Artigos da Federaçãooo
Vagos ganha em Algés
Nada melhor que uma vitória para ajudar a esquecer um momento menos positivo, mais ainda quando vale a liderança do campeonato.
O Vagos foi a equipa a entrar melhor no jogo, muito concentrada, trazia bem a lição estudada de casa, criando muitas dificuldades ao Algés. Com 29 pontos marcados no 1º quarto, era um bom indicador da boa dinâmica nas ações ofensivas das vaguenses. No 2º período, e após os bancos procederam às habituais trocas de jogadoras, o Algés revelava querer entrar no jogo, mas a diferença pontual era algo significativa, e atinge-se o intervalo com 52-37, favorável às visitantes. Na segunda metade a história do jogo foi completamente diferente, após um início da 2ª parte que levou o Vagos à diferença máxima de 22 pontos, o Vagos adormeceu nessa vantagem e o Algés procurava dar um rumo diferente ao jogo. Com Inês Faustino a criar muitos desiquilíbrios, a vantagem foi-se esfumando com o Vagos a demorar a voltar a acertar nas movimentações atacantes. Janae Fulcher era muito marcada, e privados de Daniela Domingues com a 4ª falta, o Algés no último período reduz a vantagem abaixo dos 10 pontos e volta a discutir o jogo. A acompanhar Inês Faustino surgia Stephanie Rosado (22 pontos e 5 ressaltos), bem secundada por Shelter (14 pontos), faziam o Algés acreditar na reviravolta no comando do jogo. No Vagos, a reentrada de Daniela Domingues, e Korrine Campbell (21 pontos marcados 11 ressaltos, 6 dos quais ofensivos), fazia regressar alguma estabilidade à equipa forasteira, passando a criar mais dificuldades a Stephanie. Na parte final o Algés tentava a todo o custo parar o cronómetro, obrigando as jogadoras do Vagos a ir para a linha de lance livre, que conseguiram manter sempre a diferença pontual a duas posses de bola.No Algés com já se referiu Stefanie (22 pontos) foi a melhor, bem ajudada por Inês Faustino (17 pontos 3 assistências), e Shelter (14 pontos). No Vagos a dupla Korrine e Janae com 21 e 25 pontos respectivamente, foram as melhores combinando 19 ressaltos em conjunto, num total de 32 ressaltos da equipa, contra 29 do Algés.Algés 81Stephanie Rosado 22, Joana Bernardeco, Joana Soeiro 2, Joana Canastra, Mariana Alves 5, Simone Costa, Inês Faustino 17, Lavinia Silva 13, Vitória Pacheco 6, Chelsea Guimarães 2, Dora Duarte, Christian Shelter 14.AD Vagos 85Daniela Domingues 13, Ines Pinto 6, Ana Teixeira, Ana Oliveira 4, Carolina Anacleto 2, Korinne Campbell 21, Sara Dias 4, Carla Silva 6, Joana Jesus 4, Janae Fulcher 25.Parciais:19-29; 18-23; 21-16; 23-17Quinta dos Lombos segue na frenteA formação de Carcavelos, a jogar em casa, confirmou o seu favoritismo frente ao conjunto de Torres Novas. O triunfo por 95-57 é revelador da diferença de valia das duas equipas, sendo que com este triunfo os Lombos permanecem no topo da classificação da Liga Feminina. As comandadas de José Leite continuam bem posicionadas para lutar pelo primeiro lugar da fase regular, uma meta que lhe permitiria ter vantagem nas eliminatórias dos playoffs.GDESSA teve de lutar em LousadaEm jogo em atraso referente à 9ª jornada, o GDESSA deslocou-se até a Lousada e bateu a equipa da casa por 63-57. Um resultado que revela a boa réplica oferecida pelo LAC/MELOM, mas que não foi suficiente para impedir que o conjunto do Barreiro regressasse às vitórias, e assim manter-se por perto dos lugares cimeiros.
«Consistência é fulcral»
O encontro diante das finalistas da Taça de Portugal não será fácil, mas a base espera que, com o apoio do público, a equipa consiga ser bem sucedida.
A regularidade da formação vaguense é apontada por Joana Bernardeco como sendo o seu ponto mais forte. “Na minha opinião, o Vagos caracteriza-se por ser uma equipa muito consistente, o que implica que, mesmo não fazendo um jogo ‘excelente’, criam sempre grandes dificuldades.”Uma qualidade nem sempre demonstrada pela equipa de Algés, e que na opinião da base tem custado alguns dissabores ao longo desta temporada. “Este é talvez um ponto no qual a nossa equipa tem de melhorar: manter a consistência ao longo do jogo. Em encontros equilibrados, como espero que seja o de sábado, a consistência é fulcral pois um período do jogo menos bom pode comprometer o resultado.”Aliás esse tem sido um ponto que tem vindo a ser trabalhado, razão pela qual a atleta está confiante e entusiasmada por poder confirmar frente ao finalista da última Taça de Portugal. “No entanto, a nossa equipa tem vindo a melhorar e com um fim de semana tão competitivo como o que se aproxima, não podíamos estar mais motivadas. Esperamos também voltar a receber o apoio do público que nos ajudou a vencer na jornada passada.”
Oitavo êxito do CAR Jamor Feminino ante o CD Torres Novas
As férias deixaram marcas já que a prestação das comandadas de Kostourkova não foi seguramente a mais conseguida. A desconcentração nalguns períodos foi evidente, notando-se alguma falta de consistência.O 1º período (25-13) ficou marcado pela boa actuação de Maria Kostourkova no ataque (14 pontos), bem servida pelas suas companheiras, com o CAR Jamor a fazer a diferença na eficácia de lançamento dos duplos (69%-46%).No 2º quarto (19-25) as torrejanas reagiram depois de terem consentido um parcial de 18-0. A perder por 35-13, as pupilas de José Monteiro, lideradas pela norte-americana Brandie Hoskins (11 pontos consecutivos com um triplo pelo meio) conseguiram impor um parcial de 0-13, a despeito de Mariyana Kostourkova ter pedido o seu primeiro desconto de tempo no minuto 15 (35-22), sem resultados práticos. Foi só no minuto 17 que Catarina Miranda voltou a acertar com o cesto, numa altura em que Maria Kostourkova já se tinha eclipsado. As forasteiras chegaram a reduzir a diferença para 4 pontos apenas (37-33), mas um triplo de Maianca Umabano devolveu alguma tranquilidade às anfitriãs que chegaram ao intervalo na frente (44-38), pese o acerto de Hoskins no ataque (21 pontos na 1ª parte), assumindo as despesas da equipa torrejana.No 3º período (21-17) o CD Torres Novas conseguiu reduzir para um cesto de diferença (44-42 no minuto 22), mas a dupla Beatriz Jordão e Catarina Miranda, a combinarem muito bem, protagonizaram um parcial de 10-0 (54-42 no minuto 25). A resistência forasteira continuava nas mãos da dupla norte-americana (Hoskins e Lesha Dunn), com esta última a fazer estragos na área pintada. A 4ª falta de Maria Kostourkova obrigou a ter que regressar ao banco no minuto 27 (57-48), o que foi aproveitado pelas torrejanas para encostar de novo o resultado (57-53), através de Dunn (2 lances livres) e Hoskins (2º triplo). Mas o colectivo de Kostourkova não se desuniu e jogando para Ana Queta, esta teve duas boas iniciativas coroadas de êxito, fazendo com que a vantagem do CAR Jamor chegasse a 10 pontos (65-55) ao cabo de 30 minutos jogados.No derradeiro quarto (18-9) as postes das anfitriãs (Beatriz Jordão e Maria Kostourkova ) foram determinantes para o ampliar da vantagem que se situou à beira da vintena, por duas vezes (81-62 no minuto 39 e 83-64, este no final da partida). Resultado final: CAR Jamor Feminino 83-64 CD Torres NovasDestaque nas vencedoras para a excelente prestação de Beatriz Jordão, a mais valiosa (22,5 de valorização) ao fazer um duplo duplo (17 pontos, 7/10 nos duplos, 10 ressaltos sendo 2 ofensivos e duas faltas provocadas com 3/4 nos lances livres). Foi bem acompanhada por Maria Kostourkova (18,5 de valorização) ao somar 21 pontos, 10/14 nos duplos, 3 ressaltos defensivos, uma assistência, 1 roubo e 3 faltas provocadas, com o senão de ter desaparecido do jogo no 2º período, Maianca Umabano (14 pontos, 4/5 nos duplos, 6 ressaltos sendo 1 ofensivo, 3 assistências e 5 faltas provocadas com 3/6 nos lances livres) e Catarina Miranda (15 pontos, 5/6 nos duplos, 2 ressaltos defensivos, 4 assistências, 1 roubo e uma falta provocada com 2/2 nos lances livres). No CD Torres Novas salientou-se Brandie Hoskins, MVP do encontro (34,5 de valorização) ao contabilizar 38 pontos, 15/20 nos duplos, 2/4 nos triplos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 assistências, 1 roubo e 4 faltas provocadas com 2/5 nos lances livres, muito bem secundada pela sua compatriota Lesha Dunn (24,0 de valorização) que conseguiu um duplo duplo ao terminar com 16 pontos, 10 ressaltos sendo 4 ofensivos, 4 assistências, 1 roubo e 6 faltas provocadas com 6/7 nos lances livres. Ficha de jogo Pavilhão LORD (Faculdade de Motricidade Humana), na Cruz QuebradaCAR Jamor Feminino (83) – Susana Lopes, Catarina Miranda (15), Maianca Umabano (14), Beatriz Jordão (17) e Maria Kostourkova (21); Catarina Cavaco (3), Ana Rute Queta (4), Mª Inês Santos (7), Eliana Cabral, Luana Serranho, Ana Rua (2) e Andreia PeixotoCD Torres Novas (64) – Patrícia Martins, Ana Marques (4), Brandie Hoskins (38), Daniela Pascoal e Lesha Dunn (16); Maria Cotrim (), Leonor Cruz (2) e Mariana Pinheiro (4)Por períodos: 25-13, 19-25, 21-17, 18-9Árbitros: Rui Ribeiro e Daniel Pereira O próximo compromisso da CAR Jamor está agendado para 19 de Março (4ª feira), na deslocação ao Pavilhão Municipal Luís de Carvalho, no Barreiro, para defrontar o GDESSA, a partir das 21H00.
«Importante estarmos concentrados»
O primeiro adversário é o CAB Madeira e o treinador não espera facilidades…
O técnico vitoriano está convicto que na Final a 8 da Taça de Portugal vão repetir-se os bons espetáculos a que se assistiu na última Taça Federação. Equilíbrio, emoção e incerteza é o que Fernando Sá espera das diferentes eliminatórias de acesso às meias-finais. “Avaliando os últimos confrontos entre as equipas e pelo conhecimento mútuo que este momento da época já permite ter dos adversários, considero que vai ser extremamente competitiva.”A qualidade da equipa madeirense obriga a que o Vitória se apresente ao seu melhor nível, e para que isso suceda Fernando Sá dá especial importância ao plano de jogo, à escolha criteriosa dos tiros e cuidar muito bem da posse de bola. “Particularmente, e no confronto que vamos ter com o CAB na primeira eliminatória, será muito importante estarmos preparados e concentrados para minimizar ao máximo os pontos fortes do adversário, ter uma boa seleção de lançamentos e reduzir o número de turnovers.”O facto de ter vencido a última edição da Taça de Portugal faz com que Sá conte também com “uma motivação extra dos adversários”, visto que são os atuais detentores do troféu.
«Otimismo e motivação têm de lá estar»
Os insulares aproveitaram a pausa competitiva para recuperarem alguns jogadores que se encontravam lesionados e estão preparados, segundo o poste português, para colocar em prática a máxima utilizada pela equipa em todas as competições: ganhar todos os jogos.
As lesões são a principal explicação para este período menos positivo do CAB?As lesões nunca são desculpa para nada, pois são coisas que acontecem no desporto. É claro que se têm de fazer ajustamentos, por vezes mexe-se na química e automatismos da equipa, e há que trabalhar para acertar tudo isso. Num plantel curto como o nosso, esses ajustes notam-se mais, mas como se diz, só faz falta quem está. E eu gosto de me focar no positivo, fomos à final da Taça da Liga, estamos nos lugares cimeiros da classificação, qualificamo-nos para jogar a Taça de Portugal e estamos em muito boa posição para garantir um bom lugar para disputar o playoff da Liga.Esta paragem competitiva surgiu na melhor altura?Para nós calhou-nos bem, pois tivemos mais tempo para recuperarmos jogadores e prepararmos o primeiro jogo.Acredita que o facto de possuírem maior rotação de jogadores permite abordarem esta competição com maior otimismo?Em provas deste tipo a eliminar por vezes o facto de se ter maior rotação pode não ter muita influência no primeiro jogo, mas nos restantes é um dos fatores cruciais. Em relação ao otimismo, acho que independente de ser ter muitos ou poucos jogadores, o otimismo e a motivação têm de lá estar sempre, assim como o querer.Começar esta prova novamente com o Vitória é um bom presságio?Nem é bom nem mau. O Vitória é uma excelente equipa, assim como todas as outras. E aqui já não existem jogos “fáceis”, por isso é lutar jogo a jogo contra quem seja.O base Pedro Pinto é a chave para condicionar o sucesso do Vitória?O Pedro é uma das chaves, e apesar de estar a fazer uma muito boa época, o Vitória tem uma excelente equipa e todos os jogadores têm de ser respeitados de igual forma, pois só assim se poderá vencer.Estabeleceram algum objetivo para esta Final 8?O nosso objetivo é vencer todos os jogos que disputamos, seja na taça, no campeonato, ou no playoff.
Conteúdos técnico-tácticos do trabalho das Selecções ABP
FORMADOR: João Tiago Silva – Seleccionador Distrital ABP Sub 16LOCAL: Dragão CaixaHORÁRIO: 20H30/22H30 João Tiago SilvaTreinador de Sub20 – DRAGON FORCE BasquetebolSeleccionador Distrital ABP – Sub16Membro do Corpo de Formadores de Treinadores ENB/ABPTreinador Grau 3 Acção CREDITADA e VALIDADA pelo IPDJ, I.P. (Instituto Português do Desporto e Juventude), no âmbito do PROGRAMA NACIONAL DE FORMAÇÃO DE TREINADORES. TAXA DE PARTICIPAÇÃO:20,00€ (todas as acções)10,00 (1 acção) As inscrições devem ser efectuadas directa e preferencialmente por correio electrónico (areatecnica@abp.pt), com os seguintes dados:Nome COMPLETO: Clube: Nº. Licença e Nº. TPTD: Anexo ao email, p.f. enviar comprovativo de transferência bancária (digitalizado) NIB: 0007 0435 0001 0310 0000 2 Todas as informações em www.abp.pt e www.facebook.com/ABPorto
Illiabum conquista título distrital
O Illiabum Clube superou, com êxito, os três jogos disputados na Fase Final e ergueu, com toda a justiça, a taça distrital, a segunda do seu historial neste escalão – a primeira
conquista remonta há época de 2000/2001. Refira-se que o clube de Ílhavo sucede à Ovarense, que tinha vencido a prova nas duas últimas épocas. O jogo de atribuição do título ficou reservado para o último dia, depois de Illiabum/IPAM e Galitos/WEBER terem superado, com sucesso, os seus encontros frente ao Sangalhos e Gafanha/Fiamma, equipas que terminaram, respectivamente, a competição nas posições seguintes.
Intensa a emotivaA partida mais aguardada, que encheu as bancadas do Pavilhão do Galitos, valeu, essencialmente, pela intensidade com que foi jogada. As baixas percentagens de lançamento e os muitos “turnovers” foram sendo disfarçados pela emotividade do jogo, que teve diversas alternâncias no marcador e incerteza até aos minutos finais. O equilíbrio foi de tal ordem nos primeiros 30 minutos, que Galitos e Illiabum entraram no último período empatados a 40 pontos. No parcial decisivo, Tiago Almeida, que efetuou uma grande segunda parte, abriu as hostilidades com um triplo e o Illiabum, que na segunda parte controlou melhor a posse de bola, não mais largou o comando do marcador. Mais sereno, o conjunto de Ricardo Semedo soube, quase sempre, ter a paciência necessária para superar com sucesso a defesa zona em que o Galitos apostou. Quando não o fazia, o Galitos, muito ineficaz em ataque e refém da inspiração de Pedro Santos, também não revelava soluções para colocar a bola no cesto, pelo que o passar dos minutos foi favorável ao Illiabum, que também revelou uma maior serenidade e a sobriedade necessária para saber jogar com o tempo e procurar, em equipa, as mehores soluções. O Galitos, a 2.15 minutos do fim, perdia por 49-55. Teve diversas posses de bola para encurtar a desvantagem, mas os seus jogadores não tiveram a calma necessária, tentando, com ações individuais, muitas delas descabidas, resolver o que o colectivo não conseguia. Como a noite não era de inspiração, todas estiveram condenadas ao insucesso e foi mesmo o Illiabum quem fez, com toda a justiça e mérito, a festa do título, após vencer por 56-51. No jogo do título, destaque para a exibição de Tiago Almeida, que marcou 22 pontos (16, dos 30 da equipa, na segunda parte), muitos deles em ações de grande qualidade. Foi o “motor” da equipa e não teve medo de assumir o protagonismo. Em grande nível esteve, também, António Pires, a outra referência ofensiva (16 pontos) dos ilhavenses. Menos exuberante do que a dupla referida, mas de uma extrema utilidade, foi o poste Pedro Rodrigues, que “limpou” a tabela defensiva, com 13 ressaltos, e anulou praticamente todo o jogo interior do Galitos. Na formação “galinácea, treinada por Luís Araújo, o extremo “atirador” Pedro Santos foi o mais inconformado. No terceiro período do jogo marcou dez dos 12 pontos da equipa, mas o seu acerto no quarto período, também por mérito do Illiabum, “caiu” e o Galitos não foi capaz de encontrar outras soluções. Miguel Oliveira também foi dos que mais lutou para contrariar a supremacia ilhavense. O Galitos, que parece ter acusado a pressão (chegou a este jogo invicto e jogava em casa), não conseguiu, diante do seu público, terminar com uma malapata neste escalão, pois esta é a quinta época consecutiva em que termina o distrital do escalão Sub/20 na segunda posição. Sangalhos garante último lugar do “pódio” Antes da aguardada final, o Sangalhos, treinado por Francisco Gradeço, confirmou o seu favoritismo frente ao Gafanha, garantindo a terceira posição. Depois de uma primeira parte muito equilibrada, em que apenas dois pontos separavam as duas equipas (25-27 para o Sangalhos), no segundo tempo veio ao de cima o maior acerto do jogo mais colectivo dos bairradinos, que contaram com as boas prestações de Francisco Santiago e João Santos para vencerem a partida (63-49). O Gafanha, orientado por Miguel Araújo, teve o mérito de nunca “baixar os braços”, ainda que essa vontade, muitas vezes, tenha tirado clarividência ao seu jogo, com muitos lançamentos forçados e algumas ações individuais mal seleccionadas. Ricardo Martins, por alguma serenidade que conseguiu, a espaços, colocar no jogo, e Filipe Melo, pelos pontos e ressaltos que amealhou, foram dos melhores da equipa da Gafanha da Nazaré neste encontro.
Loncovic eleito MVP
Entre os portugueses, o destaque do fim-de-semana foi para João Soares, atleta da UD Oliveirense.
LIGA PORTUGUESA DE BASQUETEBOLMVP Global: Marko Loncovic, Basquete Clube de Barcelos, 34.5 de valorizaçãoNesta ronda o prémio foi para Loncovic, mais um para o atleta de Barcelos. Depois de dois jogos em que esteve um pouco mais apagado, regressou às exibições que o notabilizaram no campeonato português. Os números que registou este fim-de-semana (28 pontos, 7 ressaltos, 4 assistências e 3 roubos de bola) demonstram bem a preponderância que este jogador tem nos aspetos defensivos e ofensivos dos barcelenses, sem esquecer que foram obtidos frente aos atuais campeões nacionais.MVP Nacional: João Soares, União Desportiva Oliveirense, 26.5 de valorizaçãoDá sinais de estar a atravessar um bom momento de forma e com isso beneficia a equipa de Oliveira de Azeméis. Numa altura em que todos os pontos são importantes, João contribuiu decisivamente para o sucesso da Oliveirense frente ao Algés. Os 21 pontos, 9 ressaltos, 4 assistências e 1 roubo de bola, revelam a sua utilidade em várias ações do jogo, a que não será alheio a sua invulgar capacidade física.5 IDEALPosição 1 – Pedro Pinto, Vitória Sport Clube, 25.5 de valorizaçãoNa vitória dos vitorianos diante da Ovarense, o internacional português foi o atleta que mais se destacou. Pedro Pinto realizou uma exibição que conduziu a equipa ao triunfo, e confirma-se cada vez mais como o rei das assistências da Liga (8.6 de média por jogo). Liderou a equipa, e contabilizou 22 pontos, 3 ressaltos e 12 assistências, pena foram os 8 turnovers que cometeu, caso contrário a sua valorização final seria certamente muito superior.Posição 2 – Jovonni Shuler, Sampaense Basket, 25.5 de valorizaçãoTem sido uma mais-valia na equipa de S. Paio de Gramaços. A capacidade de tiro faz dele um extremo temível, sendo que neste jogo destacou-se pelos 9 ressaltos que conquistou, sendo que 4 foram na tabela ofensiva. Shuler registou 18 pontos, 2 assistências , 2 roubos de bola e 1 desarme de lançamento. números que não evitaram a derrota pela diferença mínima na deslocação da equipa aos AçoresPosição 3: João Soares, União Desportiva Oliveirense, 26.5 de valorizaçãoÉ o MVP Nacional deste fim-de-semana.Posição 4: Marko Loncovic, Basquete Clube de Barcelos, 43 de valorizaçãoFoi o MVP Global da ronda do passado fim-de-semana da LPBPosição 5: Aaron Fuller, União Desportiva Oliveirense, 27 de valorizaçãoO norte-ameicano esteve muito bem no confronto diante o Algés, com contributos positivos nos dois lados do campo, bem como a assumir-se como a principal referência interior da equipa de Oliveira de Azeméis. Foi uma importante presença na disputa do ressalto, nomeadamente o ofensivo, conquistando várias hipóteses de segundos lançamentos. Os 19 pontos, 14 ressaltos (6 ofensivos) e 2 roubos de bola tiveram um peso decisivo no triunfo da equipa.
Portugueses lá fora
Carla Nascimento e Débora Escórcio estão na luta pelo apuramento para a segunda fase; a equipa de Larisse Lima perdeu e ocupa uma posição mais modesta. Luiana teve uma prestação positiva e contribui para a vitória de UCLA. Leia tudo, nos detalhes desta notícia.
Em França, o Rouen de Filipe da Silva reencontrou o caminho das vitórias. Derrotou o Boulazac, por 108-104, no prolongamento, mas ocupa uma modesta 15ª posição da Divisão Pro B. O base somou 6 pontos, 3 ressaltos, 7 assistências e 2 roubos de bola, em 31 minutos.Na divisão abaixo, a NM1, o Chartres perdeu na deslocação ao pavilhão do Sorgues, por 85-89, mas Arnette Hallman não jogou.O Cambados, equipa espanhola onde alinha Rafael Wildner, não foi feliz na visita ao Cáceres. Perdeu, por 60-73, com o português a jogar 13 minutos e a somar 6 pontos e 1 ressalto. Está na 10ª posição da LEB Prata.Nas senhoras, o Cadi também perdeu este fim-de-semana na Liga Feminina, igualmente em Espanha. Na visita ao Perfumarias Avenida, a equipa de Sofia Carolina marcou apenas 46 pontos, contra os 65 da formação da casa. A portuguesa alinhou de início, marcou 1 ponto, capturou 4 ressaltos e fez 1 roubo de bola, em 21 minutos, mas não conseguiu evitar o desaire. Na divisão inferior, a Liga Feminina 2, o Universitário de Ferrol levou a melhor sobre o Café Barco da portuguesa Larisse Lima, por 72-50. A portuguesa alinhou os 40 minutos da partida, obtendo 15 pontos, 2 ressaltos, 1 assistência, 1 roubo de bola e 1 desarme de lançamento. Uma boa exibição, que todavia não teve efeitos ao nível coletivo…Já o Al-Qazares de Carla Nascimento bateu o Pabellon Ourense (81-50), está na 3ª posição e luta por um lugar na fase final, que dará acesso à principal Liga Feminina. Carla Nascimento jogou 33 minutos, marcou 6 pontos, capturou 3 ressaltos, distribuiu 6 assistências e fez 1 roubo de bola.O ADBA de Débora Escórcio também está em posição de tentar o apuramento para a fase final (ocupa o quarto lugar) e este fim-de-semana voltou a vencer. Ganhou na visita à Universidade de Valladolid, por 68-58, e a portuguesa assinou mais uma exibição positiva, consubstanciada em 8 pontos, 8 ressaltos, 2 assistências, 5 roubos de bola e 1 desarme de lançamento.Nos Estados Unidos, a Universidade de Old Dominion bateu a de East Carolina, por 87-78, com a portuguesa Michelle Brandão a marcar 2 pontos e capturar 1 ressalto, em 6 minutos.Já Liuana Livulo, em UCLA, ajudou com 8 pontos, 3 ressaltos e 1 desarme de lançamento ao triunfo da universidade da Califórnia sobre a de Colorado, por 76-65.
Oliveirense domina em casa
A equipa comandada por Rui Alves soube gerir, quase até ao limite, a curta vantagem alcançada no recomeço da etapa complementar. Tudo muito equilibrado no que diz respeito aos oito primeiros classificados, sendo que apenas duas vitórias separam o 3º do atual 9º classificado.
A Oliveirense via-se obrigada a vencer o Algés, de forma a não se atrasar na disputa por um lugar que dê acesso às eliminatórias do playoff. E com este triunfo, a tabela classificativa ficou ainda mais equilibrada, sendo que são agora quatro o número de equipas com sete vitórias nesta fase regular. A equipa da casa começou melhor o encontro (24-18), uma tendência alterada por completo até se atingir o intervalo, com os algesinos a conseguirem dar a volta ao marcador (40-39).O inicio da etapa complementar coincidiu com o melhor período em termos defensivos por parte da Oliveirense (11 pontos sofridos), facto que proporcionou o ganho de uma curta vantagem pontual até final do período (56-51).O domínio das tabelas (40/24), boa presença no ressalto ofensivo(12), permitiu à Oliveirense gerir a liderança, com a dupla composta por Aaron Fuller (19 pontos e 14 ressaltos) e João Soares (21 pontos, 9 ressaltos e 4 assistências) a mostrar-se importante nos dois lados do campo. Os contributos de João Abreu (15 pontos e 7 assistências) e James Blasczyk (8 pontos e 13 ressaltos) foram igualmente preponderantes na formação de Oliveira de Azeméis.A boa eficácia do Algés nos lançamentos de curta e média distância (22/34 – 65%), manteve a equipa de Algés na discussão do jogo, com Francisco Jordão (17 pontos e 6 ressaltos) a ser um bom exemplo disso mesmo.
José Costa lidera Ginásio
A Academia do Lumiar, por sua vez, mostrou-se novamente forte quando atua em casa e derrotou o Guifões por 73-70, mantendo-se na luta por um lugar que dê vantagem casa na primeira ronda do playoff.
O desempenho do conjunto da Figueira da Foz durante o 2º período foi decisivo para o triunfo do Ginásio na Bairrada. Depois de ter terminado a perder o 1º quarto pela diferença mínima (20-21), os comandados de António Moreira, não só conseguiram dar a volta ao marcador, como também construir uma pequena vantagem até se atingir o intervalo (48-36).O recomeço da etapa complementar foi marcado pela superioridade das defesas (10-11), e apesar do último período ter coincidido com a melhor fase atacante do Sangalhos (26 pontos), os 23 pontos sofridos impediram que os comandados de Francisco Gradeço tivessem sido capazes de dar a volta ao resultado.Grande exibição do experiente José Costa (21 pontos, 9 assistências, 6 roubos de bola e 4 ressaltos), MVP do jogo com 30.5 de valorização, muito bem secundado por Marco Gonçalves, autor de um duplo-duplo (18 pontos e 12 ressaltos).O atleta do Sangalhos, Luís Fonte, foi o melhor marcador do jogo com 24 pontos, seguido depois por André Duarte com15 pontos e Emanuel Silva com 14 pontos e 10 ressaltos na equipa visitada.Academia do Lumiar continua a sonhar com o 4º lugarA formação do Lumiar somou a sua 11ª vitória em 20 jogos disputados, mas teve de suar muito para levar de vencida a equipa que viajou de Guifões. Isto porque o jogo foi sempre muito equilibrado, empate a 34 pontos ao intervalo, à entrada do derradeiro período vantagem de dois para a equipa visitada (53-51), com vencedor incerto até final.A dupla formada por Benedito Suca (25 pontos) e Eduardo Santos (19 pontos) foi preponderante no sucesso atacante da equipa da Academia, já Oncubor Silva (8 pontos e 12 ressaltos) foi determinante na supremacia da equipa lisboeta na luta dos ressaltos.João Gaspar (19 pontos), esteve com a mão quente nos triplos (4/5), uma das principais armas ofensivas do Guifões, seguido depois por Fábio Fernandes, autor de 13 pontos e 6 assistências.
Vitória firme no 2º lugar
A equipa treinada por Fernando Sá derrotou a Ovarense, por 84-71. Os vareiros, que na ronda anterior haviam batido o CAB Madeira, em Ovar, mantêm-se a meio da tabela, entre os lugares de acesso ao playoff.
A formação da casa dominou os dois primeiros períodos (ao intervalo vencia por 49-37), mas a diferença no marcador nunca chegou a ser muito significativa e a equipa de Ovar recusou-se a deitar a toalha ao chão, fazendo de tudo para dar a volta ao jogo. Todavia, acabou por sair da Cidade-Berço com apenas um ponto. Isto porque no inicio do segundo tempo, momento de extrema importância no jogo, a equipa vareira não foi capaz de encurtar distâncias, tendo sido mesmo a equipa da casa a alargar a vantagem (68-52).A formação liderada por Fernando Sá dominou a luta das tabelas (35-19), revelou uma apreciável eficácia nos lançamentos de longa distância (10/20 – 50% de 3 pontos), factores que ajudaram a superar os 18 turnovers cometidos e permitiram ao Vitória ganhar este encontro.Pelos vimaranenses, bons desempenhos de Pedro Pinto (MVP), com 22 pontos, 3 ressaltos e 12 assistências, bem como Paulo Cunha, com 8 pontos, 12 ressaltos, 2 assistências, 2 roubos de bola e 1 desarme de lançamento.Do lado dos vareiros, Sergi Brunet (17 pontos e 6 ressaltos) e José Barbosa (9 pontos, 3 ressaltos, 11 assistências e 4 roubos de bola) fizeram de tudo para que o resultado fosse favorável à sua equipa.Benfica volta a vencerO Benfica confirmou o favoritismo que lhe era atribuído à partida e derrotou o BC Barcelos, na Luz, por 79-59. Apesar do equilíbrio verificado nos primeiros 5 minutos, os encarnados aceleraram, depois, para um triunfo tranquilo. Os dez pontos de diferença conquistados pelos encarnados durante o 2º período (26-16), permitiram aos visitados chegar ao intervalo na frente do marcador com uma vantagem relativamente confortável (43-32). Mas seria no derradeiro quarto que o Benfica dispararia em definitivo no marcador (20-9), o que fez com que o resultado final fosse bem mais desnivelado.Apesar de Betinho Gomes ter protagonizado uma exibição muito segura (15 pontos, 7 ressaltos, 1 assistência e 2 roubos de bola), o MVP do jogo foi Marko Lonkovic, dos minhotos, com 34,5 de valorização. Marcou 28 pontos, capturou 7 ressaltos, distribuiu 4 assistências e fez 3 roubos de bola, mas não conseguiu evitar a derrota do BC Barcelos.Lusitânia ganha por umO Lusitânia interrompeu a série de duas vitórias consecutivas do Sampaense e venceu a formação de São Paio de Gramaços, nos Açores, por um ponto apenas (78-77). O encontro foi emotivo e decidido apenas nos últimos minutos, depois de várias alternâncias no marcador.Esta foi a terceira vitória consecutiva da equipa açoriana em casa, um registo que contribui decisivamente para que os insulares mantenham perfeitamente alcançável a presença nos playoffs. Embora tenha entrado no último período a perder (61-64), os comandados de Nuno Barroso deram a volta ao marcador nos dez minutos finais do encontro.Final emocionante com várias alternâncias no marcador e apenas decidido nos últimos segundos. Um triplo de Miguel Freitas colocava a equipa da casa na frente do marcador (76-74), mas Joel Almeida respondeu de imediato e da mesma forma, e voltava a dar liderança ao Sampaense (77-76). Um cesto de dois pontos, a 3 segundos do final, de Marcel Monplaisir acabaria por decidir o vencedor deste jogo.Zane Campbell, pelos insulares, foi o MVP, com 24 pontos, 6 ressaltos, 1 assistência e 3 desarmes de lançamento, bem secundado por Marcel Momplaisir (12 pontos, 8 ressaltos, 1 assistência e 1 desarme de lançamento) e Flávio Gomes (17 pontos, 7 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola).Na equipa do continente, Jovonni Shuller (18 pontos, 9 ressaltos, 2 assistências, 2 roubos de bola e 1 desarme de lançamento) e Christopher Jr (20 pontos, 4 ressaltos, 5 assistências e 2 roubos de bola) lutaram até à exaustão.
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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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