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Ana Barreto: ” O meu apelido é mais inspiração do que pressão”

Ana Barreto está no último ano na Queens University of Charlotte a fazer os melhores números da carreira universitária e mais de 30 minutos por jogo na NCAA Division I. Após quatro anos nos Estados Unidos, a base-extremo lusa fala sobre a evolução que a tornou numa jogadora completa e sobre a ambição de chegar ao mais alto nível europeu.

Estás no último ano em Queens. Estes quatro anos nos Estados Unidos passaram rápido?

Bastante rápido, muito rápido. Para mim ainda é difícil de perceber que já é o quarto ano e que a época já está a acabar. É difícil de entender mesmo.

Fizeste dois anos em Ball State antes de te transferires para Queens. Como foi essa decisão e o que te convenceu de que Queens era o sítio certo?

As experiências foram completamente diferentes. Em Ball State não jogava tanto — no primeiro ano não joguei nada, no segundo ano já era da rotação mas não jogava tanto e não era uma das principais da equipa. Meti o meu nome no portal, os meus pais estavam super nervosos, porque o portal de transferências é maluco — toda a gente quer transferir-se e está cada vez mais difícil arranjar uma equipa. Foram uns meses stressantes, porque nunca se sabe: vou arranjar equipa? Fico sem equipa? Tive várias ofertas, fiz várias visitas, e Queens acabou por aparecer, também por ajuda do Carlos Andrade, que esteve em Queens há uns anos. Eu estava à procura de uma faculdade onde pudesse jogar mais, ter mais impacto como jogadora, que fosse perto de uma cidade — porque Ball State era no meio do nada — e num estado com melhor clima, porque Charlotte é bastante parecida com Portugal nesse aspecto. Mas estava sobretudo à procura da energia da treinadora, para sentir que aquele lugar era casa. E foi isso. Meti o nome no portal e passado duas semanas já estava a assinar com Queens.

Charlotte é uma cidade com tradição de basquetebol. O que tem de especial para ti?

Charlotte e Indiana são completamente diferentes. Em Indiana não havia nada para fazer. Em Charlotte, a nossa universidade tem bastantes conexões com a cidade – mesmo não sendo de desporto, se alguma vez quiser voltar e trabalhar nos Estados Unidos, consigo arranjar trabalho aqui em Charlotte só pelas conexões que Queens tem com Charlotte. Academicamente é bastante bom, e depois com desporto temos tudo: basquetebol, futebol, futebol americano. É uma cidade com vida. Não é das cidades muito grandes, mas está a crescer e tem bastante vida.

Queens está em transição para a Division I e jogam contra equipas como South Carolina e Kentucky, onde pode estar uma All-American ou uma futura jogadora WNBA. Como foi essa experiência vindo de Ball State?

Em Ball State também tive a oportunidade de jogar contra Notre Dame e contra UConn. Mas é sempre bom quando calham jogos assim contra equipas maiores, para ter aquela experiência americana, contra equipas grandes, contra jogadoras que vão jogar na WNBA. Contra a South Carolina, por exemplo, eu parecia num filme — não estava a acreditar que estava ali. Mas é sempre bom porque é uma experiência diferente.

Este ano estás a fazer excelentes números e a jogar mais de 30 minutos por jogo. Era isto que procuravas ao mudar para Queens?

Sim, era jogar bastante. O meu objetivo é ir jogar para a Europa no próximo ano, portanto estava bastante preocupada com os meus minutos — se estivesse numa equipa onde não jogasse, não fazia sentido. O principal objetivo quando me transferi foi arranjar uma equipa onde pudesse jogar e pudesse fazer os meus números.

Uma das coisas que tem saltado à vista é o teu lançamento de três pontos – muito volume e bastante eficaz. Como evoluiu esse aspecto do teu jogo?

Eu sempre fui uma jogadora que, desde pequena, jogou em várias posições — joguei a extremo, depois tive bastantes anos de poste que não gostei nada, mesmo nada. E finalmente este ano jogo a base e a extremo. O lançamento de três pontos é uma coisa que me sai naturalmente, para ser sincera. Gosto de lançar bastante, treino muitos lançamentos de três pontos para depois no jogo ser mais fácil e eficaz.

Que outras áreas do jogo trabalhaste mais nestes últimos dois anos que te tornaram uma jogadora mais completa?

Jogar a base. Já há muitos anos que não jogava a base — desde sub-16, provavelmente. No início desta época não estava tanto a jogar a base e era mais aquela que lançava e marcava mais. Agora como jogo mais a base, também gosto, porque gosto de jogar para a equipa e gosto de fazer assistências. Acho que desenvolvi a tomada de decisão. Jogamos bastante bloqueio direto.

Essa versatilidade é importante para o futuro. Quando fores para a Europa, podes oferecer a um treinador várias opções: jogar extremo, lançar, jogar sem bola e com bola.

Sim. Quando estava em Ball State eu era só lançadora — era aquela rapariga que estava lá para defender e para lançar. Quando vim para Queens desenvolvi muito mais o jogo com bola.

Nestes dois anos tens a companhia da Magda Freire. Qual a importância de ter uma colega portuguesa?

Sim, é bom. Às vezes até misturamos o português com o inglês. Mas é sempre bom ter uma portuguesa contigo nos Estados Unidos — sentes como se estivesses em casa. Quando precisas de um bocadinho de português, temos uma a outra. Mesmo nos jogos acontece bastante: falamos em português e as pessoas não entendem. Mas é sempre bom porque estamos tão longe de casa, e ter alguém que fala mesmo a língua e nos percebe culturalmente é muito bom. E de vez em quando há a surpresa de jogar contra outras portuguesas — este ano joguei contra a Andrea Chiquemba, que está em Bellarmine. O ano passado, quando estava em Ball State, jogava contra a Inês Bettencourt. É sempre bom quando calha jogar contra elas.

No verão estiveste nas Universíadas, onde foste uma das jogadoras em maior destaque. O que representou para ti essa experiência?

Sinceramente, eu não sabia para o que é que íamos, não tinha a noção do evento tão grande que é – é tipo uns Jogos Olímpicos para as pessoas que estão na faculdade. Gostei até mais do que os europeus, porque foi um ambiente mais tranquilo, e conhecemos muita gente de outros países. Com o basquetebol foi engraçado, porque são tantas gerações diferentes que se juntam. Tivemos estágios durante umas duas semanas – não foi como no europeu, que temos estágios de um mês, dois meses – e nem tivemos jogos de treino antes do torneio. Acabou por correr bem – foi fluindo de jogo para jogo. O Ricardo Vasconcelos ficou impressionado negativamente comigo quando cheguei lá, porque disse que a minha confiança estava bastante baixa nos estágios. Depois nos jogos correu bem. Ser treinada pelo Ricardo Vasconcelos é sempre bom. Já tínhamos treinado com ele no CAR, mas agora como somos mais velhas é diferente – ele percebe tanto de basquetebol e é de loucos.

Representaste Portugal em todos os escalões jovens, passaste pelas Universíadas e tiveste contacto com o Ricardo Vasconcelos, selecionador da equipa sénior. A porta das séniores está a abrir-se?

Espero que sim. Estamos aqui nos Estados Unidos, um bocadinho mais de lado, mas sei que com calma vou chegar lá. Não há pressa.

Passaste pelo Centro de Alto Rendimento da FPB. Como foi essa experiência e como te preparou para os Estados Unidos?

Para mim não foi assim tão diferente, porque eu estava a dez minutos de casa. Mas foi uma experiência que gostei bastante – somos tão novas, saímos de casa tão novas, treinamos com a Mariyana Kostourkova, que é basicamente uma preparação para a seleção no verão. Temos uma rotina de escola e treinos, e é basicamente o que vivemos aqui nos Estados Unidos. Acho que foi uma boa preparação. Gostei bastante, e ficámos todas muito próximas – ainda falo com bastantes pessoas que estiveram no CAR comigo. Uma coisa que foi bastante difícil foi conciliar os estudos com o basquetebol, porque as minhas notas sofreram um pouco.

As notas melhoraram nos Estados Unidos?

Sim, sim, sim. Aqui é tudo muito mais fácil.

No CAR treinaste dois anos no Pavilhão Hermínio Barreto. Como era entrar todos os dias num pavilhão com o nome do teu avô?

Ao início é aquela coisa – “ah, é o pavilhão do meu avô” – mas depois já é rotina, acabo por me esquecer que é o Pavilhão Hermínio Barreto. É sempre bom ter o nome do meu avô no pavilhão, mas depois já acaba por ser rotina.

Escreveste um tributo ao teu avô, há uns anos, onde dizias que querias usar o número dele. E agora usas o 10 em Queens.

Sim, estou a usar o número 10. Ele usou o número 10. Eu sempre usei o 10 por causa do meu avô – em Ball State no primeiro ano não havia o 10 disponível, e no segundo ano mudei logo para o 10.

O teu avô é uma das maiores figuras do basquetebol português. Jogador, treinador, selecionador, professor, autor. Carregar o apelido Barreto é mais inspiração ou mais pressão?

Não é pressão de todo. O meu avô nunca me fez pressão para jogar basquetebol, pressão para ser boa – nunca. Os meus pais não são assim. É mais um sentimento de admiração e de inspiração do que pressão.

O teu plano é vir para a Europa. Qual é o destino ideal?

Eu acho que a Espanha é sempre o sonho na Europa. Acho que vou acabar por ir para a Liga Challenge, porque é a porta de entrada de muitas portuguesas. Mas a Liga Endesa – essa é a ambição.

Viste o EuroBasket deste verão, a estreia histórica de Portugal?

Vi os jogos todos. Foi incrível. Foi a primeira vez que Portugal foi ao europeu – é onde todas as seleções querem estar – e acredito que as jogadoras que estiveram lá aproveitaram ao máximo. Até quando ganharam o primeiro jogo foi bom ver Portugal naquele palco tão grande.

A seleção está a rejuvenescer. O Ricardo Vasconcelos tem chamado jogadoras mais novas. Isso é uma motivação adicional para a tua geração?

Sim, é uma motivação, porque significa que estão a olhar para as gerações abaixo. Pode ser que comecem a chamar-nos, nem que seja para os estágios – não estou já a falar para os jogos, mas pelo menos para termos aquela experiência de como é um estágio com a seleção nacional.


Portugal cai na Roménia mas o “sonho” de ir ao Mundial continua vivo

Portugal não conseguiu ultrapassar esta segunda-feira (2 de março) a Roménia no segundo jogo da segunda janela dos Qualifiers, num jogo duro e num ambiente complicado em Pitesti. O objetivo de participar no primeiro mundial de sempre continua vivo. Resultado final de 101-96.

Ao contrário do que aconteceu em Coimbra, Os Linces não entraram tão bem (27-22), mas recuperaram no 2.º quarto (23-31) e chegaram ao intervalo a vencer. A eficácia de triplo dos romenos (53%, com 17 convertidos) veio ao de cima na segunda parte (26-20 e 25-23), num encontro com 26 alternâncias no marcador, comprovando o equilíbrio máximo entre as duas equipas.

Travante Williams foi o MVP luso, com 33 pontos (22val), Ricardo Monteiro esteve imperial atrás da linha de três pontos (17pts, 4/6 3P – 20val) e Daniel Relvão contribuiu com 12 pontos.

Em conferência de imprensa, o professor Mário Gomes foi perentório, tal como o capitão Diogo Ventura, refletindo sobre a falta de eficácia defensiva em comparação com o jogo da passada sexta-feira.

Os Linces disputam agora a última janela desta fase em julho, frente a Montenegro e Grécia. Uma vitória é suficiente para alcançar a próxima fase, mas todos os resultados seguem com a equipa para a Segunda Ronda.

A estatística completa.

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Road to the World Cup: Roménia x Portugal joga-se hoje às 17 horas na RTP2

Dia de jogo.

Portugal entra hoje em campo com um só objetivo: ganhar e garantir desde já um lugar na Segunda Ronda da qualificação para o Mundial de 2027. Depois da grande vitória de sexta-feira, Os Linces prometem deixar tudo em campo para chegar ao sonho mundial.

O primeiro já está: Portugal vence a Roménia em Coimbra e sobe ao 1.º lugar do grupo

Joga-se às 17 horas portuguesas, com transmissão RTP2.

 

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➤ O adversário

➤  2 de março 2026 – Roménia x PORTUGAL, 17 horas, Pitesti

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Neemias Queta assina exibição histórica e bate recorde pessoal na vitória dos Celtics sobre os 76ers

Neemias Queta protagonizou esta madrugada a melhor exibição da sua carreira na NBA. O poste português foi decisivo no triunfo dos Boston Celtics sobre os Philadelphia 76ers (114-98), ao registar um novo máximo pessoal de 27 pontos, juntando ainda 17 ressaltos e confirmando um duplo-duplo de enorme impacto.

O internacional português assumiu desde cedo um papel preponderante na partida, somando 16 pontos ainda na primeira parte — o seu melhor registo de sempre numa metade de jogo. Já na reta final, com pouco mais de cinco minutos por disputar, igualou o anterior máximo de 19 pontos através de um lance livre. Pouco depois, ultrapassou essa marca com uma jogada de insistência junto ao cesto, elevando a contagem para 21, antes de fechar a noite com mais seis pontos, incluindo um afundanço após ressalto ofensivo.

 

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Queta terminou o encontro com 10 lançamentos convertidos em 14 tentativas (71,4%) e sete lances livres concretizados em dez (70%), num total de 27 pontos. Aos números ofensivos juntou 17 ressaltos — 10 dos quais na tabela ofensiva —, três desarmes de lançamento, duas assistências e um roubo de bola, em 27 minutos e 17 segundos de utilização. A sua presença física e eficácia nas duas áreas do campo foram determinantes para o controlo do jogo por parte da equipa de Boston.

No final da partida, Jaylen Brown destacou a exibição do português, afirmando que foi “o melhor jogo da carreira” de Queta e sublinhando a evolução contínua do poste luso. O jogador português foi o melhor marcador dos Celtics, em igualdade com Brown, e o melhor ressaltador do encontro, numa noite em que Tyrese Maxey foi o melhor pontuador dos 76ers com 33 pontos.

Com este resultado, os Boston Celtics somaram a 40.ª vitória da temporada em 60 jogos, mantendo-se na perseguição aos lugares cimeiros da Conferência Este.

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Road to the World Cup: Os Linces já treinam na Roménia

Pitesti, 1 de março de 2026. A Seleção Nacional já aterrou em solo romeno e já treinou na Pitesti Arena, onde amanhã, pelas 17 horas de Portugal, pode garantir desde já a passagem à Segunda Fase da qualificação para o Mundial de 2027, no Qatar.

Para Os Linces Francisco Amarante e Rafael Lisboa, o grupo está confiante, mesmo sabendo que resultados não se repetem. Ambos tiram ilações da vitória da passada sexta-feira, com ambos a frisar o poderio físico da seleção romena, principalmente na luta das tabelas, e o lançamento de três pontos dos “tricolores”.

“Acima de tudo, não podemos sair do nosso plano de jogo. Entrar como entrámos em Coimbra e ganhar nos detalhes”, acredita o extremo da Seleção Nacional. Já Lisboa quer “desde já garantir o apuramento (…). Depois de ganharmos o último, obviamente vimos com uma confiança extra para este. Respeitamos muito o adversário mas estamos seguros que temos capacidade e vamos dar o máximo para ganhar o jogo”.

 

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➤ O adversário

➤  2 de março 2026 – Roménia x PORTUGAL, 17 horas, Pitesti

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Imortal LUZiGÁS triunfa frente ao SC Vasco da Gama na Taça Hugo dos Santos

O Imortal LUZiGÁS conquistou um triunfo importante frente ao SC Vasco da Gama por 91-87, num encontro intenso e equilibrado até aos instantes finais, a contar para a 4.ª jornada da fase de grupos da Taça Hugo dos Santos.

A formação algarvia entrou melhor e venceu o primeiro período por 18-15, sofrendo uma quebra na vantagem antes do intervalo com um parcial de 16-26 para o Vasco, que reagiu e passou para a frente. O equilíbrio manteve-se no terceiro quarto, com o Imortal a recuperar terreno (25-30), deixando tudo em aberto para os derradeiros dez minutos. No último período, a equipa da casa mostrou maior eficácia ofensiva e capacidade de gestão nos momentos decisivos (32-16), garantindo a vitória.

Keonte Kennedy esteve em grande destaque ao liderar o Imortal com 29 pontos e 11 ressaltos, sendo decisivo nos momentos-chave. Robert Jones acrescentou 26 pontos, enquanto Niels Lane contribuiu com 12 pontos.

No SC Vasco da Gama, Zavian Lean brilhou com 34 pontos, liderando todos o encontro. Sean-Michael Clancey contribuiu com 15 pontos e Akoi Yuot somou 13 pontos.

O Imortal revelou maior eficácia no lançamento (50% contra 40%) e domínio nas tabelas (49 ressaltos contra 30), fatores que se revelaram determinantes para assegurar um triunfo precioso no percurso da competição.

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Terminou a 20.ª jornada da Liga Betclic Feminina

O GDESSA Barreiro conquistou uma vitória importante no reduto do CRC Quinta dos Lombos, vencendo por 60-57 num encontro equilibrado e decidido apenas nos instantes finais.

A equipa da casa entrou melhor e venceu o primeiro período por 16-14, mantendo o ascendente no segundo quarto (20-14) e chegando ao intervalo na frente. Após o descanso, o GDESSA reagiu, ajustou a intensidade defensiva e reduziu a diferença no terceiro período (14-8), deixando tudo em aberto para os derradeiros dez minutos. No último quarto, a formação do Barreiro foi mais eficaz nos momentos decisivos (18-13), consumando a reviravolta e garantindo o triunfo.

 

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Lauren Park foi a figura do encontro, liderando o GDESSA com 22 pontos e contribuição determinante na organização ofensiva. Márcia Costa acrescentou 13 pontos, enquanto Abigail Rafferty e Mya Burns somaram 10 pontos cada.

No CRC Quinta dos Lombos, Jasmine Powell destacou-se com 16 pontos, Sara Caetano contribuiu com 15 pontos e 10 ressaltos, e Milica Ivanovic terminou com 10 pontos.

Apesar do domínio das tabelas por parte das Lombos (50 ressaltos contra 35), a maior eficácia ofensiva e o controlo nos momentos finais permitiram ao GDESSA assegurar um triunfo valioso fora de portas.

Sportiva AZORIS HOTELS 69-77 SL Benfica

O SL Benfica deslocou-se aos Açores e venceu o Sportiva AZORIS HOTELS por 69-77. As encarnadas entraram fortes na partida e construíram desde cedo uma vantagem que souberam gerir até final, apesar da reação da formação açoriana na segunda metade.

 

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O primeiro período terminou com vantagem visitante por 16-24, cenário que se repetiu no segundo quarto (16-24), permitindo ao Benfica chegar ao intervalo com uma margem confortável. No regresso dos balneários, o Sportiva reagiu e venceu o terceiro parcial por 22-16, reduzindo distâncias e relançando a discussão do encontro. Ainda assim, as encarnadas mantiveram a serenidade nos momentos decisivos e, mesmo com o equilíbrio no último quarto (15-13), confirmaram o triunfo por 69-77.

A MVP da partida foi Schaquilla Nunn, que protagonizou uma exibição dominante com 28 pontos, dez ressaltos e dois desarmes de lançamento, totalizando 37.5 de valorização.

BC Barcelos HMMOTOR 76-63 Sporting CP

Em Barcelos, as anfitriãs levaram a melhor sobre o Sporting CP, vencendo por 76-63, num jogo em que a equipa da casa mostrou grande intensidade na primeira parte e soube resistir à reação leonina após o intervalo.

O conjunto minhoto entrou muito forte, vencendo o primeiro período por 24-13 e ampliando a vantagem no segundo quarto (19-9), chegando ao intervalo com uma diferença significativa. O Sporting CP respondeu no terceiro período, impondo-se por 10-23 e reduzindo a margem, mas no último quarto o Barcelos voltou a assumir o controlo (23-18), assegurando o triunfo perante o seu público.

Rebecca Taylor voltou a ser a figura em destaque, com uma exibição completa e versátil: 20 pontos, oito ressaltos, seis assistências e um roubo de bola, somando 30 de valorização e liderando o clube a uma vitória importante na jornada.

SC Coimbrões SANCHO PANZA 72-79 Imortal LUSIADAGÁS

O Imortal LUSIADAGÁS venceu o SC Coimbrões SANCHO PANZA por 72-79, no encontro que encerrou a 20.ª jornada da Liga Betclic Feminina. A formação de Albufeira mostrou maior consistência ao longo da partida e conseguiu impor-se fora de portas, num duelo competitivo disputado no norte do país.

A equipa da casa entrou melhor no jogo, fechando o primeiro período na frente por 22-18, apoiada na eficácia ofensiva e no controlo do ritmo inicial. No entanto, o Imortal reagiu de forma clara no segundo quarto, elevando a intensidade defensiva e virando o marcador com um parcial de 9-20, que lhe permitiu chegar ao intervalo em vantagem.

 

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Na segunda parte, o equilíbrio voltou a marcar presença. O terceiro período foi favorável às pupilas de Francisco Costa (27-24), mantendo a discussão do resultado em aberto. Contudo, nos dez minutos finais, o conjunto algarvio revelou maior maturidade e eficácia, vencendo o último parcial por 14-17 e confirmando o triunfo por 72-79.

Em destaque esteve Melissa Akullu, MVP da partida, com uma exibição determinante de 26 pontos, oito ressaltos, duas assistências e um roubo de bola, totalizando 31 de valorização e assumindo papel central na vitória do Imortal LUSIADAGÁS.

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20.ª Jornada da LBF: Esgueira Aveiro ECOVALOR vence dérbi aveirense e CAB Madeira triunfa em São João da Madeira

Sanjoanense HELIOTEXTIL 73-84 CAB Madeira

A Sanjoanense recebeu o CAB Madeira num encontro marcado pelo equilíbrio na primeira parte, mas que acabou por sorrir à formação visitante, que venceu por 84-73.

A equipa da casa entrou determinada, mas foi o CAB a assumir ligeira vantagem no primeiro quarto (12-21). A Sanjoanense respondeu no segundo período, equilibrando as contas antes do intervalo, mas ainda assim os visitantes mantiveram-se na frente por mais de vinte pontos (23-41 ao intervalo).

No regresso dos balneários, o CAB voltou a mostrar consistência ofensiva, ampliando a diferença no terceiro quarto (39-64). A Sanjoanense não baixou os braços e protagonizou um último período de grande nível, apontando 34 pontos, mas a recuperação revelou-se insuficiente para inverter o rumo dos acontecimentos.

Maria Lopes foi a MVP do encontro com 28 pontos, oito ressaltos e duas assistências, formando 28.5 de valorização. Destaque também na equipa da Madeira para Taylor Langan com um duplo-duplo (23 pontos e 10 ressaltos) e 28 de valorização. Na formação da casa, foi Estere Petrus a melhor em campo com 24 pontos, oito ressaltos e duas assistências.

A estatística completa.

Galitos FFONSECA 55-70 Esgueira Aveiro ECOVALOR

O Esgueira Aveiro ECOVALOR venceu este domingo o Galitos FFONSECA por 55-70, num dérbi aveirense disputado no reduto das galináceas, a contar para a 20.ª jornada. Num encontro de elevada importância para a formação da casa, que luta pela manutenção, foi o conjunto visitante a revelar maior consistência ao longo dos 40 minutos e a garantir um triunfo sólido fora de portas.

 

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O jogo começou equilibrado, com as duas equipas a entrarem intensas e focadas. O primeiro período terminou com vantagem mínima do Esgueira (16-17), espelhando o equilíbrio inicial. No segundo quarto, as visitantes conseguiram impor maior eficácia ofensiva e controlo das tabelas, vencendo o parcial por 16-24 e ampliando a diferença ao intervalo.

Após o descanso, o Esgueira Aveiro ECOVALOR assumiu definitivamente o controlo da partida. A formação aveirense foi claramente superior no terceiro período, onde limitou o Galitos FFONSECA a apenas sete pontos e assinou um decisivo 7-16, que praticamente definiu o rumo do encontro. No último quarto (16-13), as anfitriãs ainda tentaram reagir, mas a vantagem construída anteriormente revelou-se suficiente para as visitantes gerirem o resultado até final.

 

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Em destaque esteve Victoria Reynolds, MVP da partida, com uma exibição de grande impacto: 20 pontos, 13 ressaltos, uma assistência e quatro roubos de bola, totalizando 29.5 de valorização.

(Em atualização)


Circuitos de Minibasquete arrancam por todo o País

Vários circuitos dedicados ao minibasquete estão prestes a arrancar, celebrando a modalidade um pouco por todo o país. Organizados por etapas, estes eventos decorrem em diferentes zonas, promovendo o convívio, a aprendizagem e o espírito competitivo entre os mais jovens.

O XI Circuito Prof. Mário Lemos, destinado exclusivamente ao escalão de sub-10, realizou-se na manhã de hoje, dia 28 de fevereiro, com duas etapas em simultâneo: uma no CD Covilhã e outra no GDR André de Resende.

Dentro de um mês, os mini atletas voltam a entrar em campo para mais uma ronda desta iniciativa que continua a dinamizar o minibasquete nacional.

 

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A 20.ª edição do Circuito Ticha Penicheiro é destinada exclusivamente ao escalão de sub-12 feminino e teve a sua primeira etapa de 2026 no passado sábado. A próxima jornada está agendada para o dia 21 de março, dentro de um mês.

A última competição a arrancar será a 2ª edição do Circuito Neemias Queta. Destinado ao escalão de sub-12 masculino, o torneio tem início marcado para o dia 14 de março.

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O primeiro já está: Portugal vence a Roménia em Coimbra e sobe ao 1.º lugar do grupo

Coimbra tem mais encanto na hora da despedida. E que despedida foi esta: com o pavilhão cheio e um ambiente de luxo nas bancadas, Os Linces venceram a congénere da Roménia, no primeiro de dois encontros desta segunda janela de qualificação rumo ao Mundial de 2027. 99-82 e um jogo para os livros do “nosso” Diogo Brito, o MVP da noite: 32 pontos, sete ressaltos, quatro assistências e 36 de valorização, com oito triplos “no bolso” (em 12), igualando o recorde de lançamentos de três pontos convertidos num jogo dos Qualifiers da FIBA World Cup. Mas para a retina fica é o coletivo, unido, porque “uma equipa é isto”, nas palavras de Mário Gomes.

Com parciais de 25-12, 29-34, 21-15 e 24-21, Portugal só não venceu o 2.º quarto, chegando a ter duas vantagens de 13 pontos ao longo do encontro, mas a oposição romena, historicamente forte, conseguiu ir mantendo-se no jogo. Valeram os 25 pontos de Travante Williams (levava 22 ao intervalo), destacando-se, ao lado de Brito, dentro de um coletivo por si só muito forte. A verdade é que “o jogo foi muito difícil, esta Roménia é muito mais forte que a Roménia” de 2022, diz-nos o selecionador nacional, confiante que, na próxima segunda-feira, em Pitesti, novamente frente aos romenos, se garantirá desde o apuramento para a última fase da qualificação.

“Numa competição deste género, cada jogo que se ganha é um passo [em frente], e à medida que a competição vai andando, cada passo nos deixa mais perto do nosso objetivo. Se segunda-feira conseguirmos ganhar o jogo”, seria uma janela perfeita, acredita o professor Mário Gomes, selecionador nacional. Duas vitórias nesta janela garantem desde já o apuramento para a Segunda Fase e, sabendo que todos os resultados acumulam para a próxima ronda, cada jogo conta.

“Uma das vitórias desta equipa é querer sempre mais”

Em destaque ficam também três momentos da noite:

A primeira internacionalização sénior do poste Rui Palhares, um dos campeões sub20 em 2019, a par de Neemias Queta, Rafael Lisboa, Francisco Amarante e Vlad Voytso:

 

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A presença em peso da AR Amarense e do SC Marinhense, dois dos clubes mais afetados pela tempestade Kristin e que fizeram questão de marcar presença no pavilhão, sabendo que toda a receita da bilheteira se destinava ao fundo #OBasquetebolApoia, criado pela FPB precisamente para apoiar os clubes de Basquetebol que mais sofreram com o mau tempo recente, garantindo a continuidade da prática desportiva e consolidando os laços de união que representam a família do Basquetebol:

 

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E o hino nacional, cantado “à guitarrada” por dois fadistas coimbricenses, porque, em Coimbra, tinha de ser assim:

 

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Com duas vitórias e um desaire (frente à poderosa Grécia, em novembro passado), Portugal sobe agora ao 1.º lugar do Grupo B da Primeira Ronda dos Qualifiers.

 

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A estatística completa e a conferência de imprensa com o MVP e o professor Mário Gomes:

➤  2 de março 2026 – Roménia x PORTUGAL, 17 horas, Pitesti

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Portuguesas continuam a brilhar fora de Portugal

Com a pausa para a Seleção Nacional Masculina, as atenções voltam-se para as portuguesas que brilham além-fronteiras.

O grande feito da semana pertence à internacional portuguesa Clara Silva. A poste, que atua nos Estados Unidos da América, sagrou-se campeã da fase regular na passada semana. A equipa da portuguesa terminou a época com um registo impressionante de 27 vitórias em 31 jogos e manteve-se absolutamente imbatível em casa, somando 18 triunfos em 18 partidas disputadas perante o seu público.

 

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Outro destaque da semana vai para o duelo que colocou frente a frente Inês Vieira e Eva Carregosa. A equipa de Eva levou a melhor, vencendo por 66-60, com a internacional portuguesa a assumir papel de destaque: 13 pontos, três assistências e seis ressaltos, numa exibição muito consistente. Do lado oposto, Inês Vieira também esteve em evidência e, apesar da derrota, foi a principal figura da sua equipa, ao registar 15 pontos, duas assistências e três ressaltos, lutando até ao último minuto.

Em Espanha, o trio português continua a dar cartas. Com Raquel Laneiro novamente no cinco inicial, juntaram-se Inês Ramos e Josephine Filipe em mais uma jornada competitiva. Frente ao Paterna, a equipa acabou por sair derrotada por 68-73, mas houve desempenhos individuais de relevo. Inês Ramos esteve em grande plano, somando 14 pontos, cinco assistências e cinco ressaltos. Já Josephine contribuiu com três pontos, quatro assistências e um ressalto, enquanto Raquel acrescentou cinco pontos, uma assistência e um ressalto.

Do outro lado do Atlântico, Filipa Barros voltou a destacar-se nos Estados Unidos da América com mais uma exibição de luxo. A portuguesa alcançou novo duplo-duplo, ao registar 23 pontos e 14 ressaltos, aos quais juntou ainda sete assistências em 38 minutos de utilização – uma prestação de enorme impacto.

 

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Também Joana Magalhães continua em bom plano ao serviço dos New Mexico Lobos. No triunfo por 69-54 frente aos Utah State Aggies, a internacional portuguesa contribuiu com 14 pontos, duas assistências e um ressalto nos 27 minutos em que esteve em campo, assumindo um papel importante na vitória da equipa.

Estatísticas individuais dos atletas portugueses:

Tiago Teixeira (Toledo – Segunda FEB)
6pts, 1ast, 2res (19min) na derrota frente ao Jaen CB (64-67)

Rúben Prey (St. Johns – Estados Unidos da América) 
7pts, 2ast, 2res (17min) na vitória frente ao Xavier (87-82)

Pedro Santos (UT Martin – Estados Unidos da América) 
6pts, 1ast, 3res (16min) na vitória frente ao Tenn Tech (64-49)

Carolina Rodrigues (Szekszard – Hungria)
3ast, 3res (22min) na derrota frente ao TFSE-MTK (64-82)
10pts, 6ast, 5res (29min) na vitória frente ao BEAC (90-66)

Sara Guerreiro (Marburg – Alemanha)
8pts (25min) na derrota frente ao Osnabrueck (70-76)

Ana Raimundo (Marburg – Alemanha)
2pts, 1ast, 1res (12min) na derrota frente ao Osnabrueck (70-76)

Margarida Junqueira (Magec Tías Lanzarote, – Espanha)
10pts, 3ast, 8res (36min) na vitória frente ao Elsamex CB Andratx (70-67)

Inês Ramos (Al-Qázeres Extremadura, LF Challenge – Espanha)
14pts, 5ast, 5res (30min) na derrota frente ao Paterna (68-73)

Josephine Filipe (Al-Qázeres Extremadura, LF Challenge – Espanha)
3pts, 4ast, 1res (26min) na derrota frente ao Paterna (68-73)

Raquel Laneiro (Al-Qázeres Extremadura, LF Challenge – Espanha)
5pts, 1ast, 1res (21min) na derrota frente ao Paterna (68-73)

Eva Carregosa (Zamora, LF Challenge – Espanha)
13pts, 3ast, 6res (32min) na vitória frente ao ISB (66-60)

Rita Oliveira (Tresnjevka 2009 – Croácia)
12pts, 8ast, 2res (31min) na vitória frente Zadar (104-61)

Tess Santos (Wasserburg, 2ª Bundesliga – Alemanha)
4pts, 4ast, 6res (27min) na vitória frente ao ULC (86-38)

Inês Vieira (Domusa Tekink ISB, LF Challenge – Espanha)
15pts, 2ast, 3res (26min) na derrota frente ao Zamora (60-66)

Lavínia Silva (Oaklands Wolves – Reino Unido)
4pts, 1ast, 3res (19min) na vitória frente ao Caledônia Gladiators (62-55)

Sofia da Silva (M.Karmiel – Israel)
4pts, 2ast, 9res (26min) na vitória frente ao H.Jerusalem (81-59)

Filipa Barros (CBU Women’s Basketball – Estados Unidos da América)
23pts, 7ast, 14res (38min) na vitória frente ao UT Arlington (79-72)

Clara Silva (TCU Women’s Basketball – Estados Unidos da América)
3pts, 1ast, 4res (16min) na derrota frente ao Cincinnati (83-70)

Andrea Chiquemba (Bellarmine – Estados Unidos da América)
7pts, 6res (30min) na derrota frente ao Lipscomb (42-87)

Joana Magalhães (New México Lobos – Estados Unidos da América)
14pts, 2ast, 1res (27min) na vitória frente ao Utah State Aggies (69-54)

Ana Barreto (Queens Royals – Estados Unidos da América)
10pts, 2ast, 4res (40min) na vitória frente ao West Ga.(72-62)

Gabriela Falcão (UAlbany – Estados Unidos da América)
5pts, 1ast, 4res (19min) na vitória frente ao UMBC (69-63)

Inês Bettencourt (Gonzaga Bulldogs – Estados Unidos da América)
6pts, 4ast, 3res (31min) na vitória frente ao Saint Mary’s Gaels (75-67)

*Apenas se faz o acompanhamento de atletas com internacionalizações e que tenham as estatísticas disponíveis.

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Road to the World Cup: Portugal x Roménia joga-se hoje na RTP2

Dia de jogo.

Portugal prepara-se para dar um grande passo em frente no apuramento para o Mundial do próximo ano, no Qatar, podendo dar, aliás, dois largos passos nesta janela, garantindo o apuramento à Segunda Ronda com as. Os Linces recebem a Roménia em Coimbra antes de viajarem para o leste europeu, já esta sexta-feira, pelas 19 horas e com transmissão RTP2.

 

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➤ Bilheteira aberta (e solidária)

➤  A pré-convocatória do professor Mário Gomes

➤ O adversário

➤  27 fevereiro 2026 – PORTUGAL x Roménia, 19 horas, Pavilhão Mário Mexia, Coimbra, bilheteira aberta

➤  2 de março 2026 – Roménia x PORTUGAL, 17 horas, Pitesti

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Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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