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“Os jogadores são campeões todos os dias pela forma como trabalham e pela sua atitude”

 

Segue-se o FC Porto na final da competição, com o primeiro jogo agendado já para este sábado (21h30, FPB TV), e por isso estivemos à conversa com Norberto Alves, treinador da turma da Oliveira de Azeméis, que não poupou nos elogios à sua equipa.

A Oliveirense não perde desde 4 de abril, tem um trajeto limpo nestes Playoffs e em cinco duelos diante do FC Porto venceu sempre. Tais factos conferem favoritismo à sua equipa?

Não sei e para nós não é importante a questão do favoritismo. Se fosse estaríamos nós na final? Quem tem de treinar à noite porque mais de 1/3 dos jogadores tem os seus empregos, raramente jantando com a família durante nove meses, treinando em diferentes pavilhões não está focado no favoritismo deste ou daquele mas… em ganhar!  Ganhar para que todo esse sacrifício e trabalho façam sentido. Jogamos sempre com a mesma atitude, humildade e ambição. Vai ganhar quem jogar melhor e ambas as equipas podem vencer.

 

O FC Porto surge em boa forma nesta final, ainda para mais depois de ultrapassar o SL Benfica. Quais são os maiores perigos dos "dragões" nesta altura?

O FC Porto é uma equipa muito bem organizada e orientada. Sabe o que está a fazer em campo. Tem excelentes jogadores e com experiência nestes momentos. Vêm muito motivados da meia-final e com um excelente ritmo de jogo. Colocam-nos sempre problemas ao nível do ressalto, visto ser uma equipa mais alta do que nós.

 

Vencer os dois primeiros jogos será fundamental ou o fator casa não terá assim tanta importância?

Queremos vencer e pensar jogo a jogo, seja em casa ou fora. Foi assim que fizemos todo o campeonato e vamos manter essa perspetiva de abordagem dos jogos. Em casa temos os nossos fantásticos adeptos a ajudar. Mas iremos sempre lutar até à exaustão para lhes dar a alegria que desejam, seja em casa ou fora.

 

É inegável o poderio da Oliveirense, o seu excelente plantel, mas mesmo assim, no início da época, esperava um rendimento tão alto e a forma irrepreensível como chegou à final, lutando agora pelo título?

Logo no início da época disse que queríamos vencer o campeonato. Eu acredito nos meus jogadores, no nosso trabalho e na organização do clube. Vencer o campeonato é um sonho para o clube, para os nossos adeptos, para a cidade e, principalmente, para estes fantásticos atletas. Eles são campeões todos os dias pela forma como trabalham e pela sua atitude. Está de parabéns o Hélder Albergaria por conseguir construir uma equipa com jogadores de qualidade e carater, apesar de ter um orçamento muito limitado.

 


“Fomos uma equipa muito consistente desde o primeiro momento”

 

Em entrevista à FPB, Moncho López, treinador dos “dragões”, projetou este grande duelo, vincando que a sua equipa tem revelado consistência ao longo de toda a temporada.

O FC Porto surge nesta final depois de eliminar o Benfica, na "negra", no Pavilhão Fidelidade. Em termos motivacionais este pode ser um grande estímulo para a sua equipa? 

Honestamente, em termos motivacionais não tem nenhuma influência o número de jogos necessários para vencer a meia-final. Podiam ter sido três, quatro ou cinco, e também um outro adversário, que a motivação e a lógica nestas situações seriam aquelas que toda equipa sente quando marca presença numa final de campeonato.

 

O FC tem dado mostras de grande evolução, surgindo num momento de forma muito positivo nesta altura da temporada. Quais as principais razões que explicam esta subida de rendimento? 

Discordo absolutamente com o enunciado da pergunta, porque a equipa tem mostrado desde a pré-época um nível de jogo que me satisfaz mais que qualquer das oito épocas anteriores em que já sou treinador do FC Porto. Desde o primeiro momento temos sido competitivos, como demonstra a boa campanha europeia com quatro vitórias, a presença na Final Four da Taça Hugo dos Santos, a presença na Final 8 da Taça de Portugal e agora a presença na final dos Playoffs; acho que não estou enganado se disser que somos a única equipa do país a marcar presença nestes pontos altos. Se o entrevistador fizer uma análise objetiva dos diferentes itens estatísticos que refletem o rendimento de uma equipa, poderá observar que fomos uma equipa muito consistente desde o primeiro momento, até agora. Se o que interessa é um comentário simplista dos resultados, também pode verificar que as séries de vitórias/derrotas não diferem do acontecido nos Playoffs, mas é verdade que a diferença para épocas anteriores é que não temos conquistado nenhum título e, neste sentido, qualquer conhecedor da modalidade percebe que a diferença entre uma vitória e uma derrota nem sempre tem a ver com o “momento de forma ou subida de rendimento”, como foi perguntado. 

 

Segue-se a UD Oliveirense, líder da Fase Regular, e que esta temporada bateu o FC Porto nos cinco duelos já realizados. O que é que a sua equipa terá de fazer de diferente para reverter a situação? 

Desde o primeiro jogo da época contra a Oliveirense, o nosso grupo de atletas assumiu que não se trata de fazer de diferente, mas sim de fazer melhor. Somos uma equipa com comportamentos técnico-táticos muito característicos e conhecidos pelo nosso adversário, o que nos obrigará a jogar com um rigor, concentração e esforço mais elevados do que nos jogos anteriores frente a eles, e isso mesmo vamos fazer. 

 

A condição de líder da Oliveirense dá-lhe algum favoritismo ou pensa que os pratos da balança pesam o mesmo? 

A história do campeonato diz que o líder da fase regular não tem garantido o título de campeão nos Playoffs. Eu acho que todo o favoritismo que a Oliveirense merece prende-se com o talento do seu plantel e a consistência do seu jogo ao longo da época, sendo irrelevante a posição na tabela classificativa; se queremos dar valor à classificação são três vitórias de diferença, e não cinco, o que determina maior favoritismo de um lado e outro, porque cinco são as derrotas da Oliveirense no campeonato e oito as do FC Porto. Do nosso lado, somos FC Porto, somos obrigados a assumir o favoritismo em todas as provas nacionais, independentemente de qualquer outra circunstância, e fazemos isso com naturalidade e confiança. 

 


Matosinhos no epicentro das decisões no escalão de Sub16

O Centro de Desportos e Congressos (CDC) de Matosinhos e o Pavilhão Eng. António Maia, em Guifões, acolhem as partidas, sendo que poderão encontrar aqui toda a informação.

 

Na ala masculina lutam pelo título FC Porto, Sporting CP, Barreirense/Crosstaff e Académico FC, enquanto na vertente feminina temos CPN, CD Escola Francisco Franco/C. Dentário, CBQ e Quinta dos Lombos.

 

De referir que esta sexta-feira os campeonatos abrem com os seguintes jogos:

 

Sub16 masculinos (Pavilhão Eng. António Maia)

FC Porto vs. Sporting CP (20 horas)

Barreirense/Crosstaff vs. Académico FC (22 horas)

 

Sub16 femininos (CDC de Matosinhos)

CPN vs. CD Escola Francisco Franco/C. Dentário (19h30)

CBQ vs. Quinta dos Lombos (21h30)

 

 


Final da Taça Nacional de Seniores Masculinos discute-se este sábado

 

Guifões SC B e Salesianos de Lisboa – Oficinas de São José discutem o tíulo, num dia ainda marcado por um torneio de 1×1 + lances livres (9 horas) e pela final do Campeonato Distrital de Sub14 femininos, que opõe o BC Limiense à ED Viana.


Taça Nacional de Sub16 masculinos anima Reguengos de Monsaraz

 

Para sábado estão agendadas as meias-finais GD Gafanha/Óptica Branco vs. CD Escola Francisco Franco/Auto Precisão (15 horas) e Algés vs. União Sportiva (17 horas), enquanto no domingo terão lugar a partida de atribuição do 3.º e 4.º lugar (9 horas) e a final (11 horas).


Coimbra recebe fase final da Taça Nacional de Sub16 femininos

 

Por seu turno, já no domingo, lugar para o desafio de 3.º e 4.º lugar (9h30) e claro, para a grande final (11h30).


FC Porto triunfa na Luz (90-96, após prolongamento) e segue para a final da Liga Placard

Tal como durante toda a meia-final, o equilíbrio foi a nota dominante durante a partida, que começou favorável para o conjunto de Moncho López, sendo que ao intervalo o marcador ditava uma vantagem de 11 pontos para os "dragões" (36-47).

 

Depois do período de descanso sentiu-se a reação dos homens da casa que, através de um fantástico parcial (29-15), conseguiram empatar a partida (80-80) no final do tempo regulamentar.

 

Já durante o tempo extra o FC Porto conseguiu superiorizar-se aos "encarnados" através de um parcial de 10-16 que se demonstrou determinante para o estabelecimento do resultado final em 90-96.

 

Na equipa de José Ricardo Rodrigues são merecedoras de destaque as exibições de Raven Barber (19pts e 5res), Damier Pitts (15pts, 7as e 2rb) e Carlos Morais (13pts, 3as, 3res e 2rb), enquanto nos "azuis e brancos" brilharam Miguel Miranda (21pts), Will Hanley (17pts e 8res), Sasa Borovnjak (16pts, 4res e 3as), Marcus Gilbert (15pts, 7res e 4as), Ferrán Ventura (12pts e 2res) e ainda Pedro Pinto (10pts, 7as e 2res).

 

As finais da Liga Placard arrancam já no próximo sábado, em Oliveira de Azeméis, pelas 21h30, com transmissão em exclusivo na FPBTV.

 


Imagens de uma Convenção de Minibasquete que fica para a história! (VÍDEO)


Clinic Internacional ANTB Cidade do Barreiro

 

Desafiamos, assim, todos os treinadores a marcarem presença neste momento formativo que conta no seu programa com preleções de treinadores de renome internacional e nacional, durante o dia de sábado e manhã de domingo e, ainda, com palestras/debates para interação com todos os presentes, que culminará com o Jantar de Gala da ANTB, no final do dia de sábado,

 

Mais informações em breve (https://goo.gl/7AV4gL).

 


Todos os caminhos vão dar à Luz!

 

Portanto, seja no pavilhão ou através do nosso canal, não percam a oportunidade de seguir um embate de luxo, um privilégio para a modalidade!

 


Liga Placard: Pitts, Gilbert e Ellisor voaram mais alto

O base do SL Benfica conseguiu 25 pontos, 4 ressaltos e 3 assistências na vitória dos “encarnados” sobre os “azuis e brancos” no jogo 3, enquanto o extremo do FC Porto somou 12 pontos, 13 ressaltos e 6 assistências na partida que deu o empate na eliminatória. Por sua vez, Ellisor foi decisivo no triunfo que deu à UD Oliveirense o acesso à final, graças aos 26 pontos, 3 ressaltos e 4 roubos de bola no jogo 3 frente ao Vitória SC Guimarães.

 


“Vejo o SC Braga a poder chegar à Liga a curto/médio prazo”

A FPB entrevistou João Chaves, treinador do emblema minhoto, que realçou os maiores méritos dos seus jogadores, revelando ainda confiança no futuro do clube, com os olhos postos em subir mais degraus.

 

Nota: Foto retirada do Facebook “SCBragaNews”

O SC Braga assegurou o título diante da Academia do Lumiar, equipa que averbou apenas duas derrotas ao longo da Fase Regular. Quais foram os principais segredos do triunfo?

Acho que podemos dizer que não há segredos, apenas muito trabalho e dedicação por parte de todos, desde os jogadores à equipa técnica, não esquecendo o staff e a estrutura do clube. Todos contribuíram com a sua parte para que estivéssemos o mais preparado possível e para que conseguíssemos alcançar o título. Relativamente ao jogo em si, delineámos um plano e conseguimos cumpri-lo a maior parte do tempo, o que acabou por nos premiar com a vitória. Sabíamos que a equipa adversária era mais alta do que nós, mais forte fisicamente, mas tentámos sempre colocá-los desconfortáveis no nosso jogo, jogando a um ritmo elevado, com muita dinâmica ofensiva e defensiva, o que acabou por se provar ser o plano certo. Acredito também que o facto da Série Norte ter sido mais equilibrada do que a do Sul acabou por nos preparar melhor para este tipo de jogos. Ao longo da época tivemos muitas partidas disputadas até ao último segundo e, como tal, quando isso aconteceu na final já estávamos habituados às sensações e emoções desses momentos e acabámos por estar mais confortáveis do que o nosso adversário.

Quais as principais razões que ditam esta conquista e a subida de divisão, olhando para toda a temporada? Houve algum momento-chave?

As principais razões são o trabalho desenvolvido pelo clube ao longo dos últimos anos. Temos uma equipa extremamente jovem, mas já com muitos anos de basquetebol e até experiência na equipa sénior. Quando iniciámos esta caminhada (há seis anos) foi-nos proposto pegar nestes “miúdos”, muitos ainda em idade Sub12, e fazê-los crescer em todos os sentidos para poderem chegar à equipa sénior. A verdade é que esta equipa é um misto de várias gerações do clube, com atletas com muito talento e que, somando a isso todo o compromisso e empenho com que abraçaram o projeto, culminou com este feito histórico. De realçar também todo o trabalho desenvolvido pelos treinadores da formação que fizeram com que os jogadores chegassem à equipa sénior com o maior número de “armas” possível para encararem a competição desta forma tão competitiva. Nesta temporada, penso que o momento-chave acabou por ser a vitória na casa da ACR Vale de Cambra, já na Segunda Fase do campeonato, o que nos permitiu ficar a depender apenas de nós até ao final e nos fez acreditar que era possível alcançar o objetivo da subida.

O SC Braga vai marcar presença na Proliga, num passo importante para o clube. Olhando para a marca que representam, até pela sua força e grandeza, estaremos na presença de um projeto com os olhos postos na Liga Placard? Há potencial para isso?

Potencial não tenho dúvidas de que existe, desde a dimensão do clube à qualidade dos jogadores, mas também temos noção de que demos o primeiro passo e que não podemos querer acelerar o processo sob pena de darmos passos maiores que as pernas. A palavra da direção sempre foi “sustentabilidade” e, como tal, queremos continuar a seguir as nossas ideias, que acreditamos que nos podem levar até à Liga. Este é um projeto de formação que começa a dar provas que também pode ser de competição, mas só faz sentido se a linha de pensamento se mantiver. Sabemos, naturalmente, que temos de fazer alguns ajustes, conversar com o clube e perceber também as ideias deles e então voltar a planear e projetar o futuro. Fechámos a primeira fase deste projeto e vamos dar início à segunda, o que obrigará a mais e maiores sacrifícios de todos. Na minha cabeça vejo o SC Braga a poder chegar à Liga a curto/médio prazo, mas também vejo isso acontecer com o plantel a ser composto pela grande maioria de atletas da formação. Só assim faz sentido para nós chegar à Liga, mas com os nossos!

 


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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