Uma parceria de sucesso

O Club Sport Marítimo é um caso de sucesso no aproveitamento da qualidade de jovens jogadoras, que por falta de espaço e experiência para competir na Liga Feminina, são enquadradas numa competição em que podem continuar a progredir, de modo a poderem chegar à principal competição feminina.

Competições | Treinadores
24 JAN 2012

O clube continua nos lugares cimeiros da 1ª divisão feminina, num projeto conjunto com o CAB Madeira, que cede várias atletas do seu plantel principal e que assim competem todas as semanas.

A equipa satélite foi formada na época 2002/03 com o objetivo de proporcionar competição nacional a atletas juniores que ainda não reuniam condições para jogar na equipa de seniores femininos do CAB. O projeto passou por uma equipa satélite porque o governo regional não apoiava uma equipa B feminina. “Esta equipa tem como razão de ser a formação de atletas para integrar o mais rápido possível a equipa sénior, dando mais e melhor competição as atletas. A sua preparação está a decorrer ao seu normal ritmo, evitando ao máximo saltar etapas, pois é uma equipa constituída por atletas jovens, mas com elevado potencial”, esclarece a treinadora do Marítimo, Luísa Montes.Desde a sua criação muitas têm sido as atletas que antes de chegarem a equipa principal passaram pela experiência da equipa satélite do Marítimo. Neste momento, à excepção da Carla Freitas, todas as atletas madeirenses que compõe o plantel da equipa sénior feminina do CAB jogaram ou ainda jogam nesta equipa satélite. “A presença de uma equipa do Marítimo, como equipa-satélite do CAB na segunda competição nacional mais importante, o Campeonato da I Divisão Feminina, funciona como uma rampa de lançamento para as jovens madeirenses”E até ao momento as coisas correm pelo melhor: “Apesar de ainda não temos chegado ao fim a primeira volta, o balanço não podia ser mais positivo. O objetivo como equipa é ficar entre as oito primeiras equipas classificadas para ir ao playoff. A nossa presença nos campeonatos nacionais é fundamental para o basquete feminino madeirense, tendo em conta que permite às atletas mais jovens, competir a um nível mais alto, onde existe mais qualidade e o nível de exigência é maior, também referindo que na ilha da Madeira não existe mais nenhuma equipa feminina no escalão de sub.19. Atualmente, apenas o CAB tem uma equipa feminina na divisão superior e esta parceria com o Marítimo permite que as tais atletas mais jovens evoluam, e tenham um espaço competitivo onde podem preparar-se para, um dia mais tarde, jogarem na equipa principal, ao mais alto nível, na Liga Feminina”, finaliza.

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24 JAN 2012

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