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Ema Karim: “Este ano foi bom, mas posso fazer muito melhor”
Ema Karim chegou ao seu segundo ano em Hofstra University sem pré-época, no dia a seguir à eliminação de Portugal no primeiro Mundial sub-19 feminino da história do basquetebol português. Tinha 18 anos, vinha de uma primeira época em que jogara dez jogos com uma média de três minutos e meio, e os seus treinadores tinham-lhe entregado um papel com tudo o que precisava de melhorar. Decidiu não parar. Trabalhou o verão inteiro.
O resultado está nos números: de 0,5 pontos por jogo para 5,8, de três minutos para mais de vinte e um, de suplente residual a titular e peça-chave numa das maiores surpresas da conferência americana CAA, onde Hofstra, décima cabeça de série num torneio de treze equipas, chegou à final com Ema Karim a ser a figura mais influente dos jogos decisivos. A extremo portuguesa falou em entrevista exclusiva à FPB sobre o verão que mudou tudo, o trajeto Cinderela no torneio da CAA e o que espera desta geração, dentro e fora das quatro linhas.
No final da tua primeira época, os teus treinadores deram-te um papel com tudo o que tinhas de melhorar para a seguinte. O que é que estava nesse papel?
Falava de ball handling — tinha de melhorar muito —, da defesa, de mudar o pace, a velocidade dos meus pés, de ganhar força e músculo. E também da tomada de decisão no lançamento: saber quando lançar.
Como é que trabalhaste? Sozinha ou com alguém?
Tive a ajuda da Margarida Pereira. Íamos para o campo do CAR e ficávamos a lançar. Lancei muito com o meu irmão, jogámos um contra um, que me ajudou na decisão. Depois estive na seleção, que também me ajudou muito. E em agosto treinei com o Ricardo Moreno — ficámos a trabalhar muito o lançamento, o pull-up jumper —, o que ajudou muito a evoluir.
Foi o mesmo verão do Mundial sub-19. Como é que geriste essa transição? No primeiro ano jogas dez jogos com uma utilização residual e de repente és chamada a ter um papel importante na seleção.
Foi um bocado difícil. De repente a equipa precisar de mim, ter um papel importante. Mas como eu passei o ano inteiro a querer jogar, a querer entrar, a ter esses minutos, a estar dentro do campo — acho que isso só me alimentou. Quando cheguei ao Mundial ou aos treinos da seleção, tinha essa fome de estar no campo, de querer jogar, de defender, de estar com as minhas colegas.
Voltaste a Hofstra no dia seguinte à eliminação de Portugal no Mundial. Não houve férias. Sentias-te preparada? Os pontos da lista de melhorias estavam feitos?
Sentia-me confiante. Apesar das minhas colegas terem estado a treinar durante um mês, eu tinha estado a jogar contra as melhores jogadoras da Europa, sempre em alta competição. Cheguei muito confiante e acho que foi isso que me ajudou muito a poder jogar mais este ano. Estava bem fisicamente, estava bem mentalmente. Entrei a matar.
Por não teres parado no verão, sentiste alguma quebra física durante a época?
Não. Fiz uma pausa de uma semana, mas tive muita ajuda na fisioterapia todos os dias, com os meus tornozelos. Muitos ice pads também. Acho que estive bem fisicamente.
Foi-te dito diretamente que ias ser titular, ou que ias ter um papel mais importante?
Não, eles não estavam muito à espera de que eu entrasse assim tão bem. Acho que ficaram um bocado chocados, porque sempre tentaram tirar mais de mim — tinham expectativas, queriam que eu falasse mais, que é uma coisa muito importante porque eu sou um bocado tímida. E eu como entrei bem, eles foram falando comigo: “Podes não entrar, mas és a primeira a sair do banco. Estás a ajudar muito, continua a fazer as coisas pequeninas — o ressalto, a defesa — e vais continuar a ganhar um papel.” Depois comecei a ser titular e eles disseram que estava a fazer um bom trabalho, que estava a ajudar a equipa nesses detalhes.
Um ano depois, passas de três minutos por jogo para mais de 21. Tornaste-te também uma grande ameaça no perímetro — 34% de três pontos, mais de cem tentativas na época. O trabalho do verão resultou nisso também?
Sim, claramente. Treinei muito com os meus treinadores adjuntos. Tivemos muito trabalho na offseason, treinos extra — mais de trinta minutos depois dos treinos todos os dias. Isso ajudou muito na confiança. No jogo é tão rápido que às vezes nem pensas no que estás a fazer, mas como treinei tanto, isso deu-me muito mais confiança no lançamento.
Acabas a época com 33 jogos, mais vezes titular do que a sair do banco, 21 minutos por jogo, seis pontos, 34% de três. Sentes que estás mais perto daquilo que queres ser? Qual é o próximo passo?
Sim, estou mais perto. Os treinadores têm mais confiança em mim, estão a puxar um papel mais de capitã para o ano que vem. Eu só quero ter um papel mais de líder na equipa — que as pessoas confiem em mim, que as mais velhas olhem para o meu trabalho e que se sintam inspiradas. Que vejam que se pode sair do banco para ser titular. Mas é continuar a fazer os detalhes. Eu não sou muito uma pessoa que marca os pontos todos da equipa. Gosto mais dos pormenores — passar a bola, roubar a bola, a transição, o que faz fluir o ataque. Para mim a estatística não é assim muito. Mas sim, quero ser uma líder no próximo ano.
Uma líder implica também seres vocal em campo. Estás preparada para esse passo?
Sim. Os treinadores têm estado a puxar muito isso neste pós-época: “Ema, tens de ser tu a dizer isto. Ema, o que é que é para fazer. Ema, tu dizes quando correr.” Tem sido um bocado complicado, mas sei que eles querem o melhor para mim, então estou a trabalhar nisso.
No final da época, viveram uma verdadeira história de Cinderela. Entraram no torneio da CAA como décima cabeça de série num torneio de treze. Havia expectativa dentro do balneário de irem tão longe?
Pode parecer um bocado maluco, mas apesar de termos os resultados que tivemos, se forem ver os nossos jogos foi sempre equilibrado. Às vezes perdíamos no último segundo, num turnover, num buzzer beater deles. As equipas sabiam que não éramos fracas, sabiam que éramos difíceis de confrontar. Então fomos para o torneio como se o resto da época não tivesse acontecido. Começava do zero. Não interessava o que tínhamos sido. Nós queríamos ir à final, queríamos ganhar.
Na segunda ronda eliminam Towson por um ponto. Depois vêm dois jogos que vão ficar para sempre na tua memória: eliminam o segundo classificado, Campbell, quando marcas aquele triplo a um minuto e meio do fim, do meio da rua. E depois na meia-final marcas 17 pontos contra Drexel, que era o terceiro classificado. Quais são as memórias principais desse torneio?
É mais a equipa. Este ano adorei mesmo a minha equipa — são umas irmãs para mim. Mesmo nos momentos maus, quando perdíamos, quando estávamos naquele losing streak, lembro-me de estar chateada porque fiz um turnover estúpido num jogo e as minhas colegas não me deixaram ir para o meu quarto. Disseram: “Não, vamos ver um filme todas. Não te vamos deixar sozinha com esses pensamentos que eu sei que estás a ter.” E no jogo de Towson, quando a Emma Von Essen marcou aquele triplo, estávamos todas no banco a chorar. Foi mesmo uma Cinderella run.
Mas para ti também — o triplo muito longo frente ao Campbell, os 17 pontos contra o Drexel. Tu que dizes que não ligas à estatística, que preferes os intangíveis. De repente fazes o teu recorde pessoal na meia-final contra o terceiro classificado. Isso dá-te uma confiança extra.
Sim, sim.
Chegam à final e perdem frente a Charleston. Ainda assim, foste a melhor marcadora de Hofstra. O programa nunca tinha chegado à final desde 2015, partindo do décimo seed. Tiveram noção, no fim, da grandeza do trajeto e da história que tinham deixado no programa?
Sim, definitivamente. A nossa treinadora estava muito feliz com o processo. Mas depois do jogo estávamos todas um bocado tristes, porque sabíamos que era possível ganhar aquele jogo — Charleston tinha sido o nosso primeiro jogo da conferência e eu lembro que estávamos a ganhar o jogo inteiro e fomos perder no último minuto. Então seria um grande comeback. Foi um bocado triste porque sabíamos que podíamos ter ganho, mas sabíamos que tínhamos feito um recorde na escola e que isso ia ficar marcado.
Entrar no transfer portal nunca foi uma hipótese?
Não. É muito uma família aqui. Os treinadores deram-me uma oportunidade grande este ano. Posso evoluir no próximo ano, ter um papel mais de líder. Tenho muito para aprender ainda. Sinto que este ano foi bom como um começo, mas posso fazer muito melhor. Ficar era a única opção.
Uma das pessoas com quem partilhaste o campo no Mundial foi a Clara Silva, que também esteve muito bem este ano em TCU. Falam regularmente?
Temos um grupo do Mundial, da seleção. Ficamos a falar às vezes, a partilhar publicações. Depois temos outro grupo para as pessoas que estão nos Estados Unidos. Não é assim muitas vezes que falamos, mas de vez em quando fazemos uma chamada ou mandamos uns TikToks. Estou muito feliz por ela. Ela está a jogar muito bem também.
Fala-se pouco de basquetebol em Portugal, mas o Mundial foi muito falado, com muito destaque para a Clara, com aquele jogo fantástico dos 37 pontos. Mas tu também fizeste coisas muito boas: contra Israel marcas seis triplos e 18 pontos, contra uma equipa considerada favorita. Que memórias é que guardas desse jogo?
Lembro-me que tínhamos aquele rancor, porque no ano anterior perdemos contra Israel. Por isso estávamos todas com um bocado de raiva, queríamos mesmo ganhar. E os lançamentos estavam a entrar e elas estavam a passar a bola. Depois tínhamos a Clara, que é um ponto forte interior — a defesa delas ia mais para dentro e depois nós temos atiradores lá fora: a (Rita) Nazário, a Gabi (Gabriela Fernandes), eu, a Magda (Freire), a Marta Rodrigues. Não tinham muito o que fazer.
Estás a estudar Bioengenharia. Como é que isso está a correr?
Está a correr bem. Está a ser difícil, definitivamente. Os laboratórios, as aulas à noite, os estudos, mas acho que vale a pena. E esta escola é muito boa para este curso. É mais fácil que em Portugal, tenho a certeza disso. Mas o meu curso é exigente — a Rita Nazário está em Engenharia Mecânica e às vezes vamos falando sobre aulas que são complicadas. Os professores ajudam imenso, conciliam muito bem as aulas com os treinos e os jogos. Mas comparando com as minhas colegas de equipa que estão em Marketing, tenho mais horas de estudo e laboratórios.
Hofstra fica em Long Island, mesmo ao lado de Nova Iorque. Já foste à cidade?
Já, adoro. Não é como nos filmes, mas agora que vivo aqui já não gosto muito de ir onde estão os turistas — nós vamos a Soho, a Brooklyn, que é mais onde as pessoas vivem e é muito mais bonito. Basta apanhar um comboio de quinze minutos e estamos na cidade. É perfeito. Ficamos o dia inteiro no shopping, a tirar fotos, a passear, a ir ao jardim. Gosto imenso.
Tu que te descreves como introvertida, como é estar na Big Apple?
Nunca é aborrecido. Há sempre alguma coisa a acontecer na cidade. Lembro que no ano passado eu e as minhas amigas fomos à cidade e de repente estava a acontecer uma luta gigante — estava um ringue no meio da rua, boxers a lutar, estava cheio. Mas este ano já não sou assim tão introvertida com as minhas colegas. Já estou normal. (risos)
Hofstra perde várias seniores este ano — a Emma Von Essen, a Chloe Sterling. Ainda tens dois anos de elegibilidade. Qual é o objetivo concreto para a próxima época?
O meu objetivo principal é ganhar o campeonato — seja a regular season ou o torneio da conferência. Tive um cheirinho no ano passado e agora estou viciada. Não consigo aceitar perder. Mas o que eu quero todos os dias, em todos os treinos, é dar o máximo que puder. Não quero sair de um treino a pensar que não dei tudo. Agora já não vou ter as mais velhas a puxar por mim — a Chloe Sterling, por exemplo, é uma das minhas melhores amigas aqui e ajudou-me imenso este ano. Ficava a treinar comigo um contra um no pós-época porque sabe o meu valor e sabe que vou ser importante para o ano que vem. Como não vou ter ninguém para me ajudar, vou ter de ser eu. Vai ser difícil mentalmente, mas é isso que eu tenho de fazer se quero crescer.
Vais ter de ser mentora das freshman que chegam. Estás preparada para isso?
Desde que elas queiram trabalhar e ganhar, sim. Eu vou dar tudo por elas se elas derem tudo por mim também.
Como são as instalações de Hofstra?
São incríveis. Temos o pavilhão principal, onde podes ir sempre, e o pavilhão onde treinamos, com máquinas de lançamento — se precisares de ir lançar sozinha é muito mais fácil. O que eu gosto muito é que tens acesso 24 horas por dia. Eu acabo o laboratório às nove da noite, não quero ir para casa — posso ir lançar e ficar até à meia-noite, à uma da manhã, sozinha, com a minha música, sem ninguém me chatear.
E isso acontece?
Acontece. O basquetebol ajuda muito com o stress. E com a Chloe — íamos lançar à noite, púnhamos a música. Depois tens o ginásio, o PT, a fisioterapia — são espetaculares, estão sempre prontos para ajudar.
Sentes que este vai ser o ano da tua afirmação definitiva?
Espero que sim. Sinto que este ano foi muito incrível — esta equipa vai ficar na minha memória para sempre —, mas espero que no próximo possamos fazer ainda melhor.
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Centro Nacional de Treino de Ponte de Sor conclui ciclo de nove anos de atividade
A Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB) informa que o Centro Nacional de Treino de Ponte de Sor não terá continuidade na época desportiva 2026/2027, encerrando um ciclo de nove anos que deixou uma marca significativa no desenvolvimento de jovens atletas de elevado potencial.
Esta decisão resulta de uma reflexão estratégica da FPB sobre os atuais modelos de formação e desenvolvimento do talento nacional. Apesar do significativo investimento realizado ao longo dos últimos nove anos, têm-se verificado crescentes dificuldades no recrutamento dos atletas identificados como prioritários para este projeto. Neste contexto, a Federação entende ser necessário reavaliar a forma como apoia e acompanha os jovens talentos com potencial para integrar as Seleções Nacionais Jovens, procurando garantir que os recursos investidos estejam alinhados com os objetivos de desenvolvimento e qualificação dos atletas para representarem Portugal ao mais alto nível.
Ao longo da sua existência, o Centro Nacional de Treino de Ponte de Sor afirmou-se como uma referência na formação desportiva nacional, proporcionando um ambiente de excelência que conciliou o desenvolvimento desportivo, académico e pessoal dos atletas. O projeto contribuiu para a formação de inúmeros jovens internacionais, reforçando o seu papel no crescimento e qualificação do basquetebol português.
A FPB expressa um agradecimento muito especial à Câmara Municipal de Ponte de Sor pelo apoio incondicional prestado ao longo destes nove anos. A visão, o compromisso e a disponibilidade demonstrados foram determinantes para a criação, consolidação e sucesso deste projeto, assegurando condições de excelência para o desenvolvimento dos atletas e constituindo um exemplo de colaboração entre o poder local e o movimento desportivo nacional.
A Federação agradece igualmente ao Agrupamento de Escolas de Ponte de Sor, aos responsáveis técnicos, atletas, famílias, clubes e restantes parceiros que contribuíram para o sucesso desta iniciativa.
A FPB reafirma o seu compromisso com a formação e o desenvolvimento do talento nacional, procurando continuar a encontrar soluções que respondam aos desafios atuais e futuros da modalidade.
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Sub16 Masculinos arrancam observação para o Europeu da Macedónia do Norte
A Seleção Nacional de Sub16 Masculinos vai reunir-se em Lisboa, entre os dias 11 e 14 de junho, para o primeiro estágio de observação da temporada, integrado na preparação para o Campeonato da Europa da Divisão B, competição agendada para decorrer entre 4 e 16 de agosto, em Gevgelija e Skopje, na Macedónia do Norte.
André Cardoso convocou 24 atletas para este momento inicial de avaliação, que reúne jovens jogadores provenientes de clubes nacionais e internacionais. O estágio permitirá à equipa técnica observar um alargado conjunto de atletas antes do arranque dos trabalhos de preparação para o Europeu.
O percurso de preparação da equipa nacional inclui quatro estágios adicionais, bem como jogos internacionais e participação em torneios de preparação antes da competição continental.
Atletas Convocados
| Nome | Clube |
|---|---|
| André Barreto | CBA Academy (Espanha) |
| David Conceição | Orange 1 Basket Bassano (Itália) |
| Dinis Leal | FC Porto |
| Estevão Paulino | CBA Academy (Espanha) |
| Fernando Singh | Estudiantes Pontevedra (Espanha) |
| Francisco Ferreira | FC Barreirense |
| Francisco Ribeiro | Sporting CP |
| Gonçalo Manaia | FC Barreirense |
| Guilherme Pedrosa | Sporting CP |
| Henrique Ferreira | CBA Academy (Espanha) |
| João Cunha | FC Porto |
| José Henriques | Clube dos Galitos / CNT Ponte Sor |
| Kleyton Pina | PSA Cardinals (EUA) |
| Lucas Candeias | Sporting CP |
| Martim Costa | UAA Aroso |
| Martim Pop Fontes | Paço de Arcos Clube / CNT Ponte Sor |
| Martim Sanches | Rio Maior Basket |
| Mateo Tolentino | SL Benfica |
| Pedro Bourbon | BC Barcelos |
| Simão Batista | Pully Lausanne Foxes (Suíça) |
| Tiago Pereira | Club 5 Basket / CNT Ponte Sor |
| Tiago Teixeira | SC Braga / CNT Ponte Sor |
| Tomás Barbosa | Club 5 Basket |
| Tomás Pinho | FC Porto |
Equipa Técnica
Sub18 Femininas cumprem estágio de observação em Lisboa
A Seleção Nacional de Sub18 Femininas realiza entre os dias 19 e 21 de junho, em Lisboa, o primeiro estágio de observação tendo em vista a participação no Campeonato da Europa da Divisão B, que decorrerá entre 31 de julho e 9 de agosto, em Tulcea, na Roménia.
Agostinho Pinto chamou 18 atletas para este primeiro momento de trabalho, que permitirá à equipa técnica avaliar o grupo e iniciar a preparação para uma competição em que Portugal procurará discutir os lugares cimeiros da Divisão B.
O plano de preparação da Seleção Nacional contempla ainda três estágios adicionais, incluindo jogos internacionais e participação em torneios de preparação antes da viagem para a Roménia.
Atletas Convocadas
| Nome | Clube |
|---|---|
| Ana Sobral | Maia BC |
| Beatriz Garcia | Sporting CP |
| Carolina Falé Costa | CRCQ Lombos |
| Daniela Fernandes | Vitória SC |
| Daniela Martins | Olivais FC |
| Kyarah Sulemange | London Cavaliers (Reino Unido) |
| Inês Borgiotti | Cavigal Nice (França) |
| Irene Sousa | CRCQ Lombos |
| Isabel Ferreira | CAB Madeira |
| Mafalda Carvalho | CLIP Teams |
| Margarida Postiga | CLIP Teams |
| Maria Beatriz Palma | SL Benfica |
| Maria Silva | CRCQ Lombos |
| Maria Teresa Fidalgo | SL Benfica / CAR Jamor |
| Mariana Matos | Imortal BC |
| Matilde Lopes | Sporting CP / CAR Jamor |
| Rita Rodrigues | CPN |
| Sofia Mota | CPN |
Equipa Técnica
Sub20 Femininas iniciam preparação para o Europeu da Divisão B
A Seleção Nacional de Sub20 Femininas vai realizar o primeiro estágio de preparação para o Campeonato da Europa da Divisão B, competição que decorrerá entre 4 e 12 de julho, em Samokov, na Bulgária. Os trabalhos decorrem entre os dias 5 e 15 de junho, em Pombal, contemplando ainda a realização de dois jogos de preparação frente à Croácia, nos dias 13 e 14 de junho, em Porec.
A convocatória de José Araújo reúne 15 atletas, combinando jogadoras que atuam em Portugal com várias atletas que competem no basquetebol universitário norte-americano. Este primeiro momento de observação e preparação servirá para iniciar a construção do grupo que representará Portugal na Bulgária, sendo que apenas 12 atletas viajarão para os encontros particulares frente à seleção croata.
Após este estágio, a equipa nacional terá ainda mais dois períodos de preparação antes da participação no Europeu, incluindo um torneio internacional em Barcelos.
Atletas Convocadas
| Nome | Clube |
|---|---|
| Ana Marques | Clube dos Galitos |
| Carolina Silva | CRCQ Lombos |
| Ema Karim | Hofstra University (EUA) |
| Joana Magalhães | University of New Mexico (EUA) |
| Letícia Vieira | GDESSA |
| Mafalda Maria Monteiro | SC Coimbrões |
| Magda Silva | Queens University of Charlotte (EUA) |
| Maria Amaro | Monmouth University (EUA) |
| Maria Andorinho | CP Esgueira |
| Maria Fernandes | SL Benfica |
| Marta Rodrigues | CPN |
| Marta Vieira | Arizona Western College (EUA) |
| Rita Nazário | California State University Northridge (EUA) |
| Sara Albuquerque | CRCQ Lombos |
| Sara Rodrigues | SL Benfica |
| Sofia Sousa | CLIP Teams |
Equipa Técnica
União Académica António Aroso e Esgueira OLI vitoriosos nas Taças Nacionais Sub16 Masculino e Feminino
Taça Nacional Sub16 Masculino
A União Académica António Aroso sagrou-se vencedor da Taça Nacional Sub16 Masculina, após derrotar o Queluz-A por 72-65 na final da competição, disputada este fim de semana.
Nas meias-finais, a formação da Associação de Basquetebol do Porto garantiu o acesso ao encontro decisivo ao superar o CAB Madeira por apenas um ponto (61-60), enquanto o Queluz-A assegurou a presença na final depois de vencer a União Sportiva A por 73-29.
A disputa pelo terceiro e quarto lugar colocou frente a frente as duas equipas derrotadas nas meias-finais. O CAB Madeira levou a melhor sobre a União Sportiva A, vencendo por 82-72.
Os madeirenses entraram melhor na partida e foram construindo uma vantagem ao longo dos primeiros três períodos (22-16, 20-17 e 18-16). Apesar da reação açoriana no derradeiro quarto (22-23), o CAB Madeira conseguiu gerir a diferença e assegurar o último lugar do pódio.
O MVP do encontro foi Rafael Rodrigues, que registou quatro pontos, 15 ressaltos, cinco assistências e sete roubos de bola, para uma valorização de 21.5.
Na final, o equilíbrio marcou os minutos iniciais, com o primeiro período a terminar empatado a 17 pontos. O Aroso A / Empizinhos conseguiu ganhar uma ligeira vantagem antes do intervalo (21-18) e deu um passo importante rumo ao título no terceiro quarto, ao vencer esse parcial por 18-10. Apesar da resposta do Queluz-A nos últimos dez minutos (16-20), a equipa nortenha manteve o controlo da partida e confirmou o triunfo por 72-65.
O destaque individual da final foi Martim Costa, autor de uma exibição de elevado nível, terminando com 21 pontos, 15 ressaltos, nove assistências e quatro roubos de bola, para uma valorização de 34.5.
Com este resultado, o Aroso A / Empizinhos ergue a Taça Nacional Sub16 Masculina, juntando mais um título à excelente temporada que os clubes de formação da Associação de Basquetebol do Porto têm vindo a realizar.
Taça Nacional Sub16 Feminina
O Esgueira OLI sagrou-se vencedor da Taça Nacional Sub16 Feminina, após derrotar o SL Benfica por 69-61 na final da competição.
Nas meias-finais, a formação aveirense garantiu o acesso ao encontro decisivo ao superar o CDE Francisco Franco por expressivos 99-29. Do outro lado do quadro, o SL Benfica também confirmou a presença na final ao vencer a União Sportiva por 114-44.
A disputa pelo terceiro e quarto lugar colocou frente a frente o CDE Francisco Franco e a União Sportiva. A equipa açoriana levou a melhor, triunfando por 85-54.
A União Sportiva entrou melhor na partida e construiu uma vantagem confortável ainda durante a primeira metade, vencendo os dois primeiros períodos por 19-10 e 28-9. Apesar da resposta da formação madeirense após o intervalo, as açorianas continuaram a controlar o encontro, registando os restantes parciais de 16-13 e 22-22 para assegurar o terceiro lugar da competição.
A MVP da partida foi Beatriz Coutinho, autora de uma exibição de destaque, terminando com 31 pontos, 13 ressaltos, três assistências e três roubos de bola, para uma valorização de 41.
Na final, o equilíbrio marcou grande parte do encontro entre Esgueira OLI e SL Benfica. A equipa aveirense entrou melhor e fechou o primeiro período na frente (26-21), mas as encarnadas responderam antes do intervalo ao vencerem o segundo parcial por 11-16. O terceiro quarto terminou empatado a 10 pontos, deixando tudo em aberto para os derradeiros dez minutos.
No último período, o Esgueira OLI mostrou-se mais eficaz e superiorizou-se por 22-14, assegurando a vitória por 69-61 e a consequente conquista do troféu. A formação aveirense foi orientada por Gabriela Raimundo, atleta sénior do Esgueira Aveiro OLI, que conduziu as Bikudas ao triunfo na competição.
Thaissa Costa foi eleita MVP da final, depois de somar 27 pontos, três ressaltos, três assistências e cinco roubos de bola, para uma valorização de 24.
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CN 2 Masculina: CBP 2012 em vantagem na final nacional
No Campeonato Nacional da 2ª Divisão Masculina, o CBP 2012 levou a melhor sobre o Queluz O NOSSO PREGO Sub23 – 80-71 -, no encontro inaugural da final nacional.
A eliminatória e a consagração do campeão nacional do escalão acontece a 7 de junho, às 18h15, no Pavilhão Henrique Miranda, data e local da partida da segunda mão.
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Foto de capa: CBP 2012
CN 2 Feminina: Portimonense La Gioconda na dianteira da final
No Campeonato Nacional da 2ª Divisão Feminina, a primeira mão da final nacional foi palco de um grande duelo entre AAC e Portimonense La Gioconda, com a vitória a pender para a formação algarvia – 66-69.
As coimbrenses estiveram melhores na primeira metade e gozaram de uma vantagem de 6 pontos antes do descanso – 37-31. A réplica do conjunto de Portimão, mais forte na luta das tabelas – 34 vs 46 -, o grande dado estatística diferenciador, chegou na segunda parte, consumando desde logo a reviravolta nos primeiros dez minutos – 49-50. O equilíbrio voltou a ser evidente no último quarto, toada suficiente para que o Portimonense La Gioconda preservasse a liderança e encare a segunda mão na frente.
Ashley Hasset – 21 pontos, 12 ressaltos, 5 assistências, 2 roubos de bola -, MVP do desafio com 32 pontos de valorização, e Kayla Luebbe – 18 pontos, 6 ressaltos, 1 assistência, 1 roubo de bola – lideraram a turma vencedora. Nas anfitriãs, despontaram Karissa Kajorinne – 26 pontos, 4 ressaltos, 3 assistências, 1 roubo de bola – e Beatriz Guimarães – 13 pontos, 2 ressaltos, 5 assistências, 1 roubo de bola.
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A segunda mão está agendada para dia 6 de junho, às 20h30, no Pavilhão Desportivo da Boavista.
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Foto de capa: Portimonense SC
Francisco Amiel sobe à Primeira FEB com o Albacete Basket
Festa em terras de nuestros hermanos. Francisco Amiel, que conta com 79 internacionalizações no conjunto das Seleções Jovens e da Seleção Nacional, é destaque da rubrica Portugueses Além Fronteiras, depois de vencer a Segunda FEB com o Albacete Basket, este domingo.
O emblema espanhol venceu o Amics Castelló por 66-68 no jogo da segunda mão da final do play-off de promoção à segunda divisão do basquetebol espanhol e o base, de formação do Basket Almada Clube, a cumprir a segunda época no clube e na posição de principal distribuidor de jogo, termina a sua temporada com 28 jogos cumpridos e 15.6 minutos por jogo (4.3ppj, 1.5rpj e 1.6apj).

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FC Porto vence Sporting CP e vai disputar com o SL Benfica as Finais da Liga Betclic Masculina
Jogo 4 no Dragão Arena e mais um finalista encontrado: o FC Porto bateu o Sporting CP 94-86, nas meias-finais do playoff da Liga Betclic Masculina, nesta tarde de domingo, e vai agora enfrentar as águias, que carimbaram o passaporte para a série do título na passada quinta-feira.
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Os dragões, que venciam a série 2-1, com uma vitória no último encontro, entraram mais fortes na partida, chegando a deixar o marcador a 20 pontos (30-10) e foram para o intervalo na frente pela dezena de pontos, depois de 30-14 e 27-33 nos parciais dos dois primeiros quartos. No regresso dos balneários, o coletivo de Luís Magalhães recuperou a toada ofensiva a que tem habituado os adeptos, com Diogo Ventura (24pts, 5res, 6ast) e Francisco Amarante (19pts, 7res) em grande plano.
Este último chegou mesmo a marcar o triplo que consumou a reviravolta, a 36 segundos da entrada no último quarto, mas, do outro lado, Cornelius Hudson (24pts, 13res e MVP, com 36.5val), Robert Beran Jr. (21pts, 7res) e Miguel Queiroz (14pts, 8res, 4ast) foram capazes de segurar e voltar a virar o jogo.
Parciais de 19-28 e 18-11 na segunda parte e o FC Porto avança pelo terceiro ano consecutivo para as Finais, que se disputam já a partir de dia 7 de junho, numa série à melhor de cinco jogos frente ao SL Benfica, adversário das últimas temporadas na ronda que se segue e que procura o pentacampeonato.
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CD Póvoa ESC ONLINE conquista a Proliga e completa época de sonho
O CD Póvoa ESC ONLINE sagrou-se este sábado campeão da Proliga 2025/26, ao derrotar o CAB Madeira por 90-72 no decisivo terceiro jogo da final, disputado perante uma excelente moldura humana no Pavilhão do Clube Desportivo Póvoa. Depois de ter terminado a fase regular no primeiro lugar, a formação poveira junta agora o troféu da Proliga ao estatuto de melhor equipa da temporada, fechando a época da melhor forma possível.
A equipa orientada pelos poveiros entrou determinada a resolver cedo a partida e construiu uma vantagem importante logo no primeiro período. Impulsionado por um inspirado Scott Suggs, que marcou 18 dos seus 28 pontos nos primeiros dez minutos, o CD Póvoa ESC ONLINE venceu o parcial inaugural por 30-13, colocando desde logo forte pressão sobre os madeirenses.
O CAB Madeira reagiu no segundo período e conseguiu equilibrar as operações, chegando ao intervalo a perder por 48-31, depois de um parcial de 18-18. A equipa insular, que já tinha garantido a subida à Liga Betclic Masculina graças à presença na final, voltou dos balneários determinada a discutir o resultado e venceu mesmo o terceiro quarto por 21-27, reduzindo a diferença para 69-58 à entrada dos derradeiros dez minutos.
Contudo, o conjunto da casa não permitiu qualquer aproximação mais séria no último período. Com o apoio constante dos adeptos, que criaram um ambiente vibrante ao longo de toda a partida, o CD Póvoa ESC ONLINE voltou a assumir o controlo do encontro e fechou as contas com um parcial de 21-14, confirmando o triunfo por 90-72 e desencadeando a festa do título.
Destaque natural para Scott Suggs, eleito MVP da partida, após somar 28 pontos, oito ressaltos, quatro assistências, um roubo de bola e um desarme de lançamento, para uma valorização de 36.
O triunfo assume um significado ainda maior para os poveiros, que conseguiram recuperar de uma desvantagem de 0-1 na eliminatória para vencer os dois jogos seguintes e conquistar o troféu por 2-1. Depois de assegurarem antecipadamente a promoção à Liga Betclic Masculina graças ao primeiro lugar na fase regular, os comandados de José Rodrigues encerram a época com a dobradinha perfeita: subida de divisão e conquista da Proliga.
Do lado do CAB Madeira, a derrota não apaga uma campanha histórica. Os madeirenses garantiram igualmente a promoção à Liga Betclic Masculina para a próxima temporada e regressam ao principal escalão do basquetebol português após uma temporada de enorme qualidade.
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FC Porto sagra-se campeão nacional de Sub16 Masculinos
Depois de dois dias de competição, o duelo final, entre FC Porto e Sporting CP, ditaria quem se sagraria campeão. Em Santo Tirso, palco da Fase Final do Campeonato Nacional de Sub16 Masculinos, foram os azuis e brancos que levantaram o troféu, depois da vitória por 59-66, e pela terceira época consecutiva no escalão.
O jogo foi discutido até aos últimos minutos, com os jovens dragões a saírem por cima nos instantes finais. João Cunha, com um duplo-duplo (14pts, 19res), é o MVP da partida (36val) e também do torneio (24 de valorização em três jogos), sendo considerado para o Cinco Ideal ao lado do colega de equipa Dinis Leal; do leão Leinik Ginge; do atleta do GALITOS IDENTIDADEDIGITAL, José Pedro Henriques, e do atleta do PAC/MALAGUETA Martim Fontes.
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Estes dois últimos defrontaram-se antes no jogo de atribuição do 3.º e 4.º lugar, com a vitória a cair para o coletivo aveirense, por 66-56. José Pedro marcou 22 e Martim 19.
Várias figuras de relevo marcaram presença em Santo Tirso, incluíndo o Vice-Presidente da FPB, Nuno Manaia; o selecionador nacional Mário Gomes; o selecionador nacional de Sub16 Masculinos, André Cardoso; e o presidente da AB Porto, que organizou a Fase Final, Manuel Albano. O Diretor-Técnico Paulo Neta entregou o troféu de MVP.
A congénere feminina da prova tem lugar no próximo fim de semana, 5, 6 e 7 de junho, em Albufeira, também com transmissão FPBtv.
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Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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