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GDESSA e Quinta dos Lombos medem forças pela supertaça

O segundo troféu oficial da temporada, a Supertaça, disputa-se já este domingo. Pelas 15 horas, no Pavilhão Nº1 do Montijo, GDESSA Barreiro e Quinta dos Lombos procuram adicionar a taça ao seu palmarés, numa partida que tem transmissão na FPBtv e n’ABOLAtv, e com bilheteira aberta em smartfan.tickets.

Na antecâmara deste antecipado embate entre as campeãs nacionais e as vencedoras da Taça de Portugal Skoiy,  André Martins, treinador da equipa da margem sul do rio Tejo, e José Leite, timoneiro da formação lisboeta, falaram à FPBtv sobre como correu a preparação e o que antecipam da partida.


“Já tínhamos a certeza que estávamos ao nível das melhores equipas do Mundo”

É já este sábado, dia 23, que a seleção nacional feminina sub17 de 3×3 inicia o seu percurso na FIBA 3×3 U17 Europe Cup 2023, competição que decorre em Heraklion, na Ilha de Creta, Grécia, de 22 a 24 de setembro.

A seleção lusa, que na última edição terminou na 16.ª posição, procura melhor a classificação final e não tem melhor exemplo que as seniores femininas de 3×3, que depois de um 9.º lugar na Europe Cup 2022, em 2023 fez história e terminou no top-4. Américo Santos, selecionador nacional das seniores femininas, falou à FPB sobre essa campanha europeia e deixou algumas mensagens para as jovens lusas.

1. Agora que já passou algum tempo desde o final da competição, quando se olha para este europeu, o que se sente mais: orgulho do 4.º lugar atingido ou certeza de que já estamos ao nível das melhores da europa?

Nós já tínhamos a certeza que estávamos ao nível das melhores equipas do Mundo, não só da europa. E não é ser sonhador nem irrealista. É analisar os resultados. O ano passado já tínhamos vencido praticamente todas as equipas do topo do ranking mundial incluindo os Estados Unidos, campeão olímpico em título, França, campeã mundial e da Europa em título, Países Baixos, atual campeã europeia, e Lituânia, entre outras. Só quem andou muito distraído não percebeu já o ano passado o nosso nível e o que podíamos fazer. No campeonato da Europa do ano passado tivemos duas jogadoras doentes, a Joana Soeiro e a Emília Ferreira e assim não há milagres por muito que elas tentassem. Ninguém soube na altura porque quisemos competir o melhor que conseguiamos e não usar isso como desculpa mas acho importante que as pessoas também tenham noção desse sacrifício agora.

Este ano confirmamos esse nível. Qualificação com quatro vitórias em quatro jogos sem praticamente estar atrás do marcador em nenhum dos jogos. Primeiro lugar numa etapa da Women’s Series que é um resultado ainda superior a ser 4.º classificado no Europeu. Vencer novamente várias potencias mundiais incluindo Espanha, campeã europeia há dois anos e finalista deste ano, fomos a única equipa que tirou a França de uma final este ano, com um resultado que no 3×3 é esmagador (13-7), e batemos a França, que este ano é vice-campeã do mundo e ainda esta semana perde com o Canadá no último segundo na final da Women’s Series.

Na verdade o 4.º lugar soube a muito pouco. Nós sabemos e acreditamos que devíamos estar nos Jogos Olímpicos a representar o nosso basquetebol e o nosso país no maior palco do mundo. Foi pena que apesar dos resultados, não conseguimos pôr mais entidades a acreditar conosco. Da minha parte sinto-me desiludido e depressivo por este desfecho mas ao mesmo tempo de consciência tranquila pois da nossa parte fizemos mesmo tudo o que estava ao nosso alcance.

2. Uma competição exigente e que obriga a um grande esforço num curto espaço de tempo. O que faltou para atingir a desejada medalha? 

Treinar e competir mais vezes em fadiga. Temos estágios muito curtos por diversas condicionantes e os nossos adversários têm muita experiência nesses jogos e momentos de jogos. Preparamo-nos o melhor que conseguimos mas sem dúvida que a fadiga foi fulcral. A somar a isso, o facto do calendário permitir que Países Baixos e Espanha, as duas finalistas, tivessem um dia de descanso após a fase de grupos ao passo que nós não tivemos, também não ajudou. Não uso isto como desculpa mas penso que a FIBA deve equilibrar o calendário para que as equipas tenham o tempo de descanso o mais próximo possível umas das outras.

Para nós que somos fisicamente mais baixas e leves, competir e vencer a este nível obriga a jogar sempre no limite da intensidade física e os jogos acumulados e o menor tempo de descanso têm um peso determinante.

3. Os resultados positivos continuam a suceder-se, tanto a nível de seleções como no circuito nacional. O crescimento da modalidade vai passar pela sensibilização dos jovens de forma a que cheguem ao 3×3 cada vez mais cedo?

Acho que é importante realçar o que as seleções nacionais já fizeram em cinco anos de existência:

2018

|| Pandemia||

2021

2022

2023

Para além dos resultados, muitos jogadores, treinadores, fisioterapeutas, staff, tiveram a possibilidade de conhecer e divulgar a modalidade. Criou-se o Circuito Nacional 3×3, o Inte-Selecções 3×3, formações nas escolas e nos cursos de treinadores. Temos imenso potencial na modalidade e a Federação está atenta ao desenvolvimento da mesma e tem profissionais competentes e dedicados a esse desenvolvimento.

4. Agora é a vez das sub17 participarem no campeonato da Europa da categoria. Que mensagem lhes deixa?

As sub 17 já receberam a minha mensagem e dos atletas seniores masculinos e femininos. Somos uma família. Elas sabem o que precisam de fazer e que podem ganhar a qualquer equipa. Aproveito para desejar ao selecionador Luís Oliveira e a todas as atletas votos de muitas felicidades e estou certo que irão superar o 4.º lugar que fizemos com as seniores.


Liga Betclic Masculina arranca este sábado

É já este sábado que arranca mais uma edição da Liga Betclic Masculina, ano que assinala a 79.ª edição do principal campeonato do basquetebol masculino nacional sob a égide da Federação Portuguesa de Basquetebol.

1930s

Com 91 anos de história, o início da 1.ª Divisão, atual Liga Betclic, foi em 1932/1933. O primeiro título foi conquistado pelo Conimbricense, ao qual se seguiu o União de Lisboa. A primeira hegemonia ocorreu entre 1934 e 1938, altura em que o Carnide Clube celebrou o tetra-campeonato, antes de ser suplantado pelo CF Belenenses. A década de 1930 terminou com a primeira vitória do SL Benfica.

1940s

O primeiro título da nova década regressou ao Carnide, que celebrou pela quinta vez. Seguiu-se o primeiro campeonato do Vasco da Gama, antes de novo bicampeonato do Carnide, que demonstrou domínio nas primeiras 12 edições da prova. Em 1944/45, o troféu regressou ao Restelo para o Belenenses, antes do Benfica festejar um “bi” entre 1945 e 1947. O Vasco da Gama ainda celebrou em 1948, antes da AA Coimbra fechar a década com dois títulos consecutivos.

1950s

O Vasco da Gama entrou nos anos 50 com um título, antes das primeiras vitórias do FC Porto, entre 1951 e 1953. O Sporting CP escreveu o seu nome na lista de emblemas campeões nacionais em 1954, título que antecedeu o terceiro da Académica de Coimbra. A 24.ª edição da competição foi para Alvalade e as duas seguintes viajaram para o Barreiro com o FC Barreirense, antes de mais um triunfo da Académica de Coimbra. A década chegou ao fim com uma vitória do Sporting em 1959/1060.

1960s

Os anos 60 começaram com o primeiro penta-campeonato desde o início da competição, conquistado pelo Benfica entre 1960 e 1965. A prova não se realizou em 1965/1966, no ano seguinte foi vencida pelo Sport Luanda e Benfica e na época seguinte foi conquistada pelo Sporting Lourenço Marques. Em 1968/1969 o Sporting CP voltou a levantar o troféu, com o Benfica a fechar a década por cima ao conquistar a 38.ª edição da 1.ª Divisão.

1970s

O Sporting Lourenço Marques venceu o primeiro título da década de 70 antes de mais uma temporada de celebração do Porto (1971/1972). No ano seguinte foi a formação de Lourenço Marques voltou a triunfar, antes do Malhangalene, de Moçambique, conquistar o troféu. A 43.ª edição da competição sorriu ao Benfica e a 44.ª ao Sporting, antes do Ginásio Figueirense sair vitorioso em 1976/1977. Até ao final dos anos 70, o Sporting voltou a festejar antes do bicampeonato conquistado pelo Porto, entre 1978 e 1980, com que chegou ao fim a década.

1980s

Os anos 80 começaram com o “bi” do Sporting, antes de novo título do Porto em 1982/1983, na 51.ª edição da competição. O CA Queluz inscreveu o seu nome no histórico de vencedores em 1983/1984, antes do tri-campeonato do Benfica, que regressou às conquistas. A AD Ovarense foi campeã em 1987/88, título que antecipou um período hegemónico das “águias” que incluiu títulos até ao final da década.

1990s

A década de 1990 no 1.ª Divisão chegou ao fim em 1994/1995 e encerrou a hegemonia do Benfica, que conquistou um hepta-campeonato que durou de 1988 a 1995.

2000s

O principal escalão do basquetebol masculino em Portugal regressou à égide da Federação Portuguesa de Basquetebol em 2008/2009 com um título do Benfica. Os “encarnados” festejaram o “bi” na temporada seguinte, antes do título do Porto em 2010/2011. A equipa lisboeta regressou às vitórias na temporada seguinte e conquistou a Liga quatro vezes consecutivas, entre 2011 e 2015. Os “dragões” voltaram a levantar o principal troféu na modalidade em 2015/2016, naquela que foi a sua última conquista.

O Benfica saiu vitorioso no ano seguinte, antes do bi-campeoanto conquistado pela UD Oliveirense entre 2017 e 2019. A temporada 2019/2020 não teve campeão fruto à situação pandémica criada pela COVID-19, mas na época seguinte foi o Sporting que emergiu vitorioso como campeão nacional. Nas duas últimas temporadas foi o Benfica que se mostrou mais forte e conquistou o “bi”.


Seleção anuncia pré-convocatória para a 1.ª janela de qualificação

Já com o foco na primeira janela de qualificação para o FIBA Women’s EuroBasket 2023, a equipa técnica da seleção nacional de seniores femininos anunciou a lista de atletas pré-convocadas.

A lista inicial de pré-convocadas é composta pelas seguintes 30 atletas:

A primeira janela de qualificação, agendada para a semana de 5 a 12 de novembro, inclui os seguintes jogos:

Seleção Nacional Seniores Femininos – Pré-Convocatória


XXXVII Supertaça Feminina disputa-se este domingo no Montijo

Vai ser no Pavilhão Nº1 do Montijo que GDESSA Barreiro e Quinta dos Lombos se enfrentam na XXXVII Supertaça Feminina, o segundo troféu oficial da temporada 2023/2024.

O embate entre as campeãs nacionais da última edição da Liga Betclic Feminina – GDESSA Barreiro – e as vencedoras da Taça de Portugal Skoiy – Quinta dos Lombos, a partida deste domingo tem início marcado para as 15h00 e transmissão na FPBtv e n’A Bola TV.

Já se encontra aberta a venda de bilhetes, que têm um custo de 2.50€. Os ingressos podem ser adquiridos online, smartfan.tickets!

 

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Dois emblemas com destaque no panorama nacional, apoiados pela sua formação, é esperada uma forte afluência por parte dos adeptos de ambas as equipas. O GDESSA Barreiro venceu o troféu pela última vez em 2006, a sua segunda conquista após também o ter feito em 2005. Já a Quinta dos Lombos festejou o triunfo na supertaça pela primeira e última vez em 2017.


Antalya Toroslar BC leva a melhor sobre Sportiva Azoris Hotels

O Sportiva Azoris Hotels não foi feliz na estreia oficial da temporada 2023/24 da EuroCup Women e perdeu o primeiro de dois encontros com as turcas do Antalya Toroslar BC (66-49).

Depois de ter garantido o terceiro lugar na Taça Vítor Hugo, o União Sportiva viajou até à Turquia para defrontar o Antalya Toroslar BC com a ambição e alcançar a fase de grupos da EuroCup Women. Com um duelo complicado em perspetiva, a equipa de Ponta Delgada teve dificuldades em igualar o poderio da formação turca logo no arranque do jogo (21-7). Apesar da entrada menos conseguida no encontro, o conjunto liderado por Ricardo Botelho deu a volta por cima ainda antes do intervalo e aplicou um parcial de 6-17. O Sportiva foi para o descanso a apenas uma posse de bola de distância das anfitriãs (27-24), conseguindo recolocar-se na discussão do resultado. Mais forte na luta das tabelas (52 ressaltos contra 49), a equipa portuguesa demonstrava capacidade para competir em solo turco, mas o regresso dos balneários acabou por ser prejudicial à formação lusa que voltou a ver o Antalya afastar-se no marcador. Nos restantes dez minutos a equipa portuguesa tentou reduzir diferenças, mas o Toroslar BC foi mais eficaz no momento de lançar ao cesto, fixando o resultado em 66-49.

Monique Pereira (6pts, 18res, 3ast, 5rb), Susana Carvalheira (12pts, 6res, 1rb) e Audrey Warren (13pts, 7res, 1ast, 1rb) foram as jogadoras mais inspiradas no conjunto açoriano. A segunda mão está agendada para a próxima quinta-feira, dia 28 de setembro, pelas 20h30, mais uma hora nos Açores.


“Temos um grande desafio pela frente”

Concluído o sorteio da qualificação para o FIBA Women’s EuroBasket 2025, competição que decorre na Alemanha, Chéquia, Grécia e Itália, ditou a sorte que Portugal fosse inserido no Grupo G, juntamente com as congéneres da Sérvia, Ucrânia e Macedónia do Norte.

Com jogos a 9 e 12 de novembro, de acordo com o modelo competitivo, Portugal começa o «qualifier» em casa ao receber a Macedónia do Norte, seguindo-se depois a partida com a congénere da Ucrânia.

Após o sorteio, o selecionador nacional, Ricardo Vasconcelos, reagiu aos adversários: “O sorteio foi tal como esperado. Sabendo nos que estávamos no 5.º pote, melhor em relação ao último sorteio, quando estávamos no 6.º, o que quer dizer desde logo que nos tocaria uma das quatro melhores equipas da Europa”, atenta.

SÉRVIA

“A Sérvia é obviamente um adversário de grande nível , campeã europeia em 2015 e 2021. Tem um leque muito alargado de jogadoras de grande qualidade, nível Euroliga, e portanto serão jogos super interessantes, com uma equipa agressiva a defender e com atletas muito versáteis”, explica.

UCRÂNIA

“A Ucrânia é uma equipa conhecida, temos jogado com elas várias vezes nos últimos anos. Tem uma atleta que nos cria sempre muitos problemas, a Alina Iagupova, que foi várias vezes MVP da Euroliga, e que nos cria dificuldades devido a sua capacidade de marcar, e sobretudo por ser uma passadora de grandíssimo nível”, elabora.

MACEDÓNIA DO NORTE

“A Macedónia é uma equipa que se está a reconstruir. Já teve um papel mais forte no feminino e nunca sabemos se vai aparecer com alguma jogadora de alto nível naturalizada, como fez, por exemplo, a Bósnia”, afirma.

Apesar da valia dos adversários de Portugal, o técnico da equipa das Quinas conclui: “Temos portanto um grande desafio pela frente, sabendo que só a primeira equipa do grupo qualifica para o europeu, mais os quatro melhores segundos classificados de oito grupos. 32 equipas para 12 lugares”.

 


Sportiva inicia caminhada europeia na Turquia

É esta quarta-feira, dia 20, que o Sportiva AZORISHOTELS começa a sua caminhada na FIBA EuroCup Women 2023/2024. À semelhança da temporada passada, a equipa açoriana disputa a qualificação que precede a fase de grupos, onde já se encontram GDESSA Barreiro e SL Benfica.

A formação comandada por Ricardo Botelho mede forças com o Antalya Toroslar BC, da Turquia. O primeiro jogo é já esta quarta-feira, pelas 16 horas, na Antalya Sport Arena, e tem transmissão aqui, no canal YouTube da FIBA.

A segunda mão da eliminatória está agendada para dia 28, em Ponta Delgada, no Pavilhão Sidónio Serpa. Em caso de apuramento, integra o grupo H com Tango Bourges Basket, de França, KP TANY Brno, da Chéquia, e BBC Grengewald, do Luxemburgo.


Ligas Betclic com bolas novas para a época 2023/2024!

A nova época das Ligas Betclic Feminina e Masculina está cada vez mais perto e ultimam-se os detalhes finais para o início da competição.

Esta temporada a prova conta com mais uma novidade. Ao longo da época, os jogos dos dois principais campeonatos do basquetebol português vão ser jogados com bolas personalizadas para cada prova. O esférico foi apresentado pelos dois embaixadores das ligas, Ticha Penicheiro e Neemias Queta.

Numa ação conjunta, a Federação Portuguesa de Basquetebol, com o apoio das instituições parceiras, Betclic Portugal e Wilson, os clubes participantes já receberam os exemplares a ser utilizados na primeira jornada da Liga Betclic Masculina, já no dia 23, e na Liga Betclic Feminina a 1 de outubro.


Sérvia, Ucrânia e Macedónia no caminho de Portugal para o Europeu 2025

Decorreu, esta tarde, em Mies, na Suíça, o sorteio da fase de qualificação para o FIBA Women’s EuroBasket 2025, competição que decorre, de forma inédita, em quatro países –  Chéquia, Alemanha, Grécia e Itália – e onde Portugal procura estar presente pela primeira vez.

Ditou o sorteio que Portugal ficasse inserido no Grupo G com as equipas da Sérvia, Ucrânia e Macedónia do Norte.

A primeira janela de qualificação, agendada para a semana de 5 a 12 de novembro, inclui jogos dia 9 e 12. De acordo com o sorteio, os encontros seão os seguintes:

No total, 32 equipas vão disputar 12 vagas na prova, aos quais se juntam os quatro organizadores. As 32 equipas foram separadas de acordo com o seu ranking FIBA e colocadas em oito potes, com Portugal a integrar o pote 5 junto à Lituânia, Israel e Países Baixos.

 

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15.ª Taça Vítor Hugo considerada um sucesso!

Concluída mais uma edição da Taça Vítor Hugo, de onde o SL Benfica emergiu como vencedor, diferentes figuras federativas e associativas fizeram o balanço da competição à FPBtv.

Um fim de semana marcado pela forte afluência aos pavilhões do Clube dos Galitos e do CP Esgueira, e onde estiveram em competição as 12 equipas que integram o mais elevado patamar do basquetebol feminino em Portugal, a Liga Betclic Feminina, a competição foi nota dominante, mas também o respeito entre todos os intervenientes.

Após a final entre GDESSA Barreiro e SL Benfica, um encontro marcado pela intensidade apresentada por ambos os emblemas, Sara Ferreira, vice-presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol, Nuno Manaia, Diretor Técnico Nacional, e Bruno Fangueiro, presidente da AB Aveiro, deixaram elogios à organização, aos clubes, e aos adeptos que se deslocaram e deram um colorido diferente à competição.


SL Benfica conquista Taça Vítor Hugo pela terceira vez consecutiva!

FINAL

O Pavilhão do Clube dos Galitos vestiu-se de gala para acolher a final da competição entre GDESSA Barreiro e SL Benfica. Um jogo que reeditou a final desta mesma competição em 2022/2023, as “águias” entraram a todo o gás e depressa assumiram o controlo do jogo e do marcador, com Artémis Afonso (10 pontos após os primeiros 10 minutos) em evidência. No conjunto do Barreiro, Maianca Umabano assumia protagonismo e já contabilizava oito pontos à entrada para o segundo quarto.

A vencer por 23-20, o ritmo não baixou nos dez minutos que antecedem o intervalo. As encarnadas iam desmonstrando os seus pergaminhos no lançamento de três pontos, a dois minutos do descanso, contabilizam oito convertidos em 11 tentados, uma percentagem de 72. As comandadas de André Martins não baixaram os braços e reentraram na luta pelo triunfo com um parcial de 7-0.

Ao intervalo o marcador assinalava 39-34, mas essa défice foi rapidamente apagado pelo GDESSA, que voltou do balneário com outra força e passou para a frente do marcador. Com três minutos por jogar no terceiro quarto, a equipa da margem sul do rio Tejo vencia por 53-49 e controlava a luta das tabelas. A emoção não acabou e o último período foi marcado pelo equilíbrio e trocas constantes de liderança, onde ambas as equipas procuravam distanciar-se e ficar mais perto do troféu.

O triunfo acabou por sorrir para o Benfica, por 66-64, que levanta o troféu pelo terceiro ano consecutivo.

 

3.º e 4.º lugar | Esgueira Aveiro TRIVGLASS 40-45 Sportiva AZORISHOTELS

O Sportiva AZORISHOTELS venceu a medalha de bronze pelo terceiro ano consecutivo ao ultrapassar o Esgueira Aveiro TRIVGLASS por 45-40. Um jogo marcado pelo equilíbrio e pela intensidade colocada em campo por ambos os conjuntos, a equipa de Aveiro esteve na liderança durante grande parte do primeiro tempo e recolheu ao intevalo a vencer por 30-24. Na segunda parte a emoção não diminuiu. As comandadas de Ricardo Botelho mostraram-se superiores e conseguiram dar a volta ao resultado com um parcial de 21-10.

Marta Vargas (14pts, 2res, 2ast, 1rb) e Monique Pereira (10pts, 7res, 1ast, 1dl) foram figura de proa no conjunto açoriano. No Esgueira, Vashti Nwagbaraocha (12pts, 4res, 2rb) esteve em bom plano.

 

5.º e 6.º Lugar | CAB Madeira 39-43 CPN

O Pavilhão do Clube dos Galitos acolheu a partida onde se disputava o 5.º lugar da competição. Os minutos iniciais foram marcados pelo equilíbrio e trocas de liderança entre CAB Madeira e CPN, ainda que com algum ascendente por parte do conjunto madeirense, que ao intervalo vencia por 19-14. O ritmo mudou no segundo tempo e foi o emblema de Ermesinde que assumiu o controlo do jogo e passou para a dianteira do marcador com um parcial de 13-6 nos últimos três minutos.

Maelys Martinet (13pts, 2res) e Ana Paz (12pts, 6res, 2ast, 1rb) foram as melhores marcadoras do emblema insular. No CPN, Justina King (14pts, 6res, 2ast, 2rb), Genesis Correa (12pts, 7res, 1ast) e Ana Pinheiro (9pts, 4res, 3ast, 3rb) voltaram a estar em evidência.

 

7.º e 8.º Lugar | Quinta dos Lombos 51-28 Clube dos Galitos

A Quinta dos Lombos garantiu o sétimo lugar da classificação ao ultrapassar a oposição do Clube dos Galitos por 51-28. A equipa lisboeta, detentora da última edição da Taça de Portugal Skoiy, entrou melhor e depressa se distanciou no marcador, colocando a diferença em 12 pontos (18-6). Contudo, a formação aveirense reagiu e reduziu a distância, reentrando na luta pelo resultado à entrada para o segundo tempo. O intervalo fez melhor às comandadas de José Leite, que aumentaram a intensidade e fugiram com o resultado, celebrando a vitória.

Madelynn Utti (17pts, 2res, 2ast, 2rb) e Nahomis Hardy (13pts, 5res, 1ast) foram as mais esclarecidas da formação de Carcavelos, enquanto Maria Neto (15pts, 2res, 2rb) liderou a equipa do Galitos.

 

CLASSIFICAÇÃO 9.ºAO 12.º

Na «poule» de disputa do 9.º lugar, o ACD Ferragudo venceu o Basquete Barcelos HMMotor por 49-35, conquistando a segunda vitória desta fase da prova. Num duelo entre os dois emblemas recém-promovidos à Liga Betclic Feminina, as algarvias estiveram quase sempre na dianteira do marcador e controlaram as investidas adversárias até final. Letícia Josefino (19pts, 6res, 2ast, 2rb) e Kennedy Nicholas (11pts, 5res, 1ast, 1rb) foram as figuras no conjunto vencedor, enquanto Rebecca Taylor (19pts, 7res, 1ast, 1rb) voltou a ser o maior destaque do conjunto de Barcelos.

A CDE Francisco Franco venceu o Imortal TCars por 57-52 num jogo em que Gabriela Nikolova (18pts, 3res, 4ast, 1rb) e Cristina Freitas (17pts, 2res, 2ast, 1rb) foram decisivas para o resultado. As algarvias, que sofreram a primeira derrota nesta fase da competição, tiveram em Sydne Wiggins (13pts, 2res, 3ast, 1rb) e Bárbara Souza (12pts, 4res) as suas referências ofensivas.

 


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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