Miguel Sousa vence e convence no Basketball Without Borders

Poste português foi um de dez eleitos para o BWB All-Star

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31 AGO 2026

O único português na 25.ª edição do Basketball Without Borders (BWB), tradicional campo organizado pela NBA e FIBA para observar e trabalhar alguns dos melhores jovens jogadores do mundo, Miguel Sousa, que representou a Seleção Sub18 Masculina este verão, saiu de Istambul, na Turquia, este sábado, sabendo que vai voltar em breve a um dos grandes palcos mundiais para jovens talentos.

Desde há duas temporadas a jogar em Espanha (Valencia Basket), o atleta luso esteve em grande forma e acabou por ser eleito para três das sete distinções individuais e coletivas atribuídas no último dia do evento, o que lhe garantiu a distinção All-Star e o convite para a integrar a continuação do programa, em fevereiro de 2027.

O BWB All-Star, em Phoenix, em simultâneo com o NBA All-Star Weekend da próxima época, vai, segundo a FIBA, “reunir jovens talentos de África, das Américas, da Ásia, da Europa e da Oceânia para participarem em testes físicos, sessões de desenvolvimento técnico e de eficiência do movimento, competições de 3×3, seminários sobre competências para a vida e jogos de 5×5. Tudo sob a orientação de jogadores, antigos jogadores, lendas e treinadores da NBA e da FIBA, entre os quais Danilo Gallinari (Itália) e James Gist (EUA)”.

Afinal, diz o próprio, “a NBA é o sonho de todos os miúdos dali”. “Dali” refere-se aos 77 jovens basquetebolistas com idades não superiores a 18 anos (oriundos de 44 países de todo o mundo) que com ele partilharam três dias em Istambul.

O feedback já tinha sido positivo e as distinções comprovam-no. Além de ter conquistado o campeonato de 3×3 ao lado de jogadores oriundos do Canadá, Austrália, Nova Zelândia e RD Congo, Miguel viu ser-lhe atribuído o troféu de Melhor Defensor (Defensive MVP) do campo.

Em fevereiro, Miguel Sousa já não vai viajar de Valência para Phoenix, contudo.

O percurso de formação do jovem internacional português vai passar pela Spire Academy, um centro de treino desportivo de elite localizado em Geneva, no estado norte-americano de Ohio, em regime de internato, para completar os dois anos que lhe faltam de ensino secundário, antes de ingressar no Basquetebol universitário.

O “passo a seguir”, diz o próprio, ele que assistiu ao Espanha x Portugal de sexta e que quer “um dia representar a Seleção principal”, como também representa o jovem Rúben Prey, um dos portugueses que nos últimos anos passou pelo programa Basketball Without Borders.

 

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