Artigos da Federaçãooo

Perseguição ao líder

O triunfo dos terceirenses só foi confirmado nos últimos dois minutos do encontro, altura em que o Sangalhos perdia pela diferença mínima.

 

Um triplo de Luis Tomassi, a 3.15 minutos do final do 3º período, recolocou em definitivo o Terceira Basket no comando do jogo, isto depois de quase dez minutos em que a equipa da casa controlou a marcha do marcador. Uma vantagem que era de dez pontos (58-48) a meio do 4º período, mas nada que fizesse o conjunto de Sangalhos não lutar até final.

 

A prova disso mesmo foi ter conseguido chegar à diferença mínima (59-60) ainda com 2.18 minutos para jogar. Só que não mais a equipa da casa conseguiu somar qualquer ponto, acabando a vitória por cair para o lado dos açorianos.

 

O base açoriano, Luis Tomassi (10 pontos, 9 assistências e 6 ressaltos), fez um jogo muito completo, Mathew Smith registou um duplo-duplo (17 pontos e 11 ressaltos) e Fernando Ferreira (19 pontos, 9 ressaltos e 2 assistências) ficou muito próximo desse feito, o que não retira brilhantismo à sua exibição.

 

As prestações de Emanuel Silva (10 pontos e 10 ressaltos), Nuno Bizarro (12 pontos e 5 ressaltos) e André Martins (12 pontos, 6 assistências e 4 ressaltos) não foram suficientes para que o Sangalhos conquistasse a vitória.


Esgueira/OLI levou a melhor

A equipa da casa foi mais forte do que o Belenenses (64-44) e alcançou o seu adversário no topo da classificação, com um registo de 6V e 3D. A formação de Belém ainda se conseguiu manter relativamente por perto até ao inicio do 4º período, mas cinco minutos de domínio absoluto dos esgueirenses deram outra expressão ao resultado final.

 

Os comandados de Paulo Silva abriram o jogo com 12 pontos sem resposta, com os azuis do Restelo a precisarem de mais de seis minutos para inaugurarem o marcador. A diferença entre as duas equipas foi-se  acentuando, chegando mesmo aos 37-16 muito perto do intervalo.

 

Paulatinamente, o conjunto de Belém foi anulando parte da diferença, e à entrada do derradeiro quarto conseguiu baixar a desvantagem para a casa das unidades (42-51). Mas um parcial de 11-0 empurrou em definitivo o Esgueira/OLI para uma vitória tranquila.

 

Se nos lançamentos de dois pontos ambas as equipas estiveram muito próximas na eficiência, de três o Esgueira esteve bem melhor (43% vs 17%), convertendo 12 de 28 tentativas. O Belenenses esteve bastante menos assertivo, tendo convertido apenas 4 de 23. Mas no pintado houve vantagem dos esgueirenses (22 vs 12 pontos), aliada à forma como soube tirar partido dos turnovers cometidos pelo conjunto do Restelo (16 pontos).

 

Pedro Valente (22 pontos) voltou a ser o melhor marcador do Esgueira/OLI, num jogo em que André Occhialini (10 pontos e 7 ressaltos) terminou igualmente nos dois dígitos em pontos marcados.

 

O Belenenses beneficiou de mais lances-livres (12/18 – 67%), mas isso não bastou para vencer o encontro. Carlos Dias (19 pontos e 6 ressaltos) esteve bastante bem e Tiago Brito (7 pontos, 7 ressaltos e 3 assistências) ajudou em algumas áreas do jogo.

 

Guifões impõe-se

 

O Guifões recebeu e venceu o Barreirense, por 69-58, e com este resultado as duas equipas passam a contar com um registo idêntico (5V e 4D) na perseguição ao duo da frente do Grupo B do Campeonato da Proliga.

 

Depois de algum equilíbrio inicial, o Guifões adiantou-se na marcha do marcador, e chegou à vantagem máxima  dois minutos do final do 3º período (55-38). Até final, o Guifões geriu sem grandes sobressaltos a liderança. O Guifões foi mais forte no ressalto (35-30), e conquistou 13 ressaltos ofensivos. Apesar de ter estado pior no capítulo do lançamento (42% vs 48%), a formação nortenha esteve mais produtiva da linha de três pontos (9/29 – 31%) e mais assertiva. O conjunto da margem sul do Tejo revelou-se muito perdulário da linha de lance-livre (11/22 – 50%) e o bom aproveitamento nos tiros de curta e média distância (16/26 – 62%) não chegou para garantir a vitória.

 

Destaque para a boa exibição protagonizada por Pedro Meireles (22 pontos e 8 ressaltos), bem secundado por Paulo Sereno, autor de 10 pontos e 7 ressaltos.

 

Entre os barreirenses, Daniel Margarido (17 pontos e 4 ressaltos) esteve a bom nível, e Kevin Koronel somou mais um duplo-duplo (10 pontos e 11 ressaltos).


Portugal com bom ensaio antes dos exames decisivos

 

Correu bem o teste que Portugal teve esta quarta-feira pela frente, em Vagos, diante da AD Vagos, com vista ao duplo compromisso de qualificação para o Europeu feminino do próximo ano.

 

A formação lusa triunfou por 60-44, tendo estado sempre na liderança do marcador. Contudo, o resultado não era o mais importante, sendo prioritária a criação de rotinas e a observação das jogadoras, daí o selecionador, Ricardo Vasconcelos, ter utilizado as 14 atletas.

 

Esta quinta de manhã o grupo de trabalho teve direito a folga, mas para a tarde já está prevista uma sessão de treino.

 

Recorde-se que Portugal vai jogar a qualificação para o Eurobasket 2017 (irá realizar-se na República Checa) no sábado, frente à Islândia (18h30), e na quarta-feira, contra a Eslováquia, no Pavilhão Municipal Capitão Nordeste, em Ílhavo. A equipa das quinas é a atual terceira classificada do  Grupo E de apuramento.

 

Será necessário todo o apoio do público português, daí as entradas serem livres! COMPAREÇAM!


«Dois jogos fulcrais»

Dois encontros que podem ter importância nas contas para a segunda fase e que os alentejanos querem vencer. Saiba o que a equipa espera de cada uma das partidas.

 

A equipa tem-se mostrado muito competitiva na grande maioria dos jogos que já disputou. Na sua opinião, o que tem faltado para o Eléctrico somar mais vitórias?

 

Na minha opinião temos vindo a ser cada vez mais competitivos, já que entramos nos encontros mais concentrados e com objetivo de disputar cada jogo, independentemente do adversário. Sem dúvida de que podíamos ter nesta altura mais vitórias do que aquelas que temos. Mas penso que por ser este o nosso primeiro ano na Liga, a inexperiência em momentos cruciais do jogo prejudicou-nos bastante e fez com que os resultados não fossem positivos.

 

Ao longo da temporada o plantel foi sofrendo alguns ajustes com a chegada de novos jogadores. Isso teve alguma influência no rendimento da equipa? Obrigou a alterações na forma de jogar? E por último, na prática, o que ficou diferente na equipa do Eléctrico?

 

A entrada de novos jogadores sem dúvida de que foi benéfica no rendimento da equipa. Trouxeram mais qualidade e maior disponibilidade, para além de mais soluções para o treinador. Não creio que isso tenha alterado a nossa forma de jogar, apenas houve uma integração e adaptação bastante rápida dos novos elementos ao estilo de jogo que é pretendido pelo treinador e ao espírito que todo o grupo tem no balneário.

 

Qual a importância desta dupla jornada para os objetivos da equipa?

 

São dois jogos fulcrais para nós e para o nosso objetivo. Sabemos que irão ser dois jogos muito difíceis mas, independentemente do resultado nada vai ficar decidido este fim de semana. Ainda que sair vitoriosos dos dois jogos dar-nos-ia uma enorme motivação para a fase seguinte.

 

O jogo em casa com o Vitória não correu nada bem. Foi apenas um dia de fraca inspiração no capitulo do lançamento? Ou falharam em mais áreas do jogo?

 

Cada jogo é um jogo e não podemos olhar para o resultado e entrar com um pensamento negativo. Apesar de ter sido um resultado pesado para nós, e de pouca inspiração nossa, isso também se deveu à boa equipa que tem o Vitória. Sabemos que temos de melhorar em vários aspetos do jogo, principalmente a nível do tiro exterior e a nível defensivo, para sairmos vitoriosos deste jogo.

 

Já o jogo na Maia correu muito bem e terminou com uma vitória folgada. O que conseguiram condicionar no ataque do Maia? A linha de três pontos voltará a ser a vossa principal arma ofensiva?

 

Neste caso é um pouco o inverso daquilo que respondi anteriormente. Conseguimos condicionar as principais armas ofensivas do Maia e isso fez com que o nosso jogo se tornasse mais fácil e as coisas surgissem com maior naturalidade. Sem dúvida de que tivemos bastante bem ao nível do lançamento exterior nesse jogo, mas o principal fator de sairmos com a vitória deveu-se ao facto de anularmos as principais armas ofensivas do Maia, o que tentaremos cumprir novamente.


Portugueses lá fora

Vitória para o S.S. Lazio, de Ismael de Sousa, na Série B italiana; em França, no Nationale B (2ª divisão), Valter Mendes e o Lyon Metropole perdem diante do JDA Dijon.

Jornada positiva para Ismael de Sousa (4.0*), no grupo C, da Série B italiana, já que o S.S. Lazio venceu categoricamente o ADD Don Orione Roma por 39-59, o que lhe permite manter a invencibilidade e o 1º lugar. Neste derby romano, o poste português contribuiu com 8 pontos e atuou no primeiro e segundo período, reentrando no último quarto. O ex-APD Sintra encontra-se assim em boa posição para disputar o play-off de acesso à Série A, que reúne os 5 primeiros classificados de cada grupo e os 3 melhores segundos. Na próxima jornada, a 20 de Fevereiro, o S.S. Lazio visita o I Bradipio Circolo Dozza Bologna, segundo classificado.

 

Parciais: 10-10 / 2-21 / 19-18 / 8-10

 

Em França, o Lyon Metropole recebeu o JDA Dijon, num encontro de extrema importância na luta pela manutenção e que se reportava à 5ª jornada. Os visitantes estiveram sempre em vantagem, apesar do Lyon Metropole ter sido capaz de encurtar a distância para 1 ponto apenas à entrada dos três minutos finais. A precipitação dos anfitriões no capítulo da finalização foi capitalizada pelo JDA Dijon que alargou a sua vantagem para 12 pontos (45-57), fator importante no caso de se registar um resultado oposto na 2ª volta. Valter Mendes (4.0) participou em 20 minutos do desafio. Na próxima ronda, dia 27, o Lyon Metropole volta a jogar em casa, desta feita contra o Strasbourg, um dos conjuntos que bateu esta época.

 

Parciais: 7-12 / 10-11 / 21-18 / 7-16

 

Em Espanha, a jornada foi de descanso para todos os atletas lusos, regressando a División de Honor já este fim de semana. O embate Fundación Grupo Norte BSR Valladolid vs CP Mideba será particularmente interessante de acompanhar, já que opõe Pedro Bártolo (2.5) a Hugo Lourenço (4.0). O Clínicas Rincón Amível, de Cláudio Batista, desloca-se a Getafe para tentar a primeira vitória na Fase do Título, após derrotas com Bilbao e CD Ilunion. 

 

*NOTA: A PONTUAÇÃO DO JOGADOR É ATRIBUÍDA POR CLASSIFICADORES ESPECIALIZADOS QUE ATENDEM À FUNCIONALIDADE DO ATLETA NA CADEIRA DE JOGO, ASSIM COMO À SUA LESÃO. VARIA ENTRE 1 A 4.5, SENDO QUE QUANTO MAIS ALTA, MAIOR A FUNCIONALIDADE DO JOGADOR, E O TOTAL PRESENTE NO 5 INICIAL NÃO PODE EXCEDER OS 14,5 PONTOS, EM COMPETIÇÕES DE CLUBES, E OS 14 NAS COMPETIÇÕES DE SELECÇÕES.

 

– NA FOTO PODEMOS VER À DIREITA ISMAEL DE SOUSA, BASQUETEBOLISTA DO S.S. LAZIO


Vitória SC na Final 8

Depois de um inicio mais positivo por parte da equipa da casa, a formação de Oliveira de Azeméis conseguiu encostar no resultado, e estar mesmo por cima no marcador nos primeiros minutos do 4º período. Mas depois de uma fase de muito equilíbrio, os comandados de Fernando Sá garantiram a passagem à fase seguinte nos derradeiros 90 segundos da eliminatória.

 

Para o Vitória, vencer este encontro era uma forma de tornar mais positiva uma temporada que não tem proporcionado muitos motivos de alegrias. E foi com essa determinação que os vitorianos entraram no jogo, conseguindo uma vantagem de nove pontos, depois de um período muito produtivo em pontos (22-13). O 2º período foi bastante mais equilibrado, com os forasteiros a aproximarem-se um pouco mais no marcador perto do intervalo (29-34).

 

O descanso teve um efeito positivo na equipa do Vitória, já que regressou ao campo com a mesma atitude do início do encontro. E passados quatro minutos, os comandados de Fernando Sá comandavam por uma diferença nos dois dígitos (44-33). Não se desuniu a Oliveirense, voltando a demonstrar a capacidade para ir novamente atrás do resultado, sendo que à entrada do derradeiro quarto estava perfeitamente na discussão da eliminatória (50-54).

 

E foi mesmo a Oliveirense a começar melhor o 4º período, chegando a comandar por quatro pontos (61-57). Mas seria um triplo de João Balseiro a cortar o bom momento dos visitantes. Seguiram-se alguns minutos marcados por várias alternâncias no marcador, até que a 1.49 minutos do final as duas equipas estavam empatadas a 65 pontos. Os turnovers e a falta de eficácia da equipa da Oliveirense comprometeram em definitivo as possibilidades do conjunto seguir em frente na prova.

 

Mesmo sem ter estado brilhante da linha de lance-livre (24/17 – 71%), o Vitória foi amealhando pontos importantes, acabando por vencer o jogo. A equipa vimaranense tirou partido dos turnovers do adversário para somar 15 pontos, bem como se mostrou mais assertiva da linha de três pontos (8/25 – 32% vs 5/23 – 22%). Ervin Kiley (10 pontos, 11 ressaltos, 2 assistências e 2 roubos de bola) registou um duplo-duplo, enquanto Rui Quintino, autor de 13 pontos e 5 ressaltos, foi o melhor marcador do Vitória, num jogo em que João Balseiro (12 pontos e 4 ressaltos) e João Guerreiro (9 pontos e 8 ressaltos) estiveram igualmente bem.

 

A Oliveirense vendeu cara a derrota, esteve ativa no ressalto ofensivo (12), somou mais pontos em contra-ataque (12), bem como beneficiou de mais pontos conseguidos em segundos lançamentos (17). O norte-americano James Ellisor (16 pontos e 4 ressaltos) foi novamente o melhor marcador da equipa, seguido de perto por Carlos Fechas (14 pontos, 4 ressaltos e 4 assistências), Arturs Bricis (12 pontos e 5 ressaltos) e Elvis Évora (9 pontos e 11 ressaltos).


Projeto ABP/Dragon Force

José Ricardo (atual treinador da UD Oliveirense – LPB, selecionador nacional e formador de treinadores da ENB/FPB) que apresentou um conjunto de conceitos e exercícios que versaram sobre o processo de transição defensiva.

 

Fez ainda questão de referir particularidades que devem ser salvaguardadas quando nos referimos ao treino de equipas de formação.

 

A 3ª sessão desta iniciativa está programada para o próximo dia 07.03.2016, pelas 20H30, no Dragão Caixa, e estará a cargo do treinador espanhol, Miguel Angel Hoyo.


ARCOliveirinha – Campeão em Sub 14 Fem

Esta vitória foi o coroar de um trabalho que a coletividade de Oliveirinha (Carregal do Sal) vem fazendo.


«Ser competitivos e vencer»

Um objetivo para o qual o Belenenses está muito bem posicionado, já que lidera esta fase com um registo de 6V e 2D. O próximo encontro será frente ao Esgueira/OLI, um dos segundos classificados, e que ainda não perdeu neste Grupo B. Tiago Brito relembra a experiência da equipa de Aveiro, bem como a qualidade que tem e que quase lhe permitiu chegar ao grupo de cima da competição. O atleta da equipa do Restelo quer interromper a invencibilidade dos esgueirenses nesta fase, de modo a garantir o mais rápido possível a manutenção. Para isso o Belenenses tem que se mostrar competitivo e atento a todos os pormenores do jogo.

 

O adversário deste fim de semana é um dos clubes históricos da modalidade, contando com vários anos de experiência no campeonato da Proliga. Tiago Brito alerta para a sua invencibilidade, bem como para o seu desempenho na fase anterior. “O Esgueira tem história no basquetebol português e nomeadamente nas últimas épocas na Proliga, onde milita há vários anos apresentando sempre equipas competitivas. Este ano não é exceção. E a prova disso é que estiveram muito perto de passar no grupo dos primeiros da zona norte, não esquecendo nesta segunda fase têm duas vitórias em dois jogos", considera o atleta.

 

Motivos mais do que suficientes para esperar um jogo de elevado grau de dificuldade, onde todos os detalhes vão contar, mas que Brito quer vencer de modo a dar mais um passo rumo ao grande objetivo desta fase. “Por isso mesmo esperamos um jogo complicado e equilibrado, com o Esgueira a procurar tirar vantagem do fator casa e onde os pormenores vão fazer a diferença. Sabendo isto tudo queremos ser competitivos e vencer o jogo de maneira a assegurarmos o mais rápido possível a manutenção.”

 

A equipa de Belém quer regressar a Lisboa no 1º lugar, simplificando ainda mais o trabalho de Tiago Brito e companheiros, já que depois seguem-se mais jogos a ser disputados no Restelo: “Queremos manter o primeiro lugar e com isso garantir a manutenção aproveitando o facto de termos beneficiado com as vitórias que trouxemos da primeira fase. Estamos conscientes de que podemos fazer uma boa campanha nesta segunda fase depois desta sequência de jogos fora de portas. Queremos fazer valer o factor casa e vencer o maior número de jogos no Acácio Rosa de maneira a terminarmos esta segunda fase onde começámos.”

 

A margem para erro nesta fase é nula, especialmente para aqueles que estão obrigados a ter que recuperar posições na tabela classificativa. Mas Brito garante que o Belenenses não vai adormecer sobre aquilo que já foi conquistados: “Todas as equipas vão jogar no limite pois qualquer vitória é fundamental para garantir a manutenção e nós, mesmo estando em primeiro lugar nesta fase, não nos esquecemos de que esse é o primeiro objetivo", garantiu Tiago Brito.


APD Leiria e APD Braga na Final Four da Taça de Portugal

O encontro entre GDD Alcoitão e APD Paredes foi adiado para 3 de abril.

A APD Braga deslocou-se ao reduto do GDR A Joanita, na 1ª eliminatória da Taça de Portugal, e venceu por concludentes 101-16. Apesar de expectável o desequilíbrio entre anfitriões e os atuais detentores do troféu, certo é que as ausências de Manuel Vieira, Rafael Azevedo, Jorge Palmeira, Tiago Ribeiro e Cristiano Magalhães do lado dos bracarenses não vaticinavam um resultado tão “pesado”. A dependência excessiva do GDR A Joanita de alguns dos seus jogadores, caso de Humberto Miranda, aliada à experiência e competitividade da APD Braga precipitaram a revelação do vencedor, que teve como principais artífices Eduardo Gomes (33 pontos), Gabriel Costa (24 pontos), Filipe Carneiro (17 pontos) e Miguel Gonçalves (11 pontos), um jovem com reconhecida margem de progressão.

 

Também a sul, no Pavilhão Municipal do Casal Vistoso, a APD Lisboa saiu derrotada por 33-52 diante da campeã nacional, APD Leiria. A pressão a meio campo posta em prática pela APD Lisboa inicialmente acabou por trair as suas aspirações, já de si reduzidas, perante um adversário forte e com mais soluções.

 

Nas meias-finais, a APD Leiria irá defrontar o vencedor do encontro entre o GDD Alcoitão e a APD Paredes, adiado para 3 de Abril, enquanto a APD Braga irá defrontar a APD Sintra, numa reedição da meia-final do ano passado.

 

No próximo fim de semana, regressa o Campeonato Nacional com duas partidas:

 

APD-Sintra vs APD-Lisboa – 14h30 – Serra das Minas

GDR-A Joanita / GDD-Alcoitão – 17h30 – Paço D'Arcos

 

Nota: A imagem reporta-se ao desafio entre GDR A Joanita e APD Braga

 

 

 


«Vencer os dois jogos»

O técnico do Vasco sabe que vai encontrar dificuldades na Tapadinha, ou não tivesse a “experiente” formação dos alcantarenses derrotado recentemente o até então invicto Illiabum, mas não esconde a intenção dos portuenses nos dois jogos.

 

 

Uma vez que defrontam este fim de semana o Atlético para duas competições distintas, pergunto-lhe se o jogo da Taça é mais importante.

 

Encaramos todos os jogos com a mesma seriedade, ambição e objetivo: vencer o jogo. Sabemos que são dois jogos distintos. O campeonato é para nós uma prioridade porque apesar de já termos garantido a manutenção de uma forma bonita, queremos continuar a marcar uma posição forte na competição, com vista a solidificarmos o estatuto do Vasco da Gama. A Taça é um sonho. Sabemos a importância de uma presença na final a 8 porque seria histórico para o clube, mas temos trabalhado sempre com os pés bem assentes na terra. Em suma, sabendo de todas as dificuldades, vamos a Lisboa para vencer os dois jogos.

 

 

O facto de jogarem em dias consecutivos poderá influenciar dalguma forma os resultados?

 

Não acredito que tenha grande influência. O Atlético tem uma equipa muito forte, alta e experiente, que estará super motivada depois da excelente vitória sobre o Illiabum. Certamente também quererão ganhar os dois encontros e a gestão da equipa será feita nesse sentido. Acredito que serão dois grandes jogos de basquetebol.

 

Quais os pontos fortes a condicionar na equipa adversária?

 

Sabemos que o Atlético, com a sua experiência, vai tentar tirar partido do jogo interior, visto existir uma diferença acentuada de altura. Estarão certamente nalguns momentos do jogo com uma defesa zona, de modo a condicionar o nosso ritmo, pois acreditarão que será a forma de parar o nosso forte jogo interior ofensivo. O Sérgio Ramos tem estado a um nível muito alto e quererá evidenciar-se nas partidas. Cabe a nós cumprirmos com a estratégia que temos definida para os jogos e encararmos os dois encontros com a concentração devida e com o foco nos objetivos que temos para cada um dos jogos.

 

E qual o estilo de jogo que poderá beneficiar o Vasco durante estes dois confrontos?

 

Temos conseguido por diversas vezes ajustar-nos a diferentes estilos de jogo. Já perdemos jogos que pensámos que íamos ganhar, tal como já ganhámos jogos em que toda a gente apostaria que iríamos perder. Sabemos como gostamos de jogar e o que temos que fazer para levar de vencida os encontros. Contará o trabalho e a concentração com que estaremos dentro do campo.


«Tudo faremos para ganhar»

A equipa defronta esta quarta-feira, em casa, a Oliveirense, às 21h00, numa partida frente a um adversário que “tem bons jogadores em todas as posições”, segundo João Balseiro, mas o objetivo dos vimaranenses é claro: ganhar!

 

Tendo em conta o vosso desempenho até agora, esta eliminatória da Taça de Portugal ganhou mais importância de modo a tornar a época mais positiva?

 

Esta eliminatória da Taça é mais uma que teremos e que queremos ultrapassar de modo a estarmos presentes na Final 8, independentemente do adversário que nos tocou em sorte. Pois sabemos que nenhuma equipa é fácil, e sendo uma partida que vale a passagem à Final 8, tudo faremos para ganhar.

 

De que forma foi aproveitada esta pausa na competição no sentido de melhorarem o vosso rendimento desportivo?

 

Esta pausa na competição foi aproveitada da melhor maneira para nos prepararmos para este importante jogo. Sabemos que a época não nos está a correr bem. Mas queremos mudar isso, e dar tudo por tudo para conseguirmos bater a Oliveirense. O jogo é em nossa casa e queremos também contar com o apoio dos nossos adeptos para vencer este jogo.

 

Recentemente trocaram um dos estrangeiros da equipa. Mudou alguma coisa do ponto de vista coletivo? Diferenças ou mais-valias acrescentadas pelo novo reforço?

 

Todos os jogadores que entram na nossa equipa vêm com o intuito de ajudar a equipa a atingir os objetivos. Não olhamos para as individualidades, mas sim para o coletivo. E como tal, a entrada do Nebojsa Dukic só nos vem ajudar a ser melhor.

 

Certamente que viu o jogo da Oliveirense a contar para a meia-final da Taça Hugo dos Santos. O que mais o impressionou na equipa da Oliveirense?

 

Sim, vi o jogo. A equipa da Oliveirense é uma equipa que respeitamos bastante.

Tem bons jogadores em todas as posições. Mas já os conhecemos bem e queremos ganhar para estarmos na Final 8.

 

Já venceram este ano a Oliveirense. O que terá de ser repetido pela equipa do Vitória para que possa marcar presença na Final a 8 da Taça de Portugal?

 

Terá de ser repetido o resultado e a atitude, queremos muito ganhar. E vamos deixar tudo dentro de campo para que a vitória seja nossa. Em nossa casa, com a nossa humildade, atitude e com os nossos adeptos, vamos fazer tudo para ganhar.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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