Artigos da Federaçãooo
Triunfo importante do Estoril Basket
E depois da ronda deste fim de semana, ganhou ainda maior incerteza, isto porque a derrota do Atlético na Luz foi bem aproveitada pelo Estoril Basket. A formação da Linha bateu o Barreirense (61-54), sendo este outro adversário direto na batalha por um lugar de acesso entre os quatro primeiros. Já o Terceira Basket e o AngraBasket, as duas equipas da ilha Terceira, tiveram uma jornada dupla muito proveitosa, pois ambas voltaram a vencer na ronda de domingo, frente ao Belenenses (80-51) e à Academia do Lumiar (69-61), respetivamente.
Num jogo marcado pela baixa pontuação, o Barreirense até começou bem o encontro, tendo mesmo terminado na frente a 1ª parte (31-27). A meio do 3º período a vantagem era de sete pontos (41-34), mas eis que acontece o melhor momento do Estoril Basket. Com um parcial de 17-0, em que o Barreirense esteve praticamente sete minutos sem fazer pontos, os comandados de Artur Cruz deram a volta ao jogo (51-41). Chegaram à vantagem máxima (55-43) a 7.30 minutos do final, mas a equipa do Barreiro estava longe de se entregar. Um triplo de Diogo Miguel (12 pontos, 2 ressaltos e 2 assistências) colocou a equipa da margem sul a um ponto de distância (54-55), quando faltavam 1.15 minutos para o final.
Rui Nery (13 pontos, 4 ressaltos, 3 roubos de bola, 2 assistências e 2 desarmes de lançamento) não tremeu na linha de lance-livre e fez novamente funcionar o marcador para o Estoril Basket. O Barreirense tentou, sem sucesso, dois triplos para o empate. Um cesto de Kaputskiy (9 pontos e 6 ressaltos) permite à equipa da casa respirar mais um pouco de alivio (59-54).
A grande diferença entre as duas equipas esteve no capitulo do lançamento (41% vs 32%), com a equipa do Estoril a mostrar-se mais eficaz tanto de 2 como de 3 pontos.
Sampaense volta a ganhar
A equipa de S. Paio de Gramaços somou no Dragão Caixa, diante do Dragon Force (82-73), a sua quinta vitória, igualando o grupo de equipas que ocupa a última vaga que dá acesso à fase seguinte da competição. Os comandados de Rui Alves começaram muito bem cada uma das partes, períodos em que conseguiram ganhar vantagens pontuais que lhes permitiram gerir depois o jogo sem grandes sobressaltos.
Com dez minutos jogados, a equipa visitante já liderava por dez pontos de diferença (22-12), a mesma vantagem pontual conseguida no recomeço da etapa complementar (28-18). À entrada do derradeiro período, o Sampaense Basket vencia por dezanove de diferença (67-48), uma almofada pontual que permitiu aos visitantes gerir a esperada e natural reação dos dragões nos últimos 10 minutos (25-15).
O Sampaense apostou mais nas finalizações próximas do cesto, onde foi claramente superior (42 vs 18 pontos no pintado), pelo que não surpreende a boa percentagem registada nos lançamentos de dois pontos (26/46 – 57%). A conquista de 22 lances-livres (82%) mostra igualmente a agressividade ofensiva dos forasteiros, isto apesar de ter cometido 21 turnovers.
O Dragon Force perdeu a luta das tabelas (28/36) mas teve o mérito de conquistar metade dos seus ressaltos na tabela ofensiva, assim como contou com 30 pontos vindos do banco.
O experiente Hélder Carvalho (20 pontos e 9 ressaltos) somou mais uma exibição muito positiva, tendo sido bem acompanhado por Eugénio Silva, autor de 18 pontos e 5 ressaltos.
A dupla composta por Pedro Oliveira (16 pontos e 4 assistências) e Diogo Araújo (14 pontos 4 ressaltos) voltou a evidenciar-se na jovem equipa azul e branca.
CAB impõe 1ª derrota ao GDESSA
As comandadas de João Pedro Vieira somaram a 11ª vitória consecutiva e já não perdem desde o dia 17 de Outubro do ano passado. Para a formação da margem sul do Tejo, esta derrota significou o fim da invencibilidade, um trajeto fantástico que se traduziu em doze vitórias consecutivas.
Se durante os primeiros 24 minutos o jogo esteve sempre fechado, sem que nenhuma das equipas tenha conseguido fugir no marcador (43-45), um parcial de 6-0 favorável às forasteiras permitiu ao CAB ganhar ligeira vantagem (51-43). Os minutos seguintes foram marcados por algum equilíbrio, sendo que a equipa da casa procurava reaproximar-se da liderança e as insulares tentavam elevar a diferença para a casa das dezenas.
A 8.30 minutos do final do encontro essa luta mantinha-se (63-56), mas sete pontos consecutivos, com triplo de Carolina Escórcio a fechar este parcial favorável, empurraram em definitivo o CAB para a vitória neste encontro (70-56).
Mesmo sem ter dominado a luta das tabelas (25/36) e apesar de permitir que o GDESSA conquistasse 17 ressaltos ofensivos, os pontos somados em contra-ataque (27) – alguns resultantes de turnovers do GDESSA (18) – aliados ao domínio exibido pelo CAB nas áreas próximas do cesto (56 vs 30 pontos no pintado) permitiram-lhe vencer o encontro com alguma tranquilidade.
A formação da Madeira esteve muito certeira nos lançamentos de 2 pontos (34/49 – 69%) e para isso muito contribuíram as exibições de Ijeoma Ofamata (27 pontos e 5 ressaltos) – converteu os 12 lançamentos que tentou – e Cherin Miller (18 pontos e 7 ressaltos).
Na equipa do GDESSA, Márcia Costa, autora de 22 pontos, 5 ressaltos, 3 assistências e 3 roubos de bola, voltou a ser a melhor marcadora da equipa. Seguida de perto por Ladondra Johnson (19 pontos, 5 ressaltos e 5 roubos de bola) e Kamilah Jackson, autora de um duplo-duplo (17 pontos e 11 ressaltos).
CAB sofre mas vence
O conjunto de Ponte de Sor foi capaz de dar a volta ao marcador quando se afigurava já muito complicado, mas muito mérito para a formação madeirense, que soube lidar com a pressão e dar expressão à ligeira superioridade exibida ao longo de quase todo o encontro.
A 1ª parte do jogo da Madeira foi bastante equilibrada, ainda que com ligeiro ascendente repartido pelos dois períodos. Mais fortes os alentejanos no 1º quarto (22-19), com os madeirenses a darem a volta ao marcador até ao intervalo (40-39).
O conjunto de Ponte de Sor mostrou-se mais eficaz no aproveitamento dos turnovers do CAB (13 pontos), aproveitando inclusive para somar alguns contra-ataques, tal como recorreu ao lançamento de longa distância como arma ofensiva para ultrapassar a defesa da casa (5/13 – 39%).
O CAB optava por uma estratégia diferente, procurava tiros de maior eficácia, até porque dominou no pintado (18 vs 8 pontos). Os madeirenses procuraram mais os tiros de curta média distância, uma opção que lhes valeu maior eficácia no capitulo de lançamento (13/21 – 62% de 2 pontos).
A etapa complementar pautou-se pelo mesmo equilíbrio, embora o CAB tenha disposto de uma vantagem mais folgada no inicio do 3º período, 61-55, sendo que a dois minutos do final parecia estar encaminhado para terminar o jogo a controlar a marcha do marcador (73-68). Mas o espírito combativo dos alentejanos guiou-os à reviravolta. Dois lances-livres convertidos por João Lanzinha, com 15 segundos para se jogarem, alteraram por completo o cenário do jogo (74-73), colocando os madeirenses novamente sobre pressão. Jovonni Shuler assumiu o momento, e foi das suas mãos que saiu o lançamento da vitória a 2 segundos do fim (75-74).
O norte-americano acabou mesmo por ser o melhor marcador do jogo com 22 pontos, a que juntou 9 ressaltos e 3 assistências. Fábio Lima registou um duplo-duplo (18 pontos e 11 ressaltos), realçando-se ainda a boa prestação de Diogo Ventura (15 pontos, 5 ressaltos e 5 roubos de bola).
João Lanzinha (19 pontos) esteve muito próximo de ser o herói do jogo, mas nem com os contributos de Josimar Cardoso (12 pontos e 11 ressaltos) e de Tiago Pinto (16 pontos, 5 assistências e 3 ressaltos) garantiu mais uma vitória para a formação de Ponte de Sor.
Emoção na Luz
Depois de um domínio repartido no jogo, a equipa da Tapadinha teve tudo para vencer o encontro, mas o encarnados tiveram muito mérito na forma como deram a volta ao jogo nos 53 segundos finais, recuperando de uma desvantagem de quatro pontos (66-64). Com este resultado as “águias” subiram ao 2º lugar, já o conjunto de Alcântara mantém-se na luta por um lugar entre os primeiros 4 lugares nesta 1ª fase de grupos da zona sul do campeonato da Proliga.
O quarto inicial foi favorável à equipa da Tapadinha (22-14), tendo-se mostrado muito eficiente nos lançamentos de curta distância (6/9), a que não foi alheio o facto de ter somado seis pontos em contra-ataque. João Manuel (15 pontos e 6 assistências) mostrava-se inspirado, 11 pontos no período, já os encarnados não acertavam da linha de três pontos (1/10), algo que obviamente se refletia na eficácia ofensiva da equipa.
Durante o 2º período inverteu-se a superioridade demonstrada dentro do campo, com os benfiquistas a aproximarem-se no marcador. As percentagens de lançamento do Atlético baixaram drasticamente, a equipa não beneficiou de tantas oportunidades de cestos fáceis e a pontuação decaiu para os 10 pontos neste quarto.
Sete pontos consecutivos de Ricardo Monteiro (11 pontos e 5 ressaltos) deram o mote para a recuperação encarnada (24-30), que neste período não caiu tanto na tentação de lançar de três pontos. A equipa da casa mostrou-se mais agressiva no ataque, conquistou mais idas para a linha de lance-livre, 4 nos dois minutos finais, que fixaram o resultado em 32-30, favorável ao Atlético, no final do 1º tempo.
O descanso fez bem ao conjunto de Alcântara que começou a 2ª parte a tirar partido dos erros do adversário e somar pontos em contra-ataque. O Benfica voltou a utilizar a linha de três pontos como arma ofensiva, mas a falta de pontaria fez com que a equipa demorasse quase cinco minutos a marcar o seu primeiro cesto (32-38).
A meio do quarto, um cesto de Miguel Barroca (10 pontos, 5 ressaltos e 2 assistências) fez subir a diferença para os dois dígitos (43-32), mas três triplos quase consecutivos dos jogadores encarnados resultaram na cambalhota no marcador (45-43). No final do período verificava-se um 47-45, com o Atlético a pagar a fatura das perdas de bola sem lançamento e dos tiros falhados de 3 pontos.
Os minutos iniciais do derradeiro período foram marcados por uma baixa marcação de pontos, alternâncias no comando do jogo, sendo que só um triplo de João Marques (5 pontos e 15 ressaltos) a quatro minutos do final deu alguma expressão à vantagem do Atlético (57-53). Aljaz Slutej (27 pontos e 8 ressaltos) continuava ser o motor da equipa benfiquista, tendo com 5 pontos conquistados em 30 segundos empatado o encontro a 58 pontos, a 2.35 minutos do final. Nos últimos instantes, e apesar de não aproveitar com eficácia total as idas para a linha de lance-livre, o Atlético soube aproveitar os turnovers cometidos pelos jogadores do Benfica (62-58).
Mas 53 segundos foram suficientes para os benfiquistas darem a volta ao marcador. Ricardo Rosa (7 pontos, 4 ressaltos e 4 roubos de bola), a 43 segundos do final reduziu para dois pontos (60-62), enquanto Ricardo Monteiro, a seis segundos do término da partida, empatou a contenda a 62 pontos depois de um turnover da equipa de Alcântara. O golpe decisivo foi desferido por Slutej, depois da conquista de mais um ressalto ofensivo, fazendo o cesto da vitória sobre a buzina.
FC Porto segue triunfante
Os azuis e brancos cedo construíram uma vantagem pontual, que depois geriram, beneficiando do domínio exibido na luta das tabelas, e naturalmente do maior número de lançamentos de que beneficiaram. Os vimaranenses equilibraram no capitulo do lançamento, controlaram igualmente bem a posse da bola, lutaram por um resultado diferente, mas os segundos lançamentos e os lances-livres do adversário acabaram por ditar o desaire.
No final dos primeiros 20 minutos o FC Porto estava no comando (36-27), embora tenha beneficiado da vantagem construída no 1º quarto, altura em que dobrou a marcação do seu adversário (24-12). Os azuis e brancos beneficiaram das muitas idas para a linha de lance-livre (16/19 – 84%), sobretudo nos minutos finais do 1º período. Os comandados de Moncho López foram mais eficazes no aproveitamento dos erros do adversário (9 pontos), bem como tiraram partido da sua habitual rotação do banco que na 1ª parte valeu 15 pontos.
O Vitória melhorou o seu desempenho no 2º período (15-12), reduzindo para metade a produtividade ofensiva dos dragões, isto mesmo sem ter estado muito feliz da linha de 3 pontos (1/9 – 11%). Apesar de ter conquistado mais um ressalto ofensivo (6), os vimaranenses não capitalizaram em pontos essas segundas posses de bola, se bem que tenham estado bastante bem nas finalizações dentro do pintado (14 vs 6 pontos).
O 3º período foi produtivo em pontos, 24-22 favorável ao FC Porto, um parcial que naturalmente beneficiava quem seguia no comando (60-49). Embora o jogo tenha mudado um pouco, com o Vitória a mostrar-se mais agressivo na conquista de faltas e lances-livres, mas a revelar a mesma falta de pontaria da linha de três pontos (1/7). O FC Porto por sua vez continuava, à semelhança do que tem feito na prova, a dominar na luta das tabelas (35/19) e beneficiava de mais sete ressaltos ofensivos conquistados nesse período.
No início do 4º período, os azuis e brancos chegaram à vantagem máxima (69-51) e daí até final do jogo a diferença que separava as duas equipas manteve-se sempre nos dois dígitos.
O norte-americano Seth Henrichs, autor de 17 pontos e 6 ressaltos, foi o melhor marcador dos dragões, seguindo-se depois Brad Tinsley com 13. Albert Fontet (12 pontos e 6 ressaltos) e Nick Washburn (11 pontos e 8 ressaltos) foram importantes na luta das tabelas ganha pelo FC Porto (50/24). O base André Bessa (12 pontos e 6 ressaltos) deu igualmente uma ajuda nessa área do jogo.
No Vitória, Paulo Cunha (10 pontos e 9 ressaltos) ficou perto de um duplo-duplo, João Balseiro com 11 pontos foi o mais concretizador da equipa, Pedro Pinto (10 pontos e 4 assistências) e João Guerreiro (10 pontos e 2 ressaltos) tiveram igualmente prestações positivas.
GDESSA continua invicto
A formação nortenha provou, uma vez mais, que este ano tem condições para ser extremamente competitiva, e nem mesmo o facto de ter jogado fora de casa impediu o conjunto de Lousada de lutar até final do encontro. Referir ainda que o técnico Nuno Manaia utilizou de forma condicionada a norte-americana Kamilah Jsckson, sinal de que não estaria nas melhores condições, sendo que este domingo o GDESSA defronta o CAB Madeira, atual 2º classificado, a uma vitória de distância.
O Lousada teve muito mérito na forma como se apresentou no Barreiro, a jogar bem, de igual para igual com o líder invicto da fase regular. De tal forma que se registou um empate nos dois primeiros períodos do jogo, pelo que naturalmente as duas equipas recolheram aos balneários para tempo de intervalo com o marcador a registar 39-39.
Uma igualdade, desta vez a 50 pontos, que se repetia à entrada do 4º período, isto depois de um 3º período em que o GDESSA foi na maior parte do tempo superior, tendo estado muito próximo de uma vantagem nos dois dígitos (50-41). Um parcial de 10-0 permitiu às comandadas de Nuno Manaia voltarem a fugir no marcador (65-55), chegando mesmo à diferença máxima (69-57), a pouco mais de quatro minutos do final.
Nos seis minutos finais, Nuno Manaia recorreu mesmo à utilização de Kamilah Jackson, num encontro em que o técnico pôde contar com a estreante Joana Bernardeco. O Lousada lutou até final, mas teve pela frente uma Márcia Costa muito inspirada, com a mão quente, quase carregar a equipa às costas. O espírito lutador do conjunto de Lousada, que esteve bem da linha de três pontos, e que teve um contributo positivo do seu banco (21 pontos), nunca permitiu que o GDESSA respirasse de alivio ou que muito menos fizesse uma gestão de utilização de jogadoras.
O GDESSA foi efetivamente superior na luta das tabelas (34 vs 22 ressaltos), nomeadamente na ofensiva (13), foi extremamente eficaz no aproveitamento dos tunovers do adversário (20 pontos), e dominou no pintado (34 vs 26 pontos).
O grande destaque terá que ir para o grande jogo protagonizado por Márcia Costa (31 pontos, 6 assistências e 3 ressaltos), bem secundada por Leonor Serralheiro (12 pontos) e Ladondra Johnson (11 pontos e 8 ressaltos). Do lado oposto, Joana Cruz (16 pontos) foi a mais concretizadora, seguida de perto por Catarina Mateus, autora de 14 pontos e 2 ressaltos na equipa do Lousada.
CAB não cede na perseguição ao líder
Em fim de semana de jornada dupla, o CAB venceu o seu primeiro jogo frente ao Sporting CP (68-45), ficando assim em condições de poder discutir, este domingo, frente ao GDESSA, a liderança da fase regular da Liga feminina. A equipa leonina manteve-se no jogo até bem perto do intervalo, altura em que o marcador registava um empate a 26 pontos, mas tudo se alteraria na segunda metade.
As madeirenses dobraram o adversário no número de ressaltos conquistados (40/20), aproveitaram bem os turnovers da leoas (21 pontos) e limitaram o ataque do Sporting durante a 2ª parte a 17 pontos.
Cherin Miller ficou a um ressalto de registar um duplo-duplo (20 pontos e 9 ressaltos). Já na equipa do Sporting, Arantxa Cea (14 pontos e 4 ressaltos) foi a mais concretizadora.
Illiabum não facilita frente ao Vasco
Um triunfo que começou a ganhar forma no quarto inicial, vindo depois a confirmar-se muito por culpa da assertividade com que os ilhavenses lançaram ao cesto. Quem iniciou o ano de uma forma positiva foi o Casino Ginásio, que conseguiu, em Guifões, uma importante vitória (72-68) na luta por uma vaga nas quatro primeiras posições da Zona Norte do campeonato da Proliga. Um triunfo suado, num jogo que foi apenas decidido nos três minutos finais.
Os ilhavenses não facilitaram desde a bola ao ar e no final do 1º período já tinham construído uma vantagem de catorze pontos (26-12), obrigando desde muito cedo os vascaínos a ter que correr atrás do prejuízo. Uma tarefa que foi extremamente dificultada pelo desempenho dos jogadores do Illiabum no capitulo do lançamento (57.4%), especialmente de dois pontos (25/36 – 69%) onde fizeram claramente a diferença.
Grande parte deste sucesso ficou-se a dever a mais um jogo em que o Illiabum fez uma boa seleção de lançamentos, como confirmam as 27 assistências registadas, bem como na forma como condicionou e contestou os lançamentos adversários. Os triplos não caíram para o lado do Vasco da Gama (2/14 – 14%), e a luta das tabelas também não lhes foi favorável (28 vs 37).
Augusto Sobrinho (18 pontos) foi o melhor marcador do jogo, mas o maior destaque na equipa de Ílhavo vai para a dupla formada por João Figueiredo (14 pontos, 11 assistências e 4 ressaltos) e Sérgio Correia (12 pontos e 13 ressaltos). Paulo Vieira (16 pontos e 3 ressaltos) foi o mais produtivo na equipa do Vasco da Gama.
Casino Ginásio foi mais forte no final
Em Guifões, a equipa local e o Casino Ginásio disputaram um jogo muito equilibrado, com algumas alternâncias no comando do marcador, embora tenha estado bastante mais tempo a equipa da casa na frente do jogo. Uma posição que mantinha a pouco mais de quatro minutos do final (65-64), mas seis pontos sem resposta por parte da equipa da Figueira da Foz, 4 da autoria de Marco Gonçalves (23 pontos e 16 ressaltos), motivaram a cambalhota no resultado (69-65).
Isto quando faltavam 1.32 minutos para o final do encontro, tempo ainda para Pedro Teixeira (14 pontos e 3 ressaltos) reduzir a diferença para um (68-69), mas nos 32 segundos que faltavam André Lourenço (6 pontos, 2 ressaltos e 2 assistências) não abanou da linha de lance-livre.
Num jogo marcado por um elevado número de turnovers (24+29) e pelos 21 roubos de bola conseguidos pelos jogadores do Guifões, Nuno Pereira, atleta do Casino Ginásio, foi o melhor marcador do jogo com 25 pontos, a que somou 9 ressaltos e 3 assistências. Paulo Sereno (14 pontos e 4 ressaltos), igualou Pedro Teixeira na marcação de pontos na equipa de Guifões, mais um do que Pedro Meireles (13 pontos, 6 ressaltos, 3 roubos de bola e 3 assistências).
Sangalhos inicia nova série de vitórias
Ainda na Zona Norte, o Sangalhos parece ter reencontrado o caminho das vitórias, e somou mais uma, em casa, frente ao Esgueira/OLI (73-67). O jogo esteve fechado até aos últimos 6 minutos, altura em que a equipa da casa vencia por três pontos de diferença (66-63). Cinco pontos consecutivos, permitiram ao Sangalhos abrir um pouco mais no marcador e passar ter uma vantagem (71-63) que lhe permitiu gerir o resultado até final com maior tranquilidade.
Um jogo muito positivo de Gonçalo Catarino (18 pontos, 6 roubos de bola e 4 ressaltos), tal como de Luís Fonte, que terminou a partida com 18 pontos, 8 ressaltos e 3 assistências.
André Occhialini, autor de 15 pontos, a que somou 7 ressaltos, foi o melhor marcador dos esgueirenses, com Pedro Valente (11 pontos e 5 ressaltos) a ser depois o outro jogador a terminar o encontro na casa das dezenas em pontos marcados.
Lombos impõe-se em Vagos
As comandadas de José Leite somaram a 6ª vitória (58-53) e contam agora com um registo de 50% de vitórias, diante de um adversário que se mostrou competitivo e com mais armas, embora necessite de tempo para trabalhar, para abordar o que falta nesta fase regular do campeonato.
Depois de um melhor inicio das forasteiras, o Vagos chegou ao comando (10-9), mas por pouco tempo. Um parcial de 11-1 permitiu que os Lombos se afastassem no marcador (20-11), embora a equipa da casa tenha sido capaz de manter o jogo fechado até ao intervalo (29-34).
A meio do 3º período, a equipa lisboeta chegou à vantagem máxima do encontro (45-33), sobretudo porque se mostrava mais forte nas tabelas (42/34), tirava partido dos pontos de segundos lançamentos (17 pontos), mas fundamentalmente porque era mais eficaz nos tiros nas áreas mais próximas do cesto (39% vs 49% de 2 pontos).
O Vagos, ao controlar muito bem a posse de bola – apenas 10 turnovers durante todo o encontro – conseguiu aproximar-se nos 5 minutos finais do encontro. Chegou a estar a três pontos de distância (53-56), a poucos segundos do final, mas a linha de lance-livre não se revelou um problema para a Quinta dos Lombos.
Pela formação visitante, Sónia Reis (19 pontos e 10 ressaltos) esteve muito bem nos dois lados do campo, tendo sido bem secundada por Inês Viana (10 pontos, 6 ressaltos e 5 assistências), um jogo completo, e Artemis Afonso (11 pontos, 4 ressaltos e 2 assistências).
A norte-americana Eetisha Riddle (19 pontos e 12 ressaltos) mostrou que poderá ajudar a suprimir algumas carências da equipa vaguense, já Daniela Domingues (11 pontos, 6 ressaltos e 2 assistências) é garantia de contributos positivos.
Triunfo contundente
A resistência dos barcelenses durou 15 minutos, mas o domínio revelado pelos encarnados no jogo interior, bem como o aproveitamento dos erros do adversário para somar pontos e explorar o contra-ataque, acabou por desequilibrar o encontro. Os encarnados mantêm-se assim no comando desta fase e esta derrota não retira brilhantismo àquilo que tem sido o desempenho dos barcelenses na prova
O Barcelos mostrou durante os primeiros 15 minutos o porquê de estar a fazer uma 1ª fase tão positiva. No final do 1º período a equipa barcelense perdia pela diferença mínima (14-15) e, passados cinco minutos, o jogo continuava fechado com os encarnados a não conseguirem descolar no marcador (21-26). Os comandados de Carlos Lisboa vinham de uma derrota pesada no Dragão Caixa e despertaram na parte final do 1º tempo.
Com um parcial de 12-2 nos últimos 4.30 minutos da 1ª parte, os atuais campeões nacionais foram para o descanso numa situação bastante mais confortável. Os benfiquistas dominavam nas áreas mais próximas do cesto (26 vs 10 pontos no pintado), já os barcelenses apostavam no tiro de longa distância como solução ofensiva, embora sem grande sucesso (2/17 – 12%). Os turnovers, 9 nos primeiros 20 minutos, em nada contribuíram para a eficácia ofensiva do Barcelos, bem como não ajudaram no melhor momento dos encarnados.
O recomeço do jogo serviu para dissipar por completo eventuais dúvidas quanto ao vencedor, já que o Benfica voltou a dominar (23-10) o 3º período, fazendo disparar a diferença pontual para números muito próximos dos 30 pontos (61-33). O Barcelos tentou inverter a tendência de lançar demasiadas vezes de três pontos, apenas 4 tiros dos quais converteu 2, mas pagou caro a fatura de não controlar bem a posse de bola (11 pontos sofridos), revelando imensos problemas na recuperação defensiva, enquanto o Benfica já levava nesta altura 23 pontos de situações de contra-ataque. Os problemas para travar o jogo interior dos benfiquistas não só se mantiveram, como se agudizaram (42 vs 12 pontos no pintado).
O norte-americano Jeremiah Wilson (20 pontos, 9 ressaltos e 3 assistências) ficou a um ressalto de um duplo-duplo, o mesmo sucedendo com Ivica Radic, autor de 17 pontos e 9 ressaltos.
Andrew Ferry (17 pontos e 2 ressaltos) foi o mais destacado na marcação de pontos na equipa de Barcelos.
Derby foi equilibrado
Com este triunfo o conjunto de Ovar continua a subir na tabela classificativa, ultrapassando mesmo o seu adversário, que agora conta com menos uma vitória do que os vareiros.
A 1ª parte teve ascendente da equipa visitante, com a Oliveirense a chegar a liderar, a três minutos do intervalo, por dez pontos de vantagem (32-22). Dez minutos bastaram para que a Ovarense desse a volta ao resultado (44-43), colocando-se de novo no comando, algo que não acontecia desde o cesto inaugural.
Depois do empate a 50 pontos, já muito perto do final do 3º período, a equipa vareira assumiu em definitivo a liderança do jogo, e a 2.45 minutos do final parecia estar bem colocada para garantir um triunfo relativamente tranquilo.
A Oliveirense, que nos minutos iniciais do derradeiro quarto praticamente parou a sua marcação de pontos, reagiu muito bem e com cinco pontos consecutivos de Ellisor colocou-se a apenas dois pontos de distância (58-60).
Um triplo de José Barbosa cortou o bom momento do adversário (63-58), mas os visitantes responderam novamente com seis pontos sem resposta, quatro dos quais da linha de lance-livre, regressando ao comando do jogo (64-63) a 35 segundos do final. José Barbosa (10 pontos) não desperdiçou uma visita à linha de lance-livre (65-64), numa altura em que restavam 13 segundos para a Oliveirense tentar um último lançamento. Depois de um desconto de tempo, o tiro acabou por surgir a 2 segundos do final, mas sem sucesso. Cristóvão Cordeiro fixou o resultado final igualmente da linha de lance-livre.
Do lado da Ovarense, mais uma bela exibição protagonizada por Jo Harris (12 pontos e 12 ressaltos), a provar que é realmente reforço, assim como do seu compatriota Raven Barber (10 pontos e 8 ressaltos).
Lusitânia vence duelo insular
O triunfo conseguido pelo Lusitânia (97-69) só ganhou maior expressão nos últimos 10 minutos, reforçando a ideia de que os açorianos continuam em ascensão, estando assim cada vez mais bem posicionados na tabela classificativa, vingando também a derrota sofrida na ilha Terceira no jogo da 1ª volta.
Os madeirenses mantiveram o jogo fechado até aos 22-25, mas um parcial de 14-0 favorável aos açorianos, permitiu que os forasteiros fugissem no marcador (39-22). O CAB não se entregou, foi atrás do prejuízo, e à entrada do derradeiro quarto estava perfeitamente na discussão do jogo, já que perdia por apenas seis pontos (60-66).
Assim se manteve até aos 66-75, mas ao permitir novo parcial desfavorável, desta feita de 0-17, os madeirenses hipotecaram em definitivo as suas possibilidades de saírem vencedores deste encontro.
Os jogadores do Lusitânia estiveram com a mão quente, 69% de lançamentos de campo, especialmente da linha de três pontos (7/9 – 78%), facto que contribuiu, e muito, para o desfecho do jogo. O base Devante Chance (14 pontos, 15 assistências e 5 ressaltos) fez um jogo muito completo, Sasa Borovnjak (20 pontos, 3 ressaltos, 3 roubos de bola e 2 assistências) e Quinton Upshur (27 pontos, 4 ressaltos, 3 roubos de bola e 2 assistências) estiveram particularmente inspirados.
O reforço Blakeney (18 pontos e 8 ressaltos) deu indicações de que poderá ajudar a equipa do CAB, juntando-se ao valor seguro que é Jovonni Shuler (14 pontos e 5 ressaltos).
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Legenda
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Miguel Maria
“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

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