Artigos da Federaçãooo
Portugal perde com Eslováquia
«É uma desilusão»
O treinador lamenta a sorte dos açorianos, mas quer ver a sua equipa integrar a terceira e decisiva fase do campeonato, embora reconheça que não será fácil. Sábado, às 16 horas, na ilha Terceira, o Lusitânia começa a 2ª fase do Grupo B, diante do Eléctrico.
Acaba por ser uma desilusão não integrarem o Grupo A desta 2ª fase da LPB?
Sim, sem dúvida alguma que é uma desilusão.
Consegue identificar as razões pelas quais o Lusitânia não ficou entre os seis primeiros da 1ª fase?
A análise feita revela vários fatores, um deles tem muito a ver com o formato da competição e o seu início. A insularidade criou esta época ainda mais problemas, sendo que sem termos competido na fase de preparação ainda se torna mais difícil. Acabámos por pagar a fatura de ter entrado no campeonato sem ter realizado jogos de pré-época, de termos iniciado a temporada a 9 de setembro, já que desta forma só conseguimos ver se os jogadores que tínhamos contratado conseguiam adaptar-se já com o campeonato a decorrer. Esta época optámos por não participar no troféu António Pratas porque não tínhamos jogadores suficientes.
Após todos estes contratempos conseguimos, com muito trabalho, ficar em 7º lugar com 9 vitórias e 11 derrotas.
É inglório perder 3 jogos ao ficarmos no segundo grupo, sem dúvida alguma de que a minha equipa merecia ficar no primeiro grupo. Mas acabámos por ser os mais prejudicados com este modelo, pois tínhamos uma diferença de 4 vitórias para o 9º classificado e de 5 vitórias para o 10º, e com este formato acabámos por ter só duas vitórias de vantagem e de três para o 10º. Praticamente estávamos apurados e assim vamos ter muitas dificuldades em conseguir chegar ao playoff.
Certamente que o objetivo passa agora por terminar num dos primeiros dois lugares do Grupo B. Com o tempo de trabalho que têm pela frente, a competição que terão até ao playoff, e partindo do pressuposto de que se apuram, o Lusitânia pode ainda ser mais forte?
O nosso sentimento é de termos cumprido o nosso trabalho, porque chegámos onde foi possível chegar. O objetivo agora passa pela manutenção, porque é frustrante ter de voltar atrás para tentar novamente chegar ao lugar onde acabámos a fase regular com tanto sacrifício. Estamos a trabalhar muito para chegar ao playoff, mas sabemos as dificuldades por que vamos passar. Podemos acabar a segunda fase e no total termos mais vitórias e não chegar ao playoff.
O próximo adversário é o Eléctrico FC, com quem já perderam, em casa, esta temporada. O resultado do último embate foi uma vitória vossa pela diferença mínima. Dados suficientes para esperarem um jogo complicado? E que tipo de problemas vos coloca esta equipa de Ponte de Sor?
Esperamos encontrar ainda mais dificuldades, porque a equipa do Eléctrico FC tem muito bons jogadores, habituados a jogarem juntos há muito tempo, estando reforçada neste momento e com uma rotação mais alta.
O Lusitânia sofreu muitas alterações no plantel ao longo da 1ª fase. Agora que parece ter assentado em definitivo o seu grupo de trabalho, que tipo de equipa pretende ser o Lusitânia até final da temporada?
O Lusitânia pretende ser uma equipa a jogar basquetebol de qualidade como tem feito em muitos jogos, tentando ser mais equilibrada e regular, mas merecendo mais respeito. Para não acontecer o mesmo que tivermos numa das jornadas mais importantes para o apuramento para o playoff, em que éramos para jogar as 14h30m e acabámos por ser obrigados a jogar as 22h30m com árbitros regionais. Atenção que estes senhores tentaram fazer o melhor possível e agradeço-lhes a coragem e exposição a que foram alvo.
«O Benfica está mais forte»
O jogador lembra que os objetivos do conjunto da Luz passam pela presença nos quatro primeiros da Proliga e, apesar de os alcantarenses terem um grupo “experiente”, João não tem dúvidas de que o Benfica estará “à altura do desafio”.
O jogo do próximo domingo frente ao Atlético assume caráter decisivo para a meta definida pelos encarnados para esta 2ª fase do campeonato da Proliga. As duas equipas somam 5 vitórias no Grupo A, embora a formação de Alcântara tenha um jogo a mais disputado. “Este jogo é muito importante para os objetivos do Benfica, que passam por ficar nos 4 primeiros lugares desta segunda fase, para ter acesso à disputa das meias-finais e finais. Sendo o Atlético um adversário direto, e sendo jogo em nossa casa, sentimos que é uma vitória muito importante para alcançarmos os nossos objetivos.”, afirma João Neves.
Mais do que achar que o Atlético mudou alguma coisa na sua forma de jogar nesta 2ª fase, João Neves destaca uma abordagem diferente da equipa a este momento mais avançado da competição: “Penso que o Atlético tem vindo a subir de forma com o decorrer da época, acho que estão a encarar esta segunda fase com muito compromisso, têm vencido muitos jogos, estão com confiança e acho que estão em ótima forma, mas ao alcance da equipa do Benfica.”
O último confronto entre as duas equipas, disputado no Pavilhão Fidelidade, foi marcado pelo equilíbrio e decidido no último segundo a favor dos benfiquistas. Um claro sinal de que João Neves e restante equipa sentiram dificuldades para levar de vencida a equipa da Tapadinha. “O Atlético é composto por jogadores de muita qualidade que, aliado a muita experiência, acaba por torná-los uma equipa bastante complicada. No último confronto sentimos alguns problemas na defesa pois eles, com a sua experiencia, conseguiram explorar alguns pontos da nossa defesa, sendo que no ataque conseguiram provocar alguns turnovers da nossa parte com a sua inteligência. Tivemos algumas oscilações durante o jogo, o que fez com que o Atlético se conseguisse manter na disputa do jogo ate ao últimos segundos, mas felizmente estivemos ao alcance desses desafios.”
Se bem que o atleta ache que o grupo está mais competitivo e mais bem preparado desde a última vez que as duas equipas se defrontaram: “O Benfica está mais forte do que no último confronto, temos vindo a trabalhar cada vez melhor nos treinos e com mais intensidade para preparar desafios como este. Temos crescido também como equipa, tentando corrigir erros cometidos no passado. Esperamos um Atlético mais forte, mas estamos à altura do desafio.”
«Estamos motivadas»
A jogadora lembra que a defesa tem sido o segredo do sucesso da formação nacional, por isso será importante estar bem nesse capítulo, mas não é o único. “Entrar bem no jogo é sempre importante pois estamos perante uma equipa bastante experiente”, alerta a atleta..
A vitória sobre a Islândia pode ajudar a que o rendimento e desempenho da Seleção dentro de campo seja ainda mais positivo, já que faz aumentar simultaneamente a confiança e ambição para o próximo jogo frente à Eslováquia. “Esta vitória permite-nos sonhar com o apuramento para a fase final do Campeonato da Europa. Estamos motivadas mas continuamos a trabalhar da mesma forma. Sérias e concentradas nas coisas que temos que fazer.”, afirma Ana Fonseca.
Mesmo tendo ganho, Ana sente que Portugal pode ser ainda mais forte. A atleta garante que o grupo tentará sempre melhorar o seu desempenho e que o sucesso desta Seleção passará sempre pela defesa: “Melhor podemos sempre fazer. Nunca há um jogo perfeito nem nunca estamos satisfeitas com as coisas que fazemos. É assim que evoluímos e que somos melhores. Um dos aspetos em que precisamos ser mais consistentes é na defesa. Esta é a nossa marca e tem que ser a partir dela que ganhamos os jogos.”
O trabalho de scounting está feito, até porque as duas seleções já se defrontaram nesta fase de apuramento. As jogadoras nacionais sabem bem quais os principais problemas que irão ser colocados pela Eslováquia no jogo da próxima quarta-feira, pelo que resta agora condicionar ao máximo os pontos fortes do adversário: “A Eslováquia é uma equipa que joga muito em pick&roll e em criar desequilíbrios a partir dos mesmos. Além disso, tem uma equipa de estatura elevada, em comparação com a nossa, principalmente nas posições próximas do cesto.”
Portugal tem revelado bastantes dificuldades no capítulo do lançamento. Mas tal não significa que não existam atiradoras neste grupo de Portugal. Fica o nosso desejo, e o de Ana, que quarta-feira Portugal esteja numa noite de grande inspiração a atirar ao cesto. “Portugal tem excelentes lançadoras mas, como toda a gente sabe, mesmo as boas lançadoras podem ter dias menos conseguidos. Portanto essa pergunta não tem muito sentido.”, considerou a basquetebolista.
Portugal vai abordar o jogo de uma forma ambiciosa, tendo sempre em mente que há que ter em conta o resultado do jogo da 1ª volta. De forma a não complicar uma missão por si só complicada, Ana Fonseca não quer começar o encontro com um parcial negativo: “Entrar bem no jogo é sempre importante pois estamos perante uma equipa bastante experiente. Se tivermos que correr atrás do resultado a nossa tarefa torna-se mais difícil.”
«Solidários e unidos»
Sábado, às 17h30, os minhotos recebem o Benfica, uma equipa que, lembra o treinador, “ganhou 11 das últimas 12 competições nacionais” e que “só perdeu um jogo no campeonato”. Mas em Barcelos faz todo o sentido falar do fator casa e o técnico conta fazer uso dessa arma para tentar surpreender os encarnados.
Olhando para o desempenho do Barcelos desde o início da temporada, a equipa correspondeu àquilo que esperava dela? Em algum momento da temporada teve dúvidas sobre o grupo que tinha ou o trabalho que estava a desenvolver?
Partimos para esta época com a noção das dificuldades e das limitações que a construção de um novo plantel podiam trazer. Queríamos que esta construção fosse à base de atletas novos, com talento e ambição. Esta juventude e ambição, aliados à experiência de outros jogadores e ao trabalho que temos feito, permitem-nos estar muito contentes com os resultados alcançados até agora.
O facto de ser o mesmo grupo de trabalho desde o arranque da temporada contribuiu para uma 1ª fase de sucesso? As 11 vitórias excederam as suas expectativas?
É verdade que a estabilidade de um grupo permite a sua evolução como equipa. Só tivemos a saída do nosso capitão Cristiano por motivos profissionais e resolvemos esta falta dentro do grupo. Mas este crescimento como equipa também é fruto das condições que o clube nos dá. O Basquete Clube de Barcelos, dentro das suas dificuldades e limitações, mas com uma estrutura baseada em pessoas com muito carinho pelo clube e pela modalidade, consegue reunir as condições necessárias para realizarmos o nosso trabalho.
No início da época foi-nos pedido como principal objetivo a manutenção na LPB. Com o decorrer da época esse objetivo foi sendo avaliado e ajustado aos resultados que fomos tendo. As 11 vitórias, mais do que exceder as expectativas, deixam-nos muitos orgulhosos e com vontade de continuar a crescer.
O que procurou reunir neste grupo de trabalho e que foi a base para conseguir o 5º lugar no final da 1ª fase da competição?
Procurámos reunir talento, ambição, vontade de evoluir e capacidade de perceber que trabalhar em prol de um objetivo coletivo nos leva, a todos, àquilo que pretendemos.
E a partir daqui o que será um desempenho positivo da equipa do Barcelos?
Como dizia um atleta nosso esta semana, “vamos até onde nos deixarem ir”. Temos assegurado o playoff, vamos defrontar as 5 melhores equipas da Liga. Dez jogos que nos vão permitir continuar a crescer se forem encarados com a mesma seriedade e ambição. Ainda temos a participação na Final a oito da Taça de Portugal. Queremos mais e estamos trabalhar para isso.
Que aspetos lhe causam maior preocupação num confronto com o SL Benfica?
O Benfica merece todo o nosso respeito. É o clube que ganhou 11 das últimas 12 competições nacionais. Tem incomparavelmente mais experiência acumulada que nós e muita qualidade em todos os seus jogadores. Só perdeu um jogo neste Campeonato. Mas sou da opinião que nos 3 jogos que tivemos este ano, e sem retirar nenhum mérito ao Benfica, esse respeito foi exagerado e não nos permitiu jogar mais perto do que sabemos. Tirando o jogo da Supertaça, em que fomos literalmente atropelados, podíamos ter feito melhor. O Benfica joga de forma muito intensa. Queremos igualar essa intensidade, sempre no limite, e conseguir jogar dentro daquilo que temos feito. Solidários, unidos e com vontade de continuar a evoluir. Nada melhor do que estes jogos para o conseguir.
Faz sentido falar em fator casa no vosso caso. Qual tem sido o segredo do Barcelos para ser tão forte a jogar perante o seu público e que terá de ser mantido para o jogo com o SL Benfica?
No primeiro contacto com o grupo foi-lhe incutida a ideia que jogar em Barcelos tem que ser uma mais-valia para nós. Vir a Barcelos tem que ser sinónimo de dificuldades para os adversários. Os atletas assumiram na perfeição este objetivo. Perdemos 2 dos 10 jogos realizados em Barcelos e contra os dois primeiros classificados. Temos os nossos adeptos, aqueles que estão sempre com a equipa e aos quais estamos muito agradecidos. Mas reconheço que gostava de ver mais gente no pavilhão a ajudar a equipa. Acho que temos feito por merecer essa apoio extra.
«Ganhar todos os jogos até final»
O próximo encontro é com o Olivais, uma equipa que, segundo Emília Sá, “tem vindo a melhorar”, mas na mente das escolares está apenas a vitória. O jogo realiza-se domingo, no Barreiro, às 15h30.
A euforia da conquista da Taça Federação já foi deixada para trás e a equipa voltou a concentra-se na Liga Feminina. Emília pretende que o GDESSA continue a revelar alguns dos atributos que lhe permitiram conquistar o último troféu disputado na competição feminina. “Já passou, agora estamos focadas nos próximos jogos. Ganhámos com mérito, muito trabalho e sem dúvida com muita garra. Na minha opinião estávamos mais preparadas para a ‘guerra’ do que as jogadoras do CAB", considera a atleta.
A equipa do Olivais é bem diferente daquela que o GDESSA defrontou em Coimbra no jogo da 1ª volta. Emília não tem dúvidas de que as olivanenses estão mais competitivas, mas continua a acreditar que a formação do Barreiro poderá dominar nas áreas próximas do cesto: “O Olivais, a meu ver, tem vindo a melhorar. Fizeram algumas alterações no seu plantel mas penso que teremos vantagem no nosso jogo interior.”
O bom momento do GDESSA não faz com que Emília pense que a equipa atingiu a perfeição, o mesmo será dizer que se pode tornar mais forte com o trabalho e com o treino. “Ainda temos que melhorar em alguns aspetos", alerta a basquetebolista.
Agora que está de volta à Liga, o conjunto do Barreiro assume um desafio ambicioso até final da fase regular, sinal de ambição e desejo de continuar a ter sucesso: “O objetivo definido é ganhar todos os jogos até ao final. Para continuarmos a ter sucesso vamos tentar acabar da maneira como começámos.”
«Queremos ficar em primeiro»
Para se manter na liderança, a equipa madeirense está obrigada a vencer um adversário que tem escalado na tabela classificativa e que cada vez mais reúne qualidade e soluções para se tornar ainda mais competitivo. Na antevisão do jogo ao Site Oficial do CAB, o treinador João Pedro Vieira assume que será a defesa a chave para vencer o encontro. O 1º lugar é o objetivo definido até final da fase regular, sendo que este encontro é mais uma etapa para alcançar essa meta.
O técnico da equipa madeirense espera dificuldades para o jogo do próximo fim de semana, até porque os Lombos se reforçaram com mais uma jogadora estrangeira. "O Lombos tem vindo a crescer e, agora, com a incorporação desta nova americana, está mais forte", afirmou o treinador, mas nada que afaste o conjunto madeirense da meta estabelecida até ao inicio do playoff. “Nós, CAB, queremos ficar em primeiro nesta fase regular da época e este é mais um jogo que temos de vencer para atingirmos esse objetivo", avisa João Pedro Vieira.
O trabalho semanal tem sido marcado pela ausência das jogadoras internacionais, mas o ênfase do treino tem sido quase sempre o mesmo: "Estamos a trabalhar diariamente a nossa defesa, apesar de condicionados pelas ausências da Escórcio, Joana e Rosinha, que estão ao serviço da Seleção Nacional, pois acredito que será a nossa defesa em equipa ('TEAM DEFENSE') que nos vai fazer crescer como grupo e vencer jogos."
João Pedro Vieira promete espetáculo e desafia os adeptos a marcarem presença no pavilhão: "Apelamos ao público para aparecer no Pavilhão do CAB no domingo, pois tenho a certeza de que vão desfrutar de um excelente jogo de basquetebol entre duas grandes equipas."
Portugueses lá fora
No confronto entre portugueses, o Fundacion Grupo Norte BSR Valladolid bateu o CP Mideba Extremadura por 68-60, num jogo só decidido nos últimos minutos. Com apenas 7 jogadores, a equipa de Badajoz dificultou, e muito, a tarefa dos comandados de José Antonio de Castro que, graças à consistência defensiva, aplacando o mais possível as iniciativas do base Alberto Esteche, e ao acerto ofensivo em momentos críticos, construíram a terceira vitória consecutiva, na fase do título.
O CP Mideba entrou com personalidade em campo, alternando com sabedoria a exploração do jogo interior de Hugo Lourenço com os lançamentos exteriores de Alberto Esteche e Jose Cano, particularmente assertivos inicialmente, todos bem amparados pelo incansável Jose Manuel Conde. Por seu turno, o Fundacion Grupo Norte carregava no jogo interior, onde surgia um inspirado Luis Eduardo Jasso, melhor marcador do encontro com 21 pontos, que beneficiava do bom trabalho de Juan Luis Perez para chegar a zonas de concretização cómodas e da sintonia com Allon Dor-Onn e Lalo Prieto. A toada manteve-se durante os 40 minutos, com as equipas a porem em prática fielmente o seu estilo de jogo, acabando a rotatividade e a frieza do Fundacion Grupo Norte por se revelar decisiva para que o triunfo ficasse em Valladolid.
Quanto à prestação dos portugueses, Hugo Lourenço, que atuou 32 minutos, foi o que mais assistiu na sua equipa (7), contribuiu com 8 pontos, resultado de 4 lançamentos bem sucedidos em 5 tentados, e emprestou à sua equipa a presença e agressividade defensiva que se lhe reconhece. Já Pedro Bártolodispôs de 12 minutos, entre o 2º e o 3º período, bem capitalizados na pressão a Alberto Esteche, principal estratega dos estremenhos, além de ter marcado 4 pontos (2 em 3) e assistido por duas vezes os seus companheiros, ajudando a recuperar de uma desvantagem de 5 pontos.
No outro jogo a envolver portugueses, Cláudio Batista atuou durante 3:30 minutos, na derrota do Clinicas Rincón Amível diante de Getafe por 69-49.
Este fim de semana, disputa-se a Taça do Rei, que terá como anfitrião precisamente o Clinincas Rincón Amível, de Málaga. A competição terá transmissão via streaming, no site da televisão pública espanhola rtve.es, assim como no portal da Federação Espanhola de Desporto para Pessoas com deficiência motora, tupuedestv.com, sendo que a final passará em direto, no domingo às 12:00, no canal público de desporto Teledeporte (TDP).
Já em Itália, Ismael de Sousa voltou a vencer. O SS Lazio Il Gioco del Lotto superiorizou-se ao I Bradipi Circolo Dozza, de Bolonha, por 57-54, consumando a nona vitória em igual número de jogos na fase regular do grupo C, da série B. O poste luso apontou 7 pontos e a sua entrada trouxe uma dinâmica positiva ao jogo da formação romana, que no próximo fim de semana disputa a última jornada da fase regular, em Piacenza, frente ao Bulla Sport ASD Osp. Verdi.
Outros jogos com portugueses no fim de semana:
1ª divisão francesa: Meylan Grenoble (Nuno Neves) vs Le Cannet, 27/02, às 16h (hora local)
2ª divisão francesa: Lyon Metropole (Valter Mendes) vs Strasbourg, 27/02, às 17h (hora local)
Nota: Na foto podemos ver um duelo de portugueses: Hugo Lorenço com o n.º 13, de negro. a ser defendido pelo n.º 6, de roxo, Pedro Bártolo.
Vitórias confortáveis de APD Sintra e GDD Alcoitão
A APD Sintra prolongou o seu registo invencível – já são 5 as vitórias -, desta feita ao bater a APD Lisboa por 58-34, fruto de uma exibição sólida, alicerçada na boa organização defensiva. Limitada nas suas opções, facto agudizado pela idade avançada dalguns dos elementos do plantel, a APD Lisboa demonstrou-se perdulária na hora de atacar e nunca exibiu os índices físicos necessários para contrariar os sintrenses.
No outro encontro da jornada, o GDD Alcoitão visitou o reduto do GDR A Joanita, que derrotou por expressivos 58-23. Num jogo com pouco para contar, a equipa de Cascais, mais dotada técnica, física e taticamente, não consentiu quaisquer hipóteses aos anfitriões, construindo uma vantagem dilatada, que ao intervalo era já de 19 pontos. Diogo Pires (16 pts), Mário Silva (14 pts) e Hugo Maia (8 pts) foram os líderes em matéria pontual, destacando-se do lado do GDR A Joanita o capitão Humberto Miranda (12 pts) e José Lima (7pts). Fica agora a faltar apenas um encontro da fase regular do campeonato, na zona sul, no dia 6 de março. A APD Lisboa vai a Murches defrontar o GDD Alcoitão, enquanto a APD Sintra recebe o GDR A Joanita.
No próximo fim de semana, a ação acontece a norte. Sábado, a APD Braga enfrenta os madeirenses do CD “Os Especiais”, em Ferreiros, às 15h e, no domingo, a APD Paredes desloca-se a Maceira para jogar contra a campeã nacional APD Leiria, às 11h.
Nota: A foto reporta-se ao GDR A Joanita vs GDD Alcoitão
Dukovic foi o melhor no fecho
Entre os portugueses destacou-se um jogador de uma equipa que ficou noGrupo B: João Lanzinha, do Eléctrico.
MVP Global: Igor Dukovic, Basquete de Barcelos – 32 de valorização
O poste da equipa de Barcelos dispensa apresentações já que é uma cara bem conhecida da nossa Liga e de valor inquestionável. Dukovic é um dos responsáveis pelo 5º lugar obtido pelos minhotos no final desta 1ª fase, bem como pela imagem de consistência e regularidade exibidas coletivamente pela formação de Barcelos. A vitória frente ao CAB foi a 11ª desta primeira fase, com Dukovic a mostrar-se decisivo em várias áreas do jogo. Contabilizou 20 pontos, 13 ressaltos e 5 roubos de bola, revelando elevada eficácia no capítulo do lançamento.
MVP Nacional: João Lanzinha, Eléctrico FC – 28.5 de valorização
A formação de Ponte de Sor voltou a ganhar, um resultado importante para o seu grande objetivo da 2ª fase da competição. E para isso, muito contribuiu a boa forma de Lanzinha, um jogador que está a atravessar um bom momento e disso beneficia o ataque do Eléctrico. No triunfo frente ao Maia Basket, rubricou uma exibição muito completa – 17 pontos, 10 ressaltos, 6 assistências e 1 roubo de bola – sinal de que foi importante em vários momentos do jogo.
Posição 1: Jarred Jackson, Galitos – Barreiro – 25.5 de valorização
Começou o jogo frente à Oliveirense com um enorme sentido de cesto, acabando mesmo por terminá-lo com 23 pontos na sua conta pessoal. Juntou à capacidade concretizadora 3 assistências e 2 roubos de bola, mas não conseguiu evitar o desaire da equipa. A formação do Barreiro já deu provas da sua competitividade, parte em desvantagem para a 2ª fase, mas não deixa de ser uma das surpresas positivas da 1ª fase que agora terminou
Posição 2: João Lanzinha, Eléctrico FC – 23.5 de valorização
É o MVP Nacional da ronda de domingo
Posição 3: Andrew Ferry, Basquete de Barcelos – 23 de valorização
Mais um estrangeiro que se encaixou muito bem no estilo de jogo do Barcelos, com o papel bem definido de atirador da equipa. Uma área do jogo em que Ferry tem facilidade, e provou isso mesmo no confronto com os madeirenses. Contabilizou 22 pontos, converteu os 4 lançamentos de 2 pontos e registou 50% da linha de 3 pontos (4/8), a que juntou 4 ressaltos, 4 assistências e 1 roubo de bola. Muitos contributos importantes deste norte-americano para que o Barcelos fechasse esta fase da melhor forma possível.
Posição 4: João Fernandes, Basquete de Barcelos – 22.5 de valorização
Terceiro elemento da equipa de Barcelos a integrar o melhor cinco da jornada, prova do bom desempenho coletivo na ronda de domingo frente ao CAB Madeira. João Fernandes esteve com a pontaria acertada, já que não falhou qualquer lançamento de campo (14 pontos). À boa eficácia no lançamento juntou 4 assistências, 3 ressaltos e 3 roubos de bola, caso para dizer que o jogo interior do Barcelos se exibiu a muito bom nível na última jornada da 1ª fase.
Posição 5: Igor Dukovic, Basquete de Barcelos – 32 de valorização
Foi o jogador mais valorizado da 22ª jornada da LPB
Harris eleito MVP
Do outro lado do campo esteve, é curioso, o MVP Nacional. Tratou-se de Carlos Andrade, um dos jogadores mais regulares da época.
MVP Global: Joseph Harris, Ovarense Dolce Vita – 39 de valorização
Mais uma jornada em que comprovou a sua qualidade e utilidade à equipa de Ovar. Trata-se de um jogador que contribui em muitas áreas do jogo , voltando a demonstrar isso mesmo no desaire frente ao Benfica. A equipa não venceu, mas Harris, ao registar 24 pontos,13 ressaltos, 8 assistências e 2 roubos de bola, provou que veio acrescentar competitividade e soluções à formação de Ovar até final da temporada.
MVP Nacional: Carlos Andrade, SL Benfica – 28 de valorização
Muito provavelmente tem sido o jogador do Benfica mais regular ao longo de toda a temporada. A sua forma muito particular de viver o jogo contagia o resto da equipa, acabando por ser sempre importante no espírito e desempenho do conjunto. Depois de ter perdido uma final, os encarnados procuravam regressar às vitórias, e a prestação de Andrade foi importante para que tal viesse a acontecer. Terminou o encontro com 27 pontos, aos quais somou 9 ressaltos e 2 assistências, pelo que ficou a um ressalto de registar um duplo-duplo.
Posição 1: Dejan Pejic, Basquete de Barcelos – 21 de valorização
Mais uma jornada positiva da equipa de Barcelos, tal como foi a prestação deste base. Sem ser um jogador muito vistoso, Pejic encaixou-se muito bem na equipa de Barcelos, ajudando-a a somar mais um triunfo diante de um adversário extremamente complicado. Contabilizou 19 pontos, 4 assistências, 3 ressaltos e 2 roubos de bola, uma prestação bastante completa no sucesso frente ao Galitos – Barreiro.
Posição 2: Ervin Kiley, Vitória SC – 32 de valorização
A subida de forma deste norte-americano coincide com a melhoria no desempenho desportivo da equipa de Guimarães, num sinal claro de que tem influência no rendimento do Vitória. O resultado frente ao Eléctrico era importante para as contas da 2ª fase e Kiley cumpriu com a sua parte ao registar 24 pontos, 9 ressaltos, 1 assistência e 1 roubo de bola, num jogo em que esteve com a mão quente da linha de três pontos (3/4).
Posição 3: Joseph Harris, Ovarense Dolce Vita – 39 de valorização
Foi o jogador mais valorizado da 21ª jornada da LPB
Posição 4: Carlos Andrade, SL Benfica – 28 de valorização
É o MVP Nacional da ronda de sábado.
Posição 5: Sasa Borovnjak, SC Lusitânia – 31.5 de valorização
A jornada de sábado foi vitoriosa para a equipa do Lusitânia com os açorianos a baterem fora de portas o Maia Basket. Borovnjak voltou a mostrar a sua utilidade e influência nos dois lados do campo, sendo que desta vez ficou muito próximo de somar mais um duplo-duplo (28 pontos e 9 ressaltos) à sua estatística individual. Teve ainda tempo para conseguir 1 roubo de bola, em mais uma exibição muito interessante deste jogador interior da equipa da ilha Terceira.
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Nos Estados Unidos, Laura Ferreira está já recuperada da lesão no pé e voltou à ação, protagonizando uma exibição ao serviço da universidade de South Florida. Mas há mais…
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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