Artigos da Federaçãooo

Portugueses lá fora

Nos Estados Unidos, a equipa da Marian University, onde jogam e estudam Joana Soeiro e Jéssica Almeida, somou o 25º triunfo da época, 17º consecutivo…


SIMECQ supera Guifões

 

A jogar no seu pavilhão, a formação da SIMECQ impôs a décima derrota no campeonato ao Guifões (76-61). Com este triunfo a equipa da linha de Oeiras conquistou a sétima vitória, estando na corrida aos playoffs.

 

Na deslocação um pouco atribulada do Algés ao Académico, devido ao mau tempo que se fez sentir na cidade do Porto, as equipas foram obrigadas a mudar de recinto para a realização da partida. A vantagem máxima conseguida pela equipa lisboeta foi de 6 pontos (15-21), mas logo o conjunto nortenho deu a volta ao marcador, não deixando escapar a vitória por 72-63. Por seu turno, o Coimbrões tirou partido do fator casa para triunfar frente à equipa do Galitos, por 61-45.

 

O bom momento do Gafanha continua a prolongar-se, tendo desta feita saído vitorioso por 77-55 diante do CPN, conjunto que lidera o campeonato. Já o CD Póvoa foi até à Madeira arrecadar o décimo triunfo, por 56-26. Na Amadora, a ESA recebeu e bateu a turma da Juvemaia por 69-64.

 

Próximos Jogos:

 

20 de fevereiro

Guifões Vs CD Gafanha às 15h, no Pavilhão Municipal do Guifões

Algés Vs SIMECQ às 16h, no Pavilhão Gomes Pereira

Juvemaia Vs Coimbrões às 18h30, no Pavilhão Municipal de Nogueira da Maia

Galitos Vs Académico às 18h30, no Pavilhão do Galitos

 

21 de Fevereiro

CD Póvoa Vs ESA às 14h45, no Pavilhão CD Póvoa


Atlético supera Illiabum

Com este triunfo, a formação da Tapadinha não perdeu o contacto com as equipas mais da frente do Grupo A, mantendo-se assim na corrida por objetivos mais ambiciosos nesta 2ª fase da competição. O jogo foi marcado sempre por um grande equilíbrio, sem que nenhuma das equipas tenha conseguido em momento algum conseguir vantagens largas no marcador. O acerto da linha de lance-livre valeu o triunfo à equipa de Alcântara.

 

 

A vantagem máxima conseguida pelo Atlético foi de sete pontos (32-25), mas de imediato o Illiabum recuperou a liderança com um parcial de 8-0. A 1.10 minutos do final era mesmo o conjunto ilhavense que liderava o encontro, e por uma vantagem de quatro pontos (79-75). A 17 segundos do fim João Manuel restabeleceu a igualdade e Carlos Cardoso, ao não converter o triplo, levou o jogo para o tempo extra.

 

Nos 5 minutos suplementares, continuou tudo muito igual, com mais alternâncias no comando, sendo que um triplo de Miguel Barroca, a 1.33 minutos do final, empatou de novo o encontro, desta vez a 85 pontos. João Manuel voltou a dar vantagem ao Atlético (89-87) e, nos 28 segundos que faltavam, o Illiabum, sem sucesso, voltou a apostar nos triplos como forma de solucionar os seus ataques.

 

A formação da Tapadinha explorou muito bem o contra-ataque (26 pontos), controlou melhor a posse (12 vs 21 turnovers), roubou 14 bolas, ainda que tenha estado pior no capitulo do lançamento (43% vs 47%).

 

O extremo João Manuel (27 pontos) esteve particularmente inspirado no ataque, ao passo que a dupla composta por Sérgio Ramos (20 pontos, 10 ressaltos e 5 assistências) e Miguel Barroca (15 pontos, 4 ressaltos, 3 assistências e 3 roubos de bola) teve um desempenho mais completo, contribuindo em várias áreas do jogo.

 

Neste jogo o Illiabum não se mostrou tão coletivo no ataque (15 assistências) nem conseguiu impor-se no jogo interior. Augusto Sobrinho, autor de 28 pontos, foi o mais concretizador, e Sérgio Correia registou um duplo-duplo (26 pontos e 10 ressaltos), a que somou 5 assistências.


Barreirense apura-se para a Final a 8

O triunfo caseiro frente ao AngraBasket por 80-72, apurou a equipa do Barreiro para um ponto alto da temporada, juntando-se a Barcelos, FC Porto, Ovarense, SL Benfica e Illiabum, sendo que ainda faltam apurar duas equipas para esta fase.

 

 

Os primeiros 10 minutos foram bastante equilibrados, ainda que com o Barreirense a estar quase sempre por cima no jogo (16-13). O AngraBasket mantinha o jogo fechado, se bem que ao intervalo a desvantagem pontual já tivesse ganho um pouco mais de expressão (27-34).

 

No 2º tempo, a história do jogo não se alterou muito, com a formação do Barreiro a continuar a liderar a marcha do marcador, chegando mesmo à vantagem máxima de catorze pontos (56-42), já muito próximo do final do 3º período (56-49). O bom momento do AngraBasket prolongou-se no inicio do derradeiro quarto, chegando mesmo a encostar a três pontos (61-64), quando faltavam jogar 4.15 minutos.

 

Resposta imediata da equipa da margem sul, que com um parcial de 8-0, em que o AngraBasket esteve 3 minutos sem somar pontos, resolveu definitivamente a eliminatória a seu favor (72-61).

 

Os comandados de António Paulo Ferreira dominaram no pintado (42 vs 24 pontos), o que explica em parte a melhor percentagem de lançamentos de 2 pontos (49% vs 38%). Kevin Coronel voltou a estar inspirado ofensivamente, concretizou 26 pontos, a que somou 8 ressaltos. Daniel Margarido registou um duplo-duplo (15 pontos e 14 ressaltos) e o base Alexandre Coelho terminou o encontro com 18 pontos e 5 assistências.

 

Do lado dos insulares, o norte-americano Jarvis Davis (30 pontos, 10 ressaltos e 5 assistências) foi sempre um problema para a defesa do Barreirense, Carlos Dias (7 pontos e 21 ressaltos) foi grande na luta das tabelas e Hugo Pola (17 pontos) deu um contributo importante no ataque.


Sangalhos ganha no Dragão

Num jogo muito disputado, com domínio repartido, um parcial de 9-0, favorável aos forasteiros, empurrou em definitivo a formação do Sangalhos para a vitória final.

 

Depois de um 1º período em que o equilíbrio não poderia ter sido maior – empate a 14 pontos – foi a equipa do Dragon Force a ganhar vantagem no marcador até ao intervalo (34-23). O jogo mudou de figura no recomeço da etapa complementar, com o Sangalhos a melhorar no seu desempenho ofensivo, conseguindo mesmo a reviravolta no resultado até final do 3º período (42-49).

 

Os dragões mostravam-se mais eficazes a explorar o contra-ataque (19 pontos), forçavam o adversário a cometer erros (20 turnovers), muito por culpa dos 12 roubos de bola conseguidos durante o encontro. Factores que contribuíram para que estivesse no comando do marcador a 5.45 minutos do final do encontro (54-51).

 

Mas do outro lado estava um adversário que se mostrava dominador na luta das tabelas (55-38), com presença no ressalto ofensivo (17), a conquistar muitas idas para a linha de lance-livre, de onde somou 21 pontos. E com um parcial de 9-0 – esteve sem sofrer pontos durante mais de 5 minutos (60-54) – o Sangalhos acabou por decidir o jogo a seu favor.

 

Os contributos de Emanuel Silva (17 pontos e 10 ressaltos), Luís Fonte (12 pontos e 15 ressaltos) e André Silva (10 pontos, 7 ressaltos, 3 assistências e 3 roubos de bola) foram decisivos para o sucesso da equipa do Sangalhos.

 

Os jovens Pedro Oliveira (19 pontos e 3 assistências) e Francisco Amarante (10 pontos, 4 roubos de bola e 3 ressaltos) tiveram desempenhos positivos, mas não conseguiram evitar o final de jogo mais conseguido da equipa adversária.


Boa Viagem vence em jogo sem história

Por seu turno, o CAB bateu inapelavelmente o Sportiva por 70-48.

 

No Complexo de Desportos de Almada, o Boa Viagem triunfou sem grandes dificuldades por 67-43, frente a um frágil CDTorres Novas que raramente contrariou a superioridade adversária. E desde cedo que a formação açoriana se assumiu no jogo, aproveitando da melhor forma as várias perdas de bola e lançamentos falhados por parte das ribatejanas.

 

Porém, foi no segundo período que realmente o desafio se desequilibrou em definitivo, já que as insulares aplicaram nesta fase um parcial total de 28-14, contribuindo muito para esse registo a fraca performance do Torres Novas da linha de lance livre. E também aí  sobressaiu, e de que forma, Miriam Kenzie, atleta do Boa Viagem que se assumiu como a melhor marcadora e ressaltadora da sua equipa.

 

Com uma desvantagem de 27-46 ao intervalo, o Torres Novas teria que transfigurar-se para alterar o rumo dos acontecimentos, mas o máximo que conseguiu foi atenuar diferenças, perante um Boa Viagem que baixou claramente o ritmo, mas que mesmo assim acabaria por vencer o terceiro quarto por 13-11.

 

No último período o desafio tornou-se ainda mais morno, com uma eficácia de lançamento muito reduzida. Foram apenas treze, os pontos que se obtiveram nesta altura (8-5 favorável ao Boa Viagem), carimbando então a vantagem pontual fina de 24 pontos, sendo que do lado açoriano, como já acima foi referido, a melhor em campo acabou por ser Miriam Kenzie, que ficou perto de atingir um duplo-duplo (18 pontos e 9 ressaltos), tendo ainda efetuado 7 assistências, enquanto a norte-americana Melissa Quick marcou 12 pontos. Por seu turno, em relação ao conjunto de Torres Novas, os  destaques vão para a moçambicana Vania Sengo (14 pontos e 6 ressaltos), assim como para a jovem Mariana Silva, que também apontou 14 pontos.

 

O Boa Viagem vai agora defrontar o CAB na meia-final.

 

CAB arrasador perante o Sportiva

 

Quem pensava que esta seria a partida mais equilibrada da competição enganou-se profundamente. Bem pelo contrário, o CAB despachou o Sportiva sem apelo nem agravo, por 70-48.

 

Apenas no primeiro período o Sportiva se bateu de igual para igual, tendo mesmo chegado ao fim do mesmo em vantagem, por 18-17. Contudo, a partir daí, o conjunto madeirense não perdoou, tendo sido superior até final do desafio, com destaque para o parcial de 24-8 averbado no último quarto (24-8).

 

Pelo CAB, saliência para a inspiração de Cherin Miller (20 pontos e 14 ressaltos), Joana Lopes (19 pontos e 5 ressaltos) e Aleighsa Welch (18 pontos e 16 ressaltos). Em relação ao Sportiva, Ashley Bruner sobressaiu com 16 pontos e 9 ressaltos.

 


Portugueses lá fora

Sem qualquer contestação, o Servigest Burgos derrotou o Amfiv Más Visión (equipa B do CD Amfiv da División de Honor) por 63-27 e alcançou a oitava vitória em outros tantos jogos, na fase regular da Primera División – assim designada, mas correspondente ao 2º escalão do Basquetebol em cadeira de rodas espanhol. Márcio Dias (4.5), apesar de ter atuado menos minutos do que habitualmente em virtude de o adversário ser o último classificado do grupo norte, deu continuidade ao excelente momento de forma, oferecendo à equipa 12 pontos, 9 ressaltos e 6 assistências, o que lhe valeu o estatuto de MVP. O capitão Hélder Silva (2.0) contribuiu com 2 pontos, 1 ressalto e 9 assistências. O Servigest Burgos só voltará a entrar em acção a 20 de Março diante do Salto Bera Bera.

 

Na División de Honor – primeiro escalão -, o Fundación Grupo Norte não consentiu quaisquer veleidades ao BSR Ace Gran Canaria e impôs-se por categóricos 43-57, o que lhe permite continuar a acalentar a esperança de vir a marcar presença na Final-Four. A façanha implicaria, pragmaticamente, vencer os seis encontros restantes e esperar uma conjugação de resultados favorável. Pedro Bártolo (2.5), dispôs de 7:27 minutos, entre o 3º e o 4ª período, tempo que capitalizou em 2 assistências, 1 roubo de bola e 1 ressalto (pela negativa, registou dois lançamentos falhados e um turnover), pese embora a sua entrada não tenha “agitado” positivamente o jogo ‘pucelano’, como se constatou noutras ocasiões.

 

Para Hugo Lourenço (4.0) e o CP Mideba, com apenas 6 jogadores, o fim de semana foi inglório, já que defrontaram o imbatível CD Ilunión muito desfalcados. Além das badaladas ausências dos brasileiros Dwan Gomes (1.0) e Gelson Junior (3.5), que não regressaram após a pausa festiva, e do canterano Eusebio Fernandez (2.5) por lesão, também Alberto Esteche (2.0), peça-chave nos estremenhos, não pôde figurar nas opções de Marco Galego. Assim, num jogo sem história, o CD Ilunión bateu o CP Mideba por 88-39. Hugo Lourenço amealhou 2 pontos em 3 lançamentos tentados, 5 ressaltos e 3 assistências, tendo sido excluído com 5 faltas após 33 minutos em campo. Na próxima jornada, a 20 de Fevereiro, há embate luso, com o Fundación Grupo Norte a receber o CP Mideba, em Valladolid.

 

Em Málaga, quase houve surpresa. O Clinicas Rincón Amível, onde milita o poste luso Claúdio Batista (4.5), vendeu cara a derrota ao Bidaideak Bilbao BSR, ao cair por escassos cinco pontos, 51-56. O melhor marcador do campeonato, o americano Joshua Turek (3.5), revelou-se decisivo para a vitória pender para a equipa basca ao apontar 21 pontos, distinguindo-se como o mais concretizador na partida. Cláudio Batista acumulou dois ressaltos defensivos nos quase sensivelmente três minutos em campo. Na próxima jornada, o Clinicas Rincón Amível, na oitava e última posição da Fase do Título, visita o quarto classificado Getafe BSR. 

 

Notas:

 

– A pontuação do jogador é atribuída por classificadores especializados que atendem à funcionalidade do atleta na cadeira de jogo, assim como à sua lesão. Varia entre 1 a 4.5, sendo que quanto mais alta, maior a funcionalidade do jogador, e o total presente no 5 inicial não pode exceder os 14,5 pontos, em competições de clubes, e os 14 nas competições de selecções.

 

– Pedro Bártolo em ação na imagem


Estágio de observação

De 7 a 10 de Fevereiro estiveram concentradas em Ermesinde-Valongo, sendo que os treinos se dividiram pelos Pavilhões do CPN e pelo Municipal de Ermesinde. O grupo aproveitou bem o tempo de trabalho com a realização de treinos bi-diários, sendo que ainda efetuou dois jogos de controlo com a equipa sénior do Juvemaia e com as Sub-17 de Portugal.

 

O estágio foi bastante proveitoso, pois serviu para fazer a primeira observação de atletas, tendo em vista o Campeonato da Europa a realizar na Bósnia. As jogadoras chamadas tiveram uma boa entrega, assimilando as ideias dos treinadores sempre com bastante empenhamento.

 

Um agradecimento à C.M. Valongo, ao CPN e à Juvemaia pela ajuda prestada neste estágio, bem como aos treinadores convidados: Manuel Monteiro (Juvemaia) e Sérgio Pinto (Guifões).

 

 

Atletas convocadas:

Ana Rua – Carnide Clube

Bárbara Xabregas – SL Benfica

Beatriz Alves – NDA Pombal

Bruna França – UD Oliveirense

Carolina Rodrigues – SIMECQ

Catarina Mateus – Lousada AC

Celeste Almeida – CPN

Francisca Karas – CRCQ Lombos

Helena Pinheiro – CD Póvoa

Jéssica Garcia – CB Esc. Amadora

Madalena Rodrigues – Carnide Clube

Margarida André – Algés

Mariana Ferreira – GDESSA

Marta Esteves – Algés


Alison Bouman foi a MVP da ronda da LFB

Já a atleta portuguesa mais valiosa foi Felicité Mendes, jogadora da Sportiva Azores Airlines, sendo que aquela que mais se destacou entre as mais jovens foi Catarina Mateus, que representa o Lousada AC. No anexo desta noticia poderá ainda consultar os melhores cincos da jornada, bem como os máximos individuais registados no passado fim de semana.


Illiabum e Benfica avançam

Quem também garantiu a presença na ronda seguinte da competição foi o SL Benfica, depois da vitória alcançada em Ponte de Sor frente ao Eléctrico FC (90-64).

 

Perder significava o adeus à competição e os terceirenses, mesmo tendo pela frente um adversário invicto, mostraram-se muito competitivos nos primeiros minutos do encontro. A pouco mais de 2.30 minutos do descanso o marcador registava um empate a 37 pontos, mas os dois clubes recolheram aos balneários separados por seis pontos (45-39), com vantagem para o Illiabum.

 

Na etapa complementar, e tirando partido de uma noite de grande inspiração da linha de três pontos (14/28), os ilhavenses foram-se afastando no marcador, e a sete minutos do final conseguiram a vantagem máxima do encontro (78-63). Os comandados de Ricardo Vasconcelos mostraram-se novamente muito coletivos no ataque (25 assistências), sinal de uma boa seleção de lançamentos, traduzida numa percentagem superior no capitulo do lançamento (55% vs 40%).

 

Os terceirenses controlaram muito bem a posse de bola (11 turnovers), conseguiram mostrar-se mais fortes na área pintada (30 pontos), mas não estiveram tão assertivos a lançar ao cesto.

 

Augusto Sobrinho (21 pontos, 9 assistências e 4 ressaltos) ficou muito próximo de um duplo-duplo, tal como Sérgio Correia (17 pontos e 8 ressaltos) e João Figueiredo (10 pontos, 9 assistências e 3 ressaltos) na equipa de Ílhavo. Destaque ainda para os 23 pontos vindos do banco durante o encontro.

 

Os jogadores do Terceira Basket que jogam nas áreas mais próximas do cesto estiveram a bom nível, como demonstram os números registados por Eki Viana (19 pontos e 13 ressaltos), Mathew Smith (15 pontos e 2 ressaltos) e Fernando Ferreira (14 pontos e 6 ressaltos).

 

 

2º quarto decisivo

 

No jogo disputado em Ponte de Sor, e depois de um 1º período equilibrado – 18-13 favorável aos visitantes – o Benfica disparou no marcador até ao descanso. Com um parcial de 29-10, os comandados de Carlos Lisboa fugiram em definitivo no marcador (47-23), e embora o 2º tempo tenha sido bastante mais à imagem do que tinha sucedido nos primeiros 10 minutos do encontro, não mais os alentejanos conseguiram reentrar na discussão pela eliminatória.

 

O jogo exterior dos benfiquistas foi muito bom, com a dupla composta por Nuno Oliveira (27 pontos, 6 ressaltos, 4 assistências e 3 roubos de bola) e Daequan Cook (17 pontos, 5 ressaltos e 2 roubos de bola) a destacar-se entre os demais.

 

Do lado do Eléctrico, o norte-americano Jonathan Morse (23 pontos, 8 ressaltos e 3 roubos de bola) teve mais uma prestação muito positiva, mas nem com o contributo de Mário Neves (10 pontos, 6 ressaltos, 3 roubos de bola e 2 assistências), autor de uma exibição bastante completa, não conseguiu evitar a eliminação da competição.


“Não há dois jogos iguais”

As duas equipas proporcionaram um excelente espetáculo, pelo que o embate da próxima sexta-feira, às 20h30, no Complexo Desportivo de Almada, reúne perspetivas de se tornar em mais um excelente momento de propaganda para a modalidade. O discurso de Carolina Escórcio revela que o CAB quer reagir, que aprendeu com a derrota, que se preparou para ter sucesso, e para que isso aconteça será fundamental tomar sempre boas decisões, defendendo bem e obrigando o adversário a cometer erros

 

Que impacto acha que terá na equipa, até pela forma como se desenrolou o jogo, a derrota do passado sábado? Acha que terá alguma influência no jogo da próxima sexta-feira?

 

O desporto, tal como a vida, é feito de altos e baixos, sendo que o mais importante é a forma como reagimos. Lutámos para ganhar, mas tal não sucedeu , o que nos impele para trabalharmos mais e melhor, corrigirmos o que correu menos bem, potenciarmos os pontos altos e seguir para jogo. Não existem dois jogos iguais e nós vamos mostrar no próximo encontro o que aprendemos com este.

 

Consegue explicar o que sucedeu ao CAB que motivasse a perda do domínio que estava a exibir diante do Sportiva?

 

O jogo é feito de fases  e é difícil estar a 100% em todos os momentos, foi o que nos sucedeu. Tivemos um terceiro período atribulado, onde as soluções ofensivas escolhidas não foram as mais acertadas, o que nos fez perder a vantagem.

 

Defender sem fazer tantas faltas é o aspeto mais importante a corrigir para o próximo embate?

 

Não, de todo. Uma equipa que defende obrigatoriamente irá fazer faltas. Obviamente as faltas devem ser cometidas de forma inteligente em momentos próprios, mas não são o nosso maior foco durante esta fase de preparação.

 

Que ilações retiram da derrota que possam ajudar o CAB a eliminar o União Sportiva na Taça Federação?

 

Temos de, ao longo do jogo, compreender o que é mais propício e saber tomar a decisão mais acertada, equilibrando sempre o jogo interior com o jogo exterior em termos ofensivos. Em termos defensivos pressionar constantemente o adversário e obrigá-lo a cometer erros ou a tomar decisões precipitadas.


«Têm que se preocupar connosco»

O jogo disputa-se sexta-feira, às 20h30, no pavilhão Municipal Luís de Carvalho, no Barreiro.

 

 

Já defrontaram por duas vezes esta temporada o GDESSA, tendo perdido ambos os jogos, mas por diferenças curtas. Sentiram que a vitória esteve perto? Reúnem condições para vencer o GDESSA e passar à eliminatória seguinte?

 

É verdade que esta época o GDESSA está muito forte, mas mesmo assim o Lousada conseguiu discutir os dois jogos até aos segundos finais. Nos dois embates a felicidade da vitória poderia ter ´´caído“ para qualquer um dos lados, no entanto, ganhou a equipa mais experiente e com mais argumentos individuais. Sabemos quem vamos defrontar, como jogam e nas circunstâncias mais difíceis quem vai decidir.

 

Onde falharam nesses jogos e que terá de ser corrigido ou melhorado neste jogo a eliminar?

 

Neste segundo ponto alto da época em que estamos presentes, apesar de termos conseguido o 4º lugar da classificação no final da 1ª volta, o sorteio ditou que iríamos jogar contra o 1º classificado. Vai ser necessário corrigir alguns aspetos defensivos, nomeadamente quando a Márcia Costa estiver com a bola na mão nos últimos segundos do ataque. No jogo interior, o adversário também tem pontos positivos, pois investe muito no ressalto ofensivo.

 

Márcia Costa é a principal ameaça ofensiva do GDESSA? Ou destacaria mais alguma jogadora ou aspeto do jogo em que o adversário é particularmente forte?

 

Sem querer ser demagógico, penso que as outras equipas têm que se preocupar mais connosco do que nós com os outros. Nesta fase da época estamos praticamente com os objetivos do clube cumpridos. Participar nos pontos altos é por si só um acréscimo do bom trabalho a que estas atletas e este clube se propuseram. Nem sempre com as mínimas condições para treinar, mas estou muito orgulhoso do grupo que lidero, estas atletas são o exemplo pelo qual eu sou treinador. Queremos apresentar o nosso basquetebol na Taça da Federação, que irá certamente ser atrativo para todos os que estiverem presentes no pavilhão.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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