Artigos da Federaçãooo
“Sermos o mais competitivos possíveis”
Miguel, o SportivaAirlinesAzores 1º classificado da fase regular, e o do outro o Boa Viagem-Angra-Açore 8º classificado, que recebe esta quarta-feira, às 20h30, na ilha Terceira o campeão em titulo. O treinador-adjunto do Boa Viagem, João Santos, atribui favoritismo ao vencedor da fase regular, a equipa que detém a hegemonia do basquetebol feminino no passado mais recente. Para conseguir ultrapassar a qualidade e o talento do adversário, o treinador aponta a ambição, o rigor tático, a concentração e a coesão como os factores fundamentais para que o Boa Viagem consiga marcar presença na Final Four da competição.
Não foi um exemplo de tranquilidade a caminhada do Boa Viagem até aos playoffs, mas no final o grupo conseguiu atingir as metas mais importantes estabelecidas no inicio da época. “Apesar de a fase regular ter sido bastante complicada por diversas razões, conseguimos os principais objetivos do clube, que era a manutenção e apuramento para ao play-off.”
O desempenho do adversário nas diversas competições ao longo da temporada é revelador da qualidade do adversário, e João Santos destaca ainda o valor de quem a lidera enquanto treinador. “Agora no playoff, sabemos que vamos encontrar a equipa que mais tem vencido no último ano em Portugal e com uma participação fantástica nas competições europeias, sendo constituída por excelentes executantes e bem orientada.”
Não há nada que faça o Boa Viagem entregar-se sem competir, até porque o treinador-adjunto acredita que a equipa tem os seus argumentos para chegar à fase seguinte da prova. “Também temos a nossas armas, e iremos abordar os jogos com muita ambição e com intuito de vencer e chegar à Final 4.
Mas para lá chegar, João Santos não tem dúvidas que o grupo de trabalho terá de se superar, e está obrigado a jogar ao mais alto nível nos dois lados do campo. “Para isso teremos que jogar nos limites da nossa concentração tanto no ataque como na defesa, e com um coletivo muito forte, de forma a sermos o mais competitivos possíveis e assim contrariar o poderio da equipa adversária.”
Ashley Bruner eleita jogadora do ano da Eurocup Women
O clube de Ponta Delgada anunciou que Bruner ocupou o “2.º lugar nas melhores marcadoras, o 3.º lugar nas ressaltadoras e o 5.º lugar nos roubos de bola”, sendo ainda de destacar a presença de Shaqwedia Wallace, outra jogadora norte-americana do clube açoriano, na 9.ª posição nas melhores marcadoras e roubos de bola.
Relembramos que o Sportiva realizou uma excelente campanha europeia, chegando aos oitavos de final da competição.
“Grande vontade de ser campeão”
Com 45 anos, feitos no passado domingo, o jogador do Atlético continua a fazer parte de um grupo de trabalho competitivo e que luta por objetivos ambiciosos. A paixão pela modalidade e o gosto pela competição fazem com que lute na defesa do Atlético, clube do seu coração. Em ano de despedida, o atleta da formação de Alcântara não esconde o desejo de se sagrar campeão da Proliga, e contribuir para recolocar o Atlético no escalão principal. Embora alerte para que erros do passado não sejam repetidos de forma a que o histórico clube da Tapadinha se mantenha entre os melhores da modalidade.
Pode causar alguma surpresa que um jogador aos 45 anos ainda compita a um nível elevado, e integrado num grupo de trabalho que luta pela subida de divisão. Mas a explicação é simples, e fica bem explicita naquilo que motiva Miguel Araújo a praticar basquetebol com s sua idade. “O prazer de praticar a modalidade que tanto gosto, a competição, e estar bem fisicamente, são os motivos pelos quais continuo ligado ao basquetebol com a minha idade”.
Grande parte da sua carreira foi dedicada ao Atlético CP, clube do seu coração, ainda que tenha tido passagens por outros clubes, dos quais se orgulha ter representado. “Quanto aos 24 anos que tenho de Atlético, é uma enorme honra e um orgulho enorme, pois cresci no Atlético como jogador e como homem. Estive afastado do clube sensivelmente durante 6 anos e meio. Durante esse período representei o Queluz durante dois anos meio na Liga profissional, mais um ano e meio o Belenenses, no CNB 1 e na Liga, o Seixal durante 3 anos, e uma aventura de 3 meses no Santa Clara em que tive o Luís Silva, ex-atleta internacional e do SL Benfica, como companheiro”.
Embora o Atlético tenha uma enorme tradição na modalidade, o basquetebol já teve outra importância dentro do próprio clube. No entanto, Miguel acredita que estão reunidas condições para regressar à principal competição, sem nunca esquecer os erros cometidos no passado, e as implicações que tiveram para o clube. “Acho que todas as pessoas do Atlético, antigos jogadores e pessoas que já por lá passaram com outros cargos, estão muito motivados e a trabalhar para que seja uma realidade. Embora sejam aconselhável cautela para que não se repita o sucedido na última participação da equipa na Liga profissional. Competimos meia época e depois terminou o projeto, e o atlético foi disputar o campeonato do CNB 2”.
A subida à Liga é certamente o desejo do atleta e restantes companheiros, mas para Miguel Araújo, o basquetebol já lhe ofereceu o melhor presente de todos. “A melhor prenda que o basquetebol me podia dar, já me deu. Ter feitos muitos amigos verdadeiros, alguns campeões nacionais, e ainda hoje ter o privilégio de jogar com alguns desses amigos”.
Mas para chegar à LPB falta ainda um caminho a percorrer que certamente não será fácil de trilhar. O 3º lugar da Grupo A é o objetivo imediato, sendo que o Atlético se assume como um dos candidatos à subida. Seria um feito importante para o clube, e a cereja no topo do bolo, para alguém, como é o caso de Miguel Araújo, que está de despedida da competição. “O nosso objectivo neste momento é sem dúvida o 3º lugar, e claro uma grande vontade de ser campeão. Sendo esta a minha última época no clube, gostava muito de me sagrar campeão nacional da Proliga”.
Fernando Rocha na final da Eurocup
De referir que esta será a quinta vez que Fernando Rocha atua numa fase tão adiantada da competição, não esquecendo as suas chamadas a duas “Final Four” da Euroliga e a Campeonatos do Mundo masculinos, assim como a presença em desafios de qualificação para os Jogos Olímpicos.
Callan Taylor foi a MVP da fase regular
A distinção para MVP Global da ronda do passado fim de semana da LFB foi para a norte-americana do CAB Madeira, Cherin Miller. Já a atleta portuguesa mais valiosa foi Rosinha Rosário, igualmente jogadora das madeirenses, e a jovem que mais se destacou, foi Luana Serranho, atleta do GDESSA. No anexo desta noticia poderá ainda consultar os melhores cincos da jornada, bem como os máximos individuais registados durante a fase regular e na semana 21 da competição.
Jo Harris foi o MVP da última jornada
Quem também terminou da melhor forma esta fase foi a Oliveirense, que bateu o atual campeão nacional, e para que tal acontecesse muito contribuiu a exibição do MVP Nacional, com 24 de valorização, Elvis Évora.
´A Ovarense chega aos playoffs num momento muito positivo, já que a equipa de Ovar acumula boas exibições com resultados positivos que lhe garantiram o 3º lugar. A versatilidade de Jo Harris tem sido um dos argumentos da equipa vareira, já que por diversas vezes provou que pode ser útil em muitas áreas do jogo. Frente ao Galitos-Barreiro, Harris (19 pontos, 6 ressaltos, 4 assistências, 3 roubos de bola e 2 desarmes de lançamento) protagonizou mais uma prestação muito completa, associada a uma grande eficiência no lançamento, convertendo 8 de 10 lançamentos de 2 pontos, e o único triplo que tentou durante o encontro.
Por sua vez, Elvis Évora, o poste português bateu-se muito bem no jogo interior frente aos atuais campeões nacionais, revelando-se ainda como uma referencia ofensiva da equipa de Oliveira de Azeméis, e com tremenda eficácia já que não falhou qualquer dos 8 lançamentos de 2 pontos que tentou ao longo da partida. À sua exibição juntou ainda 3 ressaltos, 2 desarmes de lançamento, e 1 assistência, contribuindo para uma moralizadora vitória antes do inicio dos playoffs da LPB.
Curso de treinadores de grau I no Alentejo
Haverá uma componente de formação geral na ENB (curso em e-learning) e uma componente com formações específica e prática, na qual haverá um estágio na AB do Alentejo.
A parte presencial do curso decorrerá no Politécnico de Beja.
Fique a par de tudo sobre as condições de inscrições e o curso em si através dos anexos que se encontram abaixo.
Muito próximos de ficar em vantagem
Só no prolongamento, o conjunto treinado pala dupla nacional cedeu (69-73), num jogo em que alguns erros nos momentos decisivos impediram a conquista de uma vantagem que parecia garantida neste primeiro confronto da final.
A partida foi marcada por um grande equilíbrio, sem que nenhuma das equipas tenha conseguido largas vantagens no decorrer do mesmo. Depois de um 1º período em que venceu pela diferença mínima (15-14), ao intervalo o Club Africain perdia por seis pontos de diferença (25-31).
Uma vantagem anulada durante o 3º período, e mais do que isso a equipa liderada por Mário Palma entrava no último período a vencer por dois pontos de diferença (47-45). A cerca de 1.30 minutos do final, o Club Africain liderava por seis pontos de vantagem (60-54), mas não foi capaz de gerir a vantagem até final, embora lhe tenha pertencido a última posse de bola para vencer o encontro. Depois do empate a 60 pontos que se registava no final do tempo regulamentar, a equipa da casa foi mais forte no tempo extra (13-9) e adiantou-se na final.
Apesar do Club Africain ter estado melhor no controlo da posse de bola, cometeu metade dos turnovers do adversário (9 vs 18), perdeu a luta das tabelas (35 vs 46), e esteve muito perdulária da linha de lance-livre (12/24). A eficácia do conjunto treinado pelo duo português não esteve muito eficiente da linha de três pontos (5/24 – 20.8%), e teve pela frente um opositor que converteu o dobro dos triplos e com uma eficiência superior (33.3%).
As duas equipas voltam a defrontar-se no próximo sábado, para aquele que será o jogo dois desta série disputada à melhor de 3 jogos. A margem de erro é nula, mas o facto de o Club Africain jogar perante o seu público poderá ser decisivo para forçar uma negra.
DeVries foi o MVP da 9ª jornada
A exibição de Troy DeVries não só ajudou o FC Porto a vencer o encontro, como fez dele o jogador com maior valorização (31). No regresso à competição, Carlos Andrade, o português que mais se destacou com 28.5 de valorização, exibiu-se a bom nível, não acusando em demasia o tempo de paragem.
Devries (29 pontos, 6 ressaltos e 1 roubo de bola) foi o último elemento a chegar à equipa azul e branca e em boa hora isso aconteceu. O norte-americano não só acrescenta qualidade de tiro aos azuis e brancos (6/8 de 3 pts), como também liderança, experiência, sendo alguém que assume o jogo nos momentos decisivos, e pode inclusive funcionar como um base criador de jogo ofensivo. Veio assim preencher algumas debilidades da equipa do FC Porto, e torná-la mais competitiva para o que falta disputar na temporada.
A exibição de Carlos Andrade terá sido muito provavelmente o mais positivo que Carlos Lisboa retirou do confronto com os dragões, já que percebeu que pode contar com a liderança e a qualidade de Andrade para a defesa do titulo. O jogador encarnado saltou do banco e mexeu de imediato com o jogo, não só pelos pontos que marcou (20 pontos), como também pelos seus contributos em outras áreas do jogo (7 ressaltos, 3 assistências e 1 roubo de bola).
Ovarense termina em grande
O triunfo diante do Galitos-Barreiro (92-86) garantiu o 3º lugar do Grupo A à equipa de Ovar, que terminou de uma forma muito positiva esta 2ª fase da temporada. Com este resultado negativo, a equipa do Barreiro caiu para o 5º lugar, mas fica a boa imagem deixada mesmo privada de alguns elementos fundamentais num plantel curto mas extremamente competitivo.
Nos primeiros 18 minutos do jogo de Ovar registaram-se várias alternâncias no comando do marcador, e, o equilíbrio não podia ser maior, com um empate a 38 pontos. Acabou por ser a equipa da casa a ir para o descanso na frente do resultado (45-41), mas bastaram cinco minutos do 3º período para que a equipa da margem sul tivesse anulado a desvantagem (54-54).
A 2ª metade do 3º quarto acabou por ser decisiva para o desfecho do jogo, já que coincidiu com a melhor fase da Ovarense, que aproveitou para fugir um pouco no comando (66-57). A seis minutos do final, os comandados de Felix Garcia chegaram à vantagem máxima do encontro (85-73), e apesar da reação positiva dos forasteiros geriram sem grandes sobressaltos a diferença pontual até final do encontro.
As boas percentagens de lançamento, especialmente de dois pontos (29/36 – 81%), registadas pela Ovarense foram decisivas para mais um sucesso dos vareiros. A boa seleção de tiros (27 assistências), contribuiu para uma maior aproveitamento da equipa da casa no capitulo do lançamento. Os pontos somados de turnovers do adversário (15), bem como os conseguidos em segundos lançamentos (14), não foram suficientes para que o Galitos garantisse a vitória.
O poste Raven Barber (22 pontos e 8 ressaltos) somou mais uma bela exibição, tal como Jaime Silva, autor de 17 pontos, 4 assistências e 4 ressaltos. O norte-americano Jo Harris (19 pontos, 6 ressaltos e 4 assistências) contabilizou mais uma prestação bastante completa e de qualidade.
O técnico André Martins não contou com Jordan Baker para este encontro, mas viu Jarred Jackson (20 pontos, 4 ressaltos e 3 assistências), Darren Townes (18 pontos e 3 ressaltos) e Artur Castela (11 pontos, 7 ressaltos e 3 assistências) protagonizarem prestações muito positivas.
1ª Ronda dos playoffs da LPB:
SL Benfica x Lusitânia
FC Porto x Vitória SC
Ovarense Dolve Vita x Basquete de Barcelos
UD Oliveirense x Galitos – Barreiro
Oliveirense bate campeões
Foi o segundo desaire consecutivo dos atuais campeões nacionais, um alerta muito sério, a menos de uma semana do inicio dos playoffs, caso queiram renovar o titulo conquistado na última temporada. No outro jogo da ronda, o FC Porto terminou de forma positiva esta fase, com uma vitória perante os seus adeptos frente ao Basquete de Barcelos (64-58).
A Oliveirense fez o que lhe competia para tentar chegar ao 3º lugar, mas dependia sempre de um triunfo do Galitos, em Ovar. Diante do vencedor do Grupo A, a equipa de Oliveira de Azeméis assumiu desde o inicio do encontro o comando da marcha do marcador, e só aos 31-31,é que os encarnados não estiveram a perder. Uma igualdade que aliás se registava em tempo de descanso (40-40).
O recomeço da etapa complementar não veio alterar em nada o desenrolar do jogo, sendo que a única diferença acabaria por ser a vantagem mínima dos benfiquistas no final do 3º período (63-62). A mesma diferença que se registava a minutos do final (71-72), a que se seguiu um bom período do visitados com sete pontos consecutivos (78-72). Um triplo de Cook a 1.12 minutos do final, colocou os benfiquistas à diferença de um ponto (77-78), mas dois cestos consecutivos de Sisic permitiram que a Oliveirense respirasse um pouco de alivio (82-77). Nos 43 segundos finais, a equipa encarnada voltou a mostrar-se ineficaz nos tiros de longa distância.
A grande diferença entre as duas equipas esteve no aproveitamento nos tiros de curta e média distância, claramente favorável à equipa da Oliveirense (68% vs 43%), que nem os nove triplos convertidos (33%) pelo Benfica ajudaram a disfarçar. Os encarnados conquistaram 13 ressaltos ofensivos, dos quais resultaram 14 pontos em segundos lançamentos, mas seria a equipa da casa a dominar no pintado (38 vs 26 pontos).
O poste Elvis Évora (20 pontos e 3 ressaltos) foi a principal referencia do jogo interior da Oliveirense, mas contou com a ajuda de Dusan Sisic (14 pontos e 7 ressaltos) nessa área do jogo. O base João Abreu (15 pontos, 3 ressaltos e 2 assistências) esteve bem no jogo exterior.
Daequan Cook (27 pontos, 3 ressaltos e 2 assistências) foi uma ameaça no jogo exterior, Jeremiah Wilson (11 pontos e 5 ressaltos) esteve um pouco melhor que no dia anterior em termos ofensivos, tal como aconteceu com Nuno Oliveira (10 pontos, 4 ressaltos e 4 roubos de bola).
Illiabum está de regresso à LPB
Ainda assim, os terceirenses continuam isolados no 2º lugar, com a formação da Tapadinha a uma vitória de distância. O fim de semana na ilha Terceira foi muito positivo para o Sangalhos que voltou a vencer, desta vez diante do AngraBasket (64-57).
O grande objetivo do Illiabum foi alcançado este fim de semana, quando ainda faltam disputar três jornadas, já que a formação de Ílhavo garantiu o regresso à Liga Portuguesa de Basquetebol. O vencedor do Grupo A garantia a subida direta, e essa era a meta estabelecida por Ricardo Vasconcelos para o imediato. O técnico quer juntar o titulo de campeão, mas pretendia, o mais cedo possível, garantir a subida, para poder abordar de uma forma mais tranquila a questão do titulo. Os ilhavenses aproveitaram muito bem o duplo deslize do Terceira Basket, e com a vitória sobre o Vasco da Gama puderam festejar a subida de divisão.
No final do encontro, Ricardo Vasconcelos era naturalmente um treinador feliz. "Esta subida de divisão significa quase tudo. O ano passado, descemos porque perdemos vários jogos equilibrados, com diferenças de um e dois pontos. Estamos felizes por voltarmos a um lugar que, pela história que este clube tem, é seu por direito próprio. É importante, também, assegurar a subida nesta altura e evitar discuti-la no ‘playoff’. Agora, resta-nos lutar para sermos campeões e encontrar apoios para formar um grupo de trabalho que nos dê garantias de continuidade”
SL Benfica B vence na Tapadinha
A equipa de Alcântara manteve o jogo fechado até aos 20-22, mas um parcial de 8-0 favorável aos encarnados fazia a diferença subir para a casa das dezenas (30-20). Precisamente a diferença que se registava em tempo de intervalo (39-29). Os benfiquistas entraram muito bem no 2º tempo, e passados pouco mais de 4 minutos a vantagem pontual já tinha disparado para os vinte pontos (51-31).
O Atlético não mais conseguiu reentrar na discussão pelo resultado, e viu o adversário chegar à vantagem máxima no inicio do 4º período (67-44). O Benfica B dominou a luta das tabelas (44-29), facto que lhe permitiu beneficiar de segundos lançamentos (18 pontos), frente a um adversário em que o jogo exterior não funcionou, muito por culpa da falta de pontaria da linha de três pontos (1/13 – 8%).
Ricardo Rosa ficou muito próximo de somar um duplo-duplo (15 pontos e 9 ressaltos), e o duo composto por Sérgio Silva (12 pontos, 4 assistências e 3 ressaltos) e Aljaz Sultej (10 pontos, 7 ressaltos e 3 assistências) mostrou novamente qualidade.
Na equipa da Tapadinha, evidenciaram-se os dois jogadores interiores, Hugo Aurélio (18 pontos e 5 ressaltos) e João Marques (11 pontos e 8 ressaltos).
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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