Artigos da Federaçãooo

“Não pares em casa” com a Jr. NBA

Na rubrica “Não pares em casa” com a Jr. NBA desta semana contamos novamente com o treinador da Jr. NBA, Jeremiah Boswell, que contou com a ajuda de Malik Beasley (Minnesota Timberwolves), para uma sessão de treino completa. Além dos habituais exercícios de aquecimento, este “workout” também te dá exemplos de exercícios de drible, lançamento e condição física que podes fazer dentro de casa ou ar livre.


Com mais maturidade e prontas para a Liga Feminina

Ana Ramos e Carolina Bernardeco, duas bases que passaram os últimos anos nos EUA, estão de volta ao nosso país, e mostram vontade de singrar na Liga Feminina.

Após quatro anos na Universidade de San Diego, Ana Ramos tem um novo desafio pela frente, no União Sportiva. A jogadora de 21 anos explica o porquê da escolha: “Apesar de não ter os minutos desejados no EUA, nunca deixei de trabalhar. No Sportiva quero ganhar experiência e competir com jogadoras mais experientes. Escolhi este clube porque acho que tem as condições necessárias para atingir os meus objetivos”, afirma.
A MVP do Europeu de Sub16 femininos de 2015 mostra-se bem focada: “Estou mais madura. Tudo o resto, penso que se mantém. Passados quatro anos, obviamente que estou mais velha, e esta experiência em San Diego só me fez perceber ainda mais aquilo de que eu gosto e aquilo que quero fazer. E irei lutar/trabalhar para o fazer!”, vinca.
Mery Andrade, figura incontornável do basquetebol português, foi adjunta de Ana Ramos, algo fundamental: “A Mery Andrade foi a razão pela qual escolhi a Universidade de San Diego. Foi um alívio ter alguém que me pudesse ajudar no outro lado do oceano, sendo ela quem nós sabemos, uma ex-jogadora com bastante experiência. Ensinou-me muita coisa , mas o que mais me marcou foi a sua mentalidade e filosofia de trabalho, quase se pode comparar com a Mamba Mentality! Para sermos melhores temos que trabalhar, nada nos vai cair do céu”, finaliza.
Já Carolina Bernardeco esteve cinco anos em solo norte-americano e traz várias histórias para contar: “As melhores recordações que tenho foram o facto de poder treinar e jogar ao mais alto nível e de, ao mesmo tempo, poder tirar o meu curso. O que também vai ficar para sempre é o facto de ter que acordar às 4h30 da manhã para me ir preparar para o treino intenso que estava para vir todos os dias e o ter que sair desse mesmo e ter que ir treinar outra vez. Foram momentos marcantes e que nunca vou esquecer. Outra memória que fica para a vida foi ter jogado no pavilhão de Duke, conhecido como Coach K Court, completamente cheio, foi uma sensação incrível. E outra memória marcante foi o meu senior day, porque depois de ter passado por muitos altos e baixos, é o momento em que olho para trás e sinto que tudo valeu a pena”, conclui.
A antiga atleta da Universidade de Old Dominion, com 22 anos, assume o objetivo de disputar a Liga Feminina: “Sou uma jogadora com mais maturidade  e isso reflete-se nas decisões que tomo dentro do campo. O meu principal objetivo é poder jogar na nossa Liga”, não esconde.
Mas a passagem de Carolina Bernardeco pelos EUA também contou com uma experiência enquanto treinadora-adjunta da Universidade de Queens. A base fala do quão importante foi para si: “Estar numa equipa técnica foi uma experiência importante e que me deu uma perspetiva do jogo diferente. Estando do outro lado, foi possível perceber a importância da relação entre os jogadores e treinadores para que tudo dê certo. O meu trabalho no staff também passou pelo scouting e por definir uma estratégia para os jogos, e isso acrescentou-me conhecimento”, analisa.

“Apita tu também!”

Continuamos a desafiar-te para testares os teus conhecimentos sobre arbitragem! No décimo “Apita tu também” voltamos a abordar três situações de jogo distintas, onde só tens de analisar os lances e deixar o respetivo comentário com as tuas decisões na caixa de comentários das nossas páginas de Facebook Twitter.

Situação 1: Falta antidesportiva ou falta desqualificante?
Após uma entrada para o cesto em ato de lançamento, a atacante #15 cai ao chão e em seguida atinge com o pé a defensora #13. Qual a penalidade para a ação da atacante #15?
Situação 2: “Transposição de campo” ou não? Qual o tempo de ataque?
Após um lançamento ao cesto da equipa azul, que não toca no aro, a defensora #21 chega primeiro à bola e lança-a com uma mão apenas na direção do seu meio campo ofensivo, onde uma adversária recupera de novo a bola. Foi transposição de campo da equipa azul? O aparelho de 24″ deve continuar a contagem ou ser reposto em 24″?
Situação 3: Falta defensiva ou falta ofensiva?
A atacante recebe um passe quando corre em direção ao cesto e ocorre um contacto com a defensora que se colocou na sua trajetória. De quem é a responsabilidade por este contacto, da atacante ou da defensora?

“Basquetebol de lés a lés”

Inauguramos um novo espaço no nosso site onde vamos incluir todos os conteúdos criados por ti. Seja uma associação de basquetebol, um clube ou um mero apaixonado pela modalidade, partilhem com a FPB os teus cestos de verão!
Começamos esta nova etapa com a visita que o Carnide Clube fez a alguns dos seus atletas durante o período de quarentena, surpreendendo-os com um encontro que resultou (em muitos dos casos) no primeiro cesto em várias semanas.
Faz-nos chegar os teus conteúdos, enviando-os para o seguinte email – portugalbasket@fpb.pt


“Apita tu também!”

Esta quinta-feira vamos ter um novo desafio para ti, mas antes está na hora de resolver as três situações do desafio da semana que passou! 

Situação 1: “Flop” da defensora ou falta ofensiva?
Resposta: Falta ofensiva da jogadora laranja #7 que, ao recuar, ocupa o espaço da defensora, carregando-a.
Situação 2: Jogada legal ou passos?
Resposta: Passos. O jogador atacante só pode retirar os pés do chão para lançar ou passar. Para driblar tem que largar a bola antes do pé eixo sair do chão.
Situação 3: Falta pessoal ou falta anti-desportiva?.
Resposta: Falta Anti-desportiva. O jogador defensor para a transição defesa ataque sem fazer uma tentativa legitima de jogar a bola.

Phillipe da Silva na “Área Restritiva”

Na “Área Restritiva” desta semana tivemos o prazer de receber Philippe da Silva. O ex-internacional português trouxe-nos uma série de histórias únicas de uma carreira recheada de conquistas coletivas e individuais.
Podes rever o episódio desta semana na FPBtv, no Facebook ou na IGTV. Estamos de volta com um novo episódio no próximo domingo!


“Não pares em casa” com a Jr. NBA

O “Não pares em casa” com a Jr. NBA está de regresso e esta semana focamos atenções no passe e no lançamento. O treinador da Jr. NBA, Jeremiah Boswell, indica-te dois exercícios que te permitem melhorar no capítulo do passe e na finta de lançamento, com o extremo dos Miami Heat, Duncan Robinson, a deixar indicações para um exercício bem simples que podes fazer em casa para melhorares na hora de lançares ao cesto.


Estabilidade foi aposta ganha

O Imortal/AlgarExperience foi um dos “reis” da temporada 2019/20, graças a um percurso imaculado na Proliga com 22 vitórias em outros tantos jogos, sem esquecer a conquista do Troféu António Pratas e a boa campanha na Taça de Portugal. Quisemos saber as razões do sucesso com o treinador, Luís Modesto, e com os atletas Rui Quintino, Hugo Sotta e António Monteiro.

Luís Modesto, técnico do Imortal, não esconde a ambição colocada no projeto: “O Imortal, quando construiu a equipa para participar na Proliga, foi com o principal objetivo da subida de divisão e uma das metas secundárias era ganhar jogo a jogo, porque tínhamos a consciência de que o plantel nos dava garantias de podermos alcançar estes dois objetivos”, lembra.
O treinador de 45 anos explica as razões que determinaram uma época tão positiva: “Este sucesso está alicerçado num conjunto de fatores em que cada um teve a sua quota-parte de responsabilidade. Em primeiro lugar, a qualidade individual dos nossos atletas e a sua dedicação, depois as excelentes condições de trabalho que a direção do clube proporciona, quer aos atletas, quer ao corpo técnico. Não podemos esquecer o apoio fundamental e precioso dos nossos patrocinadores, onde se destaca o do Município de Albufeira, e também o apoio incondicional dos nossos adeptos, assim como da equipa técnica”, enumera.
O emblema algarvio está de volta à Liga Placard, estando ainda na memória a curta passagem pelo campeonato em 2018/19. Para Luís Modesto, todos os esforços estão a ser feitos para que o futuro seja risonho: “Após uma experiência mal conseguida na época 2018/19, o principal objetivo na próxima temporada será, sem dúvida, assegurar a permanência na Liga Placard. Para isso se concretizar, a direção do clube está a fazer o seu trabalho para continuar a proporcionar excelentes condições de trabalho para todos, mesmo numa conjuntura desfavorável, devido à dificuldade em garantir apoios financeiros, motivada pelo problema da pandemia da COVID”, realça.
Rui Quintino foi um dos “craques” que chegou há um ano a Albufeira, sua cidade-natal, e por isso este ano foi especial: “O meu futuro passa pelo Imortal. Estou bastante satisfeito por representar o clube e poder ajudá-lo a crescer. A equipa foi contruída de raiz com o objetivo, não só de regressar à Liga, mas também de aproveitar a experiência adquirida por todos os intervenientes durante esta época. Estou bastante otimista porque acredito que este projeto, apoiado pela cidade de Albufeira, tem condições e potencial para ser uma referência do basquetebol no nosso país”, afirma.
Outro jogador garantido para a próxima temporada, no Imortal, é o influente poste Hugo Sotta, que destaca a estabilidade do plantel: “Todos os jogadores portugueses e estrangeiros tinham contrato de dois anos, e isso criou uma dinâmica de grupo que nos vai ajudar a entrar na Liga noutro patamar, com uma ligação já criada. Os novos jogadores que vierem vão colocar ainda mais qualidade nesta equipa, por isso só há razões para estar otimista. Sabendo que a Liga está bastante competitiva, teremos ainda de ser mais sérios e trabalhadores para poder dar o tal passo em frente”, avisa.
Ainda sem mostrar certezas quanto ao futuro, mas igualmente muito grato ao Imortal temos António Monteiro. Com uma carreira já bem preenchida, o jogador de 31 anos enaltece a importância da experiência no Algarve: “Sem dúvida de que foi a época de que eu precisava. Sou um jogador que já conquistou tudo o que havia para conquistar a nível coletivo em Portugal, e as pessoas pensavam que vir para o Imortal ou para a Proliga era um passo atrás. E no início foi um passo atrás, no sentido em que estava habituado a lutar por títulos e a jogar na Europa. A qualidade não é a mesma, isso é verdade, mas sinto que evoluí muito mais esta época, porque joguei muitos minutos e é isso que um jogador quer e precisa. Por isso, posso dizer que dei um passo atrás e que, logo em seguida, dei dois em frente”, vinca.

“Apita tu também!”

O “Apita tu também!” está de regresso! Coloca-te no papel dos árbitros e deixa a tua opinião na caixa de comentários das nossas páginas de Facebook Twitter.

Situação 1: “Flop” da defensora ou falta ofensiva?
Situação 2: Jogada legal ou passos?
Situação 3: Falta pessoal ou falta anti-desportiva?

“Betinho”: “Não lidero pelo que digo, mas sim pelo exemplo”

Às 76 internacionalizações pela equipa das quinas, João “Betinho” Gomes juntou nova distinção ao vasto currículo e, na época de regresso à Liga Placard, destacou-se como o português mais valioso do campeonato. Sem privilegiar os feitos individuais, o extremo de 35 anos olhou para a atípica temporada de 2019/20 e realçou os feitos alcançados pelo coletivo que encontrou no regresso ao Sport Lisboa e Benfica.

 

É precisamente o regresso à Luz que o #15 das águias começa por referir, justificando a aposta no clube que representou entre 2011 e 2014 como o único caminho a seguir para voltar a conquistar títulos: «Decidi voltar e tinha de ser para o Benfica, onde se faz um trabalho sério, com muitas boas condições. Sabia que aqui podia continuar a lutar por títulos. Quando jogava em Trento fui duas vezes à final e não ganhei o campeonato, aqui no Benfica sabia que isso era possível, apesar da infelicidade do cancelamento da época», explica.
No global da temporada, mesmo que esta não tenha chegado ao fim, “Betinho” fez um balanço positivo da época que ficou marcada pela boa campanha europeia dos vice-campeões nacionais: «Tivemos um ano muito positivo. Estivemos a pouco de conseguirmos algo inédito, que seria passarmos a segunda fase de grupos da FIBA Europe Cup, mas nunca é fácil jogar no campeonato e nas competições europeia em simultâneo», afirmou.
Sem destacar nenhum momento em específico vivido durante o ano, o ex-internacional luso optou por salientar o espírito resiliente que encontrou no plantel: «não destaco nada em particular deste ano, no entanto mesmo com as provas europeias e com as lesões, a equipa acabou por se manter unida e sempre na luta pelo primeiro lugar do campeonato. Isso define esta equipa. Mesmo com dificuldades, demos sempre um passo em frente», conta.
Peça fundamental na manobra de Carlos Lisboa, dentro e fora das quatro linhas, “Betinho” explicou como faz sentir a sua influência no conjunto encarnado: «Sou uma pessoa bastante tranquila, muito calmo. Tento transmitir essas sensações à equipa nos momentos complicados dos jogos. Não lidero pelo que digo, mas sim pelo exemplo. A forma como trabalho é que me define. Sou o primeiro a chegar ao pavilhão e o último a sair», refere.
Desafiado a nomear o jogador mais complicado de travar durante a temporada e a equipa mais difícil de defrontar, o MVP Nacional não se coibiu em apontar dois nomes: «Há muitos bons jogadores, mas escolhendo um optava pelo Marqueze Coleman do Vitória SC. Causou-me alguns problemas, foi o jogador mais difícil de defrontar esta época. No que diz respeito ao coletivo, a equipa mais desafiante diria que foi a UD Oliveirense. Tenho muito respeito pelos jogadores que eles têm no plantel e realço o José Barbosa que é um jogador espetacular, que sabe por a equipa a jogar. A ajuda do treinador Norberto Alves, que é dos melhores da nossa Liga, fazem deles um excelente adversário», finaliza.

“Apita tu também!”

As três situações de jogo da semana passada foram resolvidas, com as soluções para os três casos a serem detalhadamente explicadas. Esta quinta-feira teremos novo desafio!

Situação 1: Durante um ataque da equipa azul, o jogador #4 recebe a bola, efetua um drible e realiza um lançamento, sob pressão do jogador #12. Após largar a bola no lançamento, existe um contacto entre ambos os jogadores. Falta normal do jogador #4, falta antidesportiva do jogador #4 ou “no call”?
Resposta: Ocorre uma falta antidesportiva do jogador azul #4. Este jogador é responsável pelo contacto violento com o cotovelo sobre o defensor. Este contacto forte, claramente excessivo, tem de ser assinalado como contacto antidesportivo, não podendo ser desprezado.
Situação 2: O jogador #12 vai efetuar uma reposição de bola em jogo pela linha final. Passa a bola para dentro de campo, a bola toca nas costas do jogador #6 e o jogador atacante #12 volta a agarrar a bola e lança ao cesto. Esta ação é:  Jogada legal ou jogada ilegal, pois o jogador amarelo #12 não tem ambos os pés dentro de campo quando agarra a bola?
Resposta: A Jogada é legal. O jogador amarelo #12 já se encontra dentro de campo quando contacta novamente com a bola e a agarra para lançar. A posição de um jogador é determinada pelo local onde toca o solo (Art. 11 das Regras Oficiais). Quando ele toca a bola, um dos seus pés já está dentro de campo (o outro está no ar), logo situação legal.
Situação 3: O jogador #4 inicia um contra-ataque fazendo um passe para o seu colega #31, que recebe a bola em movimento, e inicia o ato de lançamento para o cesto. Esta jogada do jogador #31 é: Jogada ilegal ou é uma jogada legal?
Resposta: O jogador #31 não comete qualquer violação, a jogada é legal. De acordo com o Art. 25 (regra dos passos), o jogador #31 recebe e controla a bola enquanto tem um pé (esquerdo) no solo – passo zero, e de seguida faz mais dois apoios – passo um e passo dois, lançando a bola ao cesto de seguida antes de regressar com um ou ambos os pés ao solo novamente.

“FPB Guinness Challenge”

O último “FPB Guinness Challenge” desafia-te a completares o máximo possível de dribles no espaço de um minuto. O objetivo passa por tentares quebrar o recorde estabelecido por Luis Diego Soto Villa no dia 23 de maio de 2018. O Luis conseguiu um total de 61 dribles em oito em 60 segundos, consegues fazer melhor?

1) Tal como a Laura Ferreira exemplificou, tenta fazer o maior número de dribles em oito num minuto;
2) Publica o vídeo nas histórias do Instagram, com o perfil PÚBLICO, identifica @fpbasquetebol e usa a hashtag #fpbguinnesschallenge;
3) No final do vídeo desafia três amigos para cumprirem este desafio e identifica-os;
O vencedor deste primeiro desafio será aquele que conseguir mais dribles em oito no espaço de 60 segundos. O challenge termina no próximo domingo e segunda feira revelamos o vencedor que terá direito a um voucher de 30€ na loja FPB. Boa sorte!

Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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