Artigos da Federaçãooo

SIMECQ impõe-se em casa

 

A formação da SIMECQ tirou partido do fator casa para triunfar frente ao CD Póvoa (72-49), naquela que foi a sua sexta vitoria na prova, ao passo que as poveiras averbaram a terceira derrota no campeonato. Por seu turno, na deslocação do Guifões a Algés, a equipa visitante levou a melhor vencendo a partida por 59-71.

 

Foi em terras madeirenses que a equipa do Coimbrões conquistou a sua nona vitória no campeonato, derrotando o Marítimo por 57-76. Já na Gafanha, a equipa da casa deu continuação ao seu bom momento, voltando a triunfar, desta feita frente à equipa da Juvemaia, por 73-58. De referir também que o encontro entre o conjunto maiato e o Académico FC, que estava agendado para a última sexta-feira depois de não ter sido realizado na semana anterior por falta de condições, foi efetuado na última quinta-feira. O Académico FC acabou por arrecadar mais um sucesso, tendo vencido por 45-58.

 

Próximos jogos:

6 de fevereiro

Guifões vs Académico FC às 15h00, no Pavilhão Municipal Guifões

CPN vs Simecq às 16h30, no Pavilhão Municipal de Ermesinde

Coimbrões vs ESA às 16h30 no Pavilhão Municipal de Coimbrões

Juvemaia vs Marítimo às 18h30, no Pavilhão Municipal Nogueira Maia

Galitos vs Algés às 18h30, no Pavilhão do Galitos

CD Póvoa vs Gafanha às 21h00, no Pavilhão do CD Póvoa

 


FC Barreirense campeão regional

 

A equipa do Futebol Clube Barreirense assumiu desde o primeiro minuto desta Final Four o favoritismo que lhe era atribuído resultado da sua trajetória no Campeonato Regional de Setúbal.

 

Ao longo dos três dias de competição a equipa do Futebol Clube Barreirense, mostrou uma grande atitude competitiva, realizando três exibições de grande nível que resultaram em outras tantas vitórias que não deixaram dúvidas sobre a sua superioridade perante as equipas adversárias.

 

A juntar ao Titulo de Campeão Regional o Futebol Clube Barreirense viu ainda três atletas serem eleitos para o “Cinco Inicial” da competição; Diogo Peixe, João Barata e João Monteiro, a que juntaram Francisco Novaes e Vicente Marinho, ambos atletas do Scalipus CS.

 

Destaque para o grande número de Barreirenses que se deslocaram ao Pavilhão Municipal de Almada, respondendo de forma muito positiva ao apelo do Clube para apoiarem a equipa em mais um ponto alto da presente época desportiva.

 

Durante os três dias de competição, muitos foram os atletas, treinadores e dirigentes do Futebol Clube Barreirense que marcaram presença nas bancadas do Municipal de Almada, mostrando o seu apoio à equipa de Sub16 que no final brindou todos os presentes com a conquista de mais um Titulo para o Clube garantido deste modo a presença no Campeonato Nacional do referido escalão. A equipa do Scalipus CS vai igualmente participar no campeonato nacional, já o Galitos FC garantiu um lugar na Taça Nacional.

 

Classificação Final:

1º FC Barreirense

2º Scalipus

3º Galitos FC

4º BAC


Oliveirense triunfa no Dragão Caixa

A formação de Oliveira de Azeméis comandou sempre a marcha do marcador, revelando uma enorme consistência e controlo emocional perante as tentativas de aproximação no resultado por parte dos dragões. Bem liderada pelo base João Abreu, e com um James Ellisor muito inspirado, a Oliveirense acabou por estar melhor em praticamente todas as áreas do jogo, conseguindo intranquilizar o FC Porto, que tudo fez para ser competitivo durante o encontro.

 

No 1º tempo a Oliveirense foi superior (38-31), principalmente depois do empate a 16 pontos, tendo chegado mesmo a ter uma vantagem nos dois dígitos (33-22), a quatro minutos do descanso. A Oliveirense mostrou-se melhor nas áreas próximas do cesto (20 vs 12 pontos no pintado), não desaproveitou da linha de lance-livre (7/7) e conseguiu condicionar a eficácia dos dragões no capitulo do lançamento (33%).

 

No 2º tempo, Moncho López tentou explorar o facto de Sisic e Évora já terem 3 faltas, mas a verdade é que os portistas nunca conseguiram tirar partido do jogo interior, havendo mérito para a atitude defensiva dos adversários, e nem mesmo quando Pedro Bastos converteu três triplos consecutivos a Oliveirense abanou ou perdeu coesão e disciplina tática.

 

O FC Porto bem tentou chegar-se no marcador, mas a Oliveirense condicionou durante largos períodos o sucesso ofensivo dos dragões, bem como se mostrou eficaz em capitalizar em pontos os erros cometidos pelos azuis e brancos. No final do 3º período a vantagem era de treze pontos (63-50) e a 6.40 minutos do final cifrava-se nas duas dezenas (73-53). Os 21 pontos contabilizados em contra-ataque, a eficácia revelada da linha de lance-livre (24/27 – 89%) e o domínio na área pintada (38 vs 24 pontos) permitiu à Oliveirense gerir a reação e o aumento de agressividade defensiva imposta pelo FC Porto nos minutos finais do encontro.

 

Os dragões mostraram-se intermitentes na produção atacante, não foram capazes de tirar vantagem do jogo interior, viveram bastante da linha de três pontos (10/26 – 39%) e deram-se mal com um adversário que se mostrou mais forte nas ações do jogo, bem como do ponto de vista mental.

 

O norte-americano James Ellisor (20 pontos, 4 roubos de bola, 3 ressaltos e 3 assistências) expôs as dificuldades do FC Porto em defender as ações de 1×1, João Abreu (15 pontos, 7 ressaltos e 5 assistências) foi garante de estabilidade e disciplina e Sergi Coll (14 pontos e 5 ressaltos) bateu-se muito bem nos duelos interiores, do lado da Oliveirense.

 

Brad Tinsley (17 pontos e 5 ressaltos) acabou por ser o melhor marcador do FC Porto, Pedro Bastos (13 pontos, 2 ressaltos e 2 assistências) surgiu a espaços e Nick Washburn (13 pontos e 2 ressaltos) foi o jogador interior mais produtivo dos "dragões".


Estrelinha de campeão

As comandadas de João Janeiro deram claros sinais de melhoria de rendimento diante do campeão nacional, que somou mais uma vitória que o aproxima dos lugares cimeiros da tabela classificativa.

 

A 1ª parte foi equilibrado, sendo que a maior vantagem foi conseguida pelo União Sportiva (30-23) à passagem do 14º minuto. Contudo, o Vagos terminou por cima os primeiros vinte minutos e conseguiu mesmo dar a volta ao marcador até ao descanso (33-30).

 

Durante o 3º período, a formação de Vagos prolongou o seu bom momento e a 3.30 minutos do final do quarto vencia por sete pontos de diferença (48-41). Durou pouco a vantagem das vaguenses, pois com menos de dois minutos decorridos no último quarto o resultado registava um empate a 54 pontos. Sensivelmente a meio do período, as insulares conseguiram novamente abrir um pouco no marcador (61-54), nada que desunisse a equipa visitada.

 

A 1.36 minutos do final novo empate, desta vez a 64 pontos. Um triplo de Joana Canastra devolveu a liderança ao Vagos (67-65), mas uma jogada de três pontos (cesto e falta) colocou de novo as açorianas no comando (68-67). Riddle fez o 69-68, mas Ashley Bruner consegiu novamente nova cambalhota no comando a favor do União (70-69), quando faltavam 31 segundos para o final. Um turnover complicou a tarefa do Vagos, que ainda assim dispôs de dois lançamentos nos últimos segundos do encontro, quando perdia por dois de diferença (69-71).

 

A equipa da ilha de S. Miguel beneficiou de 18 ressaltos ofensivos, pelo que não surpreende os 17 pontos somados em segundos lançamentos. Facto que compensou as baixas percentagens de lançamento registadas, sem que isso tenha impedido que dominasse na área pintada (34 vs 28 pontos), tal como conquistasse muitas idas para a linha de lance-livre (21/33 – 64%). Mais um duplo-duplo (25 pontos, 19 ressaltos, 4 roubos de bola e 2 assistências) de grande nível registado por Ashley Bruner, bem secundada na equipa do Sportiva por Milica Ivanovic (19 pontos, 6 ressaltos e 3 assistências).

 

O Vagos esteve melhor a atirar ao cesto (43% vs 38%), tendo convertido oito triplos durante o encontro (32%), revelando também acerto nos lançamentos de campo, bem como da linha de lance-livre (13/15 – 87%). A norte-americana Daisha Simmons (20 pontos, 5 ressaltos e 3 assistências) mostrou mais qualidade, mas nem com o duplo-duplo (13 pontos e 10 ressaltos) de Eetisha Riddle e com os pontos de Joana Canastra (13) e de Daniela Domingues (13 pontos e 5 ressaltos) o Vagos conseguiu garantir a vitória.


Olivais bate Sporting

O jogo só a meio do 3º período se partiu, fruto de um parcial de 22-0 favorável ao conjunto de Coimbra. Os ajustes feitos no plantel do Olivais parecem estar a dar frutos, sendo evidente que a prova está a ficar cada vez mais competitiva.

 

Embora tenha estado quase sempre na frente durante os primeiros 25 minutos do jogo, a verdade é que o Olivais nunca foi capaz de fugir no marcador, chegando este a estar empatado a 36 pontos. Seguiu-se o período negro das sportinguistas, que nos últimos 5 minutos do 3º período somaram oito turnovers. Muitas posses de bola sem lançamentos, situação naturalmente bem aproveitada pelas forasteiras para somar pontos em contra-ataque (21 pontos) e após erros do adversário (21 pontos), entrando no último quarto com uma vantagem de 22 pontos para gerir (58-36).

 

A formação conimbricense conseguiu 14 roubos de bola, esteve melhor a atirar ao cesto (49% vs 37%) e já beneficiou da ajuda do seu banco e da sua rotação (17 pontos). A norte-americana Brittany Hodges (15 pontos, 7 ressaltos e 3 roubos de bola) fez um jogo bastante completo, tal como Jasmine Crew (10 pontos, 7 roubos de bola, 6 assistências e 4 ressaltos) e Michelle Brandão (12 pontos, 6 ressaltos e 2 assistências).

 

O Sporting pagou caro o desnorte de 5 minutos maus e nem as prestações mais positivas de Bineta Ndoye (10 pontos, 6 ressaltos e 5 desarmes de lançamento), Inês Faustino (4 pontos, 9 assistências e 4 ressaltos) e de Dora Duarte (11 pontos, 2 assistências e 2 roubos de bola se traduziram num resultado positivo.


Atlético vence AngraBasket

Nem o facto de ter disputado dois jogos em dias seguidos impediu a formação de Alcântara de somar um importante triunfo, ainda que só no derradeiro período tenha conseguido garantir a vitória.

 

O jogo manteve-se fechado durante os primeiros 31 minutos, ainda que durante esse período o Atlético tenha estado na frente ao intervalo por oito pontos (43-35), acontecendo várias alternâncias no comando do marcador.

 

A 9.30 minutos do final, a formação visitante liderava por dois pontos de vantagem (61-59), sendo que seis pontos consecutivos de Sérgio Ramos fizeram  com que o Atlético fugisse um pouco no marcador. E seria um triplo do mesmo atleta que daria a primeira vantagem nos dois dígitos (74-62), numa fase em que os forasteiros estiveram bem e impuseram um parcial de 18-5 em pouco mais de quatro minutos (79-64).

 

O jogo ficou praticamente decidido nesse curto espaço de tempo, com o Atlético a explorar com eficácia as finalizações mais próximas do cesto (38 vs 20 pontos no pintado), com reflexos evidentes na percentagem de 2 pontos (67% – 22/33), tendo os jogadores que saíram do banco sido muito contributivos (31 pontos). Sérgio Ramos terminou o jogo com um duplo-duplo (21 pontos e 10 ressaltos) e João Manuel acabou por ser o 2º melhor marcador da equipa com 18 pontos.

 

Apesar de ter convertido 11 triplos durante o encontro (31%) e de ter conquistado 11 ressaltos ofensivos, o AngraBasket não foi capaz de condicionar a eficácia ofensiva do adversário. Destaque para o duplo-duplo de grande nível registado por Rick Cardoso (24 pontos e 16 ressaltos), ainda que tenha sido Jarvis Davis, com 29 pontos, o mais concretizador dos açorianos, aos quais juntou 3 ressaltos, 3 assistências e 3 roubos de bola.


Barcelos avança na Taça

Ao bater o CAB Madeira, por 77-64, a formação do Barcelos vai agora receber a equipa do Lusitânia na próxima ronda da competição. Depois de uma 1ª parte marcada pela igualdade, o triunfo do conjunto minhoto começou a ganhar forma durante o 3º período e confirmou-se nos minutos iniciais do derradeiro quarto.

 

 

Apesar do domínio repartido durante o 1º tempo, estiveram melhor os madeirenses no quarto inicial (18-12), sendo que as duas equipas recolheram aos balneários empatadas a 38 pontos. O CAB tirou partido dos tiros de longa distância (5/11 – 46%), das situações de contra-ataque (11 pontos) e da linha de lance-livre (7/10), para somar pontos. Já os barcelenses mostraram-se fortes na tabela ofensiva (10 ressaltos), traduzidos em 18 pontos em segundos lançamentos e numa eficácia de 50% nos lançamentos de 2 pontos (12/24).

 

O recomeço da etapa complementar foi bastante mais desequilibrado, acentuando-se a superioridade da equipa da casa (27-12), que construiu uma vantagem de quinze pontos. A eficácia dos madeirenses da linha de 3 pontos decaiu, a juntar a algumas perdas de bola sem lançamentos e a lances-livres desperdiçados, o que fez com que o CAB visse o adversário a afastar-se no marcador.

 

O Barcelos voltou a começar bem o 4º período, não sofreu pontos durante mais de 4 minutos, tendo a vantagem disparado para os vinte pontos de diferença (73-53). Se nos tiros de longa distância as duas equipas se equivaleram, nos lançamentos de curta e média distância o Barcelos foi bastante mais eficiente (54% vs 32%), o que em parte é explicado pelo domínio exibido na área pintada (36 vs 20 pontos) e pelos 21 pontos somados em segundos lançamentos.

 

Andrew Ferry (22 pontos) esteve com a mão quente, ao passo que João Torrié (10 pontos, 14 ressaltos, 2 assistências e 2 desarmes de lançamento) foi importante nos dois lados do campo, acabando por protagonizar uma exibição bastante completa na equipa do Barcelos. Tal como Igor Dukovic, autor de 11 pontos, 8 assistências e 5 ressaltos.

 

Fim de semana negativo para a equipa do CAB, embora nesta eliminatória da Taça de Portugal tenha contado com 5 jogadores com 10 ou mais pontos. George Blakeney, com 12 pontos a que juntou 9 ressaltos, foi o mais concretizador, seguido de perto por Ricky Franklin (10 pontos e 7 assistências), Jorge Coelho (10 pontos, 8 ressaltos e 3 assistências) e por Fábio Lima (9 pontos e 12 ressaltos).


Vitória impõe-se em casa

A equipa vimaranense venceu por 97-87, acabando por conseguir contrariar o ímpeto dos insulares, que em fim-de-semana de jornada dupla (jogam este domingo para a Taça de Portugal, em Barcelos), queriam regressar a casa 100 por cento vitoriosos.

 

O início da partida foi pautado pelo equilíbrio e, não obstante o Vitória ter chegado ao final dos primeiros 10 minutos em vantagem (27-25), a verdade é que os dois pontos de diferença estavam longe de dar grande tranquilidade. Mas o teor da resposta dos madeirenses mudou (para pior) no segundo quarto: um punhado de desatenções por parte dos comandados de Juca acabou por permitir que os vimaranenses iniciassem uma “escalada” que chegou aos 35-27. Ao intervalo a formação da casa vencia por 54-41, diferença que se justificava pela elevada percentagem nos lançamentos de campo (62 por cento) e pelos 7 triplos convertidos até então.

 

Mas a equipa do CAB não foi a Guimarães ver o Vitória passear e, apesar da equipa da casa ter continuado em vantagem, à entrada para o último período do jogo a diferença era de apenas seis pontos (67-61). CAB e V. Guimarães sabiam que tinham de fazer uma grande reta final para assegurar a vitória e que os pormenores podiam ser decisivos.

 

Apenas 3 minutos depois do arranque do derradeiro período, apenas 2 pontos separavam as duas equipas (74-72), mas o maior acerto ofensivo por parte dos vimaranenses (o mesmo que já haviam demonstrado na primeira parte) acabou por fazer toda a diferença.

 

Destaque, no conjunto minhoto, para os desempenhos de João Balseiro (24 pontos, 3 ressaltos, 3 assistências e 2 roubos de bola) e Pedro Pinto (16 pontos, 3 ressaltos, 3 assistências e 2 roubos de bola), dois dos melhores elementos em campo.

 

Pelos madeirenses, o inconformismo de Jovonni Shuler (20 pontos e 6 ressaltos) não foi suficiente.

 

Galitos-Barreiro vence na Maia

 

O Galitos mantém-se firme na primeira metade da tabela classificativa, tendo somado este sábado, mais dois importantes pontos, agora diante do Maia Basket (que ainda não conta com Nuno Marçal), o lanterna vermelha da Liga. A formação do Barreiro venceu, por 68-52, na Maia, e continua a dar boa conta de si na edição deste ano da LPB.

 

Destaque para os 15 ressaltos de Pedro Belo, aos quais juntou 9 pontos, 1 assistência e 2 roubos de bola, bem como para a atuação de Darren Townes, que marcou 15 pontos, capturou 5 ressaltos e 1 desarme de lançamento. Na formação maiata, Mads Rasmussen (15 pontos, 4 ressaltos e 3 assistências) bem tentou remar contra a mar,


Reviravolta vareira

A partida manteve-se fechada até ao último minuto, mas o acerto da formação da equipa de Ovar da linha de lance-livre segurou a liderança reconquistada quase a meio do derradeiro quarto (79-73).

 

O Eléctrico não poderia imaginar ou desejar um inicio de jogo melhor, já que chegou a liderar por 30-9 no começo do 2º período. Reação natural da Ovarense, que ao intervalo já tinha encurtado distâncias, se bem que os alentejanos ainda dispusessem de uma vantagem pontual interessante de gerir no 2º tempo (46-29).

 

No recomeço da etapa complementar, a equipa forasteira perdeu a eficácia do tiro, especialmente de longa distância (4/19 – 19%), começando a acumular erros (15 turnovers), muito bem aproveitados pelos jogadores da Ovarense, que somaram 21 pontos a partir de turnovers. O resultado começava a aproximar-se, mas um triplo de Josimar Cardoso, a finalizar um contra-ataque, colocou o Eléctrico a vencer por 63-56, a 8.30 minutos do final do encontro.

 

Não abanou a equipa da casa, que respondeu de imediato com um parcial de 12-0, tendo estado os alentejanos praticamente 4.30 minutos sem somar qualquer ponto (68-63). O jogo não perdeu emotividade, uma vez que a formação de Ponte de Sor recuperou o comando passado pouco tempo (69-68). Mas cinco pontos consecutivos (2 L/L e um triplo) de Nick Novak permitiram aos vareiros responder um pouco mais de alivio na parte final.

 

A 35 segundos do final Tiago Pinto ainda tentou o empate (71-74), mas daí até ao fim o acerto dos atletas da casa da linha de lance-livre garantiu a vitória da Ovarense.

 

Na Ovarense, o norte-americano Raven Barber somou mais uma boa exibição, tendo ficado a um ressalto de um duplo-duplo (16 pontos e 9 ressaltos). O seu compatriota Harris (16 pontos, 8 ressaltos e 5 desarmes de lançamento) esteve igualmente a bom nível, tendo sobressaído pela capacidade de intimidação. Nick Novak (19 pontos e 4 ressaltos) acabou por ser o melhor marcador da Ovarense.

 

O Eléctrico voltou a mostrar-se uma equipa extremamente competitiva, não conseguindo segurar uma vantagem larga, apesar dos contributos positivos de Jonathan Morse (18 pontos e 7 ressaltos), Josimar Cardoso (12 pontos e 11 ressaltos) e Tiago Pinto (11 pontos e 6 assistências).


CAB vacila mas não cai

As madeirenses dominaram a marcha do marcador durante toda a 1ª parte (46-40), chegaram a estar a perder por nove pontos durante o 3º período, mas à entrada do derradeiro quarto já lideravam por dois de diferença. Um parcial de 10-1, conseguido a meio do período, empurrou o líder da fase regular da Liga feminina para mais um triunfo, dando assim continuidade ao seu ciclo vitorioso.

 

A formação da casa esteve praticamente sempre na frente, ainda que por curtas diferenças, durante toda a 1ª parte, sendo que ao intervalo vencia por seis pontos de diferença (46-40).

 

As encarnadas regressaram bem dos balneários, limitaram o ataque madeirense a zero pontos durante mais de 3 minutos e empataram a partida a 46 pontos. De seguida deu-se um novo empate, a 50 pontos, altura em que o Benfica passou a estar por cima no encontro (59-50). Mas quatro minutos foram suficientes para que as insulares fossem capazes de dar a volta ao marcador até final do período (65-63).

 

Começou melhor a formação da casa o quarto de todas as decisões (72-63), com as benfiquistas a manterem o jogo fechado até perto do meio do quarto, altura em que perdiam por quatro pontos (68-72). Mas um parcial de 10-1, favorável ao CAB (82-69), fez disparar em definitivo o líder do campeonato no comando do jogo.

 

O CAB esteve muito bem no capitulo do lançamento (59%), mas foi da linha de três pontos que mostrou maior eficácia (50% – 8/16 vs 26% – 6/23). A luta das tabelas foi igualmente favorável às insulares (37-25), que revelaram um enorme aproveitamento das situações de contra-ataque (22 pontos) e dos erros do adversário (29 pontos). O Benfica forçou o opositor a cometer 21 turnovers, traduzidos em 25 pontos, mas não esteve tão feliz a lançar ao cesto, inclusive da linha de lance-livre (5/11 – 46%).

 

Destaque na formação do Funchal para os 39 pontos vindos do banco, que contou com Rosinha Rosário (21 pontos e 5 ressaltos) e Aleighsa Welch (21 pontos, 11 ressaltos e 3 assistências) a muito bom nível.

 

Entre as encarnadas, Calan Taylor (21 pontos e 8 ressaltos) e Faidra Skiadopoulou (13 pontos, 7 ressaltos e 4 assistências) protagonizaram exibições muito positivas.


Jogo decidido nos últimos segundos

A 68 segundos do final a equipa vareira vencia por sete pontos de diferença, mas num esforço final, valendo-se da linha de três pontos, da pouca eficácia do adversário da linha de lance-livre e, por que não dizer, dalguma inexperiência, as açorianas conseguiram dar a volta ao jogo.

 

Inicio de jogo muito prometedor por parte da Ovarense, que com 13 minutos jogados vencia pela confortável vantagem de quinze pontos (24-9). Até ao intervalo, o conjunto da ilha Terceira melhorou a sua eficácia ofensiva, conseguindo reduzir para dez a diferença em tempo de intervalo (24-34).

 

A mesma diferença que se registava a 2.30 minutos do final do 3º período, mas a meio do último quarto a vantagem da equipa da casa reduzia-se a um ponto (47-46). Um triplo de Sara Dinis deu inicio a um parcial de 7-0 e a 1.08 minutos do termo do encontro as vareiras pareciam estar numa situação bastante favorável para somar a sua primeira vitória (56-49).

 

Mas dois triplos consecutivos das insulares, o 1º dos quais após a conquista de mais um ressalto ofensivo, colocaram o Boa Viagem a perder pela diferença mínima a 20 segundos do final (57-58). As atletas da casa continuaram a desperdiçar lances-livres e uma jogada de três pontos – cesto e falta – deu às visitantes o comando do jogo a 13 segundos do fim (60-59). A Ovarense falhou o lançamento que a colocaria de novo na frente e o Boa Viagem selou o resultado final da linha de lance-livre.

 

Domínio avassalador do Boa Viagem na luta das tabelas (56/29), dos quais 24 foram conquistados na tabela ofensiva, que permitiram muitos segundos lançamentos e muitas posses de bola. As açorianas até nem estiveram bem no capitulo do lançamento (32%), tendo o mérito de converter os lançamentos mais importantes.

 

A Ovarense forçou o clube da ilha Terceira a cometer 20 turnovers, mostrou-se certeira da linha de três pontos (8/19 – 42%), mas foi superada no pintado (14 vs 26 pontos), lançando muito menos ao cesto.

 

Miriam Kenzie (21 pontos, 14 ressaltos e 4 roubos de bola) e Kama Griffitts (18 pontos, 6 ressaltos e 2 roubos de bola) foram importantes, até nos momentos em que brilharam, para a reviravolta no marcador conseguida pelo Boa Viagem.

 

Ana Raimundo (20 pontos, 4 roubos de bola e 3 ressaltos) foi a melhor marcadora da Ovarense, seguida por Sofia Pinheiro (13 pontos), num jogo em que Alison Bouman (6 pontos e 11 ressaltos) tentou equilibrar a luta das tabelas, uma das áreas do jogo que justificou a sua contratação.


GDESSA regressou aos resultados positivos

Ao intervalo a equipa de Torres Novas vencia por dois pontos de diferença, mas um parcial de 21-9, favorável à equipa da casa durante o 3º período, impulsionou o GDESSA em definitivo para a vitória.

 

 

O GDESSA, comandado por Nuno Manaia, revelou um domínio avassalador na luta das tabelas (54-19), uma forma de compensar os 25 turnovers cometidos durante o encontro. O CD Torres Novas não esteve feliz no lançamento de longa distância (5/23 – 22%), embora tenha controlado melhor a posse de bola (16 turnovers).

 

A formação do Barreiro contou com 24 pontos vindos do banco, tendo em Márcia Costa (19 pontos, 4 ressaltos, 4 assistências e 3 roubos de bola) a melhor marcadora. A norte-americana Kamilah Jackson (12 pontos e 15 ressaltos) e a sua compatriota Ladondra Johnson (11 pontos e 10 ressaltos) estiveram bem nos dois lados do campo, enquanto Joana Bernardeco (12 pontos, 8 assistências, 4 ressaltos e 3 roubos de bola) também fez um jogo muito completo.

 

A dupla composta por Alexis Govan (22 pontos, 7 ressaltos e 3 roubos de bola) e Ezzine Kalu (21 pontos, 3 roubos de bola e 2 ressaltos) esteve a bom nível na equipa de Torres Novas.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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