia ter o controlo da partida, beneficiando de maior consistência ofensiva nos primeiros 20 minutos.
No entanto, tudo mudou após o intervalo. O BAC respondeu com intensidade no terceiro período (17-20), mantendo-se na discussão do resultado, e acabou por protagonizar um quarto período superior (36-13), onde conseguiu virar completamente o jogo e garantir a vitória.
Em termos estatísticos, o BAC apresentou 43% de eficácia de campo (17/40) e 31% nos triplos (11/35), enquanto o PAC Kyocera registou melhores números globais (59% de eficácia, 26/44), mas revelou dificuldades nos momentos decisivos, especialmente no último período.
Individualmente, destaque no BAC para André Barragan (19 pontos), Tiago Pereira, MVP do encontro (15 pontos marcados e 23.5 pontos de valorização) e Bruno Celestino (14 pontos), fundamentais na recuperação da equipa.
Do lado do PAC Kyocera, brilhou Edgar Simão (22 pontos), bem acompanhado por Gil Jardim (15 pontos), embora sem conseguirem evitar a quebra coletiva no final.
CBC – Coração do Ribatejo 56 – 75 Belenenses
O Belenenses venceu o CBC – Coração do Ribatejo por 75-56, num jogo em que assumiu o controlo desde cedo e confirmou a superioridade ao longo da partida.
A equipa visitante entrou melhor, vencendo o primeiro período (17-24) e consolidando a vantagem no segundo quarto (14-12), chegando ao intervalo a vencer por 36-31. Apesar de o CBC se manter relativamente próximo no marcador na primeira metade, o jogo acabou por se decidir após o descanso.
No terceiro período (8-21), o Belenenses foi claramente superior, ampliando a vantagem de forma decisiva e praticamente sentenciando o encontro. No último quarto (17-18), limitou-se a gerir o resultado até ao final.
Em termos estatísticos, o CBC apresentou dificuldades ofensivas, com apenas 18% de eficácia nos lançamentos de três (6/34) e 40% nos lances livres (6/15). Já o Belenenses mostrou maior equilíbrio e eficácia, destacando-se com 41% nos triplos (9/22) e 70% da linha de lance livre (16/23).
Individualmente, no Belenenses, destacaram-se Shawn Summers Jr (24 pontos marcados e 23 pontos de valorização) e Hugo Silva (17 pontos), peças fundamentais na construção da vitória.
Do lado do CBC – Coração do Ribatejo, os principais contributos vieram de José Salvador (12 pontos) e Samuel Garrido (11 pontos), embora insuficientes para acompanhar o ritmo adversário.
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FAC – Crédito Agrícola 71 – 60 Olivais FC
O FAC – Crédito Agrícola venceu o Olivais FC por 71-60, num jogo em que conseguiu impor a sua superioridade sobretudo na primeira metade.
A equipa da casa entrou melhor, vencendo o primeiro período (15-16) de forma equilibrada, mas foi no segundo quarto que fez a diferença, com um parcial de 24-10 que permitiu chegar ao intervalo com uma vantagem confortável (39-26).
Na segunda parte, o encontro manteve-se mais equilibrado. O terceiro período (18-20) mostrou uma reação do Olivais, mas insuficiente para inverter o rumo do jogo. No último quarto (14-14), o FAC limitou-se a gerir a vantagem, garantindo uma vitória segura.
Em termos estatísticos, o FAC apresentou 31% de eficácia de 2 pontos (10/32) e 34% nos lançamentos de três (14/41), destacando-se pela capacidade de marcar a partir do exterior. Já o Olivais FC revelou maiores dificuldades ofensivas, com apenas 26% de eficácia nos lançamentos de 2 pontos (9/34) e 18% nos triplos (6/33).
Individualmente, no FAC – Crédito Agrícola, destacaram-se Carlos Mota (23 pontos) e Philippe Oliveira, MVP do encontro (21 pontos marcados e 37 pontos de valorização), sendo decisivos na construção da vantagem.
Do lado do Olivais FC, os principais contributos vieram de Afonso Marques (17 pontos) e Russell Dean II (14 pontos), embora sem impacto suficiente para alterar o desfecho.
Club 5Basket Gondomar 69 – 76 Guifões SC
O Club 5Basket Gondomar foi derrotado pelo Guifões SC por 69-76, num jogo em que a decisão surgiu apenas no último período.
A partida começou equilibrada, com ligeira vantagem dos visitantes no primeiro período (17-19). O equilíbrio manteve-se no segundo quarto, onde o Gondomar respondeu (22-20), chegando ao intervalo com tudo em aberto (39-39).
Na segunda parte, o Gufões voltou a assumir ligeiro controlo no terceiro período (23-12), criando uma vantagem importante. Ainda assim, o Gondomar entrou no último quarto com hipóteses de discutir o resultado. No entanto, foi aí que a equipa visitante fez a diferença, vencendo o quarto período (7-25) e fechando o jogo com autoridade.
GDAS 79 – 81 AD Sanjonanse
O GDAS saiu derrotado frente à AD Sanjoanense por 79-81, num jogo muito equilibrado e decidido apenas nos momentos finais.
A equipa da casa entrou melhor, vencendo o primeiro período (22-15) e mostrando maior eficácia ofensiva. No entanto, a reação da Sanjoanense surgiu no segundo quarto (15-19), reduzindo a desvantagem ao intervalo e mantendo o jogo em aberto.
Na segunda parte, o equilíbrio manteve-se. A AD Sanjoanense conseguiu superiorizar-se no terceiro período (18-25), assumindo a liderança do marcador. Apesar da resposta do GDAS no último quarto (24-22), a equipa visitante conseguiu segurar a vantagem mínima até final, garantindo a vitória.
Em termos estatísticos, o GDAS registou 47% de eficácia de campo (20/43) e 29% nos lançamentos de três (8/28), enquanto a Sanjoanense apresentou melhores números, com 51% de eficácia (21/41) e 36% da linha de três (10/28), fatores determinantes no desfecho do encontro.
Individualmente, no GDAS, destacou-se Diego Soares, MVP, (38 pontos marcados e 50.5 pontos de valorização), com uma exibição de grande nível, sendo a principal referência ofensiva da equipa.
Do lado da AD Sanjoanense, evidenciaram-se David Williams (26 pontos) e Afonso Santos (17 pontos), fundamentais na conquista da vitória.
Estoril Basket Clube 64 – 61 Futebol Clube Barreirense
O Estoril Basket Clube venceu o Futebol Clube Barreirense por 64-61, num jogo muito equilibrado.
A partida começou com ligeira vantagem do Estoril, que venceu o primeiro período (13-12). No entanto, o Barreirense respondeu no segundo quarto (21-15), chegando ao intervalo na frente (34-28) e mostrando maior consistência ofensiva nessa fase.
Na segunda parte, o Estoril reagiu bem, reduzindo a diferença no terceiro período (13-23) e entrando no último quarto com o jogo completamente em aberto. Foi então que a equipa da casa conseguiu ser mais eficaz, vencendo o quarto período (17-11) e garantindo a reviravolta no marcador.
Em termos estatísticos, o Estoril apresentou 42% de eficácia de campo (20/48), enquanto o Barreirense foi mais eficaz nos lançamentos de dois pontos (66%, 19/29), mas revelou dificuldades no tiro exterior (22%, 6/27) e nos lances livres (45%, 5/11), fatores que acabaram por pesar no resultado final.
Individualmente, destaque para Evandro Inglês (24 pontos e 29 pontos de valorização), principal figura da partida, bem acompanhado por Jahn-Erik Hines (16 pontos).
Do lado do Futebol Clube Barreirense, sobressaíram Guilherme Paixão (14 pontos) e Afonso Coelho (12 pontos), embora sem conseguirem evitar a derrota.
ABA/IPCB 84 – 75 Atlético CP
O ABA/IPCB venceu o Atlético CP por 84-75, num encontro equilibrado durante largos períodos, mas decidido pela maior eficácia da equipa da casa nos momentos chave.
O jogo começou muito disputado, com empate no primeiro período (21-21). No segundo quarto, o Atlético conseguiu ligeira vantagem (19-23), indo para o intervalo na frente (40-44) e mostrando maior consistência ofensiva nessa fase.
Na segunda parte, o ABA/IPCB respondeu com autoridade. No terceiro período (21-9), a equipa da casa operou a reviravolta e assumiu o controlo do jogo. Apesar da reação do Atlético no último quarto (23-22), o ABA conseguiu manter a vantagem e fechar o encontro com segurança.
Em termos estatísticos, o ABA/IPCB apresentou 51% de eficácia de campo (24/47) e um desempenho sólido nos lances livres (67%, 18/27). Já o Atlético CP revelou dificuldades da linha de lance livre (31%, 5/16) e menor eficácia no lançamento exterior (24%, 6/25), fatores que pesaram no resultado.
Individualmente, destaque para Brandon Jackson (30 pontos e 35 pontos de valorização), figura decisiva do ABA/IPCB, bem acompanhado por Tanner Crawford (15 pontos).
Do lado do Atlético CP, sobressaiu Andrew Gardner (26 pontos), com apoio de Henrique Martins (15 pontos), embora insuficiente para evitar a derrota.
SC Beira-Mar 97 – 47 CD Póvoa Sub23
O SC Beira-Mar recebeu e venceu de forma absolutamente categórica o CD Póvoa Sub23 por 97-47, Foi um jogo sem equilíbrio competitivo, marcado por um domínio claro da equipa da casa do primeiro ao último minuto.
Desde o apito inicial, o Beira-Mar impôs um ritmo elevado e uma defesa intensa, que rapidamente começou a criar dificuldades ao adversário. O primeiro período terminou com uma vantagem confortável (25-11), refletindo já a diferença de intensidade entre as duas equipas. No segundo quarto, apesar de uma ligeira reação do Póvoa, os aveirenses continuaram a controlar o jogo e chegaram ao intervalo a vencer por 43-24.
A segunda parte acabou por acentuar ainda mais o desequilíbrio. O terceiro período (25-13) praticamente sentenciou o encontro, com o Beira-Mar a explorar bem as transições ofensivas e a superioridade física. No último quarto, a equipa da casa manteve a concentração e voltou a carregar no acelerador (29-10), fixando o resultado final numa diferença expressiva de 50 pontos.
Do ponto de vista estatístico, o domínio foi total. O SC Beira-Mar apresentou uma excelente eficácia de lançamento (60% de campo – 29/48) e destacou-se também na luta das tabelas, somando 52 ressaltos, o que lhe permitiu controlar por completo o ritmo do jogo. Defensivamente, foi uma exibição muito sólida, limitando o adversário a apenas 47 pontos e forçando múltiplos erros ofensivos.
Em termos individuais, houve vários jogadores em bom nível, evidenciando o forte coletivo da equipa. Jacquelino Mendonça foi um dos principais destaques com 20 pontos, bem acompanhado por João Pereira (14 pontos) e Clarence Jackson, MVP do encontro (13 pontos e 28.5 pontos de valorização), entre outros contributos relevantes.
Do lado do CD Póvoa Sub23, destaque para Jorge Santos (13 pontos) e Dinis Machado (10 pontos).
Seixal Superveda 81 – 78 Carnide Clube
O Seixal Superveda venceu o Carnide Clube por 81-78, num jogo equilibrado e decidido apenas nos detalhes.
A partida começou bastante disputada, com o Carnide a entrar ligeiramente melhor e a fechar o primeiro período na frente (20-21). No segundo quarto, o Seixal reagiu e conseguiu inverter o rumo do jogo, indo para o intervalo a vencer por 37-32, fruto de maior consistência defensiva e melhor seleção de lançamento.
Na segunda parte, o equilíbrio manteve-se. O terceiro período foi novamente dividido (24-23), com ambas as equipas a trocarem pontos e a manterem o jogo em aberto. No último quarto, o Carnide ainda tentou recuperar (20-23), mas o Seixal conseguiu gerir a vantagem mínima e segurar a vitória até ao fim, num final tenso e bem disputado.
Em termos coletivos, o Seixal destacou-se pela sua eficácia ofensiva, com 53% de lançamentos de campo (24/45) e uma boa percentagem de três pontos (44% – 8/18), fatores decisivos num jogo tão equilibrado. Além disso, conseguiu dominar ligeiramente nas tabelas (47 ressaltos) e mostrou maior organização nos momentos decisivos.
Do ponto de vista individual, Gonçalo Lourenço foi o grande destaque com 26 pontos, muito bem acompanhado por Bruno Bandeira, figura maior do encontro, (25 pontos marcados e 34 pontos de valorização), formando uma dupla determinante no ataque da equipa da casa.
No Carnide Clube, a resposta foi sempre positiva e a equipa manteve-se competitiva até ao final. Gonçalo Marques (15 pontos), Jorge Medina (12 pontos) e Rodrigo Jorge (11 pontos) estiveram em evidência, mas a menor eficácia no lançamento exterior (24% de três pontos) acabou por fazer a diferença nos momentos decisivos.
Portimonense Sub23 61 – 70 Elétrico Futebol Clube
O Eléctrico Futebol Clube deslocou-se ao terreno do Portimonense Sub23 e conquistou uma vitória sólida por 70-61, onde a consistência acabou por fazer a diferença.
A equipa visitante entrou melhor na partida, assumindo desde cedo o controlo do ritmo e fechando o primeiro período na frente (15-20). No segundo quarto, o equilíbrio foi maior, mas o Eléctrico conseguiu manter a vantagem e chegou ao intervalo a vencer por 26-40, beneficiando de maior eficácia ofensiva e melhor organização coletiva.
Na segunda parte, o Portimonense Sub23 reagiu e teve o seu melhor momento no terceiro período (24-13), reduzindo significativamente a desvantagem e relançando o jogo. No entanto, no último quarto, o Eléctrico voltou a assumir o controlo (11-17), gerindo melhor os momentos decisivos e garantindo a vitória final.
Em termos estatísticos, o Eléctrico destacou-se sobretudo na luta das tabelas, somando uns impressionantes 61 ressaltos, o que lhe permitiu controlar segundas oportunidades e o ritmo do jogo. Apesar de uma eficácia de lançamento global semelhante, a equipa visitante foi mais consistente e cometeu menos erros nos momentos chave.
Individualmente, Simone Araújo assinou 23 pontos, bem acompanhado pela figura da partida Mário Neves (13 pontos marcados e 39 pontos de valorização), todos com contributos importantes para a vitória. Do lado do Portimonense Sub23, Afonso Parrinha (13 pontos) e Guilherme Santinhos (10 pontos) foram os mais produtivos, mas insuficientes para contrariar o coletivo adversário.
Sporting Clube Marinhense 87 – 80 Scalipus CS
O Sporting Clube Marinhense venceu o Scalipus CS por 87-80, num jogo equilibrado mas onde a equipa da casa foi mais eficaz.
O encontro começou com ligeiro ascendente do Scalipus, que fechou o primeiro período na frente (15-19). No entanto, o Marinhense respondeu no segundo quarto (17-23), conseguindo reduzir distâncias e manter-se dentro do jogo ao intervalo, apesar de continuar em desvantagem.
Foi na segunda parte que o rumo do jogo começou a mudar. O terceiro período revelou-se determinante, com o Marinhense a assumir o controlo (26-18), conseguindo finalmente passar para a frente do marcador. No último quarto, a equipa da casa manteve a intensidade e voltou a superiorizar-se (29-20), consolidando a vantagem e garantindo a vitória final.
Em termos coletivos, o Marinhense destacou-se pela sua eficácia ofensiva (51% de lançamentos de campo) e pela consistência ao longo da segunda parte. Também apresentou bons números nas tabelas (50 ressaltos) e mostrou maior capacidade de decisão nos momentos finais.
Individualmente, vários destaques Nicolas Kashoudthon, com 28 pontos, bem acompanhado por Somachi Agbapu (27 pontos e 38.5 pontos de valorização) garantindo o título de MVP do encontro, formando uma dupla decisiva no ataque da equipa da casa.
Do lado do Scalipus CS, houve uma boa resposta coletiva, com vários jogadores em destaque, nomeadamente Cristiano Conde (17 pontos) e André Cruz (16 pontos).
Sporting CP Sub23 56 – 88 CBA Vigion Group
O CBA VIGION GROUP venceu de forma clara o Sporting CP Sub23 por 88-56, num jogo dominado praticamente do início ao fim pela equipa visitante, a contar para a 2ª fase.
A entrada forte do CBA ficou logo evidente no primeiro período, onde assumiu vantagem (13-24), impondo desde cedo um ritmo elevado e maior eficácia ofensiva. No segundo quarto, o Sporting ainda tentou reagir, mas o equilíbrio manteve-se favorável aos visitantes (15-14), levando o jogo para o intervalo já com uma diferença considerável.
Na segunda parte, o cenário não se alterou. O terceiro período voltou a cair para o CBA (13-23), que continuou a explorar bem as fragilidades defensivas do Sporting. No último quarto, a superioridade foi novamente evidente (15-27), ampliando a vantagem até aos 32 pontos finais.
Em termos coletivos, o CBA destacou-se pela sua eficácia ofensiva (54% de lançamentos de campo), domínio nas tabelas (52 ressaltos) e boa circulação de bola (20 assistências), demonstrando um jogo consistente e bem organizado.
Individualmente, vários jogadores estiveram em evidência: Joel António liderou a equipa com 17 pontos marcados e 26.5 pontos de valorização, bem apoiado por Jason Catarino (14 pontos). Foi uma exibição coletiva muito sólida, com vários atletas a contribuírem de forma equilibrada.
Do lado do Sporting CP Sub23, destacou-se Uwais Razaque com 14 pontos, acompanhado por João Conceição (13 pontos). Ainda assim, a equipa apresentou dificuldades ofensivas, com baixa eficácia nos lançamentos exteriores (18% de três pontos) e menor capacidade física e coletiva face ao adversário.
SC Vasco da Gama Sub23 85 – 64 FC Gaia – Fokus
O SC Vasco da Gama Sub23 venceu de forma convincente o FC Gaia – Fokus por 85-64, num jogo em que a superioridade foi sendo construída de forma consistente ao longo dos quatro períodos.
A equipa da casa entrou melhor e assumiu desde cedo o controlo do encontro, vencendo o primeiro quarto por 22-14. No segundo período, o Vasco manteve o ritmo ofensivo e voltou a superiorizar-se (21-23), levando uma vantagem confortável para o intervalo.
Na segunda parte, o cenário manteve-se semelhante. O terceiro quarto voltou a cair para os visitados (21-16), que continuaram a demonstrar maior organização e eficácia. No último período, o Vasco voltou a fechar melhor (21-11), ampliando a diferença até aos 21 pontos finais.
Coletivamente, o SC Vasco destacou-se pela sua consistência ofensiva (48% de lançamentos de campo), boa eficácia da linha de lance livre (74%) e controlo do jogo, com destaque também para os 40 ressaltos e 16 assistências, indicadores de um jogo equilibrado e coletivo.
Individualmente, o grande destaque foi Kauã Domingues, com 17 pontos marcados e 35 pontos de valorização, sendo bem acompanhado por Elton Mangueira (15 pontos). A equipa mostrou várias soluções ofensivas, com vários jogadores a contribuírem.
Do lado do FC Gaia – Fokus, o mais inconformado foi Jake Harrison, autor de 21 pontos, seguido de William Lima com 12 pontos. Ainda assim, a equipa apresentou dificuldades ofensivas (apenas 38% de eficácia de campo) e menor consistência ao longo do jogo.
Os próximos jogos, 3.ª fase, estão agendados para o dia 19 de abril.
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