Artigos da Federaçãooo
«Temos muita qualidade»
Na sua opinião, qual foi o grande segredo deste resultado?
Eu diria que este jogo foi acima de tudo o culminar de todo o trabalho que temos vindo a fazer na construção da cultura e identidade do clube. Pela primeira vez nos últimos anos tivemos um pavilhão a transbordar com energia positiva, com um barulho ensurdecedor no constante apoio à nossa equipa. Dizer que o público ontem nos carregou em ombros é pouco para o que se passou no nosso pavilhão. Só quem lá esteve, pôde realmente sentir o grandioso espectáculo desportivo que conseguimos voltar a proporcionar e que iremos certamente repetir no futuro.
Mas não foi esse o único segredo da vitória ou foi?
Obviamente que não. Lidero um grupo de trabalho simplesmente fabuloso do ponto de vista basquetebolístico e humano. Trabalhamos diariamente em condições que estão muito longe de serem as ideais, com 100% de amadorismo, treinando a horas tardias e em campos na maior parte das vezes sem as medidas oficiais. Todas trabalham, ou estudam, tendo que levantar-se no dia a seguir às 7h ou 8h após terem tido treino até ás 23.30 e adormecido provavelmente perto da 1 da manhã. O respeito que eu tenho pela minha equipa e por todas as atletas e equipas que trabalham nestas condições é imenso.
Mas como disse, temos muita qualidade basquetebolística, atletas que já deixaram e vão continuar a deixar a sua marca no basquetebol nacional, cuja grande vitória da minha parte foi manter ou voltar a fazer renascer a sua paixão pela nossa fantástica modalidade.
Agora vão receber o Olivais na próxima eliminatória da taça. Acham possível repetir a façanha desta eliminatória?
O Olivais é um histórico do nosso basquetebol, que nos merece total respeito. Será, como este, um jogo em que teremos que jogar em enorme superação, esperando também que o público mais uma vez nos consiga empurrar para a vitória.
Têm apenas uma derrota no campeonato da 1ª divisão. Quais são os objetivos competitivos traçados para esta época desportiva?
Desde o início da época, e com total apoio da nossa direção, que o objetivo é subir de divisão e regressar novamente à Liga Feminina, competição em que o clube quer competir com a máxima regularidade que a nossa estrutura nos permitir.
Juntando a esse objetivo definimos igualmente o de sermos campeões nacionais da 1ª divisão, sabendo de antemão do equilíbrio e da dificuldade que é a competição da 1ª divisão. Um campeonato deveras apaixonante de seguir.
Falou no início da Cultura e Identidade do clube. Enquanto coordenador está satisfeito com o trabalho que têm vindo a fazer no clube? Podemos esperar referências nacionais a continuar a sair da formação do Académico nos próximos tempos?
Sobre a cultura o John Wooden tem uma frase mítica que a mim me marca toda a minha forma de trabalho, “Build the right Culture and the Right People will come.” Sem dúvida que aqui estamos no caminho certo e queremos fazer mais e melhor.
Quanto à coordenação e a formação do atleta a longo prazo. É sinceramente a área que mais me apaixona e motiva enquanto treinador e na qual penso ter mais sucesso ao longo dos anos. Considero-me satisfeito com alguns princípios que voltamos a conseguir introduzir na nossa cultura de treino no clube, mas por enquanto estamos muito longe do que balizamos como o nosso ideal de formação. Porém, caminhamos diariamente no sentido de “hoje sermos melhor que ontem”.
Sou uma pessoa muito paciente e acredito muito no trabalho diário e metódico. Sem dúvida que continuaremos mais ano, menos ano a “produzir” atletas de excelência para o basquetebol nacional.
«Ainda temos muito para dar»
Miguel Barroca esteve em muito bom nível e acredita que a formação da Tapadinha vai conseguir dar réplica idêntica sábado, em casa, às 21h15, no encontro com o Terceira Basket.
Como se sentiu neste seu regresso à competição? Sendo base, ajudou-o de alguma forma observar a equipa de fora, analisar o seu comportamento e desempenho dentro do campo?
Foi muito importante para mim poder regressar e ajudar a equipa a ganhar a um grande rival. Todos sabemos que a rivalidade entre Atlético e Belenenses já é antiga e eu queria mesmo poder atuar neste jogo. O facto de estar de fora nos últimos jogos permitiu-me perceber de que forma posso ajudar mais a equipa. Neste jogo, por exemplo, tentei procurar sempre ataques equilibrados, explorando boas situações de lançamento de todos os jogadores, de forma a conseguirmos recuperar defensivamente de forma equilibrada, o que não aconteceu em alguns jogos. Assim não sofremos tantos pontos em contra-ataque ou transições rápidas.
Concorda que o principal problema do Atlético, até ao momento, tem sido a falta de consistência no seu rendimento desportivo? Encontra alguma explicação para que tal aconteça?
A nossa falta de consistência está relacionada principalmente com as lesões e ausências por razões pessoais ou profissionais, que não nos permitem ter sempre todos os jogadores nos treinos e até nos jogos. Contra o Belenenses, por exemplo, apenas o Miguel Araújo esteve ausente, mas nos outros jogos por norma foi sempre mais que um jogador a não poder participar. E isso tem limitado as nossas prestações.
Por norma dão-se melhor nos confrontos frente a equipas mais bem classificadas. Será isso um bom presságio para o jogo frente ao Terceira Basket, atual líder da zona sul?
Acho que neste grupo não há mais fortes ou mais fracos. Basta olhar por exemplo para a Academia e perceber isso. Eles fizeram um excelente António Pratas e no campeonato estão em último, apesar da equipa experiente que têm. O Estoril também já mostrou que pode ganhar jogos. Cada jogo é um jogo. Na Terceira foi um jogo muito bem disputado e este será igual com certeza.
A equipa do Terceira Basket reforçou-se bem para esta temporada. Ainda assim, concorda que o seu interior é o principal problema que terão de resolver?
O jogo interior é talvez onde são menos fortes, mas acho que é uma equipa bem montada e que sabe explorar tanto o jogo exterior como o interior. Os jogadores que reforçaram a equipa trouxeram uma qualidade inquestionável ao jogo do Terceira. Falo principalmente do Filipe Pinheiro e do Tiago Raimundo, que são jogadores já com alguma experiência e habituados a jogar num bom nível.
E já agora, quais julga serem os pontos fortes da equipa do Atlético que este ano compete no campeonato da Proliga?
Este ano o nosso ponto forte é o equilíbrio entre a experiência e conhecimento do jogo por parte dos jogadores mais velhos como o Sérgio, o João Manuel, o Jorge Afonso ou eu, aliados à energia que os mais novos como o Zé Maria e o Jorge Pires trouxeram à equipa. O plantel está mais extenso e isso permite-nos jogar a um bom ritmo durante mais tempo do que nos anos anteriores. Os treinos são mais competitivos e essa competição é o que temos que levar para o jogo. Acredito que ainda temos muito para dar este ano.
«Deixar tudo lá dentro»
O jogador reconhece que o adversário não é fácil mas acredita que é possível os maiatos surpreenderem a formação vareira. O primeiro jogo realiza-se sábado, às 21 horas, na Maia; o segundo domingo, às 18 horas, em Ovar.
Depois dos ajustes feitos no plantel, acha que a equipa do Maia Basket ficou uma equipa mais equilibrada e mais forte?
Penso que sim, uma vez que as alterações visam corrigir eventuais lacunas que possam existir no plantel. Temos, atualmente, o plantel que queríamos e com a qualidade suficiente para atingirmos os nossos objetivos.
O resultado do passado fim de semana pode ser considerado um acidente de percurso que contraria a evolução da equipa? O que falhou nesse jogo?
Acima de tudo, e sem tirar qualquer tipo de mérito à vitória do Eléctrico, penso que nos correu tudo mal. Tivemos percentagens anormais de tiro e defensivamente, em especial nos jogos em casa, fomos demasiado permissivos e apáticos. A equipa adversária esteve melhor nesses aspetos e acabou por vencer com justiça.
Este duplo confronto com a Ovarense pode marcar um ponto de viragem na época do Maia Basket? O grupo de trabalho sente que podia e devia ter feito melhor?
Este duplo embate com a Ovarense, neste próximo fim de semana, será, como é evidente, importante para nós. Mas estou certo que também o será para a Ovarense. Ainda que seja uma jornada dupla, temos de pensar num jogo de cada vez.
O primeiro destes 2 embates será em nossa casa e tudo iremos deixar em campo para corrigir o desaire do passado Sábado. Logicamente que todos sentimos que podíamos ter outros resultados neste momento da temporada, até porque temos noção exata do nosso valor e o muito que, diariamente, trabalhamos. Restar-nos-á demonstrar, daqui por diante, que somos capazes de estar a um nível mais elevado.
Concorda que se irão cruzar com a Ovarense numa fase muito positiva da temporada? Quais as armas mais perigosas que apontaria à equipa de Ovar?
A Ovarense é e será sempre um adversário difícil, independentemente da fase da época em que nos defrontemos, não apenas pelo seu historial, mas por serem uma equipa muito experiente e competente. Julgo que a grande arma da Ovarense é a força do coletivo, que é muito rotinada e com jogadores muito experientes e de qualidade.
Na sua opinião, o que ainda poderá ser potenciado na equipa do Maia Basker? E contribuir decisivamente para levarem a melhor sobre a Ovarense?
Acima de tudo, julgo que para podermos sair vitoriosos de cada jogo, temos de querer mais que os demais. Mas não basta dizê-lo, temos de o demonstrar a cada segundo do jogo, deixando tudo de nós lá dentro.
Na nossa equipa não há espaço para respirar, porque sabemos que só assim conseguiremos alcançar os objetivos traçados. Se a isso adicionarmos o nosso trabalho diário, com humildade mas também com ambição, penso que estaremos mais próximos de sermos bem sucedidos.
Lousada elimina Boa Viagem
A formação nortenha venceu, em casa, o Boa Viagem-Açores-Angra (59-43), qualificando-se para a próxima eliminatória da competição. No 2º tempo, a equipa de Lousada tomou a dianteira e manteve-se sempre as açorianas a uma distância que nunca lhes permitiu ameaçar o comando do jogo.
Até ao inicio da etapa complementar, altura em que vencia pela diferença mínima (27-26), o conjunto da ilha Terceira estava perfeitamente na discussão da vitória.
Sete pontos consecutivos da autoria de Joana Cortinhas empurraram a equipa da casa para a frente do marcador e no final do período o Lousada já vencia por uma vantagem muito perto da casa das dezenas (41-32). Os triplos de Isabel Leite (2 triplos), no arranque do derradeiro quarto, deram ainda mais consistência à liderança da equipa da casa, que não geriu como aumentou a diferença pontual que separava as duas equipas.
Num jogo marcado por muitos turnovers em ambas as partes, as açorianas estiveram ainda pior no controlo da posse de bola (36 turnovers), bem como permitiram que as atletas do Lousada conquistassem 15 ressaltos ofensivos.
O conjunto do Lousada somou 9 triplos durante todo o encontro (38%), uma área do jogo que contribuiu decisivamente para a superioridade do Lousada. Joana Cortinhas (14 pontos, 3 assistências e 2 ressaltos) e Erin Chambers (18 pontos e 6 ressaltos) foi a mais concretizadora.
A dupla formada por Merissa Quick (13 pontos e 8 ressaltos) e Alana Cesarz (10 pontos e 14 ressaltos) bem tentou evitar a eliminação da competição, isto apesar de a equipa ter terminado o jogo com uma percentagem de lançamentos superior, não converteu qualquer triplo (0/9). Já no jogo interior foi superior, uma vez que conseguiu 30 pontos no pintado.
Lombos elimina Benfica
A equipa de Carcavelos foi mais forte na segunda metade do último período e acabou por garantir a presença na próxima eliminatória da competição (77-66).
Mesmo a jogar em casa do adversário, isso não impediu que tenha sido a Quinta dos Lombos a mostrar superioridade durante os primeiros 20 minutos, que chegou mesmo a liderar por dez pontos de vantagem (27-17) no inicio do 2º período. Uma vantagem que se esfumou até ao intervalo, altura em que a equipa de Carcavelos recolheu aos balneários a vencer pela diferença mínima (36-35).
O descanso não cortou o bom momento das encarnadas, que recomeçaram a etapa complementar a mostrarem-se mais fortes, e à passagem do 28º minuto já liderava perto dos dois dígitos (55-46). À entrada do derradeiro quarto a formação encarnada continuava na frente (58-52), mas a meio do quarto voltava tudo à estaca zero com o marcador a registar um empate a 62 pontos.
O cesto de Inês Viana que deu o empate marcou o inicio de um período totalmente dominado pela Quinta dos Lombos, que limitou o ataque do Benfica a um nulo em pontos marcados, aproveitando para registar um parcial de 12-0. Com 27 segundos para serem jogados, e a dispor de uma vantagem tão confortável (74-62), o conjunto de Carcavelos já podia festejar a passagem à eliminatória seguinte.
A base Inês Viana (20 pontos e 4 ressaltos) foi importante na fase em que a equipa de Carcavelos fugiu em definitivo no marcador, bem acompanhada nesse período por Beatriz Jordão (16 pontos e 9 ressaltos) a destacar-se no jogo interior. Artemis Afonso (12 pontos e 7 ressaltos) esteve igualmente a bom nível.
O Benfica perdeu a luta das tabelas (36/48), concedeu 19 pontos ao adversário em segundos lançamentos, e foi claramente superada nos pontos convertidos no pintado (30 vs 56). A norte-americana Calan Taylor registou um duplo-duplo (17 pontos e 13 ressaltos), mas nem com os 13 pontos conseguidos por Joana Ramos e Inês Cruz, conseguiu evitar a eliminação.
Carnide fica pelos “oitavos”
O sorteio não foi feliz para a equipa lisboeta, já que se cruzou com o atual líder invicto da Liga Feminina, que, de uma forma natural, expôs as diferenças existentes entre os dois conjuntos.
A formação do Barreiro forçou o adversário a cometer 30 turnovers, dos quais somou 31 pontos, conseguiu igualmente 21 roubos de bola e 22 pontos em situações de contra-ataque. Mas o Carnide sentiu imensas dificuldades em condicionar o domínio no jogo interior por parte do GDESSA (68 vs 28 pontos no pintado), o que explica em parte a boa percentagem de lançamento (60%) registas pelo conjunto da margem sul durante o encontro.
Emília Dabó (16 pontos, 3 ressaltos, 3 roubos de bola e 2 assistências) aproveitou muito bem os minutos que lhe foram concedidos pelo técnico Nuno Manaia.
O Carnide não esteve inspirado a atirar ao cesto (25%), mérito da defesa contrária, mas foi enorme na forma como se bateu na luta das tabelas, especialmente na ofensiva (17). Maria Santos, com 10 pontos, foi a melhor marcadora do Carnide, mas Mafalda Marques (9 pontos e 6 ressaltos) foi a mais valorizada da equipa.
Olivais/UrgiCentro-SAN apura-se para a próxima ronda
A equipa de Coimbra deslocou-se a Ovar, e ao bater a equipa da casa por 70-61 afastou as vareiras da Taça de Portugal. Trantando-se de uma competição diferente, as olivanenses foram capazes de interromper um ciclo negativo de resultdos, mantendo-se assim na disputa do troféu.
ESA bate o pé às campeãs
A formação da Amadora não foi capaz de manter a sua consistência ao longo dos 40 minutos (perdeu por 54-65), mas do outro lado estava um adversário experiente o suficiente para gerir o resultado e o complicado ciclo de jogos que a União Sportiva tem pela frente.
A equipa da casa começou o jogo de uma forma desinibida e atrevida, e a meio do 1º período liderava o jogo (10-6). Um parcial de 14-0, favorável ao conjunto da ilha S. Miguel, mudou por completo o desenrolar do jogo (20-10). Nada que fizesse a ESA entregar-se, e ao conseguir durante cinco minutos que o Sportiva não somasse pontos, conseguiu encostar novamente o resultado no inicio do 2º tempo (25-30).
As insulares responderam com um novo parcial, esta vez de 11-0, e disparou em definitivo na liderança do jogo, que atingiu o seu máximo no arranque do 3º período (50-30). Até final, a equipa açoriana provou dentro de campo o seu favoritismo, sem nunca a equipa da casa deixar de se mostrar competitiva, terminando o encontro com um resultado que em nada deslustra.
Tamara Milovac e Milica Ivanovic, ambas com 16 pontos, foram as melhores marcadoras das açorianas, seguida de perto por Felicité Mendes que ficou muito próxima de um duplo-duplo (13 pontos e 9 ressaltos).
Grande exibição de Vanessa Costa (22 pontos), principal referência ofensiva da equipa da Amadora, bem secundada por Carla Aires (13 pontos e 5 ressaltos), Rute Cacoilo (8 pontos, 3 ressaltos e 3 assistências) e Rita Ponte (5 pontos e 4 ressaltos).
“Aprender a jogar Jogando”
O maior desafio será manter com regularidade a publicação de artigos, e desde já convidamos todos os agentes da modalidade a enviar-nos artigos para o mail: enb@fpb.pt, que, depois de selecionados e validados, serão publicados. Estes artigos não deverão exceder 5 páginas. Iniciamos com um tema essencial e abrangente, Como – Ensinar o Jogo -.
Entre os treinadores existe, e haverá sempre, uma preocupação técnica, mas também pedagógica e didática, de como ensinar o jogo de basquetebol. " Aprender a jogar Jogando", de Sérgio Ramos, refere "o ensino do basquetebol nas etapas iniciais não pode resumir-se ao ensino descontextualizado das técnicas, nem à simples animação desportiva através de atividades de entretenimento que pouco ou nada têm a ver com o lógica interna do jogo".
Portugueses lá fora
No PDF associado a esta notícia pode conferir o desempenho de cada um deles.
O Andorra de Betinho Gomes alcançou este fim de semana a quarta vitória da temporada na Liga ACB, em Espanha. Em casa, derrotou o Gipuzkoa, por 88-70, com o internacional português a alinhar de início e a somar 7 pontos, 3 ressaltos, 4 assistências e 1 desarme de lançamento, em 24 minutos. A equipa subiu à 12ª posição.
Em França, na NM1, o Caen de Filipe da Silva superou o Vaucluse, por 81-70, na 13ª ronda do terceiro campeonato francês. O base integrou o cinco inicial e em 28 minutos registou 12 pontos, 2 ressaltos e 6 assistências.
Nas senhoras, houve um duelo de portuguesas na Liga Feminina de Espanha. O CREF Hola de Maria Correia recebeu o Zamarat de Sofia Carolina e venceu, por 97-77. Maria, em 17 minutos de utilização, marcou 4 pontos, capturou 2 ressaltos e distribuiu uma assistência, enquanto Sofia, com 12 pontos, 12 ressaltos e 2 assistências (em 29 minutos), não conseguiu evitar o desaire da sua equipa. O CREF Hola é 8º e o Zamarat 12º.
Já o Conquero de Catarina Neves derrotou o Azkoitia, por 80-70, e ocupa a 3ª posição na tabela classificativa. A portuguesa saltou do banco e em 11 minutos registou 3 pontos, 1 ressalto e 2 assistências.
Na divisão inferior, a Liga Feminina 2, o Badajoz não foi feliz na receção ao GDLO Bizkai, cedendo por 72-56, na 10ª jornada da prova. Inês Aragão, em 18 minutos, somou 5 pontos e 1 roubo de bola; Larisse Lima, em 29, registou 1 ponto, 3 ressaltos, 2 assistências e 1 roubo de bola. Foram ambas titulares.
O Adelantados de Sara Djassi, por sua vez, derrotou o Ensino, por 75-63, com a portuguesa, que foi titular, a contribuir com 6 pontos e 1 roubo de bola, em 20 minutos.
Em Itália, o Milano não desarma na perseguição ao líder da A2 e voltou a vencer. Na 9ª jornada visitou e bateu o Carugate, por 58-53, com Lavínia da Silva a jogar os 40 minutos. A portuguesa terminou com 6 pontos, 8 ressaltos, 1 assistência, 1 roubo de bola e 1 desarme de lançamento e a equipa mantém-se no segundo lugar.
Na Dinamarca o Lemvig de Sílvia Fortunato não jogou este fim de semana. Recorde-se que a jogadora, que na época passada se lesionou com gravidade num joelho ao serviço da União Sportiva, esteve 1 minuto em campo na última jornada.
Nos Estados Unidos, a universidade de South Florida fez dois jogos esta semana. No primeiro, quinta-feira, venceu a universidade de Harvard, por 86-59, com Laura Ferreira a contribuir com 5 pontos, 4 ressaltos e 6 assistências, em 25 minutos de utilização. No domingo, a equipa bateu Penn State, por 101-79, e Laura voltou a ser titular. Terminou com 5 pontos, 4 ressaltos e 1 roubo de bola, em 26 minutos.
Washington State University também realizou duas partidas. Na quinta-feira levou a melhor sobre Boise, por 57-52, num jogo onde Maria Kostourkova jogou 4 minutos; domingo a equipa superou San Diego, por 78-72, uma partida onde a portuguesa, em 19 minutos, ajudou com 4 pontos, 3 ressaltos e 2 desarmes de lançamento.
Em Old Dominion também houve motivos para festejar, uma vez que a equipa foi bem-sucedida no confronto com Loyola, vencendo por 61-41. Carolina Bernardeco, que saltou do banco, ajudou com 7 pontos e 6 assistências, em 25 minutos.
Em Georgia Tech começou mal a semana mas depois acabou bem. A universidade onde estuda e joga Chelsea Guimarães perdeu na quarta-feira frente a Indiana, fora, por 69-60 (Chelsea jogou 1 minuto e capturou 2 ressaltos); sábado obteve um esclarecedor triunfo sobre USP Upstate, por 87-47. A portuguesa marcou 1 ponto e capturou 6 ressaltos, em 9 minutos.
Na Marian University só houve sorrisos esta semana. Depois do triunfo sobre Huntington, por 64-55, a meio da semana, seguiu-se nova vitória sobre Taylor University, por 73-62. No primeiro Joana Soeiro somou 10 pontos, 2 ressaltos, 6 assistências e 2 roubos de bola, em 31 minutos, e Jéssica Almeida ajudou com 8 pontos, 2 ressaltos, 2 assistências, 1 roubo de bola e 1 desarme de lançamento, em 34. No segundo, Joana terminou com 8 pontos, 1 ressalto e 1 assistência, em 21 minutos; Jéssica acabou com 6 pontos, 2 ressaltos, 2 assistências e 1 desarme de lançamento, em 24. As portuguesas foram titulares nos dois jogos.
O Independence Community College de Simone Costa alcançou um rotundo triunfo sobre Colby, por 98-37, com a portuguesa a ajudar com 6 pontos, 5 ressaltos, 7 assistências e 1 roubo de bola. No sábado perdeu com Garden City, por 75-69, mas a estatística deste jogo não se encontra disponível.
A Universidade de Colgate, onde joga Francisco Amiel, perdeu a meio da semana com TCU, por 76-49, uma partida onde o português não foi titular. Em 14 minutos Francisco ajudou com 4 pontos, 2 ressaltos e 2 assistências.
Mountain Mission (high school) alcançou duas vitórias esta semana. Na terça-feira bateu Evelyn Mack, por 73-72, com Diogo Brito a marcar 7 pontos, somando ainda 4 ressaltos, 3 assistências e 1 roubo de bola; domingo derrotou Southwest, por 77-62, com o português a ajudar com 4 pontos, 3 ressaltos e 4 assistências.
Daniel Relvão, por sua vez, continua lesionado e por isso não esteve nos dois jogos de George Mason, o primeiro diante de Towson, que a equipa perdeu, por 75-54; o segundo frente a Quakers, que venceu, por 63-44.
A finalizar, a universidade de Chaminade na quinta-feira cedeu diante de Concordia, por 92-89 e ganhou sábado frente a Holy Names, por 83-80. Óscar Pedroso no primeiro jogo saltou do banco e em 15 minutos somou 4 pontos e 1 ressalto; no segundo, em apenas 18 minutos de utilização, obteve 16 pontos, 3 ressaltos e 1 assistência.
CPN supera Coimbrões
Derrotou o S.C Coimbrões/Rebau por 76-52, e mantém-se isolado no primeiro lugar da tabela classificativa. Depois de duas jornadas sem vencer, a equipa da SIMECQ volta aos triunfos em sua casa, batendo a equipa do Galitos por 65-62.
Foi em terras madeirenses que a equipa do Algés foi conquistar a sua quarta vitória no campeonato, superando o Marítimo por 62-67. Já o CD Póvoa, depois da derrota sofrida em casa na passada jornada, foi ao campo do Juvemaia ACDC regressar às vitórias, vencendo a partida por 55-32. Num campo difícil, na Gafanha, o Académico FC amealhou a sua quinta vitória nesta fase, derrotando a equipa da casa por apenas 2 pontos (59-61).
Numa jornada dupla no seu reduto, a Escola da Amadora recebeu a equipa do Guifões S.C., obtendo um triunfo por 61-47. No segundo jogo, a contar para a 12ª Jornada do campeonato, a equipa do Galitos, depois da derrota no dia anterior na SIMECQ, foi arrecadar uma preciosa vitória por 60-53.
Próximos Jogos:
Dia 12 de Dezembro
Guifões S.C. Vs SC Coimbrões/Rebau as 15h00 no Mun. Guifões
Algés Vs ESA as 15h30 no Pav. Gomes Pereira
SIMECQ Vs G.D. Gafanha as 16h30 no Pav. Carlos Alberto Carvalho
CP Natação Vs Juvemaia ACDC as 16h30 no Mun. Ermesinde
Académico FC Vs CSM/CS CAB as 16h30 no Pav. Académico
Galitos Vs CD Povoa as 18h30 no Pav. Galitos
CAB Madeira triunfa em Vagos
As madeirenses não vacilam na perseguição ao líder GDESSA, que voltou a vencer este domingo nos Açores diante do Boa Viagem-Angra-Açores (97-62). As campeãs em título tinham falhado no dia anterior por muito pouco o assalto à liderança, mas reagiu bem e impôs a segunda derrota do Sporting CP (64-52) em fim de semana de jornada dupla para as leoas.
A equipa madeirense liderou o encontro desde o primeiro cesto, uma superioridade estável, mas sem grande expressão na diferença pontual. A meio do 3º período, as insulares chegaram à vantagem máxima (53-37), nada que fizesse desanimar as vaguenses. A seis minutos do final, as comandadas de João Janeiro estavam na discussão do jogo, perdiam por quatro (59-63), mas ao permitirem um parcial de 10-0, favorável às visitantes, comprometeu em definitivo o objetivo de quebrar o ciclo negativo de resultados.
O CAB, apesar de ter sido forçado a cometer 22 turnovers, foi dominador no pintado (48 vs 28 pontos), mostrou-se muito coletivo nas ações ofensivas (26 assistências), pelo que não surpreende as boas percentagens de lançamento registadas durante a partida (60% de 2 pts e 40% de 3 pts).
A dupla composta por Cherin Miller (21 pontos, 8 ressaltos e 4 assistências) e Aleighsa Welch (21 pontos, 8 ressaltos e 4 assistências) voltou a mostrar a sua qualidade, e Joana Lopes evidenciou-se a passar a bola (8 assistências), embora tenha estado igualmente ativa no ataque (18 pontos).
A formação de Vagos tarda em encontrar o caminho das vitórias, tem o handicap de ter completado o grupo de trabalho recentemente, o que faz com que se afaste cada vez mais dos oito primeiros. As internacionais, Ana Fonseca (20 pontos e 4 assistências) e Daniela Domingues (19 pontos e 7 assistências), continuam a revelar a sua qualidade.
GDESSA começou a resolver no 2º período
Excelente réplica do conjunto da ilha Terceira durante o quarto inicial, chegou mesmo a liderar por 18-11, mas um parcial de 14-0 favorável às visitantes inverteu em definitivo o sentido do jogo (25-18). Na etapa complementar acentuou-se a superioridade do atual líder invicto da prova, 10ª vitória consecutiva, permitindo-lhe ultrapassar incólume este difícil teste de viajar até aos Açores para uma dupla jornada.
O conjunto do Barreiro conquistou 24 ressaltos ofensivos durante o encontro, e a norte-americana Ladondra Johnson (26 pontos e 12 ressaltos) esteve em evidência nesse capitulo do jogo ao capturar 10. Márcia Costa (25 pontos) esteve com a mão quente, mas brilhou igualmente a roubar bolas (6).
O duo composto por Alana Cesarz (21 pontos e 5 ressaltos) e Merissa Quick (16 pontos, 13 ressaltos e 4 assistências) esteve novamente em bom plano, mas desta vez não chegou para repetir o sucesso da véspera.
Sportiva resolve na 2ª metade do 4º período
As campeãs nacionais deram continuidade ao seu louco ciclo de jogos com a recepção ao Sporting CP. A formação leonina voltou a vender cara a derrota, conseguindo mesmo anular por duas vezes desvantagens pontuais nas casas das dezenas. O União Sportiva nunca foi capaz de relaxar, até porque a 4 minutos do final perdia pela diferença mínima (44-45).
Um triplo de Shaqwedia Wallace (15 pontos, 4 ressaltos e 4 assistências) permitiu às açorianas respirar um pouco de alivio, que a partir daí mostraram-se sempre muito eficazes da linha de lance-livre, tirando partido das constantes faltas conquistadas ao adversário.
Milica Ivanovic (18 pontos e 6 ressaltos) mostrou que atravessa um bom momento de forma, tal como Felicité Mendes (15 pontos e 5 ressaltos). Bineta Ndoye registou um duplo-duplo (13 pontos e 11 ressaltos), mas Dora Duarte, com 14 pontos, foi a melhor marcadora entre as leoas.
Mais um degrau rumo ao topo
Um triunfo importante para que o conjunto de S. Paio de Gramaços se possa aproximar um pouco mais dos lugares do topo da tabela classificativa da zona norte da 1ª fase do campeonato da Proliga.
Pressionada pelas vitórias, a equipa do Sampaense tinha pela frente um osso duro de roer, já que se tratava de um adversário que esteve invicto nas primeiras cinco jornadas. Mas isso não impediu que a equipa da casa tomasse conta do jogo a partir do final do 1º período e chegasse à vantagem de quinze pontos (61-46), com três minutos jogados no 2º tempo.
O Sangalhos não se desuniu, foi atrás do prejuízo, e com pouco mais de 3 minutos para se jogar já só perdia pela diferença mínima (73-74). O Sampaense reagiu bem à pressão do momento, respondeu com um parcial de 5-0, que a colocava no comando de uma forma tranquila à entrada do último minuto (79-73).
Na equipa vencedora, as exibições de Tim Lucas (15 pontos, 9 ressaltos e 9 assistências), jogo completo, Diogo Gonçalves (18 pontos e 6 ressaltos) e Helder Carvalho (15 pontos e 8 ressaltos) foram decisivas para que tivessem somado a 2ª vitória na prova.
Não foi desta que o conjunto da Bairrada quebrou a série negra, e não foi por falta de inspiração de Gonçalo Catarino (22 pontos), Luís Fonte (19 pontos e 6 ressaltos) e Nuno Bizarro (12 pontos e 10 ressaltos).
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Legenda
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Miguel Maria
“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

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