Artigos da Federaçãooo

Galitos-Barreiro vence em Barcelos

Um triplo de Jordan Baker, a 3 segundos do final, acabou por decidir o jogo a favor da equipa do Barreiro. O Galitos volta a jogar este domingo, em casa, às 17h30 frente ao SL Benfica, já o Basquete de Barcelos desloca-se a Oliveira de Azeméis para defrontar, às 18 horas, a equipa da casa.

 

Domínio repartido nos primeiros vinte minutos, melhor a equipa da casa no quarto inicial, dobrou a pontuação do seu adversário (22-11), com os forasteiros a darem a volta ao jogo durante o 2º período (36-35). A formação da margem sul esteve muito bem a lançar de curta e média distância (14/25 – 56%), já o Barcelos utilizou mais a linha de três pontos (4/11 – 36%) como arma ofensiva, assim como beneficiou de mais idas para a linha de lance-livre (11/14 – 79%).

 

O 3º período foi bastante mais equilibrado, a vantagem máxima, pertença do Galitos, foi de quatro pontos (41-37 e 50-46), e terminou com os visitantes na frente (55-53) depois de um afundanço de Pedro Belo. O derradeiro período foi marcado por poucos pontos (7-8), e com três minutos jogados o Galitos seguia no comando (60-56). Seguiram-se mais de 4 minutos sem que qualquer uma das equipas somasse qualquer ponto, mas dois cestos consecutivos do Barcelos (João Grosso e Nuno Pedroso) repunham a igualdade no marcador quando faltavam 2.24 minutos para o termo do encontro.

 

Depois de muitos lançamentos falhados, e turnovers à mistura, Jordan Baker acabaria por desfazer a igualdade e garantir a vitória para o Galitos, ao converter um triplo a três segundos do fim. Andrew Ferry, sem sucesso, ainda tentou levar o jogo para prolongamento.

 

Se o Galitos tirou partido dos pontos conseguidos em segundos lançamentos (17), o Barcelos foi mais eficaz a explorar os erros do adversário (16 pontos). O conjunto do Barreiro esteve mais eficiente nos tiros de campo (46% vs 37%), já da linha de lance-livre foi o Barcelos a mostrar-se mais certeiro e mais utilizador (15/18 -83%).

 

Jacques Conceição (16 pontos, 5 ressaltos e 2 assistências) voltou a aproveitar o facto de ser utilizado mais minutos, tendo sido bem secundado pela regularidade de Jordan Baker (14 pontos e 6 ressaltos) e Darren Townes (15 pontos e 7 ressaltos).

 

O melhor marcador do Barcelos acabou por ser Igor Dukovic (13 pontos e 6 ressaltos), seguido de muito perto por João Fernandes (12 pontos, 5 ressaltos, 2 roubos de bola e 2 desarmes de lançamento).


Atlético vence em Ílhavo

Ao vencer em Ílhavo (70-68), graças a um triplo de Jorge Afonso em cima da buzina, a formação de Alcântara deu mais um importante passo para marcar presença na luta pelo acesso à subida de divisão, bem como garantir, pelo menos, o 3º lugar do Grupo A do campeonato da Proliga.

 

No 1º tempo a formação ilhavense teve ligeira superioridade nos dois períodos (22-17 e 18-14), pelo que ao intervalo dispunha de uma vantagem de nove pontos para gerir na etapa complementar (40-31). Os ilhavenses estiveram muito certeiros nos lançamentos de dois pontos (13/17 – 77%), a que não são alheias as 15 assistências registadas, bem como aproveitou bem os erros do Atlético para somar pontos fáceis (15). O Atlético consegui conquistar mais lances-livres (7/10), bem como roubou 5 bolas durante a 1ª parte.

 

No 3º período, o jogo manteve-se fechado nos 5 minutos iniciais (46-44), mas seria a equipa da casa a fugir no marcador. A pouco mais de um minuto do final do quarto, os comandados de Ricardo Vasconcelos venciam por uma vantagem superior a dez pontos (57-45), e seria mesmo uma dezena de pontos que separavam os dois conjuntos à entrada do 4º período (57-47).

 

Até meio do derradeiro quarto, e depois de um triplo de Robert Crawford, o Illiabum parecia ter o jogo controlado (65-58), mas um triplo de José Torres (61-65) deu o mote para a recuperação da equipa da Tapadinha. Depois de muitos triplos falhados por ambas as equipas, seria mais uma bomba de José Torres, 1.11 do fim, que repunha a igualdade no marcador (65-65).

 

João Figueiredo respondia na mesma moeda, e colocava de novo o Illiabum na frente (68-65) quando faltavam jogar 54 segundos. Hugo Aurélio da linha de lance-livre reduziu a diferença para um (67-68), e seria Jorge Afonso, acabado de reentrar em jogo, a converter o triplo que deu a vitória à formação do Atlético.

 

Na 2ª parte, o Atlético equilibrou a percentagem de lançamentos (43% vs 47%), e continuou a dominar o jogo no pintado (36 vs 24 pontos). Os ilhavenses venceram a luta das tabelas (38-31), mas cometeram demasiados turnovers (19).

 

Sérgio Ramos (22 pontos e 8 ressaltos) voltou a exibir-se a muito bom nível na equipa do Atlético, e contou com a ajuda de Hugo Aurélio, que contabilizou 10 pontos, 8 ressaltos e 3 roubos de bola.

 

Depois dos 19 pontos somados na 1ª parte, Augusto Sobrinho terminou o encontro com 22 pontos, a que somou 2 assistências. O base João Figueiredo, com 12 pontos, foi o 2º melhor marcador dos ilhavenses, tendo ainda registado 6 assistências e 3 ressaltos.


Emoções fortes na Proliga

O SL Benfica B deslocou-se até ao Porto e conseguiu uma importante vitória no sempre difícil Parque das Camélias. Com este triunfo sobre o Vasco da Gama (78-70), apenas confirmado no último quarto, os encarnados isolaram-se no 4º lugar. No último jogo da noite, o Dragon Force impôs-se em Sangalhos (68-62), mantendo-se dessa forma na luta por uma vaga que lhe permita chegar à última fase da competição.

 

O jogo que colocou frente a frente a equipa do Sangalhos e do Dragon Force foi sempre muito disputado, e apenas decidido na segunda metade do derradeiro quarto. A 4.30 minutos do final, o Sangalhos perdia pela diferença mínima (57-58), mas sete pontos consecutivos por parte dos dragões (65-57) colocou a equipa do Porto mais próxima da vitória. Mais ainda porque faltavam 90 segundos para fim do encontro, tempo insuficiente para a equipa da casa ter conseguido dar a volta ao marcador.

 

Os azuis e brancos venceram a sempre importante luta das tabelas (40 vs 29), soube aproveitar bem os turnovers do Sangalhos (27 pontos), e contou com 36 pontos vindos do banco. O Sangalhos conquistou 29 idas para a linha de lance-livre, das quais concretizou 22 (76%), mas esteve menos inspirado a lançar ao cesto, bem como somou menos pontos nas áreas próximas do cesto (14 vs 24 pontos no pintado).

 

João Gallina (9 pontos, 5 assistências e 4 ressaltos) protagonizou um jogo bastante completo, e José Miranda (11 pontos e 3 ressaltos) foi o mais concretizador na equipa do Dragon Force.

 

Na equipa do Sangalhos, Luís Fonte, autor de 17 pontos, 8 ressaltos e 3 assistências) foi o melhor marcador do jogo, seguido de perto por André Duarte (15 pontos, 3 ressaltos e 2 assistências).


Olivais vence no prolongamento

Já que só prolongamento a equipa de Coimbra conseguiu garantir a vitória (70-60), isto depois de as açorianas terem estado numa posição bastante favorável durante o 4º período de resolverem a partida a seu favor. Com este resultado positivo, as conimbricenses colocaram-se numa posição bastante mais favorável para poderem discutir um lugar de acesso ao playoff, ainda que tenham pela frente dois jogos complicados (União Sportiva e Quinta dos Lombos), e ambos na condição de visitantes.

 

Depois de ter dominado os minutos iniciais, a equipa de Coimbra viu-se ultrapassada no marcador já perto do final do 1º período (10-11), mas conseguiria dar a volta ao jogo até final do quarto (14-11). A vantagem aumentou com o decorrer do 2º período, e chegou à casa das dezenas à passagem do 17º minuto (24-14). A mesma diferença que se registava a 2.30 minutos do termo do 1º tempo (28-18), a que se seguiram cinco minutos sem que as olivanenses somassem qualquer ponto.

 

O Boa Viagem dava a volta ao marcador (30-28), como aumentou a diferença para cinco (36-31), a meio do período, depois de um triplo convertido por Sílvia Fortunato. À entrada do último período, as açorianas venciam por três pontos de diferença (43-40), uma diferença que chegaria aos dois dígitos (51-40) passados pouco mais de três minutos. O Olivais, paulatinamente, foi se aproximando no resultado, e consegue mesmo o empate a 51 segundos do fim. Jasmine Crew era a marcadora de serviço, e coloca as visitantes na frente quando faltavam jogar 8 segundos (59-57). Bastaram 4 segundos para que Kama Griffitts repusesse a igualdade e levasse o jogo para tempo extra.

 

Os dois primeiros minutos do prolongamento foram equilibrados, dois de vantagem para o Olivais (61-59), mas os problemas do Boa Viagem para fazer pontos mantiveram-se até final dos 5 minutos suplementares. As açorianas acabaram por marcar apenas um ponto, sofreram 10, hipotecando dessa forma a possibilidade de discutirem a vitória na parte final do prolongamento.

 

Apesar de ter dominado a luta das tabelas (46/36), o Boa Viagem cometeu mais turnovers (20 vs 11), que resultaram em 21 pontos favoráveis ao Olivais.

 

A equipa de Coimbra conseguiu 11 roubos de bola durante o encontro, e teve Jasmin Crew (39 pontos, 6 ressaltos e 3 assistências) inspiradíssima a atirar ao cesto. Brittany Hodges (13 pontos e 9 ressaltos) e Patrícia Simões (10 pontos e 6 ressaltos) estiveram igualmente a bom nível.

 

O trio formado por Kama Griffitts (16 pontos, 10 ressaltos e 3 assistências), Merissa Quick (10 pontos e 11 ressaltos) e Aurea Mendes (14 pontos e 2 ressaltos) bem tentou que o resultado tivesse sido favorável à equipa do Boa Viagem.

 

Sportiva firme no 1º lugar

 

No outro jogo da ronda de sábado, as atuais campeãs nacionais bateram, em casa, o CDTorres Novas por 85-74. Depois de um grande equilbrio nos primeiros 6 minutos do encontro, altura em que as forasteiras venciam pela diferença minima (16-15), as açorianas tomaram conta do jogo. Ao intervalo, a vantagem das insulares já era de vinte pontos (51-31), tendo atingido o seu máximo já muito perto do meio do 3º período (66-37). A formação de Torres Novas não se deu por vencida, e um excelente 4º período (31-14) colocou a formação forasteira a sete pontos de distância (74-81) à entrada do último minuto. 


Vitória volta a triunfar

A formação de Guimarães, ainda que por curtas vantagens, liderou quase sempre a marcha do marcador e sensivelmente a meio do 3º período afastou-se em definitivo no comando do jogo.

 

Nos primeiros vinte minutos a equipa da casa esteve quase sempre na frente do resultado e, embora os alentejanos tenham passado para o comando já perto do intervalo (39-36), foi o Vitória terminar na frente a 1ª parte (43-39).

 

A meio do 3º período o conjunto de Ponte de Sor volta a conseguir a liderança (49-47), mas os cinco minutos finais do quarto, chegou a estar a vencer por dez pontos (61-51), foram favoráveis aos comandados de Fernando Sá (64-58). No último período a supremacia do Vitória nunca foi verdadeiramente posta em causa pelos forasteiros, que a 1.15 do final aumentaram para doze a diferença (82-70) e resolveram em definitivo o jogo.

 

As duas equipas estiveram muito bem da linha de lance-livre, embora em maior número por parte do Eléctrico (21/23 – 91%), com os alentejanos a tirarem mais partido dos segundos lançamentos (10 pontos), e os vimaranenses do contra-ataque (14 pontos). O Vitória esteve extremamente eficaz a lançar de dois pontos (23/32 – 72%), e mesmo de três, sem ter estado nada famoso, esteve melhor que o adversário (9/27 – 33%).

 

Uma melhor seleção de lançamentos, expressa no número de assistências registadas pelas duas equipas (21 vs 3), explica o domínio dos minhotos neste capitulo do jogo, embora nas áreas próximas do cesto tenha sido o Eléctrico a somar mais pontos (20 vs 8 pontos no pintado).

 

O internacional João Balseiro (26 pontos e 4 ressaltos) esteve inspirado nas ações ofensivas do Vitória, tal como Ervin Kiley, que contabilizou 21 pontos, 5 ressaltos e 4 assistências. O base Pedro Pinto ficou a uma assistência de registar um duplo-duplo (10 pontos, 9 assistências e 4 ressaltos).

 

O conjunto de Ponte de Sor não contou com Tiago Pinto para este encontro, e teve em Jonathan Morse (16 pontos e 9 ressaltos) o seu melhor concretizador, que marcou mais um ponto que João Lanzinha (15 pontos e 4 ressaltos). Tiago Raimundo (13 pontos e 6 ressaltos) protagonizou igualmente uma exibição positiva.


Ovarense “vinga” Taça

Os vareiros assumiram a liderança do jogo no início do 2º período e não mais largaram o comando do jogo. E apesar de uma aproximação perigosa dos encarnados nos instantes finais, a Ovarense não tremeu da linha de lance-livre e segurou com todo o mérito a vitória no encontro.

 

Os minutos iniciais foram marcados por um ligeiro ascendente dos benfiquistas, um cenário que se alteraria nos primeiros segundos do 2º período, com a Ovarense a passar para o comando (19-18). Até ao intervalo, a equipa da casa conseguiu alargar a vantagem (38-31), tendo mesmo chegado à diferença máxima a 2.08 minutos do final do 3º período (57-43).

 

O bom momento dos vareiros foi cortado por um triplo de Jeremiah Wilson, mas no final do quarto a Ovarense liderava por dez pontos de vantagem (60-50). Com quatro minutos jogados no derradeiro período, a equipa comandada por Carlos Lisboa encurtava distâncias (56-61), mas um triplo de Jaime Silva, sensivelmente a meio do quarto, repunha a diferença na dezena de pontos (68-58).

 

O jogo entrou numa fase em que se sucederam os triplos nas duas tabelas, e só a 1.24 do final do encontro, com mais uma bomba da autoria de Mário Fernandes, o Benfica conseguiu reduzir a diferença para a casa das unidades (70-77). Wilson com cinco pontos consecutivos (2+3), reduzia a diferença para dois (75-77) a 36 segundos do termo da partida. José Barbosa, da linha de lance-livre, voltava o marcador funcionar a favor da Ovarense (79-75), e uma falta técnica assinalada à equipa encarnada com 11 segundos para jogar, acabou por sentenciar o jogo. Barber fixou o resultado final com mais dois lances-livres.

 

A Ovarense soube tirar partido da linha de lance-livre (21/24 – 88%), bem como esteve melhor nos lançamentos de campo (50% vs 47%). O experiente Jaime Silva, autor de 27 pontos, 4 assistências, 2 ressaltos e 2 roubos de bola, foi o melhor marcador do encontro, seguido depois na equipa de Ovar por Raven Barber que contabilizou 20 pontos e 4 ressaltos.

 

Mesmo tendo dominado a luta das tabelas (33-24), ter conquistado 14 ressaltos ofensivos e somado 14 pontos em segundos lançamentos, o Benfica não conseguiu dar a volta ao marcador. A equipa encarnada esteve mal da linha de lance-livre (5/14 – 36%), e nem as prestações de Ivica Radic (24 pontos e 10 ressaltos) e Jeremiah Wilson (22 pontos e 9 ressaltos) evitaram o desaire dos campeões nacionais.


FC Porto deu a volta na 2ª parte

Mas o triunfo não foi fácil e só uma transformação da equipa liderada por Moncho López na 2ª parte, permitiu aos azuis e brancos dar a volta à desvantagem trazida dos primeiros vinte minutos do encontro. A boa exibição da Oliveirense durante o 1º tempo, não teve sequência na etapa complementar, que vê agora a Ovarense colada na luta pelo 3º lugar da classificação.

 

Um 1º período de excelência dava uma liderança confortável à equipa de Oliveira de Azeméis no final dos primeiros 10 minutos (30-16). A boa seleção de lançamentos, o equilíbrio ofensivo, e a eficácia no capitulo de lançamento (56% de 2 pts e 57% de 3 pts) permitia aos comandados de José Ricardo dominarem a marcha do marcador. Na parte final do 1º tempo, e beneficiando de uma melhoria na defesa do jogo interior da Oliveirense, o FC Porto aproxima-se no marcador, mas recolhe aos balneários a perder por nove pontos (35-44). Apesar de conquistar menos ressaltos (14 vs 20), a Oliveirense tirava partido do domínio nas áreas mais próximas do cesto (22 vs 8 pontos no pintado).

 

O intervalo transfigurou, para melhor, os dragões, que surgiram no 2º tempo muito mais intensos em todos as fases do jogo. A defesa mais agressiva começou a condicionar o sucesso ofensivo do adversário, retirou-lhe o coletivismo, e a capacidade de escolha dos melhores tiros de equipa. Mas só bem perto do final do 3º período, a 1.28 minutos, o FC Porto assumiu a liderança (56-55), a mesma diferença que se registava no final do quarto (58-57).

 

Nos últimos 10 minutos, o talento e a pontaria de Troy DeVries, com triplos importantes, foi fundamental para que os azuis e brancos conseguissem ganhar vantagem no marcador na 2ª metade do período. O domínio dos azuis e brancos na luta do ressalto acentuou-se na etapa complementar (44-29), associado a uma diminuição da percentagem de lançamento da equipa forasteira (42%), e a um eficaz aproveitamento do contra-ataque acabou por proporcionar um resultado final mais folgado, mas que não traduz fielmente a boa réplica e os bons períodos que a Oliveirense teve durante o encontro.

 

O norte-americano Troy DeVries terminou o encontro com 30 pontos, a que juntou 4 ressaltos e 2 assistências. O espanhol Albert Fontet (9 pontos) foi preponderante nas áreas próximas do cesto, não só pelos ressaltos que conquistou (14), bem como pela intimidação e boa defesa ao jogo interior adversário.

 

Arturs Bricis, embora mais inspirado na 1ª parte, foi o melhor marcador da Oliveirense com 18 pontos, seguido depois por Sergi Coll, autor de 13 pontos e 6 ressaltos.


“Treino pliométrico como ferramenta para a melhoria da força e velocidade em jovens”

Desta feita, Paulo Colaço e Marisa Vieira regressam ao nosso convívio centrando o tema do treino da condição física nas questões do desenvolvimento da força e da velocidade por intermédio da pliometria.

 

Saiba que se ainda não se inscreveu e pretende estar presente, poderá ainda fazê-lo e terá ainda direito ao registo vídeo (em HD) da ação.

 

As inscrições devem ser efectuadas direta e preferencialmente por correio electrónico (areatecnica@abp.pt), com os seguintes dados:

Nome COMPLETO:

NIF:

Clube:

Nº. Licença e Nº. TPTD:

Anexo ao email, é obrigatório enviar comprovativo de transferência bancária (digitalizado)

 

15€00/ação NIB: 0007 0435 0001 0310 0000 2


«Queremos a subida direta»

Independentemente do tipo de utilização que tenha no próximo sábado, às 18 horas, frente ao Atlético CP, Pedro Santos quer manter o registo caseiro cem por cento vitorioso, ultrapassando mais uma etapa para garantir o acesso direto à LPB. Para que tal aconteça, e assumindo os riscos de jogar sempre a um ritmo elevado, Pedro aposta num desempenho defensivo irrepreensível, como forma de dar mais uma alegria aos adeptos que cada vez mais se deslocam ao pavilhão Capitão Adriano Nordeste.

 

A mudança de Pedro Santos para o Illiabum “foi a decisão certa”. O atleta sente-se confortável e valorizado na sua nova casa, e “nada muda”, integre ele 5 inicial ou salte do banco para ajudar a equipa. “Provavelmente entrar no 5 é sinal de confiança, mas não dou grande importância à altura em que entro em campo”.

 

Dos cinco jogos que faltam disputar ao Illiabum, quatro serão disputados em casa. Embora vencer o Atlético este fim de semana será um passo de gigante para garantir o acesso direto à Liga por via do 1º lugar do Grupo A. “Encaramos este jogo como todos os outros, onde o objetivo é ganhar. Queremos garantir a subida direta à LPB e estamos perto. Portanto, sábado, será apenas mais um passo para alcançar esse objetivo.”

 

No último confronto com o Atlético o Illiabum foi derrotado, num jogo de elevada pontuação. Sinal que os ataques se superiorizaram às defesas, embora Pedro Santos considere que esse jogo tenha quase sido a exceção à regra. “A equipa não esteve bem defensivamente, mas apesar disso somos a melhor defesa do campeonato. Foi um jogo mau, que sábado não se vai repetir”.

 

O controlo da posse de bola tem sido um dos problemas da equipa do Illiabum. Foi assim no encontro da Tapadinha, algo que Pedro Santos relaciona com o ritmo elevado a que a equipa de Ílhavo disputa todos os encontros. “É normal que uma equipa que quer jogar com alta intensidade perca bolas. Penso que se tivermos bem defensivamente vamos dominar o jogo.”

 

O Illiabum mantém-se invicto em casa, um registo que revela o seu domínio quando atua perante os seus adeptos e o objetivo é prolongar essa invencibilidade no próximo fim de semana. “O ambiente casual é importante para a equipa, e isso é que nos tornou invictos. Espero que, cada vez mais, apareçam pessoas no pavilhão para nos apoiar”.


«Temos os alertas no máximo»

Miguel Queiroz não esconde que os azuis e brancos querem garantir “o mais rapidamente possível” o 2º lugar da segunda fase da LPB, um objetivo que pode ser assegurado com uma vitória frente à equipa de Oliveira de Azeméis, em jogo da 8ª jornada, com transmissão em direto no Porto Canal. O internacional português, em declarações ao Porto Canal e ao site do clube, reconheceu que chegar à liderança é já “muito complicado”, mas que o mais importante é “trabalhar bem “ neste período, de modo a que a equipa possa continuar a vencer jogos agora que cada vez está mais próxima a fase em que se decide o titulo de campeão.

 

“Queremos ganhar sempre, mas cada jogo é um jogo. Claro que é importante garantir já o segundo lugar, mas estamos preocupados em trabalhar bem, ganhar já este próximo encontro e depois ir jogo a jogo. Até ao fim da temporada todos os jogos vão ser muito complicados e só a trabalhar bem é que vamos estar preparados”.

 

Miguel Queiroz regressou de forma condicionada aos treinos, ele que esteve ausente nas duas últimas partidas, e revelou que se sente “bem” e pronto para dar o seu contributo à equipa, que esta época já foi surpreendida no Dragão Caixa pela Oliveirense, num jogo que pôs fim à invencibilidade caseira dos dragões. “Sabemos que nos podem ganhar, temos os alertas no máximo e estamos a trabalhar bem para os derrotar”, frisou.

 

O desaire no Barreiro, na semana passada, também já faz parte do passado, mas certamente que foi analisado e aproveitado para corrigir e afinar pormenores no sentido de tornar ainda mais forte a equipa do FC Porto: “Não fomos felizes e não conseguimos pôr o nosso jogo dentro do campo. Isso dá-nos ainda mais motivação. Encarámos esta semana com muita força e queremos ganhar”.


«Limitar pontos fortes do Lusitânia»

O CAB Madeira ainda não desistiu de lutar por um desses lugares e os mais recentes resultados mostram que a equipa está a atravessar um bom momento. O jogo do próximo domingo, às 16h30, na ilha Terceira, frente ao Lusitânia é mais uma final e Bruno Cavalcante espera poder dar continuidade aos bons resultados da equipa, de modo a que o CAB volte a marcar presença na discussão do título. Os embates entre as duas equipas têm sido marcados pelo equilíbrio, e incerteza quanto ao vencedor, e nem mesmo o factor casa tem funcionado como elemento importante. Para vencer este fim de semana, o atleta madeirense aposta num ataque fluído, com uma boa seleção de tiros de equipa, sem esquecer a defesa aos principais argumentos dos açorianos.

 

A equipa do CAB atravessa um momento positivo, já que leva três vitórias consecutivas, mas para Bruno Cavalcante nada mudou na equipa que explique este sucesso. “Nesta fase final a equipa simplesmente encontrou alguma estabilidade que faltou ao longo da época, e esta estabilidade foi fundamental para conseguir ter sucesso nos últimos 3 jogos”.

 

O jogo do próximo fim de semana, na ilha Terceira, será mais uma final para os madeirenses, se bem que a equipa se esteja a dar bem a jogar na condição de visitante. Mais do que ter receio de perder, o atleta e restantes companheiros  sentem-se felizes por terem ainda a oportunidade de marcar presença no playoff. “Nesta fase do campeonato todos os jogos têm sido muito importantes para alcançarmos o nosso objetivo que é e sempre foi chegar ao playoff. E as últimas vitórias como visitantes ajudaram a criarmos a confiança necessária para termos sucesso no nosso objetivo. Trabalhamos todos os dias para tornar isso possível”.

 

O CAB já esta temporada venceu nos Açores, mas no último embate, disputado na Madeira, levou a melhor o Lusitânia (92-88). “O último confronto com o Lusitânia foi um jogo muito equilibrado do início ao fim, em que qualquer equipa podia ter saído vencedora”.

 

O poste madeirense não esconde que existem algumas armas ofensivas do Lusitânia que terão de ser condicionadas. Já no ataque a circulação da bola e uma boa seleção de lançamentos são determinantes para um bom desem­­­­­penho ofensivo do CAB. “Obviamente em termos defensivos temos que estar muito focados e preparados para limitar os pontos fortes do Lusitânia, e a chave para o sucesso ofensivo será a partilha da bola e a organização na hora de escolhermos os nossos lançamentos.”


Faleceu José Ramos Marques

Dedicou toda a sua vida ao Basquetebol e à arbitragem. Dele recorda-se a competência e simpatia e uma forma de estar sempre calma e serena.

O falecimento ocorreu ontem, sendo que o funeral irá realizar-se na sua terra natal, Marvão, para onde já foi transportado.

 

À família enlutada a FPB apresenta as mais sentidas condolências.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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