Artigos da Federaçãooo

Guifões repete triunfo da 1ª volta

Mas foi a equipa visitante a repetir o triunfo da 1ª volta, desta vez por 75-67,  isto depois de um domínio, quase esmagador, dos vascaínos durante os primeiros minutos do encontro. Uma boa reação do Guifões até o intervalo, e uma maior consistência nos instantes finais do encontro, permitiram ao conjunto forasteiro igualar o seu adversário (5V) na tabela classificativa.

 

O jogo começou só com um sentido, e passados 13 minutos, o Vasco da Gama vencia confortavelmente por 27-9. Os problemas ofensivos do Guifões desapareceram na parte final do 1º tempo, e ao intervalo já só perdia pela diferença mínima (33-34).

 

O 2º tempo foi muito mais equilibrado, sem que nenhum dos conjuntos tenha conseguido ganhar vantagem no marcador, e a 7 minutos do final o resultado assinalava um empate a 53 pontos. O conjunto de Guifões consegue então um parcial de 5-0, uma curta, mas importante, e bem gerida vantagem pontual que manteve até final do encontro.

 

Os forasteiros levaram ligeira vantagem na luta das tabelas (48-39), mas tiveram um desempenho extremamente positivo na tabela ofensiva ao conquistar 17 ressaltos. São muitas posses de bolas e segundos lançamentos, um aspeto do jogo que assume ainda maior importância num encontro tão equilibrado.

 

O atleta do Guifões, Pedro Meireles (20 pontos, 5 ressaltos e 5 roubos de bola) fez um jogo bastante completo, mas não foi o único a brilhar na equipa vencedora. Simonas Januskis, autor de 19 pontos e 8 ressaltos, também esteve em destaque.

 

O Vasco da Gama contou o melhor marcador do encontro, Paulo Ferreira com 21 pontos, mas nem com os contributos de João Veludo (12 pontos, 5 ressaltos e 4 assistências) e Paulo Vieira (13 pontos e 10 ressaltos) conseguiu prolongar o ciclo vitorioso da equipa.

 

Esgueira/OLI consegue importante triunfo frente ao Dragon Force

 

Depois de dois desaires consecutivos fora de portas, o Esgueira/OLI regressou a casa e aproveitou bem o factor casa para surpreender a equipa do Dragon Force (57-47). Os esgueirenses dominaram quase sempre a marcha do marcador, mas só na segunda metade do 4º período a formação de Aveiro confirmou a vitória.

 

A 4 minutos do final do jogo, as duas equipas estavam separadas por um ponto apenas (47-46), e até final o Esgueira revelou a competência e a consistência para lidar com curtas vantagens, e assim garantir uma importante vitória. Um triplo de Pedro Valente (15 pontos e 5 ressaltos), à entrada do último minuto, foi determinante para que os comandados de Paulo Silva pudessem respirar um pouco mais de alívio (52-47).

 

Sangalhos voltou a ganhar

 

O Sangalhos voltou a dar-se bem como a condição de visitante, e interrompeu, na Figueira da Foz, um ciclo negativo de resultados, ao bater o Casino Ginásio por 72-58. O domínio do jogo nos primeiros 33 minutos foi dividido entre as duas equipas, embora tenha sido mais acentuado por parte dos forasteiros durante a 1º parte.

 

A sete minutos do final estava tudo igualado (47-47), mas um parcial de 8-0 favorável à formação de Sangalhos, deu o mote para que voltasse a somar uma vitória na 1ª fase da zona norte do campeonato da Proliga.

 

Gonçalo Catarino (21 pontos, 3 ressaltos e 2 assistências) voltou a mostrar os seus dotes de marcador de pontos, mas contou com a inspiração de Pedro Seabra (17 pontos) e André Duarte (14 pontos e 8 ressaltos).

 

O poste Marco Gonçalves registou mais um duplo-duplo (14 pontos e 10 ressaltos), mas nem com o bom jogo de Joaquim Soares (17 pontos e 9 ressaltos) conseguiram repetir o resultado da jornada anterior disputada em casa.

 

Foto: Cláudio Gomes


«Conscientes das dificuldades»

As leoas sabem que não será fácil, mas, como avisa a jogadora, “é nas adversidades que se veem as equipas”.

 

Depois de uma semana bastante conturbada, o Sporting CP terá pela frente este fim-de-semana o líder invicto da fase regular da LFB, pelo que Catarina Caldeira está certa que o jogo será de levado grau de dificuldade. “O jogo de sábado será muito complicado, uma vez que o GDESSA é a única equipa que ainda não perdeu no campeonato, o que só demonstra a sua qualidade. É de esperar que os índices de confiança delas estejam elevados pelo motivo anteriormente mencionado e, como tal, acreditamos que não haverá facilitismos.”

 

O panorama ainda se tornou mais negro para a formação sportinguista após a lesão de uma das suas jogadoras mais influentes. “Estamos conscientes das dificuldades que vamos enfrentar no campo, e a ausência da nossa mais recente lesionada, Dora Duarte, irá ser certamente muito sentida.”

 

Mas para a atleta sportinguista esta é uma boa altura para a equipa se juntar e superar, pois nunca é fácil perder alguém do grupo de trabalho a meio da competição. “São nas adversidades que se veem as verdadeiras equipas e neste sentido a equipa demonstrou muita união e uma enorme capacidade de entre ajuda e compreensão para colmatar as ausências, quer de jogadoras quer de treinador.”

 

Depois da eliminação na Taça de Portugal, o clube promoveu uma troca no comando técnico da equipa, outro momento que certamente abalou a tranquilidade da equipa. O sucessor já foi encontrado, e pega numa equipa que já somou quatro triunfos no seu ano de estreia e está perfeitamente na discussão por uma presença entre as oito primeiras no final da fase regular.

 

Atleta e restantes companheiras já trabalharam com o novo técnico, e só espera que, em conjunto, continuem a evoluir de forma a atingirem as metas delineadas no inicio da época. “A equipa começou recentemente a trabalhar com o novo treinador, Ricardo Barata, que vem para liderar-nos, ajudando assim a  equipa a crescer a fim de alcançar os objetivos traçados.”


Sportiva reencontra Angers

Finda a primeira fase, e depois de as campeãs nacionais terem passado à eliminatória que se segue em primeiro lugar no grupo, a formação açoriana acabou por ser a quarta classificada no ranking feito com base nos resultados da primeira fase, e vai agora medir forças com um adversário que defrontou na fase de grupos. O Angers é 13º no ranking.

 

 

Nos dois confrontos durante a fase anterior o equilibrio foi a nota dominante, com o factor casa a imperar. As açorianas venceram em S. Miguel por quatro pontos de diferença (73-69), já a derrota, em França, e após prolongamento, foi pela diferença minina (72-73). Num jogo em que as campeãs nacionais venciam por vinte pontos de diferença ao intervalo. 

 

Pouco ou nada vale o que ficou para trás, apenas servirá como indicador que é possível ao conjunto açoriano seguir em frente na prova. O conhecimento mutuo será grande, o que pressupõe que não existirão, em teoria, grandes surpresas táticas. Seguirá em frente quem se mostrar mais competente, cometer menos erros, e inspirado para seguir à risca o plano de jogo elaborado pelo respetivo treinador.

 

Eis o emparelhamento das equipas para os oitavos-de-final:

 

Istanbul Universitesi vs Besiktas JK

Aluinvent DVTK Miskolc vs Lulea BBK 

Sparta&K M.R. Vidnoje vsMapei Dike Napoli

Sportiva Azores Airlines vs UFAB 49

Basket Landes vs Edirnespor

Enisey Krasnoyarsk Territory vs Nantes Reze

Orduspor vsBasketball Nymburk

Umana Reyer Venezia vs TTT Riga

 

Os oitavos-de-final disputam-se na segunda semana de janeiro, com a equipa com pior ranking a jogar em casa. Quer isto dizer que a União Sportiva começa a eliminatória em França, jogando nos Açores uma semana mais tarde.


«Entrar para ganhar»

Trata-se de um adversário que tem “jogadores com muito talento”, mas o objetivo da formação da margem Sul do Tejo é entrar com o pé direito na segunda volta do campeonato.

 

Depois de uma jornada de folga, a equipa do Galitos regressa à competição, no Funchal, frente ao CAB Madeira. Para Henrique Piedade seria moralizador começar da melhor forma uma nova etapa da temporada. “Para nós é o primeiro jogo da segunda volta e queremos começar bem. É um jogo importante para nós.”

 

O jogador do Galitos-Barreiro não olha para a atual classificação do CAB, até porque não considera que espelhe o seu potencial. “O CAB tem uma equipa com jogadores com muito talento e muito preponderantes no seu jogo ofensivo.”

 

O conjunto da margem sul está a realizar uma fase regular muito tranquila, a revelar consistência e competitividade, mas o extremo manifesta o desejo de fazer melhor, e isso começa por terminar bem o ano. “Temos vindo a trabalhar para fazer uma segunda volta do campeonato ainda melhor que a prestação que temos tido até ao momento e queremos ir para a pausa de natal com mais uma vitória no nosso registo.”

 

A atitude da equipa irá se manter, e com isto Henrique quer dizer que o Galitos desloca-se à Madeira com o objetivo claro de somar a sexta vitória nesta fase regular e continuar a lutar por um lugar de destaque na edição deste ano da LPB. “Vamos entrar em campo mais uma vez para ganhar e com vontade de continuar a mostrar a nossa qualidade neste campeonato.”


«Não nos damos por vencidos»

O próximo encontro, com o Barreirense, será um teste à nova versão do Terceira Basket e a estratégia para a partida já esta definida.

 

Como responsável técnico da equipa, pergunto-lhe se as alterações no grupo de trabalho vão ter algum impacto? E a que nível em caso afirmativo?

 

Qualquer alteração no decorrer de uma época desportiva causa impacto em qualquer grupo, seja positivo ou negativo. Julgo que mais que nos lamentarmos pelas alterações a que fomos sujeitos, esta situação deve ser vista como uma oportunidade muito boa para os nossos atletas que até então tiveram menos oportunidades de mostrarem o seu valor, de se assumirem como opções, demonstrando ou não que podem ser soluções válidas na segunda fase da época. No entanto, não nego que estamos no mercado à procura de 1/2 reforços para colmatar a saída de alguns jogadores.

 

Será essa a principal explicação para estes últimos dois desaires? Ou a equipa falhou em outros aspetos?

 

É notório que a equipa se apresentou um pouco fragilizada em termos de opções nos últimos 3 jogos, período em que apenas conseguimos uma vitória. No entanto, não devemos justificar as derrotas apenas com esse fator. Tivemos momentos em que não fomos competentes em determinados detalhes do nosso plano de jogo e há que reconhecer o mérito dos nossos adversários, que semana após semana também se preparam o melhor possível para nos tentarem ganhar.

 

Este jogo com o Barreirense será um bom teste a esta nova versão do Terceira Basket. Foi obrigado a mudar algo na organização tática da equipa ou no seu estilo de jogo?

 

Temos uma identidade que está a ser trabalhada e melhorada desde o início da época, e na minha opinião, não faria sentido mudar ao fim de tão pouco tempo. No entanto, face às opções disponíveis, tivemos que ajustar alguns aspetos em termos estratégicos para nos podermos manter competitivos e discutir os jogos contra os nossos adversários. Não nos damos por vencidos em jogo nenhum e devem contar connosco para competir até à exaustão.

 

Menos opções ao seu dispor, com as saídas de Eduardo Ribeiro e Filipe Pinheiro, quais julgas serem os principais problemas que terá de resolver ou contornar no confronto do Barreiro?

 

O Barreirense é talvez, das equipas da nossa zona, aquela que se apresenta melhor preparada em termos táticos. No entanto, tem também valores individuais que podem fazer a diferença. Julgo que para podermos ganhar o jogo no próximo sábado teremos que estar muito concentrados e empenhados na transição defensiva, luta de ressaltos e tomarmos boas decisões ao nível da seleção de lançamento.

 

Por último, os objetivos da equipa foram reformulados? E quais são, ou continuam a ser, para esta primeira fase de grupos?

 

Nesta primeira fase, o nosso objetivo passa por jogo após jogo, garantir a passagem à 2ª fase no grupo dos primeiros. Nesse sentido, o próximo jogo é fundamental, dado que nos abre praticamente essa porta em caso de vitória. Apesar de estarmos a passar uma fase menos boa em termos de resultados, quero relevar que continuamos em 1º lugar na zona sul, e que apenas dependemos de nós para continuar a competir contra as melhores equipas. Continuo a acreditar nesta equipa e julgo que ainda podemos fazer coisas muito interessantes durante esta temporada.


«Ainda estou a apalpar terreno»

Aos 65 anos, o treinador português mais vitorioso da atualidade decidiu aceitar um convite para treinar o Tunis até ao final de maio de 2016, altura em que termina o campeonato deste país do norte de África. O Presidente da FPB, Manuel Fernandes, mostrou-se muito agradado com este novo projeto do selecionador nacional, até porque uma situação deste tipo estava prevista no contrato de trabalho, mas sempre com a salvaguarda dos interesses da seleção sénior portuguesa. Nesta nova aventura, Mário Palma será acompanhado por outro treinador nacional, Vasco Curado, naquela que será a sua primeira experiência no estrangeiro.

 

Em declarações à agência Lusa, Mário Palma, embora já tenha observado alguns vídeos da equipa, admite que ainda não conhece bem a equipa, mas a sua vasta experiência permite-lhe rapidamente identificar o seu potencial e que áreas serão necessárias melhorar ou corrigir.  "Vou dar o meu primeiro treino e não tenho muitas informações a dar sobre a minha nova equipa. Daqui a uns dias já terei uma ideia concreta sobre o valor do plantel. Ainda estou a apalpar terreno. Trata-se de mais uma experiência no estrangeiro, que não coloca em causa o meu trabalho na Seleção Nacional.”

 

O selecionador português partiu no passado domingo para a Tunísia já acompanhado de Vasco Curado, ex-treinador do Algés e atual adjunto no Tunis. Palma orientou em Angola o 1º de Agosto e a seleção angolana', à frente da qual conquistou seis Afrobaskets e foi eleito treinador africano do ano em 2005. Classificou ainda a seleção de Angola para os Jogos Olímpicos de Sydney'2000 e Atenas'2004. Ao serviço do 1º de Agosto conquistou quatro títulos de campeão de Angola e quatro Taças dos Clubes Campeões Africanos. Depois, rumou até à Jordânia, seleção que apurou, através do Campeonato da Ásia, para a fase final do Mundial de 2010 disputado na Turquia, em que se quedou pela 23.ª posição.

 

Em Portugal, o palmarés também é impressionante. Arrebatou 22 títulos no SL Benfica, entre campeonatos nacionais, taças de Portugal, taças da Liga e supertaças, e mais troféus (campeonato da Liga e Taça de Portugal) na extinta equipa do Estrelas da Avenida.

 

O técnico regressa a Portugal em finais de maio após a conclusão do campeonato da Tunísia a tempo de ainda acompanhar as meia final e a final do playoff da Liga Portuguesa de Basquetebol. Em julho e agosto volta aos trabalhos da seleção lusa, que vai preparar a fase de qualificação para o Eurobasket'2017, cuja fase final se reparte por quatro países europeus. Finlândia, Israel, Roménia e Turquia, país que acolhe a decisão da competição.

 

"É com muita satisfação que vejo o Mário Palma a treinar uma das melhores equipas da Tunísia. Ele tinha uma cláusula de rescisão que lhe permitia ir treinar um clube estrangeiro desde que isso não colidisse com o trabalho nas seleções nacionais", frisou à Lusa Manuel Fernandes, presidente da FPB.


Sportiva faz história

Mesmo sendo estreante na competição, com uma rotação limitada, a formação da ilha S. Miguel foi exemplar na forma como potenciou o seu grupo de trabalho. O comportamento da equipa ao longo de toda a fase enche orgulho os amantes da modalidade, prestigia o basquetebol feminino nacional e, acima de tudo, é um justo prémio para todo o grupo de trabalho, que naturalmente vai para além da equipa, que acreditou e se superou constantemente para que se tornasse realidade este grande feito da equipa da ilha de S. Miguel.

 

O inicio do encontro deixou bem claro que o União Sportiva se tinha deslocado à Bélgica para vencer o jogo e o Grupo H da Eurocup Feminina. As açorianas mostraram-se sempre mais agressivas durante a 1ª parte, obrigaram o adversário a cometer 11 turnovers, e conseguiram 8 roubos de bola.

 

Mas o seu bom desempenho defensivo teve logicamente repercussões positivas no ataque, já que as campeãs nacionais somaram durante os primeiros 20 minutos 13 pontos dos erros do adversário, alguns deles explorando situações de contra-ataque. Ashley Bruner era igualmente uma referencia ofensiva, e com oito pontos nos primeiros 10 minutos foi decisiva para que o União terminasse na frente o 1º período (17-12).

 

A paragem não fez as açorianas baixarem a sua intensidade, bem pelo contrário, continuaram a apostar num ritmo de jogo elevado, embora se tenham mostrado igualmente mais certeiras nos tiros de longa distância. Um triplo de Wallace (16 pontos 3/4 de 3 pontos), a meio do 2º período, elevava a diferença pontual para os dois dígitos (29-19) e nova bomba, desta feita de Tamara Milovac, dava início a um parcial de 9-0, que colocava o Sportiva numa posição muito favorável já perto do intervalo (40-23). O descanso chegou pouco depois e, mesmo sem ter estado particularmente bem da linha de lance-livre (6/11), e de ter perdido a luta das tabelas (16/23), a equipa portuguesa vencia por vinte pontos de diferença (46-26).

 

O Sportiva começou da melhor forma o 2º tempo, dois triplos consecutivos, mas a produção ofensiva da equipa decaiu no 3º período. Os 12 pontos marcados revelam isso mesmo, em parte como resultado dos 5 turnovers cometidos durante o quarto, mas também pela diminuição da eficácia de lançamento. Ainda assim a defesa permitiu manter a diferença pontual e as açorianas abordavam o 4º período sem a pressão do resultado (58-41).

 

Nos últimos 10 minutos, o Sportiva teve que suportar a reação do Namur, chegou a reduzir para oito a diferença (65-57), mas dois triplos ajudaram a recuperar a confiança e a estabilidade emocional para jogar os cinco minutos finais do encontro (70-59). As campeãs nacionais acabariam o jogo por cima, não mais deram a possibilidade da equipa da casa voltar a reentrar na discussão do jogo e provaram que merecem estar na fase seguinte da competição.

 

A norte-americana Shaqwedia Wallace (25 pontos, 5 ressaltos e 3 assistências) voltou a mostrar toda a sua qualidade, bem como que gosta de assumir o jogo nos momentos importantes. O mesmo se pode dizer da sua compatriota Ashley Bruner (23 pontos, 6 roubos de bola e 5 ressaltos) uma das grandes figuras da competição nesta fase de grupos. Milica Ivanovic (19 pontos, 6 roubos de bola e 5 ressaltos) rubricou mais uma exibição muito positiva e completa, tal como Tamara Milovac (11 pontos e 5 ressaltos).


“Um enorme e fulgurante sucesso”

Leia a mensagem  de Manuel  Fernandes:

 

Em 2013 subiu à Liga Feminina, em 2014 já disputou a meia final da Taça de Portugal, em 2015 sagrou-se Campeão Nacional e já esta época venceu o troféu Vítor Hugo e a Super-Taça, portanto um percurso  notável no âmbito nacional.

 

Agora, a nível internacional mais uma página brilhante do União Sportiva, que culmina com este feito único do basquetebol Açoreano ao vencer o Grupo H da Eurocup, por isso endereço o meu apreço e enalteço os contributos das jogadoras, dos treinadores e dos dirigentes, por mais esta afirmação do nosso basquetebol feminino.

 

Do espanto pelos resultados dos primeiros jogos, passando ao reconhecimento do valor do coletivo, que vai muito para além da soma suas individualidades, e finalizando na forma categórica como se apuraram, o U. Sportiva superou as expetativas de todos.

 

Basta seguir a estatística e a marcha do marcador dos diferentes jogos para se perceber que isto só está ao alcance dos mais fortes, dos mais corajosos e dos mais hábeis a rentabilizar tudo aquilo têm, que no caso do Sportiva é pouco quando se compara com os outros Clubes Europeus.

 

Parabéns, a equipa é merecedora de todo o respeito. É preciso manter a auto-estima a confiança e a HUMILDADE e agora começar a preparar os oitavos-de-final que são já a 7 e 14 de Janeiro

 

Boa viagem 


Ronda da LPB

Veja o que pode esperar de cada uma das partidas.

 

Sábado dia 19 de dezembro

 

16 horas – Eléctrico FC x Basquete Barcelos

A equipa de Ponte de Sor continua em busca do seu primeiro triunfo caseiro, que a concretizar-se seria uma preciosa ajuda para que o conjunto alentejano se aproximasse ainda mais dos lugares do meio da tabela. A equipa não esteve bem a lançar no Dragão Caixa, pode ser que a possível estreia de Filipe Pinheiro possa contribuir para que estejam mais eficazes no lançamento de longa distância. Os barcelenses vão disputar o seu quarto jogo consecutivo fora de portas, e em caso de vitória ficariam com um registo de 50% de vitórias durante este ciclo. A formação minhota já se estreou a vencer na condição de visitante, veremos se soma nesta jornada a sua segunda vitória.

 

16 horas – SC Lusitânia x UD Oliveirense

A formação açoriana está a subir de rendimento, e a prova disso são as três vitórias alcançadas nos últimos quatro jogos disputados. Sendo que a única derrota foi frente ao FC Porto, um adversário que ainda só foi batido nesta fase pelo líder invicto SL Benfica. Ultrapassada uma fase menos positiva, a equipa de Oliveira de Azeméis voltou a encarrilar na senda das vitórias, e tenta somar na ilha Terceira a sua 3ª vitória consecutiva. A confirmar-se um resultado positivo, os comandados de José Ricardo garantiam de imediato continuarem isolados no 3º lugar da tabela classificativa.

 

16 horas – Ovarense Dolce Vita x FC Porto

A equipa de Ovar vai colocar à prova a consistência da equipa azul e branca, que leva oito vitórias consecutivas em jogos a contar para a fase regular da LPB. Os portistas não perdem para o campeonato desde do dia 17 de Outubro, que por si só confirma a evolução e a melhoria de rendimento do conjunto treinado por Moncho López. Manter a pressão sobre o líder seria importante, até que na próxima jornada os dragões recebem o SL Benfica. Os vareiros já esta temporada bateram os dragões (Troféu António Pratas), e no jogo da 1ª volta disputado no Dragão Caixa mostraram-se muito competitivos (59-64). Com o apoio do seu público, será interessante acompanhar se a Ovarense terá argumentos suficientes para interromper esta série vitoriosa do FC Porto.

 

16 horas – CAB Madeira x Galitos-Barreiro

Os últimos três jogos dos insulares forma disputados na Madeira, mas nem isso permitiu que o CAB coloca-se fim à série negativa de resultados que atravessa, que se traduz em sete desaires consecutivos. A equipa madeirense está cada vez mais pressionada a vencer, pelo que este encontro será mais uma boa oportunidade para dar a primeira alegria aos seus adeptos quando a jogar em casa. A competitividade tem sido uma constante na equipa do CAB, faltam agoram as vitórias para traduzirem o trabalho que o clube tem desenvolvido com algumas limitações. Depois de uma jornada sem competição, o Galitos teve bastante tempo para preparar este jogo ao detalhe. Em caso de vitória, a equipa do Barreiro passaria a contar com um registo positivo de vitórias, algo que seria um indicador muito positivo do comportamento da equipa nesta 1ª fase da prova. A última deslocação do Galitos não correu bem, tem agora a oportunidade de tentar inverter a tendência negativa quando joga fora de portas.

 

Domingo 20 de dezembro

 

14.15 horas – SL Benfica x Maia Basket

Certamente que os atuais campeões nacionais querem terminar o ano invictos, e isso implica ter que vencer os maiatos e somarem a sua 12ª vitória consecutiva. Depois de três jogos fora de portas, os benfiquistas regressam a casa naquele que será o último teste deste ano dos encarnados, que depois começam o novo ano com uma deslocação ao Dragão Caixa. A equipa do Maia Basket reestruturou-se, já deu provas que pode ser um adversário complicado e competitivo, embora lhe tenha faltado alguma consistência nas suas exibições. Veremos qual a versão que vai surgir no jogo marcado para o Pavilhão Fidelidade.


«Até ao soar do apito»

Todavia, no seio do Lousada a filosofia é clara: não há vencedores nem vencidos antecipados.

 

Quando a época começou, desde logo perceberam e sentiram que existia qualidade e potencial para realizarem uma fase regular ao nível que estão a ter?

 

A nossa equipa é uma equipa quase toda nova, apenas 3 jogadoras se mantiveram do ano anterior. A equipa conta com 5 atletas com 17 anos. Sabíamos que ia ser um processo demorado conhecermo-nos dentro de campo e encontrarmo-nos enquanto equipa. Os primeiros encontros da época foram a prova disso, várias derrotas por diferenças mínimas em jogos decididos nos últimos segundos. Acho que tirámos o melhor proveito dessas derrotas, digerimos e retiramos o maior proveito, percebemos que conseguimos disputar jogos com todas as equipas desta liga, sabendo que a competição esta época é das mais fortes dos últimos anos, e a partir daí todos sentimos que éramos capazes de mais e que este ano tínhamos uma palavra a dizer. Em consequência do trabalho realizado.

 

Levam seis vitórias consecutivas. Alguma coisa mudou na equipa que justifique este ciclo de resultados tão positivo?

 

Acho que é apenas o culminar de vários meses de trabalho, a exigência diária levou-nos a sermos melhores naturalmente, muita força de vontade e união, pudemo-nos conhecer melhor e fomos crescendo enquanto equipa e enquanto Família.

 

Este jogo com o CAB Madeira será um bom teste à vossa competitividade? E se concordam que surge numa boa altura?

 

Sem dúvida. Vimos de uma onda de vitórias o que, como seria de esperar, nos aumenta o moral. É sempre um bom desafio defrontar uma equipa como o CAB, que todos os anos marca presença no topo da tabela, e que tem responsabilidades, especialmente neste momento do campeonato em que estamos todas muito motivadas, mas, conscientes da nossa realidade.

 

O CAB tem melhorado o seu rendimento com o avançar da competição, bem como reforçou recentemente a sua equipa. Encontra pontos, digamos, menos fortes, nesta equipa madeirense e que possam explorar no próximo fim de semana?

 

A equipa do CAB é, como tem sido habitual, uma das equipas mais fortes do campeonato. Apresenta sempre jogadoras muito experientes e muito fortes, sendo estes últimos reforços a prova disso mesmo. Estamos conscientes que são uma equipa mais alta, mais forte e mais experiente, não havendo, do meu ponto de vista, pontos fracos muito evidentes. De qualquer forma estamos a trabalhar na nossa estratégia esta semana para tentar contrariar alguns desses desequilíbrios. 

 

De que forma se irá apresentar o Lousada, que lhe permita dar continuidade aos bons resultados das últimas semanas de competição?

 

Da mesma forma que nos apresentamos em todos os jogos até aqui. Humildes e com vontade de ir à luta, respeitando sempre quem se encontra do outro lado. Sabemos que é um adversário de peso e que não vai ser em nada fácil, até porque a realidade do CAB, que joga todos os anos para ser campeão, não é a mesma que a nossa. Já estivemos presentes num ponto alto esta Época, Taça Vítor Hugo, vamos estar presentes na Taça da Liga. No entanto entramos para cada jogo para cumprir o plano de jogo. Acreditamos que nunca há vencedores nem vencidos antecipados. Quem joga contra o Lousada sabe que o jogo vai ser competitivo até ao soar do apito.


«Entrar com grande motivação»

Porém, a formação da margem Sul do Tejo ainda não perdeu esta época (tem 8 vitórias) e quer causar a surpresa.

 

Defrontar um adversário de um escalão superior é sempre um grande desafio, ainda mais tratando-se de uma equipa que até está a ter um bom desempenho na Liga, como é o caso dos minhotos. “O BC Barcelos é um adversário que joga no escalão máximo do nosso basquetebol e está a realizar uma boa época, encontrando-se atualmente no 5º lugar da classificação”, constata Pedro Pinto.

 

As mais-valias do BC Barcelos são mais do que muitas e os problemas que daí possam advir para a formação do Seixal neste duelo a eliminar também já foram identificadas: “É uma equipa constituída por jogadores de grande qualidade técnica e tática, apesar da sua relativa juventude. Esperamos encontrar muitas dificuldades neste jogo, pois a equipa do BC Barcelos é muito forte fisicamente e de elevada estatura, comparando com a da nossa, o que poderá provocar um grande desequilíbrio, principalmente ao nível da luta nas tabelas e do ataque interior”, sublinha o jogador.

 

Mas não se pense que o Seixal, por ser de uma divisão inferior, teme o adversário ou vá fazer figura de corpo presente. “A nossa equipa irá entrar em campo com grande motivação e a mesma atitude que entra em todos os jogos, defendendo de forma aguerrida e com espírito de entreajuda para tentar anular ao máximo os pontos fortes do nosso adversário”, afiança Pedro, acrescentando: “Espero que seja acima de tudo um bom jogo de basquetebol e que a nossa equipa desfrute do momento, jogando de forma descontraída, contra uma equipa de boa qualidade”. 

 

LXVII TAÇA DE PORTUGAL MASCULINA

 

II FASE – 1/16 FINAL

 

Dia 20 de Dezembro

16 horas – Guifões SC x Barreirense

18 horas  – Seixal FC x Basquete de Barcelos

20 horas – Belenenses x UD Oliveirense

 


Estágio termina com 2 jogos com a Espanha

O Selecionador Agostinho Pinto vai ter a possibilidade de realizar um estágio entre os dias 20 e 23 de Dezembro, na Maia. O grupo de trabalho volta a juntar-se no dia 26 de Dezembro, tendo a equipa agendado 2 jogos de controlo com Espanha, a ter lugar em Saragoça, nos dias 28 e 29, com regresso a Portugal no dia 30 de Dezembro. Nos anexos desta noticia poderá saber quais as atletas convocadas para esta ação de trabalho.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

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