Artigos da Federaçãooo

Prontos para as dificuldades ante um dos favoritos ao 1º lugar

Antes de começarmos o diálogo com o seleccionador nacional, recordar que o nosso adversário deste domingo é uma das selecções com assinatura habitual nas fases finais dos Campeonatos da Europa e dantes quando havia a separação em Divisão A e Divisão B, era sempre da elite. Por exemplo nos dois últimos Europeus, em França (2013) foi afastada logo na fase de grupos, tendo ficado na última posição do Grupo C, ganho pela França. Mas no campeonato anterior (2011), realizado na Polónia, chegou aos quartos-de-final, tendo sido afastada das meias-finais pela Rússia (campeã europeia nesse ano) e depois foi disputar a fase do 5º/8º lugares. Começou por perder com a Croácia (foi 5ª classificada), indo depois dirimir a 7ª/8ª posições, tendo terminado no 8º posto, ao ser derrotada pela Lituânia. Recuando ainda mais no tempo, foi 7ª no Europeu 2009 (aqui em Riga) atrás da Itália (6ª) e 4ª no Europeu 2007 (em Chieti ), desta feita à frente da selecção transalpina (9ª).Feito este preâmbulo, pusemos logo a primeira questão ao nosso interlocutor. Como analisa o jogo com a Letónia? A resposta foi pragmática e coerente: «Estamos provavelmente perante o jogo mais complicado da fase de qualificação, visto que vamos jogar perante um dos favoritos para vencer o Grupo C, em sua casa, no 1º jogo (para nós quase sempre o compromisso mais difícil em todas as anteriores qualificações), contra uma equipa em que os seus pontos fortes são os centímetros e os postes. Mais: recentemente nos jogos de preparação, perdeu com a China (3 pontos) e Lituânia (11), mas venceu a Grécia nos 3 encontros realizados.».O jogo interior da selecção portuguesa é desde há uns anos a esta parte uma das áreas em que somos menos competitivos, face à menor estatura, peso e envergadura das nossas jogadoras na área pintada. Essa realidade veio mais ao de cima com a notícia hoje confirmada. Ricardo Vasconcelos pormenorizou: «A juntar às dificuldades já enunciadas, tivemos hoje a informação por parte do comissário, de que a jogadora Aurélie Pinto (uma das nossas jogadoras interiores), com dupla nacionalidade luso-francesa desde a nascença (à luz da legislação portuguesa), foi considerada pela FIBA como naturalizada. Portanto como já temos a Sofia Carolina Silva com esse estatuto, naturalmente que a Aurélie, com muita pena nossa, foi preterida.». Para finalizar o seleccionador concluiu: «Em relação ao jogo, penso que estamos prontos e conscientes das dificuldades que vamos encontrar, mas temos ideias claras em como contrariar os “miss-match” com que nos iremos debater na área pintada. Temos como ambição o controlo do ritmo do jogo, mas sabemos que vai ser extremamente difícil desde logo pela necessidade que temos de controlar a luta dos ressaltos.».


Carlos Lisboa: «Foi uma caminhada árdua»

Lisboa conta nesta entrevista o que está por detrás do sucesso da equipa.

Continua a festejar os títulos com o mesmo entusiasmo e atribuí-lhes o mesmo significado, mesmo sendo o 3º consecutivo?Vibro sempre da mesma maneira, pois como sabe, para mim, como costumo dizer, “Ganhar só traz vantagens”! Ter conquistado este campeonato, depois de uma época desgastante e onde a pressão esteve sempre presente, acaba por ser o corolário de um trabalho, empenhamento e entrega, por parte de todos nós, para alcançarmos os objetivos a que nos propusemos quando preparámos esta temporada. O Benfica é tricampeão e detém a hegemonia do basquetebol português. Tal acontece apenas porque o clube tem o melhor plantel em qualidade e opções?O Benfica é tricampeão no basquetebol porque trabalhou para isso! Preparámos a época e escolhemos este plantel, composto por jogadores experientes, mas também por jovens atletas da nossa formação, com qualidade e potencial, por acreditarmos que o Basquetebol em Portugal merece que se invista no seu futuro. Participamos no Campeonato da Liga e nas demais competições, com o mesmo espírito e ambição que têm todas as equipas que a disputam: Ganhar! Porque todas as equipas quando jogam não pensam, nem em “orçamentos” e, muito menos, os seus atletas e treinadores acham que têm menos qualidade ou opções! Todos lutamos para que esta modalidade tenha a projeção que merece, jogando o jogo pelo jogo, face a todos os adversários, nos 40 minutos em que nunca há “favoritos” até ao soar da buzina! O Basquetebol é assim, aqui, em Portugal e em qualquer parte do mundo! Por isso é que o vivemos, todos com a mesma intensidade.Apesar de ter ficado famoso enquanto jogador pela sua capacidade ofensiva, é notório que dá uma enorme importância aos aspetos defensivos. Enquanto treinador, preocupa-se mais com as questões da defesa?Poderei concordar ou não com essa “fama”, enquanto jogador, de me preocupar com o ataque… melhor do que eu, poderão, os que acompanham a modalidade, analisar a quantidade de ressaltos, roubos de bola e intensidade defensiva que apresentei como jogador. Respondendo à pergunta, posso afirmar que é na defesa que está o segredo do sucesso. Na grande maioria dos jogos que disputámos sufocámos as equipas adversárias com uma intensa defesa trabalhada diariamente nos treinos.Algum momento da temporada que tenha considerado como tendo sido decisivo para o sucesso da equipa?Apesar de achar que todos os jogos e os seus momentos são importantes para esse sucesso, destacaria, talvez, o momento em que conquistámos a Taça de Portugal, pois já nos escapava desde o tempo em que fui jogador. A caminhada até ao título, acabou por ser mais fácil do que esperaria?De maneira nenhuma! Foi uma caminhada árdua, com muitos obstáculos – seja os que nos foram sendo colocados pelas equipas que nos defrontavam (sempre a dar o seu máximo e com uma entrega e motivação redobradas para nos vencerem), seja pelo elevado número de lesões traumáticas que os nossos atletas sofreram ao longo da temporada – e que, algumas, bem graves foram (por exemplo, a do Carlos Andrade, que o afastou largos meses de poder dar o seu precioso contributo à equipa). Sendo líder de uma equipa com um passado, do qual fez parte, rico a nível internacional, o possível regresso às competições europeias motiva-o enquanto treinador?Claro que sim! Mas essa é uma daquelas decisões que só quem pode, saberá se é possível e exequível… aguardemos, então, pela decisão da Direção no que diz respeito a esta matéria e, quanto a nós, cá estaremos, preparados para o desafio que nos for lançado. Qual o segredo para que, ano após ano, o Benfica surja sempre com o desejo de renovar o titulo de campeão nacional?É a imagem deste Clube centenário. Um Clube que se poderá considerar, de facto como o mais ECLÉTICO, quer em Portugal, quer na Europa e, penso, mesmo, que no Mundo. Lutar, em todas as modalidades, para ganhar, para assim, conquistar os adeptos e fazê-los sentir orgulho neste Ecletismo e nos sucessos desportivos que acontecem por acréscimo. Está optimista quanto à possibilidade da próxima temporada ser mais disputada, e a Liga despertar maior interesse?Estou sempre optimista quanto ao futuro – até porque esta época já foi disputada com empenho por todas as equipas e, basta ter assistido aos espetaculares ambientes que se viveram no Playoff final, para se perceber, claramente, que o basquetebol é, para além de uma modalidade vibrante e que proporciona muitos momentos de beleza, uma verdadeira Paixão, seja para quem a pratica, seja para quem assiste aos jogos. Acha que o basquetebol é uma modalidade à dimensão do clube?O Basquetebol, no SLBenfica é, como sempre foi e espero continue a ser, uma modalidade acarinhada pelos seus adeptos, sócios e simpatizantes.


Ficou demonstrado que temos valor para competir a este nível

Feita a habitual distribuição dos quartos, foi só subir para deixar as bagagens e descer para almoçar por volta das 15H00.

A viagem que nos trouxe do Luxemburgo, começou bem cedo, pois o voo da Luxair que nos transportou até Frankfurt, escala da ligação para Riga, tinha a partida agendada para as 06H45. Estar na recepção do Parc Hotel às 05H00, nosso poiso desde a passada 2ª feira, foi duro mas nestas andanças é assim mesmo. O voo que nos levou até Frankfurt, foi curto (50 minutos) e por isso combinámos com o seleccionador nacional fazer o balanço da preparação para a fase de qualificação do EuroBasket 2015 durante o voo Frankfurt-Riga (2h05). Curiosamente calhou ficarmos lado a lado e por isso as coisas ficaram bastante facilitadas. A preparação para a campanha europeia de 2014, começou a 7 de Maio, faz amanhã precisamente um mês. Fez-se depois um estágio de 6 dias na Eslovénia (Kranjska Gora), onde realizámos 4 jogos, 2 com a congénere anfitriã (duas derrotas) e outros 2 com a selecção da Macedónia (duas vitórias). O saldo ficou pois nos 50% e agora no caminho para Riga, fizemos mais 2 jogos de controlo, com o Luxemburgo. O saldo manteve-se nos 50% porque vencemos o 1º encontro (70-46) e perdemos o 2º (51-65). Foi pegando precisamente neste tema que iniciámos a conversa com o seleccionador nacional. Disse-nos: «Após 28 treinos e 6 jogos, o grupo de trabalho terminou esta fase com algum cansaço acumulado, mas bastante coeso. O trabalho realizado ao longo deste período foi bastante positivo, tendo a equipa melhorado significativamente no trabalho sem bola bem como nas transições ofensivas (aumentámos o ritmo). Do ponto de vista defensivo ainda temos algumas lacunas, quer ao nível da transição ataque-defesa quer na defesa da bola. Os 6 jogos que fizemos trouxeram-nos boas rotinas e boas dinâmicas, excepto no último em que não conseguimos ser iguais a nós próprios. As 3 vitórias demonstraram que temos valor para competir a este nível.».Esta fase de qualificação para o EuroBasket 2015 congrega 26 selecções, distribuídas por 5 grupos de 4 equipas cada e mais 2 grupos de 3 equipas cada, apurando-se os 7 primeiros e os melhores 6 segundos classificados. O sorteio ditou que ficássemos inseridos no Grupo C, juntamente com a Letónia, Itália e Estónia, selecções que defrontaremos por esta ordem, em sistema de poule a duas voltas, de acordo com o seguinte calendário: Letónia (em Riga – 8/6), Itália (em Coimbra -11/6), Estónia (em Tallin -15/6), Letónia (em Caminha -18/6), Itália (em Ragusa -22/6) e finalmente Estónia (em Carcavelos -25/6). Como faz a avaliação deste Grupo C em que Portugal calhou por sorteio, perguntámos. A resposta de Ricardo Vasconcelos mostra que o responsável técnico da selecção sénior feminina tem ambição de lutar pelo apuramento: «Em teoria estamos num grupo com 2 habitués das fases finais dos Europeus e portanto temos claro que a missão que nos espera é complicada. Até ao momento só tivemos a possibilidade de observar a Itália que, aparentemente, está a conseguir resultados abaixo do normal na fase de preparação. Por outro lado a Letónia voltou a inscrever algumas das suas jogadoras mais experientes (mudou de treinador), dando a ideia de que vai apostar forte nesta qualificação. A Estónia é um adversário directo, a priori o mais acessível. Partimos com a ambição clara de ganhar os 2 jogos. Sabemos que cada vitória num jogo internacional é difícil, mas não podemos ter outra postura senão entrar para este apuramento com a perspectiva de poder surpreender e tentar alcançar o segundo lugar no nosso grupo.». A equipa entretanto recolheu aos quartos para recuperar algumas energias, pois hoje ainda está marcado um treino com a duração de hora e meia (20H00 às 21H30), no Riga Olympic Center, recinto onde se jogará no próximo domingo a partida entre Letónia e Portugal (20H15), mais 2 horas que em Portugal.


XIII Torneio Internacional Prof. Dr. José Vieira de Carvalho

Torneio Prof. Dr. José Vieira de Carvalho é um convívio habitual de Minibasquete, realizado anualmente pelo Maia Basket Clube, em homenagem ao sócio nº 1, fundador do clube e aquele que é reconhecido como o grande impulsionador da criação do Maia Basket.

Este ano, a 13ª edição deste evento, que é já uma referência a nível nacional, será realizado nos dias 6 a 8 de Junho de 2014 no Pavilhão Municipal de Nogueira da Maia e na E.B. 2,3 de Nogueira e, sendo um evento integrado no programa “Maia – Cidade Europeia do Desporto 2014”, a sua dimensão será ainda maior do que qualquer uma das edições anteriores.O Torneio destina-se a todos os escalões de Minibásquete e contará com a presença de 29 equipas da Península Ibérica, envolvendo diretamente cerca de 600 pessoas, desde atletas (cerca de 400), treinadores, dirigentes e elementos da organização (mais de 100), com um total agendado de 130 jogos divididos por 9 campos.Tal como nas edições anteriores, as atividades deste Torneio realizam-se em dois dias (Sábado e Domingo), embora este ano a receção às equipas de Mini 10 e Mini 12 seja na Sexta à noite, 6 de Junho, com os atletas a pernoitarem nas salas de aula da Escola durante duas noites.As atividades programadas para o escalão de Mini 8 decorrerão apenas no Domingo, 8 de Junho, das 9h30 às 17h30, enquanto que para os escalões de Mini 10 e de Mini 12 a atividade estende-se pelos três dias, sendo que será um fim-de-semana em que cada equipa terá um elevado número de jogos e concursos, aliados sempre a muita diversão!Os atletas, para além das várias atividades desportivas, vão ainda poder contar com o almoço, lanche da tarde e jantar no Sábado e com o pequeno-almoço, lanche da manhã, almoço e lanche da tarde no Domingo, oferecidos pelas várias empresas que apoiam o torneio, para além da t-shirt oficial do Torneio, medalhas individuais, diplomas, vários brindes e outros prémios que serão entregues na Cerimónia de Encerramento.Clubes presentes no evento:Maia Basket (7 equipas)Guifões SC (4 equipas)CB Marín PeixeGalego (2 equipas)Académica Coimbra (2 equipas)AB Albicastrense (2 equipas)Académico FC (2 equipas)SC Coimbrões (2 equipas)AD Ovarense (1 equipa)BC Barcelos (1 equipa)SC Marinhense (1 equipa)CD Póvoa (1 equipa)GDB Leça (1 equipa)Juvemaia ACDC (1 equipa)CDC Juventude Pacense (1 equipa)JF Campo (1 equipa)


«Empenho e disciplina tática»

“Capacidade de superação e luta” são requisitos que considera fundamentais.

O Europeu de Sub-20 Masculino está cada vez mais próximo, e o treinador André Martins vai começar os trabalhos da Seleção no Minho, local escolhido para o princípio da caminhada até à grande competição. “Vamos iniciar a preparação final em Braga (Bom Jesus) e treinar nas instalações da universidade do Minho.” Um estágio que se tornou viável graças ao empenho do Presidente CNMB, Mário Batista, que foi capaz de envolver a autarquia de Braga no apoio à Seleção.”É sempre complicado em escalões de formação fazer previsões acerca da competição, embora seja sempre possível recorrer a competições anteriores e estabelecer alguns paralelismos e retirar algumas conclusões. “Quanto às expetativas neste Europeu, teoricamente enfrentamos 3 seleções que nas gerações anteriores foram superiores à nossa Seleção. Bósnia, considerada como a grande favorita na prova; a Bélgica e a Estónia.”E nos jogos frente a estes adversários, o selecionador André Martins só encontra uma fórmula para atingir o sucesso. “Nestes encontros teremos de apelar as nossas capacidades de superação e luta, procurando levar a discussão dos encontros para os momentos finais, aí tudo pode acontecer.”O que não faz com que hajam jogos fáceis durante a competição, pois só uma equipa ao seu melhor nível será capaz de superar seleções que em teoria serão mais acessíveis. “As Seleções da Roménia, Luxemburgo e Chipre são adversários de respeito, onde só com total empenhamento e disciplina tática será possível vencer os nossos adversários.”Para o técnico nacional a dedicação dos jogadores terá de ser total, já que irá pedir deles o seu melhor durante todo o período de preparação. “Importa salientar que neste momento o mais importante será construir um compromisso de trabalho e exigência nesta fase de preparação, onde o lema das Seleções Nacionais tem que estar presente em todos os momentos – Dar o máximo.”Em anexo poderá consultar o plano de preparação da Seleção Nacional de Sub 20 Masculinos até chegar ao próximo Campeonato da Europa.


Equipa de Sub 14 M vence Taça do Minho, Nível II


Campo de Formação Técnica FC Porto Dragon Force

Rui Gomes – treinador sub18 Dragon Force (ex sel. nacional sub-16 femininos, Proliga Guifões)João Tiago Silva – treinador adjunto seniores Dragon Force e sub-20 (Seleccionador ABP sub-16 masculinos)João Gonçalves – coordenador técnico e treinador formação Sampaense (ex- Liga feminina Olivais e adjunto Liga PB Ginásio Fig.)Miguel Hoyo – Treinador Malabo Kings – Guiné Equatorial (ex Diretor desportivo C. Ourense Leb Ouro, adjunto Granada ACB (2006-2011) e Breogan ACB (2004-2006) Moncho López- Treinador equipa seniores FCPorto Dragon Force Proliga (seleccionador absoluto Espanha e Portugal, Treinador ACB, Cabitel Gijon (1999-2002), Leche Rio Breogan (2004-2006) e Caja San Fernando (2006-2007) e LPB FCPorto (2009-2012)O Campo é destinado a atletas dos 10 aos 17 anos.


Má prestação defensiva na 1ª parte explica o desaire

Como é que foi possível acontecer a desforra luxemburguesa? Duas razões fundamentais: Portugal voltou a entrar mal e desta vez não conseguiu a reviravolta, porque defendeu mal. Mas na hora da derrota é importante retirar ilações e aprender com os erros.

Não há muito a dizer de um jogo em que só estivemos na frente um minuto, quando Ana Oliveira acertou o 1º dos seus 3 triplos no minuto 2 (0-3). O 1º período (21-17) indiciava uma má prestação defensiva das nossas representantes. No 2º quarto (21-7) à defesa permeável juntou-se uma fraquíssima eficácia nos lançamentos de 2 pontos (1/13), uns impensáveis 8%. Por seu turno o acerto das luxemburguesas nos tiros de 3 pontos era tremendo (7/9), com realce para os 80% de Lynn Schreiner (4/5), embora a eficácia lusa nessa vertente também fosse boa (6/14). O problema é que a diferença na percentagem dos lançamentos de campo era abissal: 61%-26%, favorável às anfitriãs. No 3º período (12-10) o seleccionado luso melhorou defensivamente e baixou a fasquia para 13 pontos (47-34), à entrada do minuto 25, obrigando o treinador da casa, Hermann Paar, a pedir um desconto de tempo. Algumas decisões da arbitragem a revelarem nítido caseirismo resultaram em duas faltas técnicas, que abanaram a equipa portuguesa, a que se juntou a 4ª falta de Lavínia Silva, no minuto 29, obrigando que Ricardo Vasconcelos a resguardasse no banco. A equipa já não se reencontrou até ao final dos 30 minutos jogados (54-34), tendo sofrido um parcial de 7-0. No último quarto (11-17), Portugal ainda voltou a reduzir a desvantagem para 14 pontos (59-45), no minuto 35, após um parcial de 0-8, culminado com a 3ª bomba de Laura Ferreira. O seleccionador luxemburguês parou o cronómetro no minuto 36 e até final as anfitriãs conseguiram gerir a vantagem, pese o inconformismo luso patente no 4º triplo de Laura (61-48), no minuto 38 e nas acções de Sofia Carolina a provocar uma falta (63-49) e a selar o resultado com um duplo (65-51). Ricardo Vasconcelos, seleccionador português, espelhava no rosto o desânimo. No final da partida, disse-nos: «Entrámos no jogo novamente de forma muito relaxada e a permitir que o Luxemburgo ganhasse confiança. Nunca conseguimos uma qualidade colectiva que nos permitisse ganhar o jogo e a prova disso foi uma 1ª parte fraquíssima em termos defensivos. Sofremos 42 pontos de um adversário com menos talento do que nós, o que tornou difícil a reviravolta para a 2ª metade. Apesar de termos melhorado defensivamente na etapa complementar (sofremos 23 pontos), a fazer 17,2% nos lançamentos de 2 pontos (5 em 29) é impossível ganhar jogos. Isto é: permitir 24 pontos na área pintada ao Luxemburgo quando nós só marcámos 10, coloca-nos numa posição em que é muito difícil ganhar. Voltámos a estar bem no capítulo dos 3 pontos (11/26) ou seja 42%, mas fizemos 20 turnovers contra uma equipa que voltou a defender zona durante os 40 minutos.». Resultado: Luxemburgo 65-51 PortugalDestaque nas vencedoras para um quarteto liderado por Nadia Mossong, MVP do jogo (17,0 de valorização) ao contabilizar 17 pontos, 6/9 nos lançamentos de campo repartidos por 3/5 nos duplos e 3/4 nos triplos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 1 roubo e 3 faltas provocadas com 2/3 nos lances livres, muito bem acompanhado pela triplista Lynn Schreiner (17 pontos, 6/10 nos lançamentos de campo repartidos por 2/3 nos duplos e 4/7 nos triplos, 2 ressaltos defensivos, 5 assistências, 1 roubo e uma falta provocada com 1/2 nos lances livres), pela base Cathy Schmit (8 pontos, 2 ressaltos sendo 1 ofensivo, 8 assistências, 2 roubos e 4 faltas provocadas com 2/2 nos lances livres) e por Lisa Jablonowski (11 pontos, 1/1 nos triplos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres). Na selecção lusa as mais valiosas foram Sofia Carolina (10 pontos, 8 ressaltos sendo 5 ofensivos, 3 assistências, 1 roubo e 4 faltas provocadas com 4/7 nos lances livres), Carla Nascimento (6 pontos, 2/3 nos triplos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 2 roubos e 4 faltas provocadas) e Laura Ferreira (14 pontos, 4/9 nos triplos, 3 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 2 roubos e 5 faltas provocadas com 2/3 nos lances livres). Bons contributos de Lavínia Silva na luta das tabelas (9 ressaltos sendo 6 ofensivos) e de Ana Oliveira da linha dos 3 pontos (3/8). Ficha de jogo Sport Hall em OberanvenLuxemburgo (65) – Cathy Schmit (8), Liz Schmitz (3), Tessy Hetting (8), Nadia Mossong (17) e Evelyne Stoll (1); Lynn Schreiner (17), Lisa Jablonowski (11), Michèle Orban e Laure DiederichPortugal (51) – Carla Nascimento (6), Daniela Domingues (3), Ana Oliveira (13), Laura Ferreira (14) e Sofia Carolina (10); Lavínia Silva (2), Inês Faustino, Jessica Almeida, Michélle Brandão, Francisca Braga, Aurélie Pinto (3) e Dora DuartePor períodos: 21-17, 21-7, 12-10, 11-17Árbitros: Patrick Glod, Georges Wolzfeld e HansenAmanhã (5ª feira) a equipa tem folga de manhã, treinando a partir das 16H00. A partida para a Letónia (Riga) está marcada para a próxima 6ª feira, de manhã, bem cedinho. Teremos que estar no aeroporto por volta das 05H00, na medida em que o voo da Luxair LG9301 que nos levará até Frankfurt parte às 06H45. Uma viagem curtinha (50 minutos) mas no aeroporto de Frankfurt a escala é de 2 horas e meia: o voo LH890 para Riga tem a partida agendada para as 10H05, com chegada prevista para as 13H10 locais.


Bons resultados desportivos em destaque

Foi mais um momento propício ao relacionamento interpessoal entre atletas e constituiu uma oportunidade para assinalar os bons resultados desportivos que os atletas residentes têm conquistado ao longo da época de 2013/2014.

Para além dos atletas e tutores, a confraternização contou com a presença do Presidente do IPDJ, Augusto Baganha, dos Presidentes das respetivas modalidades desportivas, Jorge Vieira (Atletismo), Mário Saldanha (Basquetebol), Vasco Costa (Ténis), Fernando Feijão (Triatlo), do DTN do Judo, Rui Vieira e ainda do coordenador do CAR Jamor, Vitor Pataco, João Beckert (responsável clínico) e Filomena Carvalho (responsável socioeducativa).O Presidente do IPDJ e os responsáveis federativos assinalaram os bons resultados recentes, designadamente, as medalhas de bronze conquistadas por João Pereira (triatlo) na Taça da Europa em Londres, Jorge Fonseca, André Alves e Nuno Saraiva no Open Europeu de Judo de Madrid (1ª prova de qualificação olímpica) e ainda Davide Machado (orientação) que conquistou também uma medalha de bronze na 1ª ronda da Taça do MundoTambém na Taça de Clubes Campeões Europeus realizada no passado mês de Maio em Vila real de Sto António, alguns atletas residentes no CAR Jamor conquistaram classificações de relevo que dão acesso aos próximos Europeus de Atletismo de Zurique. Foi o caso de Patrícia Mamona (ouro), Jorge Paula (prata) e Vera Barbosa (prata),e ainda Edi Maia que confirmou também a sua qualificação.No Basquetebol feminino, Maianca Umabano (Sto André), Ana Rute Queta (Sto André), Sara Moreira (Ermesinde) e Catarina Miranda (Ermesinde) destacaram-se nos seus clubes conquistando respetivamente o 2ºe 3º lugar no campeonato Nacional Sub-19. Nuno Sá alcançou no seu clube (Dragon Force), o 2º lugar no Campeonato Nacional de Sub-18.Antes do jantar houve oportunidade de visualizar um vídeo retratando o dia-a-dia da permanência dos atletas no CAR Jamor.


Vitória categórica depois de alguma desconcentração

Ontem no 1º jogo de controlo contra a selecção anfitriã, Portugal venceu por números que não deixam dúvidas.

Não passaria pela cabeça de ninguém da comitiva lusa que depois de termos respondido de forma simples mas eficaz à melhor entrada das anfitriãs (4-0 à entrada do minuto 3), passando para a frente no minuto 5 (6-8), com Laura Ferreira on-fire (2 triplos consecutivos), as comandadas de Ricardo Vasconcelos tenham feito 5 minutos completamente atípicos, ao sofrer um parcial de 7-0, com Lynn Schreiner a dar o mote, acertando uma bomba no minuto 6. Foi deste modo que a selecção luxemburguesa terminou o 1º período (13-8) no comando, sem ter feito muito por isso, ou seja mais por demérito luso.No 2º quarto (5-26) as coisas mudaram radicalmente de figura. Mas as nossas representantes ainda demoraram mais de 3 minutos a acertar com o cesto, porque à entrada do minuto 13 o prejuízo já tinha aumentado para 9 pontos (17-8), obrigando o seleccionador português a parar o cronómetro de imediato. Feitas as necessárias correcções, a estratégia deu os seus frutos. Fazendo uma rápida circulação de bola perante uma defesa zona montada pelo treinador da casa, foram-se construindo boas situações de lançamento. Os cestos sucediam-se e o técnico do Luxemburgo pediu 2 descontos de tempo no espaço de 2 minutos e meio. Primeiro aos 17-14 (minuto 15) depois de a sua equipa ter consentido um parcial de 0-6 em menos de 1 minuto. Logo a seguir a selecção anfitriã encaixou mais um parcial (0-13), com 3 triplos (Inês Faustino, de novo Laura Ferreira e Carla Nascimento) pelo meio. Em resumo: Portugal impôs um parcial de 0-19 e foi para o descanso na frente (18-34). Para essa vantagem de 16 pontos, muito contribuiu a magnífica percentagem nos tiros do perímetro (60%) com 6 triplos convertidos em 10 tentados, tendo Laura Ferreira estado irrepreensível (3/3). No 3º quarto (13-20) o ritmo baixou um pouco, mas a eficácia da linha de 3 pontos continuava em níveis excelentes. No minuto 26 já tinham caído mais 4 bombas (3 consecutivas de Daniela Domingues e a 2ª da capitã Carla Nascimento) e o resultado dobrava (24-48), no minuto 26. No derradeiro período (15-16) e com o jogo perfeitamente controlado, as nossas representantes foram gerindo a vantagem, sem grandes sobressaltos, tendo chegado a 40-70, com mais um triplo, desta vez da autoria de Dora Duarte, no minuto 39. Foi já nos últimos 30 segundos que as luxemburguesas reduziram com 2 triplos, fixando os números finais, em cima da buzina, com a 2ª bomba de Tessy Hetting. Resultado final: Luxemburgo 46-70 Portugal No final da partida o seleccionador Ricardo Vasconcelos fez o seu comentário ao modo como viu o desempenho da sua equipa: «Entrámos mal no jogo, um pouco desconcentrados e acabámos por fazer um 1º período abaixo daquilo de que somos capazes. Contudo a reacção que tivemos no 2º quarto (17-0) demonstra que a equipa já tem momentos muito sólidos e de boa qualidade de jogo. Jogámos contra um adversário que nos colocou uma defesa de zona durante 40 minutos e ao apresentarmos uma percentagem de 50% da linha de 3 pontos (12/24), revelámos boas escolhas no ataque.».Destaque no seleccionado luso para a prestação de Laura Ferreira, MVP do encontro (19,5 de valorização) ao contabilizar 13 pontos, 5/7 nos lançamentos de campo repartidos por 2/3 nos duplos e 3/4 nos triplos, 4 ressaltos sendo metade ofensivos, 3 assistências e uma falta provocada, muito bem acompanhada por Daniela Domingues (15 pontos, 6/10 nos lançamentos de campo repartidos por 3/6 nos duplos e 3/4 nos triplos, 1 ressalto ofensivo, duas assistências e 1 roubo) e Carla Nascimento (10 pontos, 2/3 nos triplos, 7 ressaltos defensivos, duas assistências e 3 roubos). Nas anfitriãs a mais valiosa foi Liz Schmitz ( 7 pontos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência e 2 roubos), logo seguida de Tessy Hettinger (10 pontos, 2/2 nos triplos, 1 ressalto defensivo, 1 roubo e duas faltas provocadas) e Cathy Schmit (10 pontos, 1 ressalto defensivo, 3 assistências, 4 roubos e 4 faltas provocadas com 4/6 nos lances livres). Ficha de jogoSport Hall em OberanvenLuxemburgo (46) – Cathy Schmit (10), Lynn Schreiner (6), Tessy Hetting (10), Nadia Mossong e Evelyne Stoll (5); Liz Schmitz (7), Lisa Jablonowski (6), Magaly Meynadier e Michéle Orban (2) Portugal (70) – Carla Nascimento (10), Inês Faustino (5), Ana Oliveira (8), Lavínia Silva (4) e Sofia Carolina (4); Laura Ferreira (13), Daniela Domingues (15), Francisca Braga (2), Aurélie Pinto, Michélle Brandão (6), Jessica Almeida e Dora Duarte (3)Por períodos: 13-8, 5-26, 13-20, 15-16Árbitros: Luc Meisch e Yan SurikinAs duas selecções voltam a defrontar-se esta 4ª feira, à mesma hora (19H30 locais), mais uma hora que em Portugal, no mesmo recinto.


Curso de Treinadores de Grau 1

isboa vai realizar um curso de treinadores de grau 1 durante o mês de Julho. Nos detalhes da notícia, encontre os regulamentos e mais informações.


Milos Obrenovic

Nos detalhes desta notícia poderá encontrar o currículo do treinador.

Milos formou-se com nota máxima na Universidade de Desporto e Saúde, na Sérvia. Sob a égide do seu mentor, Nenad Trunic (que já esteve presente neste mesmo Clinic), Milos tornou-se treinador de basquetebol credenciado pela Federação de Basquetebol da Sérvia. Desde 2009-2012 trabalhou no BC Sloboda Uzice como Treinador principal da equipa sénior que competia na 1ª Liga Sérvia.No verão de 2010 foi treinador adjunto da selecção masculina de sub-17 no Campeonato Mundial da FIBA de Sub 17 na Alemanha. Em 2010-2011 foi treinador adjunto dos Sub 18, no Campeonato Europa que decorreu na Polónia.Em 2012 foi treinador adjunto dos Sub 16, no Campeonato Europa que decorreu na Lituânia.Desde 2013 que é treinador principal do BC Varda-HE Visegrad, na 1ª Liga da Bósnia.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Legenda

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Miguel Maria

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