Artigos da Federaçãooo
Alison Bouman foi a MVP do mês de fevereiro
A distinção para MVP Global da ronda do passado fim de semana da LFB foi para a norte-americana do SL Benfica, Callan Taylor. Já a atleta portuguesa mais valiosa foi Sónia Reis, jogadora da Quinta dos Lombos, e a jovem que mais se destacou foi Catarina Mateus, atleta do Lousada AC. No anexo desta noticia poderá ainda consultar os melhores cincos da jornada, bem como os máximos individuais registados no passado fim de semana.
Lombos a subir
A formação de Carcavelos já é 4ª classificada e somou este domingo, na Madeira, diante do CAB, o seu sétimo triunfo consecutivo em jogos a contar para a fase regular (58-44). O domínio da equipa treinada por José Leite começou a definir-se no 2º período, mas seria no recomeço da etapa complementar que os Lombos fugiriam em definitivo no marcador. As madeirenses ainda foram capazes de se aproximar na 1ª metade do derradeiro quarto, embora sem nunca terem ameaçado verdadeiramente a liderança da equipa visitante.
Os minutos iniciais tiveram ligeiro ascendente do CAB, que no inicio do 2º período, e beneficiando de um parcial de 7-0, conseguiu abrir ligeiramente no comando do jogo (19-12). Paulatinamente, a equipa de Carcavelos começou a aporoximar-se no marcador, e um triplo de Artémis Afonso deu vantagem (23-22) ao Lombos a 2 minutos do intervalo.
O intervalo chegava com as forasteiras no comando (25-22), que viriam a começar o 2º tempo com 8 pontos consecutivos, tendo a liderança subido para os dois dígitos (33-22). O bom momento das comandadas de José Leite prolongou-se no 3º período, já que a dois minutos do final do quarto atingiram a vantagem máxima do encontro (46-28). A perder por dezasseis pontos de diferença à entrada do derradeiro quarto, o CAB entrou forte e determinado em tentar reentrar na discussão do jogo.
A boa defesa das madeirenses condicionou a eficácia de lançamento dos Lombos, os turnovers surgiram com maior frequência, levando a que não somasse qualquer ponto nos primeiros 5 minutos do último período. O CAB estava a oito pontos de distância (40-48), mas seria novo triplo, este da autoria de Alexandria Harden, a permitir ao conjunto de Carcavelos respirar um pouco mais de alivio e recuperar o seu equilíbrio ofensivo (51-40).
As visitantes dominaram a luta das tabelas (39/27), estiveram melhor no capitulo do lançamento (40% vs 30%), especialmente da linha de três pontos (6/15 – 40% vs 1/8 – 13%), áreas que lhes permitiram desequilibrar o jogo a seu favor. A poste Sónia Reis (19 pontos, 9 ressaltos, 3 assistências, 3 roubos de bola e 2 desarmes de lançamento) foi a MVP do jogo com 23 de valorização e a norte-americana Alexandria Harden (19 pontos, 6 ressaltos e 2 roubos de bola) deixou boas indicações de poder vir a ser um reforço importante para o que falta disputar na presente temporada
Muito cedo no encontro, e após uma penetração para o cesto, Joana Lopes, a base do CAB, contraiu uma lesão no joelho esquerdo, que forçou a sua saída definitiva do jogo. Cherin Miller (16 pontos, 8 ressaltos e 2 assistências) foi a melhor marcadora das madeirenses e Ijeoma Ofamata (8 pontos, 4 ressaltos, 4 roubos de bola, 3 assistências e 2 desarmes de lançamento) deu contributos em várias áreas do jogo.
GDESSA e Sportiva vitoriosos
A formação do Barreiro impôs-se no jogo desde o quarto inicial; já as açorianas só no final do 3º período conseguiram afastar-se no marcador e garantir a vitória.
O GDESSA, ao vencer o 1º período por 22-5, cedo mostrou superioridade sobre o Olivais. Ao intervalo, a vantagem do conjunto do Barreiro já era bastante confortável (44-25), e se dúvidas existissem quanto a quem seria o vencedor do encontro, o 3º período ajudou a dissipa-las em definitivo. Já que a 2.30 minutos do final do quarto, a diferença pontual que separava as duas equipas era superior a trinta pontos (66-35).
A norte-americana Ladondra Johnson somou mais um duplo-duplo (20 pontos e 12 ressaltos) e Márcia Costa (20 pontos, 5 assistências e 3 ressaltos) voltou a estar bem nas ações ofensivas da equipa, o mesmo sucedendo com Kamilah Jackson, ue terminou o encontro com 19 pontos e 8 ressaltos.
Na equipa do Olivais, Jasmine Crew (21 pontos, 5 ressaltos, 3 roubos de bola e 2 assistências) fez um jogo bastante completo e Ana Gonçalves terminou o encontro nos dois dígitos em pontos marcados (12 pontos e 3 ressaltos).
Sportiva teve de se aplicar em Ovar
O jogo manteve-se fechado até meio do 3º período, altura em que as açorianas venciam por três pontos de diferença (34-37). Mas um parcial de 10-0, favorável ao conjunto da ilha de S. Miguel, acabou por desequilibrar o jogo a favor das atuais campeãs nacionais (47-34). Num jogo com poucos pontos, e com apenas 8.30 minutos para tentar dar a volta, as vareiras não foram capazes de contrariar o mais favoritismo do Sportiva.
No Sportiva, Ashley Bruner, autora de 19 pontos e 11 ressaltos, mostrou novamente que não sabe jogar mal, o mesmo sucedendo com a dupla composta por Milica Ivanovic (13 pontos) e Shaqwedia Wallace (7 pontos e 11 ressaltos), embora com prestações mais discretas.
Do lado da Ovarense, o duo composto por Gabriela Raimundo (12 pontos, 5 ressaltos, 3 roubos de bola e 2 assistências) e Sofia Pinheiro (12 pontos e 2 ressaltos) esteve bem no ataque, ao passo que Alison Bouman se destacou pelo seu desempenho na luta das tabelas (11 pontos e 20 ressaltos).
Atlético ganha na Luz
O triunfo alcançado este domingo, fora de portas, frente ao SL Benfica (73-66), isolou a formação de Alcântara no 3º lugar, que está cada vez mais próxima de garantir um lugar entre os quatro melhores classificados desta fase da competição.
Ao intervalo, o conjunto da Tapadinha vencia por dois pontos de diferença (36-34), depois de uma primeira parte em que esteve quase sempre no comando do marcador. Sem ter sido um domínio vincado – nunca chegou aos dois dígitos – só nos dois primeiros minutos o Atlético não liderou a marcha do marcador.
No recomeço do encontro, o ascendente dos visitantes tornou-se mais vincado e ganhou maior expressão. A poucos segundos do final do quarto a diferença chegou a ser de dezasseis pontos (55-39), mas um triplo do Benfica fixou o resultado final do 3º período (55-42).
O bom momento da formação da Tapadinha prolongou-se no derradeiro período, sendo que a meio do quarto a equipa de Alcântara tinha o jogo praticamente fechado a seu favor (66-46). Nos minutos finais do encontro, os encarnados aproveitaram bem alguns erros do adversário e até mesmo algum descontrolo emocional para encurtar distâncias.
Os jogadores do Atlético estiveram com a pontaria mais afinada, tanto de dois (14/28 – 50%), como de três pontos, de onde somaram trinta pontos (10/22 – 46%). João Manuel foi o melhor marcador da equipa com 16 pontos, aos quais juntou 2 ressaltos e 2 assistências, seguido de perto por João Marques, autor de 15 pontos, 7 ressaltos e 2 assistências.
Apesar de ter dominado a luta das tabelas (39/32) e beneficiado de 13 ressaltos ofensivos, a falta de inspiração no ato de lançamento em nada contribuiu para que o Benfica tivesse conseguido discutir mais o jogo. Sérgio Silva (15 pontos, 4 assistências e 3 ressaltos) foi o mais concretizador e Aljaz Slutej ficou muito perto de registar um duplo-duplo (10 pontos, 9 ressaltos e 4 assistências).
Barreirense na frente
Mas só no último período a formação do Barreiro conseguiu garantir a vitória, isto depois de ter sido durante grande parte do jogo a equipa de S. Paio de Gramaços a comandar o encontro. A Academia, mais do que se mostrar competitiva, conseguiu vencer, em casa, o Esgueira/OLI (68-59), um dos líderes do Grupo B do campeonato da Proliga. Embora tenha estado mais tempo no comando do jogo, a formação do Lumiar só nos últimos 5 minutos do encontro foi capaz de o resolver a seu favor.
Início forte por parte do Sampaense, que a 2.15 minutos do final do 1º período estava confortavelmente instalado no comando do jogo (17-3). Aos poucos o Barreirense foi equilibrando o resultado, mas ao intervalo eram ainda os forasteiros que comandavam o encontro (30-24). E seria um triplo de Daniel Coelho, a meio do 3º período, que provocaria a cambalhota no marcador (37-36), seguindo-se depois um período de grande equilíbrio e de alternâncias no comando.
A 8.40 minutos do final os barreirenses venciam pela diferença mínima (47-46), até que depois, três minutos positivos por parte da equipa da casa – parcial de 7-0 – empurraram em definitivo o conjunto do Barreiro para a vitória. A dois minutos do final, a diferença pontual chegou mesmo à casa das dezenas (59-48), muito por culpa do domínio exibido no ressalto (38-25) – 14 dos quais ofensivos – e que proporcionaram 17 pontos em segundos lançamentos, e do acerto da linha de três pontos (10/26 – 39%).
O base Alexandre Coelho (17 pontos, 10 assistências e 7 ressaltos) comandou muito bem o Barreirense, tendo sido bem secundado por Kevin Coronel (8 pontos e 13 ressaltos) e Daniel Coelho (15 pontos e 6 ressaltos).
O Sampaense soube aproveitar os turnovers adversários (14 pontos) e levou vantagem no jogo interior (26 vs 16 pontos), mas mesmo tendo contado com as boas prestações de Tim Lucas (23 pontos, 6 assistências, 5 ressaltos e 5 roubos de bola), grande jogo, e de Tiago Carvalho (12 pontos e 4 ressaltos) não conseguiu evitar a derrota.
Academia mais forte no final
No início do 2º período, a equipa lisboeta conseguiu dar um pouco de maior expressão à sua vantagem (38-29) e manteve-se no comando até ao primeiro minuto do 3º quarto (48-48). Os minutos seguintes foram de grande equilíbrio, sendo que a pouco mais de quatro minutos do final, a equipa da casa vencia pela diferença mínima (59-58). Um parcial de 9-1, favorável à Academia, acabou por ditar o vencedor do encontro, permitindo-lhe derrotar o Esgueira.
Do lado da Academia, Benedito Suca (27 pontos, 6 ressaltos e 4 assistências) esteve a muito bom nível, enquanto Pedro Valente voltou a seu o melhor marcador dos esgueirenses com 18 pontos, aos quais somou 2 ressaltos e 2 assistências.
Galitos-Barreiro surpreende dragão
O jogo foi quase sempre muito equilibrado, se bem que tenha sido a equipa do Barreiro, já na 2ª parte, a beneficiar das maiores vantagens pontuais do encontro. Os comandados de André Martins, na parte final do jogo, geriram até ao limite a almofada pontual, com os azuis e brancos a conseguirem mesmo empatar. Nos segundos finais, os bases do Galitos não tremeram da linha de lance-livre e garantiram um saboroso triunfo na estreia desta 2ª fase da prova.
Os primeiros 10 minutos, sem que nenhuma das equipas tenha conseguido um domínio evidente, foi repartido, embora tenha sido o Galitos a recolher aos balneários no comando do jogo (36-33). O conjunto do Barreiro durante os primeiros 20 minutos esteve melhor nos ressaltos (19/10) e essencialmente esteve mais assertivo a lançar ao cesto (63% vs 39%). Valeu ao FC Porto o bom aproveitamento dos turnovers adversários (9 pontos) e o melhor controlo da posse de bola (4 vs 14 turnovers) que lhe permitia ter mais lançamentos de campo.
Os forasteiros entraram muito bem no 2º tempo – parcial de 6-0 – e com pouco mais de 3 minutos jogados chegavam à diferença na casa das dezenas (48-38). Até final do período, os dragões correram sempre atrás do prejuízo, utilizaram a zona como forma de condicionar o sucesso ofensivo do ataque do Galitos, mas o melhor que conseguiram foi manter-se no jogo (52-56). Os azuis e brancos revelavam-se mais fortes na tabela ofensiva, começavam a dominar no pintado (36 vs 26 pontos) e tiravam partido das perdas de bola sem lançamento do Galitos (25 turnovers).
A 1.21 minutos do final, depois da conquista de um ressalto ofensivo ao seu próprio lançamento, Brad Tinsley empatava o jogo a 67 pontos. Mas isso não perturbou o conjunto da margem sul, que continuo a demonstrar grande disciplina tática e paciência na forma como prolongava os ataques e tentava explorar as suas vantagens ofensivas. Darren Towunes com as suas penetrações e, principalmente, Jarred Jackson com as suas ações de 1×1, colocaram sempre muitos problemas à defesa do FC Porto.
Nos instantes finais a equipa do Galitos conseguiu colocar sempre a bola nas mãos de Jarred Jackson para ir para a linha de lance-livre e o norte-americano cumpriu exemplarmente, apesar da pressão do resultado. E acabaria por ser Henrique Piedade a fechar o encontro, naquelee que foi um justo prémio para um dos principais responsáveis do sucesso do Galitos, por tudo aquilo que fez durante os 40 minutos.
O extremo do Galitos terminou o encontro com 19 pontos e 9 ressaltos, ao passo que Jarred Jackson (27 pontos, 5 assistências e 3 ressaltos) foi determinante pelos pontos que somou, com uma eficácia acima dos 70%, como nos momentos em que os conseguiu. O mesmo se poderá dizer da exibição de Darren Townes (14 pontos e 8 ressaltos), importante nos momentos de decisão.
O FC Porto não contou com Seth Hinrichs, Washburn acabou por sair com 5 faltas e Albert Fontet (6 pontos, 4 ressaltos e 3 assistências) quase nunca foi capaz de tirar vantagens das trocas defensivas. Brad Tinsley (18 pontos, 4 ressaltos e 3 assistências) ficou perto de forçar pelo menos o prolongamento e Ferran Pedreno (13 pontos, 4 roubos de bola e 2 assistências) saltou muito bem do banco e contribuiu para que o FC Porto tivesse encostado no resultado.
Benfica passa em Barcelos
Mas os encarnados assumiram desde muito cedo a liderança do jogo, construíram uma vantagem pontual confortável e, apesar da aproximação conseguida pelos minhotos na parte final do 3º período, o triunfo dos atuais campeões nacionais nunca esteve verdadeiramente em risco.
O jogo manteve-se fechado nos minutos iniciais, sendo que à passagem do 4º minuto a equipa da casa perdia pela diferença mínima (8-9). Seis pontos consecutivos por parte do Benfica dobraram a pontuação do seu adversário no marcador (16-8) e a meio do 2º período os atuais campeões nacionais já se tinham instalado confortavelmente na liderança (35-17). Os comandados de Carlos Lisboa mostravam-se superiores no capítulo do ressalto, mas foram sobretudo melhores na eficácia do lançamento, tanto de dois pontos (65% vs 37%) como de três (38% vs 15%). Não surpreende por isso que ao intervalo os encarnados liderassem sem grandes sobressaltos (44-25).
No recomeço do 2º tempo, a equipa minhota esboçou uma recuperação (32-46), mas um triplo de Cook cortou o bom momento dos barcelenses (32-49). Porém, sete pontos de Pejic e um triplo de João Fernandes permitiram que a equipa de Barcelos chegasse a aproximar-se da frente do marcador (46-53). Mas os últimos 90 segundos do 3º período pertenceram totalmente aos benfiquistas que voltaram a fugir no marcador, beneficiando da mão quente de Cook da linha de três pontos (60-46). Os últimos 10 minutos não tiveram grande história, visto que a equipa da casa nunca conseguiu fazer baixar a diferença pontual para a casa das unidades.
O norte-americano Daequan Cook (31 pontos, 5 ressaltos e 3 roubos de bola) foi mesmo o homem do jogo e o principal responsável pela manutenção de distâncias no marcador. Destaque ainda para as prestações de Jeremiah Wilson (16 pontos e 7 ressaltos), Carlos Andrade (10 pontos, 6 assistências e 5 ressaltos) e João Soares (12 pontos e 6 ressaltos).
No conjunto de Barcelos, Dejan Pejic (14 pontos, 6 ressaltos e 5 assistências) fez um jogo bastante completo, tal como João Ribeiro, autor de 13 pontos e 5 assistências.
Oliveirense entra a vencer
Depois de 20 minutos dominados pelos vareiros, a formação liderada por José Ricardo Neves anulou durante o 3º período a desvantagem trazida do 1º tempo e selou o triunfo na segunda metade do derradeiro quarto.
Os primeiros 5 minutos do encontro foram muito equilibrados, altura em que o marcador registava um empate a 10 pontos, mas um triplo de Fernando Neves deu o mote para um parcial de 7-0 favorável à equipa de Ovar (17-10). A Oliveirense respondeu nos três minutos finais do quarto, tendo sido Bricis, com um triplo, a dar inicio à recuperação da formação de Oliveira de Azeméis na parte final do período (17-19). Os vareiros mostravam-se eficazes no aproveitamento dos erros do adversário (9 pontos), ao passo que a Oliveirense levava vantagem clara na luta das tabelas (11/6) e beneficiava da sua boa presença no ressalto ofensivo (5).
No 2º quarto, a eficácia de lançamento das duas equipas decaiu, com Jaime Silva a ser a exceção nos lançamentos de longa distância. Dois triplos do extremo da Ovarense, já perto do intervalo, permitiram à equipa da casa abrir no marcador e terminar na frente ao intervalo com uma vantagem nos dois dígitos (36-25). A Oliveirense mostrou-se melhor na recuperação defensiva, continuou a levar a melhor na luta das tabelas (20/15), mas não acertava no cesto (29% de lançamentos de campo). A Ovarense mostrava-se muito mais assertiva a lançar ao cesto (48%), bem como passou a controlar melhor a sua tabela defensiva.
No recomeço da etapa complementar o jogo mudou de sentido, com os visitantes a conseguirem não só anular a desvantagem pontual, como também passar para o comando já bem perto do final do período (45-43). A Ovarense perdeu demasiadas bolas sem lançamento durante este período e duas bombas consecutivas por parte da Oliveirense voltaram a encostar a equipa no marcador (37-39). Os vareiros ainda subiram a diferença para 43-37, mas pagaram caro a fatura de não terem somado qualquer ponto nos últimos 3. 24 minutos do quarto.
A Ovarense apostou, sem grande sucesso, nos triplos no começo do 4º período como solução para regressar à liderança, mas só sensivelmente a meio do quarto Jaime Silva voltou a acertar de longa distância, reduzindo a diferença para quatro pontos (48-52). O poste da Oliveirense, Sergi Coll, respondeu de imediato na mesma moeda, para depois Bricis imitar o seu companheiro, sendo que a pouco mais de 3 minutos do final a Oliveirense já vencia por dez pontos (60-50). A Ovarense bem tentou reagir, mas sem conseguir colocar em perigo a liderança da formação de Oliveira de Azeméis.
A Oliveirense levou clara vantagem na luta das tabelas (46/28), sendo que 16 pontos foram conquistados na tabela da Ovarense, bem como esteve ligeiramente melhor da linha de 3 pontos (27% vs 21%) e no jogo interior (34 vs 28 pontos pintado).
No regresso a Ovar, Sergi Coll registou um duplo-duplo (16 pontos e 12 ressaltos), e a dupla composta por João Abreu (13 pontos, 5 ressaltos e 2 assistências) e Arturs Bricis (13 pontos e 4 ressaltos) esteve bem no jogo exterior da Oliveirense.
Jaime Silva, autor de 16 pontos, foi o melhor marcador da Ovarense, seguido de perto por Nick Novak (14 pontos, 5 ressaltos e 3 assistências) e Raven Barber (12 pontos e 4 ressaltos).
Lusitânia ganha no prolongamento
O conjunto de Ponte de Sor teve tudo para garantir o triunfo, mas a felicidade e a frieza do conjunto insular nos segundos finais dos 40 minutos valeram-lhe resolver a seu favor o encontro no tempo extra.
Os três primeiros períodos foram dominados pelo conjunto Eléctrico de Ponte de Sor, que à entrada do último quarto dispunha de uma vantagem de treze pontos (59-46). A 3.50 minutos do final do encontro, os forasteiros ainda controlavam a marcha do marcador (70-63), mas dois triplos consecutivos de Miguel Freitas (16 pontos, 4 ressaltos e 3 assistências) recolocaram o Lusitânia na discussão do jogo (69-70).
A 43 segundos do fim, Samojlovic (10 pontos, 6 assistências e 3 ressaltos) empatou o encontro da linha de lance-livre, e depois de um erro na reposição da bola em jogo na linha de fundo, os alentejanos pareciam ter o jogo na mão quando Tiago Pinto (19 pontos e 5 assistências) fez o 74-70 igualmente da linha de lance-livre.
Com 9 segundos para jogar, Josimar Cardoso (22 pontos e 14 ressaltos) poderia ter sentenciado o jogo, mas converteu apenas um de dois lances-livres (75-72), para depois a defesa do Eléctrico colocar o adversário na linha de lance-livre. Miguel Freitas falhou o primeiro, falhou o segundo, mas um ressalto ofensivo, seguido de um triplo de Upshur (17 pontos, 5 ressaltos e 5 assistências) levou o jogo para o tempo extra (75-75).
Nos 5 minutos suplementares, o equilíbrio voltou a ser a nota dominante, sendo que depois de um triplo convertido por Josimar Cardoso, os visitantes passavam a liderar a 1.24 minutos do final do prolongamento (85-84). Uma jogada de cesto e falta sobre Borovnjak (36 pontos e 13 ressaltos) voltou a colocar a equipa da casa no comando (87-85). Nos 58 segundos finais, os triplos do Eléctrico não entraram e um turnover sentenciou o jogo a favor do Lusitânia.
Vagos vence em casa
A equipa liderada por João Janeiro soube tirar partido dos erros cometidos pelo adversário, na forma como os capitalizou em pontos.
Com 13 minutos jogados, o Boa Viagem estava perfeitamente na discussão do jogo, já que perdia por apenas três pontos (14-17), se bem que até ao descanso a vantagem do Vagos tenha subido ligeiramente (32-24). O descanso não fez alterar o rumo dos acontecimentos no recomeço da etapa complementar, e a três minutos do final do 3º período a formação vaguense conseguiu a vantagem máxima do encontro (47-30).
A equipa da casa forçava o adversário a cometer muito erros (27 turnovers), donde resultaram 23 pontos a seu favor. Os 17 roubos de bola conseguidos pelo Vagos retirou eficácia ofensiva à equipa açoriana, ainda que tenha sido o Boa Viagem a estar melhor a lançar ao cesto (42% vs 34%). Tal como sucedeu na luta das tabelas (37-33) e nos pontos conseguidos no pintado (30 vs 20). Mas as visitadas estiveram mais ativas no ressalto ofensivo (13), que lhes valeram 12 pontos, mais 8 do que o adversário, em segundos lançamentos.
A norte-americana Eetisha Riddle somou um duplo-duplo (17 pontos e 13 ressaltos), seguida de perto na equipa vaguense por Daniela Jesus (14 pontos) e pela sua compatriota Daisha Simmons, autora de 12 pontos, 5 assistências e 4 ressaltos.
A bela exibição de Miriam Kenzie (18 pontos, 11 ressaltos, 8 assistências e 2 roubos de bola) não chegou para garantir a vitória do Boa Viagem, nem mesmo com a ajuda de Aurea Mendes (16 pontos e 9 ressaltos) e Silvia Fortunato (15 pontos e 2 assistências).
Terceira bate Dragon Force
O conjunto da ilha Terceira passa a contar com oito vitórias no Grupo A da 2ª fase do campeonato da Proliga e está cada da vez mais próximo de garantir uma das quatro posições que permite lutar pelo acesso à Liga Portuguesa de Basquetebol.
Depois de um 1º período marcado pela elevada pontuação, e que terminou com o Terceira Basket na frente (25-23), a eficácia das duas equipas decaiu no 2º quarto. À passagem do 17º minuto o marcador registava um empate a 32 pontos, mas nove pontos consecutivos dos insulares deram-lhes alguma vantagem no inicio da etapa complementar (41-32).
O bom momento dos visitantes prolongou-se quase até final do 3º período, altura em que atingiu a diferença máxima do encontro (64-47). O Dragon Force não desistiu, foi atrás do prejuízo e um triplo de Pedro Oliveira, a 1.52 minutos do final, colocou os dragões a quatro pontos da liderança (70-74). Mas quatro pontos consecutivos de Mathew Smith permitiram ao Terceira Basket respirar um pouco mais de alivio, até porque do lado contrário os lançamentos não caíram.
O conjunto da ilha Terceira beneficiou de 25 idas para a linha de lance-livre – converteu 15 (75%) – e controlou melhor a posse de bola, pois forçou o Dragon Force a cometer 20 turnovers. O norte-americano Mathew Smith (32 pontos e 6 ressaltos), MVP do jogo com 25 de valorização, foi a principal arma ofensiva dos terceirenses, que contou ainda com Carlos Von Hafe (18 pontos e 6 ressaltos) e Miguel Romão (11 pontos, 7 assistências e 3 ressaltos) em bom plano.
Pelo Dragon Force, o base Pedro Oliveira (19 pontos, 8 assistências e 2 roubos de bola) rubricou mais uma exibição muito positiva, tal como Diogo Araújo (18 pontos e 6 ressaltos). Já o jovem Francisco Amarante (18 pontos) começa a dar nas vistas.
Ginásio triunfa no Restelo
A vitória do Casino Ginásio, por 61-51, colocou a formação da Figueira da Foz mais próxima dos lugares da frente, num claro sinal de que a equipa está a atravessar uma fase positiva.
Se a 1ª parte foi marcada por um grande equilíbrio, ainda que com ligeira superioridade do Ginásio (32-29), no inicio da etapa complementar acentuou-se o domínio dos figueirenses. O conjunto visitante abriu o 2º tempo com um parcial de 10-0, e no inicio do 3º período chegou mesmo à vantagem máxima do encontro (52-35). Até final do encontro, o Belenenses não mais conseguiu aproximar-se no marcador.
O Ginásio beneficiou de um melhor aproveitamento nos lançamentos de dois pontos (51% vs 37%), bem como do domínio exibido no pintado (32 vs 20 pontos). Os azuis do Restelo contaram com contributos positivos vindos do banco (22 pontos), mas que não foram suficientes para garantir a vitória. Destaque ainda pela negativa para os pontos desperdiçados pela equipa da casa da linha de lance-livre (10/21 – 48%).
A dupla formada por Joaquim Soares (19 pontos, 11 ressaltos e 4 roubos de bola) e Marco Gonçalves (8 pontos, 13 ressaltos e 2 assistências) dominou nas áreas próximas do cesto, tendo sido importante em mais um sucesso do Ginásio.
Por seu turno, Tiago Brito (13 pontos, 7 ressaltos, 3 assistências e 3 roubos de bola) e Carlos Dias (12 pontos, 6 ressaltos e 3 assistências) bem tentaram, com a sua experiência e qualidade, inverter o período menos positivo do Belenenses.
Estoril vence jogo emotivo
Depois de controlar a marcha do marcador durante 25 minutos, a formação liderada por Artur Cruz viu o Guifões empatar o jogo a 34 pontos. O bom momento da equipa nortenha prolongou-se até aos minutos iniciais do 4º período e chegou mesmo a estar a vencer por seis pontos de diferença (42-36). O Estoril abanou mas não caiu, e precisou de pouco mais de 4 minutos para regressar ao comando do jogo (47-46). Mário Meireles, com um triplo a 16 segundos do fim, colocou o Guifões a perder pela diferença mínima (49-50), mas os jogadores do Estoril não tremeram da linha de lance-livre nos instantes finais.
Destaque para as boas exibições de Alexey Kaputskiy (15 pontos, 13 ressaltos, 4 roubos de bola e 2 desarmes de lançamento), Sérgio Silva (14 pontos e 11 ressaltos) e Rui Nery (11 pontos e 8 ressaltos), num jogo em que o Estoril conseguiu somar uma vitória apesar dos 28 turnovers cometidos.
O Guifões esteve desastrado a lançar da linha de três pontos (2/27 – 7.4%), e as prestações de Pedro Meireles (12 pontos, 9 ressaltos e 7 roubos de bola), Gonçalo Madureira (7 pontos, 3 ressaltos e 3 roubos de bola) e José Almeida (5 pontos, 9 ressaltos e 3 roubos de bola) não chegaram para segurar a liderança na parte final do jogo.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Aliquam iaculis blandit magna, scelerisque ultricies nisi luctus at. Fusce aliquam laoreet ante, suscipit ullamcorper nisl efficitur id. Quisque id ornare est. Nulla eu arcu neque. Sed ornare ex quis pellentesque tempor. Aenean urna enim, commodo ut nunc sit amet, auctor faucibus enim. Nullam vitae felis ipsum. Etiam molestie non enim quis tincidunt. Pellentesque dictum, nulla id ultricies placerat, neque odio posuere orci, quis vestibulum justo odio ut est. Nullam viverra a magna eu tempor. Nullam sit amet pellentesque magna. Vestibulum vel fermentum turpis, nec rhoncus ipsum. Ut et lobortis felis, sed pellentesque dolor. Nam ut porttitor tellus, ac lobortis est. Fusce vitae nisl vitae ante malesuada venenatis. Sed efficitur, tellus vel semper luctus, augue erat suscipit nunc, id hendrerit orci dui ac justo.
Pellentesque eleifend efficitur orci, et pulvinar dui tempus lobortis. Proin accumsan tempus congue. Cras consectetur purus et lacinia rhoncus. Ut eu libero eget quam semper malesuada. Aliquam viverra vulputate tempor. Sed ac mattis libero, a posuere ligula. Quisque tellus dui, placerat vel ex in, fringilla fringilla tellus. Aliquam erat volutpat. Aenean convallis quis eros vel ornare. Aliquam et lorem vestibulum, posuere quam ac, iaculis arcu. Fusce feugiat blandit mattis.

Legenda
Praesent sed metus euismod, varius velit eu, malesuada nisi. Aliquam aliquet quam tempor orci viverra fermentum. Sed in felis quis tortor accumsan vestibulum. Aliquam erat volutpat. Maecenas pretium sem id enim blandit pulvinar. Pellentesque et velit id arcu feugiat hendrerit ac a odio. Sed eget maximus erat. Phasellus turpis ligula, egestas non odio in, porta tempus urna. Fusce non enim efficitur, vulputate velit in, facilisis metus.
Nulla sagittis risus quis elit porttitor ullamcorper. Ut et dolor erat. Ut at faucibus nibh. Cras nec mauris vitae mauris tincidunt viverra. Donec a pharetra lectus, vitae scelerisque ligula. Integer eu accumsan libero, id sollicitudin lectus. Morbi at sem tincidunt augue ullamcorper tristique. In sed justo purus. Aenean vehicula quam quis pellentesque hendrerit. Fusce mattis mauris lorem, in suscipit diam pretium in. Phasellus eget porttitor mauris. Integer iaculis justo ut commodo eleifend. In quis vehicula nisi, non semper mauris. Vivamus placerat, arcu et maximus vestibulum, urna massa pellentesque lorem, ut pharetra sem mauris id mauris. Vivamus et neque mattis, volutpat tortor id, efficitur elit. In nec vehicula magna.

Miguel Maria
“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

Morbi in auctor velit. Etiam nisi nunc, eleifend quis lobortis nec, efficitur eget leo. Aliquam erat volutpat. Curabitur vulputate odio lacus, ut suscipit lectus vestibulum ac. Sed purus orci, tempor id bibendum vel, laoreet fringilla eros. In aliquet, diam id lobortis tempus, dolor urna cursus est, in semper velit nibh eu felis. Suspendisse potenti. Pellentesque ipsum magna, rutrum id leo fringilla, maximus consectetur urna. Cras in vehicula tortor. Vivamus varius metus ac nibh semper fermentum. Nam turpis augue, luctus in est vel, lobortis tempor magna.
Ut rutrum faucibus purus ut vehicula. Vestibulum fermentum sapien elit, id bibendum tortor tincidunt non. Nullam id odio diam. Pellentesque vitae tincidunt tortor, a egestas ipsum. Proin congue, mi at ultrices tincidunt, dui felis dictum dui, at mattis velit leo ut lorem. Morbi metus nibh, tincidunt id risus at, dapibus pulvinar tellus. Integer tincidunt sodales congue. Ut sit amet rhoncus sapien, a malesuada arcu. Ut luctus euismod sagittis. Sed diam augue, sollicitudin in dolor sit amet, egestas volutpat ipsum.