Artigos da Federaçãooo
Kamilah Jackson MVP do jogo 1 do playoff
Já a atleta portuguesa mais valiosa, foi Sílvia Fortunato, jogadora do Boa Viagem, e a que se destacou entre as mais jovens foi Carolina Gonçalves, que representa a Quinta dos Lombos. No anexo desta noticia poderá ainda consultar os melhores cincos da ronda de quarta-feira, bem como os máximos individuais registados no passado fim de semana.
Olivais bem encaminhado
A vitória por 67-54 coloca a formação de Coimbra a uma vitória da Final Four, e as madeirenses sem margem para erro, e sobre uma pressão acrescida. Mérito para a forma como as olivanenses conseguiram resistir e matar o jogo numa fase em que as insulares davam sinais de conseguir dar a volta ao marcador. Sem dúvida que a série promete!
O jogo disputado em Coimbra manteve-se fechado até meio do 1º período, altura em que a equipa da casa vencia pela diferença mínima (8-7). Mas um parcial de 12-1, favorável ao Olivais, fez as conimbricenses dispararem no comando (20-9). Nos últimos 8 minutos do 1º tempo a equipa madeirense recuperou a sua qualidade ofensiva e reduziu a desvantagem pontual para os cinco pontos (27-32) em tempo de intervalo.
O descanso fez bem às olivanenses, já que em menos de três minutos dispunham de uma vantagem nos dois dígitos (40-29). As madeirenses voltavam a revelar-se pouco consistentes, mas dois contra-ataques consecutivos davam o mote para que voltassem a aproximar-se da liderança (43-45). Um triplo de Leonor Cruz travou o bom momento das insulares, bem como permitiu ao Olivais respirar um pouco mais de alivio.
O momento positivo do Olivais prolongou-se, a diferença voltou a subir para a casa das dezenas (54-43), e só parou de subir quando atingiu o seu máximo aos 65-46, já muito perto do meio do 4º período. Uma margem extremamente confortável, e que o Olivais geriu sem grandes sobressaltos até garantir a primeira vitória da série.
O Olivais tirou partido dos 20 turnovers cometidos pelo CAB para somar 20 pontos, tal como dominou na área pintada (28 vs 18 pontos) e esteve melhor a lançar de dois pontos (53% vs 35%). Jasmine Crew (32 pontos, 5 ressaltos e 3 roubos de bola) voltou a protagonizar uma exibição acima da média, e contou com um jogo bastante completo de Michelle Brandão (12 pontos, 5 ressaltos, 5 assistências e 2 roubos de bola).
A Aleighsa Welch, ressentiu-se da lesão muscular, só jogou 90 segundos, numa noite em que a equipa do CAB até esteve inspirada da linha de 3 pontos (5/11 – 46%). Os contributos do banco (29 pontos) foram bastante positivos, mas não chegou para iniciar o playoff com uma vitória. Marta Bravo (12 pontos e 2 ressaltos) foi a melhor marcadora das madeirenses, e Cherin Miller (5 pontos, 11 ressaltos e 2 assistências) a melhor ressaltadora.
GDESSA – Barreiro mais perto da Final 4
A equipa comandada por Nuno Manaia comandou sempre a marcha do marcador, e respondeu sempre positivamente às várias aproximações no resultado por parte da equipa nortenha. O Lousada nunca permitiu que o GDESSA pudesse relaxar, e a equipa visitante mostrou-se sempre muito competente para gerir curtas vantagens, e nunca permitir que o adversário passasse para a liderança.
A equipa do Barreiro comandou o jogo desde a bola ao ar. E se nos primeiros 5 minutos ambas as equipas sentiram dificuldades em somar pontos (7-3), a 2ª metade foi bastante mais produtiva. A 2.30 do final do 1º tempo, as visitantes já venciam por uma vantagem na casa das dezenas (16-5), mas a equipa da casa encurtou distâncias (13-19). O momento positivo do Lousada prolongou-se no arranque do 2º quarto, esteve a perder por dois (21-23), mas seria o GDESSA a fugir de novo no resultado nos últimos 5 minutos da 1ª parte. Chegou a estar na frente por catorze (39-25), mas ao intervalo eram onze os pontos que separavam as duas equipas (39-28).
A grande diferença entre as duas equipas esteve na sua eficácia nos lançamentos de 2 pontos, bem melhor o GDESSA (50% vs 30%), ainda que tenham sido as forasteiras a somar mais pontos nas áreas próximas do cesto (22 vs 12). A norte-americana Kamilah Jackson (15 pontos e 13 ressaltos) dominou o jogo nos dois lados do campo.
O 3º período não trouxe nada de novo ao jogo, com a equipa da margem sul a manter a sua vantagem pontual (54-45). O Lousada abriu o 4º período com 4 pontos consecutivos (49-54), mas as forasteiras rapidamente voltaram a fugir, e para a casa das dezenas (60-49). A formação da casa recusava-se a entregar o jogo, e volta a encostar o jogo a três pontos (57-60). O jogo mantinha a mesma toada, pois sempre que o Lousada se aproximava, o GDESSA voltava a fugir (68-59). Um triplo de Carolina Mateus ainda fez sonhar o Lousada, mas Joana Bernardeco selou o jogo com uma bomba de três a 1.35 minutos do fim do jogo (71-62).
O GDESSA continuou a ser mais eficaz a lançar os cesto, a dominar no pintado (42 vs 28 pontos), bem como a luta das tabelas (40-30). A norte-americana Kamilah Jackson registou um fantástico duplo-duplo (35 pontos e 22 ressaltos), tendo sido bem acompanhada por Joana Bernardeco (12 pontos) e Márcia Costa (11 pontos, 4 ressaltos e 2 assistências).
Janee Morton (17 pontos, 11 ressaltos e 3 assistências) somou igualmente um duplo-duplo, mas nem com a ajuda de Erin Chambers (11 pontos e 8 ressaltos), Catarina Mateus (16 pontos) e Joana Cruz (12 pontos e 11 ressaltos) conseguiu colocar o Lousada em vantagem na eliminatória.
Sportiva suou para ficar em vantagem
Miguel. A equipa da casa comandou o jogo durante grande parte do tempo, beneficiou das maiores vantagens, mas o que conta é o resultado final. E a verdade é que o Sportiva mostrou competência para correr atrás do prejuízo e fechar o jogo nos momentos decisivos.
Depois de vária alternâncias no comando do marcador, o Boa Viagem assume a liderança aos 10-9, a mesma diferença que se registava no inicio do 2º período (19-18). Seguiram-se depois quatro minutos sem que o Sportiva somasse qualquer ponto, aproveitando a equipa da casa para ganhar vantagem (26-18). As visitantes reagem até ao intervalo, e vão para os balneários a perder por três (28-31).
À passagem do terceiro minuto do 3º período, o marcador registava um empate a 34 pontos, mas um triplo de Silvia Fortunato voltava a afastar o Boa Viagem no comando (44-37). Só a meio do derradeiro quarto, e com um tiro de três de Shaqwedia Wallace, o Sportiva regressou à liderança (56-54). Uma diferença que se manteve até 2.37 minutos do fim (59-57), mas à entrada do último minuto a vantagem das visitantes já era bem mais confortável (65-57).
O União Sportiva controlou melhor a posse de bola (13 vs 19 turnovers) e foi eficaz a aproveitar os erros do adversário (25 pontos). Dobrou a pontuação do seu opositor na área restritiva (36 vs 18 pontos), e conquistou 32 idas para a linha de lance-livre, das quais converteu 23 (72%). O Boa-Viagem converteu 9 triplos (32%), e somou 10 pontos em segundos lançamentos.
Shaqwedia Wallace (27 pontos, 6 ressaltos, 5 roubos de bola e 3 assistências) foi a melhor marcadora do Sportiva, num jogo em que Ashley Bruner (16 pontos, 17 ressaltos e 7 roubos de bola) somou mais um duplo-duplo, e Milica Ivanovic (23 pontos, 6 assistências e 5 ressaltos) esteve em muito bom plano.
A norte-americana Miriam Kenzie (29 pontos, 6 ressaltos, 3 assistências e 3 roubos de bola) realizou um jogo muito completo, mas nem com as ajudas de Sílvia Fortunato (16 pontos, 11 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola) e Merissa Quick (9 pontos e 10 ressaltos) conseguiu garantir que o Boa Viagem abrisse o playoff com um resultado positivo.
Lombos dominou o jogo 1
Num jogo em que a equipa de Carcavelos condicionou, e muito, a capacidade ofensiva das encarnadas, e cedo se adiantou no comando do marcador. As comandadas de José Leite foram superiores em todas as áreas do jogo, especialmente na luta das tabelas e nos pontos convertidos nas áreas mais próximas do cesto.
A formação da Quinta dos Lombos abriu o jogo com um parcial de 11-0, o Benfica demorou 4 minutos para fazer funcionar o marcador, e no final do 1º período já vencia por uma diferença nos dois dígitos (17-5). A meio do 2º quarto, a vantagem já era de vinte pontos (31-11), a mesma que se registava ao intervalo (39-19).
As visitantes mostravam-se muito assertivas nos tiros de dois pontos (65%), bem como dominavam no jogo interior (26 vs 6 pontos). O jogo exterior do Benfica não funcionava (1/11 – 9% da linha de 3 pts), bem como não estavam inspiradas a lançar ao cesto (19%).
Na 2ª parte, as benfiquistas tiveram um período de quase oito minutos sem fazer pontos, pelo que não surpreende que a diferença pontual tivesse ganho maior expressão na etapa complementar.
Carolina Gonçalves, autora de 14 pontos, foi a melhor marcadora dos Lombos, e Alexandria Harden (10 pontos, 9 ressaltos, 6 assistências e 3 roubos de bola) ficou muito próxima de um duplo-duplo. A norte-americana Callan Taylor (14 pontos, 8 ressaltos, 4 roubos de bola e 3 assistências) destacou-se entre as benfiquistas.
Norberto Alves em busca da Taça de Angola
É já amanhã que Norberto Alves terá a possibilidade acrescentar mais uma conquista à sua bem sucedida passagem pelo Recreativo do Libolo, com a final da Taça de Angola no horizonte, frente ao histórico Petro de Luanda. O treinador português, que se sagrou campeão angolano e africano pelo clube do Cuanza Sul há duas temporadas, sendo o atual líder do campeonato e vice-campeão continental, é também o detentor deste troféu, depois da vitória no ano passado, obtida diante do 1.º de Agosto, por 79-70.
Ao contrário de anos anteriores, em que a final da segunda maior competição angolana de clubes era disputada a duas mãos (chegou mesmo a haver um terceiro jogo – finalíssima), desta feita teremos apenas uma partida.
Nas meias finais, o Libolo eliminou o 1.º de Agosto, ao passo que os 'petrolíferos' deixaram pelo caminho o ASA. De referir que o adversário da formação orientada por Norberto Alves, com 11 Taças de Angola no palmarés, é o segundo clube mais titulado do país em relação a esta prova.
1.º Clinic para treinadores em Águeda
Este curso encontra-se marcado para as 18h30 da próxima segunda-feira, 25 de abril, no Pavilhão Multiusos do GiCA.
“Sabemos o que nos tem faltado”
Com os principais objetivos já cumpridos, José Calabote reconhece que a equipa açoriana enfrenta um adversário com muito talento, individualmente e coletivamente, bem preparada para executar nos dois lados do campo, e comandada uma dupla experiente e habituada a conquistar títulos. O trabalho de scounting está feito, e o treinador já identificou o que falhou e impediu o Lusitânia de bater o SL Benfica esta temporada. Neste momento só o jogo do próximo sábado, às 17h30, no Pavilhão Fidelidade, conta para Calabote, que está convicto, independentemente do desfecho da série, que a sua equipa irá dignificar o nome do Lusitânia.
Dever cumprido! Esse é o estado de espírito do Lusitânia antes de iniciar os playoffs deste temporada. “Vamos entrar nestes playoffs claramente com os nossos objectivos cumpridos. Ao nível do campeonato nacional, o primeiro seria o da manutenção, assim como o nosso segundo seria o apuramento para o playoff. Ambos foram bem sucedidos.”
Pela frente estará o Benfica, um conjunto com muitas soluções ofensivas, em que vários jogadores têm talento suficiente para fazerem a diferença durante um jogo. “Sabemos as dificuldades que vamos ter neste playoff pois vamos defrontar o campeão nacional das últimas épocas. Uma equipa muito forte a nível individual, sendo das equipas que joga com mais qualidade no aspecto ofensivo. A experiência e a qualidade individual faz do nosso adversário uma equipa muito forte”.
José Calabote destaca a preparação especifica do adversário para este momento decisivo da época, bem como o saber acumulado de como se joga fases a eliminar. “No aspecto colectivo, é uma equipa que se preparou muito bem para os playoffs, tanto na defesa como no processo ofensivo, notando-se claramente a forma como se prepara para abordar esta fase do campeonato. Tem uma equipa técnica bastante experiente habituada à conquista de diversos pontos altos.”
Não é fácil para o técnico definir estratégias defensivas, muito culpa do equilíbrio ofensivo dos benfiquistas, a somar ao problema acrescido provocado pela profundidade do seu plantel. “A qualidade do nosso adversário tanto no jogo interior como exterior, bem como na rotação dos seu jogadores é sem duvida a maior dificuldade que vamos ter de saber superar”.
O Lusitânia ainda não venceu esta época o Benfica, mas com algumas correções e ajustes táticos, Calabote acredita que a sua equipa reunirá mais condições para surpreender os encarnados. “Nos dois jogos que realizámos contra a equipa do Benfica, não conseguimos, até agora, ter sucesso. Sabemos o que nos tem faltado nesses encontros para atingir a vitória final, e é dentro dessa perspectiva que estamos a trabalhar”.
Jogo a jogo é o modo que José Calabote quer que a sua equipa aborde este playoff de elevado grau de dificuldade. “A minha equipa vai tentar sem dúvida pensar unicamente num jogo de cada vez, porque esta é a nossa forma de encarar os playoffs. Vamos querer dignificar a imagem do Lusitânia”.
“Jasmine Crew entusiasmada e otimista para os playoffs”
A equipa de Coimbra já bateu esta temporada a equipa madeirense, e a norte-americana Jasmine Crew foi peça fundamental nesse sucesso. A atleta, que durante a fase regular somou vários máximos individuais, acredita que a estabilidade da equipa e trabalho de continuidade que marcou os últimos meses de trabalho, dotou o Olivais de maior competitividade. Jasmine não está preparada para terminar já a época, um desejo partilhado pelas restantes companheiras.
Qual a sua perspetiva para os jogos do playoffs do Olivais este ano?
A minha perspetiva é que temos uma boa oportunidade de ganhar. Enfrentámos muitas adversidades este ano enquanto lutávamos por um lugar nos playoffs, mas conseguimos e aprendemos muitas lições pelo caminho. Eu penso que como equipa estamos entusiasmadas e otimistas sobre as nossas hipóteses de ganhar os playoffs.
O Olivais ganhou nas meias finais da Taça de Portugal ao CAB por 79-52, e Jasmin contabilizou 23 pontos mais 4 ressaltos, 4 assistências e 5 roubos de bola sendo mesmo a MVP do jogo. Acha que o Olivais pode repetir este resultado?
O CAB é uma grande equipa com muitas armas diferentes. Eu penso que a chave para nós termos sucesso contra eles é focarmo-nos nos pequenos detalhes, como os bloqueios defensivos, limitar as nossas percas de bola, jogar bem defensivamente e assim por diante. Temos de ser fortes mentalmente e jogar em conjunto como uma equipa para os derrotar. Já o fizemos antes e acho que o conseguimos fazer de novo.
A Jasmine foi a melhor marcadora da fase regular da Liga Feminina com 22,8 pontos por jogo e com um máximo absoluto de 39 pontos marcados num jogo contra o Boa Viagem em 9 de abril passado. Qual o seu "segredo"?
O meu segredo é treinar ao meu ritmo e depois seguir em frente e desfrutar do jogo. Todo o trabalho é feito antes de eu entrar em campo e por isso quando o jogo começa já não penso em mais nada. Eu apenas jogo e gosto de fazer o que faço.
O que pensa da equipa do Olivais este ano? Acha que o Olivais consegue chegar à Final a 4 da Liga Feminina?
Eu penso que o Olivais é uma equipa difícil de analisar. Tivemos muitas alterações e ajustamentos ao longo da época e eu penso que isso se vê no nosso registo de resultados. Contudo, apesar dos resultados passados, penso que provámos que conseguimos competir com qualquer equipa da Liga. Conseguimos chegar à Final a 4 e à Final da Taça de Portugal e eu penso que com a mentalidade adequada conseguiremos chegar também à Final a 4 da Liga Feminina.
Qual a sua opinião sobre a Liga Feminina deste ano?
Durante os jogos da Liga Feminina tive oportunidade de jogar contra muitas jogadoras jovens e talentosas. Eu penso que à medida que elas evoluirem a Liga se tornará ainda mais forte. Eu gostei mesmo da época até agora e não estou pronta para acabar já.
“Jogamos sem qualquer pressão”
O treinador Paulo Fidalgo não esconde que a equipa se prepara para ter sucesso, algo que procurará na eliminatória frente ao favorito GDESSA, a começar pelo jogo desta quarta, em casa, agendado para as 21 horas. A experiência e os hábitos de vitória ditam, na opinião do técnico, uma maior dose de favoritismo à equipa do Barreiro, que mesmo assim promete entrega, e bons espetáculos de basquetebol.
Ao longo de toda a época a formação de Lousada foi dando provas da sua competitividade, e a prova disso mesmo foram as várias presenças em pontos altos da temporada. “Os objetivos internos a que nos propusemos estão claramente concretizados. Apesar de sermos os outsiders destes playoffs, a verdade é que estivemos presentes, excluindo a final 4 da Taça de Portugal, em todos os momentos altos desta época.”
O facto de o Lousada não ser apontado como favorito a uma presença na Final 4, poderá atenuar uma maior inexperiência competitiva, embora se depreenda das palavras do técnico que existe a ambição de continuar a somar êxitos e terminar a época de uma forma ainda mais positiva. “Sendo uma equipa jovem e sem experiência pensamos, e estamos mentalizados, para as dificuldades frente ao GDESSA. Equipa habituada a ganhar. Penso sinceramente que neste momento jogamos sem qualquer pressão. Como outsiders tudo o que advenha desta brilhante época é bom para o clube, para a ABP, e para o norte do país.”
Paulo Fidalgo acredita no treino, naquilo que foi programado e preparado ao longo de toda uma temporada, e que terá de ser o reflexo desse empenho a proporcionar resultados positivos. “Trabalhamos diariamente para que nos aconteçam coisas boas. Não estamos a espera que nós deem nada de borla. Aproveito para convidar os agentes desportivos a estarem presentes no Pavilhão Municipal a fim de assistirem a um grande espetáculo de basquetebol”.
1ª Fase Campeonato Regional de sub-18 masc em São Miguel
nos pavilhões da EBI Canto da Maia e Escola Secundária da Lagoa. Com a presença dos representantes da ilha de São Miguel, Clube União Sportiva e Associação Juvenil Clube Operário Desportivo, da ilha da Terceira o Sport Clube Lusitânia e o representante das ilhas do Faial e Pico, o Fayal Sport Clube.
Estes quatro clubes irão jogar todos contra todos, para apurar os dois primeiros classificados, para no fim de semana de 19 a 22 de maio apurar o campeão dos Açores neste escalão.
Os jogos marcados para este fim de semana conta com a primeira jornada a começar às 19:15 no pavilhão da Escola EBI Canto da Maia entre o União Sportiva e o Lusitânia, para às 21:00 no pavilhão da Escola Secundária da Lagoa defrontarem-se o AJCOD e o Fayal Sport.
Os jogos serão arbitrados pelos elementos do CAD de São Miguel, da Terceira e do Faial e Pico.
Playoff a caminho da Final Four
Será uma eliminatória discutida à melhor de 3 jogos, sendo que começa em casa do pior classificado. Os 2º e 3º jogos realizam-se em casa da equipa melhor classificada, dando-lhe sempre o direito de jogar perante os seus adeptos uma eventual negra. Oito equipas que partem com as mesmas aspirações, com a mesma ambição, e independentemente do que aconteceu para trás, começa agora um novo campeonato que colocará à prova não só a consistência de cada uma delas, bem como o caráter que têm para abordarem a pressão do momento.
SportivaAirlinesAzores x Boa Viagem-Angra-Açore
O SportivaAirlinesAzores inicia a defesa do seu titulo nos Açores, mas na ilha Terceira frente ao Boa Viagem-Angra-Açore. As atuais campeãs nacionais venceram os dois encontros durante a fase regular (78-52 e 54-61), evidenciando uma superioridade nas percentagens de lançamento de campo e nos lances-livres contestados. A luta das tabelas foi um capitulo do jogo dividido e será certamente decisivo para o desfecho da eliminatória. A formação da ilha Terceira está obrigada a reduzir o número de turnovers, controlar melhor a posse de bola, bem como a contestar mais e melhor os lançamentos do Sportiva. Vencer o 1º jogo será quase obrigatório para que o Boa Viagem seja capaz de contestar o favoritismo do campeão em titulo.
CAB Madeira x Olivais/UrgiCentro-SAN
Esta é mais uma oportunidade para as madeirenses conquistarem um titulo, isto depois de alguns dissabores ao longo da temporada. O conjunto da Madeira venceu os dois encontros a contar para o campeonato (85-62 e 56-72) mas foi surpreendida pelas olivanenses na Final Four da Taça de Portugal. E para repetir o sucesso, a equipa de Coimbra está obrigada a conseguir um maior equilíbrio nas soluções ofensivas, o jogo interior terá que funcionar, a linha de 3 pontos terá de ser igualmente uma ameaça, e está obrigada a equilibrar a luta das tabelas. O CAB sempre que conseguiu dominar o capitulo do ressalto, condicionou o Olivais a fracas percentagens de lançamento, e na área pintada levou sempre a melhor. Reduzir o número de perdas de bola sem lançamento será a área do jogo em que as madeirenses poderão melhorar neste playoff.
GDESSA x Lousada AC
Apesar da equipa do Barreiro ter vencido os dois jogos da fase regular, o resultado final registou em ambos os casos curtas diferenças (70-75 e 74-70). A maior diferença entre as duas equipas verificou-se no jogo referente aos ¼ de final da Taça Federação (74-58). Se a isto juntarmos a ausência de Ladondra Johnson na equipa do Barreiro nesta fase decisiva da prova, a eliminatória poderá tornar-se bastante interessante e de desfecho incerto. O GDESSA revelou sempre uma boa presença no ressalto, especialmente na tabela ofensiva, bem como é uma ameaça da linha de 3 pontos. Defensivamente consegue habitualmente muitos roubos de bola, e condicionou sempre o Lousada a baixas percentagens de lançamento. A formação de Lousada terá de manter a sua agressividade ofensiva, a conquista de muitos lances-livres e continuar a ter várias ameaças ofensivas, com várias jogadoras a contribuir com pontos, e fazer uma boa seleção de lançamentos. Se a isto juntar um melhor controlo da posse de bola, complicará ainda mais a tarefa da equipa treinada por Nuno Manaia.
Quinta dos Lombos x SL Benfica
A equipa de Carcavelos parece encaixar-se muito bem com o conjunto encarnado já que o venceu por cinco vezes esta temporada. Sendo que em três dessas ocasiões deixou as benfiquistas pelo caminho em outras tantas competições (Taça Vítor Hugo, Taça de Portugal e Taça Federação). Os Lombos têm revelado quase sempre uma superioridade na luta das tabelas, beneficiando do facto de terem habitualmente várias jogadoras a contribuírem com pontos, e controlarem por norma melhor a posse de bola. Ainda que, possam melhorar da linha de três pontos, o que daria ainda um maior equilíbrio e mais armas ao seu ataque. O Benfica precisa de envolver mais gente nas soluções ofensivas, reduzir o número de turnovers, equilibrar a luta das tabelas, aumentar a sua eficácia de tiro nas áreas mais próximas do cesto, e ser mais agressivo na conquista de idas para a linha de lance-livre. Fácil de dizer, mais complicado de tornar realidade dentro do campo.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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