Artigos da Federaçãooo
All Star – LFB/LPB
Para isso, apenas têm que se deslocar até à parte inferior do nosso site, votando então em cinco atletas de cada uma das quatro tabelas que surgem devidamente identificadas (Zona/Género). Apelamos para que tenham em atenção as posições em campo, para que as equipas iniciais façam sentido.
De referir que pela primeira vez teremos jogos deste género integrados na grande Festa do Basquetebol, naquele que será o regresso de um evento do género ao calendário basquetebolístico nacional, depois da sua última edição ter ocorrido em 2010, na Guarda.
O equipamento de ambos os conjuntos será fornecido pela Dhika, marca desportiva oficial da FPB, sendo que em breve teremos novidades sobre o mesmo.
Fique a par das novidades da Dhika no site: www.dhika.pt
LFB – Norte
Bases
Felicitè Mendes (SportivaAzoresAirlines); Jasmine Crew (Olivais/UrgiCentro-SAN); Gabriela Raimundo (Ovarense); Shaqwedia Wallace (SportivaAzoresAirlines)
Extremos
Kalu Ezinne (CDTorres Novas); Daniela Domingues (AD Vagos); Josephine Filipe (Olivais/UrgiCentro-SAN) Mariana Silva (CDTorres Novas)
Postes
Joana Cruz (Lousada A.C.) ;
Treinador
Ricardo Botelho
LFB – Sul
Bases
Inês Viana (Quinta dos Lombos); Inês Faustino (Sporting CP); Miriam McKenzie (Boa Viagem Angra-Açores)
Extremos
Marcia Costa (GDESSA Barreiro); Joana Ramos (SL Benfica); Arantxa Cea (Sporting CP); Marcy Gonçalves (Quinta dos Lombos)
Postes
Calan Taylor (SL Benfica); Kamila Jackson (GDESSA Barreiro); Sonia Reis (Quinta dos Lombos); Cherin Miller (CAB Madeira); Aleigsha Welch (CAB Madeira)
Treinador
João Pedro Vieira
LPB – Norte
Bases
Pedro Bastos (FC Porto); Pedro Pinto (Vitória SC-Guimarães); Jose Barbosa (Ovarense Dolce Vita); Bradley Tinsley (FC Porto)
Extremos
João Balseiro (Vitória SC-Guimarães); James Ellisor (UD Oliveirense); Mads Rasmussen (Maia Basket); Rui Coelho (UD Oliveirense)
Postes
Igor Dukovic (Basquete de Barcelos); Miguel Queiroz (FC Porto); Raven Barber (Ovarense Dolce Vita); Nicholas Washburn (FC Porto)
Treinador
Moncho López
LPB – Sul
Bases
Jarred Jackson (Galitos – Barreiro); Tomás Barroso (SL Benfica); Tiago Pinto (Eléctrico F.C.); Daequan Cook (SL Benfica)
Extremos
Fabio Lima (CAB Madeira SAD); Jovonni Schuler (CAB Madeira SAD); Quinton Upshur (Lusitânia)
Postes
Jeremiah Wilson (SL Benfica); Jordan Baker (Galitos – Barreiro); Stefan Djukic (Lusitânia); Josimar Cardoso (Eléctrico F.C.); Sasa Borovnjak (Lusitânia)
Treinador
Carlos Lisboa
Concurso de Triplos – Quem vai participar:
LFB
– Calan Taylor (SL Benfica)
– Catarina Mateus (Lousada A.C.)
– Joana Ramos (SL Benfica)
– Daniela Domingues (AD Vagos)
LPB
– Andrew Ferry (Basquete de Barcelos)
– Daequan Cook (SL Benfica)
– Rui Costa (Maia Basket)
– Jeremiah Wilson (SL Benfica))
Betinho cede em Madrid
Melhor sorte teve Cláudio Fonseca, que viu (e ajudou) o Palma a derrotar o Penas Huesca.
O Andorra de Betinho Gomes deslocou-se à capital para defrontar o Real Madrid e perdeu, por claros 107-78, acabando por cair para a 10ª posição na Liga ACB de Espanha. O português foi titular, sendo que em 23 minutos somou 4 pontos e 3 ressaltos.
Na LEB Ouro, igualmente em Espanha, o Palma voltou a ganhar. Desta feita bateu o Penas Huesca, por 82-67, na 25ª ronda da segunda competição do país vizinho, ocupando o 7º posto na tabela classificativa. Cláudio Fonseca, que se encontra emprestado pelo Benfica, esteve em campo 15 minutos, contribuindo para o triunfo com 9 pontos, 4 ressaltos e 1 desarme de lançamento.
Em França, na NM1, o Caen de Filipe da Silva perdeu na deslocação ao pavilhão do Quimper, por 68-56, na 26ª jornada da competição. O base, que foi titular, em 20 minutos somou 5 pontos, 2 ressaltos, 4 assistências e 1 roubo de bola.
Nas senhoras, o CREF Hola de Maria João Correia não resistiu e perdeu com o Campus Promete, por 81-68, na 23ª jornada da Liga Feminina, em Espanha. A portuguesa saltou do banco e em 22 minutos registou 6 pontos, 2 ressaltos e 1 assistência.
Já o Zamarat perdeu na visita aos líderes do Avenida, por 83-75, numa partida onde Sofia Carolina não esteve presente.
O Conquero de Catarina Neves é segundo, mas foi surpreendido pelo Gernika, fora de portas, cedendo por 80-65, igualmente na 23ª jornada da competição. A portuguesa somou 5 pontos e 1 roubo de bola, em 22 minutos.
No escalão inferior, a Liga Feminina 2, o Al-Qazares de Carla Nascimento continua na liderança e já sabe que vai disputar a fase da subida. Este fim-de-semana, na 22ª ronda da competição, recebeu e bateu o Cortegada, por 81-43, uma partida onde a portuguesa, titular, ajudou com 3 pontos, 5 assistências e 2 roubos de bola, em 30 minutos.
Já o Adelantados não foi feliz na deslocação ao pavilhão do Celta. Perdeu por 61-55, e nem os 10 pontos, 2 ressaltos e 5 assistências registados por Joana Ferreira (em 16 minutos) conseguiram inverter a situação.
A finalizar, o Badajoz perdeu em casa frente ao Arxil, por 74-52, mas Larisse Lima não jogou.
No liceu, Afonso Soares (em sub-18) não conseguiu evitar o desaire do Colegio Leones, em Espanha, diante da Ciudad Valladolid, por 89-71. Marcou 14 pontos, capturou 4 ressaltos, distribuiu 1 assistência, fez 1 desarme de lançamento e 1 roubo de bola.
Em Itália, na divisão A2, o Milano bateu o Carugate, por 66-54, e está no quarto posto da tabela classificativa. Lavínia da Silva voltou a ser uma peça determinante no triunfo, somando 13 pontos, 3 ressaltos, 2 roubos de bola e 1 desarme de lançamento, em 32 minutos.
Na Alemanha, o Osnabruck perdeu na visita ao Donau-Ries, por 76-74, na 22ª jornada da Bundesliga. Luiana Livulo, em 23 minutos, somou 9 pontos, 8 ressaltos, 1 assistência e 2 desarmes de lançamento, mas não conseguiu evitar o desaire da sua equipa.
Nos Estados Unidos a Universidade de South Florida acabou por perder o terceiro jogo que realizou no American Athletic Conference Tournment. Foi diante de UConn, por 77-51, uma partida onde Laura Ferreira, titular, acabou com 12 pontos, 5 ressaltos e 2 assistências, em 31 minutos.
Old Dominion, por sua vez, chegou à final do C-USA Tournment, mas acabou por perder, frente a Middle Tennessee, por 70-54, uma partida em que Carolina Bernardeco jogou 4 minutos. Antes, nas meias-finais, a equipa batera UTEP, por 66-54 (Carolina em 10 minutos distribuiu uma assistência); nos quartos-de-final superara Charlotte, por 57-54 (a portuguesa somou 3 pontos e dois ressaltos, em 15 minutos); na segunda ronda eliminara North Texas, por 62-55 (Carolina marcou 3 pontos, em 19 minutos).
A Marian University, por sua vez, está a disputar o NAIA National Championship e venceu os três primeiros encontros. Diante de Milligan College (76-59), Jéssica Almeida somou 10 pontos, 5 ressaltos, 1 assistência e 2 roubos de bola, em 26 minutos, enquanto Joana Soeiro obteve 4 pontos, 2 ressaltos, 4 assistências e 2 roubos de bola, em 27 minutos; frente a Oregon Institute of Technology (72-66), Joana ajudou com 8 pontos, 2 ressaltos, 2 assistências e 1 roubo de bola, em 31 minutos, ao passo que Joana contribuiu com 7 pontos, 2 ressaltos, 8 assistências, 3 roubos de bola e 1 desarme de lançamento, em 26 minutos. Com Morningside College, a equipa venceu por 76-69, com Jéssica a registar 8 pontos, 3 ressaltos, 1 roubo de bola e 1 desarme de lançamento (em 31 minutos), enquanto Joana somou 5 pontos, 12 assistências e 3 ressaltos (em 32 minutos). As portuguesas foram sempre titulares.
A Universidade de George Mason realizou esta semana o último jogo da fase regular e perdeu diante de Saint Louis, por 83-78. Daniel Relvão continua ausente.
Pedro Costa, por sua vez, já acabou a temporada no liceu de Furtah Prep, mas foi escolhido para integrar o All-Region e a All State Team, tendo também sido selecionado para jogar o All Star Game pela equipa do estado da Georgia. Frente à Carolina do Sul, o Team Georgia perdeu, por 100-84, com o português, em 16 minutos, a somar 8 pontos, 6 ressaltos, 4 assistências e 3 roubos de bola.
Tinsley foi o herói
Esta foi a terceira vitória consecutiva dos azuis e brancos frente ao Benfica, num jogo em que controlaram sempre a marcha do marcador, mas muito mérito na forma como os benfiquistas foram buscar o jogo e quase o conseguiam levar para o prolongamento. Os encontros entre estas duas equipas começam a ser sinónimo de emoção e incerteza até final, bem como uma excelente propaganda da modalidade. São a prova da qualidade e do espetáculo que a Liga Portuguesa também é capaz de proporcionar a quem gosta de basquetebol. Leia nos anexos desta noticia toda a história de mais um clássico.
O FC Porto iniciou o encontro com enorme sentido de cesto e a revelar uma enorme eficácia os lançamentos de curta e média distância. Os azuis e brancos apenas falharam um de dez lançamentos de 2 pontos durante o 1º período (90%), pelo que não surpreende que estivesse na frente no final do 1º quarto (24-16). Os comandados de Moncho López mostravam-se muito coletivos e agressivos na utilização do drible, na execução dos seus movimentos ofensivose a prova disso mesmo eram as 7 assistências somadas. O Benfica sentia dificuldades em acertar com o cesto, mas valeu-se da exploração do contra-ataque (6 pontos) e dos segundos lançamentos (7 pontos) para manter o jogo fechado.
No arranque do 2º período, dois triplos consecutivos fizeram com que os portistas se afastassem no comando (34-21), com os benfiquistas a continuarem a revelar uma ineficácia total da linha de três pontos (0/11 na 1ª parte), em parte por culpa de uma má seleção de lançamentos. Os dragões expunham as dificuldades benfiquistas em defender os bloqueios diretos, embora haja muito mérito, especialmente de Troy DeVries (12 pontos), na exploração dessa ação ofensiva. O Benfica foi à procura de outras soluções atacantes e conseguiu explorá-las, com sucesso. Cook, nas posições de poste, beneficiou de vários lances-livres (13) e encostou o resultado a 31-36. A falta de eficácia no tiro os benfiquistas compensavam com uma presença no ressalto ofensivo (14), que valeram 14 pontos em segundos lançamentos. Ainda assim, o maior acerto e fluidez ofensiva do FC Porto valia-lhe o comando do jogo em tempo de intervalo (41-33).
A 2ª parte começou com Troy DeVries, 9 pontos em 5 minutos, a mostrar a excelência do seu lançamento, enquanto que do outro lado o cesto continuava fechado nos tiros de três pontos. A meio do quarto os dragões venciam por quinze pontos (53-48), uma vantagem que chegou aos dezassete (57-40). Um triplo do inspirado Daequan Cook, o primeiro ao cabo de mais de 26 minutos jogados, deu o mote a um parcial de 7-0 e aproximou os encarnados no marcador (49-58). Numa altura em que o Benfica já defendia uma zona 2×3, a subida de rendimento de Mário Fernandes e os contributos positivos de Marko Loncovic fechavam mais o jogo. A 1.27 minutos do final do período, o FC Porto liderava por sete de vantagem (60-53), mas um triplo de Queiroz da zona central fixa o resultado no final do 3º período (63-53).
E se durante o 3º quarto Cook carregou o Benfica, isso não se alterou no derradeiro período, sendo o talento e capacidade anotadora do norte-americano a manter os benfiquistas na discussão do jogo. Um triplo de Cook colocou o Benfica a seis de distância (64-70), mas duas posses de bola bem geridas, onde o drible foi a arma para contrariar a zona benfiquista valeram dois cestos fáceis aos azuis brancos debaixo do cesto (74-64). Cook estava com a mão quente e um triplo com falta voltou a aproximar o marcador, que chegou a estar a dois de diferença (74-76). Altura para surgir no encontro José Silva, que com dois triplos consecutivos permitiu aos dragões respirar um pouco mais de alivio (84-78). Na parte final, e numa altura em que o Benfica já tinha regressado ao hxh, dois cestos consecutivos de Tinsley, o último dos quais um triplo a 52 segundos do fim, pareciam ter decidido o jogo (92-81).
Mas um erro do FC Porto a repor a bola da linha de fundo depois de 3 lances-livre convertidos por Cook, permitiu mais dois pontos fáceis, e 40 segundos do fim o Benfica já só perdia por quatro (87-91). Fontet converteu depois um de dois lances-livres (92-87), o Benfica falhou o lançamento, mas Hallman falhou os dois lances-livres, numa altura em que ficaram a faltar 22 segundos. Andrade em transição converteu de três (92-90) e Moncho López pára a partida para preparar um último ataque para os 22 segundos que faltavam jogar. Assim que a bola foi colocada dentro do campo, houve falta sobre José Silva, que converteu os dois lances-livres (94-90). Mário Fernandes foi desarmado quanto tentou finalizar de costa à costa, e restavam sete segundos no relógio. Mas uma falta de José Silva em ato de lançamento permitiu que Cook empatasse a partida da linha de lance-livre numa jogada de quatro pontos (94-94). Em 4 segundos, Tinsley tornou-se o herói do jogo ao converter o triplo decisivo, isto depois de percorrer o campo em drible até à linha de três pontos do lado contrário pressionado por Jeremiah Wilson.
Destaques individuais na equipa do FC Porto para Troy DeVries (30 pontos e 5 assistências), um excelente atirador, muito inteligente com a bola nas mãos e acima de tudo líder capaz de assumir nos momentos decisivos. O mesmo poderá ser dito de Brad Tinsley (20 pontos e 4 assistências), e uma referencia ainda para José Silva (16 pontos e 6 ressaltos) que apareceu nos momentos importantes.
Do lado contrário, Daequan Cook. Não começou bem o jogo, isso não afetou, e embalou para uma exibição fenomenal (44 pontos, 9 ressaltos, 3 assistências e 2 roubos de bola) carregando autenticamente a equipa do Benfica às costas durante todo o encontro. Sinais de subida de rendimento de Marko Loncovic (10 pontos e 3 ressaltos), e alguns bons momentos de Mário Fernandes (11 pontos, 5 assistências e 3 roubos de bola) que alteram de imediato para melhor o desempenho da equipa encarnada.
Oliveirense cimenta 3º lugar
Com este resultado positivo a formação de Oliveira de Azeméis continua confortavelmente instalada no 3º lugar da tabela classificativa, com ao adversário mais próximo, a Ovarense Dolce Vita, a duas vitórias de distância. A formação do Barreiro manteve o jogo fechado até à entrada do derradeiro quarto, mas cinco minutos muito positivos por parte dos comandados de José Ricardo fizeram o jogo cair para o lado da Oliveirense.
Quando estavam jogados 15 minutos, as duas equipas estavam empatadas a 23 pontos, um resultado que transparece a igualdade registada durante esse período do jogo. No final do 3º período, os visitados conseguem uma ligeira vantagem (47-41), foi pronta a resposta dos forasteiros (47-49), mas foi mesmo a equipa da casa a terminar por cima o período (52-47).
Os cinco minutos iniciais do último quarto fugiram à tendência do jogo, com a Oliveirense a conseguir disparar para uma diferença pontual nos dois dígitos (68-53). Uma fase que acabaria por marcar em definitivo o desfecho do encontro, em que a Oliveirense, e apesar do equilíbrio na luta das tabelas (34-31), tirou partido dos 13 ressaltos ofensivos conquistados, traduzidos em 16 pontos somados em segundos lançamentos.
Por isso não causa estranheza que a Oliveirense tenha estado bastante melhor a lançar de dois pontos (14/25 – 56%), contrariamente ao Galitos que esteve mais assertivo da linha de três pontos (10/22 – 46%), embora sempre que possível a explorar o contra-ataque (14 pontos).
O poste Dusan Sisic (19 pontos e 5 ressaltos) deu nas vistas, o mesmo aconteceu com João Abreu (15 pontos e 5 ressaltos), dois jogadores que ultimamente têm andado mais discretos.
No Galitos, limitado pelas lesões, voltou a contar com a dupla formada por Jarred Jackson (20 pontos, 3 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola) e Jordan Baker (19 pontos e 12 ressaltos) a bom nível.
Atlético vence no Dragão
O jogo foi apenas decidido nos 90 segundos finais, período durante o qual a experiência e a consistência do conjunto da Tapadinha acabou por fazer a diferença. Com este resultado, a formação lisboeta a partir de agora pode olhar mais para cima na tabela classificativa e menos para aquilo que se passa abaixo do 3º lugar.
Estiveram melhor os visitantes durante a 1ª parte, chegando mesmo a liderar por nove pontos de vantagem (31-22), a pouco mais de três minutos do intervalo. Os dragões terminaram melhor o 1º tempo e reduziram a diferença antes de irem para o descanso (32-36).
O 2º tempo foi ainda mais disputado e a sete minutos do final voltava tudo à forma inicial, com o resultado a registar um empate a 54 pontos. Seriam novamente os forasteiros a ganhar vantagem na frente (60-55), mas bastaram pouco mais de dois minutos para os azuis e brancos reporem a igualdade no resultado (60-60), depois de um contra-ataque finalizado por Pedro Oliveira.
Um triplo de Jorge Afonso, a 1.20 minutos do final, fez novamente funcionar o marcador (63-60), e um comprometedor turnover da equipa da casa foi imediatamente capitalizado por João Manuel do lado contrário com um contra-ataque (65-60). Faltava pouco mais de um minuto e nova perda de bola sem lançamento por parte dos dragões sentenciou em definitivo o jogo.
Sem ter dominado a luta das tabelas, o Atlético soube aproveitar muito bem os 20 ressaltos ofensivos conquistados, traduzidos em 17 pontos em situações de segundos lançamentos. O contra-ataque (25 pontos) também foi arma atacante, mas foi no pintado (42 vs 22 pontos) que o conjunto de Alcântara fez a diferença.
Sérgio Ramos (20 pontos, 8 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola) voltou a liderar o Atlético, e contou com a ajuda de Hugo Aurélio (12 pontos e 6 ressaltos) e José Torres (13 pontos).
Na equipa azul e branca, Diogo Araújo (13 pontos, 6 ressaltos e 3 assistências) foi o jogador em maior destaque, com José Miranda (10 pontos e 5 ressaltos) a mostrar-se a bom nível.
Sportiva não facilita em casa
Depois do triunfo alcançado na ilha Terceira na ronda de sábado, as benfiquistas não conseguiram repetir o resultado, muito por culpa da exibição das atuais campeãs nacionais durante a 2ª parte.
As benfiquistas, apear de um ligeiro ascendente da equipa da casa, ofereceram excelente réplica durante os primeiros vinte minutos, tendo sido de seis a diferença máxima que separou os dois conjuntos. À passagem do 22º minutos o marcador registava um empate a 36 pontos, mas 12 pontos consecutivos por parte das insulares marcava em definitivo a diferença no encontro (48-36).
Na etapa complementar o Benfica sentiu mais dificuldades para somar pontos, e se no 3º período marcou apenas metade dos pontos do seu adversário (9 vs18), o derradeiro quarto acentuou ainda mais esse problema. O Sportiva conseguiu o triplo dos pontos, se bem que não tenham sido muitos já que apenas sofreu 4 durante os últimos 10 minutos do encontro.
O Sportiva venceu a luta das tabelas (35-25), e mesmo sem ter convertido qualquer triplo durante todo o encontro (0/119, a sua melhor eficácia nos lançamentos de dois pontos (54% vs 35%) permitiu-lhe ter estar melhor no ataque. A norte americana Ashley Bruner (28 pontos e 13 ressaltos) voltou a desequilibrar, e foi bem secundada pela sua compatriota Shaqwedia Wallace, autora de 14 pontos, 6 ressaltos e 4 assistências.
Joana Ramos (17 pontos e 3 ressaltos) foi a mais concretizadora nas visitantes, num jogo em que Callan Taylor (9 pontos e 6 ressaltos) esteve mais apagada que o habitual.
Belenenses cola-se ao líder
O conjunto do Restelo realizou este fim de semana dois jogos disputados até final, no dia anterior perdeu no prolongamento, mas neste foi mais forte nos momentos decisivos.
Os primeiros 37.5 minutos foram marcados por um grande equilíbrio, algumas mudanças no comando do marcador, sem que nenhuma das equipas tenha conseguido afastar-se. O empate a 58 pontos trazia à memória o jogo do dia anterior, mas desta vez a formação de Belém foi mais eficaz, sobretudo através da defesa, já que até final o Esgueira não somou qualquer ponto.
Os jogadores do Esgueira procuraram, sem sucesso, a linha de três pontos como solução ofensiva, já os azuis do Restelo não tremeram da linha de lance-livre, quatro consecutivos e um contra-ataque finalizado por Tiago Brito “matou” em definitivo o jogo.
O Belenenses foi mais vezes para a linha de lance-livre (19/26 – 73%), beneficiou de mais contributos do banco (22 pontos), e apostou em concretizações mais perto do cesto (15/29 – 52%). Tiago Brito (17 pontos, 4 ressaltos e 4 roubos de bola) voltou a estar bem, o mesmo aconteceu com Eneyde Ferreira (13 pontos e 14 ressaltos).
Já o Esgueira, procurou com maior frequência os tiros de longa distância (10/33 – 30%), e teve em Pedro Valente, autor de 20 pontos e 7 ressaltos, o melhor marcador do encontro. Guilherme Oliveira (10 pontos e 5 ressaltos) continua a conquistar o seu espaço dentro da equipa.
Illiabum volta a vencer
Não foi um fim de semana positivo para a formação encarnada, se bem que até bem perto do final do 3º período a equipa de Lisboa tenha estado perfeitamente dentro da discussão do jogo.
À entrada do 2º período, o marcador registava um empate a 17 pontos, mas um parcial de 12-0 favorável aos ilhavenses, desequilibrava o resultado a favor da equipa da casa (29-17). Paulatinamente os encarnados foram-se aproximando no marcador, no 2º minuto da 2ª parte chegaram mesmo à liderança (33-32), e a 2.15 minutos do final do 3º período a vantagem dos visitantes era de dois pontos (45-43).
Mas um triplo de Isaías Insaly dava a volta ao marcador (46-45) e dava inicio a três minutos muito positivos para os ilhavenses que aproveitaram para voltar a fugir, desta vez em definitivo, na liderança (56-45).
Os ilhavenses controlaram muito bem a posse de bola (11 vs 19 turnovers), dos erros do adversário resultaram 20 pontos, e a equipa voltou a selecionar muito bem os lançamentos como comprovam as 21 assistências registadas. A equipa da casa converteu 10 triplos (36%), e Augusto Sobrinho (23 pontos e 4 ressaltos) voltou a ser o melhor marcador do Illiabum. Destaque ainda para as exibições positivas de Pedro Santos (16 pontos, 3 ressaltos e 2 assistências) e Rafael Wildner (14 pontos e 8 ressaltos).
O trio composto por Ricardo Monteiro (10 pontos e 7 ressaltos), Aljaz Slutej (15 pontos e 5 ressaltos) e Ricardo Rosa (11 pontos e 8 ressaltos) bem lutou por um resultado diferente.
ESA bate Algés
Na luta por um lugar nos playoffs, a Escola da Amadora conseguiu este domingo um relevante triunfo frente ao Algés (65-55), o que coloca a ESA com 8 vitórias e 10 derrotas. Por seu turno, as guerreiras de Mário Nascimento contam com 7 vitórias e 10 derrotas (faltando um jogo, que se realizará no próximo dia 20).
Na deslocação do Académico ao reduto do Marítimo, a equipa visitante saiu vitoriosa deste encontro, por 43-50. Já a formação da SIMECQ foi até Aveiro enfrentar o Gafanha, vindo de uma larga vitória obtida na semana passada no Porto, e que desta feita voltou a somar um bom resultado. A formação aveirense bateu a SIMECQ por 64-47, ascendendo assim ao terceiro lugar da tabela classificativa.
Na Póvoa, deu continuação às boas prestações nesta fase regular, amealhando a sua 13ª vitória, desta vez doante do Galitos, por 67-60. Também por terras nortenhas, na Maia, a equipa da casa recebeu e perdeu frente ao CPN, por 54-64, que assim permanece no primeiro lugar do campeonato. Já o Guifões alcançou mais um êxito, superiorizando-se à turma do Coimbrões por 61-48..
Próximos jogos
19 de março
Algés vs Coimbrões às 16h00, no Pavilhão Gomes Pereira
CPN vs CD Povoa às 16h30, no Pavilhão Municipal de Ermesinde
Simecq vs Marítimo às 16h30, no Pavilhão Carlos Alberto Carvalho
Académico FC vs ESA às 16h30, no Pavilhão do Académico
Galitos vs Gafanha às 18h30, no Pavilhão do Galitos
Dia 20
Algés vs Marítimo às 16h00, no Pavilhão Gomes Pereira
Sampaense ganha no Restelo
Paio de Gramaços bateu o Belenenses (69-64). Com este resultado os comandados de Rui Alves conseguiram simultaneamente afastar-se dos dois últimos lugares do Grupo B do campeonato da Proliga e aproximarem-se do meio da tabela classificativa.
Depois de o Sampaense Basket ter comandado a marcha do marcador durante quase toda a 1ª parte, chegou a estar a vencer por 17-6 e 35-25 mais perto do intervalo, a etapa complementar foi diferente e mais equilibrada. Com apenas dois minutos jogados no 2º tempo, o conjunto do Restelo chegava à liderança (38-37), e daí até final do jogo nenhuma das equipas conseguiu distanciar-se no resultado. O Belenenses, a meio do 4º período, chegou à vantagem de quatro pontos (57-53), e com um lance-livre de Carlos Dias continuava no comando (58-56) a 1.52 minutos do final.
Depois de lances-livres desperdiçados e triplos falhados, o Sampaense chega ao empate (58-58) a 3 segundos do fim com um lançamento de Tiago Carvalho. E depois do equilíbrio verificado nos minutos iniciais do tempo extra, seria o mesmo atleta a sentenciar a partida da linha de lance-livre ao fazer o 67-62 quando faltavam 35 segundos para terminar o prolongamento.
O Sampaense beneficiou da sua eficácia nos lançamentos de curta e média distância (20/32 – 63%), bem como dos pontos somados em contra-ataque (25 pontos) e a explorar os erros dos azuis do Restelo (22 pontos). Tiago Carvalho (19 pontos 2 ressaltos), falhou apenas um lançamento de campo (7/8), esteve em grande destaque, tendo sido bem secundado por Diogo Gonçalves (16 pontos, 4 ressaltos e 4 roubos de bola).
Apesar de ter dominado a luta das tabelas (46-31), com 13 a serem conquistados na tabela ofensiva, o Belenenses não conseguiu fechar o jogo, e as boas exibições de Tiago Brito (25 pontos e 7 ressaltos) e Eneyde Ferreira (10 pontos, 12 ressaltos, 6 roubos de bola e 3 assistências) acabaram por não serem recompensadas com a vitória da equipa.
Sangalhos sobe ao 7º posto
A formação de Sangalhos, depois de um 1º quarto marcado por ligeira superioridade dos visitantes, começou a resolver o jogo a seu favor durante o 2º período, e praticamente fechou-o nos primeiros 10 minutos do 2º tempo.
Depois de ter perdido o quarto inicial pela diferença de dois pontos (15-17), o Sangalhos começou a resolver o jogo a seu favor durante o 2º período. Ao intervalo, não só tinha conseguido dar a volta ao marcador, como liderava de uma forma já confortável (41-32).
O bom momento da equipa da casa prolongou-se no recomeço da etapa complementar, novo parcial favorável (26-10), com os benfiquistas a revelarem enormes problemas para travar o sucesso atacante do adversário.
À entrada do último quarto o jogo estava praticamente decisivo, e apesar dos muitos pontos marcados nos 10 minutos finais (29-26), o equilíbrio registado favoreceu a equipa que seguia na frente do marcador.
O Sangalhos controlou muito melhor a posse de bola (6 vs 20 turnovers), e tirou partido dos erros dos benfiquistas (24 pontos), explorando sempre que possível o contra-ataque (22 pontos). A equipa da casa contou com 55 pontos vindos do banco, sendo que Nuno Bizarro (19 pontos e 4 ressaltos) foi o melhor marcador, seguido de perto por Pedro Seabra (15 pontos).
O Benfica equilibrou a luta das tabelas, o jogo interior, mas esteve pior nas percentagens de lançamento, não só de campo , como da linha de lance-livre onde esteve muito perdulário (15/27- 56%). Sérgio Silva (15 pontos) foi o mais concretizador da equipa, e depois só Aljaz Slutej (10 pontos e 2 assistências) terminou nos dois dígitos.
Ovarense triunfa em casa
Os vareiros tiraram partido do fator casa, para darem a volta ao jogo na 2ª parte, isto depois da superioridade exibida pelos minhotos nos primeiros vinte minutos. A pontaria afinada revelada pelos jogadores da Ovarense no início do 2º tempo foi decisiva para a reviravolta no marcador, bem como para manter o adversário a uma distância confortável.
Durante os primeiros 20 minutos, exceção feita aos segundos inicias (1-0), foi sempre a equipa de Barcelos a comandar a marcha do marcador. Uma superioridade mais expressiva no 1º período (27-20), a que se seguiu um quarto mais equilibrado, 14-12 favorável aos minhotos, e menos produtivo em pontos.
Os comandados de João Tiago Silva mostraram-se muito ativos na tabela ofensiva, e os seis ressaltos conquistados valeram-lhes 11 pontos de segundos lançamentos. Se a isto associarmos o facto de ter sido o Barcelos a estar melhor a lançar ao cesto (52% vs 44%), conseguiu o dobro (4) dos triplos do seu adversário, e ter somado mais pontos no pintado (20 vs 12), não surpreende que tenha ido para o descanso em vantagem (41-32).
No reatamento do jogo, a equipa de Ovar mostrou-se irrepreensível a lançar ao cesto, e ao converter os seis primeiros lançamentos de campo, conseguiu empatar o encontro a 45 pontos a meio do período. Até final do quarto, o jogo foi marcado por alternâncias no comando do marcador, mas os vareiros beneficiaram do parcial positivo de 21-11 para entrarem na frente do marcador no derradeiro período (53-51).
Os instantes iniciais não trouxeram na da de novo, e seriam dois triplos consecutivos, de André Pinto e Novak, a mexerem com o desenrolar do jogo (63-55). O Barcelos esteve quase três minutos sem somar qualquer ponto, e seria uma jogada de três pontos (cesto e falta) da autoria de João Fernandes, que faria novamente fazer o marcador funcionar a favor dos minhotos (58-63). Os vareiros voltam a aumentar distância (67-58), Ferry com um triplo mantém os barcelenses por perto no marcador (61-67). Mas com pouco mais de um minuto para jogar, a equipa da casa dispunha de uma confortável vantagem de nove pontos para gerir até final (70-61).
A grande diferença entre as duas equipas neste jogo esteve no capitulo do lançamento, claramente favorável à Ovarense (57% vs 38%), isto apesar de o Barcelos ter conseguido converter o mesmo número (5) de triplos durante o encontro. Os forasteiros conquistaram 15 ressaltos ofensivos, que originaram 17 pontos em segundos lançamentos, mas nem isso compensou a menor inspiração coletiva na hora de atirar ao cesto.
Destacar os muitos contributos positivos vindos do banco da Ovarense (28 pontos), num jogo em que o vareiros ficaram muito próximos de registar as vinte assistências (19). O poste Raven Barber não falhou nenhum dos seus sete lançamentos de campo, e ficou a um ressalto de registar um duplo-duplo (19 pontos e 9 ressaltos). Nicholas Novak, autor de 15 pontos e 5 assistências, foi o 2º melhor marcador da equipa, seguido depois por Miguel Miranda (12 pontos, 3 ressaltos e 2 assistências).
Entre os forasteiros, João Grosso (20 pontos e 5 ressaltos), rubricou uma grande exibição, e foi o mesmo o melhor marcador do encontro e com enorme eficácia. Igor Dukovic (10 pontos e 3 ressaltos) foi depois o único atleta do Barcelos a terminar o jogo na casa das dezenas em pontos marcados.
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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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