Artigos da Federaçãooo
«Queremos alcançar a 1ª vitória»
No sábado defronta a formação da Boa Viagem na Ilha Terceira e no dia seguinte defronta a atual campeã nacional, União Sportiva, na Ilha de S. Miguel. O técnico Jorge Maia, em entrevista ao site do clube, antevê dois encontros complicados, mas espera viajar com a esperança de poder alcançar o primeiro resultado positivo nesta fase regular da Liga Feminina.
Subentende-se no discurso do treinador que o jogo de sábado é mais do “campeonato” das vareiras, se bem que se trata de um pavilhão onde se sente fator casa. “Em mais uma jornada dupla, desta vez nos Açores, cabe-nos defrontar na Terceira a equipa do Boa Viagem, que a jogar em casa é tradicionalmente forte. Vamos encontrar muitas dificuldades, mas queremos alcançar a primeira vitória na competição sabendo de antemão que vai ser muito complicado. Iremos encarar o jogo de uma forma positiva e tentar contrariar ao máximo os pontos fortes do adversário para poder encurtar as ‘distâncias’ entre os dois planteis.”
No dia seguinte, a tarefa afigura-se mais complicada, bem como o encontro, teoricamente será de grau de dificuldade superior. “Domingo jogamos em São Miguel, onde vamos defrontar a equipa campeã nacional em título e que já na presente época venceu as duas competições disputadas: Taça Vítor Hugo e Supertaça. Naturalmente vamos encontrar uma equipa motivada e aliada à qualidade das suas atletas e, por consequente, esperam-nos muitas dificuldades.”
CPN, POVOA e ESA seguem invictos
Nesta 3ª Jornada do campeonato, o CPN alcançou em sua casa, uma importante vitória frente à equipa do Gafanha, por 69-66. A Escola da Amadora deslocou-se a terras da Maia onde arrecadou, frente ao Juvemaia, mais um triunfo, por 51-47. O jogo CD Povoa desta jornada realizou-se dia 17.10.2015 em que a equipa do Povoa derrotou o Marítimo por 71-47.
O Académico deslocava-se a Algés motivado pelo triunfo alcançado na jornada anterior e com o objetivo de se manter na frente do seu adversário. Um objetivo que só se realizou nos últimos segundos do jogo, altura em que a partida estava empatada a 65 pontos. Francisca Braga assume a vitória da sua equipa marcando o cesto que deu o triunfo à equipa nortenha (67-65).
A viagem da SIMECQ a Guifões acabou por ser um sucesso, uma vez que a equipa da linha de Oeiras somou um valioso triunfo por 62-46 ao Guifões S.C., alcançando assim a sua primeira vitória no campeonato.
Em Aveiro, o Galitos recebeu o Coimbrões, equipa que vinha de uma derrota na Amadora na jornada anterior. O Coimbrões não se deixou desmoralizar pelo fracasso passado e foi vencer em casa do adversário, por 61-49.
À procura da 1ª vitória
As duas equipas foram derrotadas na jornada inaugural, se bem que os encarnados tenham beneficiado do fator casa. Seria importante para o técnico Carlos Lisboa, e naturalmente para a equipa, ser capaz de ir buscar uma vitória fora, sendo que o encontro frente esta equipa húngara reúne boas probabilidades de isso acontecer.
Isso não significa que irá ser fácil para o campeão nacional vencer fora esta equipa do Sopron KC, até porque na 1ª jornada só nos 5 minutos finais cedeu no embate disputado na Bélgica frente ao PO Antwerp Giants, derrota por 73-81.
A equipa húngara perdeu na meia-final do playoff (0-3) frente ao campeão, o Szolnok, e o cinco inicial, habitualmente, é formado por cinco jogadores estrangeiros. Na posição de base o canadiano Hernst Larroche, na posição 2 o norte-americano Kevin Tiggs, na 3 o montenegrino Radulovic, na 4 o croata Rancic, e na posição 5 a estrela da companhia, ou pelo menos o jogador com maior currículo, o bósnio Edin Bavcic. Após seis jornadas disputadas no campeonato húngaro, o adversário do Benfica soma três vitórias e igual número de derrotas.
Bavcic é um jogador veterano internacional bósnio, que apesar de já se ter retirado da seleção, após o Eurobasket de 2013, poderia perfeitamente ainda ter um papel importante, ou pelo menos útil dentro do grupo. Protagonizou uma excelente temporada ao serviço do Sigal Prishtina, com média de duplo-duplo (17 pontos e 10 ressaltos) na Liga Balcã. A sua experiência, capacidade para garantir ressaltos, e qualidade para jogar de frente para o cesto onde os triplos também são uma ameaça, fazem dele um interior versátil e complicado de travar. Os belgas que o digam já que contabilizou 28 pontos e 14 ressaltos, 6 deles ofensivos, no jogo em Antuérpia.
O norte-americano Kevin Tiggs tem várias experiências no basquetebol europeu, embora tenha andado mais tempo pela Ucrânia, onde representou, por mais que uma vez, o BC Ferro-ZNTU e BC Goverla. Teve uma curta passagem pelo Chipre, APOEL B.C., o mesmo sucedeu em França no JDA Dijon Basket. Na última temporada, competiu na D-League, na equipa satélite dos Knicks tendo sido a 7ª escolha do draft, mas foi cortado em Dezembro, acabando por substituir o seu compatriota Cameron Bennerman que se lesionou na equipa finlandesa do Namika Lahti. Esteve discreto no 1º jogo, mas ainda assim contribuiu com 9 pontos e 4 ressaltos.
Hernst Laroche é um canadiano que passou pelo basquetebol universitário norte-americano, New Mexico State (2012), e que na última temporada representou, com sucesso, o SLUNETA Usti nad Labem, uma equipa da República Checa, e obteve médias de 15.6 pontos e 4.8 assistências nos 45 jogos em participou. Também na defesa se destacou com média de quase 2 roubos de bola por jogo (1.8). Na época anterior, jogou igualmente na República Checa, no BK Lions Jindrichuv Hradec, e nos 24 jogos que realizou obteve médias idênticas (15.8 pontos e 4.3 assistências). Um base a ter conta, e que se espera que não consiga colocar os problemas que James Florence colocou na jornada inaugural. Laroche esteve bastante bem no jogo da Bélgica, tendo realizado uma exibição bastante completa (15 pontos, 9 assistências e 3 ressaltos).
Do jogo da 1ª jornada, ressalta, ainda que resulte de uma única observação, nesta equipa húngara a pouca rotação do banco (8 jogadores utilizados), não se mostrou exemplar a controlar a posse de bola (17 turnovers), nem muito eficaz da linha de lance-livre (9/16 – 56.3%). Sofreu 81 pontos, um dado importante, e que desejamos que seja um indicador que esta equipa não defenda bem.
«Um passo enorme na minha evolução»
Amiel já começou a treinar e a adaptação está a decorrer dentro do esperado. As primeiras impressões do atleta são muito positivas, como o próprio reconhece numa entrevista que poderá ler nos anexos desta noticia.
Cook mostra credenciais
Daequan Cook esteve com a mão quente no passado sábado, algo que naturalmente ajudou, e muito, a que fosse o MVP Global da ronda. Nuno Marçal, de regresso aos velhos tempos na posição de extremo, foi o atleta português mais valorizado da jornada. Fique ainda a conhecer quais os jogadores que integram o melhor cinco da ronda do passado fim de semana da LPB.
MVP Global: Daequan Cook, SL Benfica – 31 de valorização
Os encarnados pretendiam regressar às vitórias após o desaire europeu, num jogo em que este norte-americano não esteve particularmente inspirado a atirar aos cesto. Mas na partida do Barreiro, Cook mostrou as suas credenciais de temível atirador, ao converter 8 dos 12 triplos que tentou durante o encontro (67%). Terminou o desafio com 28 pontos, 6 ressaltos, 2 roubos de bola e 1 assistência, números que contribuíram para que o Benfica se mantivesse invicto no comando da Liga, bem como reforçasse os seus níveis de confiança antes de partir para a Hungria para mais um jogo da Fiba Europe Cup.
MVP Nacional: Nuno Marçal, Maia Basket – 27 de valorização
O jogador português volta a começar bem a temporada, apesar de ter que desempenhar mais do que uma posição na equipa de forma a facilitar a restruturação que está a ser operada na equipa maiata. A formação da Maia ainda não conseguiu vencer nesta fase regular, mas Marçal, desta vez como extremo, registou uma exibição de grande qualidade, destacando-se como a principal referência ofensiva da equipa. Para além dos 28 pontos que anotou, somou ainda 8 ressaltos, 1 assistência e 1 roubo de bola, mostrando que se sente igualmente confortável a jogar mais tempo afastado do cesto na posição de extremo onde se notabilizou no basquetebol nacional.
Posição 1: Tiago Pinto, Eléctrico FC – 14.5 de valorização
Não foi uma jornada de grande inspiração para os bases, se bem que a atuação de Tiago Pinto possibilitou que o conjunto de Ponte de Sor se estreasse a vencer nesta fase regular e na própria LPB. Esteve bastante bem a liderar a equipa, embora tenha ajudado a equipa em outras áreas do jogo, também elas importantes, pena foram os 7 turnovers que cometeu e que impediram que a sua valorização tivesse sido mais elevada. Terminou o encontro com 14 pontos, 7 assistências, 6 ressaltos e 1 roubo de bola, contribuindo decisivamente para que, desta vez, o Eléctrico tivesse sido mais forte na parte final do encontro.
Posição 2: Daequan Cook, SL Benfica – 31 de valorização
É o MVP Global da 6ª jornada da Liga Portuguesa de Basquetebol.
Posição 3: Nuno Marçal, Maia Basket – 27 de valorização
É o MVP Nacional da 2ª jornada da Liga Portuguesa de Basquetebol
Posição 4: Sasa Borovnjak, Lusitânia SC – 26 de valorização
Não é a primeira vez que este jogador da equipa açoriana integra o melhor cinco da jornada. Sinal que tem qualidade e acima de tudo uma caraterística muito importante e apreciada por qualquer treinador: consistência. Faltam agora as vitórias, já que os 21 pontos, conseguidos com uma enorme eficácia (8/11 – 73%), 11 ressaltos, 1 assistência e 1 roubo de bola não garantiram à equipa o primeiro êxito na edição deste ano da LPB. Os maus resultados já forçaram a que fossem realizadas tocas de jogadores, pelo que há que dar tempo agora para ver o que irá suceder na formação da ilha Terceira.
Posição 5: Raven Barber, Ovarense Dolce Vita – 29 de valorização
Iniciou a temporada de forma discreta, sem se dar muito por ele, mas este jogo veio justificar a aposta feita nele. Numa semana em que o clube dispensou o seu compatriota, Barber respondeu com uma excelente exibição, ajudando a Ovarense a conseguir um importante triunfo, na Madeira, frente ao CAB. A tremenda eficiência revelada pelo jogador nas áreas próximas do cesto (10/12 – 83%), foi fundamental para desequilibrar o encontro a favor dos vareiros. Terminou a partida com 23 pontos, a que somou 6 ressaltos, números que ajudaram a que a Ovarense tivesse somado a sua primeira vitória na prova na condição de visitante.
Betinho foi o melhor
Nas senhoras, Sofia Carolina também protagonizou uma boa exibição na Liga Feminina de Espanha e ajudou a sua equipa a ganhar.
Na Liga ACB em Espanha, ainda não foi este fim de semana que o Andorra regressou aos triunfos. A equipa de João Betinho Gomes perdeu na visita ao Fuenlabrada, na 4ª jornada da competição, por 78-72, com o português a cotar-se como o melhor jogador da equipa. Em 33 minutos Betinho somou 11 pontos, 7 ressaltos (todos defensivos), 1 assistência, 1 roubo de bola em 1 desarme de lançamento, mas não conseguiu evitar o segundo desaire consecutivo da sua equipa.
Em França, o Caen de Filipe da Silva também voltou a não ser bem sucedido. Na 7ª jornada da NM1, a equipa cedeu, em casa, diante do Blois, por 70-60, e desceu à 13ª posição na tabela classificativa. O base português jogou 20 minutos, durante os quais registou 4 pontos, 5 ressaltos e 4 assistências.
Nas senhoras, o CREF Hola perdeu na visita ao pavilhão do Avenida, na 7ª jornada da Liga Feminina de Espanha, mas Maria Correia não jogou.
Na mesma prova, o Conquero de Catarina Neves levou a melhor sobre o Bembibre, por 67-51, com a portuguesa a atuar durante 8 minutos. Fez um lançamento de três pontos, que falhou.
Já o Zamarat pôde contar com um bom contributo de Sofia Carolina na vitória diante do Azkoitia, fora de portas, por 72-63. A portuguesa somou 12 pontos, 5 ressaltos e 1 assistência, nos 25 minutos que esteve em campo.
Na divisão inferior, a Liga Feminina 2, o Badajoz voltou aos triunfos em casa, frente ao Oviedo, por 73-55. Larisse Lima foi titular e em 33 minutos ajudou com 15 pontos, 8 ressaltos e 4 assistências; Michelle Brandão também alinhou de início e somou 5 pontos, 5 ressaltos, 5 assistências e 2 roubos de bola, também em 33 minutos; Inês Aragão saltou do banco e em 18 minutos registou 5 pontos, 2 ressaltos, 2 assistências e 1 desarme de lançamento.
O Adelantados de Sara Djassi foi igualmente bem-sucedido. Derrotou o ADBA, por 79-68, no seu recinto, e ascendeu à 5ª posição. A portuguesa marcou 8 pontos, capturou 2 ressaltos, distribuiu duas assistências e fez 1 roubo de bola.
Já o Arxil não teve tanta sorte. A equipa onde alinha Rosinha Rosário perdeu em casa frente ao Adareva, por 75-67, e caiu para o 8º lugar na tabela. Rosinha integrou o cinco inicial e em 29 minutos somou 11 pontos, 9 ressaltos e 1 roubo de bola.
Em Itália, o Milano continua em alta na 2ª divisão do país. Este fim-de-semana derrotou o Pordenone, por 57-47, com Lavínia da Silva em boa forma. Em 38 minutos registou 17 pontos, 6 ressaltos, 1 assistência e 2 roubos de bola. O Milano subiu à 2ª posição.
CAB ganha em Carcavelos
Uma vitória sofrida, em parte por culpa própria, diante de um adversário que nunca desistiu de correr atrás do prejuízo, mas que beneficiou dos muitos erros cometidos pelas insulares nos instantes finais do jogo no controlo da posse de bola. Com este resultado, o CAB passa, à condição, a liderar a Liga Feminina, com mais uma vitória que o GDESSA-Barreiro, sendo que a equipa da margem sul é a única equipa da prova que ainda não perdeu.
Nos primeiros 20 minutos do encontro o equilíbrio foi a nota dominante. Domínio ligeiro repartido durante 1º período, ainda que tenha sido a equipa da casa a terminar na frente (18-14), para no 2º quarto a liderança ter quase sempre pertencido ao conjunto de Carcavelos, embora por diferenças mínimas. À entrada do último minuto da 1ª parte, as duas equipas não poderiam estar mais iguais, empate a 37 pontos, mas seriam as madeirenses a consumarem a reviravolta no marcador antes do intervalo (39-37).
No arranque da 2ª parte, a vantagem das insulares chegou a ser de seis (43-37), mas resposta imediata dos Lombos que em menos de três minutos conseguiam nova cambalhota no resultado (44-43). O jogo manteve-se sempre muito igual até 6.38 minutos do final, altura em que uma jogada de três pontos finalizada por Welch (28 pontos, 12 ressaltos, 4 assistências e 3 roubos de bola) foi o ponto de partida para um ligeiro distanciamento do CAB (67-60).
Os turnovers sucediam-se no ataque do CAB Madeira, situação bem aproveitada pela equipa de Carcavelos para se aproximar no marcador. De tal forma que um triplo de Latifah Coleman (17 pontos), a 1.24 minuto do final, colocava a Quinta dos Lombos à distância de um ponto (71-72). Durante o último minuto, a equipa madeirense voltou a cometer dois erros que resultaram em duas perdas de posse de bola sem lançamento, mas dos três lançamentos efetuados pelos Lombos nenhum deles caiu dentro do cesto, mantendo-se o resultado até final.
Os turnovers cometidos pelo CAB, 26 no total, quase lhe custaram a vitória neste encontro, em que soube tirar partido da sua superioridade na luta das tabelas (32/20), e melhores percentagens de lançamento de campo (56% vs 44.8%). A Quinta dos Lombos nunca desistiu de lutar, foi capaz de ir buscar o jogo, e só pode queixar-se de si própria, já que dispôs de três lançamentos para ganhar o jogo.
Triunfo sofrido
A de domingo frente ao Esgueira/OLI, e pela diferença mínima (59-58). Na Zona Sul, o equilíbrio também foi grande, uma vez que o Estoril Basket só confirmou o triunfo sobre a Academia (65-64) a dois segundos do final do jogo. Foi o segundo triunfo da equipa liderada por Artur Cruz, já o conjunto do Lumiar continua à procura do seu primeiro sucesso nesta fase regular.
Passados seis minutos as duas equipas continuavam iguais, empate a 11 pontos, mas foi o Esgueira a terminar melhor o 1º período, conseguindo mesmo uma curta vantagem (21-14). Valeu a reação dos vascaínos nos últimos oito minutos do 2º quarto, parcial de 17-6, para darem a volta ao marcador em tempo de intervalo (31-29). Sensivelmente a meio do 3º período, um triplo de Paulo Vieira (14 pontos e 7 ressaltos) colocava o Vasco da Gama na liderança por sete pontos (43-36), a mesma arma utilizada por Miguel Oliveira para fixar o resultado final do quarto em 47-46, anda favorável à equipa da casa.
Os dez minutos finais foram de grande equilíbrio, com a formação do Vasco, como é seu hábito, a mostrar-se sempre muito agressiva a atacar o cesto, mas os esgueirenses a manterem-se sempre muito perto no resultado. Embora tenha sido sempre a equipa do Porto a liderar o jogo, por mais que uma vez, a 51 e a 55 pontos, o Esgueira conseguiu chegar ao empate. Miguel Toreia (14 pontos e 6 ressaltos) não tremeu da linha de lance-livre (59-55), mas os turnovers cometidos pelo Vasco da Gama na parte final quase comprometiam a vitória. E foi depois de um roubo de bola de Renato Loio, a 19 segundos do fim, que André Occhialini (15 pontos e 9 ressaltos) ainda teve a possibilidade de dar a volta ao resultado.
Rui Nery resolveu da linha de lance-livre
Num encontro de curtas vantagens pontuais, foi a Academia, a meio inicio da 2º período, a dispor da máxima diferença durante todo o encontro (29-20). Os visitantes no inicio do 2º tempo continuavam aparentemente confortáveis no comando (37-29), mas um parcial de 16-0, favorável ao Estoril Basket, alteraria o desenrolar do jogo. O conjunto do Lumiar recompôs-se daquela fase negra e de seca de pontos, o desafio recuperou a incerteza e a emoção. Tanto que, a 48 segundos do final as duas equipas estavam empatas a 61 pontos. O triplo de Nuno Monteiro, a 11 segundos do final restabeleceu a igualdade (64 pontos), mas a 2 segundos do termo, Rui Nery foi para a linha de lance-livre e converteu o primeiro de dois.
Destaque para o duplo-duplo (16 pontos e 14 ressaltos) registado por Alexey Kaputskiy, bem como para os 16 pontos e 4 ressaltos conseguidos por Jorge Freitas na equipa do Estoril. Ba Cassamá, autor de 15 pontos, foi o mais concretizador na equipa forasteira, mais um do que o Nuno Monteiro (14 pontos).
Foto: Cláudio Gomes
Jogo com poucos pontos
Depois de um 1º quarto equilibrado, os encarnados dispararam no marcador até ao intervalo, num jogo em que o resultado final evidencia o bom desempenho defensivo da equipa benfiquista.
A equipa do Restelo entrou muito bem, a discutir o jogo sempre o jogo e no final do 1º período comandava mesmo o resultado, ainda que fosse por um ponto apenas (18-17). Uma toada que se manteve até meio do 2º tempo, altura em que os forasteiros perdiam pela diferença mínima (27-28). Mas em pouco mais de 4 minutos, com um parcial de 12-0, o Benfica alterou por completo o jogo, sobretudo pela forma como impediu que o Belenenses tivesse somado qualquer ponto até ao intervalo (40-27).
No recomeço da etapa complementar, os encarnados chegam à vantagem máxima do encontro (46-29), a que se seguiu uma boa reação dos azuis do Restelo. No inicio do 4º período o Belenenses voltava a discutir o resultado, perdia por três (46-49) depois de um triplo de Carlos Dias, mas dois triplos consecutivos de Ricardo Rosa (61-48) colocavam um ponto final na reação dos visitantes.
Os encarnados dominaram em quase todos os capítulos do jogo, se bem que na luta das tabelas a sua superioridade tenha sido mais evidente (48-28). O Belenenses controlou melhor a posse de bola, mas não esteve feliz a lançar ao cesto, e isso refletiu-se na produtividade da equipa em períodos do jogo.
Ricardo Rosa, autor de 15 pontos, foi o melhor marcador do Benfica, seguido de perto por Sérgio Silva (13 pontos e 8 ressaltos). Nos visitantes, o destaque vai para a prestação de Carlos Dias (18 pontos, 5 ressaltos e 2 assistências).
Equilíbrio até ao fim
O encontro correspondeu à expectativa que o rodeava, uma vez que só foi decidido nos segundos finais. Com esta vitória, a formação de Oliveira de Azeméis partilha agora com o FC Porto o 2º lugar da geral, a um triunfo de distância do invicto SL Benfica.
A 1ª parte, exceção feita aos dois minutos iniciais, empate a 5 pontos, foi dominada pela equipa da casa, que chegou mesmo a dispor de uma vantagem de catorze pontos (39-25), a pouco mais de três minutos para o intervalo. Uma liderança que se manteve até bem perto do final do 3º período (60-46), sem que os vimaranenses tenham esboçado qualquer tipo de tentativa de aproximação no marcador.
Mas a fluidez ofensiva da Oliveirense, bem como a capacidade revelada para manter o adversário a uma distância confortável sofreu um grande revés nos últimos dois minutos do 3º quarto e minutos iniciais do derradeiro período. O Vitória impôs uma seca de pontos, quase sete minutos, à formação da casa, aproveitou para fazer um parcial de 14-0, e empatava o encontro a 60 pontos quando faltavam 3.30 minutos para o final.
Elvis Évora, da linha de lance-livre, fez novamente funcionar o marcador, tendo seguido um período em que as duas equipas somavam cestos nos dois lados do campo, mas sempre com os visitante a comandarem por diferenças mínimas. A Oliveirense não tremeu na parte final da linha de lance-livre, converteu os seis a que teve direito e a 26 segundos do fim, depois de mais dois convertidos por Bricis, os minhotos perdiam por três (68-71).
Fernando Sá parava o jogo e a equipa regressava ao campo preparada para tentar o empate. O triplo de João Balseiro não entrou e tudo se complicou a partir daí. A Oliveirense mostrou-se muito segura nas luta das tabelas (37-25) e beneficiou de ter sido mais eficaz nos tiros de curta e média distância (57.1% vs 39.5%).
O letão Arturs Bricis (17 pontos) voltou a ser o mais produtivo dos jogadores do perímetro da Oliveirense, já no jogo interior Elvis Évora (17 pontos e 9 ressaltos) foi a principal referência da equipa. O Vitória teve a capacidade para ir buscar o jogo novamente, muito por culpa das boas exibições de João Balseiro (21 pontos e 5 roubos de bola) e Ervin Kiley (22 pontos e 4 ressaltos).
CAB triunfa na Luz
A equipa comandada por João Pedro Vieira cedo cavou uma diferença pontual, que depois geriu, quase até ao limite, até final do encontro. As encarnadas bem tentaram dar a volta ao marcador, estiveram muito próximas, mas nos momentos decisivos a equipa do CAB soube matar o jogo.
Se o jogo se afigurava de um grau de dificuldade elevado para a equipa benfiquista, mais ainda ficaria no final do 1º período. Um cenário que se agravaria nos dois primeiros minutos do 2º quarto, com as madeirenses a chegarem à vantagem máxima do encontro (30-13). Reagiu a equipa da casa que até ao intervalo conseguiu encurtar distâncias (34-41).
As duas equipas repartiam o domínio no jogo, algo que naturalmente se traduzia na forma como o marcador se ia alterando. A meio do 3º período, o CAB já tinha fugido novamente no comando (58-43), mas voltava a ser a equipa da casa a terminar melhor o quarto, ainda que continuasse atrás (56-62).
O Benfica chegou mesmo a estar a três de distância (59-62), mas à imagem do que tinha sucedido em situações idênticas anteriores, as forasteiras voltaram a dar mostra de consistência e maturidade na forma como souberam voltar a marcar a diferença. Seis pontos sem resposta traziam de novo a tranquilidade à equipa do Funchal (68-59), e quando as benfiquistas insistiam em reaproximarem-se, um triplo de Escórcio, a 2.37 minutos do termo, quase colocava um ponto final do jogo (74-67).
O trio formado por Cherin Miller (17 pontos e 11 ressaltos), Ijeoma Ofomata (18 pontos e 6 ressaltos) e Aleighsa Welch (18 pontos e 7 ressaltos) contribuiu decisivamente para que o CAB se tivesse mostrado mais forte nos dois lados do campo.
A norte-americana Callan Taylor (21 pontos, 4 ressaltos e 3 roubos de bola) voltou a estar a bom nível, o mesmo sucedeu com Joana Ramos (17 pontos, 4 assistências e 3 ressaltos).
SL Benfica vence no Barreiro
A vitória do Benfica por 79-53 começou a ganhar forma no quarto inicial, com os comandados de Carlos Lisboa a não mais permitirem que o adversário aspirasse a reentrar na discussão do jogo. Quem também venceu foi o Basquete de Barcelos que, ao bater o Maia Basket 77-60, confirmou que nesta fase inicial da competição parece ser uma equipa mais talhada para vencer jogos em casa.
O jogo tinha desde logo a curiosidade de ver em ação o novo reforço dos encarnados, Radic (5 pontos e 3 ressaltos), a quem Carlos Lisboa deu 15 minutos de utilização como forma de ganhar ritmo competitivo. Entraram bem os encarnados, que rapidamente chegaram à vantagem de 22-8 ainda durante o 1º período.
A formação do Barreiro ainda foi capaz de manter o jogo fechado até ao intervalo (27-40), mas no 2º tempo acentuou-se a superioridade do Benfica. A diferença pontual nunca baixou a casa das dezenas, se bem que tenha sido no final do encontro que ganhou mais expressão.
Os encarnados estiveram muito eficientes a lançar ao cesto (21/37 – 56.8% de 2 pontos e 10/22 – 45.5%), pontaria que contrastava com a pouca inspiração da equipa da casa, especialmente de longa distância (4/22 – 18.2%). O norte-americano Daequan Cook esteve com a mão quente (8/12 de 3 pontos) e terminou o encontro com 28 pontos, a que somou 6 ressaltos e 2 roubos de bola.
A equipa do Galitos bateu-se muito bem no ressalto ofensiva (14), teve o mérito de conquistar 27 idas para a linha de lance livre, dos quais converteu 21 (77.8%), mas faltou-se pontaria para colocar a bola dentro do cesto. Ainda assim, Jordan Baker (24 pontos e 7 ressaltos) somou mais uma exibição muito positiva.
Barcelos volta a vencer em casa
A equipa comandada por João Tiago conseguiu por termo a um ciclo negativo de três derrotas consecutivas, e logo frente a um adversário que luta, em teoria, por objetivos semelhantes e que procura aqui somar a sua primeira vitória. A semana foi conturbada para os maiatos, troca de treinador e norte-americano, e para já não teve o impacto desejado.
Se bem que até tenha começado bem a equipa da Maia, já que a meio do 2º período ainda comandava o jogo pela diferença mínima (28-27). Um triplo de Andrew Ferry (19 pontos) consumou a reviravolta no marcador (30-28), e até final do jogo os minhotos tiveram sempre o jogo perfeitamente controlado. Ao intervalo, a equipa da casa já vencia por nove de diferença (37-28), a mesma diferença que se registava no final do 3º período (53-449, embora sem que os visitantes tivessem sido capazes de se aproximar no resultado.
Nos últimos 10 minutos, os triplos dos minhotos, João Ribeiro esteve bem nesta fase (2 triplos), aniquilaram todas as tentativas de recuperação por parte do conjunto da Maia. Igor Dukovic (15 pontos e 5 ressaltos) foi o 2º melhor marcador do Barcelos, que neste encontro forçou o Maia Basket a cometer 26 turnovers. Nuno Marçal registou 28 pontos e 8 ressaltos, mas nem com a ajuda de Latham Lexter (12 pontos e 13 ressaltos) e o mais recente reforço, Nathanial Maxey Jr (5 pontos e 4 ressaltos) conseguiu assegurar o tão desejado primeiro triunfo.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

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