Artigos da Federaçãooo
Rui Frade: “É uma satisfação enorme ter participado na construção desta equipa”
Na ressaca da vitória de Portugal, duas figuras da Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB) fizeram-se ouvir aos microfones da FPBtv, duas figuras para quem esta janela de qualificação dos Linces deixa um sentimento especial: afinal, é a última janela do presidente Manuel Fernandes e do vice-presidente Rui Frade ao serviço de uma causa para a qual se entregaram de corpo e alma – o Basquetebol e, mais precisamente, a Seleção Nacional.
Frisando que “não é uma novidade” ter “casa cheia no Pavilhão Mário Mexia”, o presidente, a finalizar o seu último mandato na liderança da FPB, fala das “portas escancaradas” para chegar à Segunda Ronda da qualificação e do exemplo que estes jogos – e estes Linces – dão às próximas gerações.
“O Basquetebol cresceu, ganhou credibilidade, e isso é à custa das nossas Seleções Nacionais (…). Já tive a oportunidade de agradecer aos jogadores, porque eles são inspiradores, são referências que vão influenciar os nossos jovens. Dão o exemplo, pela entrega, pelo espírito de grupo, pelo talento, pelo esforço”. Presidente Manuel Fernandes
Já Rui Frade, que acompanhou de perto enquanto dirigente todo o percurso recentes dos Linces, sente que encerra a sua missão com um sentido de dever cumprido:
“Sentimento de gratidão [para] com esta equipa. Eu já vivi muitas emoções na vida, de vária ordem, mas, nos últimos anos, o percurso que esta equipa tem seguido, a forma como tem, passo a passo, ganho o seu espaço no Basquetebol europeu, realmente transmitiu-me emoções que nunca mais vou esquecer. A fase final do Euro[Basket] foi uma emoção enorme que esta equipa me proporcionou e pela qual estou muitíssimo grato”. Vice-Presidente Rui Frade
Portugal volta agora “à carga” no início de julho, para a terceira janela desta Primeira Ronda, jogando dia 2 com Montenegro, em casa, e dia 5 com a Grécia, fora.
Os Linces estão atualmente no 2.º posto do Grupo B, somente atrás dos helénicos, com o mesmo registo (2-2) que os montenegrinos.
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Women’s EuroBasket 2027 Qualifiers: acreditações abertas para o confronto entre Portugal e Sérvia
Já se encontram abertas as acreditações de imprensa para o encontro entre Portugal e Sérvia, relativo à próxima janela de qualificação para o Women’s EuroBasket 2027, agendado para o dia 14 de março, às 19h00, no Pavilhão 25 de Abril, em Almancil.
O jogo marcará o regresso da Seleção Nacional Sénior Feminina à competição nesta fase da qualificação europeia, num encontro em que as Linces voltam a contar com o apoio do público português antes da deslocação à Islândia para o segundo compromisso da janela.
Os profissionais de comunicação social interessados em acompanhar o encontro deverão solicitar a respetiva acreditação através do email acreditacoes@fpb.pt.
No pedido de acreditação deverá constar a seguinte informação:
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Nome
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Cargo
- Contacto
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Órgão de comunicação social ou entidade que representa, caso aplicável.
O prazo para pedidos de acreditação decorre até próximo dia 13 de março, sendo posteriormente confirmada a atribuição das mesmas aos interessados.
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Para os adeptos que pretendam assistir ao encontro em Almancil, os bilhetes já se encontram disponíveis online, podendo ser adquiridos através da plataforma oficial de venda.
A partida terá também uma vertente solidária. A receita da bilheteira do encontro reverte na totalidade para apoiar os clubes de basquetebol afetados pelo recente mau tempo, através de um fundo de apoio criado para ajudar as estruturas que sofreram danos nas últimas semanas.
Além disso, os adeptos que marcarem presença no pavilhão terão ainda a possibilidade de participar numa iniciativa especial: cada pessoa que adquirir bilhete ficará automaticamente habilitada a ganhar uma camisola da Seleção Nacional assinada por todas as jogadoras, sendo o sorteio realizado ao intervalo da partida.
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Women’s EuroBasket 2027 Qualifiers: duas novidades na convocatória e bilhetes já disponíveis para apoiar as Linces
Women’s EuroBasket 2027 Qualifiers: O caminho continua entre Almancil e Reiquiavique
A Seleção Nacional Sénior Feminina está a dois dias de voltar a estar junta na preparação da próxima janela de qualificação para o Women’s EuroBasket 2027, que levará as Linces a disputar dois encontros decisivos frente à Sérvia e à Islândia.
O primeiro compromisso terá lugar em Almancil, no Pavilhão 25 de Abril, no dia 14 de março, às 19h00, onde Portugal recebe a seleção sérvia antes da deslocação a Reiquiavique, agendada para 17 de março, para o encontro frente à Islândia que encerra esta fase do grupo.
Entretanto, a convocatória para esta janela apresenta duas novidades, com as chamadas de Maria Inês Neto e Beatriz Jordão, que passam a integrar o grupo de trabalho orientado pelo Selecionador Nacional Ricardo Vasconcelos. Para ambas as atletas, esta chamada assume também um significado especial. Maria Inês Neto e Beatriz Jordão preparam-se para integrar pela primeira vez a Seleção Nacional Sénior Feminina.
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Os bilhetes para o encontro com a Sérvia já se encontram disponíveis, podendo ser adquiridos online através da plataforma oficial de venda, AQUI.
A partida terá também uma vertente solidária. A receita da bilheteira do encontro reverte na totalidade para apoiar os clubes de basquetebol afetados pelo recente mau tempo, através de um fundo de apoio criado para ajudar as estruturas que sofreram danos nas últimas semanas.
Além disso, os adeptos que marcarem presença no pavilhão terão ainda a possibilidade de participar numa iniciativa especial: cada pessoa que adquirir bilhete ficará automaticamente habilitada a ganhar uma camisola da Seleção Nacional assinada por todas as jogadoras, sendo o sorteio realizado ao intervalo da partida.
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Trio português conquista bronze na Taça da Alemanha
José Araújo, Sara Guerreiro e Ana Raimundo estiveram em destaque na conquista do 3.º lugar da Taça da Alemanha pelo BC Marburg.
A equipa orientada pelo treinador português começou por defrontar o Rutronik Stars Keltern, acabando derrotada por 74-79 frente à formação que viria a ficar em segundo lugar.
No dia 1 de março, o BC Marburg voltou a entrar em campo para disputar o jogo de atribuição do 3.º lugar frente ao Saarlouis Royals. A equipa acabou por vencer por 73-62, garantindo assim a medalha de bronze na competição.
Entre as atletas portuguesas, Ana Raimundo contribuiu com 7 pontos, 2 ressaltos e 4 assistências. Já Sara Guerreiro foi a MVP da partida, ao registar 11 pontos, 1 ressalto e 3 assistências, num total de 16 pontos de valorização.
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Aditamento à convocatória para a assembleia geral da fpb
Nos termos da Lei e dos Estatutos, procedeu-se à convocatória para a realização da Assembleia Geral Ordinária da Federação Portuguesa de Basquetebol, no dia 21 de março de 2026, pelas 14h30 horas, no Centro de Juventude de Lisboa do IPDJ, sito à Rua de Moscavide, Lt. 47 101, Parque das Nações, 1998-011 Lisboa.
Resultou dos contactos com o Cartório Notarial para a formalização da escritura de alteração dos Estatutos, aprovada na última Assembleia Geral, que se mostra necessário proceder a uma retificação da redação do n.º 2 do artigo 33.º dos Estatutos aprovada pela Assembleia Geral.
Sendo esta a última Assembleia Geral dos órgãos sociais em exercício, pretende-se ainda homenagear entidades relevantes para o basquetebol nacional.
Face ao exposto, procede-se ao aditamento à Ordem de Trabalhos relativa à Assembleia Geral Ordinária da Federação Portuguesa de Basquetebol, no dia 21 de março de 2026, pelas 14,30 horas, nos seguintes termos:
1. Retificação da redação do n.º 2 do artigo 33.º dos Estatutos, aprovada na Assembleia Geral de 13 de dezembro de 2025, propondo-se a aprovação da seguinte redação:
Artigo 33.º n.º 2 – A Direção é constituída pelo Presidente e por 4, 6 ou 8 membros efetivos.
2. Proposta de atribuição de títulos honoríficos
Pode também consultar a notícia com a convocatória: Convocatória para a Assembleia Geral da FPB
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CN 2 Masculina: SC Braga Sub23 e CBP 2012 prolongam campanha imaculada
No Campeonato Nacional da 2ª Divisão Masculina, todas as equipas foram a jogo, num total de catorze partidas. SC Braga Sub23 e CBP 2012 gozam de estatuto imbatível.
2ª Fase – Norte 2A
Quatro jogos, quatro vitórias para o SC Braga Sub23, que amealhou os dois pontos na visita à AAUTAD – 55-79. Seguem-se Beira-Mar Sub23 e Campinho/Equi, ambos vitoriosos, diante do Fides Gondobasket – 86-96 – e CD José Régio – 65-56 -, respetivamente.
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2ª Fase – Norte 2B
O CBP 2012 é mais líder, depois de suplantar a então invicta União de Leiria – 92-62. Os penafidelenses passaram a ser o único emblema da série sem derrotas.
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A UD Oliveirense Sub23 venceu o Illiabum Sub23 Exitcasa – 88-50 -, ao passo que FC Porto Sub23 levou avante as suas intenções perante a Ovarense Sub23 Olho Marinho – 67-47.
2ª Fase – Sul 2A
O Unidos/Universalis quebrou a invencibilidade do líder Odivelas Basket – 77-86. A jornada dupla rendeu ao Quarteira Tubarões dois triunfos, diante de A.C. Moscavide – 66-55 – e Física Torres Vedras – 66-64. O A.C. Moscavide superiorizou-se ao GALITOS BARREIRO Sub23 – 86-75.
2ª Fase – Sul 2B
A Academia do Lumiar pôs termo à campanha invicta do GDRAR – 73-70 -, que, ainda assim, mantém o primeiro posto, em igualdade pontual com o Queluz O Nosso Prego Sub23, soberano na deslocação ao terreno do Stella Maris/Profresco – 56-88. O CF “Os Bonjoanenses” ultrapassou, sem sobressalto, o Real Clube Vale Cavala – 86-56.
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Foto de capa: SC Braga
Women’s EuroBasket 2027 Qualifiers: O caminho continua entre Almancil e Reiquiavique
Women’s EuroBasket 2027 Qualifiers – Definidas as 14 convocadas para a janela de março
CN 2 Feminina: Três invictos jogadas quatro rondas da 2ª fase
No Campeonato Nacional da 2ª Divisão Feminina, tomou lugar a quarta jornada da 2ª fase. AAC, Portimonense La Gioconda e Santarém BC só sabem ganhar.
2ª Fase – Norte 2A
Tudo empatado no topo do grupo. O Club 5Basket JBL M&PUB recebeu e venceu o Club Sport Marítimo/CAB – 71-64 -, tirando dividendos da atuação de Joana Lopes – 19 pontos, 15 ressaltos, 4 assistências, 3 roubos de bola, 3 desarmes de lançamento. O BC Limiense também capitalizou o fator casa, frente ao Galitos Sub22 QViagem – 65-51. Já a Ovarense Internutri ditou leis, fora de portas, contra o Vitória Sport Clube – 41-48. Alba Santos – 20 pontos, 10 ressaltos, 4 roubos de bola – rubricou um duplo-duplo.
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2ª Fase – Norte 2B
A Juvemaia ACDC lidera à condição, fruto do êxito caseiro com o CTM V. Pouca de Aguiar – 62-42 -, à boleia dos dígitos de Morgan Dillard – 21 pontos, 10 ressaltos, 5 roubos de bola.
A AAC obteve uma vitória robusta sobre o NCR Valongo Valetel – 21-97 – e preserva a invencibilidade. O Guifões SC bateu, por margem tangencial, o SC Coimbrões Sub22 – 55-54 -, desfecho com a marca de Anegor Wol – 17 pontos, 10 ressaltos, 4 assistências.
2ª Fase – Sul 2A
O Portimonense La Gioconda conserva o registo imaculado, depois de suplantar, categoricamente, o GDEMAM – 104-51. De igual façanha se pode gabar o Santarém BC, soberano na receção ao BC Lis IPLeiria – 63-41.
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O Carnide Clube afirmou-se perentoriamente ante o Odivelas Basket – 39-91.
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2ª Fase – Sul 2B
O Ginásio EXZELLENZ encabeça a tabela, na sequência de triunfos sobre a SIMECQ Sub22 – 68-82 -, relativo à primeira jornada, e Imortal Sub22 Divine Home – 63-40 -, embate no qual sobressaiu Catarina Freitas – 18 pontos, 3 ressaltos -, a mais inconformada nos visitantes.
A Física Torres Vedras contou por vitórias o duplo compromisso caseiro, com Imortal Sub22 Divine Home – 63-56 – e Unidos/Farmácia Moderna – 77-48. Neste último embate, merece ênfase a colheita de Maria Santos – 21 pontos, 11 ressaltos, 5 assistências, 3 roubos de bola.
Encerra o pódio o SL Benfica Sub22, melhor do que a SIMECQ Sub22 – 33-63.
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Foto de capa: Santarém BC
CN 1 Masculina: Cumprida a quarta jornada da 2ª fase
No Campeonato Nacional da 1ª Divisão Masculina, realizaram-se dezasseis partidas, referentes à ronda quatro da 2ª fase. No Grupo Promoção Norte, o líder Basquete Barcelos Eticol foi desfeiteado pelo Galitos Pizzarte.
2ª Fase – Grupo Promoção Norte
O Galitos Pizzarte travou o líder Basquete Barcelos Eticol e aproximou-se da dianteira, ao impor-se por 48-52, apesar das diligências locais de Joel Luz – 8 pontos, 19 ressaltos.
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O Club 5Basket Gondomar, terceiro classificado, também saiu derrotado, no terreno do Guifões SC – 89-71. Gustavo Nunes – 11 pontos, 10 ressaltos, 4 assistências – assumiu o estatuto de principal obreiro do triunfo.
Jacquelino Mendonça – 45 pontos, 29 ressaltos, 4 roubos de bola – inscreveu o seu nome no livro dos recordes, ao averbar 75 pontos de valorização, na vitória do SC Beira-Mar sobre o CD Póvoa Sub23 – 67-79.
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Jake Harrison – 32 pontos, 12 ressaltos, 7 assistências – ficou perto do triplo-duplo, no sucesso caseiro do FC GAIA – FOKUS diante do SC Vasco da Gama Sub23 – 88-69.
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2ª Fase – Grupo Promoção Sul
O Futebol Clube Barreirense conserva a liderança, fruto da vitória ante o Estoril Basket Clube – 96-85. Afonso Coelho – 23 pontos, 11 ressaltos, 10 assistências – foi porta-voz da ambição da turma do Barreiro, ao alcançar o triplo-duplo.
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Com os mesmos pontos, no segundo posto, surge a ABA/IPCB, que prevaleceu no confronto com o Atlético CP – 56-71. Na “Tapadinha”, o ascendente estatístico pertenceu a Carlos Sanda – 18 pontos, 10 ressaltos, 2 assistências.
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O CBA Vigion Group continua com o primeiro posto na mira, depois de bater o Sporting CP Sub23 – 79-58.
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Com Triston Wennersten – 25 pontos – 10/10 2 pontos -, 11 ressaltos – em plano de destaque, o Belenenses ultrapassou o CBC – Coração do Ribatejo – 77-43.
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2ª Fase – Grupo Manutenção Norte
Em jogo com muitos pontos, o Olivais FC suplantou o FAC – Crédito Agrícola – 87-84. Aaron Tims – 24 pontos, 13 ressaltos, 3 assistências – despontou como figura da partida.
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A AD Sanjoanense recebeu e venceu o GDAS – 92-87. Diego Soares – 25 pontos, 11 ressaltos, 6 assistências – procurou ativamente outro desfecho para os minhotos.
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Latera Abdeta – 15 pontos, 13 ressaltos, 3 roubos de bola – assumiu as despesas na vitória fora de portas do CB Viana NortAluga diante da Juvemaia ACDC/Mecprec – 52-62. O Académico FC imitou a façanha e também se afirmou, no terreno do Gafanha Rascunhos Urbano – 79-86.
2ª Fase – Grupo Manutenção Sul
O Eléctrico Futebol Clube, que ocupa o topo, capitalizou o fator casa perante o Portimonense Sub23 – 82-67. Nota mais para Jalen Jordan – 24 pontos, 5 ressaltos, 3 assistências, 3 roubos de bola.
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No seu encalço está o PAC Kyocera, que não perdeu terreno, diante do seu público, contra o BAC Crossjoin Solutions – 83-67 -, alavancado por Edgar Simão – 14 pontos, 5 ressaltos, 4 assistências, 6 roubos de bola.
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Uma exibição notável de Cristiano Conde – 21 pontos, 22 ressaltos -, com direito a duplo-duplo, revelou-se preponderante para o desenlace a favor do Scalipus CS frente ao Sporting Clube Marinhense – 80-72.
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Bruno Bandeira – 18 pontos, 11 ressaltos – teve influência decisiva na vitória do Seixal Superveda em casa do Carnide Clube – 68-74.
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Foto de capa: Olivais FC
3ª. Edição do Workshop Internacional de Minibasquete da AB Porto
A Associação de Basquetebol do Porto (ABP) promove, nos dias 28 e 29 de março de 2026, no Pavilhão Municipal de Ermesinde e no Auditório da JF Ermesinde, a 3.ª edição do Workshop Internacional de Minibasquete.
Dirigida a treinadores/as e monitores/as de Minibasquete, esta iniciativa formativa contará com um painel de formadores/as de elevado nível, abordando diferentes áreas do treino, como condição física, técnica individual e tática individual e coletiva.
A ação é organizada pela AB Porto, com o apoio da Escola Nacional de Basquetebol/FPB, Câmara Municipal de Valongo, Junta de Freguesia de Ermesinde e CPN, sendo creditada pelo IPDJ (2,4 unidades de crédito) para revalidação do Título Profissional de Treinador de Desporto.
Inscrições: https://forms.gle/5fvEZMpEd25wFy7j6
Taxa: 7,50€
Clubes da ABP têm direito a 2 inscrições gratuitas e treinadores/as estagiários/as de Grau I estão isentos/as.
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Schaquilla Nunn lidera Cinco Ideal da Jornada 20 da Liga Betclic Feminina
A Jornada 20 da Liga Betclic Feminina trouxe grandes exibições individuais e o destaque maior, vai para Schaquilla Nunn, do Sport Lisboa e Benfica, eleita MVP da ronda. A poste somou 20 pontos e 10 ressaltos, alcançando 37,5 de valorização, o registo mais alto da jornada.
Seguiu-se Rebecca Taylor, do Basquete Barcelos HMMotor, com 20 pontos, 8 ressaltos e 6 assistências (30 de valorização), numa exibição muito completa.
Também em destaque esteve Victoria Reynolds, do Esgueira Aveiro ECOVALOR, que terminou com 20 pontos, 13 ressaltos, 4 roubos de bola e 29,5 de valorização.
Do Basquete Barcelos HMMotor, Vânia Sengo contribuiu com 23 pontos, 6 ressaltos e 4 assistências, somando 29 de valorização.
A fechar o Cinco Ideal surge Maria Lopes, do CAB Madeira, com 28 pontos, 8 ressaltos, quatro triplos convertidos e 28,5 de valorização.
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Ana Barreto: ” O meu apelido é mais inspiração do que pressão”
Ana Barreto está no último ano na Queens University of Charlotte a fazer os melhores números da carreira universitária e mais de 30 minutos por jogo na NCAA Division I. Após quatro anos nos Estados Unidos, a base-extremo lusa fala sobre a evolução que a tornou numa jogadora completa e sobre a ambição de chegar ao mais alto nível europeu.
Estás no último ano em Queens. Estes quatro anos nos Estados Unidos passaram rápido?
Bastante rápido, muito rápido. Para mim ainda é difícil de perceber que já é o quarto ano e que a época já está a acabar. É difícil de entender mesmo.
Fizeste dois anos em Ball State antes de te transferires para Queens. Como foi essa decisão e o que te convenceu de que Queens era o sítio certo?
As experiências foram completamente diferentes. Em Ball State não jogava tanto — no primeiro ano não joguei nada, no segundo ano já era da rotação mas não jogava tanto e não era uma das principais da equipa. Meti o meu nome no portal, os meus pais estavam super nervosos, porque o portal de transferências é maluco — toda a gente quer transferir-se e está cada vez mais difícil arranjar uma equipa. Foram uns meses stressantes, porque nunca se sabe: vou arranjar equipa? Fico sem equipa? Tive várias ofertas, fiz várias visitas, e Queens acabou por aparecer, também por ajuda do Carlos Andrade, que esteve em Queens há uns anos. Eu estava à procura de uma faculdade onde pudesse jogar mais, ter mais impacto como jogadora, que fosse perto de uma cidade — porque Ball State era no meio do nada — e num estado com melhor clima, porque Charlotte é bastante parecida com Portugal nesse aspecto. Mas estava sobretudo à procura da energia da treinadora, para sentir que aquele lugar era casa. E foi isso. Meti o nome no portal e passado duas semanas já estava a assinar com Queens.
Charlotte é uma cidade com tradição de basquetebol. O que tem de especial para ti?
Charlotte e Indiana são completamente diferentes. Em Indiana não havia nada para fazer. Em Charlotte, a nossa universidade tem bastantes conexões com a cidade – mesmo não sendo de desporto, se alguma vez quiser voltar e trabalhar nos Estados Unidos, consigo arranjar trabalho aqui em Charlotte só pelas conexões que Queens tem com Charlotte. Academicamente é bastante bom, e depois com desporto temos tudo: basquetebol, futebol, futebol americano. É uma cidade com vida. Não é das cidades muito grandes, mas está a crescer e tem bastante vida.
Queens está em transição para a Division I e jogam contra equipas como South Carolina e Kentucky, onde pode estar uma All-American ou uma futura jogadora WNBA. Como foi essa experiência vindo de Ball State?
Em Ball State também tive a oportunidade de jogar contra Notre Dame e contra UConn. Mas é sempre bom quando calham jogos assim contra equipas maiores, para ter aquela experiência americana, contra equipas grandes, contra jogadoras que vão jogar na WNBA. Contra a South Carolina, por exemplo, eu parecia num filme — não estava a acreditar que estava ali. Mas é sempre bom porque é uma experiência diferente.
Este ano estás a fazer excelentes números e a jogar mais de 30 minutos por jogo. Era isto que procuravas ao mudar para Queens?
Sim, era jogar bastante. O meu objetivo é ir jogar para a Europa no próximo ano, portanto estava bastante preocupada com os meus minutos — se estivesse numa equipa onde não jogasse, não fazia sentido. O principal objetivo quando me transferi foi arranjar uma equipa onde pudesse jogar e pudesse fazer os meus números.
Uma das coisas que tem saltado à vista é o teu lançamento de três pontos – muito volume e bastante eficaz. Como evoluiu esse aspecto do teu jogo?
Eu sempre fui uma jogadora que, desde pequena, jogou em várias posições — joguei a extremo, depois tive bastantes anos de poste que não gostei nada, mesmo nada. E finalmente este ano jogo a base e a extremo. O lançamento de três pontos é uma coisa que me sai naturalmente, para ser sincera. Gosto de lançar bastante, treino muitos lançamentos de três pontos para depois no jogo ser mais fácil e eficaz.
Que outras áreas do jogo trabalhaste mais nestes últimos dois anos que te tornaram uma jogadora mais completa?
Jogar a base. Já há muitos anos que não jogava a base — desde sub-16, provavelmente. No início desta época não estava tanto a jogar a base e era mais aquela que lançava e marcava mais. Agora como jogo mais a base, também gosto, porque gosto de jogar para a equipa e gosto de fazer assistências. Acho que desenvolvi a tomada de decisão. Jogamos bastante bloqueio direto.
Essa versatilidade é importante para o futuro. Quando fores para a Europa, podes oferecer a um treinador várias opções: jogar extremo, lançar, jogar sem bola e com bola.
Sim. Quando estava em Ball State eu era só lançadora — era aquela rapariga que estava lá para defender e para lançar. Quando vim para Queens desenvolvi muito mais o jogo com bola.
Nestes dois anos tens a companhia da Magda Freire. Qual a importância de ter uma colega portuguesa?
Sim, é bom. Às vezes até misturamos o português com o inglês. Mas é sempre bom ter uma portuguesa contigo nos Estados Unidos — sentes como se estivesses em casa. Quando precisas de um bocadinho de português, temos uma a outra. Mesmo nos jogos acontece bastante: falamos em português e as pessoas não entendem. Mas é sempre bom porque estamos tão longe de casa, e ter alguém que fala mesmo a língua e nos percebe culturalmente é muito bom. E de vez em quando há a surpresa de jogar contra outras portuguesas — este ano joguei contra a Andrea Chiquemba, que está em Bellarmine. O ano passado, quando estava em Ball State, jogava contra a Inês Bettencourt. É sempre bom quando calha jogar contra elas.
No verão estiveste nas Universíadas, onde foste uma das jogadoras em maior destaque. O que representou para ti essa experiência?
Sinceramente, eu não sabia para o que é que íamos, não tinha a noção do evento tão grande que é – é tipo uns Jogos Olímpicos para as pessoas que estão na faculdade. Gostei até mais do que os europeus, porque foi um ambiente mais tranquilo, e conhecemos muita gente de outros países. Com o basquetebol foi engraçado, porque são tantas gerações diferentes que se juntam. Tivemos estágios durante umas duas semanas – não foi como no europeu, que temos estágios de um mês, dois meses – e nem tivemos jogos de treino antes do torneio. Acabou por correr bem – foi fluindo de jogo para jogo. O Ricardo Vasconcelos ficou impressionado negativamente comigo quando cheguei lá, porque disse que a minha confiança estava bastante baixa nos estágios. Depois nos jogos correu bem. Ser treinada pelo Ricardo Vasconcelos é sempre bom. Já tínhamos treinado com ele no CAR, mas agora como somos mais velhas é diferente – ele percebe tanto de basquetebol e é de loucos.
Representaste Portugal em todos os escalões jovens, passaste pelas Universíadas e tiveste contacto com o Ricardo Vasconcelos, selecionador da equipa sénior. A porta das séniores está a abrir-se?
Espero que sim. Estamos aqui nos Estados Unidos, um bocadinho mais de lado, mas sei que com calma vou chegar lá. Não há pressa.
Passaste pelo Centro de Alto Rendimento da FPB. Como foi essa experiência e como te preparou para os Estados Unidos?
Para mim não foi assim tão diferente, porque eu estava a dez minutos de casa. Mas foi uma experiência que gostei bastante – somos tão novas, saímos de casa tão novas, treinamos com a Mariyana Kostourkova, que é basicamente uma preparação para a seleção no verão. Temos uma rotina de escola e treinos, e é basicamente o que vivemos aqui nos Estados Unidos. Acho que foi uma boa preparação. Gostei bastante, e ficámos todas muito próximas – ainda falo com bastantes pessoas que estiveram no CAR comigo. Uma coisa que foi bastante difícil foi conciliar os estudos com o basquetebol, porque as minhas notas sofreram um pouco.
As notas melhoraram nos Estados Unidos?
Sim, sim, sim. Aqui é tudo muito mais fácil.
No CAR treinaste dois anos no Pavilhão Hermínio Barreto. Como era entrar todos os dias num pavilhão com o nome do teu avô?
Ao início é aquela coisa – “ah, é o pavilhão do meu avô” – mas depois já é rotina, acabo por me esquecer que é o Pavilhão Hermínio Barreto. É sempre bom ter o nome do meu avô no pavilhão, mas depois já acaba por ser rotina.
Escreveste um tributo ao teu avô, há uns anos, onde dizias que querias usar o número dele. E agora usas o 10 em Queens.
Sim, estou a usar o número 10. Ele usou o número 10. Eu sempre usei o 10 por causa do meu avô – em Ball State no primeiro ano não havia o 10 disponível, e no segundo ano mudei logo para o 10.
O teu avô é uma das maiores figuras do basquetebol português. Jogador, treinador, selecionador, professor, autor. Carregar o apelido Barreto é mais inspiração ou mais pressão?
Não é pressão de todo. O meu avô nunca me fez pressão para jogar basquetebol, pressão para ser boa – nunca. Os meus pais não são assim. É mais um sentimento de admiração e de inspiração do que pressão.
O teu plano é vir para a Europa. Qual é o destino ideal?
Eu acho que a Espanha é sempre o sonho na Europa. Acho que vou acabar por ir para a Liga Challenge, porque é a porta de entrada de muitas portuguesas. Mas a Liga Endesa – essa é a ambição.
Viste o EuroBasket deste verão, a estreia histórica de Portugal?
Vi os jogos todos. Foi incrível. Foi a primeira vez que Portugal foi ao europeu – é onde todas as seleções querem estar – e acredito que as jogadoras que estiveram lá aproveitaram ao máximo. Até quando ganharam o primeiro jogo foi bom ver Portugal naquele palco tão grande.
A seleção está a rejuvenescer. O Ricardo Vasconcelos tem chamado jogadoras mais novas. Isso é uma motivação adicional para a tua geração?
Sim, é uma motivação, porque significa que estão a olhar para as gerações abaixo. Pode ser que comecem a chamar-nos, nem que seja para os estágios – não estou já a falar para os jogos, mas pelo menos para termos aquela experiência de como é um estágio com a seleção nacional.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Legenda
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Miguel Maria
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