Artigos da Federaçãooo
GDESSA e Lombos já garantiram presença na Final 4
A equipa do Barreiro vincou a sua superioridade durante a 2ª parte, o mesmo sucedeu com conjunto de Carcavelos na partida frente às benfiquistas.
Ao intervalo, as comandadas de Nuno Manaia venciam por apenas cinco pontos de diferença (34-29), pelo que a equipa de Lousada tinha o jogo perfeitamente em aberto. Mas o 3º período viria a revelar-se negro para o conjunto nortenho (11-24), pois hipotecaram a possibilidade de continuar a discutir a eliminatória. À entrada do último quarto a vantagem do GDESSA já era de dezoito pontos (58-40), que chegou mesmo a ser de perto de trinta (74-46) a dois minutos do final.
A norte-americana Kamilah Jackson (26 pontos, 17 ressaltos e 4 assistências protagonizou mais uma fantástica exibição, tendo sido bem secundada na equipa do GDESSA pela dupla formada por Mária Costa (16 pontos, 9 ressaltos e 4 assistências) e Maianca Umbano (13 pontos e 3 ressaltos).
O Lousada bateu-se muito bem na tabela ofensiva (14 ressaltos), equilibrou o jogo no pintado, tentou explorar sempre que pode o contra-ataque (15 pontos) mas esteve infeliz a lançar ao cesto, particularmente de longa distância (2/13 – 15%). Joana Cortinhas (14 pontos) foi a mais concretizadora, Joana Cruz somou um duplo-duplo (12 pontos e 10 ressaltos), Catarina Mateus (11 pontos e 2 ressaltos) realizou mais uma exibição positiva, mas não chegou para forçar o 3º jogo.
CAB empata a série e força a negra
A formação madeirense controlou a marcha do marcador desde o quarto inicial, dominou-o nos capítulos do jogo mais importantes, e pode contar com o contributo da norte-americana Aleighsa Welch. As duas equipas voltam a encontrar-se este domingo na Madeira, às 14h30, para o terceiro e decisivo jogo deste playoff, que determinará qual delas marcará presença na Final Four da Liga Feminina.
A pressão de não ter margem para erro não retirou capacidade ofensiva à equipa do CAB no inicio do encontro. Se até aos 4 minutos o Olivais foi capaz de manter o jogo fechado (8-12), turnovers consecutivos da equipa de Coimbra, associados ao domínio exibido pela norte-americana Aleighsa Welch (15pts na 1ª parte), resultaram no disparar no marcador por parte da equipa da casa até final do 1º período (24-10).
A superioridade das insulares prolongou-se no inicio do 2º quarto, que chegaram aos dezanove pontos de vantagem (34-15) perto do meio do quarto. Um triplo de Josephine Filipe devolveu alguma eficácia ao ataque do Olivais, embora sem que tenha conseguido anular até ao intervalo a diferença pontual construída pelo CAB (46-28).
As comandadas de João Pedro Vieira dominaram a luta das tabelas nos primeiros 20 minutos (18-8), beneficiaram de mais pontos (10) em situações de segundos lançamentos, e estiveram muito assertivas a lançar ao cesto (59% de 2pts e 57% de 3pts). As conimbricenses foram mais eficazes a explorar os turnovers (10) cometidos pela equipa do CAB (11 pontos).
O 3º período foi mais pobre em pontos, muito por culpa das perdas de bola sem lançamentos, e da falta de pontaria revelada por ambas as equipas. Jasmine Crew continuava a ser a principal arma ofensiva do Olivais, com as conimbricenses a reduzirem para onze (52-41) os pontos que separavam os dois conjuntos (41-52). Um triplo de Rosina Rosário tranquilizou a equipa do CAB, que nos últimos 3 minutos do período alargou a vantagem para mais de vinte pontos (63-42). Os últimos 10 minutos não trouxeram nada de novo, com o conjunto madeirense a controlar sem grandes problema a almofada pontual de que dispunha.
O CAB conquistou o dobro dos ressaltos (40-20), concretizou 20 pontos em segundos lançamentos, exibiu superioridade nas áreas mais próximas do cesto, e esteve melhor a lançar ao cesto. O aspeto mais negativo foi o elevado número de turnovers (25) cometidos pelas insulares. Aleighsa Welch (25 pontos, 8 ressaltos e 3 assistências) em boa altura regressou à equipa e à competição. Que neste jogo foi bem secundada pela sua compatriota Cherin Miller (17 pontos e 11 ressaltos).
O Olivais explorou muito bem os erros das madeirenses (25 pontos), controlou melhor a posse de bola (16 turnovers), mas falhou em outras áreas importantes. Jasmine Crew (21 pontos e 7 roubos de bola) voltou a ser a melhor marcadora da equipa de Coimbra, e a única a terminar o encontro na casa das dezenas em pontos convertidos. Ainda assim, destaque para as prestações de Josephine Filipe (8 pontos e 4 ressaltos) e Ana Gonçalves (8 pontos, 2 ressaltos e 2 assistências).
Dragon Force bate Benfica B após 2 prolongamentos
Com este resultado, os dragões igualaram as águias no número de vitórias, pelo que a luta pelo 4º lugar está mais emocionante do que nunca. O Terceira Basket não foi feliz na deslocação ao Porto para defrontar o Vasco da Gama, derrota por 72-80. Deslize bem aproveitado pelo Atlético que ao vencer em Sangalhos (69-58), igualou os terceirenses na tabela classificativa. O factor casa continua a ser sinónimo de sucesso para o Illiabum, que recebeu e venceu o AngraBasket (84-62). Na última jornada desta 2ª fase, o Atlético CP recebe e visita do Dragon Force, o SL Benfica B defronta em casa o Sangalhos, e o Terceira Basket desloca-se a Ílhavo.
O jogo disputado no Dragão Caixa foi sempre marcado por um enorme equilíbrio, várias alternâncias no comando do marcador, sem que nenhuma das equipas tenha conseguido vantagens dilatadas. Se durante a 1ª parte cada uma das equipas conseguiu um ligeiro ascendente num dos períodos (19-13 e 8-17), a etapa complementar conseguiu ser ainda mais igualada. Nuno Sá com uma bandeja, a 33 segundos do final do tempo regulamentar, empatou o jogo a 68 pontos, com as duas equipas a disporem de oportunidades para resolverem o jogo a seu favor.
No 1º prolongamento, um triplo de Pedro Oliveira voltou a empatar o encontro (73-73), e seria um novo lançamento da linha de três pontos, este da autoria de Diogo Araújo à entrada do último minuto, que colocava o Dragon Force de novo no comando (78-75). Um cesto de Ricardo Monteiro e um lance-livre de Aljaz Sultej forçam novo prolongamento, não sem antes Kevin Gomes ter tido uma oportunidade pra resolver o jogo.
No 2º tempo extra, os dragões assumiram a liderança do marcador, mas seria de novo Aljaz Sultej a repor a igualdade (83-83) a 1.41 minutos do final. Cinco pontos da linha de lance-livre garantiram a vitória dos dragões, com os encarnados a falharem os dois triplos que tentaram nos segundos finais.
O jovem Francisco Amarante, autor de 16 pontos, foi o melhor marcador dos dragões, seguido de perto por Nuno Sá (14 pontos, 6 ressaltos e 5 roubos de bola) e Diogo Araújo (13 pontos e 6 ressaltos).
Ricardo Rosa (16 pontos e 8 ressaltos) foi o melhor concretizador dos encarnados, mas nem como as exibições positivas de Sérgio Silva (14 pontos, 6 ressaltos 4 roubos de bola) e Aljaz Sultej (10 pontos, 8 ressaltos e 3 roubos de bola) conseguiu garantir a vitória do Benfica B.
FC Porto adianta-se na série
O triunfo por 90-80, coloca os dragões em vantagem na série, num encontro em que os minhotos se bateram muito bem, mas a excelência do jogo exterior dos azuis e brancos fez a diferença no derradeiro quarto. Os triplos de DeVries foram importantes no melhor momento do Vitória, e os de Tinsley permitiram que os comandados de Moncho López fugissem em definitivo no marcador durante o derradeiro quarto.
Nos primeiros 10 minutos, o ataque do FC Porto esteve muito bem, não só pela eficácia revelada, como também pelo equilíbrio e fluidez apresentada. O Vitória conseguia ter algum sucesso no tiro de longa distância, mas não conseguia somar pontos nas áreas mais próximas do cesto (1/11) e chegou ao final do 1º período a perder por 14-25.
No 2º período, a equipa visitante subiu de rendimento, beneficiou do facto de conseguir converter mais cestos em situações de contra-ataque ou transições rápidas. Chegaram a estar a três pontos de distância (34-37), mas algumas más decisões nos segundos finais do 1º tempo, foram imediatamente capitalizadas pelos dragões em ataques com superioridade numérica, que voltaram a abrir no marcador (41-34).
Os primeiros 5 minutos da etapa complementar coincidiram com o melhor período do Vitória, em parte porque a equipa conseguiu tirar do jogo Troy DeVries, reduzindo em muito a eficácia ofensiva dos dragões (6 pontos nos primeiros 6 minutos). A meio do quarto, o marcador registava um empate a 45 pontos, entretanto a equipa de Guimarães chegou mesmo a liderar (48-47), mas a lesão de Pedro Catarino e com Pedro Pinto no banco com 4 faltas, precipitou uma fase negra dos forasteiros. Mas não se pode retirar mérito à forma como os azuis e brancos deram a volta ao momento menos positivo, que coincidiu com o regresso de DeVries aos pontos, sendo exímio no aproveitamento das saídas bloqueadas. À entrada do último período, a equipa da casa comandava por seis pontos de diferença (62-56).
Nos últimos 10 minutos assistiu-se a um show de Brad Tinsley, sem que nunca a equipa minhota tivesse forma de condicionar a inspiração ofensiva do norte-americano. Ele que até então tinha estado muito discreto no jogo. Com 12 pontos nos primeiros sete minutos, Tinsley cortou sempre as aspirações do adversário reentrar na discussão do jogo, como também foi decisivo para que o FC Porto construísse uma vantagem de dezoito pontos (87-69).
Os azuis e brancos somaram 19 pontos em contra-ataque, e estiveram melhor a atirar ao cesto (52% vs 48%), bem como dobraram os pontos do seu adversário convertidos na área restritiva. Troy DeVries (23 pontos) voltou a ser uma ameaça da linha de três pontos (6/11), e foi importante na pior fase dos dragões. Brad Tinsley (15 pontos, 3 ressaltos e 3 assistências) desequilibrou o encontro, e Nick Washburn (12 pontos e 9 ressaltos) foi a principal referencia interior do ataque do FC Porto.
O Vitória somou 14 triplos, e com grande eficácia (51.9%), durante o encontro, e o poste Dukic (12 pontos e 4 ressaltos) é um bom exemplo dessa pontaria (4/6). Os dois bases, Pedro Pinto (13 pontos e 7 ressaltos) e Pedro Catarino (14 pontos e 2 assistências), estiveram igualmente em bom plano na equipa do Vitória. Balseiro (14 pontos) e Paulo Cunha (13 pontos e 7 ressaltos) continuam a ser armas ofensivas na equipa liderada por Fernando Sá.
Ovarense foi mais fortes nos minutos finais
Os minhotos comandaram a marcha do marcador durante muito tempo, mas nos últimos 15 minutos do encontro os vareiros mostraram-se competentes para gerirem curtas vantagens e assim garantirem a liderança na série. As duas equipas voltam a encontrar-se, em Ovar, no próximo domingo, às 16 horas, para o jogo 2 da 1ª ronda dos playoffs.
A equipa visitante comandou a marcha do marcador desde o cesto inaugural, e à passagem do 8º minuto a vantagem era de dois dígitos (23-13). A Ovarense encurtou distâncias até final do período (21-26), uma diferença pontual que se manteria estável até ao descanso, com o Barcelos a recolher aos balneários na frente do resultado (40-33).
Mas bastaram menos de 3 minutos para que os vareiros empatassem o jogo no arranque da etapa complementar (42-42). Seguiram-se alternâncias no comando do jogo, mas no final do 3º período os barcelenses mantinham-se na frente (58-55). Um triplo de Miguel Miranda provocava a reviravolta no marcador (61-60), e deu o mote para que a Ovarense construísse uma pequena mas importante vantagem (65-60).
Dukovic, também com um triplo, aproximava os visitantes da liderança (65-69), e seria nova bomba de três, esta da autoria de Andrew Ferry, a reduzir a desvantagem para dois (68-70) à entrada do último minuto. Um bom momento defensivo, e a frieza de Miguel Miranda da linha de lance-livre, converteu os dois lançamentos, a 14 segundos do fim, que garantiram o triunfo da formação de Ovar.
A Ovarense mostrou-se mais assertiva a lançar ao cesto (49% vs 44%), bem como conquistou um número mais elevado de lances-livres (17/24 – 71%). O extremo Jo Harris (19 pontos, 10 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola) voltou a ser útil em muitas áreas do jogo, e o base José Barbosa (13 pontos, 4 roubos de bola, 3 assistências e 2 ressaltos) deu sinais de estar a subir de rendimento.
João Grosso (18 pontos, 9 ressaltos e 2 roubos de bola) protagonizou uma prestação muito positiva, tendo sido bem secundado na equipa de Barcelos por João Fernandes (13 pontos, 3 ressaltos e 3 assistências).
Torneio de Minibasquete do ATC Joane
“Intensidade do início ao fim”
Um registo que em nada é relevante para a fase que esta sexta, às 21 horas, se inicia em Ovar, uma vez que apenas favorece os vareiros com a vantagem do factor casa. A formação de Barcelos mostrou-se sempre muito competitiva ao longo da temporada, mais forte a jogar em casa, mas com o avançar da competição adquiriu competência para vencer jogos fora de casa. Para que isso aconteça ao Barcelos, no jogo 1 do playoff, João Grosso enumera o bom controlo da posse de bola, a boa seleção de lançamentos, e o bom desempenho defensivo como factores decisivos para ultrapassar uma Ovarense extremamente moralizada.
Não vai ser tarefa fácil para o Barcelos recuperar o factor casa para decidir a eliminatória, até porque a Ovarense, como reconhece Grosso, é nesta fase da temporada um adversário com poucos pontos fracos no seu jogo. “Esta sexta a tática passa por tentar explorar as poucas falhas que eles têm, e jogar com intensidade do início ao fim”.
Mesmo numa fase tão adiantada da época, os minhotos têm ainda margem para corrigir ou melhorar áreas do jogo, alguns deles determinantes para que uma qualquer equipa tenha sucesso. Para o embate com os vareiros, o extremo destaca alguns capítulos onde o Barcelos tem que se apresentar mais eficaz. ”Temos de conseguir ter percentagens de lançamentos consistentes, não cometer muitos turnovers e estar muito atentos defensivamente”.
A Ovarense é muito provavelmente a equipa do momento, não só pela forma extremamente positiva como terminou a 2ª fase, como também pela qualidade apresentada no seu jogo. Desempenhos que não passam despercebidos ao atleta minhoto, bem como o estado de forma do poste vareiro. “Diria que conjugam bem o jogo interior com o exterior. O Barber está em grande forma mas há que ter sempre em atenção os outros quatro em campo”.
“Sabemos o que queremos”
Ainda que não tenham tido implicações na classificação, não é nada habitual o SL Benfica perder dois jogos seguidos. O treinador-adjunto, Nuno Ferreira, em declarações à BTV fez a antevisão do playoff com o Lusitânia, começando por dizer que as derrotas já fazem parte do passado, e que a equipa trabalhou para regressar às boas exibições. Para ser uma época positiva, a renovação do titulo de campeão é uma obrigatoriedade, e os açorianos serão o primeiro obstáculo nessa caminhada. O Benfica enfrenta o Lusitânia, no sábado, às 17h30, e no domingo, às 18h00.
A frustração provocada pelos dois desaires foi transformada em trabalho, em aplicação, algo que Nuno Ferreira quer ver refletido dentro do campo. “Esta semana treinámos muito bem mas falta colocar isso em prática. Não basta treinar bem, temos que jogar melhor ainda. O jogo do fim de semana é passado e o que interessa são os próximos”.
Com alguns jogadores ainda à procura da sua melhor desportiva, esta é a altura da época em que vencer é o mais importante. O treinador encarnado não dá a série como resolvida a favor do Benfica, até porque a experiência acumulada permite ao grupo de trabalho abordar o playoff da forma mais correta.
“Vai começar o playoff, vão começar as grandes decisões portanto não esperamos jogos fáceis. Cada um terá a sua história, completamente diferente. Somos favoritos mas temos que o demonstrar dentro de campo”.
Nem o facto de serem tetracampeões retira ambição ao grupo de trabalho, e Nuno Ferreira sabe bem, tal como os jogadores, que o clube e os adeptos esperam e “exigem” mais um titulo. “Sabemos o que temos que fazer para ganhar e sabemos a responsabilidade que temos, não só dentro do clube, e sabemos o que queremos, que é ganhar o campeonato.”
Começar a série em casa é sempre positivo, mais ainda quando a equipa vem de uma fase menos conseguida da temporada, e precisa de recuperar os seus níveis de confiança e moralização. “Jogar em casa é sempre muito melhor do que jogar fora. Estamos perante os nossos adeptos, as pessoas que gostam de nós. Acho que o Benfica vai dar uma excelente resposta”.
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“Vamos estar bem”
Para seguir em frente na prova, o conjunto de Guimarães está obrigado a vencer pelo menos um encontro no Dragão Caixa, e sexta-feira, às 21 horas, será a primeira oportunidade de alcançar esse objetivo. Mas para que tal aconteça, o atleta sabe que a equipa está obrigada a cometer poucos erros, a dar o seu máximo, de forma a equilibrar os jogos e discuti-los até final.
Habituado a estar envolvido na luta pelos lugares cimeiros, Balseiro estranhou o facto de que a equipa não tivesse competido entre as mais bem classificadas nesta 2ª fase. “Queremos mostrar que merecemos mais, e somos melhores do que o 7° lugar que ficamos na fase regular”.
É sempre importante começar um playoff com um resultado positivo, mais ainda quando não se tem a vantagem do factor casa. “Penso que vão ser muito equilibrados, onde nós queremos ganhar e passar a eliminatória. Para isso sabemos que temos que ganhar pelo menos um jogo no Dragão. E queremos começar já sexta com uma vitória”.
Para ultrapassar o talento dos dragões, Balseiro aposta na superação, e acredita que o grupo vai estar preparado para o momento. “Sabemos dos bons jogadores que o FCP tem, mas vamos dar tudo dentro de campo para os conseguirmos parar. Vão ser jogos muito equilibrados onde qualquer erro pode ser penalizador. Não tenho dúvidas que vamos estar bem, pois ansiamos a época toda pelos playoffs”.
Moncho López quer FC Porto a jogar no limite
Em declarações prestadas ao site do clube azul-e-branco, Moncho López fez a antevisão deste duelo.
Esta sexta-feira, pelas 21h00, irão principar os quartos de final do playoff da Liga Masculina, com o FC Porto a receber o Vitória SC-Guimarães. Ora, os 'dragões', que não são campeões nacionais desde 2011, pretendem começar da melhor forma esta caminhada final, mas para isso terão que ultrapassar uma aguerrida turma vitoriana. Moncho López, técnico da formação da Invicta, não espera facilidades, desvalorizando a 1.ª fase menos conseguida dos minhotos. " A história diz-nos que nos playoffs podem sempre acontecer surpresas, independentemente dos resultados das equipas ao longo da fase regular. Estamos conscientes de que temos de estar ao nosso melhor nível para evitar uma surpresa. O Vitória tem um treinador muito inteligente, com muita experiência nestas provas e, para nós, é um adversário muito difícil. Temos de jogar no nosso limite desde o primeiro minuto e trabalhar muito, pois ninguém nos vai dar nada de borla", afirmou o treinador espanhol.
Moncho aceita o "favoritismo teórico" atribuído à sua equipa, mas destaca a versatilidade e a força defensiva dos vitorianos, aliadas à experiência de alguns dos seus atletas.."Vamos tentar usar a nossa juventude para os surpreender", declarou o técnico, que ainda enalteceu o facto dos 'dragões' terem a possibilidade de jogar mais uma partida em casa: " Merecemos ter o fator casa a nosso favor e toda a gente sabe que, no Dragão Caixa, é muito difícil derrotar-nos".
Já Miguel Queiroz, poste do FC Porto, também alerta para os perigos do Vitória, mas mostra-se confiante no sucesso: " Eles têm uma boa equipa, forte em vários aspetos do jogo, mas vamos tentar tirar partido das fragilidades deles e, como é natural, do fator casa. "Precisamos dos nossos adeptos para conseguir ganhar os dois jogos".
“Competentes no capítulo defensivo”
Quando faltam duas jornadas para o final desta 2ª fase, o treinador dos encarnados, João Tavares, não esconde que o jogo assume uma importância acrescida. Relembra que à uma vantagem pontual a gerir, diante de um adversário que considera ter características semelhantes ao estilo de jogo benfiquista. O técnico reconhece que os dragões se tornam ainda mais perigosos a jogar em casa, e aponta como condições essenciais para o sucesso do Benfica contestar todos os lançamentos, obrigar os azuis e brancos a jogar em ataque organizado, e serem fortes em todos os momentos das tarefas defensivas.
Qual a importância que o jogo tem para a discussão do 4º lugar do Grupo A do campeonato da Proliga?
Importância total. Temos consciência que, quem vencer, fica praticamente no 4º lugar (mesmo faltando ainda uma jornada para jogar), que é um objetivo a que nos propusemos – tentar ficar numa melhor posição do que na época passada e, simultaneamente, ter a possibilidade de, pelo menos, realizarmos mais 2 jogos muito intensos e extremamente competitivos no playoff. Tudo faremos para alcançar essa meta. É importante, no entanto, referir que temos uma vantagem de 19 pontos conseguida em nossa casa frente ao Dragon Force.
Quais os principais problemas que o Dragon Force coloca na sua forma de jogar?
É provavelmente a equipa com características mais parecidas com as nossas, daí identificarmos muito bem o perigo que nos poderão colocar. Um grupo com muito talento ofensivo, que vai querer jogar com uma intensidade e ritmo altos. A jogarem em casa toda a sua capacidade ofensiva aumenta, por isso, resta-nos tentar contrariar ao máximo todas as situações que mais irão procurar e fazer com que as suas percentagens de lançamento não sejam elevadas.
Em que áreas do jogo podem e devem estar melhor de modo a conseguirem fazer a diferença no jogo?
As do costume, ou seja, temos que ser competentes no capítulo defensivo, de modo geral, desde a uma boa recuperação defensiva, defesa do 1×1, situações de bloqueio direto e bloqueio defensivo.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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