Artigos da Federaçãooo

“Tentaremos usar o fator casa a nosso favor”

Na sua opinião, o facto do CD Póvoa acolher esta fase final acaba por dar à sua equipa alguma dose de favoritismo?

Em teoria, sim! Contudo, porque estamos perante adversários habituados a estar presentes em pontos altos, penso que esse não será o fator determinante. Para além disso, existe sempre uma gestão emocional que é preciso cuidar para que não se vire contra nós. Na prática, certamente que tentaremos usar esse facto a nosso favor.

 

O título nacional sempre foi um grande objetivo para esta temporada?

O grupo de atletas é ambicioso. O facto de nos últimos anos uma parte deste grupo de jogadoras ter estado presente em duas finais nacionais fez com que esse fosse um pensamento presente em todo o grupo. No entanto, fomos sempre colocando objetivos intermédios que culminaram na presença na fase final. Como sempre disse ao grupo, considero "o título nacional" uma consequência e não um verdadeiro objetivo.

 

Como classifica as equipas adversárias que terão pela frente?

São equipas com elevada qualidade individual e coletiva. Contam com a presença de jogadoras internacionais, habituadas a presenças em pontos altos nacionais e internacionais. O CPN é uma equipa que já defrontámos várias vezes este ano, e por isso mesmo conhecemos o seu potencial tático, coletivo e individual. As equipas do sul (Lombos e GDESSA) são equipas que apresentam experiência e ritmo competitivo elevadíssimo que advêm da sua presença na maior competição nacional, a Liga Feminina de Basquetebol.

 

Em que aspetos as suas jogadoras terão de ser mais fortes para vencer a competição?

Primeiro, teremos que ter uma capacidade de superação constante, sem perder o controlo emocional. Segundo, teremos que ser uma equipa coesa a defender e fazer desta a nossa maior arma. Terceiro, teremos que ser coletivos a atacar. Por último, teremos que ser ainda mais solidários.

 


“Tudo faremos para elevar o nosso CPN bem alto”

Francisco Costa, treinador da formação de Ermesinde, que terminou a Fase Regular – Zona Norte na liderança, espera dificuldades, mas promete muita luta e dedicação para que o CPN revalide o título nacional conquistado na época anterior.

 

O CPN terminou a Fase Regular – Zona Norte na primeira posição. Acha que essa prestação traz algum tipo de favoritismo à equipa para esta Fase Final?

Entendo o porquê da questão, mas honestamente não. Durante a época, todas as partidas com a equipa do Norte (CD Póvoa) também apurada foram marcadas pelo equilíbrio – apesar de dois jogos com margens algo dilatadas, um para cada lado – e sabemos que do Sul vêm duas equipas onde grande parte das atletas evolui na Liga Feminina, pelo que por estes motivos, não creio que traga qualquer tipo de favoritismo, mas sabemos que representamos o clube Campeão Nacional em título, estamos conscientes "dessa responsabilidade", e estamos preparados para dar o nosso máximo, o nosso melhor nestes três dias.

 

O título nacional sempre foi um grande objetivo para esta temporada?

Desde o início da época que fomos colocando objetivos intermédios – apuramento para a Fase Final Distrital, Título Distrital e apuramento para a Fase Final Nacional, tendo alcançado com sucesso todos os objetivos. Estamos pelo 3º ano consecutivo na Fase Final Nacional de Sub-19, sabemos o quanto é importante uma boa entrada na Final 4 e que neste três dias, tudo é possível!

 

Como classifica as equipas adversárias que terão pela frente?

Serão sem dúvida alguma três adversários complicados. Obviamente que temos um melhor conhecimento do CD Póvoa, equipa contra a qual já jogámos 5 vezes esta época, e que se caracteriza por ter um cinco base forte e consistente, e decerto que jogando em casa irá ter uma palavra a dizer, sem dúvida alguma. O GDESSA e a Quinta  dos Lombos são duas equipas que ainda no mês passado marcaram presença na Fase Final da Liga Feminina, tendo atletas Sub-19 a fazer parte desses plantéis, algumas com papel de relevo e preponderantes, pelo que serão sempre equipas fortes, intensas! Como disse no início, três adversários complicados, mas não inalcançáveis!

 

Em que aspetos as suas jogadoras terão de ser mais fortes para vencer a competição?

Este foi um ano algo atribulado para este grupo, onde entre subidas de escalão e lesões, da equipa que no ano passado se sagrou campeã nacional estão seis atletas prontas para atacar esta Fase Final, logo é um grupo completamente diferente do anterior. Diferente nos nomes, mas não na vontade, querer e determinação, características que são imagem de marca do  nosso clube. Sabemos das nossas capacidades, pelo que teremos de ser acima de tudo, fortes mentalmente, de maneira a encarar esta fase final com a seriedade necessária. E por isso posso garantir de antemão que este será um grupo que mais uma vez tudo fará para elevar o nosso CPN bem alto


“Vitórias em playoffs passam principalmente pela defesa”

Isso implica vencer um jogo na ilha Terceira, um campo que Miguel Barroca considera ser sempre complicado, e perante um adversário com muita qualidade. Para vencer nos Açores, o base do clube da Tapadinha aposta na continuidade de uma boa defesa, e no ataque a equipa tem de continuar a ser agressiva perante qualquer tipo de defesa. O grupo está naturalmente entusiasmado, mas Miguel relembra que nada ainda foi alcançado. O facto de os insulares não terem margem para erro poderá ser explorado pelo conjunto de Alcântara no jogo 2 agendado para o próximo sábado, às 20h30. O jogo 3, caso seja necessário, será igualmente disputado no Pav. Tomás de Borba, na ilha Terceira, no domingo pelas 16 horas.

 

O jogo 1 foi muito equilibrado durante 30 minutos. O que ditou a vossa superioridade, e permitiu conseguirem um parcial de 22-6 durante o 3º periodo do encontro?

 

Continuámos a acreditar no plano que estava definido e mantivemos o controlo emocional. Estivemos muito concentrados na defesa, contestando todos os lançamentos e tentando garantir ao máximo a luta das tabelas, principalmente a nossa.

 

Sofreram 53 pontos, sinal que a defesa foi o segredo da vitória? E quais as principais preocupações defensivas que terão de se manter até final da eliminatória?

 

Não é segredo nenhum que quem defende bem tem mais hipóteses de ganhar jogos. O Terceira é uma equipa que alterna bastante bem o jogo exterior com o jogo interior, e o nosso objectivo é tentar tirá-los dos seus movimentos de forma a obrigá-los a lançar fora das suas posições mais confortáveis. É também uma equipa que gosta de correr e passa por nós não permitir que o façam.

 

Os 28 lances-livres de que beneficiaram traduzem agressividade ofensiva da vossa parte? E se foi o aspeto do jogo que fez a diferença entre as duas equipas?

 

Estivemos muito agressivos a atacar, tanto contra homem como contra zona, e conseguimos com isso ganhar muitas idas para a linha de lance livre. Sabemos que temos que atacá-los não só para ganhar faltas como também para libertar os nossos atiradores.

 

Numa análise ao jogo 1, acha que o Atlético pode e deve fazer melhor em alguma área do jogo?

 

Há sempre espaço para melhorar, não há jogos perfeitos. Já começámos a preparar o próximo jogo, analisando o anterior e melhorando certos aspectos. Como disse anteriormente, sabemos que as vitórias em playoffs passam principalmente pela defesa e esse deve ser o nosso foco principal.

 

Qual o estado de espírito da equipa sabendo que estão a uma vitória de garantir a subida de divisão?

 

Estamos calmos, confiantes e motivados. Não é altura de euforias porque ainda não conquistámos nada e precisamos de uma vitória em casa de um adversário muito forte, num pavilhão sempre difícil. Por outro lado, sabemos que eles neste momento estão com uma maior pressão porque uma derrota no sábado acaba com a época deles. Queremos que essa pressão jogue a nosso favor. 


Clinic Internacional de Treinadores em Angra do Heroísmo

Antonio Carrillo e Mário Silva serão os formadores, sendo que as inscrições se procedem através do seguinte endereço: gtecnico@sapo

Fiquem com o cartaz, onde poderão consultar o perfil de cada um dos formadores.


FC Porto aumentou a vantagem para 2

O triunfo, por 83-68, coloca os azuis e brancos a uma vitória da final, mas a Ovarense tem ainda uma palavra a dizer na eliminatória, até porque os jogos 3 e 4 serão disputados, em Ovar. A equipa liderada por Moncho López teve que lidar com a aproximação pontual do adversário já durante o 4º período, embora tenha resolvido o encontro a seu favor nos últimos quatro minutos.

 

Os primeiros 3 minutos foram favoráveis à Ovarense (5-2), mas rapidamente o FC Porto deu a volta ao resultado (7-5), embora só nos minutos finais do período tenha conseguido aumentar a distância. Os contra-ataques e os tiros de três pontos (DeVries e Queiroz) voltaram a ser as armas utilizadas pelos dragões para fugirem na frente (21-13).

 

Os vareiros chegaram a estar a cinco pontos (18-23), mas um parcial de 9-0, voltou a afastar os dragões no comando (32-18). Nuno Morais com um triplo interrompeu esse bom momento do FC Porto (21-32), e a Ovarense beneficiou de mais dois lançamentos de longa distância para baixar a diferença pontual para a casa das unidades (29-38). Queiroz respondeu da mesma forma (41-29), e o intervalo chegou com a mesma diferença entre os dois conjuntos (43-31).

 

O 3º período foi relativamente tranquilo para a equipa que seguia na frente, pois em momento algum o conjunto de Ovar ameaçou chegar perto da liderança (60-52). Já os últimos 10 minutos foram bastante mais emocionantes, até porque trouxeram mais incerteza quanto ao vencedor. Ainda que que o FC Porto em momento algum tenha permitido que a Ovarense conseguisse a reviravolta no marcador.

 

A Ovarense abriu o 4º período com 5 pontos consecutivos (57-60), encostou mesmo a dois pontos (60-62), mas DeVries, com mais um triplo, permitiu que o FC Porto respirasse de alivio. Passado pouco tempo, os vareiros voltam a estar a dois (65-67), depois de mais um tiro de 3 pontos de Miranda, sendo que a seguir os triplos se sucederam nas duas tabelas. E seria um da autoria de Tinsley, que daria uma folga mais confortável à equipa do FC Porto a 3 minutos do final (75-68).

 

Domínio absoluto do FC Porto na luta das tabelas (45-17), sendo que 15 ressaltos foram ofensivos, que explorou sempre que pode as situações de contra-ataque (20 pontos). Mas a boa percentagem de lançamentos de dois pontos (24/35 – 69%) foi determinante para os azuis e brancos aumentassem a vantagem na série. A Ovarense esteve bem da linha de três pontos (9/22 – 41%), e a linha de lance-livre (17/20 – 85%) foi-lhe favorável.

 

Troy DeVries (24 pontos e 2 assistências) voltou a estar com a mão quente, José Silva somou um duplo-duplo (14 pontos e 10 ressaltos), Tisnley (15 pontos, 3 ressaltos e 2 assistências) como sempre foi influente, e Miguel Queiroz (12 pontos, 6 ressaltos e 2 assistências) foi uma excelente ajuda.

 

O norte-americano Jo Harris (18 pontos e 2 ressaltos) registou mais uma exibição muito positiva, e a dupla formada por Miranda (14 pontos e 5 ressaltos) e Barbosa (13 pontos, 4 assistências e 3 ressaltos) provou que está a atravessar um bom momento.


Oliveirense recupera fator casa

A formação de Oliveira de Azeméis não deu sinais de ter ficado afetada pelo desaire averbado no dia anterior, e surpreendeu os encarnados (71-69), empatando a série a um. O factor casa foi recuperado pela Oliveirense, pelo que se seguem dois jogos em Oliveira de Azeméis, sendo certo que a série promete. Os comandados de José Ricardo lideraram a marcha do marcador durante os primeiros 37 minutos, e mesmo quando o Benfica empatou 67 pontos, a Oliveirense não tremeu e não deixou de ter o controlo do jogo.

 

A Oliveirense assumiu o comando do jogo desde o cesto inaugural, embora só a meio do 1º período o seu ascendente tenha ganho maior expressão (16-6). A inspiração individual de Arturs Bricis, 9 pontos no período, contribuía decisivamente para o sucesso atacante da Oliveirense, que explorava com muita eficácia o contra-ataque sempre que os encarnados cometiam turnovers. Valeu um triplo de Cook a fechar o quarto para disfarçar um pouco mais os problemas ofensivos dos benfiquistas (11-20).

 

No inicio do 2º período, os visitantes alargaram ainda mais a diferença (27-13), mas eis que surgiram os triplos do Benfica para dar maior ofensividade ao seu ataque. A meio do quarto, a vantagem da Oliveirense situava-se nos dez pontos (29-19), mas mais um triplo de Loncovic, e uma ação imitada por Tomás Barroso, colocam o Benfica à distância de cinco pontos (27-32) a dois minutos do intervalo. Mas um triplo de Ellisor mesmo no final da parte daria maior expressão à superioridade da Oliveirense (39-28).

 

O descanso não cortou o bom momento dos visitantes, que jogados três minutos da 2ª parte chegaram à vantagem máxima do encontro (48-31). Até final do período, os comandados de Carlos Lisboa bem tentaram aproximar-se, mas o melhor que conseguiram foi reduzir a diferença para a dezena de pontos (53-63).

 

O Benfica entra bem no 4º período, com um parcial de 7-0, e chega mesmo ao empate, depois de mais um triplo de Cook, a meio do quarto (65-65). Nos minutos que se seguiram os cestos aconteciam em ambas as tabelas, e seria James Ellisor, da linha de lance-livre, a 41 segundos do fim, a colocar a Oliveirense mais próxima da vitória (71-67). Gentry ainda reduziu, mas faltou tempo para ter ainda mais um lançamento.

 

Especialmente durante a 1ª parte, a Oliveirense tirou partido dos turnovers do Benfica (15), para somar pontos (20), sendo o contra-ataque uma arma explorada (17 pontos). Embora tivesse ganho a luta das tabelas (41-30),  conquistado o dobro dos ressaltos ofensivos (12 vs 6), e somado 12 triplos, o Benfica não consegui evitar que a Oliveirense empatasse a série.

 

James Ellisor (25 pontos, 6 ressaltos, 6 roubos de bola e 3 assistências) esteve de novo em evidência, tendo sido bem secundado por Arturs Bricis (18 pontos e 5 ressaltos).

 

No Benfica, Cook, autor de 21 pontos, voltou a ser o mais concretizador, e o único a terminar o encontro nos dois dígitos. Nuno Oliveira (5 pontos, 5 assistências e 4 ressaltos) e Tomás Barroso (9 pontos, 4 ressaltos e 2 assistências) sem terem estado a bom nível, tiveram atuações positivas.


Oliveirense vence Rio Maior Basket (71-65) e fica na expectativa

Fruto de uma boa gestão do encontro, a Oliveirense acabou por conseguir um importante triunfo diante do Rio Maior, numa partida durante a qual a formação de Oliveira de Azeméis esteve quase sempre na frente do marcador, apesar de raras vezes terem existido grandes vantagens.

No primeiro período, o desafio foi muito equilibrado. O conjunto de Rio Maior, orientado por Teresa Barata, surgiu em campo de uma forma desinibida, depois das duas derrotas averbadas em outros tantos jogos, ajudando ao espetáculo. Como tal, após os 10 minutos iniciais, verificava-se um resultado de 16-15 favorável à Oliveirense.

Apesar de nunca se distanciar muito no marcador, a Oliveirense, comandada por Ricardo Guimarães, foi-se mantendo na liderança, constriundo uma vantagem de cinco pontos até ao intervalo (34-29).

Na etapa complemantar, o equilíbrio foi a nota dominante. A Oliveirense revelava-se mais eficaz no jogo exterior, ao passo que a equipa da Cidade do Desporto se mostrava mais certeira em matéria de lançamentos de dois pontos. Contudo, esse acerto não foi suficiente para qualquer tipo de reviravolta, já que no término do terceiro período a vantagem oliveirense continuava a ser de cinco pontos (55-50).

O derradeiro quarto não fugiu à regra, com ambos as formações a exibirem um rendimento muito nivelado. A Oliveirense conseguiu gerir os acontecimentos, num período que terminou com o parcial de 16-15 para a turma de Oliveira de Azeméis, fazendo com que o resultado final se cifrasse em 71-65.

Em termos individuais, na Oliveirense, destaque para o duplo-duplo de Carolina Anacleto (21 pontos e 16 ressaltos) e para Cátia Soares (22 pontos), enquanto pelo Rio Maior estiveram em plano de evidência Vânia Sengo (30 pontos e 12 ressaltos) e Mariana Silva (20 pontos e 12 ressaltos), ambas com a obtenção de um duplo-duplo.


Benfica ganha vantagem na série

Os encarnados tiraram partido da inspiração individual de Daequan Cook durante o 3º período, para fugirem em definitivo no comando do marcador. O talento do norte-americano foi o antídoto para que a formação de Oliveira de Azeméis não tivesse sido capaz no recomeço da etapa complementar de controlar o ritmo do jogo, e ter sucesso defensivo em ataque organizado. O resultado final espelha a superioridade exibida pelos benfiquistas durante a 2ª parte, mas não reflete a boa réplica oferecida pela Oliveirense nos primeiros 20 minutos. As duas equipas voltam a encontra-se este domingo, novamente no Pavilhão Fidelidade, à mesma hora (15h30), para o jogo 2 da eliminatória.

 

Dois triplos de Wilson a abrir o encontro permitiram que o Benfica cedo assumisse a liderança do jogo. A boa defesa da Oliveirense, obrigou os encarnados a cometerem seis turnovers, e conseguiu que Cook não lançasse ao cesto durante o 1º período, associado a uma clara preocupação em obrigar o Benfica a jogar em ataque organizado, o que lhe permitiu chegar ao final do quarto a perder por dois pontos (17-19).

 

No 2º período, foi nítida a intenção do Benfica em aumentar o ritmo do jogo, e conseguir jogar mais vezes em campo aberto no inicio do quarto. Os encarnados, com um parcial de 6-1, abrem ligeiramente no marcador (25-18), mas a boa disciplina tática e paciência ofensiva da equipa da Oliveirense permitia-lhe manter o jogo fechado. A formação de Oliveira de Azeméis prolongava os seus ataques na procura do melhor lançamento da equipa, e o jogo interior valia pontos no ataque. Nuno Oliveira, com cinco pontos consecutivos, afastava o Benfica um pouco mais na liderança, mas Bricis, com um triplo e um cesto de 2 pontos, respondia ao extremo encarnado e voltava a fechar o jogo (39-33). O intervalo chegava com os comandados de Carlos Lisboa no comando por seis pontos de diferença (41-35).

 

O Benfica beneficiou de 26 pontos vindos do banco, bem como se mostrou muito eficaz nos lançamentos de dois pontos (14/18 – 78%). Já a Oliveirense aproveitava bem os erros do adversário (9) para somar 10 pontos em finalizações fáceis. A boa presença no ressalto ofensivo (7) permitia aos visitantes ter mais posses de bola e mais lançamentos.

 

No recomeço da etapa complementar, os forasteiros mantém-se por perto no resultado através dos tiros de longa distância (dois triplos), mas eis que surge Cook no encontro, com 11 pontos consecutivos (3 triplos), e o Benfica volta a afastar-se ligeiramente no marcador a meio do período (55-41). A Oliveirense esteve mais de quatro minutos sem fazer pontos (55-43), mas até final do período os encarnados souberam segurar a almofada pontual construída. Muito por culpa da inspiração individual de Daequan Cook (18 pontos em sete minutos), que com mais sete pontos, dois triplos um deles com falta, fez subir a diferença para mais de vinte pontos (68-47) no final do 3º período.

 

Depois de uma 1ª parte em branco, Cook acabou por somar 23 pontos, e foi mesmo o melhor marcador do Benfica. Nuno Oliveira (14 pontos e 4 assistências) foi um contributo importante vindo do banco (49 pontos no total), e Jeremiah Wilson (13 pontos e 7 ressaltos), tal como a equipa (12/25 – 48%), esteve bem a atirar de fora (3/5 de 3pts).

 

No 2º tempo, acabou por se acentuar a desvantagem da Oliveirense na luta das tabelas (27/46), num jogo em que esteve pouco inspirada a lançar ao cesto (34%). Dusan Sisic (11 pontos e 7 ressaltos) começou muito bem o encontro, e James Ellisor (11 pontos, 4 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola) terá sido, muito provavelmente, o jogador mais consistente na formação de Oliveira de Azeméis. 


Veja em direto a Fase Final do Campeonato Nacional da 2.ª Divisão Feminina

Teremos as crónicas dos desafios no site, assim como o acompanhamento das estatísticas no Game Centre. Além disso, a prova continuará a ser emitida na íntegra, sendo que os links de transmissão das partidas da competição são os seguintes:

 

 

 

 

15h00: Rio Maior Basket vs UD Oliveirense – http://livestream.com/FPB-TV/events/5341344?t=1462573130015

17h00: Carnide Clube x Vitória SC-Guimarães – http://livestream.com/FPB-TV/events/5341360?t=1462573320107

 

 

 

 

 

 

 

Atlético a uma vitória da subida

O conjunto da Tapadinha beneficiou do seu desempenho durante o 3º período para construir uma almofada pontual que viria a revelar-se decisiva para o desfecho da partida. A série viaja agora para a ilha Terceira, com os açorianos obrigados a vencer dois encontros, e o clube lisboeta a dispor de duas oportunidades para fechar a eliminatória. O vencedor deste playoff garante a presença na próxima edição da Liga Portuguesa de Basquetebol.

 

O domínio do jogo foi repartido durante a 1ª parte, ainda que nenhuma das equipas tenha conseguido distanciar-se no comando do jogo. Estiveram melhor os açorianos no 1º período (12-9), e mesmo tendo perdido o quarto seguinte (13-15) chegaram ao descanso a vencer pela diferença mínima (25-24).

 

Contrariamente ao que tinha sucedido nos primeiros vinte minutos, o inicio do 2º tempo foi bastante desequilibrado, com a equipa da casa a conseguir um parcial (22-6) extremamente favorável. Depois do empate a 29 pontos, o Atlético conseguiu um parcial de 9-0, e nos últimos sete minutos do 3º período, o Terceira apenas somou dois pontos (46-31). Nos últimos 10 minutos, a diferença pontual entre as duas equipas nunca foi inferior a oito pontos, pelo que o Atlético foi capaz de manter sempre o adversário afastado da liderança.

 

As duas equipas equivaleram-se no capitulo do lançamento, tanto de 2 como de 3 pontos, mas a linha de lance-livre foi mais benéfica (22/28 – 79%) para a equipa do Atlético. Destaque ainda para o maior contributo do banco da equipa vencedora (22 vs 6) durante o jogo.

 

O experiente Sérgio Ramos voltou a desempenhar papel importante no sucesso do Atlético, e ficou a um ressalto de um duplo-duplo (22 pontos e 9 ressaltos). João Manuel somou 12 pontos, e Miguel Barroca (10 pontos, 4 assistências e 2 ressaltos) terminou o jogo na casa das dezenas.

 

Na equipa terceirense, Eki Viana (11 pontos e 13 ressaltos) teve uma atuação muito positiva, o mesmo se poderá dizer das prestações de Mathew Smith (13 pontos, 5 ressaltos e 2 assistências), Luís Tomassi (11 pontos, 3 ressaltos e 3 roubos de bola) e Fernando Ferreira (10 pontos e 7 ressaltos).


Illiabum a um passo da final

O triunfo deste sábado, no Pavilhão Fidelidade, no jogo 1 da eliminatória frente ao SL Benfica B (75-62), coloca os ilhavenses a uma vitória de distância de marcar presença no playoff final da competição. Os encarnados já não podem falhar até final da série, sendo que o segundo, e o terceiro se necessário, serão disputados em Ílhavo, em casa da equipa com melhor registo do Grupo A.

 

A formação ilhavense esteve sempre na liderança do encontro, e no final do 1º período já dispunha de uma vantagem de dez pontos (23-13). O 2º período não foi tão produtivo em pontos, mas isso não significou que a vantagem dos ilhavenses tivesse aumentado (39-23).

 

Os encarnados não estiveram inspirados no capitulo do lançamento (34%), e o intervalo não alterou o desacerto da equipa da casa na hora de atirar ao cesto. O Illiabum chegou à vantagem máxima no arranque do 2º tempo (44-23), e até final do encontro não mais sentiu que a sua liderança era ameaçada pelo conjunto benfiquista.

 

Apesar de ter vencido a luta das tabelas (42-34), e ter conquistado 18 ressaltos ofensivos, poucos foram capitalizados em pontos (6), sendo que o Benfica B falhou em outras áreas do jogo. Os turnovers (24) não ajudaram, sendo que o Illiabum registou 13 roubos de bola.

 

A bela exibição de Rafael Wildner (19 pontos, 9 ressaltos e assistências) ficou muito próxima de ser coroada por um duplo-duplo. O mesmo sucedeu com Robert Ceawford (11 pontos, 9 ressaltos e 5 roubos de bola), e Augusto Sobrinho (12 pontos, 4 assistências e 2 ressaltos) que terminou igualmente na casa das dezenas em pontos marcados.

 

O banco dos benfiquistas valeu 23 pontos, e quatro jogadores acabaram o encontro nos dois dígitos. Sérgio Silva e Ricardo Rosa, ambos com 12 pontos, foram os mais concretizadores. O base Aljaz Slutej (11 pontos, 5 ressaltos e 4 assistências) realizou um jogo bastante completo.


Vitória SC vence Rio Maior Basket (77-56) e aproxima-se do título

Desta feita, a formação minhota bateu o Rio Maior Basket por 77-56, depois de ter estado na frente do marcador logo desde início. Já a equipa de Rio Maior deixou de ter hipóteses de chegar ao título, ao averbar mais um desaire.

Foi com naturalidade que o Vitória SC, líder da Fase Regular – Zona Norte, levou a melhor nesta partida, depois de ter comandado as operações desde muito cedo. Na qualidade de anfitrião, o conjunto vimaranense foi superior e justificou o triunfo, face a um Rio Maior Basket que também tem provado o porquê de ter chegado a esta fase da prova.

Logo no primeiro período, a equipa orientada por Tam Ling entrou com tudo, decidida a resolver a questão o mais depressa possível, sendo que após os 10 minutos iniciais o resultado já registava um 21-12. No segundo quarto, a toada manteve-se, com as jogadoras vitorianas a revelarem maior acerto e intensidade, acabando por cavar um fosso de 15 pontos à entrada para o intervalo (40-25).

O terceiro período foi o mais bem jogado, com muitos pontos. A turma de Rio Maior, treinada por Teresa Barata, surgiu mais desinibida e acutilante, mas o adversário minhoto não esmoreceu, o que se traduziu num excelente espetáculo, como atesta o 27-24 verificado neste quarto, deixando o resultado em 67-49.

Com quase tudo decidido, o último período foi o mais desinteressante, com baixos índices de eficácia. A questão estava resolvida, o Vitória caminhava para um triufo muito importante, enquanta a formação oriunda da Cidade do Desporto dizia adeus ao título. No final, o marcador registiu um 77-56 favorável ao Vitória, que teve em Nanci Barbosa (20 pontos), Ana Oliveira (18 pontos) e Ana Pedroso (11 ressaltos) as suas maiores figuras. Em relação ao Rio Maior Basket, de destacar o duplo-duplo de Vânia Sengo (20 pontos e 13 ressaltos) e a prestação de Mariana Silva (17 pontos e 9 ressaltos).


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Aliquam iaculis blandit magna, scelerisque ultricies nisi luctus at. Fusce aliquam laoreet ante, suscipit ullamcorper nisl efficitur id. Quisque id ornare est. Nulla eu arcu neque. Sed ornare ex quis pellentesque tempor. Aenean urna enim, commodo ut nunc sit amet, auctor faucibus enim. Nullam vitae felis ipsum. Etiam molestie non enim quis tincidunt. Pellentesque dictum, nulla id ultricies placerat, neque odio posuere orci, quis vestibulum justo odio ut est. Nullam viverra a magna eu tempor. Nullam sit amet pellentesque magna. Vestibulum vel fermentum turpis, nec rhoncus ipsum. Ut et lobortis felis, sed pellentesque dolor. Nam ut porttitor tellus, ac lobortis est. Fusce vitae nisl vitae ante malesuada venenatis. Sed efficitur, tellus vel semper luctus, augue erat suscipit nunc, id hendrerit orci dui ac justo.

Pellentesque eleifend efficitur orci, et pulvinar dui tempus lobortis. Proin accumsan tempus congue. Cras consectetur purus et lacinia rhoncus. Ut eu libero eget quam semper malesuada. Aliquam viverra vulputate tempor. Sed ac mattis libero, a posuere ligula. Quisque tellus dui, placerat vel ex in, fringilla fringilla tellus. Aliquam erat volutpat. Aenean convallis quis eros vel ornare. Aliquam et lorem vestibulum, posuere quam ac, iaculis arcu. Fusce feugiat blandit mattis.

Legenda

Praesent sed metus euismod, varius velit eu, malesuada nisi. Aliquam aliquet quam tempor orci viverra fermentum. Sed in felis quis tortor accumsan vestibulum. Aliquam erat volutpat. Maecenas pretium sem id enim blandit pulvinar. Pellentesque et velit id arcu feugiat hendrerit ac a odio. Sed eget maximus erat. Phasellus turpis ligula, egestas non odio in, porta tempus urna. Fusce non enim efficitur, vulputate velit in, facilisis metus.

Nulla sagittis risus quis elit porttitor ullamcorper. Ut et dolor erat. Ut at faucibus nibh. Cras nec mauris vitae mauris tincidunt viverra. Donec a pharetra lectus, vitae scelerisque ligula. Integer eu accumsan libero, id sollicitudin lectus. Morbi at sem tincidunt augue ullamcorper tristique. In sed justo purus. Aenean vehicula quam quis pellentesque hendrerit. Fusce mattis mauris lorem, in suscipit diam pretium in. Phasellus eget porttitor mauris. Integer iaculis justo ut commodo eleifend. In quis vehicula nisi, non semper mauris. Vivamus placerat, arcu et maximus vestibulum, urna massa pellentesque lorem, ut pharetra sem mauris id mauris. Vivamus et neque mattis, volutpat tortor id, efficitur elit. In nec vehicula magna.

Miguel Maria

“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

Morbi in auctor velit. Etiam nisi nunc, eleifend quis lobortis nec, efficitur eget leo. Aliquam erat volutpat. Curabitur vulputate odio lacus, ut suscipit lectus vestibulum ac. Sed purus orci, tempor id bibendum vel, laoreet fringilla eros. In aliquet, diam id lobortis tempus, dolor urna cursus est, in semper velit nibh eu felis. Suspendisse potenti. Pellentesque ipsum magna, rutrum id leo fringilla, maximus consectetur urna. Cras in vehicula tortor. Vivamus varius metus ac nibh semper fermentum. Nam turpis augue, luctus in est vel, lobortis tempor magna.

Ut rutrum faucibus purus ut vehicula. Vestibulum fermentum sapien elit, id bibendum tortor tincidunt non. Nullam id odio diam. Pellentesque vitae tincidunt tortor, a egestas ipsum. Proin congue, mi at ultrices tincidunt, dui felis dictum dui, at mattis velit leo ut lorem. Morbi metus nibh, tincidunt id risus at, dapibus pulvinar tellus. Integer tincidunt sodales congue. Ut sit amet rhoncus sapien, a malesuada arcu. Ut luctus euismod sagittis. Sed diam augue, sollicitudin in dolor sit amet, egestas volutpat ipsum.