Artigos da Federaçãooo
Clássico entre Ovarense Dolce Vita e SL Benfica anima Liga Placard
Na véspera, este sábado, terão lugar o Illiabum Clube vs UD Oliveirense (18 horas) e o Maia Basket/Escape Forte vs Eléctrico F.C. (21h30).
A Arena Dolce Vita será palco de um dos jogos sempre mais apetecidos do calendário basquebolístico nacional, entre Ovarense e Benfica, que na ronda anterior venceram.
O treinador dos donos da casa, Nuno Manarte, espera um adversário forte, mesmo depois do desaire sofrido na Sibéria, a contar para a FIBA Europe Cup, num fact também marcado pela desgastante viagem dos “encarnados”: “Não é nada fácil defrontar uma equipa com o talento e profundidade do Benfica, que vem de um triunfo sobre o FC Porto e de uma pesada derrota na competição europeia. Como equipa grande poderá reacionar contra nós, querendo alterar a dinâmica depois do desaire europeu. Teremos de jogar de igual para igual e esquecer as nossas debilidades, agarrando-nos àquilo que fazemos bem. Não podemos respeitar em demasia porque isso poderá ser prejudicial para nós”, alertou.
Duelo de equipas num bom momento em Ílhavo
Illiabum Clube e UD Oliveirense, 6.º e 5.º classificados, respetivamente, prometem disputar um intenso e equilibrado desafio, já que vivem uma fase positiva – a equipa da casa vem de dois triunfos seguidos, enquanto a turma de Oliveira de Azeméis só conhece o sabor da vitória de há três jornadas para cá.
Maia Basket e Eléctrico F.C. lutam pelo regresso aos bons resultados
Em sentido inverso, também a Norte, Maia Basket/Escape Forte e Eléctrico F.C. entrarão em campo no sentido de reverter o momento negativo por que passam, sendo que o conjunto maiato, atualmente na penúltima posição do campeonato, não vence desde 12 de novembro, ao passo que o adversário alentejano (9.º lugar) perdeu nas últimas cinco rondas.
Nova ronda emotiva
Os dragões, motivados pelo triunfo no clássico, visitam o Vitória de Guimarães; os campeões, ‘feridos’ no seu orgulho após o primeiro desaire na prova, medem forças com o BC Barcelos. Mas há outros jogos igualmente empolgantes…
Dia 8 de janeiro
21.30 horas – Eléctrico FC x Galitos-Barreiro
Em Ponte de Sor defrontam-se duas equipas em alta, depois dos triunfos alcançados na jornada anterior. A equipa alentejana, através dos ajustes feitos no plantel (reforços Filipe Pinheiro e Tiago Raimundo) tem neste jogo mais uma oportunidade para somar em casa a sua primeira vitória, e manter-se, no imediato, na luta pela manutenção. Já o Galitos pode somar o seu terceiro triunfo consecutivo fora de portas, um desempenho que explica o porquê de a equipa do Barreiro já estar envolvida na luta pelo 3º lugar.
Dia 9 de Janeiro
15 horas – Vitória SC x FC Porto
Os vimaranenses esta época não se têm mostrado tão intransponíveis quando a jogar em casa, mas o triunfo alcançado na última jornada, a necessidade de somar êxitos para continuarem a subir na tabela classificativa e o facto de defrontarem a equipa do momento, podem empurrar os comandados de Fernando Sá para o sucesso. Os azuis e brancos, depois do triunfo autoritário sobre os atuais campeões nacionais, estão com o moral bem alta, pelo que se lhes exige que não se deslumbrem e continuem a mostrar-se competentes e consistentes.
15.30 horas – SL Benfica x Basquete de Barcelos
Na ressaca de uma derrota pesada, e que custou a perda da invencibilidade, os benfiquistas certamente que querem esquecer o mau jogo realizado no Dragão Caixa. Pela frente estará um adversário que tem dado sinais da sua evolução coletiva, bem patente no atual registo de vitórias. Fica a curiosidade em acompanhar qual será a reação dos encarnados a esta situação até agora não experimentada na prova. A tranquilidade que a equipa barcelense poderá ter será um trunfo a explorar, aliado a uma posição de quem não tem nada a perder.
16.00 horas – CAB Madeira x SC Lusitânia
Seguramente um dos jogos mais imprevisíveis da ronda. Os madeirenses aproveitaram a pausa competitiva para reajustar o seu plantel, trabalhando no sentido de melhorar o seu desempenho, um caminho vivido pelos açorianos há algum tempo atrás. O conjunto açoriano tem, em teoria, a vantagem de ter a equipa mais consolidada; veremos se as alterações no clube madeirense poderão ter um efeito imediato. No jogo da 1ª volta o CAB venceu na ilha Terceira, um dado importante a ter para um eventual confronto direto entre estes dois conjuntos.
16.00 horas – Ovarense Dolce Vita x UD Oliveirense
Apesar das derrotas averbadas na última ronda, as duas equipas vinham dando indicações de que estavam a atravessar um bom momento. A rivalidade entre os dois clubes torna estes jogos sempre especiais, embora aqui o factor casa possa atribuir favoritismo à formação de Ovar. Até porque no último jogo disputado perante os seus adeptos conseguiram um convincente triunfo diante dos dragões. A Oliveirense já provou que consegue ser competitiva em qualquer pavilhão, pelo que o resultado dependerá muito da inspiração individual e coletiva dos dois conjuntos.
Sorteio ditou trajeto até à final
As 8 primeiras classificadas na primeira volta da Liga Feminina de Basquetebol já conhecem os adversários e o trajeto que terão de fazer para conquistar mais um troféu em disputa.
O primeiro destaque vai para o jogo que colocará frente a frente o atual campeão nacional e o segundo classificado, num duelo insular entre o União Sportiva e o CAB Madeira. O vencedor desta partida encontrará nas meias finais CD Torres Novas ou Boa Viagem
A Quinta dos Lombos terá pela frente o SL Benfica, um adversário que aos poucos vai conquistando o seu lugar na competição feminina. O GDESSA, que terminou invicto a 1ª volta, vai medir forças com o Lousada, uma das equipas sensação da edição deste ano da Liga Feminina.
Jogos dos quartos-de-final:
Jogo 1: SL Benfica X Quinta dos Lombos
Jogo 2: GDESSA X Lousada
Jogo 3: CD Torres Novas X Boa Viagem
Jogo 4: União Sportiva X CAB Madeira
Para as Meias-Finais os jogos serão:
Jogo 5: Vencedor Jogo 1 X Vencedor Jogo 2
Jogo 6: Vencedor Jogo 3 X Vencedor Jogo 4
A final da Taça será disputada pelo Vencedor do Jogo 5 com o
Vencedor do Jogo 6.
A Federação deseja boa sorte a todas as equipas!
União Sportiva volta à Europa
O próximo adversário é bem conhecido das campeãs nacionais, já que voltam a defrontar o Union Feminine Angers Basket 49. Neste momento o registo é de uma vitória caseira para cada lado, se bem que a formação insular tenha estado muito próxima de repetir o triunfo em França. Só no prolongamento foi derrotada, isto depois de não ter sido capaz de segurar uma vantagem pontual larga construída durante a 1ª parte. A 1ª mão esta eliminatória está agendada para esta 5ª feira, em Angers, com o inicio do jogo marcado para as 20.30 horas locais.
Analisando estatisticamente as duas equipas elas equivalem-se em muitos capítulos do jogo, embora revelem algumas diferenças no estilo de jogo que privilegiam. A equipa francesa procura um pouco mais a linha de três pontos como solução ofensiva, embora sejam as açorianas que têm neste momento uma maior eficácia (39.2% e 34.5). O oposto sucede nos tiros de curta e média distância, mais procurados pelo União Sportiva se bem que sejam as francesas a revelar uma eficiência superior (49.6% vs 48.5%).
Apesar de terem um registo idêntico, o controlo da posse de bola será certamente decisivo para o jogo, uma área do jogo em que o União Sportiva esteve melhor no jogo dos Açores e acabou por fazer a diferença no desfecho final. Conseguir marcar bem os ritmos de jogo, e procurar sempre boas situações de lançamento, sem nunca apressar as decisões atacantes.
A luta das tabelas, neste momento ligeiramente favorável às insulares (38.8 vs 36.2), e que se explica num melhor desempenho na tabela ofensiva (12.2 vs 9.7), é uma área do jogo em que a equipa liderada por Ricardo Botelho está obrigada a continuar a ser muito forte. Isto porque lhe permite jogar em contra-ataque ou transições rápidas, e o Sportiva já nos habituou a ser brilhante nessas fases do jogo, ou então garante segundos lançamentos, normalmente traduzidos em cestos fáceis ou faltas conquistadas.
A aleta Sofija Aleksandravicius, com 12.2 pontos, 7.8 ressaltos e 2.8 assistências de média, é a atleta que mais se destaca individualmente, se bem que a equipa francesa distribuiu a marcação de pontos por várias atletas. O que revela que várias atletas têm capacidade para fazer pontos, não dependem em exclusivo de uma ou duas referencias ofensivas, e as ameaças atacantes podem vir de várias posições e atletas.
As francesas são uma equipa agressiva quando no ataque, colocam problemas às defesas adversárias, já que em média provocam 17.2 faltas, quase mais seis do que o conseguido pelo União Sportiva (11.5). Sendo uma equipa com jogadoras altas, não surpreende que consigam ter capacidade de intimidação nas áreas próximas do cesto, 4 desarmes em média por jogo, um problema que as açorianas terão de contornar, sendo que não é uma novidade para a equipa nesta fase da competição.
«Há sempre aspetos a melhorar»
Mas não se esperam facilidades…
Nos 11 jogos até agora realizados, o Guifões SC tem um registo de 5 vitórias e 6 derrotas. Paulo Sereno tem consciência que a equipa não tem revelado a consistência desejável, fruto da imaturidade própria da juventude e pouca competição a este nível. “Temos vindo a fazer uma boa época, com os seus altos e baixos. No entanto, é normal visto que somos uma equipa muito jovem, com falta de experiência nestas competições. Reconheço que poderíamos ter feito melhor em certos jogos, mas existem sempre aspetos a melhorar.”
A vitória conseguida na última jornada frente ao Vasco da Gama interrompeu um ciclo de negativo de três jogos sem vencer. O facto de ter sido alcançada fora, e diante de um adversário direto na tabela classificativa, “teve uma importância acrescida”, até porque o Guifões conseguiu “voltar ao jogo após um mau começo e manter a concentração até ao fim.”
Na próxima ronda a formação de Guifões defronta o Casino Ginásio, em mais um jogo que poderá interferir na luta por um lugar nos primeiros quatro classificados desta 1ª fase de grupos. “Todos os jogos nesta altura são muito importantes para a passagem à próxima fase.”
Na opinião do jogador, a atual classificação do Ginásio não traduz o real valor da equipa. “Obviamente que não traduz o seu potencial. A equipa do Ginásio é bastante experiente, no entanto, atravessa uma fase menos boa. Como tal, sabe aproveitar bem os pontos fracos dos seus adversários para tirar partido do mesmo. É ainda de salientar, a preocupação que têm em rodar a bola pelos postes, para conseguirem desequilíbrios e criar boas oportunidades de lançamento.”
Borovnjak eleito MVP
Entre os portugueses, João Guerreiro, do Vitória SC, foi quem mais se descatou.
MVP Global: Sasa Borovnjak, SC Lusitânia – 39.5 de valorização
Os açorianos não iniciaram o ano com uma vitória, mas Sasa protagonizou mais uma bela exibição, conquistando uma vez mais a distinção de jogador mais valioso da jornada. No desaire frente ao Galitos-Barreiro, este sérvio mostrou-se preponderante em quase todos os momentos do jogo, não só pelos pontos que conseguiu (29), como também pelo desempenho na luta das tabelas, onde registou a bela marca de 15 ressaltos, dos quais 8 foram na tabela ofensiva. Somou ainda 2 assistências e 2 desarmes de lançamento, números que comprovam o jogo completo que realizou.
MVP Nacional: João Guerreiro, Vitória SC – 37 de valorização
Não poderia ter corrido melhor o regresso à competição para Guerreiro, já que à sua fantástica prestação juntou-se um importante triunfo para equipa de Guimarães. O atleta português foi decisivo no trunfo alcançado na Maia, sobretudo pela forma acertada como lançou ao cesto, particularmente durante os primeiros 2o minutos do jogo. Acabou por marcar 29 pontos, 8/10 de 2 pontos, esteve perfeito da linha de três pontos (3), bem como da linha de lance-livre (4), a que somou 7 ressaltos e 3 assistências, cotando-se como a principal referência ofensiva da equipa neste encontro.
Posição 1: Tiago Pinto, Eléctrico FC – 26 de valorização
Está a confirmar na Liga o valor que lhe era reconhecido quando a equipa competia na Proliga, revelando-se, apesar de ocupar a posição de 1º base, como uma das principais referências atacantes do conjunto de Ponte de Sor. Não é novidade que é um base marcador de pontos, algo que ficou novamente comprovado na importante vitória alcançada em Oliveira de Azeméis. Tiago terminou o jogo com 26 pontos, e esteve com a mão quente da linha de 3 pontos, já que apenas falhou um triplo dos seis que tentou. Conseguiu ainda 3 assistências e 2 roubos de bola contribuindo decisivamente para mais um sucesso na luta pela manutenção.
Posição 2: Andrew Ferry, Basquete Barcelos – 27 de valorização
Este norte-americano voltou a mostrar que tem facilidade em atirar ao cesto e em somar pontos. Num jogo atribulado em que existiu a necessidade de trocar de pavilhão, Ferry com os seus 25 pontos, 3 ressaltos e 3 assistências, ajudou os minhotos a continuar a revelar-se uma equipa forte a jogar em casa, bem como a ter um registo positivo de vitórias na prova.
Posição 3: Rui Coelho, UD Oliveirense – 25 de valorização
A equipa de Oliveira de Azeméis foi surpreendida em casa, onde se revelava quase intransponível antes desta jornada. O extremo Rui Coelho bem se esforçou para que o resultado tivesse sido diferente, mas 22 pontos, 3 ressaltos, 2 roubos de bola, 1 assistência e 1 desarme de lançamento não foram suficientes para que a equipa superasse o conjunto de Ponte de Sor.
Posição 4: João Guerreiro, Vitória SC – 37 de valorização
É o MVP Nacional da 14ª jornada da LPB.
Posição 5: Sasa Borovnjak, SC Lusitânia – 39.5 de valorização
É jogador mais valioso da última jornada da Liga Portuguesa de Basquetebol
Seleções ABP preparam-se para o “futuro”
O estágio de Natal ’15 contou com a presença de 135 jovens atletas, distribuídos/as pelas 5 seleções.
No que diz respeito aos grupos SUB 14 e SUB 16 masculinos e femininos, esta foi a 1ª época em que foi possível realizar 2 treinos de observação, procurando definir um grupo mais restrito de atletas rentabilizando melhor a preparação conceptualizada para este período de natal.
A Associação procurará realizar mais alguns treinos intermédios até ao Carnaval e posteriormente entre o Carnaval e a Páscoa, de modo a poder melhorar a preparação e ao mesmo tempo esclarecer as dúvidas existentes relativamente à indicação do lote final de 12 jovens que nos representarão na FESTA do BASQUETEBOL JUVENIL – Albufeira’16.
No caso do grupo SUB 12, foi realizada a observação inicial que possibilitou a presença de 67 atletas indicados/as pelos seus próprios clubes. Esta Seleção voltará a estagiar na Páscoa.
Como procura sempre fazer, foram realizados também alguns jogos de preparação que contaram com o prestimoso contributo de alguns dos nossos clubes filiados: AC Alfenense; CDJ Régio; CPN; Club 5 Basket; Guifões SC; UAA Aroso; Também os juízes se associaram a esta etapa de preparação das seleções ABP e deram o seu contributo ao estarem presentes e arbitrarem os jogos de preparação (Alessandro Santos; Fernando Oliveira; Filipe Major; Henrique Correia; João Rocha; Mariana Martins; Pedro Azevedo). A todos eles (clubes e juízes) o nosso agradecimento.
Por último, mas seguramente muito importante, destaca-se a participação da Seleção ABP Sub 14 feminina no prestigiado Torneio Internacional de Pedrajas, no qual teve oportunidade de competir com algumas das melhores seleções autonómicas de Espanha, experiência decisiva para a evolução individual e colectiva das atletas presentes. Uma referência final para a participação também ela muito positiva do nosso árbitro Pedro Azevedo, neste torneio.
Portugueses lá fora
E houve bons desempenhos entre os portugueses este fim-de-semana, conforme pode constatar nesta notícia.
Betinho entrou no novo ano de forma aziaga. O Andorra perdeu por um apenas ponto, após prolongamento, na visita ao pavilhão do Obradoiro (104-103) e caiu para a 6ª posição na Liga ACB de Espanha. O português foi titular neste encontro da 13ª jornada e em 37 minutos somou 13 pontos, 4 ressaltos, 4 assistências e 1 desarme de lançamento.
A Liga ACB foi das poucas na Europa com jogos este fim-de-semana, pois a generalidade dos campeonatos só voltam das férias natalícias a 9 e 10 de janeiro.
Nos Estados Unidos não houve tempo para descansar e os portugueses que por lá jogam também não pararam. A Universidade de South Florida, onde alinha Laura Ferreira, perdeu na quarta-feira frente a Mississipi, por 68-58, com a portuguesa, titular, a protagonizar uma bela exibição: 19 pontos, 5 ressaltos, 1 assistência e 2 roubos de bola. No sábado, a equipa derrotou East Carolina, por 61-59, e Laura, que voltou a alinhar de início, ajudou com 8 pontos, 7 ressaltos, 2 assistências e 1 desarme de lançamento, em 39 minutos.
A Universidade de Washington State, por sua vez, perdeu o “derby” com Washington, por 79-64, na quinta-feira, uma partida onde Maria Kostourkova, em 19 minutos de utilização, terminou com 6 pontos e 6 ressaltos. No sábado a equipa voltou a ceder, agora com Utah, por 73-71. Maria somou 1 ponto e 4 ressaltos, em 12 minutos.
Já Old Dominion teve sortes distintas. No último jogo de 2015, frente a William & Mary, a equipa perdeu, por 75-64, com Carolina Bernardeco, em 20 minutos, a somar 2 pontos, 2 assistências e 1 roubo de bola. No primeiro encontro de 2016, domingo, ganhou a Charlotte, por 71-59, com Carolina a registar 7 pontos, 2 ressaltos e 3 assistências, em 29 minutos. Foi titular em ambas as partidas.
Em Colgate a semana foi de festa. A universidade onde alinha Francisco Amiel venceu as duas partidas que realizou esta semana. Quarta-feira a equipa bateu Lafayette, por 77-70, com o português, em 12 minutos, a registar 1 ressalto e 1 roubo de bola; sábado, frente a American, triunfou por 56-37. Amiel ajudou com 1 desarme de lançamento, em 7 minutos.
Igual sorte teve a Marian University de Jéssica Almeida e Joana Soeiro, que ajudaram a equipa a vencer os dois encontros realizados esta semana, tendo sido em ambas titulares. Na quarta-feira bateu Holly Cross College, por 91-49, com Jéssica a ajudar com 4 pontos, 1 ressalto, 3 assistências e 2 roubos de bola, e Joana a contribuir com 2 pontos, 3 ressaltos, 6 assistências e 1 roubo de bola, em 18; no sábado superou St. Francis, por 82-62, com bons desempenhos das portuguesas: Jéssica esteve inspirada, marcando 19 pontos, aos quais juntou 2 ressaltos, 1 assistência e 2 roubos de bola, em 30 minutos; Joana terminou com 5 pontos, 6 ressaltos, 6 assistências, 2 roubos de bola e 1 desarme de lançamento.
Daniel Relvão continua lesionado e não integrou a equipa de George Mason que perdeu diante de VCU, por 71-41.
A Universidade de Georgia Tech também não foi feliz. Na quarta-feira perdeu com Notre Dame, por 85-76, uma partida onde Chelsea Guimarães, com 4 pontos, 3 ressaltos, 1 assistência e 1 desarme de lançamento, em 20 minutos, não conseguiu evitar o desaire; no domingo cedeu diante de Louisville, por 78-65. Chelsea jogou 2 minutos.
Simone Costa, por sua vez, ajudou o Independence Comunity College com 16 pontos, 3 ressaltos e 2 assistências no triunfo sobre Seward County, por 76-73, após prolongamento.
Óscar Pedroso também realizou apenas um jogo esta semana e contribuiu com 3 pontos, 1 assistência e 2 roubos de bola para a vitória de Cheminade diante de Viterbo, por 74-42, na última quinta-feira.
No liceu, Pedro Costa obteve dois bons desempenhos nos dois triunfos de Furtah Prep. Primeiro, quarta-feira, diante de Westfield Academy, por 83-67, com 19 pontos, 3 ressaltos, 5 assistências e 1 roubo de bola, em 23 minutos; depois, no dia seguinte, frente a Windsor Academy, por 80-67, com 9 pontos, 7 ressaltos, 6 assistências, 1 roubo de bola e 1 desarme de lançamento, em 24 minutos.
Mountain Mission, o liceu onde joga Diogo Brito, derrotou no sábado Carlisle, por 74-51; na sexta-feira perdeu com Elev8, por 76-71, e na quarta-feira bateu Northern, por 69-64, uma partida onde o português ajudou com 3 pontos, 3 ressaltos e 2 assistências. Este é o único dos três encontros em que a estatística estava disponível.
FC Porto vence clássico
A vitória portista, por 81-62, traduz o melhor desempenho defensivo dos azuis e brancos, a forçarem os encarnados a cometerem muitos turnovers, para depois somarem pontos fáceis em situações de superioridade numérica. Os primeiros minutos do derradeiro quarto foram determinantes para o desnível registado no resultado final, se bem que o FC Porto se tenha mostrado sempre superior, acabando por matar o jogo no momento certo.
Entrou melhor no jogo a equipa do FC Porto, a mostrar-se mais agressiva nas tarefas defensivas, e no ataque a beneficiar da pontaria de Pedro Bastos, que com dois triplos nos primeiros minutos colocou os dragões na frente do marcador por 8-2. Os encarnados não se mostravam particularmente inspirados nos tiros de longa distância e Ivica Radic era a solução atacante mais fiável, embora se mostrasse mais efetivo nas áreas próximas do cesto. Os benfiquistas não cuidaram bem da posse de bola, 7 turnovers no período, situação bem aproveitada pelos azuis e brancos para somarem pontos fáceis dos erros do seu adversário (11 pontos), que assim terminaram na frente os primeiros 10 minutos (18-12).
No 2º quarto, a equipa do Benfica beneficiou, e muito, da entrada de Fred Gentry, não apenas pelos pontos que somou (11), mas também pela presença na luta das tabelas (20 vs 13), sobretudo na ofensiva. Wilson, com um triplo, os seus primeiros pontos do encontro, reduzia a diferença para 1 a meio do quarto (24-25), mas o FC Porto nos instantes finais do 1º tempo, um pouco à imagem do que sucedeu durante toda a 1ª parte, tirou partido do facto de ter aumentado o ritmo o jogo. Os dragões fugiram um pouco no resultado (35-30), beneficiando do facto de terem apenas perdido 4 bolas sem lançamento e dos 19 pontos vindos do banco, resultantes da habitual rotação de jogadores promovida pelo técnico Moncho López.
O recomeço da etapa complementar voltou a mostrar um FC Porto mais intenso e empenhado nas tarefas defensivas, a equilibrar a luta das tabelas (34 vs 32 ressaltos), obrigando os jogadores do Benfica a cometer erros no ataque. Os azuis e brancos voltaram a mostrar-se muito eficientes a capitalizar em pontos os turnovers do adversário, atingindo a marca dos dez pontos de diferença a meio do período (46-36). Carlos Lisboa promoveu algumas alterações na equipa, que resultaram com pontos, aposta numa equipa mais baixa e móvel, e o Benfica melhorou de rendimento, reduzindo para três a diferença (46-49). E seria essa a diferença com que se chegaria ao final do 3º período (54-51), com o FC Porto a ceder no comando do encontro.
Os dragões recuperaram a sua intensidade defensiva no início do 4º período, voltaram a forçar o Benfica a cometer perdas de bola no ataque, somaram mais pontos em situações de contra-ataque e, com um parcial de 16-0, dispararam no resultado (70-51). O Benfica esteve mais de cinco minutos sem somar qualquer ponto, mérito na forma como o FC Porto parou e condicionou as movimentações ofensivas encarnadas, embora da parte dos comandados de Carlos Lisboa a disciplina, rigor e agressividade ofensiva apresentada pudesse ter sido bem melhor. Até final, a superioridade do FC Porto não mais foi questionada, acabando por ser um final de jogo tranquilo para a formação da casa.
O jovem Pedro Bastos acabou por ser o melhor marcador do FC Porto com 18 pontos, seguido depois de Miguel Queiroz (15 pontos, 4 ressaltos e 3 roubos de bola) que revelou uma grande eficácia a lançar ao cesto. Arnett Hallman, autor de 10 pontos e 5 ressaltos, acabou por ser mais uma preciosa ajuda que saltou do banco.
Apesar do seu desaparecimento no 2º tempo, Ivica Radic foi o jogador do Benfica que mais pontos somou (15 pontos e 5 ressaltos), seguido de perto por Carlos Andrade (13 pontos e 5 ressaltos) e Fred Gentry (13 pontos e 4 ressaltos).
BC Barcelos mandou em casa
A formação da casa voltou a mostrar que é uma equipa difícil de bater no seu recinto, tendo-se mostrado mais forte nos momentos finais do encontro. O conjunto barcelense passa a contar com um registo positivo de vitórias (7V e 6D) e igualou Ovarense e Oliveirense no 3º lugar da tabela classificativa.
O jogo começou com as duas equipas a procurarem de forma distinta o seu sucesso ofensivo, com os barcelenses a utilizarem o tiro exterior como solução atacante. Já a Ovarense procurava explorar o seu jogo interior. Os cinco triplos convertidos pela equipa da casa durante o 1º período colocavam-na na frente no final do quarto (21-16).
Mas os vareiros mostraram-se mais fortes durante o 2º período (29 pontos marcados) e, a 2.30 minutos do intervalo, atingiram a vantagem máxima do encontro (41-27).
O recomeço da etapa complementar trouxe um Barcelos mais comprometido com as suas tarefas defensivas, condicionou o ataque da Ovarense a sete pontos apenas durante o 3º período e, com seis minutos jogados neste quarto, regressava ao comando do jogo (48-47).
O mesmo resultado que se registava a 4.30 minutos do final, assim como, e depois de algumas alternâncias no comando do jogo, a 1.18 minutos do termo da partida. Quatro pontos consecutivos permitiram ao Barcelos respirar um pouco mais de alivio, aproveitando o facto de a Ovarense ter falhado um triplo e ter cometido um comprometedor turnover.
O norte-americano Andrew Ferry (25 pontos, 3 ressaltos e 3 ressaltos) liderou muito bem a equipa no ataque ao cesto, bem liderada por Nuno Pedroso (15 pontos e 3 ressaltos) e com Igor Dukovic (15 pontos, 9 ressaltos e 3 roubos de bola) a ficar muito perto de um duplo-duplo.
Harris (16 pontos e 9 ressaltos) voltou a estar bem na equipa de Ovar, assim como Jaime Silva (11 pontos e 8 ressaltos) e Raven Barber que somou mais um duplo-duplo (13 pontos e 10 ressaltos).
Eléctrico começa bem o ano
Diante de um adversário que por uma só vez tinha perdido diante dos seus adeptos, os alentejanos somaram a sua 3ª vitória nesta fase regular, aproximando a equipa um pouco mais do grupo dos oito primeiros, mas mais importante do que isso, deixando a cuada da tabela classificativa.
Depois de um parcial de 11-0, o Eléctrico FC chegou à vantagem máxima do jogo (30-18), uma vantagem pontual que se esfumou em poucos minutos, com o marcador a registar um empate a 34 pontos. Daí até final, o jogo foi extremamente equilibrado, ainda que tenham sido os forasteiros a dispor, ainda que curtas, das vantagens mais folgadas. O Eléctrico chegou a liderar por sete (60-53) no inicio do 4º período, mas, de novo, a Oliveirense a dar a volta ao resultado (75-73), a 3.40 minutos do final.
Os triplos conseguidos pelo ataque alentejano, dois consecutivos foram determinantes nesta fase decisiva do jogo, por Tiago Raimundo, uma estreia no Eléctrico, recolocavam os visitantes no comando (76-75) e davam o mote para um parcial de 6-0. À entrada do derradeiro minuto, a Oliveirense perdia por dois (77-79), mas os forasteiros não tremeram da linha de lance-livre (4 convertidos) e seguraram a liderança até final.
O base Tiago Pinto esteve com a mão quente (5/6 de 3 pts), e mostrou que é um base marcador de pontos (26). O norte-americano Jonathan Morse (15 pontos e 10 ressaltos) somou mais um duplo-duplo e mostrou que pode continuar a ajudar a equipa. O mesmo se poderá dizer do novo reforço, recrutado ao Terceira Basket da Proliga, Tiago Raimundo, autor de 14 pontos e 5 ressaltos.
Nem o facto de ter contado com o melhor marcador do jogo, Rui Coelho autor de 22 pontos e 5 ressaltos, garantiu a vitória à equipa da Oliveirense. James Ellisor (15 pontos e 8 ressaltos) e João Abreu (14 pontos) estiveram em bom plano no jogo exterior.
Vitória triunfa na Maia
O Vitória SC voltou a ser feliz a jogar fora de casa, a terceira nesta fase regular, ao bater o Maia Basket por 86-73. A fantástica eficácia revelada pelos vimaranenses durante a 1ª parte no capítulo do lançamento permitiu-lhes construir uma vantagem pontual que depois foram capazes de gerir no 2º tempo.
Os primeiros vinte minutos ficaram marcados pela excelência do Vitória no capitulo do lançamento. Os 77.8% com que terminaram a 1ª parte, 4/7 da linha de 3 pontos (57.1%), explicam os 50 pontos conseguidos pelos vimaranenses e o sucesso ofensivo da equipa.
Os maiatos mostravam-se a bom nível nas ações ofensivas, 39 pontos marcados, já na defesa sentiam problemas em condicionar e contestar os tiros do adversário. João Guerreiro era o principal problema, já que durante o 1º tempo converteu 22 pontos sem ter falhado qualquer lançamento, incluindo 2 triplos, dos nove que tentou. Balseiro, autor de 14 pontos, mostrava-se igualmente com a mão quente, já apenas não acertou um dos seus sete tiros.
A equipa da casa, tendo em conta a inspiração atacante do Vitória, teve o mérito de conseguir entrar no 2º tempo com o jogo perfeitamente em aberto (39-50). Os primeiros 10 minutos da etapa complementar foram mais parcos em pontos, com o Maia Basket a conseguir reduzir a produtividade ofensiva dos vimaranenses, e cortar um pouco mais a diferença pontual até final do 3º período (54-63).
Apesar de na etapa complementar os maiatos não terem sofrido pontos fáceis de situações de contra-ataque, conseguirem equilibrar os cestos convertidos no pintado, e baixarem as percentagens de lançamento do conjunto de Guimarães, nunca foram capazes de colocar em perigo a liderança no jogo do Vitória. Chegaram a estar a seis de diferença (57-63), mas rapidamente os forasteiros chegaram à vantagem máxima do encontro (77-62), quando faltavam pouco mais de 4 minutos para o final do jogo.
O Vitória controlou muito bem a posse de bola (8 turnovers), sem conseguir repetir a excelência do 1º tempo, esteve bem na área do lançamento (55%), sendo que converteu 10 triplos (47.6%). João Guerreiro terminou o jogo com 29 pontos, 7 ressaltos e 3 assistências, já Balseiro somou 19 pontos, 3 ressaltos e 2 assistências. Destaque ainda para o duplo-duplo de Marcel Momplaisir (11 pontos e 11 ressaltos).
A formação da Maia conseguiu 26 idas para a linha de lance-livre, das quais converteu 20 (76.9%), conseguiu mais pontos de segundos lançamentos (23 vs 14) mas esteve menos eficaz no lançamento. Nuno Marçal registou mais um duplo-duplo (13 pontos e 10 ressaltos), Pedro Tavares, autor de 16 pontos, foi o melhor marcador do Maia Basket, mais um do que Latham Lexter (15 pontos e 6 ressaltos).
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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Legenda
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Miguel Maria
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