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Acompanhe connosco a segunda jornada da Fase Final da Liga Feminina

MAIS UM DIA DE BASQUETEBOL DE PRIMEIRA!

 


Mário Palma leva Club Africain ao título

Mais uma história de sucesso na carreira do atual selecionador nacional, que nesta aventura contou com a ajuda de Vasco Curado na função de treinador adjunto.

 

O atual selecionador português aceitou, em finais do passado mês de Dezembro, o desafio de pegar na equipa com a época já em andamento, mas a tempo ainda de a trabalhar, de a dotar da qualidade e da competência para chegar ao titulo.

 

Mário Palma e o seu adjunto Vasco Curado cederam no primeiro duelo, após prolongamento, em casa do ES Sahel por 73-69, vencendo depois em casa por 64-56, o segundo jogo da série.

 

Este é mais um título conquistado em terras africanas, a somar aos quatro títulos angolanos no comando técnico do 1.º de Agosto e da seleção de Angola. Antes da aventura angolana, brilhou no Benfica, onde arrecadou cinco títulos nacionais, e no Estrelas da Avenida, equipa que conduziu ao cetro da Liga Profissional na época de 1997/98. Aliás, no clube da Luz acabou por erguer 22 troféus, entre campeonatos nacionais, Taças de Portugal, Supertaças e Taças da Liga.


Sportiva vence 1º jogo da Final Four

As açorianas, primeiras classificadas da fase regular, comandaram o jogo desde o primeiro cesto do encontro, obrigando sempre o conjunto de Carcavelos, 4º classificado, a ter que correr atrás do prejuízo. Na parte final do jogo, as comandadas de José Leite conseguiram reduzir a diferença para três pontos, mas foi pronta a resposta da equipa de S. Miguel de forma a segurar, sem sobressaltos, a vitória.

 

 

Começou bem o Sportiva, com um parcial de 10-0, numa 1ª parte que teve a particularidade de ter registado o mesmo resultado, 17-12, nos dois períodos, ambos favoráveis às açorianas. A vantagem pontual das insulares chegou a ser de catorze pontos (33-19), mas nos quatro minutos finais do 1º tempo os Lombos conseguiram reduzir distâncias.

 

As comandadas de Ricardo Botelho, apesar dos 9 turnovers cometidos, mostravam-se muito mais eficazes a lançar ao cesto, especialmente de três pontos (3/6),  e beneficiavam dos 11 pontos conseguidos em situações de segundos lançamentos. Ashley Bruner (9 pontos e 11 ressaltos) destacava-se nos dois lados do campo, ainda que tenha sido Tamara Milovac, autora de 12 pontos, a principal referencia ofensiva do Sportiva, no 1º tempo.

 

Sónia Reis (6 pontos e 9 ressaltos) batia-se muito bem no jogo interior, mas as fracas percentagens de lançamento (29% de 2pts e 22% de 3pts) condicionavam a eficácia ofensiva da Quinta dos Lombos. Que ainda assim foi capaz de encontrar soluções no banco (11 pontos), e mostrar-se bem melhor da linha de lance-livre (4/6 – 67% vs 3/8 – 38%).

 

A história do jogo pouco ou nada se alterou na 2ª parte. A formação de Carcavelos continuou a revelar pouca inspiração a lançar ao cesto (38% de 2pts e 19% de 3pts), e nem o facto de conseguido mais pontos em contra-ataque (12), da linha de lance-livre (17/21 – 81%), e de ter vencido a luta das tabelas (44-39), lhe permitiu dar a volta ao resultado.

 

O União Sportiva geriu de uma forma tranquila a vantagem amealhada durante a 1ª parte, e quando o adversário chegou a três pontos de diferença por duas vezes, (54-57 e 56-59), respondeu sempre com pontos no ataque seguinte. O maior acerto das insulares nos tiros de curta e média distância (43%) acabou por ditar a diferença neste jogo, que contou com um trio em plano de evidencia. Ashley Bruner assinou mais um duplo-duplo (19 pontos e 17 ressaltos) de grande qualidade, Tamara Milovac (14 pontos e 3 ressaltos) teve uma 1ª parte muito boa, e Shaqwedia Wallace (13 pontos, 4 ressaltos e 4 assistências) foi útil em várias áreas do jogo.

 

Os Lombos contaram com 26 pontos vindos do banco, acabando por ser Artémis Afonso, autora de 12 pontos, a melhor marcadora da equipa. Sónia Reis esteve muito bem nas duas tabelas (10 pontos e 16 ressaltos), e a base Inês Viana (9 pontos, 5 ressaltos e 4 assistências) acabou por fazer um jogo bastante completo. 


Fase Final da Liga Feminina arranca esta tarde

Fiquem então com os jogos de hoje (em anexo segue o cartaz do evento onde poderá consultar todos os horários):

 

18h – Sportiva Azores Airlines vs Quinta dos Lombos

20h- CAB Madeira vs GDESSA – Barreiro


“Acreditámos sempre que chegaríamos a esta fase”

Mané, treinador da formação de Vila Nova de Gaia, é um homem satisfeito com as suas jogadoras e mostra-se confiante, alertando para as qualidades do conjunto da Gafanha.

A equipa do Coimbrões eliminou o CD Póvoa, 2.º classificado da fase regular, por 2-0. Qual foi o segredo da vossa qualificação?

O atingir deste objetivo passou por uma preparação prévia da eliminatória quer ao nível técnico-tático, quer ao nível psicológico das atletas já que sabíamos que seriam dois jogos de enorme exigência, a todos os níveis, mas a maturidade e serenidade seriam aqueles que acabariam por definir o destino da eliminatória. Além disto, realço ainda o aumento do compromisso das atletas com os objetivos da equipa, o aumento da dedicação, esforço e sacrifício, pois entre outros fatores que afetaram a temporada, a lesão da atleta Carla Ribeiro veio reduzir as soluções, além de retirar uma das atletas referência numa fase importante da competição, obrigando a alterações de estratégia. Não posso deixar passar a oportunidade de felicitar o CD Póvoa pela excelente equipa que apresentou, ótimas atletas e bem orientadas, com o desejo que esse bom trabalho continue.

 

Esperava derrotar a formação poveira sem recurso à negra, tão rapidamente?

Sinceramente estávamos confiantes que tal sucederia, principalmente por algumas das razões que antes referi, mas também porque a carga psicológica estava mais pesada na equipa do CD Póvoa face à obrigatoriedade de vencer o segundo jogo. Acreditava, também, que a estratégia de jogo escolhida iria dar os seus frutos.

 

Segue-se o G.D. Gafanha nas meias finais. Qual a sua opinião sobre este adversário?  O que é que já transmitiu às suas jogadoras?

G.D. Gafanha tem uma belíssima equipa, sustentada num projeto de colaboração, e com a qual tivemos sempre dificuldades, traduzidas em duas derrotas em dois jogos, mas os quais foram sempre muito disputados, com o resultado sempre muito próximo, o que nos faz acreditar ser possível passar mais esta eliminatória. Apresenta um modelo de jogo muito variado, até em razão das soluções que apresenta no plantel, o que dificulta a definição de um estratégia. Às atletas nada de especial tem sido pedido a não ser a continuação do compromisso assim como serenidade e maturidade.

 

O plantel está muito confiante numa possível subida de divisão?

É um plantel consciente das suas capacidades e das suas debilidades o qual apenas pensa em trabalhar e executar o que lhes é pedido, deixando o resultado desse trabalho fluir durante os jogos, acreditando que a boa execução de cada uma das tarefas, em cada momento do jogo, trará o resultado desejado. Por isso apenas se pode dizer que é um plantel confiante no seu trabalho.

 

Depois da 7.ª posição obtida no final da fase regular, antevia estar tão perto de ascender ao Campeonato Nacional da Liga Feminina?

A 7ª posição no final da fase regular, no nosso entender, não correspondia à realidade desta equipa. Relembro que a descida na classificação teve o seu início aquando da lesão da Carla Ribeiro, o que obrigou a alterações estratégicas no modelo de jogo da equipa. Perante tal, nunca duvidámos de que esta equipa não tinha a classificação que lhe era devida, sem colocar em causa o valor das restantes equipas. Por isso, desde o início da época, acreditámos sempre que chegaríamos a esta fase do campeonato, mesmo perante as contrariedades que ocorreram.

 

 


“Garantir a subida”

Não só quanto à questão de quem irá disputar os playoffs, como também quem terá vantagem casa. Embora o Atlético já tenha garantido a presença na discussão pela subida, um eventual deslize, em Ílhavo, do Terceira Basket poderá valer-lhe o 2º lugar nesta fase. Mas para que tal aconteça, a formação da Tapadinha está obrigada a vencer o Dragon Force, um adversário que está envolvido numa outra luta. Os azuis e brancos para chegarem ao 4º lugar não podem perder, e ainda dependem de um triunfo do Sangalhos frente ao Benfica B. Os jogos estão todos agendados para as 18 horas do próximo sábado.

 

Acreditaram que seria possível chegarem à ultima jornada desta 2ª fase e estarem envolvidos na luta pelo 2º lugar? E se acha que o 2º lugar pode ajudar decisivamente a decidir quem subirá à LPB?

Sabíamos que para lutar pelo playoff teríamos que fazer uma excelente 2ª fase. Tínhamos apenas 2 vitórias e 4 derrotas, e começámos a 2ª fase com jornada dupla na Terceira, perdendo logo no primeiro jogo com o Terceira Basket. No entanto, o que fizemos nesse jogo, principalmente na 1ª parte, deu-nos confiança para o resto dos jogos. À medida que fomos ganhando jogos, fomos ficando mais fortes, mais confiantes. E agora queremos alcançar o 2º lugar e encarar o playoff com essa mesma confiança. Claro que era difícil no início desta fase olhar para a classificação e acreditar que estaríamos agora a lutar pelo 2º lugar, mas o trabalho que desenvolvemos está a ter resultados e onde estamos agora mostra isso mesmo. Não dependemos apenas do nosso resultado, mas acabando em 2º ou 3º vamos para os playoffs com a mesma ambição: garantir a subida.

 

Concorda que existem semelhanças entre a equipa do Dragon Force e a equipa do Benfica B? E se vos colocam alguns dos mesmos problemas? E quais?

As semelhanças entre Dragon Force e Benfica B são muitas. São equipas jovens, ambiciosas, cheias de energia e com jogadores a quererem mostrar o seu valor. Gostam de correr e de jogar de forma intensa. Sabemos que eles precisam da vitória para chegar ao 4º lugar, mas na Tapadinha vão ter que jogar contra uma equipa experiente e cheia de vontade de chegar ao 2º lugar. Podia ser um jogo sem interesse, uma última jornada sem história, mas na verdade é um jogo decisivo para ambas as equipas. Temos que estar no nosso melhor para ter sucesso contra o Dragon Force.

 

No jogo do Dragão Caixa cometeram demasiados turnovers (20). Mérito da defesa adversária, ou tem sido um problema controlarem bem a posse de bola?

Vinte turnovers é um péssimo registo seja a jogar contra o Dragon Force ou contra outra equipa qualquer. Claro que eles tiveram mérito na forma como defenderam, mas muitos desses turnovers foram fruto de desconcentração nossa. Queremos corrigir os erros e garantir que não repetimos este número no próximo jogo. Temos que tratar bem a bola, garantir que não lhes damos oportunidade de correr o contra ataque e marcar pontos fáceis. Temos que obrigá-los a trabalhar muito para conseguirem lançar ao cesto.

 

Acha que quem for capaz de ditar o ritmo do jogo vai vencer o encontro? E se o jogo exterior do Dragon Force é a sua principal arma ofensiva?

Cada equipa vai jogar com as armas que tem e tentar marcar o seu ritmo. Aquela que conseguir tirar o adversário dos seus processos normais, do seu ritmo de jogo, terá mais probabilidade de sucesso. E essa equipa queremos ser nós.

 

O resultado do jogo do Terceira Basket será acompanhado durante o vosso encontro. Ou apenas no final saberão o resultado?

Não vamos estar a pensar no outro jogo, porque se não ganharmos esse jogo não interessa para nada. Estamos focados no Dragon Force. Temos que fazer o nosso trabalho e depois esperar que o Illiabum ganhe ao Terceira. Mas o nosso jogo é que importante para nós.


Apresentação da Fase Final da Liga Feminina

As outras duas equipas envolvidas são o CAB Madeira e o  GDESSA – Barreiro, sendo que todas se defrontarão, sagrando-se campeã nacional a formação que obtiver mais vitórias. A competição irá decorrer na cidade da Ilha de São Miguel, Açores, mais concretamente no Pavilhão Sidónio Serpa, podendo ser acompanhada através do seguinte link: 

 

O São Miguel Park Hotel, onde se encontram alojadas as comitivas das equipas participantes nesta Fase Final, recebeu a conferência de imprensa do evento que será organizado pelo União Sportiva, atual campeão nacional, e que teve essa oportunidade fruto do primeiro lugar conquistado na Fase Regular do campeonato.

 

Paulo Silva, Presidente da Associação de Basquetebol de São Miguel, congratulou-se pela organização da prova, esperando como é natural que o Sportiva vença, mas não deixou  de frisar que o mais importante é que todos aproveitem a estadia na ilha e que gostem do local.

 

Já o Presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol, o Professor Manuel Fernandes, aproveitou para parabenizar o Sportiva pela boa época até agora realizada, para depois enaltecer e elogiar o papel do Governo Regional no apoio ao desporto juvenil e ao desporto de alto rendimento. O líder federativo destacou ainda a presença das melhores jogadoras nacionais e estrangeiras, assim de quatro talentos com idade Sub 16 que irão disputar a prova.

 

Por seu turno, António Gomes, Diretor para o Desporto do Governo Regional dos Açores, agradeceu as palavras do líder da FPB e desejou que a competição decorra sob o signo do fair play e da espetacularidade, deixando uma palavra especial para o Sportiva. O responsável governativo pela pasta do Desporto referiu ainda o objetivo do executivo, para este mandato, de dar visibilidade à prática desportiva feminina, que no seu entender é "subalterna", em termos nacionais, mencionando ainda que 30% dos atletas açorianos federados são do sexo feminino. António Gomes lançou ainda um repto ao Professor Manuel Fernandes, sugerindo que a próxima edição da Festa do Basquetebol Juvenil se realizasse no arquipélago. De referir também a presença de representantes dos quatro clubes envolvidos na luta pela Liga.

 

Sexta-feira teremos então dois desafios relativos à primeira jornada desta Fase Final. Poderá acompanhar toda a competição através do nosso site e do facebook, assim como assistir às partidas recorrendo ao link acima escrito.

 

Jogos de sexta-feira:

18h00 – SportivaAzoresAirlines vs Quinta dos Lombos

20h00 – CAB Madeira vs GDESSA – Barreiro

 


“Apoio do nosso público será a chave”

A formação vimaranense mostrou-se competitiva durante os dois primeiros jogos, teve bons momentos de basquetebol, mas como o próprio Pedro Catarino reconhece faltou-lhe alguma consistência. Para o base vitoriano o desgaste físico, e natural perca de concentração, contribuiu para que os níveis de intensidade e rigor não fossem iguais durante todo o jogo. Regressar a casa deverá significar aumento de entreajuda, disciplina, agressividade e desejo de vitória, pois só assim o atleta acredita que seja possível condicionar o talento ofensivo da equipa do FC Porto.

 

O Vitória tem se mostrado muito competitivo, especialmente durante as primeiras partes. Na sua opinião, tem faltado consistência nas vossa exibições? Ou será mais uma questão física?

 

Penso que nas segundas partes conseguimos manter um nível competitivo elevado, no entanto, talvez também pelo desgaste físico, os nossos níveis de concentração baixam um pouco e o FC Porto conseguiu aproveitar bem essas falhas.

 

No ataque têm estado muito bem. Acha que é nada defesa que terão que melhorar? E se o vosso maior problema tem sido conseguir parar os atiradores do FC Porto?

 

Quer no ataque, quer na defesa, temos margem de progressão, e a diferença nos dois primeiros jogos foi feita no detalhe. Deste modo, temos de no ataque aproveitar os nossos pontos fortes ao máximo, e na defesa contrariar e minimizar os pontos fortes do adversário.

 

O FC Porto em alguns momentos dos jogos, especialmente nas partes finais, tem conseguido parciais que lhes permitiram afastar-se no resultado. Encontra alguma explicação para que tal tenha acontecido?

 

Tal como disse anteriormente, há momentos do jogo em que os nossos níveis de concentração baixam e o FC Porto tem capitalizado muito eficazmente essas quebras. Assim sendo, temos de ter especial atenção no detalhe de modo a que os parciais do adversário sejam anulados, e a estarmos nos momentos finais do jogo numa posição em que a vitória possa cair para o nosso lado.

 

Jogam em casa, com o apoio do vosso público. Será de esperar alterações à vossa estratégia defensiva, ou cuidados especiais com algum jogador do FC Porto? E se no ataque vão fazer algum tipo de ajuste para terem ainda mais sucesso?

 

Numa eliminatória de playoff ajustes são sempre necessários ao longo de toda a série uma vez que qualquer pormenor pode ser fulcral para arrecadar a vitória. A nossa estratégia defensiva terá que passar por sermos solidários, intensos, rigorosos e ambiciosos, de modo a diminuir o máximo possível todo o talento ofensivo que o FC Porto possui.

 

Por último, na sua opinião o que determinará decisivamente para que o Vitória possa vencer jogos nesta série?

 

Para vencermos os nossos jogos em casa acredito que será chave o apoio do nosso público, de forma a garantir um ambiente o mais hostil e pressionante possível ao adversário, e manter os níveis de intensidade, rigor e concentração defensiva e ofensiva durante os 40 minutos.


“Chegar no máximo da nossa capacidade”

No entanto, independentemente de o conseguir ou não, o treinador terceirense sabe que, em casa ou fora, está obrigado a vencer dois jogos ao Atlético para chegar à final. E aí, a classificação da fase regular não é assim tão importante. Daniel Brandão sente, independentemente da classificação final da sua equipa e dos últimos resultados negativos, que o Terceira Basket aproveitou esta fase menos boa para corrigir alguns aspetos, bem como para se preparar melhor técnica e táticamente para se apresentar ao seu melhor nível no período decisivo da época.

 

 

 

Vencer em Ílhavo implica não depender de terceiros para garantir o 2º lugar do Grupo A, um cenário que agrada a Daniel Brandão por vários motivos. “Julgo que este último jogo da fase regular contra o Illiabum tem a importância de decidir se teremos o fator casa na meia final do playoff. Encaramos este jogo como mais uma oportunidade de o conseguir e como uma oportunidade de fugir aos resultados negativos das últimas jornadas. Acredito que o Illiabum irá competir ao máximo pela vitória, e apesar de já ter a sua classificação definida, não esperamos qualquer tipo de facilidade. Será um jogo extremamente difícil.”

 

Independentemente do que se passe este fim de semana, o playoff da meia final estará sempre em aberto. “Penso que o resultado deste jogo apenas define se começamos o playoff em casa ou fora, obviamente dependendo também do resultado do nosso rival direto. Na próxima fase do campeonato, o nosso foco será ganhar dois jogos ao Atlético. Provámos na 2ª fase do campeonato que isso é possível, dado que vencemos os dois jogos que disputámos com eles. Esse facto dá-nos confiança para o playoff. De qualquer forma, deixaremos tudo para vencer em Ílhavo no próximo sábado”.

 

Daniel Brandão reconhece que os últimos desempenhos defensivos da equipa não foram os melhores, e disso dependerá um bom resultado em Ílhavo. Na opinião do treinador, o Terceira terá que condicionar o estilo e a intensidade do jogo que favorece os ilhavenses. “Para vencer em Ílhavo, temos sobretudo que ser mais consistentes em termos defensivos do que fomos nos últimos dois jogos. Temos que os retirar da zona de conforto e controlar o ritmo de jogo. Só assim poderemos ter sucesso, reforçando a nossa identidade como equipa”.

 

O técnico não está preocupado com os últimos resultados negativos, pois confia que a sua equipa irá surgir bem nos playoffs. O campeonato é uma prova de regularidade. O facto de virmos de 3 derrotas consecutivas e ainda assim podermos ficar em 2º lugar, prova que fomos muito consistentes ao nível das vitórias que conseguimos num passado recente. Estamos focados em fazer um grande playoff depois de termos conseguido o apuramento, e sentimos esta fase menos boa como uma oportunidade de melhorar, corrigir aspetos que não têm estado tão bem, para chegarmos a essa fase final e decisiva da época no máximo da nossa capacidade, aos níveis técnico-tático, físico e mental. Aproveito para felicitar o Illiabum pela subida à LPB, foi a equipa mais regular durante a prova e mereceu esta subida”.


Troy DeVries mostra-se cauteloso e elogia Vitória SC

O atleta norte-americano anteviu a partida, agendada para as 15h de amanhã, em declarações prestadas ao site dos 'dragões'.

 

Troy DeVries, poste norte-americano que se tem revelado uma mais-valia para o FC Porto com elevadas médias de pontuação, espera dificuldades em Guimarães, elogiando a formação vitoriana. "Respeitamos muito o Vitória de Guimarães. Temos de continuar a jogar de forma coletiva e só assim poderemos chegar à vitória. Sabemos que vai ser um jogo difícil e eles têm muito boa equipa. Temos um grande respeito por eles", vincou DeVries.

 

O jogador da formação azul-e-branca aproveitou ainda para referir que se encontra perfeitamente entrosado e feliz no Porto, afirmando que é "uma bênção" estar no clube, na equipa e com os seus companheiros.  DeVries também deu conta dos seus "segredos" para tão boas atuações: "Tento ler a defesa e ser agressivo nos meus movimentos ofensivos. Se a defesa se fechar, assisto um companheiro, mas se me derem espaço, lanço. Tento simplificar tudo", disse.


“O objetivo é sempre melhorar”

André Pinto afasta a possibilidade de algum tipo de relaxamento da equipa de Ovar no jogo 2, atribuindo todo o mérito ao adversário, que esteve particularmente inspirado nos tiros de longa distância. Feita a análise dos dois jogos, é tempo agora de fazer os ajustes necessários, de forma a que a equipa reúna mais condições para sair vitoriosa desta série. Nada de novo, já que o grupo trabalha diariamente com o objetivo de se tornar mais forte e competitivo. Uma derrota não vai abalar o bom momento da equipa de Ovar, até porque, e como faz questão de realçar André Pinto, o grupo é experiente e já deu provas esta temporada que tem qualidade e consistência.

 

 

O Basquete de Barcelos já tinha ameaçado no jogo 1. O triunfo no jogo 2 deveu-se a algum excesso de confiança, ou muito mérito do adversário?

 

Estamos em tempo de playoff e nesta fase da época estão em competição as melhores equipas, por isso os jogos serão sempre equilibrados e de bom espetáculo. Considero que nesta fase qualquer equipa pode vencer o seu adversário. A Ovarense e a sua história não permite excessos de confiança, e o nosso grupo de trabalho é experiente o suficiente para não cair nesse erro. Claro que foi mérito do Barcelos na vitória que conquistou, pois a nossa equipa tudo fez para ganhar o jogo.

 

E quais foram os argumentos que não foram capazes de condicionar e ditaram o final do ciclo de vitórias da equipa?

 

O ciclo de vitórias que tínhamos era muito bom, vencemos todos os jogos da 2ª volta, ou seja, ganhamos a todos os primeiros 6 classificados. No entanto, neste jogo não fomos capazes de prosseguir esse ciclo, muito fruto da elevada percentagem de lançamento que o nosso adversário conseguiu, nomeadamente da linha de 3 pontos.

 

As percentagens de lançamento foram baixas no jogo de domingo. Resultou do facto de terem sido tiros contestados? Ou má seleção de lançamentos? Isto porque registaram um número baixo de assistências?

 

O resultado da nossa percentagem no jogo de domingo não teve consequência de um só factor mas sim do jogo em si. Como as percentagens de concretização foram mais baixas, é natural que o número de assistência também baixe, uma vez que estão relacionados.

 

Será expectável que algo mude na estratégia defensiva da equipa para o próximo fim de semana? Ou haverão apenas ajustes a fazer e melhorias na intensidade e agressividade defensiva?

 

No nosso clube trabalhamos diariamente para melhorarmos e sermos mais competitivos, por isso esta semana fazemos o mesmo. Trabalhamos de forma a conseguir contrariar o adversário e a conseguir alcançar o sucesso. Claro que refletimos sobre os acontecimentos do jogo 1 e 2, e com base nisso vamos preparar os próximos jogos.

 

Acha que esta derrota poderá ter algum impacto num grupo que estava a jogar tão bem e a somar resultados positivos? E quais as ilações a tirar para o resto desta eliminatória?

 

Não terá nenhum impacto negativo. Como já referi anteriormente, somos um grupo experiente, somos os mesmos que chegamos à final da Taça de Portugal, ou que realizamos uma volta completa invictos. Tiramos sempre as nossas ilações, quer nas vitórias quer nas derrotas, porque o nosso objetivo é sempre melhorar.


“Desejo de ganhar e de dar o máximo”

O atleta reconhece que no primeiro jogo a equipa não esteve ao seu habitual nível, e no segundo a falta de eficácia nos tiros de longa distância condicionou o seu sucesso. No entanto, Henrique sentiu que a situação na eliminatória poderia ser bem diferente, e acredita que no próximo fim de semana se possam inverter os papéis. Mas para que tal aconteça, Henrique assume que o Galitos tem de controlar melhor a posse de bola, tem de ser capaz de ditar os ritmos do jogo, não sofrer parciais negativos, e manter a mesma atitude e ambição.

 

Como se sentiu neste regresso à competição, após a lesão que o afastou durante alguma semanas?

 

Sinto-me bem, tive tempo para recuperar e fazer tratamento, e já não sinto restrições nenhumas por causa da lesão. Estou a 100% para ajudar a equipa a cumprir os seus objectivos.

 

O que esteve mal, ou menos bem, na equipa do Galitos-Barreiro nestes dois jogos da série frente à Oliveirense?

 

No primeiro jogo estivemos um pouco apáticos durante todo o jogo. Cometemos muitos erros inexperientes e entramos mal no jogo, acabando o 1º período com uma desvantagem de 8/9 pontos. No segundo jogo melhoramos em ambos os aspectos mas pecámos um pouco na eficácia dos lançamentos de 3 pontos, com cerca de 25%.

 

Os dois jogos foram decididos por curtas vantagens. Sentiu que podiam ter vencido um deles ou mesmo os dois? E já agora, o que ditou a diferença nos momentos finais?

 

Foram jogos muito equilibrados e discutidos até ao fim, a vitória podia ter caído para qualquer lado, mas infelizmente, nos dois dias, caiu para o adversário. Talvez a elevada experiência e assertividade da outra equipa nos momentos finais tenha sido preponderante nas suas vitórias.

 

O facto de estarem a perder por dois jogos e não terem margem para erro poderá condicionar o vosso desempenho no resto da eliminatória?

 

Penso que não, para passar a eliminatória seguinte é preciso ganhar 3 jogos, e ambas as equipas ainda estão à procura disso. Partimos para este fim de semana com desvantagem, mas vamos jogar sem pensar nas derrotas passadas e apenas, com a vitória no próximo jogo em mente.

 

Na sua opinião, o que estão obrigados a condicionar na equipa da Oliveirense de forma a aumentarem as vossas possibilidades de vitória? E o que há a manter ou reforçar na equipa do Galitos de forma a que possam vencer os dois jogos em casa?

 

Temos feito o nosso trabalho no que se trata se condicionar o adversário, e melhoramos do primeiro para o segundo jogo nesse aspecto. Mais que condicionar o adversário, temos que nos preocupar em cometer menos erros desnecessários e em controlar mais o jogo e os tempos de jogo, evitando parciais de 10/11/12 – 0 como tem vindo a acontecer nos últimos jogos. Temos mostrado uma excelente atitude dentro de campo e temos que a manter, o querer ganhar tem que estar na nossa cabeça durante os 40 minutos. Se formos inteligentes e jogarmos com serenidade juntamente com esse desejo de ganhar e de dar o máximo, certamente sairemos deste fim de semana mais felizes.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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