Artigos da Federaçãooo

Calendários definitivos para as provas seniores em 2023/2024

A época 2023/2024 está prestes a começar e já são conhecidos os calendários definitivos para diferentes competições seniores a disputar ao longo do próximo ano desportivo.

A Supertaça Mário Saldanha, que dá início ao calendário competitivo masculino, está agendada para 16 de setembro, pelas 19 horas, com SL Benfica e Imortal LUZiGÁS a medirem forças no Pavilhão Multiusos de Odivelas.

Supertaça Masculina 2023

No que toca às Ligas Betclic Feminina e Masculina, o início está agendado para dia 1 de outubro e dia 23 de setembro, respetivamente. A fase regular da prova feminina deve terminar a 17 de março de 2024, enquanto que no masculino conclui a 27 de abril.

Liga Betclic Masculina 23-24 – Fase Regular

Liga Betclic Feminina 23-24 – Fase Regular

A primeira Proliga, dividida em Zona Norte e Sul, arranca a 14 de outubro e estende-se até 4 de fevereiro.

Proliga 23-24 – 1ª Fase Norte

Proliga 23-24 – 1ª Fase Sul

O Campeonato Nacional da 1.ª Divisão Feminina também está cada vez mais perto de começar. Tal como acontece na Proliga, a prova é separada em Zona Norte e Sul, com os jogos a iniciar a 22 de outubro.

CN1 Feminina 23-24 – 1ª Fase Zona Norte

CN1 Feminina 23-24 – 1ª Fase Zona Sul

A Taça Hugo dos Santos, que apresenta um novo modelo competitivo e inclui uma fase de grupos, tem início marcado para 13 de outubro, com a última jornada a realizar-se a 30 de março.

Taça Hugo dos Santos 23-24 – 1ª Fase Grupo A

Taça Hugo dos Santos 23-24 – 1ª Fase Grupo B

Mais informações disponíveis aqui.


V Clinic José Nogueira agendado para o dia 10 de setembro

No próximo dia 10 de setembro o Clinic José Nogueira irá conhecer a sua quinta edição, que se realizará no Pavilhão do Clube dos Galitos, em Aveiro. Recuperado em 2021, após paragem, com a presença de André Silva e Manolo Povea como preletores, o Clinic José Nogueira teve em 2022 mais uma edição, com Carlos Colinas, Tatiana Iourtaeva, Aniceto do Carmo e Cristina Cantero. Em 2023, João Figueiredo e Luís Oliveira, serão os formadores.

João Figueiredo, após uma longa e respeitada carreira enquanto jogador profissional e internacional, é atualmente treinador principal da UD Oliveirense, a competir na Liga Betclic Masculina, depois de ter sido responsável técnico do Illiabum Clube. Luís Oliveira, depois de mais de uma década como treinador do Galitos, pertence neste momento aos quadros da Associação de Basquetebol de Aveiro, onde exerce o cargo de Selecionador Distrital de Sub14 Femininos, e da Federação Portuguesa de Basquetebol, onde é Treinador-adjunto da Seleção Nacional de Sub16 Femininos.

A inscrição tem um custo de 5€, devendo o pagamento ser realizado para o IBAN PT50 0010 0000 1353 4780 002 71. Após o pagamento agradecemos o envio do comprovativo para ct.basquetebol@galitos.pt. Destacar ainda que todos os inscritos receberão um voucher de oferta da CincoClipboards para aquisição de material técnico. O clinic é creditado pelo IPDJ.

Programa:

Inscreve-te através do seguinte formulário – https://forms.gle/Avw5V45CSFDLDXfk6


FPB e NBN23 assinam acordo de longo prazo para digitalização de jogos

A Federação Portuguesa de Basquetebol a NBN23 uniram-se numa parceria de longo prazo. Começando pelo basquetebol de formação durante a próxima temporada (2023/24), a colaboração trará estatísticas ao vivo, dados de jogo e informações sobre jogadores através do aplicativo Swish All-Hoops. A tecnologia vai ser usada gradualmente, com o objetivo de cobrir todos os níveis de basquetebol praticado em todo o país.

Manuel Fernandes, Presidente da FPB, expressou:

“Estamos entusiasmados por nos associarmos à NBN23 para inaugurar a era do basquetebol digital. Esta parceria irá melhorar a acessibilidade para os meios de comunicação, adeptos, clubes, treinadores, jogadores e muito mais. Com a FPBtv na transmissão dos jogos e esta parceria com NBN23, estamos a colocar a experiência do basquetebol a um novo nível, oferecendo mais formas de conexão com a comunidade. À medida que o basquetebol ganha força em Portugal, a vantagem do boletim digital e a possibilidade de aceder a estatísticas em tempo real através da aplicação é óbvia. Orgulhamo-nos de oferecer esta ferramenta à nossa comunidade.”

A NBN23 transformará o processo manual do boletim de jogo, tradicionalmente feito em papel, num processo digital com armazenamento em “cloud”, com acesso 24/7 aos dados estatísticos, análises exclusivas e a capacidade de seguir todo o basquetebol ao vivo e diretamente através da aplicação SWISH. A aplicação pode ser descarregada em telemóveis e tablets através do Google Play ou da Apple Store. O boletim de jogo digital da NBN23 é utilizado a nivel mundial, incluindo as federações suíça e alemã, bem como em ligas regionais em Espanha, EUA e México.

Miguel Bullón, CEO da NBN23, acrescentou

“Estamos incrivelmente orgulhosos de unir forças com a FPB, uma federação histórica com um enorme potencial de crescimento no basquetebol. A visão inovadora da FPB para um basquetebol inovador alinha perfeitamente com a nossa missão de proporcionar novas e fantásticas formas de desfrutar do basquetebol.”

Sobre a NBN23

Fundada em 2014, a NBN23 é especializada em dados estatísticos de basquetebol. O boletim de jogo digital “In Game” e o aplicativo de resultados ao vivo “Swish All Hoops” operam atualmente em 77 países, incluindo as principais ligas de Itália, Suíça, Israel e Irlanda, bem como ligas regionais em Espanha, Turquia, EUA e México.

Descarrega a app, aqui!


Portugal no top 3 mundial do crescimento do basquetebol jovem feminino

Esta quarta-feira, em Manila, capital das Filipinas, e um dos palcos do Mundial masculino (25 de agosto a 10 de setembro), foram distinguidas as Federações que mais evoluíram no ranking da FIBA em vários parâmetros, de 1 de junho de 2021 até julho deste ano.

Portugal está no top 3 mundial no que reporta ao crescimento do basquetebol jovem feminino, de acordo com os pontos amealhados no ranking da Federação Internacional.

O nosso país divide o terceiro posto com a Tanzânia e a Samoa, sendo apenas superado pelo Uganda (segundo lugar) e Eslovénia (primeiro lugar).

No início do último mês de julho, Portugal ocupava o 21.º lugar no ranking mundial do basquetebol jovem feminino, numa subida de 15 posições.

Nesta categoria do basquetebol jovem feminino, e no que toca a Portugal, englobam-se os escalões de sub16 e sub18.

Em sub18, no ano passado, subimos de forma brilhante à Divisão A e chegámos à final, alcançando a segunda posição. No escalão de sub16, realce para o excelente quarto lugar obtido no Europeu da Divisão A do ano passado, em Matosinhos.


“Espero que a experiência de competir na Liga ACB possa ajudar na seleção nacional”

Depois de seis anos em Portugal, divididos entre UD Oliveirense e Sporting CP, Travante Williams parte rumo ao país vizinho para reforçar o BAXI Manresa, emblema que atua na Liga ACB, o escalão principal do basquetebol espanhol.

“O meu tempo em Portugal não pode ser medido através de um prémio ou momento específico. Toda a experiência moldou a pessoa em que me tornei e estou extremamente feliz com o resultado. As ligações que fiz e memórias que partilhei nunca poderão ser esquecidas!”, confessa o extremo nascido em Anchorage, Alasca, que se tornou português em 2022.

Um caminho poucas vezes percorrido pelos atletas lusos, Travante será o 14.º português a atuar no derradeiro escalão do basquetebol espanhol, a Liga ACB.

Mike Richmond abriu o caminho, em 1997, quando se mudou para o Ourense, seguindo-se uma passagem, em 1999/2000, pelo Breogán. Nuno Marçal seguiu em 1999, quando se mudou para o Fuenlabrada. Paulo Pinto, no Gran Canaria (2000-01), Sérgio Ramos no Lleida (2001-05) e Fuenlabrada (2005-06), Matt Nover no Murcia (2003-04), João Santos no Valladolid (2004-08), José Almeida no Valladolid (2005-06), Cláudio Fonseca e Fábio Lima no Valência (2007-08), Heshimu Evans no León (2007-08), Carlos Andrade no Bruesa (2008-09), Sasa Borovnjak no Gran Canaria (2013-14), e João “Betinho” Gomes no Andorra (2014-16) fizeram o mesmo percurso ao longo dos últimos 20 anos.

Para Williams, integrar um grupo que inclui alguns dos maiores nomes do basquetebol português é um motivo de orgulho. “É uma honra fazer parte desse grupo. O Sérgio Ramos [treinador-adjunto da seleção portuguesa] deu-me alguns conselhos antes de eu sair. Lembrou-me para ser eu próprio! Manter a cabeça fria e o resto será como tem de ser!”, afirmou.

“Estou definitivamente entusiasmado por fazer parte de uma liga onde as melhores equipas/jogadores da Europa irão competir. É um testemunho do trabalho que tenho feito e também um reflexo do que a liga portuguesa pode ajudar a produzir”, explica Travante.

Peça fundamental nas equipas da Oliveirense e Sporting, formações onde conquistou inúmeros títulos individuais e coletivos, tornou-se cidadão português e a 25 de agosto de 2022 fez a sua estreia sob as ordens do selecionador nacional Mário Gomes, na altura num triunfo sobre a Roménia por 75-59. Registou nove pontos, três assistências, cinco ressaltos e um roubo de bola.

“Quando entrei para a equipa, não sabia o que esperar, estava só determinado em provar o meu valor e a dar o meu melhor. Desde então a seleção portuguesa tornou-se uma família da qual estou super entusiasmado por fazer parte! As gargalhadas, o ambiente, a forma como competimos”, elabora, antes de confessar a forma como evoluiu desde o primeiro jogo: “Agora encontrei um objetivo maior do que apenas marcar pontos e ser quem eu fui, o foco é inspirar os outros, aprender e crescer como uma unidade, e fazer o que é melhor para o futuro do basquetebol português”, confessa.

Após o apuramento para a qualificação para o EuroBasket 2025 e a forte campanha no torneio de pré-qualificação para os Jogos Olímpicos, onde Portugal mediu forças com fortes seleções do panorama europeu, Travante mostra-se orgulhoso por representar o seu estado natal, o Alasca, e a equipa das Quinas: “Tem sido uma bela viagem, mais especial por fazer isto pelo Alasca e por Portugal. Gosto tanto de ambos os lugares que o meu objetivo é continuar a fazer com que sejam reconhecidos. Quero mais para o país de Portugal e quero mais para o meu estado natal também! O objetivo é continuar a lutar por mais”.

De olhos colocados no futuro e na época que se avizinha, Travante vai enfrentar uma das competições mais equilibradas do basquetebol europeu. Recorde-se que na temporada transata o Manresa foi adversário do Benfica na fase de grupos da Basketball Champions League.

“Acredito que competir na Liga ACB me vai ajudar a melhorar. Quero trazer tudo o que aprendi para a seleção nacional e ajudar os meus irmãos a melhorar também. Quanto à qualificação para o EuroBasket, não tenho dúvidas de que vamos estar prontos para jogar a um nível suficientemente elevado para garantir uma vaga! Vamos Tugas!”, conclui.


Entrevista: 100 internacionalizações de Miguel Queiroz (Vídeo)

O capitão da Seleção Nacional, Miguel Queiroz, atingiu a marca dos cem jogos com a camisola da equipa das Quinas ao peito e a FPBtv não perdeu a oportunidade de conversar com o internacional português. Numa entrevista intimista, realizada ainda antes do centésimo jogo ao serviço de Portugal, o capitão das Quinas falou de um percurso que já se iniciou há 11 anos!


CA Queluz com minibasquete durante seis dias por semana

O Clube Atlético de Queluz (CA Queluz) tem, entre segunda-feira e sábado, minibasquete no seu recinto, o Pavilhão Henrique Miranda.

De forma a aumentar o número de praticantes, o clube da Linha de Sintra convida os jovens do sexo masculino, nascidos entre 2012 e 2018, a comparecerem no pavilhão.

São dois os turnos: um núcleo de mini 8, mini 10 e mini 12, com treinos à segunda e quarta-feira (18h30-20h) e ao sábado (10h30-12h); e um outro núcleo com treinos marcados para terça e quinta-feira (18h30-20h) e sábado (10h30-12h).

Mais informações em 917321269/916866342.


Portugal conclui participação no Europeu de sub16 femininos

A seleção nacional de sub16 femininos terminou a sua participação no Campeonato da Europa – Divisão A, prova que decorreu em Izmir, na Turquia, ao enfrentar a equipa da casa no encontro de classificação do 15.º e 16.º lugares.

Num encontro marcado pelo equilíbrio durante longos períodos de tempo, a vitória sorriu às adversárias por 69-61. O primeiro período ficou marcado pelas trocas de liderança entre ambas as formações, com Portugal a assumir a lidernaça durante grande parte da etaopa inicial, mas a reação turca surgiu no segundo período com um parcial de 19-8. Com maior eficácia no lançamento exterior, a toada continuou após o intervalo com a vantagem da Turquia a atingir os 15 pontos.

Contudo, as comandadas de Mariyana Kostourkova responderam e entraram na luta pelo resultado já na fase final da partida, colocando o jogo a apenas uma posse de bola (61-58). Apesar das tentativas de reação das jovens lusas, que tentaram atingir a vitória até ao soar da buzina, a eficácia adversária acabou por ser decisiva. Portugal mostrou-se ativo na defesa e conseguiu 12 roubos de bola, mas o lançamento de três pontos (15% de eficácia contra 32% da Turquia) foi chave para o desenrolar do encontro.

Com 26 pontos, 12 ressaltos, três roubos de bola e seis desarmes de lançamento, Carolina Silva foi a mais esclarecida no conjunto luso, mas contou com o apoio de Sara Albuquerque (9pts, 8res, 1ast, 1rb), Ana Alves (7pts, 6res, 4ast, 2rb) e Francisca Teixeira (7pts, 2res, 3ast, 4rb).

Fruto da classificação neste europeu, a equipa das Quinas desce à Divisão B na próxima época.


Sub16 femininas vão lutar pelo 15.º lugar no Europeu

A Seleção Nacional de Sub16 femininos vai disputar o jogo dos 15.º e 16.º lugares no Campeonato da Europa da categoria, em Izmir, na Turquia. Portugal foi derrotado pela Grécia por 61-46, esta sexta-feira, e o resultado implica a descida à Divisão B da seleção liderada por Mariyana Kostourkova, Luís Oliveira e Adriano Cerqueira.

O mau arranque de Portugal no encontro desta sexta-feira, com apenas 4 pontos nos primeiros dez minutos, deixou a Seleção Nacional em dificuldades, mas as atletas lusas não viraram a cara à luta e conseguiram, de forma progressiva, reentrar na discussão pelo triunfo. Apesar de nunca ter liderado o marcador, Portugal esteve a apenas um cesto de saltar para o comando em duas ocasiões (17-18 no 1.º quarto e 36-38 no 3.º).

Maria Palma (12pts, 4res, 4ast, 1rb) e Carolina Silva (11pts, 11res, 2ast, 3rb, 5dl) estiveram em bom plano na seleção portuguesa, que tem encontro marcado com a anfitriã Turquia, este sábado, às 10 horas, no jogo que decide os 15.º e 16.º lugares do Europeu.


Gilda Correia: “Em Portugal temos cursos muito bem construídos e que nos preparam para o FECC”

No passado mês de julho a treinadora e antiga internacional portuguesa, Gilda Correia, concluiu o FIBA Europe Coaching Certificate (FECC) a mais alta qualificação técnica do continente europeu.

O curso, que tem duração de três anos, estendeu-se entre 2021 e 2023 e decorreu em três anos consecutivos, com uma duração de sete dias em regime de internato, para além dos trabalhos solicitados nos períodos intermédios.

Após a conclusão do curso, Gilda Correia, que combina as posições de treinadora-adjunta da seleção nacional de sub20 femininos e treinadora-adjunta na equipa sénior feminina do SL Benfica, mostrou-se feliz com a experiência em entrevista à FPB:

Para quem não conhece o FIBA Europe Coaching Certificate, o que é o FECC?

O FECC é uma certificação europeia para treinadores. Temos uma série de conteúdos avaliativos nas áreas da comunicação, liderança, aspetos técnicos e táticos, e depois existem vários momentos de partilha e discussão com os preletores convidados. É um curso desenvolvido ao longo de três fases durante uma semana no verão, com clinics, avaliações, visionamento de jogos, debate, e penso ser uma grande mais valia para quem procura evoluir enquanto treinador.

Tendo em conta a experiência, que balanço fazes? Foi de encontro às expectativas?

O balanço é muito positivo, acho que ninguém passa pelo FECC e sai indiferente, acaba por sair com uma construção do pensamento melhor, com competências de comunicação e liderança também mais apuradas. Depois existe sempre a questão do networking, são treinadores de vários países com passados e realidades diferentes.

Olhando para o desenvolvimento do basquetebol em Portugal, quão importantes são estes momentos de partilha e conhecimento de outras realidades?

Em Portugal temos cursos de treinadores que são muito bem construídos e que nos preparam para uma eventual ida a um FECC. A diferença entre esses cursos e este é que o FECC é diferenciado em outras áreas. Está extremamente focado no desenvolvimento do atleta, mas também nas outras facetas que por vezes não são tão evidentes na construção do treinador, que são estas áreas da comunicação, liderança, nutrição, entre outras.


Seleção Nacional de sub16 femininos na luta pela manutenção na Divisão A

O Europeu de sub16 femininos da Divisão A regressa esta sexta-feira, com Portugal a defrontar a Grécia a partir das 14h30.

A Seleção Nacional, que vem de um jogo muito disputado frente à Eslovénia, tem neste jogo a primeira de duas “finais”. Em caso de triunfo nestes derradeiros encontros, a nossa Seleção garante a continuidade no topo do basquetebol europeu!

O duelo diante da Grécia pode ser visto aqui:


Polónia supera Portugal que termina no 3.º posto do Grupo B de Pré-qualificação para o Torneio Olímpico

Portugal não conseguiu superar a Polónia no jogo que poderia ter garantido a passagem às meias-finais da Pré-qualificação do Torneio Olímpico e termina a competição no terceiro posto do Grupo B.

A equipa das Quinas precisava da vitória por dez ou mais pontos para depender apenas de si, ou de um triunfo da Hungria sobre a Bósnia e Herzegovina, mas não conseguiu superar uma das Seleções anfitriãs da prova, a Polónia. Portugal não entrou bem em campo e logo nos dez minutos iniciais encaixou um parcial de 10-17. Além de estar em desvantagem no marcador, a formação lusa “perdeu” o base Diogo Ventura devido a lesão, infelicidade que encurtou as opções do Selecionador Mário Gomes. Apesar da desvantagem no marcador, a Seleção Nacional tentou sempre reverter a marcha do marcador, pese embora tenha sentido dificuldades, sobretudo nas finalizações próximas do cesto. Portugal foi também “castigado” com 24 pontos a partir de perdas de bola, bem como pela maior eficácia polaca no momento de lançar ao cesto. Mesmo tendo equilibrado a partida na segunda metade, os 11 pontos de desvantagem da primeira metade determinaram a derrota portuguesa (65-78) no encontro contra a 13.ª classificada do ranking FIBA. Diogo Gameiro (11pts, 1res, 1ast, 1rb), Miguel Queiroz (9pts, 5res), Gonçalo Delgado (8pts, 5res, 1rb), Rafael Lisboa (8pts, 3res, 5ast, 1rb) e Vlad Voytso (8pts, 8res, 1ast, 1rb) foram os jogadores com sinal mais na equipa das Quinas.

No final do jogo, Diogo Gameiro, o melhor marcador na Seleção Nacional, abordou a performance portuguesa: “Tivemos alguns momentos atípicos, algo que não se viu nos outros jogos. ‘Perdemos’ o Diogo (Ventura), uma infelicidade, que é sempre uma baixa importante na equipa. Não estando a fazer um jogo bem conseguido, não desistimos, nunca baixamos os braços e é isso que tem de ficar desta partida”, referiu. No que diz respeito ao trabalho desenvolvido pela Seleção Nacional, o base português mostrou-se orgulhoso da equipa, mas com o sentimento que a Seleção Nacional podia ter ido mais longe na competição: “O mês de trabalho foi bom, estivemos bem em Viana, na Jordânia tivemos muitos bons momentos. Fica o sentimento que podíamos ter feito mais, quer contra a Bósnia, quer neste jogo com a Polónia, apesar de terem sido jogos diferentes. Fico com a sensação que ainda conseguimos mais”, finalizou.

Já o selecionador, Mário Gomes, atribuiu a derrota em Gliwice à má entrada no jogo, mas acredita que o nível de jogo demonstrado deixa bons indicadores para o futuro da Seleção: “O início do jogo foi decisivo. Julgo saber porque que não conseguimos reagir durante a primeira parte, mas são coisas para falarmos internamente na equipa. A partir daí, contra uma equipa que é mais forte que nós, a jogar na casa deles torna-se tudo muito complicado. Lutámos e fomos atrás do prejuízo, mas não foi possível. O início marcou muito o que foram os 40 minutos deste jogo. Na antevisão referi que temos sempre quatro fatores estatísticos definidos para aos jogos e que cumprindo com três ficamos muito perto de vencer. Hoje cumprimos apenas um, portanto estivemos abaixo dos dois jogos anteriores. De qualquer das formas, jogamos ao nível mais elevado que alguma vez esta Seleção já jogou, durante dois jogos e meio. Vinte minutos abaixo do que precisávamos, mas no computo geral deixa-me satisfeito com a equipa e dá-nos garantias para o nosso objetivo número um: estar na fase final do EuroBasket 2025. Não é ‘fanfarronice’ da nossa parte almejarmos isso. Aquilo que fizemos aqui dá-nos garantias que temos capacidades para alcançar esse objetivo”, explicou.

O técnico português de 66 anos reafirmou ainda a honra que sente em orientar a Seleção Nacional, agradecendo a todo o grupo de trabalho pelo último mês em que a equipa das Quinas esteve concentrada: “Termino com um agradecimento a toda a gente que compõe esta equipa. Primeiro aos jogadores, à equipa técnica, aos fisioterapeutas e a todo o staff à volta desta Seleção. Para mim é uma honra treinar esta equipa. Em fevereiro voltámos a ver-nos”, concluiu.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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