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“Espero que a experiência de competir na Liga ACB possa ajudar na seleção nacional”

Depois de seis anos em Portugal, divididos entre UD Oliveirense e Sporting CP, Travante Williams parte rumo ao país vizinho para reforçar o BAXI Manresa, emblema que atua na Liga ACB, o escalão principal do basquetebol espanhol.

“O meu tempo em Portugal não pode ser medido através de um prémio ou momento específico. Toda a experiência moldou a pessoa em que me tornei e estou extremamente feliz com o resultado. As ligações que fiz e memórias que partilhei nunca poderão ser esquecidas!”, confessa o extremo nascido em Anchorage, Alasca, que se tornou português em 2022.

Um caminho poucas vezes percorrido pelos atletas lusos, Travante será o 14.º português a atuar no derradeiro escalão do basquetebol espanhol, a Liga ACB.

Mike Richmond abriu o caminho, em 1997, quando se mudou para o Ourense, seguindo-se uma passagem, em 1999/2000, pelo Breogán. Nuno Marçal seguiu em 1999, quando se mudou para o Fuenlabrada. Paulo Pinto, no Gran Canaria (2000-01), Sérgio Ramos no Lleida (2001-05) e Fuenlabrada (2005-06), Matt Nover no Murcia (2003-04), João Santos no Valladolid (2004-08), José Almeida no Valladolid (2005-06), Cláudio Fonseca e Fábio Lima no Valência (2007-08), Heshimu Evans no León (2007-08), Carlos Andrade no Bruesa (2008-09), Sasa Borovnjak no Gran Canaria (2013-14), e João “Betinho” Gomes no Andorra (2014-16) fizeram o mesmo percurso ao longo dos últimos 20 anos.

Para Williams, integrar um grupo que inclui alguns dos maiores nomes do basquetebol português é um motivo de orgulho. “É uma honra fazer parte desse grupo. O Sérgio Ramos [treinador-adjunto da seleção portuguesa] deu-me alguns conselhos antes de eu sair. Lembrou-me para ser eu próprio! Manter a cabeça fria e o resto será como tem de ser!”, afirmou.

“Estou definitivamente entusiasmado por fazer parte de uma liga onde as melhores equipas/jogadores da Europa irão competir. É um testemunho do trabalho que tenho feito e também um reflexo do que a liga portuguesa pode ajudar a produzir”, explica Travante.

Peça fundamental nas equipas da Oliveirense e Sporting, formações onde conquistou inúmeros títulos individuais e coletivos, tornou-se cidadão português e a 25 de agosto de 2022 fez a sua estreia sob as ordens do selecionador nacional Mário Gomes, na altura num triunfo sobre a Roménia por 75-59. Registou nove pontos, três assistências, cinco ressaltos e um roubo de bola.

“Quando entrei para a equipa, não sabia o que esperar, estava só determinado em provar o meu valor e a dar o meu melhor. Desde então a seleção portuguesa tornou-se uma família da qual estou super entusiasmado por fazer parte! As gargalhadas, o ambiente, a forma como competimos”, elabora, antes de confessar a forma como evoluiu desde o primeiro jogo: “Agora encontrei um objetivo maior do que apenas marcar pontos e ser quem eu fui, o foco é inspirar os outros, aprender e crescer como uma unidade, e fazer o que é melhor para o futuro do basquetebol português”, confessa.

Após o apuramento para a qualificação para o EuroBasket 2025 e a forte campanha no torneio de pré-qualificação para os Jogos Olímpicos, onde Portugal mediu forças com fortes seleções do panorama europeu, Travante mostra-se orgulhoso por representar o seu estado natal, o Alasca, e a equipa das Quinas: “Tem sido uma bela viagem, mais especial por fazer isto pelo Alasca e por Portugal. Gosto tanto de ambos os lugares que o meu objetivo é continuar a fazer com que sejam reconhecidos. Quero mais para o país de Portugal e quero mais para o meu estado natal também! O objetivo é continuar a lutar por mais”.

De olhos colocados no futuro e na época que se avizinha, Travante vai enfrentar uma das competições mais equilibradas do basquetebol europeu. Recorde-se que na temporada transata o Manresa foi adversário do Benfica na fase de grupos da Basketball Champions League.

“Acredito que competir na Liga ACB me vai ajudar a melhorar. Quero trazer tudo o que aprendi para a seleção nacional e ajudar os meus irmãos a melhorar também. Quanto à qualificação para o EuroBasket, não tenho dúvidas de que vamos estar prontos para jogar a um nível suficientemente elevado para garantir uma vaga! Vamos Tugas!”, conclui.


Entrevista: 100 internacionalizações de Miguel Queiroz (Vídeo)

O capitão da Seleção Nacional, Miguel Queiroz, atingiu a marca dos cem jogos com a camisola da equipa das Quinas ao peito e a FPBtv não perdeu a oportunidade de conversar com o internacional português. Numa entrevista intimista, realizada ainda antes do centésimo jogo ao serviço de Portugal, o capitão das Quinas falou de um percurso que já se iniciou há 11 anos!


CA Queluz com minibasquete durante seis dias por semana

O Clube Atlético de Queluz (CA Queluz) tem, entre segunda-feira e sábado, minibasquete no seu recinto, o Pavilhão Henrique Miranda.

De forma a aumentar o número de praticantes, o clube da Linha de Sintra convida os jovens do sexo masculino, nascidos entre 2012 e 2018, a comparecerem no pavilhão.

São dois os turnos: um núcleo de mini 8, mini 10 e mini 12, com treinos à segunda e quarta-feira (18h30-20h) e ao sábado (10h30-12h); e um outro núcleo com treinos marcados para terça e quinta-feira (18h30-20h) e sábado (10h30-12h).

Mais informações em 917321269/916866342.


Portugal conclui participação no Europeu de sub16 femininos

A seleção nacional de sub16 femininos terminou a sua participação no Campeonato da Europa – Divisão A, prova que decorreu em Izmir, na Turquia, ao enfrentar a equipa da casa no encontro de classificação do 15.º e 16.º lugares.

Num encontro marcado pelo equilíbrio durante longos períodos de tempo, a vitória sorriu às adversárias por 69-61. O primeiro período ficou marcado pelas trocas de liderança entre ambas as formações, com Portugal a assumir a lidernaça durante grande parte da etaopa inicial, mas a reação turca surgiu no segundo período com um parcial de 19-8. Com maior eficácia no lançamento exterior, a toada continuou após o intervalo com a vantagem da Turquia a atingir os 15 pontos.

Contudo, as comandadas de Mariyana Kostourkova responderam e entraram na luta pelo resultado já na fase final da partida, colocando o jogo a apenas uma posse de bola (61-58). Apesar das tentativas de reação das jovens lusas, que tentaram atingir a vitória até ao soar da buzina, a eficácia adversária acabou por ser decisiva. Portugal mostrou-se ativo na defesa e conseguiu 12 roubos de bola, mas o lançamento de três pontos (15% de eficácia contra 32% da Turquia) foi chave para o desenrolar do encontro.

Com 26 pontos, 12 ressaltos, três roubos de bola e seis desarmes de lançamento, Carolina Silva foi a mais esclarecida no conjunto luso, mas contou com o apoio de Sara Albuquerque (9pts, 8res, 1ast, 1rb), Ana Alves (7pts, 6res, 4ast, 2rb) e Francisca Teixeira (7pts, 2res, 3ast, 4rb).

Fruto da classificação neste europeu, a equipa das Quinas desce à Divisão B na próxima época.


Sub16 femininas vão lutar pelo 15.º lugar no Europeu

A Seleção Nacional de Sub16 femininos vai disputar o jogo dos 15.º e 16.º lugares no Campeonato da Europa da categoria, em Izmir, na Turquia. Portugal foi derrotado pela Grécia por 61-46, esta sexta-feira, e o resultado implica a descida à Divisão B da seleção liderada por Mariyana Kostourkova, Luís Oliveira e Adriano Cerqueira.

O mau arranque de Portugal no encontro desta sexta-feira, com apenas 4 pontos nos primeiros dez minutos, deixou a Seleção Nacional em dificuldades, mas as atletas lusas não viraram a cara à luta e conseguiram, de forma progressiva, reentrar na discussão pelo triunfo. Apesar de nunca ter liderado o marcador, Portugal esteve a apenas um cesto de saltar para o comando em duas ocasiões (17-18 no 1.º quarto e 36-38 no 3.º).

Maria Palma (12pts, 4res, 4ast, 1rb) e Carolina Silva (11pts, 11res, 2ast, 3rb, 5dl) estiveram em bom plano na seleção portuguesa, que tem encontro marcado com a anfitriã Turquia, este sábado, às 10 horas, no jogo que decide os 15.º e 16.º lugares do Europeu.


Gilda Correia: “Em Portugal temos cursos muito bem construídos e que nos preparam para o FECC”

No passado mês de julho a treinadora e antiga internacional portuguesa, Gilda Correia, concluiu o FIBA Europe Coaching Certificate (FECC) a mais alta qualificação técnica do continente europeu.

O curso, que tem duração de três anos, estendeu-se entre 2021 e 2023 e decorreu em três anos consecutivos, com uma duração de sete dias em regime de internato, para além dos trabalhos solicitados nos períodos intermédios.

Após a conclusão do curso, Gilda Correia, que combina as posições de treinadora-adjunta da seleção nacional de sub20 femininos e treinadora-adjunta na equipa sénior feminina do SL Benfica, mostrou-se feliz com a experiência em entrevista à FPB:

Para quem não conhece o FIBA Europe Coaching Certificate, o que é o FECC?

O FECC é uma certificação europeia para treinadores. Temos uma série de conteúdos avaliativos nas áreas da comunicação, liderança, aspetos técnicos e táticos, e depois existem vários momentos de partilha e discussão com os preletores convidados. É um curso desenvolvido ao longo de três fases durante uma semana no verão, com clinics, avaliações, visionamento de jogos, debate, e penso ser uma grande mais valia para quem procura evoluir enquanto treinador.

Tendo em conta a experiência, que balanço fazes? Foi de encontro às expectativas?

O balanço é muito positivo, acho que ninguém passa pelo FECC e sai indiferente, acaba por sair com uma construção do pensamento melhor, com competências de comunicação e liderança também mais apuradas. Depois existe sempre a questão do networking, são treinadores de vários países com passados e realidades diferentes.

Olhando para o desenvolvimento do basquetebol em Portugal, quão importantes são estes momentos de partilha e conhecimento de outras realidades?

Em Portugal temos cursos de treinadores que são muito bem construídos e que nos preparam para uma eventual ida a um FECC. A diferença entre esses cursos e este é que o FECC é diferenciado em outras áreas. Está extremamente focado no desenvolvimento do atleta, mas também nas outras facetas que por vezes não são tão evidentes na construção do treinador, que são estas áreas da comunicação, liderança, nutrição, entre outras.


Seleção Nacional de sub16 femininos na luta pela manutenção na Divisão A

O Europeu de sub16 femininos da Divisão A regressa esta sexta-feira, com Portugal a defrontar a Grécia a partir das 14h30.

A Seleção Nacional, que vem de um jogo muito disputado frente à Eslovénia, tem neste jogo a primeira de duas “finais”. Em caso de triunfo nestes derradeiros encontros, a nossa Seleção garante a continuidade no topo do basquetebol europeu!

O duelo diante da Grécia pode ser visto aqui:


Polónia supera Portugal que termina no 3.º posto do Grupo B de Pré-qualificação para o Torneio Olímpico

Portugal não conseguiu superar a Polónia no jogo que poderia ter garantido a passagem às meias-finais da Pré-qualificação do Torneio Olímpico e termina a competição no terceiro posto do Grupo B.

A equipa das Quinas precisava da vitória por dez ou mais pontos para depender apenas de si, ou de um triunfo da Hungria sobre a Bósnia e Herzegovina, mas não conseguiu superar uma das Seleções anfitriãs da prova, a Polónia. Portugal não entrou bem em campo e logo nos dez minutos iniciais encaixou um parcial de 10-17. Além de estar em desvantagem no marcador, a formação lusa “perdeu” o base Diogo Ventura devido a lesão, infelicidade que encurtou as opções do Selecionador Mário Gomes. Apesar da desvantagem no marcador, a Seleção Nacional tentou sempre reverter a marcha do marcador, pese embora tenha sentido dificuldades, sobretudo nas finalizações próximas do cesto. Portugal foi também “castigado” com 24 pontos a partir de perdas de bola, bem como pela maior eficácia polaca no momento de lançar ao cesto. Mesmo tendo equilibrado a partida na segunda metade, os 11 pontos de desvantagem da primeira metade determinaram a derrota portuguesa (65-78) no encontro contra a 13.ª classificada do ranking FIBA. Diogo Gameiro (11pts, 1res, 1ast, 1rb), Miguel Queiroz (9pts, 5res), Gonçalo Delgado (8pts, 5res, 1rb), Rafael Lisboa (8pts, 3res, 5ast, 1rb) e Vlad Voytso (8pts, 8res, 1ast, 1rb) foram os jogadores com sinal mais na equipa das Quinas.

No final do jogo, Diogo Gameiro, o melhor marcador na Seleção Nacional, abordou a performance portuguesa: “Tivemos alguns momentos atípicos, algo que não se viu nos outros jogos. ‘Perdemos’ o Diogo (Ventura), uma infelicidade, que é sempre uma baixa importante na equipa. Não estando a fazer um jogo bem conseguido, não desistimos, nunca baixamos os braços e é isso que tem de ficar desta partida”, referiu. No que diz respeito ao trabalho desenvolvido pela Seleção Nacional, o base português mostrou-se orgulhoso da equipa, mas com o sentimento que a Seleção Nacional podia ter ido mais longe na competição: “O mês de trabalho foi bom, estivemos bem em Viana, na Jordânia tivemos muitos bons momentos. Fica o sentimento que podíamos ter feito mais, quer contra a Bósnia, quer neste jogo com a Polónia, apesar de terem sido jogos diferentes. Fico com a sensação que ainda conseguimos mais”, finalizou.

Já o selecionador, Mário Gomes, atribuiu a derrota em Gliwice à má entrada no jogo, mas acredita que o nível de jogo demonstrado deixa bons indicadores para o futuro da Seleção: “O início do jogo foi decisivo. Julgo saber porque que não conseguimos reagir durante a primeira parte, mas são coisas para falarmos internamente na equipa. A partir daí, contra uma equipa que é mais forte que nós, a jogar na casa deles torna-se tudo muito complicado. Lutámos e fomos atrás do prejuízo, mas não foi possível. O início marcou muito o que foram os 40 minutos deste jogo. Na antevisão referi que temos sempre quatro fatores estatísticos definidos para aos jogos e que cumprindo com três ficamos muito perto de vencer. Hoje cumprimos apenas um, portanto estivemos abaixo dos dois jogos anteriores. De qualquer das formas, jogamos ao nível mais elevado que alguma vez esta Seleção já jogou, durante dois jogos e meio. Vinte minutos abaixo do que precisávamos, mas no computo geral deixa-me satisfeito com a equipa e dá-nos garantias para o nosso objetivo número um: estar na fase final do EuroBasket 2025. Não é ‘fanfarronice’ da nossa parte almejarmos isso. Aquilo que fizemos aqui dá-nos garantias que temos capacidades para alcançar esse objetivo”, explicou.

O técnico português de 66 anos reafirmou ainda a honra que sente em orientar a Seleção Nacional, agradecendo a todo o grupo de trabalho pelo último mês em que a equipa das Quinas esteve concentrada: “Termino com um agradecimento a toda a gente que compõe esta equipa. Primeiro aos jogadores, à equipa técnica, aos fisioterapeutas e a todo o staff à volta desta Seleção. Para mim é uma honra treinar esta equipa. Em fevereiro voltámos a ver-nos”, concluiu.


Treinadores portugueses terminam primeira fase do FECC

No passado domingo, dia 12 agosto, os treinadores portugueses, Bernardo Pires e Dinis Amaral, terminaram a primeira fase do curso de treinadores Curso FIBA-FECC 23/25. O FIBA Europe Coaching Certificate (FECC) é a mais alta qualificação técnica do continente europeu.

Este curso tem a duração de 3 anos e são estes os treinadores portugueses que foram selecionados no concurso realizado para o efeito pela FPB/ENB para o ciclo 23/25. Esta formação internacional tem o apoio e comparticipação da FPB desde que se iniciou este processo formativo na FIBA.

O curso FECC desenvolve-se em três momentos, nas cidades onde decorrerão os campeonatos europeus de basquetebol:

O curso decorre em três anos consecutivos, com uma duração de 7 dias em regime de internato, para além dos trabalhos solicitados nos períodos intermédios.


Primeira vitória escapa às Sub16 femininas

A Seleção Nacional de Sub16 femininos esteve a poucos minutos de festejar a primeira vitória no Campeonato da Europa da categoria, que decorre em Izmir, na Turquia. Portugal e Eslovénia protagonizaram um dos jogos mais equilibrados da competição, com ambas as seleções a vencerem o parcial de dois quartos, mas no final o triunfo acabou por cair para as eslovenas por apenas duas posses de bola.

A equipa das quinas entrou muito bem na partida e vencia por sete pontos no final do 1.º quarto (19-12), mas a Eslovénia reagiu no segundo bloco de dez minutos e conseguiu um parcial de 15-0 que virou o resultado de 25-17 para 25-32. A partir daí, a equipa orientada por Mariyana Kostourkova, Luís Oliveira e Adriano Cerqueira correu atrás do prejuízo, mas o melhor que conseguiu foi reduzir para 4 pontos, já no 3.º quarto.

Nos últimos instantes, as eslovenas levaram a melhor e venceram, “empurrando” Portugal para a fase de classificação dos 13.º ao 16.º lugares do Europeu. Carolina Silva (22pts, 4/10 3P, 6res, 1ast, 3rb, 1dl) e Laura Silva (16pts, 6/11 LC, 1res, 2ast, 3rb) foram as melhores atletas lusas.


“Vamos dar tudo para engrandecer o basquetebol português” (vídeo)

Seleção Nacional de seniores masculinos continua na luta pelas meias-finais na Pré-qualificação do Torneio Olímpico e, depois da vitória sobre a Hungria, vai ter pela frente uma das seleções anfitriãs da competição, a Polónia. O internacional português, Diogo Ventura, e o selecionador nacional, Mário Gomes, projetaram o embate com os polacos que é decisivo para as aspirações da equipa das Quinas. O Grupo B ainda está em aberto, com todas as seleções ainda com possibilidade de chegarem às meias-finais da Pré-qualificação.

Os vários cenários, são os seguintes:

Se a Bósnia e Herzegovina ganhar à Hungria, Portugal tem de vencer por dez ou mais pontos, garantido imediatamente as meias-finais da prova. Caso a Hungria ganhe e Portugal também vença, a equipa das Quinas também se apura. Se a Hungria ganhar e Portugal perder, a Seleção ainda pode chegar à próxima fase caso a vitória húngara se fixe entre os sete e os 14 pontos. Uma vantagem inferior a sete pontos, coloca a Bósnia na próxima fase. Uma vantagem superior a 14 pontos para a Hungria, garante à seleção magiar a qualificação.

O encontro tem transmissão em direto na plataforma Courtside 1891 da FIBA e na TVP Sport (Polónia) a partir das 17h00 (hora portuguesa).


França superior no Europeu de Sub16 femininos

Apesar da abnegação de todas as atletas da Seleção Nacional de Sub16 femininos, Portugal não foi capaz de contrariar o poderio da França, candidata ao título, esta terça-feira, em jogos dos oitavos de final do Campeonato da Europa da categoria, que se realiza em Izmir, na Turquia.

O 1.º quarto (16-13) mostrou uma equipa das quinas a encarar as francesas olhos nos olhos, mas os três quartos seguintes foram de domínio gaulês e a França acabou por vencer por 76-26.

Carolina Silva (11pts, 9res, 1rb, 2dl) e Maria Palma (6pts, 8res, 4ast, 1rb) foram as atletas lusas que mais remaram contra a maré.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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