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Vitória triunfa na Maia

O Vitória SC voltou a ser feliz a jogar fora de casa, a terceira nesta fase regular, ao bater o Maia Basket por 86-73. A fantástica eficácia revelada pelos vimaranenses durante a 1ª parte no capítulo do lançamento permitiu-lhes construir uma vantagem pontual que depois foram capazes de gerir no 2º tempo.

 

Os primeiros vinte minutos ficaram marcados pela excelência do Vitória no capitulo do lançamento. Os 77.8% com que terminaram a 1ª parte, 4/7 da linha de 3 pontos (57.1%), explicam os 50 pontos conseguidos pelos vimaranenses e o sucesso ofensivo da equipa.

 

Os maiatos mostravam-se a bom nível nas ações ofensivas, 39 pontos marcados, já na defesa sentiam problemas em condicionar e contestar os tiros do adversário. João Guerreiro era o principal problema, já que durante o 1º tempo converteu 22 pontos sem ter falhado qualquer lançamento, incluindo 2 triplos, dos nove que tentou. Balseiro, autor de 14 pontos, mostrava-se igualmente com a mão quente, já apenas não acertou um dos seus sete tiros.

 

A equipa da casa, tendo em conta a inspiração atacante do Vitória, teve o mérito de conseguir entrar no 2º tempo com o jogo perfeitamente em aberto (39-50). Os primeiros 10 minutos da etapa complementar foram mais parcos em pontos, com o Maia Basket a conseguir reduzir a produtividade ofensiva dos vimaranenses, e cortar um pouco mais a diferença pontual até final do 3º período (54-63).

 

Apesar de na etapa complementar os maiatos não terem sofrido pontos fáceis de situações de contra-ataque, conseguirem equilibrar os cestos convertidos no pintado, e baixarem as percentagens de lançamento do conjunto de Guimarães, nunca foram capazes de colocar em perigo a liderança no jogo do Vitória. Chegaram a estar a seis de diferença (57-63), mas rapidamente os forasteiros chegaram à vantagem máxima do encontro (77-62), quando faltavam pouco mais de 4 minutos para o final do jogo.

 

O Vitória controlou muito bem a posse de bola (8 turnovers), sem conseguir repetir a excelência do 1º tempo, esteve bem na área do lançamento (55%), sendo que converteu 10 triplos (47.6%). João Guerreiro terminou o jogo com 29 pontos, 7 ressaltos e 3 assistências, já Balseiro somou 19 pontos, 3 ressaltos e 2 assistências. Destaque ainda para o duplo-duplo de Marcel Momplaisir (11 pontos e 11 ressaltos).

 

A formação da Maia conseguiu 26 idas para a linha de lance-livre, das quais converteu 20 (76.9%), conseguiu mais pontos de segundos lançamentos (23 vs 14) mas esteve menos eficaz no lançamento. Nuno Marçal registou mais um duplo-duplo (13 pontos e 10 ressaltos), Pedro Tavares, autor de 16 pontos, foi o melhor marcador do Maia Basket, mais um do que Latham Lexter (15 pontos e 6 ressaltos).


Entrada com o pé direito

Os comandados de André Martins entraram no novo ano com o pé direito, bem como com a mão quente da linha de três pontos. O bom desempenho ofensivo da equipa da margem sul do Tejo durante os primeiros 20 minutos do encontro permitiu-lhe construir uma vantagem pontual que depois geriu, sem grandes sobressaltos, durante a etapa complementar.

 

Se no final do 1º período os visitantes já venciam por nove pontos de diferença (21-12), o acerto ofensivo do Galitos intensificou-se até ao intervalo, altura em que o marcador já registava 46-25 favorável à equipa visitante.

 

Os forasteiros mostraram-se muito eficazes da linha dos 6.75 metros, já que converteram 13 das 20 tentativas ao longo de todo o encontro (65%). Se a isto somarmos os 25 pontos somados de contra-ataque, e os 19 pontos convertidos após turnovers cometidos pelo adversário, estão encontradas as principais razões para mais um sucesso nesta fase regular do Galitos.

 

A formação açoriana dominou por completo a luta das tabelas (40-24), conquistou 18 ressaltos ofensivos, pelo que não surpreende que tenha estado melhor no capitulo dos segundos lançamentos (16 pontos). No jogo interior foi igualmente superior, 54 vs 28 pontos no pintado, só se deu muito mal a lançar de longa distância (1/11 – 9%).

 

O extremo Henrique Piedade, autor de 19 pontos e 3 ressaltos, foi  melhor marcador do Galitos, e o mais recente reforço do conjunto do Barreiro, o norte americano Darren Townes (16 pontos e 4 ressaltos), voltou a mostrar que é uma aposta segura, bem como revelou grande eficácia no tiro (8/11 – 72.7%).

 

Sasa Borovnjak (29 pontos e 15 ressaltos) continua a registar duplos-duplos e grandes exibições ao serviço do Lusitânia, mas desta vez, nem mesmo com a ajuda de Devont Chance (13 pontos, 5 assistências e 2 ressaltos), consegui conduzir a equipa à vitória.


Balanço muito positivo

Apesar de se tratar de um estágio de observação, pretendeu-se com esta concentração elevar o conjunto de dificuldades competitivas com que este grupo de jovens deve começar por ser confrontado.

 

Como se esperava, o Sampaense Basket dominou o jogo desde o início, obrigando a equipa portuguesa a jogar a um ritmo e com uma velocidade de execução, que de momento não lhe é ainda possível. O resultado foi de 96-54, ficando a nota de um treino de grande nível de exigência para os jovens, mas também de um empenhamento muito elevado que todos os 16 jogadores convocados, colocaram no tempo que estiveram em jogo.

 

O estágio terminou assim de uma forma muito positiva, permitindo a observação de todos os jogadores em circunstâncias de grande exigência competitiva. Uma palavra para os dirigentes e técnicos do Sampaense pela disponibilidade que manifestaram em receber e proporcionar um treino extremamente importante nesta data que já convidava a final de ano.

 

O balanço desta ação é muito positivo. A observação dos jogadores foi efetuada em diferentes circunstâncias do treino e diferentes ambientes competitivos. Os 16 jogadores participaram no trabalho com um nível de empenhamento muito elevado, deixando a ideia de que com continuidade a sua evolução trará contributos ao basquetebol português. Assim se espera.

 

Terminada a 1ª acção aguarda-se já a 2ª, que decorrerá pela altura das férias escolares da Páscoa, numa caminhada que se começa a desenhar da preparação da Seleção Nacional de Sub-16 para a presente época desportiva. Relembra-se que esta Seleção disputará a divisão B do Campeonato da Europa em Sófia, precisamente no mesmo local onde no ano passado esta mesma competição se realizou.


Duelo de titãs

Separados por duas vitórias, os portistas têm neste jogo uma das últimas oportunidades para manterem vivas as suas aspirações de terminarem no comando esta 1ª fase da competição. Será uma boa altura para avaliar a evolução da equipa portista, e perceber se reúne mais condições para contrariar a hegemonia exibida, até ao momento, pelo atual campeão nacional. O jogo da 1ª volta foi extremamente equilibrado, com domínio repartido, acabando por ser o Benfica a mostrar-se mais forte e consistente nos momentos de decisões.

 

Analisando aquilo que foi o último embate entre estas duas equipas, o FC Porto mostrou-se competitivo no Pavilhão Fidelidade, sendo este mais um teste ao atual nível a que se encontra a equipa azul e branca. Depois do jogo mal conseguido em Ovar, certamente que este clássico  será uma excelente oportunidade para os dragões provarem que aquela exibição foi um acidente de percurso.

 

Os comandados de Carlos Lisboa deslocam-se ao Porto numa situação bastante mais confortável, até porque, independentemente do resultado do jogo, será sempre o líder isolado da competição. O Benfica continua a revelar-se competente, dá sinais de manter a sua sede por títulos, pelo que estão reunidas todas as condições para um jogo de emoções fortes.

 

Os encarnados têm o melhor ataque da prova (78.2 pontos de média), em parte explicado pelas suas boas percentagens de lançamento. Os benfiquistas lideram o ranking de lançamentos de 2 pontos (55%), e são a 2ª equipa a lançar da linha de 3 pontos (36%). Embora os portistas não sejam tão eficazes a atirar ao cesto, a diferença de pontos marcados não é assim tão relevante (76 pontos).

 

No entanto, o comportamento dos azuis e brancos da linha de 3 pontos é bastante inferior, já que são a equipa que mais triplos tentou (310), e a que tem a percentagem mais baixa da Liga (28%). Um capítulo do jogo que acabou por ser decisivo nos desfecho do encontro disputado na 1ª volta.

 

Curiosamente as duas equipas conquistam em média o mesmo número de ressaltos (40.2), embora os benfiquistas sejam mais dominadores na tabela defensiva (29.2 vs 25), e os dragões no ressalto ofensivo (15.2 vs 10.1).

 

O 10 roubos de bola conseguidos em média pelo FC Porto são naturalmente um indicador da sua agressividade defensiva, bem como beneficia o ritmo de jogo mais rápido que tanto lhe convém e procura impor durante os seus jogos. No capitulo das assistências, o Benfica leva vantagem (17.3 vs 12.5), uma área do jogo que pressupõe maior partilha da bola no ataque, e a procura das melhores situações de tiro da equipa.


Sorteio dia 13 de janeiro

 

 

 

 

 

A 2ª fase é disputada em "poule" a duas voltas, dois grupos, um de seis e outro de cinco equipas.

 

O grupo A, com as seis equipas classificadas do 1º ao 6º na 1ª fase.

 

O grupo B, com as cinco equipas classificadas do 7º ao 11º na 1ª fase.

 

Em cada grupo as equipas iniciam a 2ª fase com os pontos resultantes dos resultados dos jogos disputados na 1ª fase com as outras equipas que agora estão no mesmo grupo.

 

A classificação final desta fase, é a classificação com que se iniciarão os playoffs, em que se juntam as duas equipas classificadas em 1º e 2º no grupo B, 7º e 8º no playoff, às seis equipas do grupo A.

 

As duas classificadas em 4º e 5º no grupo B, descem à Proliga.


Segunda fase da Proliga

 

Grupo A – Sistema de disputa com 8 equipas (4 primeiros classificados de cada Zona), em "poule" a duas voltas.

As equipas iniciam a 2ª fase com os pontos resultantes dos resultados dos jogos disputados na 1ª fase com as outras equipas que agora estão no mesmo grupo.

A classificação final desta fase é a classificação com que se iniciarão os playoffs, entre os 4 melhores classificados do Grupo A, em que teremos as meias-finais (1º x 4º, 2º x 3º) e Final, sempre “à melhor” de 3 jogos.

 

Grupo B – “jogos cruzados” (Equipas do Norte x Equipas do Sul) a 2 voltas, entre os 5º, 6º, 7º e 8º classificados de ambas as Zonas, contabilizando os resultados obtidos entre eles na 1ª fase (6 jogos) e sendo as classificações finais (Norte e Sul, separadamente) obtidas no final da 2ª fase (8 jogos), tendo em conta os resultados de 14 jogos de cada equipa. 

Os dois últimos classificados em cada zona do grupo B (Norte e Sul), descem à 1ª divisão.


CAB foi a mercado

O CAB quer rapidamente reencontrar o caminho do sucesso e inverter o ciclo negativo que atravessa, e para isso conta com ambos para os dois exigentes testes, a 9 e 10 de Janeiro, em casa, diante das formações do Eléctrico de Ponte de Ponte de Sor e do Lusitânia dos Açores. Dois encontros fundamentais para a recuperação dos madeirenses na tabela classificativa.

 

No sentido de inverter os resultados negativos somados pela equipa,  três vitórias e nove derrotas, João Paulo Silva avançou para a contratação destes dois jogadores. Clube e grupo de trabalho querem regressar aos êxitos o mais rapidamente possível, e elevar a equipa para patamares mais condizentes com o seu historial.

 

Ricky Franklin, hoje com 28 anos, e 1,85 metros, conhece perfeitamente o basquetebol português, pois para além de ter jogado no CAB Madeira, também defendeu as cores de Benfica e os açorianos do Lusitânia. Estava a jogar em França, mais propriamente no Chartres Metropole. O base está de regresso ao CAB, um clube que conhece bem e onde deixou boas memórias. Na época 2013-2014 foi o melhor marcador da Liga Portuguesa, com uma média de 21,7 pontos por jogo. A juntar a este registo impressionante, Franklin também obteve médias de 7,1 assistências e 3.1 ressaltos por jogo.

 

Em declarações ao Site Oficial do CAB, João Paulo Silva, treinador dos Amigos, destacou a importância de Ricky Franklin para a dinâmica da equipa. Segundo o técnico: “O Ricky Franklin é um jogador com um grande conhecimento da Liga Portuguesa. No ano que representou o CAB, teve bons registos, nomeadamente nos pontos marcados e nas assistências. Estes aspetos, juntamente com a sua boa capacidade ao nível da liderança da equipa dentro de campo, foram motivos mais do que suficientes para avançarmos com a sua contratação.”

 

“O Ricky sempre foi um atleta que desejamos contratar desde o início da época. A contratação concretizou-se agora e penso que será uma grande vantagem para a nossa equipa. A sua inclusão na equipa vai permitir ainda rentabilizar as capacidades de outros atletas.”

 

George Blakeney também é reforço

 

O jogador, de 2,06 metros e 130 kg, atua na posição de poste e chega para ajudar a equipa nas áreas mais próximas do cesto. Recentemente, Blakeney atuou no Bahia, da Argentina, e no Regatas, do Peru, onde se sagrou campeão nacional. O CAB será a sua primeira experiência no basquetebol europeu.

 

Em declarações ao Site Oficial do CAB, João Paulo Silva comentou a chegada do jogador:

 

“Uma das áreas que a equipa estava mais carente era no jogo interior. Existia uma grande exigência ao relação aos poucos recursos disponíveis e naturalmente começávamos a sentir um certo desgaste físico. Assim, procuramos reforçar essa área com a contratação do George Blakeney.”

 

“É um jogador com movimentos fortes e que permitem atacar o cesto na zona pintada. Além disso o George é um bom ressaltador que vai permitir uma maior confiança dos nossos lançadores. Esta contratação será também interessante ao nível da rotatividade dos jogadores, garantindo eventualmente uma maior contribuição dos jogadores vindos do banco. Embora seja a primeira vez que o George joga em Portugal, estamos confiantes que terá uma boa e rápida adaptação.”


Sub-16 superam equipa sénior

Foi um bom teste, que serviu para observar melhor os atletas selecionados para este 1º estágio, tendo em vista a preparação para o Europeu do escalão, que se realiza no mês de Agosto.

 

A equipa nacional entrou bem no jogo, tendo em conta que apenas tinha realizado quatro treinos até ao encontro de hoje, mostrou-se uma equipa competitiva durante o jogo, mesmo com a rotação constante dos 16 jogadores por parte do selecionador António Paulo Ferreira, a equipa conseguiu corresponder da melhor maneira e no último período conseguiu adquirir uma vantagem que lhe permitiu vencer o jogo por dez pontos.

 

A equipa fará um segundo jogo de treino com a equipa sénior do Sampaense (dia 30 às 15h, em S. Paio de Gramaços), antes a equipa nacional treinará de manhã em Tondela, despedindo-se de um local onde foi bem acolhida. Agradecendo desde já a forma como a seleção foi recebida pela camâra municipal de Tondela, bem como à Escola profissional de Tondela. Não podendo deixar de referir o empenho e a dedicação que a Associação de Viseu mostrou na preparação do estágio, bem como durante toda a atividade.


Novo ensaio prometedor

Dois bons testes, que naturalmente serviram para consolidar aspetos táticos, como princípios básicos, que serão extremamente importantes para a exigente competição, como um Mundial da categoria.

 

Esta jovem Seleção já deu provas que não precisa de discursos de vitórias morais, pelo que se deve elogiar o comportamento das atletas portuguesas, que, com um curto período de preparação, conseguiram discutir, em casa do adversário, os dois encontros disputados frente à Espanha.

 

É verdade que Espanha esteve quase sempre na frente do marcador, mas sempre por margens curtas, nunca conseguindo mostrar-se dominadora perante a aguerrida equipa nacional.

 

A 1ª parte, muito à imagem do que tinha sucedido no dia anterior, as espanholas ganharam alguma vantagem, por vezes acima dos 10 pontos, com as portuguesas a conseguirem encostar o resultado até ao descanso. Ao intervalo, o resultado era de 38-31 favorável à seleção da casa, uma desvantagem bem mais curta, sinal da boa recuperação de Portugal e que lhe permitia estar dentro do jogo.

 

O descanso fez bem à equipa portuguesa, não lhe retirou agressividade, nem tão pouco fez esmorecer o desejo de encurtar cada vez mais distâncias. Durante 3º período a equipa portuguesa conseguiu recolar no marcador, ganhando esse quarto por 10-7, o que colocava o jogo a 4 pontos de diferença (45-41) à entrada dos derradeiros 10 minutos.

 

No 4º período, Portugal continuou muito próximo da Espanha, chegando mesmo a estar a perder por apenas 1 ponto já dentro do ultimo minuto de jogo. Mas 1 triplo das espanholas, e um comprometedor "turnover", capitalizado em mais 2 pontos fáceis em contra-ataque, acabaram por ditar a derrota do conjunto luso.

 

Destaques individuais para Ana Ramos, autora de 17 pontos (3/7 de 3pts), Mariana Silva com 13 pontos e 6 ressaltos e Maryam Chermiti que contabilizou 10 pontos e 6 ressaltos.

 

Parciais: 17-12, 21-19, 7-10 e 14-12


Clássico a abrir o ano

A ronda abre sábado nos Açores, com o Lusitânia a receber o Galitos-Barreiro, e fecha no domingo com o FC Porto-Benfica. Imperdível!

 

Dia 2 de janeiro

 

16.15 horas – SC Lusitânia x Galitos-Barreiro

A competição da LPB regressa em 2016 nos Açores, num confronto entre duas equipas separadas por uma vitória, se bem que o conjunto do Barreiro para além de estar melhor posicionada tem um jogo a menos. Este encontro encerra um ciclo de 5 jogos caseiros do Lusitânia, até ao momento 3 vitórias e apenas um desaire frente ao FC Porto, algo que foi bem aproveitado pelos açorianos para melhorar a sua posição na tabela classificativa. O Galitos está a realizar uma fase regular muito tranquila, a equipa tem-se mostrado sempre muito competitiva, e fecha na ilha Terceira um conjunto de três jogos fora de portas. Este jogo decidirá se o registo deste período será positivo (1V e 1D), onde o objetivo da equipa passará certamente por tentar começar o ano de uma forma positiva e repetir a vitória alcançada, na Madeira, na jornada que encerrou 2015.

 

Dia 3 de janeiro

 

16.00 horas – Maia Basket x Vitória SC

Frente a frente estarão duas equipas que sentem a urgência de somar vitórias que lhe garanta um lugar entre os oito primeiros no final da fase regular. A equipa maiata vai tentar repetir o resultado do ultimo jogo disputado em casa, triunfo diante da Ovarense, já o conjunto de Guimarães procurará repetir o resultado da 1ª volta, triunfo por 93-69. O Maia Basket tem se mostrado forte quando joga em casa, já os vimaranenses das quatro vitórias que somam neste momento, duas delas foram conseguidas na condição de visitante. Um jogo importante para ambos os conjuntos, até pelas implicações que poderá vir a ter num eventual confronto direto.

 

17.30 horas – Basquete Barcelos x Ovarense Dolce Vita

Depois de quatro jornadas fora de portas, o Barcelos regressa a casa, onde ainda só perdeu uma vez  (frente ao FC Porto) nos cinco jogos até agora disputados. Do lado oposto, estará uma equipa que na última jornada do ano causou sensação pela superioridade exibida no triunfo frente ao FC Porto. O facto de não estarem pressionadas pela posição que ocupam na tabela classificativa, o resultado final servirá para confirmar e reforçar o bom campeonato que ambas estão a realizar na edição deste ano da LPB.

 

18.00 horas – UD Oliveirense x Eléctrico FC

As duas vêm de derrotas na última jornada, se bem que no caso da Oliveirense esteja em causa a luta, no imediato, pelo 3º lugar. A história é bem diferente para o conjunto de Ponte de Sor, que a todo o custo tenta fugir da cauda da tabela classificativa. O jogo da 1ª volta apenas foi decidido no último quarto, pelo que será interessante acompanhar qual será o comportamento dos alentejanos num pavilhão onde só venceu uma equipa (FCP) durante esta fase regular.

 

18.30 horas – FC Porto x SL Benfica

Naturalmente que é o jogo grande da jornada, quanto mais não fosse pela rivalidade histórica que existe entre os dois clubes. Os portista vão tentar limpar a imagem deixada em Ovar, sendo que o prolongar da invencibilidade caseira lhes permitiria manter em aberto a discussão do 1º lugar no final da fase regular. Este jogo será mais um teste à invencibilidade dos atuais campeões nacionais, e caso somem a 13ª vitória consecutiva, seria um passo de gigante para que os encarnados terminassem na frente esta fase da LPB. O desafio da 1ª volta foi extremamente disputado, decidido apenas nos últimos 10 minutos, pelo que estarão reunidas todas as condições para mais uma excelente propaganda da modalidade.


2º período condiciona estreia dos Sub-20

Os portugueses não estiveram com a mão quente, nem tão pouco conseguiram ser eficazes da linha de lance-livre, pelo que não surpreende a fraca eficácia ofensiva e a baixa pontuação final.

 

Os primeiros 10 minutos foram marcados por um enorme equilíbrio, com Portugal a chegar ao final do 1º período a perder pela diferença mínima (14-15). A prestação de Portugal durante o 2º período acabou por comprometer a capacidade de Portugal manter-se na discussão pela liderança do encontro (19-29). Os turnovers (22 no total) acabaram por condicionar a eficácia ofensiva da equipa portuguesa, se bem que as percentagens de lançamento em nada contribuíram para que tal acontecesse.

 

A equipa nacional sentiu imensos problemas para concretizar os seus lançamentos nas áreas mais próximas do cesto (8/30 – 26.7%), mas revelou-se demasiado perdulária da linha de lance-livre (15/26 – 57.7%). E se a luta das tabelas acabou por ser equilibrada no número de ressaltos conquistados (41 para cada lado), o facto de ter permitido que o adversário garantisse 17 ressaltos ofensivos acabou por dar mais oportunidades para que os espanhóis somassem mais pontos.

 

Ainda assim, os comandados de João Costeira voltaram a equilibrar o jogo no recomeço da etapa complementar (44-32), e embora não tenham sido capazes de se aproximarem no resultado, a 2ª parte acabou por mostrar uma equipa lusa competitiva.

 

 

Diogo Araújo, autor de 11 pontos a que somou 4 ressaltos, acabou por ser o melhor marcador de Portugal, seguido depois por Sérgio Silva que contabilizou 9 pontos e 4 ressaltos. A dupla composta por Benvindo Mendes (5 pontos e 8 ressaltos) e João Lucas (5 pontos e 8 ressaltos) mostrou-se mais ativa na luta das tabelas.


Sub-17 batem-se muito bem frente à Espanha

No primeiro jogo, realizado esta segunda-feira, em Saragoça, a Espanha venceu por 62-50. A equipa nacional esteve melhor durante os primeiros 20 minutos, manteve o jogo fechado até meio do último quarto, mesmo sem contar com umas das suas principais referências. Esta terça-feira, disputa-se pelas 11h30 (hora de Portugal) o segundo e último encontro de preparação contra as espanholas.

 

O início do encontro foi equilibrado, ainda que com ligeiro ascendente para a seleção da casa, que vencia por 21-15 no final do 1º quarto.

 

No 2º quarto, Portugal fez um parcial de 9-0 que colocaria a partida empatada a 24 pontos, com 5.30 minutos para jogar. As portuguesas conseguiram mesmo dar a volta ao resultado, chegando ao intervalo a vencer por 2 pontos de diferença (31-29).

 

No inicio do 3º período, as espanholas voltaram a entrar melhor no jogo, alcançando uma pequena vantagem que se cifrava em 5 pontos no final deste quarto (44-39).

 

No último quarto, a toada da partida manteve-se, pois até 5 minutos do final as portuguesas ainda estavam no jogo, pois perdiam apenas por 6 pontos (50-44). Nos últimos 5 minutos, a Espanha ganhou mais alguns pontos de vantagem quando Portugal tentou, num último "forcing" virar a partida.

 

Em termos estatísticos, Portugal esteve melhor da linha de 3 pontos (30% contra 13%). A Espanha dominou completamente as tabelas (45 contra 23), não tendo sido alheia a falta que Beatriz Jordão (lesionada) fez neste primeiro momento de preparação para o Mundial de Sub-17 Feminino 2016.

 

Destaques individuais para Ana Ramos com 12 pontos e Eliana Cabral com 9 pontos e 7 faltas provocadas.

 

Parciais: 21-15, 8-16, 15-8, 18-11


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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