Artigos da Federaçãooo
Lusitânia continua a recuperar
Os minhotos não foram capazes de repetir o feito conseguido na jornada anterior, vencer na condição de visitante, mas voltaram a mostrar-se uma equipa competitiva, que discutiu o jogo até ao último período.
Os primeiros 20 minutos do jogo dos Açores tiveram duas partes distintas. Um 1º período dominado pelos barcelenses (19-13), tirando partido dos 3 triplos convertidos e de seis pontos consecutivos de João Torrié, e um 2º quarto em que o Lusitânia deu a volta ao marcador (39-33). Os açorianos dobraram a pontuação registada nos primeiros 10 minutos (26), muito por culpa da eficácia ofensiva da dupla formada por Upshur (10 pts) e Borovnjak (8 pts).
Nos primeiros minutos do 2º tempo, a equipa minhota aproximou-se no marcador e, sensivelmente a meio do período, perdia por apenas dois pontos (42-44). Na segunda metade do quarto, o Lusitânia continuou a explorar o jogo interior, Borovnjak continuava a ser a referência ofensiva, aproveitou bem as situações de contra-ataque, e afastou-se ligeiramente no marcador (57-50).
A cinco minutos do final, a equipa insular vencia por uma diferença muito próxima dos dois dígitos (63-54), mas oito pontos sem resposta dos barcelenses fizeram retornar a indecisão quanto ao vencedor (63-62). Mohamed Camara, com dois cestos consecutivos, cortou o bom momento do Barcelos, e permitiu ao Lusitânia respirar um pouco mais de alivio nos últimos 90 segundos do encontro (67-62). Dukovic, depois de ter falhado 2 lances-livres, reduziu com um triplo a diferença para quatro (65-69), mas Miguel Freitas selou da linha de lance-livre a vitória da equipa da ilha Terceira (71-65).
O Lusitânia dominou a luta das tabelas (50-25), e os ressaltos ofensivos (21) permitiram segundos lançamentos (18 pontos), tendo sido a forma de compensar a fraca eficácia da linha de 3 pontos (3/19 – 15.8%). Foi notória a superioridade dos insulares no pintado (50 vs 28), e para isso muito contribuiu a prestação de Sasa Borovnjak, autor de 19 pontos e 14 ressaltos, com um aproveitamento de 82% (9/11) de lançamentos de campo. Quinton Upshur, com 20 pontos, acabou por ser o melhor marcador do jogo.
O base Nuno Pedroso (18 pontos, 4 roubos de bola, 2 ressaltos e 2 assistências) foi importante nas aproximações pontuais do Barcelos, mas nem com a ajuda de Dukovic (14 pontos e 6 ressaltos) e João Torrié (9 pontos, 7 ressaltos, 3 roubos de bola e 2 assistências) evitou o desaire da equipa.
Emoção até ao fim
O encontro foi muito equilibrado, podia ter pendido para qualquer um dos lados, mas os vascaínos acabaram por ser mais fortes na reta final e no prolongamento, vencendo a partida por 73-70, depois de aos 40 minutos o marcador mostrar uma igualdade a 64.
O Sangalhos, a jogar em casa, mostrou sempre enorme vontade de conquistar os dois pontos, mas o Vasco da Gama nunca permitiu que o adversário se afastasse muito no marcador. Ao intervalo perdia por quatro pontos (40-36), no final do terceiro período a vantagem do Sangalhos já era de cinco (55-50), mas nos últimos 10 minutos a equipa da casa não conseguiu marcar mais do que 9 pontos, contra os 14 dos visitantes, e assim a partida foi para o prolongamento. E embalados pelo desempenho no último quarto, os vascaínos acabaram por mostrar maior eficácia nos 5 minutos extra, vencendo por 73-70.
Destaque para a atuação de Luís Fonte, que com um duplo-duplo (16 pontos, 14 ressaltos, 3 assistências, 1 roubo de bola e 1 desarme de lançamento), foi o MVP do jogo e mesmo assim não conseguiu evitar o desaire da sua equipa.
Pelo Vasco da Gama a atuação dos jogadores foi muito homogénea, destacando-se Sandro Madureira, com 8 pontos, 3 ressaltos, 1 assistência e 2 roubos de bola.
No que diz respeito aos restantes encontros, ainda a Norte o Ginásio levou a melhor sobre o Esgueira (69-60).
A Sul, o Atlético bateu o Terceira Basket, por 68-57. A equipa da Tapadinha beneficiou de um inicio de jogo muito positivo (21-7), já que depois teve a maturidade e a competência para gerir a vantagem construida nos primeiros 10 minutos.
Apesar de ter estado melhor no aproveitamento das situações de contra-ataque (18 vs 4 pontos), os açorianos estiveram menos eficazes no capitulo do lançamento (31% vs 45%), bem como foram suplantados no jogo interior (20 vs 30 pontos no pintado).
Um dia depois de ter completado 40 anos, Sérgio Ramos foi o homem do jogo ao registar um duplo-duplo (26 pontos e 10 ressaltos). Mas não foi o único a estar bem na formação de Alcântara, já que a dupla formada por Miguel Barroca (14 pontos, 7 ressaltos e 3 roubos de bola) e Jorge Afonso (13 pontos, 6 assistências e 4 ressaltos) esteve igualmente a bom nível.
Na equipa da ilha Terceira, que continua a liderar isolada a zona sul do campeonato da Proliga, Fernando Ferreira (17 pontos, 8 ressaltos e 3 roubos de bola) somou uma exibição positiva, à semelhança do que aconteceu com Tiago Raimundo (11 pontos, 6 ressaltos e 5 assistências) e Mathew Smith (12 pontos e 4 ressaltos)
Foto: Cláudio Gomes
Benfica B ganha em casa
Com este resultado os benfiquistas voltam a contar com um registo positivo de vitórias na zona sul do campeonato da Proliga, já a formação Lumiar somou o seu segundo desaire consecutivo, facto que retrai a recuperação que estava a conseguir na tabela classificativa.
Com um parcial de 33-14 nos primeiros 10 minutos, os benfiquistas cedo deram sinais que pretendiam levar a melhor neste confronto. A boa reação da Academia até ao intervalo reduziu para oito a diferença (43-35), manteve o jogo em aberto para o segundo tempo. Mas no recomeço da etapa complementar os encarnados dobraram a pontuação do seu adversário (20-10) e, com 3 minutos jogados do 4º período, atingiram a vantagem máxima do encontro (71-47).
O Benfica aproveitou muito bem as situações de contra-ataque para somar pontos (26), dominou no pintado (44 vs 30), e beneficiou de um banco muito contributivo (44 pontos), que marcou mais de metade dos pontos da equipa.
Os doze jogadores utilizados pelo técnico benfiquista valeram pontos, Sérgio Silva (13 pontos, 3 ressaltos e 3 roubos de bola) foi o mais produtivo e Guilherme Pires (8 pontos, 9 ressaltos e 3 assistências) destacou-se na luta das tabelas.
O conjunto do Lumiar terminou o encontro com uma percentagem de 29.5% de lançamentos de campo, que demonstra bem a falta de inspiração dos jogadores da Academia a atirar ao cesto. Carlos Tavares (21 pontos e 10 ressaltos) voltou a registar uma bela exibição, o mesmo aconteceu com Denis Neves, autor de 7 pontos e 12 ressaltos.
Lousada impõe-se em Ovar
A Ovarense recebeu o Lousada e cedeu, por 76-64, não obstante a boa entrada em jogo, que deixava antever um resultado positivo para as vareiras diante de um dos primeiros classificados da tabela.
Com efeito, a equipa da casa entrou bem na partida, no final do primeiro quarto liderava por 26-19 e, apesar da reação do Lousada nos 10 minutos que se seguiram, a Ovarense chegou ao intervalo no comando do marcador, ainda que por apenas um ponto (40-39).
Mas a partir de então o Lousada impos a sua condição de favorito e não permitiu mais veleidades à formação anfitriã, acabando por triunfar de forma algo natural.
No outro encontro da LFB realizado este sábado, o Benfica foi a Torres Novas vencer por expressivos 105-79. O domínio ofensivo das encarnadas foi avassalador e a MVP da partida terminou com uns impressionantes 48 de valorização! Foi Taylor Callan, que marcou 32 pontos, capturou 19 ressaltos, distribuiu 1 assistência e fez 1 roubo de bola.
Orientações Nacionais para a Formação de Jogadores
Daí que produzir, divulgar e (ajudar a) aplicar estas Orientações Nacionais tenha seja uma tarefa prioritária para a Equipa Técnica Nacional.
As Orientações Nacionais são compostas por três partes:
· “Percurso de Formação dum Jogador”, com coordenação do S. N. de SUB-16 Masculinos, António Paulo Ferreira;
· “Tendências de Evolução do Jogo – Princípios, Conceitos”, com coordenação do S. N. de SUB-20 Masculinos, José Ricardo Rodrigues;
· “Prioridades de Trabalho”, com coordenação do D. T. N., Mário Gomes.
A utilidade destas Orientações Nacionais dependerá da sua divulgação generalizada junto dos treinadores das categorias de formação e, principalmente, da forma como estes as aplicarem, no seu trabalho diário com os jogadores, tanto nos Clubes, como nas Seleções Regionais.
Num primeiro momento, a sua divulgação e apresentação foi feita, desde Outubro, junto dos Selecionadores Regionais de SUB-14 e SUB-16, através dos D. T. Regionais e em reuniões com o D. T. Nacional, expressamente convocadas para o efeito.
É chegada a altura de generalizar a divulgação das Orientações Nacionais e, em simultâneo, transmitir a total disponibilidade da parte da Equipa Técnica Nacional, em conjunto com a Escola Nacional de basquetebol para apoiar, no terreno, a sua aplicação, trabalhando com jogadores e treinadores.
“Coletivismo e paciência”
Diogo acredita que esta segunda fase do campeonato “será muito diferente “.
A vitória no passado fim de semana, até pela forma como aconteceu, era o tónico que faltava para o Sampaense inverter em definitivo o ciclo menos positivo que atravessava?
A vitória foi muito importante para nós, visto que vínhamos de um ciclo menos positivo. Tenho a certeza que esta segunda volta vai ser diferente.
Os resultados demoraram um pouco a aparecer. Encontra alguma explicação para que tal tenha acontecido?
É normal numa fase inicial da época as equipas estarem menos rodadas, no início de temporada com as trocas de jogadores/treinadores é normal que o jogo se ressinta. A equipa é jovem e o treinador novo no projeto, os novos métodos têm o seu tempo para amadurecer e o resultado está à vista. Deixamos de nos preocupar com os outros, mas sim connosco. Mas ainda há que melhorar, principalmente no capitulo defensivo.
O que esteve melhor neste jogo do Sangalhos que fez com que regressassem às vitórias?
Penso que o coletivismo e a paciência no ataque rodando a bola entre todos, foram sem dúvida a chave desta vitória , muito por culpa do Tim Lucas, o nosso base que tem tido azar com as lesões mas que está recuperado e será um grande reforço para esta segunda volta.
Defrontam sábado o Guifões, uma equipa jovem e irreverente. Obriga-los a jogar 5×5 em meio e campo e parar-lhes o jogo exterior é uma boa estratégia para vencer o encontro?
Parar o tiro exterior é um aspeto que temos de ter em conta porque é uma equipa que vive muito pelo seu tiro dos três pontos. Mas penso que se entrarmos no jogo da mesma forma e corrigindo algumas coisas que não estiveram tao bem, iremos ter um resultado positivo.
Domingo terminam o jogo que foi interrompido no 2º período frente ao Dragon Force numa altura em que venciam por oito pontos. Como encaram este jogo tendo em conta o envolvimento muito particular e pouco habitual? Se nesta fase o Dragon Force não é uma equipa mais forte e consistente? E em que aspetos acha que evoluiu?
Temos de encarar o jogo da mesma forma, com seriedade e respeitar o adversário. O envolvimento do jogo é completamente diferente, até porque agora jogamos fora, mas vamos com a mesma vontade. O Dragon Force é uma equipa muito jovem mas com um enorme potencial e está muito bem orientada pelo treinador João Pedro Gonçalves.
Apuramento adiado
As açorianas acabaram por ser derrotadas pelo Angers, no prolongamento, empate a 62 pontos no final do tempo regulamentar, pela diferença mínima (72-73). Isto depois de terem terminado o 1º tempo a vencer por vinte pontos de diferença, e de terem tido uma última posse de bola para resolver o jogo no final dos 40 minutos. Durante os cinco minutos extra as açorianas não falharam da linha de lance-livre (7), pena foi que não tivessem revelado essa mesma eficácia durante o tempo regulamentar. Já que, converter 4 lances-livres em 17 tentativas, num jogo decidido por detalhes, é meio caminho para um final infeliz. Nem tudo foi negativo, já que perdeu por apenas um ponto de diferença, embora tudo fique adiado para a última jornada deste Grupo H. As açorianas visitam a equipa belga do Namur, que venceu fora nesta jornada o Uni Gyor, e o Angers recebe a equipa húngara.
As campeãs nacionais começaram muito bem o jogo em Angers, utilizando a linha de três pontos como a sua principal arma ofensiva. Quatro triplos consecutivos deram a liderança ao União Sportiva (15-10). Mas não foi só o jogo exterior que as açorianas souberam explorar, já que Ashley Bruner e Shaqwedia Wallace mostram-se sempre muito agressivas na utilização do drible para finalizações próximas do cesto. Terminaram de forma brilhante o 1º período, parcial de 11-0, pelo que já dispunham de uma vantagem de treze pontos para gerir até ao intervalo (23-10).
Mas o bom momento da formação portuguesa manteve-se no arranque do 2º período, parcial de 4-0, com as jogadoras interiores açorianas, Tamara e Bruner, a mostrarem-se à altura do desafio (27-10). As francesas começaram a acertar os seus tiros de longa distância, tirando partido dessa maior eficácia para se aproximarem no resultado, e reduzirem mesmo para a casa das unidades a 4 minutos do intervalo (24-33). O desconto de tempo fez bem à equipa portuguesa, que regressou ao jogo a fazer uso da mesma arma. Dois triplos consecutivos (Mendes e Wallace) permitem que o Sportiva fuja novamente no comando (39-24), e para números bem mais confortáveis.
E pena foi que o conjunto açoriano não tenha sido capaz de manter a sua eficiência ofensiva nos últimos 2 minutos da 1ª parte, pois a diferença ao intervalo podia ser bem mais dilatada (42-22). Wallace já levava 16 pontos marcados, e Ashley Bruner ficava a um ponto de um duplo-duplo (9 pontos e 12 ressaltos), e as açorinas dominavam a luta das tabelas (24-15) e lançavam melhor (53.3% vs 32.3%).
A 2ª parte foi bem diferente, e nem o facto de ter continuado a ser superior no capitulo do ressalto (41-34), e ter conquistado 15 ressaltos ofensivos, a vantagem construída no 1º tempo não foi suficiente para evitar o prolongamento. As percentagens de lançamento baixaram e a linha de lance-livre revelou-se um pesadelo para as campeãs nacionais. No final do 3º período, a diferença entre as duas equipas já só era de cinco pontos (52-47), ainda favorável ao Sportiva, e a 3.53 minutos do final o Angers dava a volta ao resultado (58-56). Ivanovic (59-58) primeiro e Tamara Milovac (62-61) logo a seguir, com triplos colocavam e novo as açorianas no comando, que ainda dispuseram de uma última posse de bola para resolver nos 9 segundos que faltavam para o final do tempo regulamentar (62-62).
No prolongamento, e depois de mais de 2.30 minutos sem pontos, um triplo do Angers deu o mote para um parcial de 9-1, que colocava as francesas numa posição extremamente favorável à entrada do último minuto do tempo extra (71-63). Nada que fizesse desanimar o União Sportiva, que num esforço final reduzia para três a diferença (70-73) com 28 segundos para jogar. Dois lances-livres de Milica Ivanovic (15 pontos, 6 ressaltos, 3 assistências e 3 roubos de bola) reduziam para um, mas 4 segundos não foram suficientes para consumar a reviravolta no marcador.
A norte-americana Ashley Bruner deixou de fazer pontos na etapa complementar (14 pontos), mas continuou irrepreensível na luta das tabelas (24), nomeadamente na ofensiva (11). A sua compatriota, Shaqwedia Wallace (26 pontos, 7 ressaltos e 4 roubos de bola) realizou um jogo muito completo, mas não foi suficiente para garantir automaticamente o apuramento.
Mário Palma vai treinar campeão da Tunisia
Mário Palma vai treinar a equipa e procurar chegar a mais um título já a partir da próxima semana, sendo que o contrato (previsto no acordo que existe com a FPB no caso de clubes estrangeiros) durará até Maio e não interferirá com a necessária preparação da principal Seleção de Basquetebol.
O Club Africain de Tunis é o atual bi-campeão nacional e conta no seu palmarés com 3 campeonatos, 6 Taças, 3 Supertaças e um 3º lugar na Taça dos Campeões Africana.
A Federação Portuguesa de Basquetebol congratula-se com esta boa noticia e deseja ao seu Selecionador os maiores sucessos à frente da nova equipa.
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Arranca a 2ª volta
Definitivamente, a não perder.
15.30 horas – Vitória SC x SL Benfica
Os encarnados já só estão focados nas competições internas pelo que se deslocam a Guimarães naturalmente com o objetivo de somarem a 11ª vitória consecutiva e prolongarem a sua invencibilidade. O conjunto vimaranense não está a atravessar uma boa fase, vem de uma jornada dupla negativa, onde perdeu frente aos benfiquistas. Os comandados de Fernando Sá certamente que querem interromper o ciclo negativo de resultados, e regressar aos triunfos caseiros, algo que já não acontece há três jogos.
15.30 horas – Lusitânia x Barcelos
Apesar da derrota caseira na última jornada frente ao FC Porto, os açorianos estão a subir de forma e os resultados positivos têm surgido com maior frequência. Ainda assim, a formação da ilha Terceira continua a precisar de somar vitórias para conseguir atingir os seus objetivos, pelo menos os a médio prazo. Pela frente terá um adversário moralizado por ter conseguido somar, na Madeira, a sua primeira vitória fora de portas, pelo que será de esperar que queira repetir o êxito e voltar a dar-se bem nas ilhas. Algo que reforçaria ainda mais a fase regular muito positiva que os barcelenses estão a realizar.
16.00 horas – CAB Madeira x UD Oliveirense
A equipa madeirense atravessa uma crise de resultados já que há seis jornadas que não vence um jogo. Com a agravante de ter perdido os quatro jogos que até agora disputou no Funchal. Esta receção à Oliveirense será o 3º de uma série de seis jogos que os insulares têm perante o seu público, pelo que se torna cada vez mais imperativo para a equipa do CAB voltar a somar resultados positivos. O conjunto de Oliveira de Azeméis, depois de ter colocada para trás das costas, uma fase menos positiva (3 jogos sem vencer), desloca-se ao Funchal isolada no 3º lugar da classificação, sem nada a perder e muito mais tranquila na forma como abordará este jogo, ou pelo menos não tão pressionada pela necessidade de ter que vencer este encontro.
18.00 horas x FC Porto x Eléctrico FC
As duas equipas que na época passada se defrontavam no campeonato da Proliga voltam a encontrar-se na divisão principal. Desde a jornada inaugural disputada em Ponte de Sor na qual os azuis e brancos foram mais fortes, a formação dos dragões evoluiu muito e procura neste jogo somar a sua 7ª vitória consecutiva e manter-se à espreita de uma escorregadela do líder. O conjunto alentejano tem a seu favor o facto de ainda só ter vencido na condição de visitante durante esta fase regular, mas não terá tarefa fácil no Dragão Caixa frente a um adversário que já não tem o desgaste da competição europeia.
21.00 horas – Maia Basket x Ovarense Dolce Vita
Depois do resultado menos bom frente a um adversário direto na jornada anterior, os maiatos certamente que querem retificar essa situação e voltarem a mostrarem-se fortes quando jogam em casa. A atual posição que ocupam não é nada confortável, a formação da Maia sabe que tem de somar êxitos, e, em teoria, nada melhor que ser capaz de tirar partido do factor casa para obter vitórias. Do outro lado, estará uma equipa de Ovar que venceu os últimos três encontros fora de casa, o que significa que se tem dado muito bem com a condição de visitante. O facto de ter atualmente um registo positivo de vitórias, atesta bem a situação bem mais confortável dos vareiros na tabela classificativa, que se deslocam à Maia sem nada a perder e motivados pela fase muito positiva que a equipa vive neste momento.
ABCoimbra promove Curso Treinadores Grau I
É através da sua atuação, que o treinador tem influência sobre o seu desenvolvimento em diversos domínios sejam eles desportivo, cognitivo, motor e pessoal. Este curso vem dar resposta a uma necessidade formativa no distrito.
Trata-se de um programa de conteúdos para aquisição de competências e conhecimentos associados ao ensino do basquetebol, devidamente credenciado pela FPB/ENB e IPDJ onde se complementam ferramentas indispensáveis para se “Ser treinador”, que significa o desempenho de vários papéis: dirigir, orientar, ensinar, demonstrar, corrigir, aprovar, estimular e motivar.
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É sem dúvida uma oportunidade a não perder.
a) Aviso de Abertura do curso onde constam todas as informações associadas.
b) Regulamento Geral do Curso
c) Poster Curso
Aleighsa Welch foi a MVP da semana 9
Já a atleta portuguesa mais valiosa, foi Joana Lopes, igualmente atleta do clube da ilha da Madeira, e a que se destacou entre as mais jovens foi Mariana Silva, que representa o CDTorres Novas. No anexo desta noticia poderá ainda consultar os melhores cincos da jornada, bem como os máximos individuais registados no passado fim de semana.
Borovnjak eleito MVP
Paulo Cunha brilhou entre os jogadores nacionais.
MVP Global: Sasa Borovnjak, SC Lusitânia – 34 de valorização
Numa semana em que os açorianos viram interrompida a sua série de vitórias, Sasa protagonizou mais uma bela exibição, conquistando novamente a distinção de melhor jogador da ronda. No desaire frente ao FC Porto, este sérvio mostrou-se preponderante nos dois lados do campo, não só pelos pontos que conseguiu (25), como também pelo seu desempenho na luta das tabelas onde registou a bela marca de 12 ressaltos, dos quais 5 foram na tabela ofensiva . Somou ainda 2 assistências e foi sempre um quebra-cabeças para a defesa dos dragões, como comprova as 11 faltas provocadas durante o encontro.
MVP Nacional: Paulo Cunha, Vitória SC – 24.5 de valorização
O experiente jogador português continua a mostrar dentro de campo tudo aquilo com que pode contribuir para a equipa vimaranense. Cunha voltou a registar uma exibição de grande qualidade, ficou muito perto de um duplo-duplo (20 pontos e 8 ressaltos), coroada de uma boa eficácia, já que foram poucos os lançamentos de campo falhados pelo extremo (4/6 de 2pontos e 3/5 de 3 pontos). Ainda teve tempo para distribuir 1 assistência e roubar 1 bola, números que não foram suficientes para que o Vitória trilhasse em definitivo o caminho dos triunfos.
Posição 1: André Bessa, FC Porto – 20.5 de valorização
Está a fazer um excelente inicio de temporada, revelando-se como o principal responsável pela marcação dos ritmos do jogo que mais interessam à equipa azul e branca. Rápido nas transições, agressivo na utilização do drible e com o tiro a ser cada vez mais uma arma ofensiva, Bessa tem sido um dos responsáveis pelo ciclo muito positivo que os dragões atravessam na fase regular. Terminou o encontro com 18 pontos, 3 assistências e 3 ressaltos, números conseguidos em menos de 20 minutos de utilização.
Posição 2: James Ellisor, UD Oliveirense – 25 de valorização
Este norte-americano voltou a mostrar a sua capacidade anotadora, realçando ainda mais a qualidade do jogo exterior da equipa de Oliveira de Azeméis. A equipa necessitava de regressar aos bons resultados, pelo que os 24 pontos, conseguidos com boa eficácia (7/11 de 2 pts e 3/5 de 3 pts), 8 ressaltos, 3 assistências e 1 desarme de lançamento, surgiram na melhor altura, contribuindo decisivamente para o triunfo sobre o Galitos-Barreiro.
Posição 3: Jovonni Shuler, CAB Madeira – 36.5 de valorização
Está de regresso a Portugal, e à Madeira, só ainda não foi capaz de fazer regressar o CAB aos triunfos. Shuler voltou a mostrar o seu talento e qualidade que já fizeram dele um jogador de referencia na Liga portuguesa, mas os 22 pontos, 6 ressaltos, 3 roubos de bola e 1 assistência não chegaram para que os madeirenses tivessem somado a sua primeira vitória caseira na edição deste ano da LPB.
Posição 4: Sasa Borovnjak, SC Lusitânia – 34 de valorização
É o MVP Global da 11ª jornada da LPB.
Posição 5: Jonathan Morse, Eléctrico FC – 30 de valorização
A equipa de Ponte de Sor precisa urgentemente de vitórias, e os contributos muito positivos deste poste permitiu que os alentejanos somassem a sua segunda vitória na competição, com Morse a mostrar-se, uma vez mais dominador na luta das tabelas (18 ressaltos), especialmente na ofensiva onde conquistou 6 ressaltos. Mas no jogo frente ao Maia Basket, Jonathan associou a sua capacidade ressaltadora a uma razoável eficácia ofensiva, tendo terminado o jogo com 16 pontos, revelando-se como uma referencia interior no ataque do Eléctrico. Registou ainda 1 desarme de lançamento e 1 assistência.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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