Artigos da Federaçãooo
Ticha Penicheiro
A saída do pavilhão do Olivais foi bem cedo, para que às 10h já pudessem estar em campo a divertir-se a jogar.
As meninas olivanenses disputaram um total de 4 jogos, defrontando as equipas JF Campo, S.C. Coimbrões, E.D. Viana e S.C. Braga. Toda a equipa esteve muito empenhada em todos os jogos, lutando bastante e jogando de forma colectiva e aguerrida.No intervalo de um dos jogos todas as atletas participaram, ainda, numpequeno circuito técnico, com o objectivo de ser realizado no menortempo possível.Findos os jogos, foi tempo de encerrar as actividades desportivas e,assim, após o almoço, a equipa do Olivais teve a oportunidade de conhecer um pouco da Braga Romana, num pequeno passeio pelas ruas de Braga.O Circuito Ticha Penicheiro edição 2012/13 está prestes a terminar, culminando com a Etapa organizada pelo Colégio de Calvão, nos dias 8 e9 de Junho, onde, mais uma vez, as Minis 12 Femininos do Olivais Coimbra marcarão presença.
Hélder Albergaria: «Vão aparecer mais títulos»
Depois da despromoção ao mais baixo escalão nacional, a equipa foi galgando divisões e agora chegou à Liga. O responsável pela secção congratula-se com o feito e acredita que o futuro daqui por diante será bem risonho.
Foi com o objetivo de chegar à LPB que aceitou ficar responsável pela secção de basquetebol da UD Oliveirense?Não foi de todo com esse objetivo, mas sim pelo vazio que se sentia no Clube e na cidade pela falta de uma equipa sénior a competir ao mais alto nível. Pese embora tenha sido criada duas épocas antes uma equipa para competir na CNB2, entendi que o Clube podia reunir condições, mesmo que assegurando não repetir os orçamentos avultados do passado, para recolocar a equipa na principal Liga Nacional.Eu como todos os oliveirenses amantes do basquetebol, tínhamos e temos bem presente os magníficos momentos vividos no passado, quando a UD Oliveirense brilhava ao mais alto nível na extinta Liga Profissional.Isso era algo que todos ansiavam muito ver de regresso ao nosso pavilhão.Nunca chegou a duvidar que seria possível atingir esta temporada esse objetivo? Mesmo quando perderam o direito de subir automaticamente pela via de campeões da fase regular?Quase nunca, confiava muito neste grupo! Nós tínhamos como objetivo único a conquista do título, que só por si já é suficiente para garantir o direito desportivo de competir na LPB na próxima época. O facto de o vencedor da Fase Regular conquistar o direito imediato a subir de divisão foi uma decisão inédita para este campeonato, que teve a sua origem numa reunião de clubes realizada em Leiria por via de uma sugestão de um dos clubes participantes, o Illiabum Clube.Na verdade, o facto de termos perdido a liderança na penúltima jornada acabou por ser mais um tónico para que todo o grupo se focasse ainda mais no objetivo principal, que acabámos por concretizar com todo o mérito.Na sua opinião, Oliveira de Azeméis continua a ser uma cidade que gosta de basquetebol?Se dúvidas existissem, elas seriam todas dissipadas com o percurso destes últimos quatro anos!Ficou bem demonstrado a toda a nação basquetebolística que, na verdade, Oliveira de Azeméis e a UD Oliveirense constituem um caso raro no panorama nacional. Obviamente que o entusiasmo e o regresso ao pavilhão dos nossos muitos apoiantes foi subindo à medida que a equipa foi também conquistando subidas de divisão e títulos.O ambiente a que se assistiu no Pavilhão Dr. Salvador Machado nos playoffs das últimas épocas duas já na Proliga, e a conquista do troféu António Pratas no início desta temporada, fizeram-nos reviver, já muito de perto, os já aqui referidos saudosos momentos do passado na LCB.Contudo existem outros fatores que também contribuíram, pois durante estes 4 anos apostámos forte nos atletas formados no clube, e com isto conseguimos também atrair mais apoiantes através de familiares e amigos destes, assim como o projeto das Cheerleaders, trazendo assim mais espetáculo ao próprio espetáculo.Já lá vão alguns anos à frente do clube. O que falta para que a Oliveirense volte a ser um clube de referência no escalão principal da modalidade?Creio que nada falta. O mais difícil de encontrar está na génese dos oliveirenses, a paixão pelo basquetebol. No sentido inverso veja-se o esforço que a maioria dos clubes portugueses fazem no sentido de promoverem a modalidade, de cativarem adeptos, de investirem na conquista de títulos e, salvo algumas exceções, raramente vêem os seus pavilhões repletos. É óbvio que temos pela frente a continuidade de um trabalho tão ou mais árduo do que até aqui, no sentido de consolidar este regresso ao mais alto nível e, a seu tempo, sem prazos marcados, aparecerão mais títulos com certeza.Pensa que o plantel e a própria estrutura da equipa sofrerá muitas alterações de modo a poder ser ainda mais competitiva e mais bem preparada para participar na LPB?Não vou mentir se disser que já pensei na próxima época, contudo é ainda prematuro falar-se dela, pois é público que o clube atravessa atualmente um vazio diretivo.O que posso garantir a todos os oliveirenses é que, caso continue, a base e a filosofia adotada durante estes quatro anos na secção será para manter, ou seja, ao fazer regressar quase em 100% os atletas aqui formados no passado recente, é suficiente e é o nosso objetivo. Se acrescentarmos mais dois ou três atletas portugueses que inequivocamente acrescentem valor ao grupo, ótimo, caso contrário podemos sempre e em último recurso, ocupar as vagas com estrangeiros a que temos direito na LPB.Que significado atribui a este titulo de campeão da Proliga?O coroar de um sonho, não propriamente pelo título mas sim por tudo o que se conseguiu durante estes 4 anos! Absolutamente incrível e impensável, mas conseguido tal como projetado. Aproveito também para agradecer a todos os atletas, treinadores, Staff, patrocinadores e claro está… aos nossos adeptos!
Polónia vence (69-59) com excelente atitude das lusas
A exibição excedeu as expectativas, não só pela diferença existente entre o basquetebol dos dois países, nomeadamente no feminino, mas também devido ao escasso tempo de preparação (3 semanas de treinos, desde 6 de Maio).
A derrota por 10 pontos não deslustra porque não fomos esmagados. Nada disso. Vencemos dois dos 4 períodos (o inicial e o último) e mantivemos o jogo em aberto durante mais de 30 minutos. A diferença fez-se no 3º quarto (23-10), particularmente a partir da entrada do minuto 26, quando perdíamos por 1 ponto (40-39), após o 1º triplo de Ana Oliveira. A mão quente das atiradoras lusas (12 triplos distribuídos equitativamente, 6+6) foi sempre uma arma letal, para a qual a estratégia defensiva da Polónia nunca encontrou soluções eficazes. Um parcial de 15-2 em 5 minutos cavou um fosso de 14 pontos (55-41) no final do 3º período, que pese a vontade das nossas representantes foi impossível de anular. A superioridade de estatura das polacas foi um handicap que as comandadas de Ricardo Vasconcelos nunca conseguiram contrariar. Vejamos a diferença nos 2 cincos iniciais: Polónia (média de 1,85m) contra Portugal (média de 1,77m). As duas jogadoras interiores polacas (Majewska e Leciejewska) tinham respectivamente 1,95m e 1,91m, enquanto as nossas (Sofia Carolina e Vera Correia) medem 1,90m e 1,80m. Significativa a diferença, que se acentuava nas restantes posições: extremos (1,85m-1,77m), 2ºs bases (1,80m-1,69m) e bases (1,75m-1,70m). Foi portanto por aí que se fez a diferença. Enquanto houve pernas e caixa, as coisas aguentaram-se. Depois vincou-se a supremacia das anfitriãs que ainda apresentaram mais duas jogadoras na casa do 1,90m (1,92m 1 1,89m) e 4 na casa do 1,80m. Tinham apenas uma atleta abaixo do 1,70m, a triplista Owczarzak (3/4 nos triplos) que esteve em foco no 3º período, onde marcou 3 bombas em menos de 5 minutos, aproveitando da melhor maneira algumas falhas de marcação da defensiva lusa. O equilíbrio foi uma constante ao longo da 1ª parte (32-31), repartida pelo 1º (15-16) e 2º quartos (17-15). Na etapa complementar o jogo desequilibrou-se apenas naquele parcial de 15-1 já referido, que foi na verdade fatídico para as aspirações lusas.No final registámos a opinião de seleccionador nacional, Ricardo Vasconcelos: “ Isto foi um primeiro teste, o nosso 1º jogo para podermos entender aquilo que foi trabalhado e onde realmente estamos. A resposta trouxe-nos coisas boas. Jogámos de igual para igual durante 30/32 minutos de jogo. Ficou claro que há muitos pequenos detalhes a trabalhar, o tempo não é muito, mas necessitamos de rentabilizar a informação, porque os próximos 3 jogos de preparação vão ser decisivos na forma como vamos estar no arranque da fase de qualificação do Europeu, frente à Macedónia (que se apresenta com uma jogadora norte-americana naturalizada). De referir ainda numa análise ao jogo que é necessário baixar o número de turnovers não forçados, bem como ganhar mais ressaltos ofensivos (hoje só fizemos 5), principalmente através das jogadoras exteriores.”. Resultado final: Polónia 69-59 PortugalDestaque nas vencedoras para a poste (1,95 m) Agnieszka Majewska, MVP do encontro (19,0 de valorização) que, em cerca de 18 minutos e meio de utilização, contabilizou 7 pontos, 3/4 nos duplos, 7 ressaltos sendo 1 ofensivo, 3 assistências, 1 roubo, 2 desarmes de lançamento e uma falta provocada, com 1/1 nos lances livres, muito bem acompanhada pela extremo/poste (1,91m) Magdalena Leciejewska (18,0 de valorização) que foi a melhor marcadora da equipa (11 pontos, 4/4 nos duplos, 6 ressaltos defensivos, duas assistências e 3 faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres). Seguiram-se-lhes a extremo (1,85m) Agnieszka Szott-Hejmej (9 pontos, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, 6 assistências, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas, com 5/6 nos lances livres) e Joanna Walich (9 pontos, 3/4 nos duplos, 4 ressaltos sendo metade ofensivos, 3 roubos e duas faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres).Na selecção portuguesa a mais valiosa (14,5 de valorização) foi a base Carla Nascimento (estreia como capitã de equipa) que fez uma exibição tremenda de garra e querer, pressionando de forma asfixiante a base adversária (Weronika Idczak) que cometeu 7 turnovers. Em 33,04 minutos de utilização terminou com 6 pontos, 3/3 nos duplos, 4 ressaltos sendo metade ofensivos, 9 assistências, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas. Revelou uma excelente condição física, a par da já habitual boa leitura de jogo. Foi bem secundada pela poste Sofia Carolina (9 pontos, 7 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 3 roubos, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas, com 1/1 nos lances livres) e pelas atiradoras Carla Freitas, a melhor marcadora do jogo (14 pontos, 4/9 nos triplos, 2 ressaltos defensivos, uma assistência, 2 roubos, e uma falta provocada) e Mª João Correia (9 pontos, 2/3 nos triplos, 1 ressalto defensivo, duas assistências, 3 roubos e 4 faltas provocadas, com 1/4 nos lances livres). Vera Correia, que regressou à selecção após 7 anos de ausência, cumpriu o que lhe era exigido jogando dentro (extremo/poste), contabilizando 9 pontos, 3/6 nos triplos, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo e 3 roubos. Foi penalizada na sua valorização por ter sido desqualificada… mas a 5ª falta que lhe assinalaram foi quanto a nós inacreditável.Em termos globais a vitória polaca assentou fundamentalmente na superioridade exercida na luta das tabelas (39 -26 ressaltos), tanto na tabela defensiva (29-21 ressaltos) como na ofensiva, em que alcançou o dobro dos ressaltos (10-5). Teve ainda uma maior eficácia nos lançamentos de campo (45%-39%) e nos lançamentos de 2 pontos (48%-37%), além de ter provocado mais faltas (19-10) com melhor percentagem da linha de lance livre (71%-43%), beneficiando naturalmente do facto de ter usufruído de 24 tentativas (falhou 7) contra apenas 7 tentados pela nossa equipa (apenas 3 convertidos). Nos restantes indicadores as coisas estiveram muito equilibradas: assistências (16 para cada lado), roubos de bola (15-14), turnovers (24-23) e desarmes de lançamento (3-2). Por seu turno Portugal esteve com a pontaria mais afinada nos tiros do perímetro (36%-41%), ao converter 12 triplos em 29 tentativas, contra apenas 4 do adversário, em 11 tentados. Ficha de jogo Gdynia Sports Hal, em Gdynia (Polónia)Polónia (69) – Weronika Idczak (9), Magdalena Skorek (8), Agnieszka Szott-Hejmej (9), Magdalena Leciejewska (11) e Agnieszka Majewska (7); Joanna Walich (9), Martyna Koc (3), Magdalena Zietara, Agnieszka Skobel (4), Dominika Owczarzak (9), Aleksandra Pawlak e Paulina MisiekPortugal (59) – Carla Nascimento (6), Carla Freitas (14), Ana Oliveira (6), Vera Correia (9) e Sofia Carolina (9); Mª João Correia (9), Lavínia Silva (1), Dora Duarte, Inês Faustino (2), Mª João Andrade, Joana Jesus (3) e Francisca BragaPor períodos: 15-16, 17-15, 23-10, 14-18Árbitros: Tomasz Kudlicki, Krzysztof Tunski e Ewa Matuszewska Sexta-feira realiza-se o 2º jogo entre as duas selecções, a partir das 11H00, no mesmo recinto.
Portugal defronta a Polónia
Aliás é este o nome do Aeroporto de Gdansk, em homenagem àquela figura que é um símbolo do povo polaco.
A viagem decorreu sem problemas, tranquila. O único senão foi a hora matutina da partida de Lisboa (06H15) com uma escala curta em Munique, onde aterrámos às 10H15 locais. Depois foi o voo para Gdansk, onde chegámos por volta das 12H20 locais (+ uma hora que em Portugal), após hora e meia de viagem.Um autocarro levou a comitiva portuguesa até ao Hotel Kuracyjny, onde pouco depois nos foi servido o almoço. Depois foi hora de repouso para as jogadoras até às 17H30, já que o treino estava programado para o Gdynia Sports Hall, um excelente recinto para a prática da modalidade. A dupla técnica (Ricardo Vasconcelos e José Araújo) dirigiu os trabalhos durante cerca de duas horas, com todas as jogadoras a darem boa capacidade de resposta face ao que lhes foi pedido, nas vertentes física, técnica e táctica.Gdynia não é um nome desconhecido para os portugueses que se interessam pelo basquetebol, pois foi um dos clubes onde jogou Ticha Penicheiro, quando começou a fazer a época de Inverno na Europa. Julgamos que foi companheira de equipa da malograda Dydek, precocemente desaparecida, devido a um grave problema cardíaco que lhe ceifou a vida. Em Maio de 1995, durante uma fase de qualificação do 26º Campeonato da Europa de Seniores Femininos, realizada em Ankara (capital da Turquia), onde estivemos em serviço de reportagem pelo jornal “A BOLA”, Portugal defrontou a Polónia, com as polacas a imporem-se por 74-66. Dydek foi com os seus 2,07m (por aí) um autêntico quebra cabeças para a selecção lusa, comandada por José Leite, onde pontificavam Isabel Pascoal (a capitã) e Helena Aires e começavam a despontar Ticha Penicheiro, Mery Andrade, Vera Jardim, Susana Soares, Isabel Sebastião, entre outras. Portugal qualificou-se (graças ao 3º lugar) e no ano seguinte esteve em Ruzemberok (na Eslováquia) onde baqueou naturalmente ante selecções poderosíssimas como a Rússia, Eslováquia e outras.Isto para dizer que nos registos a que tivemos acesso Portugal nunca ganhou à Polónia, em seniores femininos. Para além da derrota anteriormente descrita, outras aconteceram: 63-92 (1989), 64-73 (1997) e 52-67 (1998).Quarta, dia do primeiro dos 2 jogos de preparação com a congénere polaca, as comandadas de Ricardo Vasconcelos fazem um treino ligeiro marcado para as 11H00 (com a duração de uma hora), para a partir das 18H30 locais (17H30 portuguesas) se iniciar o encontro no mesmo recinto (Gdynia Sports Hall).
Mário Palma divulga convocados
Foram chamados 18 jogadores.
A concentração terá lugar em Aveiro, no Hotel Imperial, pelas 23h00 do dia 23 Junho, com os treinos a decorrerem no Pavilhão do Galitos. Jogadores convocados: AcadémicaJoão BalseiroMarco GonçalvesMário FernandesAD OvarenseCristóvão CordeiroJosé BarbosaMiguel MirandaAlgésAntónio PiresBarcelos Nuno OliveiraFísica T.V. João SantosIlliabumMiguel QueirozSampaense Carlos FerreirinhoSL BenficaCarlos AndradeCláudio FonsecaJoão GomesPedro BeloTomás BarrosoV. GuimarãesJosé SilvaBreogan Lugo (Espanha) Rafael WildnerNa primeira fase de apuramento para o Eurobasket’2015 Portugal vai defrontar a Estónia e a Holanda no Grupo B. Para poder ser a primeira equipa a garantir o acesso à fase final daquela competição, a Seleção Nacional terá de ganhar o seu grupo e depois uma segunda fase, onde estarão também os vencedores dos agrupamentos A (Roménia, Bulgária e Islândia), C (Suíça, Áustria, Luxemburgo e Dinamarca) e D (Bielorrússia, Hungria e Eslováquia). Eis o calendário do Grupo B: 04/08/2013 – Estónia-Portugal07/08/2013 – Portugal-Holanda13/08/2013 – Portugal-Estónia16/08/2013 – Holanda-PortugalTodas as Seleções que não conseguirem a vaga agora em discussão voltarão a ter possibilidades de se apurar aquando da normal fase de qualificação, cujo sorteio só será conhecido após a realização do Eurobasket deste ano, que decorre de 4 a 22 de Setembro, na Eslovénia.
Quatro jogos de preparação antes do Europeu
O voo da Lufthansa marcado para as 06H15 levará a comitiva lusa até Gdansk, com chegada prevista para as 12h20 depois de uma escala em Munique. Os outros dois encontros integrados no plano de preparação serão com a selecção eslovena, marcados para o próximo fim-de-semana (1 e 2 de Junho), em Kranjska Gora, uma estância de desportos de Inverno situada perto da fronteira com a Itália.A comitiva portuguesa é composta pelos seguintes elementos:Jogadoras (12)Ana Oliveira (Algés), Carla Freitas (Orion – GDKO) (Espanha), Carla Nascimento (Al – Qazeres) (Espanha), Dora Duarte (CRCQ Lombos), Francisca Braga (Lousada AC), Inês Faustino (AD Vagos), Joana Jesus (AD Vagos), Lavínia Silva (CJ Boa Viagem), Mª João Andrade (Olivais FC), Mª João Correia (CAB Madeira), Sofia Carolina Silva (Tallahassee) (EUA) e Vera Correia (GDESSA)Staff de responsáveisRicardo Vasconcelos (seleccionador nacional)José Araújo (treinador adjunto)Nuno Manaia (secretário)Ana Bárbara Rola (fisioterapeuta)José Tolentino (dirigente)
Seixal FC apurado para a fase final nacional em Sub14 femininos
A estas equipas deverão juntar-se os representantes da Madeira e dos Açores.
Este é mais um grande feito da formação do nosso basket, pois trata-se da primeira participação de uma equipa feminina do Seixal FC numa fase final nacional, a qual acontece no terceiro ano em que introduzimos o escalão de Sub14 femininos na nossa estrutura, sendo que todas as meninas que constituem este grupo começaram no nosso Mini (que sempre foi misto) e a maioria delas já leva mais de 5 anos de contacto com a «bola no cesto».
Benfica sagra-se bicampeão
Os benfiquistas sagraram-se bicampeões nacionais, atingindo assim o principal objetivo definido para esta temporada. Um playoff final valorizado pela bela prestação da equipa da Académica, que tudo fez para evitar o maior favoritismo dos encarnados. Está de parabéns todo o grupo de trabalho do SL Benfica por mais um título, a juntar, ao já de si, rico palmarés encarnado.
Motivada pela vitória alcançada no dia anterior, a equipa da Académica começou muito bem o quarto jogo desta final. A boa eficácia dos jogadores de Coimbra, tanto exterior como interior, cedo fez disparar a diferença no marcador, que depois de 11-2 nos primeiros minutos, se fixou em 24-12 no final do 1º período.Depois de um quarto inicial em que os benfiquistas tiveram enormes dificuldades em acertar no cesto, Lace Dunn deu o mote para uns segundos dez minutos de grande eficiência no tiro exterior. Com três triplos quase consecutivos, a produtividade ofensiva encarnada subiu substancialmente, com repercussões evidentes no aproximar do resultado. A rotação do banco mostrava-se igualmente benéfica, especialmente após a entrada de Carlos Andrade (11 pontos na 1ª parte) pelo impacto positivo que teve no rendimento da equipa.Com pouco mais de quatro minutos jogados, a formação lisboeta já só perdia por dois diferença (27-29), um equilíbrio que se manteria até final da 1ª parte. Já só dentro do último minuto os comandados de Carlos Lisboa passariam para o comando do marcador (35-33), vantagem que se prolongaria até final do primeiro tempo (37-35).O descanso não fez abrandar a eficácia atacante da equipa de Lisboa, já que no recomeço da etapa complementar, com um parcial de 10-2, rapidamente fez subir a diferença pontual para a casa das dezenas (47-37). O tiro de longa distância continuou a ser uma das principais armas ofensivas do Benfica, já o conjunto da casa conquistava mais idas para a linha de lance-livre, o que pressupõe um maior número de faltas provocadas. Mas neste equilíbrio de forças, e com duas estratégias diferentes, a verdade é que a vantagem conquistada manteve-se até final do período, com o Benfica e entrar no derradeiro quarto a vencer por nove pontos de diferença (60-51).No 4º período repetiu-se a história do anterior, com os comandados de Carlos Lisboa a iniciarem com um parcial de 10-2. Com algum descontrolo emocional à mistura, a Académica, a pouco mais de 5 minutos do final, via a sua tarefa complicar-se, já que estava obrigada a recuperar de uma desvantagem de quinze pontos (55-70). Boa reação dos estudantes, que em menos de dois minutos, com o trio formado por Hallman, Mário Fernandes e João Balseiro a bom nível, reduziu para oito a diferença que separava as duas equipas (65-73). Novo triplo de Dunn (81-70), a 1.30m do fim, bem como um excelente aproveitamento da linha de lance-livre, colocou um ponto final à resistência dos estudantes. Fim do jogo (91-77), com toda a equipa benfiquista a celebrar a conquista de mais um título para o seu historial. O discurso de todo o grupo de trabalho benfiquista sempre apontou o campeonato como sendo o principal objetivo para esta temporada. Uma época dominada pela equipa encarnada, que, à exceção da final da Taça de Portugal vencida com todo mérito pelo VSC, conquistou todos os troféus em disputa.Apontada sempre como a principal candidata à conquista do título, o SL Benfica provou dentro de campo o seu favoritismo. Surgiu nesta fase final da temporada determinada, consciente que não poderia facilitar, e muito menos falhar na conquista deste objetivo.Mérito do seu treinador Carlos Lisboa, e obviamente de todos aqueles que fizeram parte do grupo de trabalho. Que ao ser capaz de motivar, unir, um grupo constituído por vários jogadores habituados a ter um papel preponderante, com egos muito próprios e habituados a conquistar troféus fez resultar em sucesso a época de trabalho. O que nem sempre torna fácil a missão de quem dirige, uma vez que tais condições podem conduzir ao relaxamento, facilitismo e, em casos extremos, rupturas dentro do próprio grupo.Uma palavra para a Académica, que apesar de ser formada quase totalmente por um grupo de jogadores portugueses, conseguiu ao longo de toda a temporada ser uma equipa extremamente competitiva. Um trabalho que merece reconhecimento, fruto naturalmente do trabalho, dedicação e sofrimento de todos aqueles que fizeram parte deste projeto. Levado ao extremo pelo seu técnico Norberto Alves, felizmente já recuperado, que seguramente terá ficado orgulhoso do comportamento dos seus atletas durante este playoff final.O norte-americano Lace Dunn (28 pontos, 4 ressaltos e 3 assistências), MVP do jogo com 26.5 de valorização, mostrou que foi sempre uma mais-valia na equipa benfiquista, bem como Fred Gentry (19 pontos e 5 ressaltos). Carlos Andrade (17 pontos, 8 ressaltos e 4 assistências) simbolizou a qualidade do banco encarnado, e foi uma importante ajuda no domínio evidenciado pelos benfiquistas na luta das tabelas (32/19).Arnett Hallman, com 20 pontos, foi o melhor marcador da Académica, já Mário Fernandes (16 pontos e 8 assistências), a repetir a boa exibição do dia anterior, foi o mais o mais valorizado (23) dos conimbricenses.
Faleceu a mãe do Carlos Pessoa Duarte
Nesta hora difícil, a FPB manifesta o seu apoio a todos os familiares e amigos. O corpo irá amanhã, por volta das 10:00 para a capela do Hospital Amadora Sintra, onde ficará até às 15:00, altura em que partirá para o cemitério de Rio de Mouro, onde será realizado o funeral.
Vasco da Gama “repete” títulos de 2009 e 2010
Na jornada inaugural de 6ª feira, ambas as equipas da ABP (SC Vasco da Gama e GDB Leça) entraram a ganhar: na primeira partida e depois de uma 1ª parte equilibrada o SC VASCO da GAMA acabaria por vencer tranquilamente a equipa do ESTORIL BC por 15 pontos de diferença, após um 3º período demolidor (24-6); no 2º jogo da noite o SL BENFICA deixava-se surpreender pelo GDB LEÇA (77×80), muito por força da exibição de alto nível protagonizada pelo nº 8 (PEDRO MEIRELES) da equipa de Matosinhos que á sua conta contabilizava 50 pontos e 23 ressaltos;Nos jogos de sábado, o SC VASCO da GAMA jogava de forma muito consistente com os seus “atiradores” em muito bom plano desde o inicio do jogo e á medida que o tempo de jogo evoluía, acentuava-se a diferença pontual no marcador, culminando com o resultado mais desnivelado desta Fase Final (88×59). No jogo seguinte, o ESTORIL BC demonstrava ter “estudado” bem a lição e conseguia condicionar os pontos fortes do ataque do GDB LEÇA, apresentando maior serenidade nos momentos decisivos deste jogo, vencendo-o por escassos 3 pontos de diferença (64×67).À entrada da última jornada a expectativa crescia, procurando perceber de que forma poderiam as restantes equipas interferir na luta pelo titulo, sabendo-se desde logo que só o GDB LEÇA e SC VASCO da GAMA poderiam ter essa possibilidade matemática. Com a derrota do ESTORIL BC face ao SL BENFICA, o GDB LEÇA ficava com a possibilidade de se sagrar CAMPEÃO bastando para tal vencer os anfitriões por um único ponto. No entanto o SC VASCO da GAMA não desperdiçaria a oportunidade de, perante o seu público e na sua renovada e HISTÓRICA casa, conquistar o troféu mais importante do calendário competitivo nacional do escalão SUB 18. Com excelentes exibições protagonizadas por alguns dos “vascaínos”e considerando a excelente réplica apresentada, praticamente até ao fim, pela equipa do GDB LEÇA, o SC VASCO DA GAMA sagrava-se assim (e pela 3ª vez em 5 anos) CAMPEÃO NACIONAL de SUB 18 Masculinos, num PARQUE DAS CAMÉLIAS que não conseguia acolher mais nenhum espectador.No final e em grande ambiente de festa, houve oportunidade ainda para galardoar o 5 IDEAL e o MVP da competição, assim como entregar os respectivos diplomas, medalhas e troféu de campeão. CLASSIFICAÇÃO FINAL:1º – SC Vasco da Gama;2º – SL Benfica;3º – GDB Leça;4º – Estoril BC; 5 IDEAL:Guilherme Sequeira (nº 15 – SC Vasco Gama)Nuno Ferreira (nº 8 – SC Vasco Gama)Pedro Meireles (Nº 8 – GDB Leça)João Guimarães (nº 23 – SC Vasco Gama)Krassimir Pereira (nº 12 – SL Benfica) Pedro Meireles (Nº 8 – GDB Leça)
“Respeitamos o adversário, mas queremos trazer o título”
O base, importante na manobra do Esgueira/Oli, garante que a equipa, que com a subida já alcançou um dos objetivos traçados no início da época, está preparada para as dificuldades que vai encontrar. O capitão também não esqueceu as pessoas que têm acompanhado e apoiado a equipa, e, para além de lhes agradecer, deixou uma garantia: “Tudo faremos para lhes dar mais uma alegria”.
Tem uma ligação de vários anos ao Clube do Povo de Esgueira. Como viveu a vitória do passado sábado, que consumou a subida à Proliga?Com uma grande alegria. Quando a equipa sénior foi extinta todos os que fazíamos parte desse grupo ficámos tristes e sentimos a tristeza das pessoas que tomaram essa decisão, mas, na altura, foi a opção certa. Passadas quatro épocas conseguirmos colocar o Esgueira, de novo, neste patamar é uma alegria imensa.Olhando para trás, concorda que regressar ao Esgueira, na época passada, foi uma opção certa?Sim, sem dúvida alguma.Coroar uma época fantástica com o título nacional seria certamente especial…Seria o culminar de oito meses de trabalho em que o objetivo desde o primeiro dia foi conquistar a subida e lutar pelo título nacional.Como capitão de equipa, consegue definir o que está na base do sucesso da equipa?Para além da qualidade basquetebolística, que se traduz no número de vitórias obtidas, existe uma grande cumplicidade entre todos nós. É um grupo com jogadores experientes, mas ainda com muita ambição. Se a isso juntarmos um trabalho semanal sério e de qualidade nos treinos o resultado é este.Já têm algum feedback das dificuldades que vão ter frente ao Atlético?Conhecemos a maioria dos seus jogadores de outras “guerras”. Sabemos que é uma equipa forte fisicamente e com jogadores experientes, e que nos vai colocar, com toda a certeza, dificuldades.Sente a equipa confiante para este encontro?Claro. Temos as nossas armas. Respeitamos o adversário, mas queremos trazer o título para este clube e para as pessoas de Esgueira, que bem merecem por tudo o que têm feito por nós.Já jogou noutros patamares, mas certamente poucas vezes atuou com o ambiente que se viveu em Esgueira no sábado. O que é que os jogadores sentem dentro de campo e que importância poderá ter esse fantástico apoio no jogo frente ao Atlético?Acima de tudo sentimos que não estamos sozinhos nesta caminhada, e que se chegámos aqui foi com a ajuda de todas estas pessoas que nos têm acompanhado em todos os pavilhões em que jogámos e que têm mostrado que o clube está vivo. Todos nós temos a certeza de que no que sábado teremos mais uma vez os nossos adeptos connosco e tudo faremos para lhes dar mais uma alegria. Desde já a todos eles o nosso muito obrigado!
I Divisão Feminina
O União Sportiva não esteve pelos ajustes e carimbou a passagem para a final do playoff, triunfando por 47-37, não permitindo que houvesse terceiro jogo na eliminatória.
Em Casal de Cambra, a equipa da linha de Sintra, não tinha margem de manobra frente as Maiatas. No sábado conseguiu empatar a eliminatória, com um triunfo por 62-56, obrigando assim, mais uma vez nestes playoffs, a turma de Eugénio Rodrigues a fazer o terceiro e ultimo jogo em casa da equipa de Sintra. Favorecidas pelo factor casa, o GDEMAM impôs-se e venceu o terceiro e ultimo jogo frente ao Juvemaia por 68-52 garantindo assim o regresso à Liga, após uma curta passagem de um ano pelo escalão inferior. A partir do próximo fim-de-semana, com os dois primeiros jogos em São Miguel, União Sportiva e GDEMAM começam a discutir o título de campeão da I Divisão Feminina.Próximos JogosFim-de-semana 1 e 2 de JunhoUnião Sportiva – GDEMAM às 18h30 no Pav. EBI Canto da Maia dia 1 de Junho (hora das ilhas)União Sportiva – GDEMAM às 16h30 no Pav. EBI Canto da Maia dia 2 de Junho (hora das ilhas)Fim-de-semana 8 e 9 de JunhoGDEMAM – União Sportiva às 15h no Pav. Casal de Cambra dia 8 de JunhoGDEMAM – União Sportiva às 15h no Pav. Casal de Cambra dia 9 de Junho*Fim-de-semana de 15 de JunhoUnião Sportiva – GDEMAM às 16h30 no Pav. EBI Canto da Maia**Se necessário
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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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