Artigos da Federaçãooo
Illiabum vence em Ponte de Sor
Com esta vitória os ilhavenses mantêm a pressão sobre o Dragon Force no comando da competição, bem como confirmam que são sérios candidatos a lutar pela subida. O Esgueira/OLI só após prolongamento, empate a 64 pontos no final do tempo regulamentar, conseguiu sair com uma vitória no confronto com o Desportivo de Leça (76-74). Quem também venceu fora foi o Terceira Basket, mais concretamente em Guifões (59-56).
Depois do desaire para a Taça de Portugal, a equipa de Esgueira continua a somar bons resultados em jogos a contar para o campeonato. Esta foi a 5ª vitória da equipa de Aveiro, que assim continua nos lugares cimeiro da tabela classificativa.Um triunfo suado, num jogo discutido palmo a palmo, em que só no prolongamento se ficou a conhecer o vencedor. Os comandados de Pedro Costa nunca lideraram no final dos períodos por mais de três pontos, sendo que à entrada do derradeiro quarto venciam pela diferença mínima (53-52). Daí até final foi discutido ponto a ponto, com os esgueirenses a vencerem os 5 minutos extras por 12-10.O atleta do Esgueira, Renato Loio, foi o melhor marcador do jogo com 26 pontos, seguido depois por João Campos (17 pontos e 10 ressaltos) e João Almeida (14 pontos e 9 ressaltos).Nem o facto de ter contado com o MVP do jogo, Paulo Ferreira (17 pontos e 20 ressaltos), 27 de valorização, permitiu que o Desportivo de Leça tivesse saído vencedor. Destaque ainda para a exibição do jovem Pedro Meireles, autor de 16 pontos e 6 ressaltos.Terceira volta a vencer foraA equipa açoriana reagiu bem à derrota no último jogo frente ao Benfica “B”, conquistando mais um triunfo na condição de visitante. Os terceirenses continuam líderes à condição, sete jogos realizados, mas mais importante do que isso, já leva cinco vitórias. Um registo bem positivo para os insulares. Mas não foi nada fácil vencer em Guifões, até porque à entrada do último período a equipa da casa vencia por dois pontos de diferença (47-45). Durante o 4º período o Terceira Basket teria a sua melhor prestação defensiva (9 pontos), e com isso conseguiria dar a volta ao resultado nos últimos 10 minutos.Bruno Cavalcante, registou um duplo (18 pontos e 11 ressaltos), foi o jogador mais preponderante no sucesso dos terceirenses, bem como o MVP do encontro com 21 de valorização. Com 17 pontos, Pedro Lourenço foi o melhor marcador do Guifões.Ginásio vence na LuzDomínio repartido durante uma 1ª parte marcada por uma elevada pontuação. Melhor o Benfica nos primeiros 10 minutos (28-23), com o Ginásio a dar a volta ao marcador até ao intervalo (50-43). No recomeço da etapa complementar os jovens benfiquistas encurtaram distâncias (71-74), pelo que estava tudo em aberto para o derradeiro período. Nos 10 minutos finais, o desempenho defensivo da equipa da Figueira da Foz valeu-lhe a vitória no encontro, bem como deu uma expressão ao resultado final que não espelha o equilíbrio que se registou durante o encontro. O experiente José Costa, MVP do jogo com 36.5 de valorização, esteve bastante inspirado nos lançamentos de longa distância (5/7), e registou um encontro muito completo (23 pontos, 9 assistências, 6 roubos de bola e 3 ressaltos). Marco Gonçalves (8 ressaltos), com 25 pontos, foi o melhor do jogo e igualmente decisivo no triunfo do Ginásio.Pedro Belo (20 pontos e 12 ressaltos) esteve a bom nível, assim como Artur Castela (15 pontos e 7 ressaltos e 3 roubos de bola) e Ricardo Rosa (15 pontos e 6 ressaltos) na formação encarnada.
Vitória ganha em casa
O segundo quarto foi determinante para que os vimaranenses conseguissem alterar o rumo do jogo.
A equipa do Barreiro começou bem o encontro, a revelar sucesso nas suas ações ofensivas, pelo que os 22 pontos conseguidos no 1º quarto davam-lhe uma vantagem de seis pontos (22-16). Mas tudo se alteraria até ao intervalo, com os comandados de Fernando Sá a dobrarem a marcação do adversário (28-14), num período extremamente produtivo. O intervalo chegava com o Vitória já na frente do marcador por uma vantagem perto da casa das dezenas (44-36).O bom momento da formação da casa prolongou-se no inicio da etapa complementar, com a diferença que separa as duas equipas a subir no final do 3º período para os vinte pontos (67-47). O jogo ficou praticamente decidido, já que os últimos 10 minutos nada de novo trouxeram quanto à liderança do encontro.Anthony Meier, com 25 pontos, foi o melhor marcador do Vitória, logo seguido por José Silva com 20 pontos e João Balseiro com 16 pontos. Pedro Pinto destacou-se pelas assistências que distribuiu (13) ao longo do encontro.O base Miguel Minhava (15 pontos, 5 ressaltos e 4 assistências) bem lutou, mas nem mesmo com a ajuda de Andrew Bachanov (15 pontos e 7 ressaltos) conseguiu evitar a derrota da equipa.
Sampaense volta aos triunfos
O bom desempenho da equipa de S. Paio de Gramaços durante o 2º quarto (25-7) foi decisivo para o desfecho do encontro.
Se nos primeiros 10 minutos a formação da casa já tinha demonstrado alguma superioridade (24-18), a prestação do Sampaense durante o 2º quarto, fez disparar o resultado para uma diferença muito confortável (49-25). Um período em que a equipa liderada por José Calabote esteve muito bem defensivamente (7 pontos sofridos), sem ter perdido ofensividade.Joel Almeida (20 pontos e 14 ressaltos) voltou às boas exibições, assim como Jovonni Shuler (18 pontos, 7 ressaltos e 5 assistências), na equipa do Sampaense. Já Chris Dowe, autor de 21 pontos, foi melhor marcador do jogo, e Eki Viana (10 pontos, 10 ressaltos e 4 desarmes de lançamento) provou a sua regularidade e utilidade.O Algés perdeu a luta das tabelas (39-26), e não este muito eficaz a lançar ao cesto. Ainda assim, Rui Quintino (15 pontos, 6 ressaltos e 4 roubos de bola) foi o mais produtivo, num jogo que ficou marcado pela estreia de Francisco Jordão na equipa de Algés. O internacional João Santos terminou igualmente o jogo na casa das dezenas em pontos marcados (10 pontos e 5 ressaltos).
«Estamos no bom caminho»
Este fim de semana o Lousada defronta o Algés e a jogadora acredita que as campeãs nacionais vão surgir no encontro imbuídas do espírito de vitória. Mas avisa que do lado do Lousada a vontade de triunfar também é muito grande…
Os resultados do Lousada na Liga Feminina até ao momento saldam-se por duas vitórias e três derrotas. Um registo que não sendo positivo, demonstra que a equipa quer ser competitiva. “Na minha opinião ainda não estamos a corresponder às expectativas, contudo os resultados obtidos até ao momento demonstram que estamos no bom caminho.”Pelo segundo ano consecutivo na Liga, o clube luta por tentar chegar ao playoff, o que prova que ainda necessita de se aproximar um pouco mais das equipas do topo. “Falta mais disciplina e profissionalismo e continuarmos a trabalhar arduamente para melhorar a nossa performance.”Nos jogos em que foi derrotado, o Lousada quebrou quase sempre na segunda parte. “Penso que nos falta acreditar mais nas nossas capacidades durante todo o jogo e melhorarmos a nossa resistência.”Na época passada o Lousada bateu em casa o Algés. Embora nunca aconteçam dois jogos iguais, e as equipas sejam diferentes, Nanci acredita que seja possível repetir o resultado. “Independentemente de as equipas se terem alterado um pouco, acredito que o Algés virá com vontade de vencer, mas nós também estaremos cá para lutar por uma vitória. Por isso acho que se fizermos um bom jogo teremos as mesmas hipóteses de vencer.”Mesmo não conhecendo muito bem equipa do Algés deste ano, a atleta constata que as atuais campeãs nacionais não estão a ser tão consistentes como na última temporada. “Ainda não tive a oportunidade de ver o Algés competir este ano, julgando apenas pelos resultados a única diferença que consigo notar é que o ano passado começaram melhor a época do que este ano.”
«Somos equipa solidária»
Depois de já ter garantido a presença nos oitavos-de-final da Taça, a formação treinada por Moncho López prepara-se agora para medir forças com o Sangalhos.
Satisfeito por ter aceite o convite para integrar a equipa do Dragon Force? E os motivos que o levaram a aceitar integrar este projeto? Sim, estou bastante satisfeito com a minha escolha, não tenho qualquer dúvida que foi a melhor decisão e a mais acertada. Decidi aceitar este projeto porque sabia que neste clube se trabalha como em mais lado nenhum se faz, o espírito de querer ser melhor e nunca ficar satisfeito com aquilo que conseguimos foi o que mais me cativou. Para além disso tenho a certeza que estou a trabalhar nas melhores condições e com as pessoas mais competentes que existem neste país.Estão de alguma forma surpresos pelas cinco vitórias consecutivas conseguidas até ao momento no campeonato da Proliga?As vitórias foram fruto do nosso trabalho, focamos a nossa atenção em evoluir em cada treino, o campeonato é muito competitivo e duro, com jogadores e equipas muito fortes, só assim e que os bons resultados podem surgir.A equipa nos últimos jogos tem conseguido fazer muitos pontos. Acha que tem feito a diferença na defesa ou no ataque?Temos conseguido pontuações altas devido ao modo coletivo que jogamos. Somos uma equipa solidária que procuramos sistematicamente o melhor tiro e o jogador que esta sozinho para lançar. Para além disto queremos ter uma boa defesa, queremos uma atitude defensiva que possa provocar mais posses de bola para o nosso ladoA vitória nos 1/16 avos-de-final da Taça de Portugal veio demonstrar que estão cada vez mais próximos, ou até mesmo, ao nível das equipas da Liga?Foi um jogo incrível, em que a vitória podia ter caído para qualquer lado, jogar em casa foi um factor determinante. Neste momento estamos focados em crescer quer individualmente quer coletivamente. Estamos concentrados no nosso campeonato, como disse antes, há jogadores e equipas muito fortes, nenhum jogo e fácil e nunca se sabe quem vai ganhar.No próximo jogo deslocam-se a Sangalhos. Um adversário tradicionalmente complicado quando joga em casa. Sente que a equipa está preparada para aguentar a “pressão extra” de ser líder isolado da prova?Vamos jogar num campo muito difícil, contra uma equipa muito competente, com jogadores muito fortes que já jogam juntos há muito tempo e que conhecem esta liga melhor do que ninguém. Não, não existe pressão, o nosso compromisso e trabalhar duro todos os dias, evoluir como jogadores, e preparar o futuro.Tendo em conta o que se passou até agora no campeonato, o Dragon Force assume-se como candidato à subida da LPB?Não, como disse antes, o nosso objetivo e trabalhar todos os dias, sermos melhores cada dia, prepararmos o futuro e honrarmos este clube e os nossos adeptos com o esforço, dedicação e compromisso que apresentamos em cada treino e em cada jogo. Claro que no futuro queremos voltar ao escalão principal e juntar títulos a este clube, mas não tem um prazo estabelecido e neste momento não e a nossa prioridade.
CAR Jamor vence em Setúbal
O jogo terminou com a vitória dos jovens atletas do Jamor, embora só no último período o jogo tenha ficado decidido. Um encontro intenso, bem disputado, envolto de um ambiente fervoroso, ideal para que os jogadores do CAR aprendam a lidar com a pressão.
O CAR Jamor acusou alguma falta de ritmo competitivo, especialmente durante os primeiros 20 minutos, período em que não conseguiu ser agressivo na defesa. A equipa foi demasiado permissiva na livre circulação de bola no ataque, não pressionava o homem com bola, não fechava linhas de passe, tudo aspetos em que deve e pode já fazer melhor. A recuperação defensiva também não era a ideal, embora também haja mérito do adversário pela forma determinada e lutadora como encarou o jogo. O intervalo chegou com formação da casa na frente do marcador por dois pontos de vantagem (29-27).No segundo tempo, corrigidas que foram algumas situações ao intervalo, a equipa esteve bastante melhor no seu desempenho defensivo. Melhor, ainda que não da forma ideal, a defender os bloqueios na bola, faltaram as rotações do lado da ajuda e mais agressiva na sobremarcação das linhas de passe. Ainda assim, é perceptível que existe um longo caminho a ser percorrido, pois só com o tempo e a repetição os jogadores conseguiram reagir de forma automática dentro do campo.O lançamento voltou a não ser uma arma eficaz, pelo que foi a defesa que valeu a vitória no último quarto (16-9). Os últimos 10 minutos foram bem escaldantes, mérito para o Scalipus para a forma como se bateu, recriando um cenário de jogo a que muitos destes miúdos, muito provavelmente, estiveram alguma vez envolvidos. Acabaram por saber lidar com a pressão, executando de forma coletiva, com o base Carlos Cardoso a mostrar-se preponderante nas tomadas de decisão. Alinharam e marcaram pelo CAR Jamor: João Ramos (2), Jorge Pires (4), Pedro Costa, Nuno Sá (12), Carlos Cardoso (16), Guilherme Oliveira (4), Pedro Dias (2), Rui Saraiva (6), Diogo Carvalho, Luís Ramos (5), Pedro Teixeira e João Fernandes.Parcias: 11-12; 18-15; 10-8 e 9-16Algés mais forte que o CAR JamorDuas semanas antes, tinha perdido com o Algés, por 46-52. Uma vitória inquestionável, de uma equipa que revelou ser muito mais adulta, e que nos momentos decisivos soube explorar os seus pontos fortes. Apesar do resultado negativo, a jovem equipa do Jamor foi capaz de reagir à desvantagem no marcador, tendo tido vários ataques para reentrar na discussão da vitória. Destaque ainda para a estreia nesse jogo de mais um atleta Sub 16, Tomás Domingos, que integrou mais tarde os trabalhos do Centro de Treino.O Algés impôs desde o inicio do jogo uma intensidade defensiva elevada, pressionando todo campo, e fechando as linhas de primeiro passe. A pressão constante na bola e a dificuldade em circular bola no ataque, complicaram ainda mais a disciplina tática ofensiva, com os ataques, por diversas vezes, a terminarem com tunovers.Se a dificuldade em parar os bloqueios na bola é compreensível, tema que praticamente ainda não foi abordado, a forma como o Algés resolveu o jogo na parte final, situações de 1×1, vem reforçar a ideia que não vale a pena avançar para questões mais complexas enquanto este problema não estiver bem apreendido.Uma nota para a forma positiva como a equipa reagiu no inicio da segunda parte à desvantagem no marcador, mais coletiva na forma como procurou resolver os problemas, ainda que tenha perdido esse sentido de equipa na parte final do encontro. Uma melhoria que se deveu essencialmente a forma como os jogadores começaram a trabalhar sem bola, principalmente na abertura de linhas de passe. Positivo também a forma mais adulta e tranquila como souberam bater as pressões todo campo, percebendo cada vez melhor a importância dos ritmos do jogo. Foi igualmente visível o crescimento tático da equipa, no sentido, de após bater a pressão, entrar direto nos seus movimentos ofensivos sem que a bola tenha que obrigatoriamente chegar às mãos do base.Alinharam e marcaram pelo CAR Jamor: Airton Fernandes, João Ramos, Jorge Pires (8), Pedro Costa (2), Nuno Sá (2), Carlos Cardoso (8), Guilherme Oliveira (3), Pedro Dias, Rui Saraiva (8), Diogo Carvalho (3), João Ramos, Pedro Teixeira (10) e Tomás Domingos (2).Parciais do jogo: 13-7; 15-13; 6-12 e 18-14
«Vamos entrar sem pressão»
Mas a formação da Proliga não vai facilitar e promete fazer de tudo para surpreender os minhotos.
O que o levou a aceitar o convite para representar este ano a equipa da Academia do Lumiar? A ideia de voltar a jogar em Lisboa já era algo sobre o qual pensava há algumas épocas, isto porque depois de alguns anos de “mochila às costas”, entre o Barreiro e Ponte de Sor, tornou-se todos os anos mais difícil dispensar tanto tempo para treinos semanais mais jogos. Então procurava uma equipa perto de casa onde fosse possível manter um nível competitivo interessante, daí ter aceite o convite feito pela Academia do Lumiar.Que balanço faz do comportamento da equipa nas primeiras 6 jornadas do campeonato da Proliga? Nestas 6 jornadas já realizadas a equipa foi competitiva em todos os jogos, mesmo nas derrotas, foram jogos em que estivemos na luta até ao fim e em que podíamos ter saído com a vitória. Já identificámos o que correu menos bem e onde temos de melhorar. Por isso não posso deixar de considerar que o balanço do comportamento e atitude da equipa é positivo.O clube aceitou o desafio de competir este ano na Proliga. Por aquilo que já lhe foi possível observar da competição, a equipa tem condições para chegar até onde? Apesar de ser um clube com pouca experiência de Proliga, a equipa é composta por atletas que conhecem bem este nível de competição e que sabem o que é necessário para ter êxito neste campeonato. Do que já vi das equipas que estão este ano na Proliga, dá para perceber que vai ser um campeonato muito competitivo e equilibrado, há claramente 2 ou 3 equipas com mais possibilidades mas é um campeonato em que qualquer equipa pode vencer em qualquer campo. Mesmo com este nível competitivo, acredito que temos todas as condições para marcar presença no playoff e temos como claro objetivo lá chegar.Este fim-de-semana será certamente especial para o clube e para os jogadores. Como tem sido vivida a semana que antecede o jogo da Taça frente ao Basquete de Barcelos? A Taça de Portugal é sempre uma competição especial e o facto de irmos enfrentar uma equipa da Liga não nos é indiferente, mas não fez com que alterássemos as nossas rotinas de treino. Por isso estamos tranquilos e temos preparado o jogo com o Basquete de Barcelos como preparamos qualquer outro.Qual a sua opinião da equipa de Barcelos? E o que mais o surpreendeu na sua forma de jogar? O Basquete de Barcelos é uma equipa bem orientada, que tem já há algum tempo um estilo de jogo próprio e que sabe claramente quais os seus pontos fortes e tentam sempre explorá-los da melhor maneira, nomeadamente no jogo interior. Resultado dessa boa organização e clareza de jogo, foi o bom campeonato que fizeram no ano passado e o 5º lugar que ocupam neste momento na LPB. Por isso para mim não é surpresa os bons resultados que o Barcelos tem feito.O que se pode esperar da Academia do Lumiar nesta eliminatória?Nesta eliminatória a nossa equipa dá claramente o favoritismo á equipa do Barcelos, quem tem a obrigação de passar a eliminatória é a equipa da Liga, por isso vamos entrar sem pressão a querer fazer o nosso jogo, garantindo que vamos deixar tudo dentro de campo, obrigando o Barcelos a mostrar no jogo a razão pela qual estão uma divisão acima da nossa. Temos noção que eles têm agendado um jogo com o CAB na véspera do jogo connosco, esperamos também tirar partido de uma possível fadiga que eles apresentem. Da nossa parte dedicação e empenho total com o objetivo de surpreender.
Olivais recebe Galitos Barreiro nos 1/16 avos de final
Depois de ultrapassar com sucesso duas eliminatórias, o Olivais FC Coimbra está nos 16 avos de final, como já há muito tempo não estava. Não é por isso de admirar que o capitão da equipa Luís Carlos Silva esteja entusiasmado com a perspetiva de defrontar uma grande equipa:
“Em relação ao próximo jogo com o Galitos do Barreiro, sabemos que temos uma tarefa muito complicada mas não impossível. É certo que a equipa contrária conta com nomes de peso no basquetebol nacional, como é o caso de António Tavares e de Miguel Minhava… no entanto no desporto tudo pode acontecer, jogamos em casa, perante o nosso público, e só se ganham jogos dentro de campo. Por outro lado temos também a consciência que teremos de trabalhar muito para discutir a eliminatória. Viemos de um derrota difícil de digerir na Marinha Grande a contar para a 1ª divisão masculina, apesar de termos andado a trabalhar bem no dia a dia dos treinos, e iremos ter jogo no sábado frente ao Abrantes , mas acho que isso não terá influência na preparação da equipa, a moral é grande pois há muito que esperamos por este jogo. É certo que existe uma diferença entre as duas equipas e quanto às armas que poderão apresentar em campo, mas como já disse, os jogos são ganhos dentro do mesmo… Temos o exemplo da Sanjoanense e do Física Torres Vedras, ambas equipas da 1ª divisão masculina, que eliminaram equipas de escalões superiores e estão na próxima fase da Taça de Portugal. Finalizando, todos esperamos este jogo há muito tempo, é uma competição de grande prestígio em Portugal, e teremos todo o prazer de receber um dos atuais líderes da LPB, para um jogo em que tentaremos dar o máximo e também disfrutar , relembrando muitos “jogos de primeira” que já passaram pelo velhinho pavilhão do Olivais.”O treinador olivanense Augusto Cavaleiro não está menos entusiasmado com o jogo:“Quando nos inscrevemos na Taça de Portugal tínhamos como objectivo chegar a uma eliminatória com um equipa da LPB, objectivo atingido! Sabemos que vai ser um jogo muito complicado com uma equipa moralizada com 3 vitórias seguidas na LPB e comandada por um treinador muito competente. Conhecemos o nosso adversário e sabemos que a responsabilidade está toda do lado do Galitos FC pois, mesmo sem falar na diferença técnica, a diferença física e de orçamento é muito grande. Estamos a encarar e a preparar este jogo de uma forma muito séria e honesta, como o fazemos habitualmente, e vamos dar tudo para conseguir a vitória. No entanto, apesar de termos consciência que é um jogo com um grau de dificuldade elevada e com praticantes de grande qualidade técnica e física, estamos motivados para jogar e do qual queremos desfrutar o máximo.”Em resumo, conscientes da diferença entre as equipas, os olivanenses não darão tréguas aos galináceos do Barreiro e tudo farão para ser mais um tomba-gigantes, com a ajuda de Sto António dos Olivais, do entusiasmo do público olivanense e de todos os amantes de basquetebol da cidade de Coimbra e arredores.
Luiana Livulo vive sonho americano
Não só faz parte da equipa, como tem sido peça fundamental nos jogos até agora realizados pela equipa. Feliz pela escolha que fez, Luiana acredita que UCLA é o sitio “ideal para crescer como pessoa e como jogadora de basquetebol.”
A treinadora da equipa, Cori Close, reconheceu que a chegada de Lu à equipa veio adicionar qualidade ao grupo de trabalho, deixando claro desde o inicio dos trabalhos de preparação que seria uma jogadora com um papel importante dentro da equipa.Os três jogos até agora realizados pela UCLA demonstram isso mesmo, já que a internacional portuguesa tem média de quase 30 minutos (29.3) por jogo, sendo para já a segunda melhor ressaltadora da equipa com média de 7.3. Ofensivamente não tem sido tão preponderante, mas ainda assim tem 5 pontos de média.A equipa tem neste momento um registo de 1 vitória e 2 derrotas, e no último encontro da equipa, no passado domingo, frente a North Carolina, derrota por 68-78, a jogadora portuguesa registou 4 pontos, 8 ressaltos e 1 desarme de lançamento, em 23 minutos de utilização.Mais uma atleta internacional que está a obter sucesso no Estados Unidos, neste caso em particular, enquadrada numa realidade muito perto da excelência, em que as condições de trabalho e o nível da competição são tudo aquilo que qualquer atleta pode desejar, diria mesmo sonhar!
«Evoluímos como equipa»
No domingo segue-se o Olivais, a contar para a Taça de Portugal, dois encontros em que o objetivo é sempre o mesmo: ganhar!
Depois de um algum tempo a jogar na Proliga, tinha como objetivo regressar à LPB? E que balanço faz do período em que competiu na Proliga?Sempre foi uma ambição voltar a jogar na LPB, onde me sinto grato e reconhecido pelo meu trabalho ao longo das épocas transatas na Proliga. Faço um balanço positivo pela minha passagem na Proliga, tanto ao serviço do Galitos como do Illiabum. O ano passado, no Illiabum, onde fui muito bem acolhido pelas pessoas de Ílhavo, tive uma experiência que me permitiu crescer como jogador e como pessoa.Levam três vitórias consecutivas. A que se deve este ciclo positivo por parte do Galitos Barreiro?Estas três vitórias seguidas são fruto de muito trabalho desenvolvido desde setembro e da formação de uma equipa coesa como a nossa. Que acredita que pode surpreender nesta competição, onde penso que temos valores para prolongar o trabalho/resultados obtidos até agora.Sente que a equipa evoluiu desde o inicio do campeonato? E se sim, quais aqueles em que isso foi mais evidente?Claramente. Evoluímos muito como equipa e a nível de jogo de equipa nestes últimos meses, onde tudo está mais consolidado e todos estamos em sintonia sobre qual o nosso objetivo durante a semana: ganhar o próximo jogo! A vinda dos jogadores norte-americanos veio ajudar muito a consistência, não descurando o bom plantel de portugueses que temos.O Vitória perdeu a sua invencibilidade na última jornada. Acha que isso pode beneficiar, prejudicar ou será indiferente para o encontro do próximo sábado?Penso que o Vitória, tendo perdido na ultima jornada em Algés, não vai querer por nada perder desta vez em casa diante dos seus adeptos. Mas nós vamos fazer de tudo para contrariar isso e tentar obter a 4ª vitória consecutiva .Quase todos os jogadores do Vitória são muito versáteis e com capacidade de tiro exterior. Acha que se conseguem encaixar bem defensivamente a este tipo de jogo?É verdade que o Vitória tem jogadores que sabem fazer de tudo um pouco e são uma das melhores equipas do nosso campeonato. Mas estou confiante no trabalho que iremos desenvolver esta semana para poder “parar” esses pontos fortes da equipa vitoriana e levar de vencida a mesma no próximo Sábado .Destacaria algum jogador na equipa do Vitória? E porquê?Destacaria o Pedro Pinto, José Silva e João Guerreiro. Que apesar de serem meus amigos e de os conhecer bem, tenho a noção daquilo que eles são capazes e como podem ser influentes no jogo da sua equipa, com ajuda da experiência de jogadores como o Paulo Cunha.Assumem favoritismo para o jogo de domingo frente ao Olivais a contar para a Taça de Portugal? E se o relaxamento não será problema para esta eliminatória?Penso que à partida somos favoritos para o jogo contra o Olivais mas não podemos relaxar. Temos de respeitar o nosso adversário nunca subestimando-o e dando sempre o nosso melhor para cada jogo que entramos. Queremos passar esta eliminatória da Taça de Portugal porque é igualmente uma competição onde queremos estar presentes.
Colectivo de Kostourkova comandou desde início
Frente ao GDEMA Menéres, uma das formações da Liga Feminina que ainda não venceu, ocupando a cauda da classificação a par do CD Torres Novas, as comandadas de Mariyana Kostourkova cedo assumiram o controlo das operações, pois nunca estiveram a perder.
No minuto 5 já a vantagem pendia para as forasteiras (7-13), com a jovem poste Maria Kostourkova que viria a ser a melhor marcadora da partida, desde logo a marcar a sua presença na área restritiva, pese a envergadura da sua adversária directa, a norte-americana Jennifer Blanding. No final do quarto inicial mantinha-se o CAR Jamor na frente (13-16). O 2º período (7-8) foi muito equilibrado, numa toada de parada e resposta, mas com as pupilas de Kostourkova a manterem a liderança com a diferença pontual a oscilar entre os 5 e os 2 pontos (20-22), no minuto 17, quando Joana Ramos acertou o seu único triplo. O intervalo chegou com o CAR Jamor em vantagem (20-24).No 3º quarto (14-16) equipa visitante imprimiu um ritmo mais veloz na transição ofensiva e com Maria Kostourkova a ser mais consistente e eficaz no ataque, chegou à maior diferença (12 pontos) no minuto 28, quando Maianca Umabano converteu a sua única bomba (28-40). Algum abrandamento e falta de concentração em termos defensivos por parte do CAR Jamor, possibilitou uma interessante reacção das anfitriãs que reduziram o prejuízo para metade (34-40), ao cabo de 30 minutos jogados.No 4º e último período (16-18) o colectivo de Kostourkova voltou a repor a fasquia acima da dezena (34-46), com uma reentrada forte, em que provocaram duas faltas com direito a lançamento, em que Catarina Miranda não tremeu da linha de lance livre (34-42 e 34-46), respectivamente nos minutos 31 e 33. A partir dos 38-48 (minuto 34), com a jovem Mariana Silva a finalizar um contra-ataque em que houve excelente trabalho colectivo das pupilas de Kostourkova, a equipa anfitriã reagiu como lhe competia, com a base Carolina Bernardeco a assumir as despesas (8 pontos), bem acompanhada por Márcia Filipe (4 pontos) no parcial de 14-10 imposto pelas comandadas de Isabel Ribeiro dos Santos nos derradeiros 6 minutos do encontro. Ao invés a estratégia das forasteiras passou por atacar o cesto com decisão, provocando faltas com direito a lançamento (7 faltas nessas condições), das quais 5 no último minuto. Neste particular destaque para a eficácia da base Catarina Cavaco (ontem mais utilizada que habitualmente face à lesão de Susana Lopes) que em seis tentativas da linha de lance livre apenas falhou uma. Mariyana Kostourkova manteve o jogo controlado (menor diferença aos 45-49), recorrendo aos descontos de tempo com a propósito. Resultado final: GDEMA Menéres 52-58 CAR Jamor Feminino Destaque nas vencedoras para a prestação da poste Maria Kostourkova, melhor marcadora do jogo e certamente a mais valorizada na nossa opinião, face ao que presenciámos pese o facto de não ter havido estatística (porquê ?). Terminou com 17 pontos, 7 ressaltos sendo 3 ofensivos, 4 roubos, duas assistências, 2 desarmes de lançamento e uma falta provocada, numa valorização seguramente acima dos 20,0. Foi bem acompanhada por Catarina Cavaco (9 pontos, 2 ressaltos defensivos, duas assistências e 4 faltas provocadas com 7/8 nos lances livres), Maianca Umabano (9 pontos, 1 triplo, 1 ressalto defensivo, uma assistência, 1 roubo e 3 faltas provocadas com 2/6 nos lances livres), Mª Inês Santos (7 pontos, 2 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências, 2 roubos e duas faltas provocadas com 3/4 nos lances livres), Beatriz Jordão (7 pontos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1 roubo e uma falta provocada) e Catarina Miranda (7 pontos, 5 ressaltos defensivos, duas assistências, 1 roubo e 4 faltas provocadas com 5/8 nos lances livres). No GDEMA Menéres as mais produtivas e mais influentes acabaram por ser Carolina Bernardeco (12 pontos e 1 triplo) e Márcia Filipe (11 pontos). De Jennifer Blanding (apenas 6 pontos) esperávamos mais.O terceiro êxito do CAR Jamor assentou na supremacia verificada nas tabelas (34 ressaltos sendo 6 ofensivos) e por ter provocado mais faltas (10-18), com melhor aproveitamento da linha de lance livre (60%-61%) ao converter 19 das 31 tentativas contra apenas 6 em 10 tentados. Outros indicadores: 13 assistências, 9 roubos, 2 desarmes de lançamento, 15 turnovers e 1/5 (20%) nos triplos. Ficha de jogoPavilhão Municipal de Casal de CambraGDEMA Menéres (52) – Carolina Bernardeco (12), Joana Ramos (6), Nádia Fernandes (6), Márcia Filipe (11) e Jennifer Blanding (6); Raquel Santos, Clara Cotrim, Joana Pirralho (6), Mafalda Costa (5) e Ana ChumbinhoCAR Jamor Feminino (58) – Catarina Cavaco (9), Mª Inês Santos (7), Maianca Umabano (9), Beatriz Jordão (7) e Maria Kostourkova (17); Catarina Miranda (7), Sara Moreira, Mariana Silva, Eliana Cabral, Ana Rute Queta, Andreia Peixoto e Rita CruzPor períodos: 13-16, 7-8, 14-16, 16-18Árbitros: Rui Ribeiro e Daniel Pereira O próximo jogo do CAR Jamor Feminino está agendado para dia 27 de Novembro no Palácio de Desportos de Torres Novas, a partir das 21H00, defrontando o CD Torres Novas.
Betinho faz o pleno
Na vitória frente ao Sampaense Basket, o atleta do Benfica evidenciou-se não só pelos pontos que marcou, mas também pela eficácia que demonstrou ao longo de toda a partida.
MVP Global e Nacional – João Gomes, Sport Lisboa e Benfica, 39.5 de valorização Betinho tem somado boas exibições desde o inicio do campeonato, dando mostras de que é um dos jogadores encarnados em melhor forma desportiva e com um rendimento mais constante. Mais do que os 26 pontos que apontou, impressiona bem mais as percentagens que obteve durante o encontro. Converteu 7 em 10 de lançamentos de 2 pontos (70%), 2 em 3 de 3 pontos (67%) e 6 em 7 da linha de lance-livre (86%). Contribuiu ainda com 7 ressaltos, 4 dos quais ofensivos, 6 roubos de bola e 4 assistências, números que comprovam a utilidade que este jogador tem em vários ações do jogo. 5 IDEAL Posição 1: Ricky Franklin, CAB Madeira, 26.5 de valorização O base da equipa madeirense continua a demonstrar que é uma mais-valia para o campeonato português, porque se assim não fosse o CAB não seria certamente a terceira equipa que o norte-americano representa em Portugal. Na primeira vitória caseira dos madeirenses, Ricky contribuiu com 22 pontos, mas fez os seus companheiros jogar ao distribuir 11 assistências. Nas tarefas defensivas colaborou com a captura de 3 ressaltos e 2 roubos de bola.Posição 2: Jobey Thomas, Sport Lisboa e Benfica, 34.5 de valorização Formou com Betinho uma dupla de atiradores temível. Ficou demonstrado o porquê de ser um dos líderes do ranking de lançamentos de 3 pontos – 47% de média –, embora seja o que mais lançamentos tentou nestas primeiras quatro jornadas(36/17). O técnico Carlos Lisboa recruta sempre um jogador estrangeiro com características de lançador e Thomas está a corresponder ao que dele era esperado. Registou 29 pontos (6/11 de 3 pontos), 7 assistências, o que prova que também sabe passar a bola, 4 roubos de bola 2 ressaltos, ajudando a equipa a regressar às vitórias. Posição 3: João Gomes, Sport Lisboa e Benfica, 39.5 de valorização É o MVP Global e Nacional da jornada. Posição 4: Aaron Anderson, CAB Madeira, 38 de valorização O MVP da última jornada volta a estar em destaque, o mesmo será dizer que realizou nova exibição de grande nível. Com isso beneficia a equipa do CAB Madeira, que leva duas vitórias consecutivas, e o treinador João Freitas que, num plantel curto de opções, passa a ter uma referencia no seu jogo interior. Andreson tem sido igualmente decisivo para que o CAB consiga equilibrar a luta das tabelas, parâmetro sempre fundamental para a decisão dos jogos. No triunfo frente ao Barcelos contabilizou 22 pontos, 15 ressaltos (8 ofensivos), 2 assistências e 2 roubos de bola.Posição 5: Aaron Fuller, União Desportiva Oliveirense, 36 de valorização Desta vez a boa exibição de Aaron Fuller não foi recompensada com um triunfo da equipa. Este norte-americano do conjunto de Oliveira de Azeméis tem acumulado prestações de elevada qualidade que fazem dele o atual líder do ranking MVP da LPB, com 33.5 de média. Contribuiu com 23 pontos, 12 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola, números que ajudam a explicar o porquê de integrar habitualmente o cinco ideal da jornada.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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