Artigos da Federaçãooo
«Foi importante voltar às vitórias»
O jovem João Gallina foi o jogador escolhido para fazer a antevisão ao jogo no site oficial do clube, tendo deixado bem claro que a equipa pretende somar mais uma vitória. O atleta alerta para o perigo que advém do desejo do adversário querer obter a sua primeira vitória na competição, destacando Nuno Marçal como a principal referencia dos maiatos.
João Gallina, depois de ter passado pelos três Centros de Treino e as equipas de formação do SL Benfica, aceitou o convite de integrar o projeto Dragon Force, tendo ajudado os azuis e brancos a conquistar vários títulos em diferentes escalões. Como recompensa do seu trabalho, o internacional sub-16, sub-18 e sub-20 foi chamado a fazer parte do plantel do FC Porto, merecendo mesmo a confiança de Moncho López para fazer parte da habitual rotação da equipa.
Apesar da sua juventude, Gallina sabe o que significa jogar num clube grande, bem como a forma como os adversários encaram estes jogos. “O Maia Basket tem uma equipa experiente e, com certeza, vai estar muito motivado para jogar contra nós.”
Nada de novo para os portistas, que sabem bem de onde poderá vir o perigo. “Também temos a nossa própria motivação e vamos lá para ganhar, sabendo que, entre outros, teremos pela frente o Nuno Marçal, que foi uma figura do basquetebol do FC Porto durante muitos anos. É a referência do Maia Basket e sabemos que o jogo passa muito por ele.”
Nem tudo foi negativo no único desaire registado até agora pelo FC Porto, e prova que a equipa está a caminhar na direção certa, e para provar isso mesmo Gallina realça a reposta dada pela equipa frente ao finalista vencido da última temporada. “A vitória no domingo mostrou que ultrapassámos a derrota de sábado e que estamos mais próximos de maior candidato ao título, o Benfica. Foi importante regressar rapidamente às vitórias e isso aumentou a nossa confiança para próximo jogo. Estamos a crescer coletiva e individualmente.”
“V ação de rua” do Clube Condeixa Basquetebol
Foi uma manhã divertida em que o corpo técnico do CCB conseguiu manter todos os meninos atentos e empenhados. Estiveram também presentes algumas atletas das Sub 16 femininas e, principalmente, muitos familiares dos jovens atletas.
O CCB espera, desta maneira, ter contribuído para mais uma divulgação da modalidade junto da população. A ocasião proporcionou a apresentação de um novo apoio ao Minibasquete por parte da Opticália.
A todos o CCB agradece o total apoio.
«Um encontro com história»
A benfiquista traça nesta entrevista as expetativas das encarnadas para o derby de sábado, bem como para o jogo de domingo frente ao GDESSA, uma equipa que, tal como as encarnadas, ainda não perdeu nesta fase regular da Liga Feminina.
Dois jogos duas vitórias, é para já o registo da equipa do SL Benfica, um registo que o coloca na liderança da fase regular da Liga Feminina. Joana Ramos sabe que é sempre importante começar bem uma competição, embora tenha consciência que é muito cedo para entrar em euforias. “Todos os pontos são importantes numa Liga em que todos os jogos serão confrontos difíceis, mas esta é uma liderança com pouco significado. Estão decorridas apenas duas jornadas e há equipas que só jogaram uma vez. Ainda temos um longo caminho a percorrer.
Consegue identificar áreas do jogo em que a equipa tenha evoluído Desde a participação na Taça Vítor Hugo que a formação do SL Benfica melhorou o seu desempenho, o mesmo será dizer que evoluiu fruto do trabalho realizado desde então. “Já se passaram dezenas de horas de treino depois desse torneio. Neste momento, todos os conteúdos estão melhor consolidados.”
Também no basquetebol feminino um derby Benfica-Sporting é um jogo especial, embora Joana Ramos prefira destacar a repercussão que tem na visibilidade da Liga feminina. “É um encontro com história, em qualquer modalidade desportiva, mas acima de tudo fundamental para a visibilidade do nosso basquetebol. Dentro de campo, será encarado como mais um jogo para afinar as rotinas da equipa e continuar a evoluir.”
As encarnadas já defrontaram esta temporada o Sporting, o adversário de sábado, embora tenha sido num torneio que antecedeu o inicio do campeonato. O Benfica foi mais forte nesse encontro, se bem que o clube leonino tenha mostrado que é um conjunto com argumentos nas áreas próximas do cesto. “Possuem um jogo interior com boas referências, mas a importância do seu jogo exterior não pode de todo ser descurada.”
Os resultados obtidos pelo GDESSA neste arranque de campeonato não surpreendem Joana Ramos. Pelo que não será tarefa fácil para as benfiquistas bater a equipa da margem sul no embate de domingo. “São uma equipa bastante agressiva e intensa em todos os capítulos do jogo, o que naturalmente provoca muitas dificuldades a qualquer adversário da Liga.”
A luta do ressalto vai ter um papel importante na decisão do encontro, ou não fosse um dos capítulos mais importantes do jogo. “São uma das equipas mais fortes nesse aspecto, pelo que será importante perder o mínimo de ressaltos, principalmente na nossa tabela defensiva.”
Já o duo composto Ladondra Johnson e Márcia Costa, pela preponderância que têm dentro do conjunto do Barreiro, vão merecer atenções especiais. “Neste momento são duas peças essenciais do conjunto, que se têm exibido a excelente nível. Nesse sentido, será fundamental minimizar a sua influência no jogo.”
Basquetebol é na sua FPB TV
No sábado, às 16h30, emitiremos em direto o AD Vagos vs Lousada Unit Energy (Liga Feminina), enquanto às 21 horas as atenções se centrarão em Oliveira de Azeméis, no acompanhamento do UD Oliveirense vs Illiabum Clube (Liga Placard).
Por seu turno, no domingo, a partir das 15 horas, novamente a Liga em Feminina em destaque com a transmissão do Ovarense vs Académico FC.
Basquetebol é na sua FPB TV!
Ginásio vence em S. Paio de Gramaços
A vitória pertenceu ao conjunto da Figueira da Foz (79-61), que assim assumiu, ainda que provisoriamente, a liderança isolada só com vitórias da Zona Norte da competição. Já a formação de S. Paio de Gramaços continua à procura do seu primeiro triunfo na prova.
A equipa da casa só comandou após o primeiro cesto do encontro, já que depois disso foram sempre os visitantes a liderar o jogo. Até ao 16-14, o Sampaense manteve o jogo fechado, mas doze pontos consecutivos por parte do Ginásio deram o mote para que fugisse em definitivo na liderança (28-14).
Até ao intervalo (39-26) a diferença entre as duas equipas estabilizou, o mesmo se poderá dizer até ao final do 3º período (59-44). Mas nos minutos iniciais do derradeiro período, os forasteiros com um parcial de 8-2, mataram em definitivo o encontro, registando mesmo a vantagem máxima na partida (67-46).
A formação do Ginásio foi mais eficaz no capitulo do lançamento (51%), mesmo até da linha de lance-livre de onde somou 18 pontos (82%). O capitão José Costa (21 pontos, 7 ressaltos e 6 assistências) voltou a ser importante, bem secundado por Marco Gonçalves (17 pontos e 9 ressaltos) e João Soares, autor de 17 pontos e 5 ressaltos.
Na equipa da casa, a dupla formada por Diogo Gonçalves (19 pontos e 5 ressaltos) e Eugénio Silva (18 pontos, 3 ressaltos e 3 roubos de bola) destacou-se mais nas ações ofensivas, mas uma especial referência para o desempenho de Hélder Carvalho que conquistou 20 ressaltos, a que juntou 9 pontos e 4 roubos de bola.
«Comandar o ritmo»
O treinador João Paulo Silva, em entrevista ao site do clube, assume que quer dar continuidade aos bons resultados, mas para que isso aconteça o grupo tem de se preparar de uma forma ainda mais exigente. O técnico sabe que a jogar em casa os alentejanos são mais perigosos e não pretende ser a vítima do primeiro êxito do conjunto de Ponte de Sor na Liga.
Depois de um desaire a abrir a temporada, os madeirenses somaram dois importantes triunfos, que só repetirão, na opinião do treinador, se a preparação diária estiver de acordo com esse objetivo. “A confirmação de um bom resultado faz-se através do reforço no trabalho e na convicção com que encaramos o desafio seguinte. Esta é a mentalidade que tenho exigido de toda a equipa.”
João Paulo Silva pretende uma equipa do CAB a definir a velocidade a que se joga, bem como a determinar qual o estilo de jogo que mais lhe interessa tendo em conta o scouting feito do adversário. “Devemos assegurar uma preparação de acordo com as características da equipa do Eléctrico, na eventualidade de criarmos algum tipo de adaptação defensiva. Por outro lado, queremos cada vez mais impor uma mentalidade ofensiva de progressiva “agressividade”, queremos comandar o ritmo de acordo com as nossas necessidades e nunca nos deixarmos condicionar pelo adversário.”
Não basta ter mais anos de competição para ser garante de sucesso, o mesmo será dizer que é dentro do campo que a equipa treinada por João Paulo Silva ainda está uns furos acima do estreante nestas andanças. “O Eléctrico é uma equipa que está pela primeira vez na Liga e vai certamente querer conquistar a sua primeira vitória. A obrigação do CAB é confirmar a sua maior experiência nesta competição e somar a sua terceira vitória.”
«Resultados não são mero acaso»
Na próxima jornada a equipa vai ser submetida a um duro teste, diante do Benfica, com quem a Oliveirense perdeu na pré-época.
Quatro jogos quatro vitórias é para já o saldo da participação da Oliveirense na fase regular da LPB. Surpreendidos pelo comportamento da equipa até ao momento?
Não, de todo. Ficaria surpreendido se achasse que estes resultados fossem um mero acaso. Estas quatro vitórias, pelo contrário, são o reflexo do trabalho árduo e empenhado de toda a equipa desde o primeiro treino. Estamos focados em treinar cada vez melhor e ao continuarmos assim não tenho dúvidas que os bons resultados se prolongarão, mesmo que para alguns isso possa ou continue a ser uma surpresa.
Na sua opinião, qual tem sido a base do sucesso deste ciclo positivo que faz com que a equipa se mantenha invicta na competição?
Estando o campeonato no seu início, penso que nesta fase o sucesso de uma equipa passa pela forma como esta funciona, precisamente, em equipa. Felizmente no nosso caso a União não está só presente no nome do clube mas também é visível em todos os momentos.
Outro ponto relevante foi termos conseguido integrar rapidamente os novos atletas. Isto para além de criar a tal União que referi anteriormente, permite que consigamos atingir o objetivo fundamental de cada semana: treinar cada vez melhor e vencer o(s) jogo(s) do fim-de-semana.
Já defrontaram esta temporada o SL Benfica, o vosso próximo adversário, e as coisas não correram muito bem para o vosso lado. Foi notório que sentiram imensos problemas para ter sucesso no ataque. Consegue enumerar quais os principais problemas defensivos colocados pelo SL Benfica nesses encontros?
Sim é verdade, mas correram mal apenas no terceiro jogo que disputamos com eles (final do Troféu António Pratas). Nos restantes dois jogos (fase de grupos do mesmo Troféu) para além de termos estado a um bom nível, fomos capazes de discutir o resultado até ao final. Quanto aos problemas defensivos, é notório que a capacidade física e individual dos seus atletas normalmente fazem a diferença. Contudo, cabe-nos a nós arranjar soluções para esses e outros problemas.
Olhando para a dupla composta por Daequan Cook e Jeremiah Wilson, e o impacto que a sua chegada teve no jogo do SL Benfica, acha que perde em comparação com Jobey Thomas e Seth Doliboa? E quais os principais cuidados a ter com cada um deles?
Acho que não me cabe a mim estar a fazer comparações entre atletas, principalmente quando não lido com eles no dia-a-dia. Pelo que vi teremos de ter cuidado com o jogo exterior de ambos e com a capacidade de ressaltar do Wilson.
Contudo, penso ser importante referir que não vamos jogar apenas contra dois atletas. Todos os seus jogadores têm capacidade para nos criar problemas, por isso o nosso foco não pode estar só num ou noutro atleta, mas sim no coletivo.
A equipa tem sido bastante eficaz a lançar ao cesto, especialmente de dois pontos, nos últimos encontros. Acha que a percentagem de lançamentos será o capítulo do jogo mais decisivo? Ou aponta outro como sendo mais importante para bater o campeão nacional?
Claro que a percentagem de lançamentos é sempre importante num jogo de basquetebol, no entanto os ressaltos e os turnovers podem ser fatores mais decisivos em encontros deste género. Ou seja, teremos de ser capazes de não permitir segundos lançamentos nem aumentar o número de posses de bola da equipa adversária (cometendo TO), pois só assim é que teremos mais hipóteses de sair vencedores, quer seja contra o SL Benfica, quer seja contra outra qualquer equipa da LPB.
«Explorar pontos débeis do adversário»
No encontro de estreia da fase regular do campeonato da Proliga marcou 23 pontos e agora, que se sente bem integrado no clube e na competição, espera ver a sua equipa continuar a somar triunfos na competição. No próximo fim de semana defrontam o Vasco da Gama, uma partida onde o jogador espera que seja o Sangalhos a determinar o ritmo do jogo.
A equipa do Sangalhos nos últimos anos tem-se caraterizado por um núcleo de jogadores que tem sido a base de um trabalho de continuidade do técnico Francisco Gradeço. Gonçalo Catarino foi um dos atletas que se juntou ao clube, e rapidamente se apercebeu que se trata de um clube especial. “Fui muito bem recebido, pois já conhecia alguns dos atletas mais novos pelos confrontos nos escalões de formação. A ‘malta’ mais velha pôs-me logo à vontade, sempre que tinha alguma dúvida não se acanhavam em responder.”
A mudança de Aveiro para Sangalhos aconteceu pelo simples facto de se querer desafiar, uma aposta que veio a superar as suas próprias expectativas. “Basicamente porque gostava de saber se conseguia jogar a um nível diferente ao que fui habituado e se o podia fazer recebendo algo melhor ainda. Não tinha grandes expectativas, mas se tivesse penso que as teria superado porque não estava à espera de me adaptar tão rápido a esta divisão, ainda por cima por não me ter assumido muito na CNB.”
No jogo inaugural da fase regular da Proliga frente ao Sampaense, Gonçalo esteve muito bem, acabando por ser o melhor marcador da equipa com 23 pontos. Mas mais importante que a exibição individual, a vitória inverteu um ciclo menos bom da equipa. “Trabalhamos muito o aspeto defensivo na semana anterior ao jogo, pelo que soubemos antecipar os movimentos do adversário e tiramos partido da situação. Quando condicionamos uma equipa a marcar menos de 40 pontos acho que podemos dizer que fizemos bem o nosso trabalho.”
Na próxima jornada o Sangalhos visita o Vasco da Gama, um adversário sempre complicado, mais ainda quando joga em casa. Uma equipa que tem revelado facilidade em fazer pontos no ataque, pelo que Catarino e seus companheiros estão obrigados a condicionar o sucesso ofensivo do opositor. “Sem dúvida que o Vasco da Gama é sempre um adversário complicado devido ao seu plantel aguerrido, constituído maioritariamente por jovens, que nos podem causar problemas no contra-ataque. O Sangalhos sendo uma equipa mais experiente tem de saber abrandar o ritmo do jogo e explorar os pontos débeis da defesa do adversário.”
Tira-teimas na Luz
O SL Benfica joga em casa, diante de uma Oliveirense com quem já se cruzou por três ocasiões esta época, tendo levado sempre a melhor. Uma ronda com muitos mais motivos de interesse, em que cada uma das equipas terá pela frente mais um obstáculo rumo aos objetivos por ela definidos para esta temporada.
15 horas – Vitória SC x Basquete de Barcelos
Será um duelo de vizinhos a abrir a 5ª jornada da LPB, com o Vitória a receber, sábado, às 15 horas, a visita do Basquete de Barcelos. Os barcelenses vêm de duas derrotas consecutivas, que provam que a equipa necessita de se tornar mais consistente em duas áreas do jogo: no lançamento e na luta do ressalto. O técnico Fernando Sá ainda não pode contar com todos os jogadores, mas certamente que no regresso a casa tentará manter o registo positivo
15.30 horas – SL Benfica x UD Oliveirense
Um jogo que coloca frente a frente duas equipas que ainda não perderam nesta fase regular. Pelo que quem vencer vai isolar-se no comando da fase regular da LPB. Já por três vezes esta temporada os dois emblemas se defrontaram, a última das quais na final do Troféu António Pratas, com a vitória a cair sempre para o lado dos encarnados. Interessante acompanhar o quanto terá evoluído a Oliveirense, e que capacidade já terá nesta fase da temporada de colocar à prova o tetracampeão nacional.
16 horas – Ovarense Dolce Vita x Galitos FC
Um bom teste à equipa do Barreiro, que somou duas vitórias no passado fim de semana mas que ainda não jogou fora esta temporada. A Ovarense até ao momento mostrou-se forte a jogar em casa, pelo que será cativante perceber se os vareiros vão conseguir travar o bom momento do adversário, que se tem destacado pela sua eficácia ofensiva onde pontifica Jordan Baker.
16 horas – Eléctrico FC x CAB Madeira
A equipa de Ponte de Sor continua em busca do seu primeiro êxito na prova, naquela que seria igualmente a sua primeira vitória no escalão máximo da modalidade. A equipa alentejana tem se revelado mais forte a jogar em casa, mas do outro lado está um adversário rotinado a jogar na condição de visitante. Isto porque os madeirenses ainda só jogaram na condição de visitante e têm para já um registo favorável (2V e 1D). A sua defesa tem feito com que a equipa seja competitiva, pelo que será um desafio ao talento ofensivo do conjunto açoriano.
21.30 horas – Maia Basket x FC Porto
É inquestionável que o calendário dos maiatos tem sido muito complicado, porque depois de SL Benfica e VSC, a equipa recebe a visita do FC Porto. Isso naturalmente explica em parte o facto de ainda não terem obtido vitórias, se bem que tentarão repetir a boa réplica oferecida aos campeões nacionais no jogo de abertura da nova época. Já os dragões vão tentar voltar a vencer fora, de modo a manter a perseguição ao líder, seja ele qual for no final desta jornada.
«Aqui respeitam-nos»
Depois de uma temporada de sucesso na LFB, e mais uma participação muito positiva num Europeu, a jovem optou por se mudar para os EUA, para a universidade de Old Dominion, por onde passaram outras portuguesas e com enorme sucesso. A adaptação à nova realidade tem sido gradual, bem como ao treino. O ênfase dado ao trabalho físico tem sido a maior novidade, se bem que o lançamento tem merecido igualmente especial atenção. A concorrência é forte, mas Carolina está confiante que irá conquistar o seu espaço na equipa, até como forma de compensar as saudades dos que lhe são mais queridos, sem esquecer as iguarias portuguesas!
A universidade de Old Dominion já tem uma ligação antiga com Portugal, pois já são vários os casos de recrutamento traduzidos em enormes êxitos. A equipa faz parte da Conferência USA, sendo que na última temporada terminou com um registo de 21V e 13D. Carolina é uma das quatro atletas recrutadas esta temporada, a única estrangeira, isto depois de ter despertado a atenção das Monarchs durante o Europeu de Sub 16 em 2013, valia confirmada este verão durante o Europeu de Sub 18 – Divisão A, onde registou médias de 30 minutos, 8 pontos, 5 assistências e 2 ressaltos.
Como surgiu este convite? E porquê a escolha da Universidade de Old Dominion?
Esta oportunidade surgiu em 2013 após o Campeonato de Europa de Sub-16 em Matosinhos em que obtivemos a subida à Divisão A. Eles depois disso contactaram-me por e-mail.
Sendo portuguesa, facilmente a associam a outras jogadoras nacionais e fazem referência a esse facto? Qual a imagem que têm das jogadoras portuguesas que por aí já passaram?
Sim, aqui associam-me à Michelle Brandão, Mery Andrade e Ticha Penicheiro já que todas frequentaram esta mesma faculdade. A Ticha e Mery com um percurso muito acima da média, e a Michelle como uma excelente jogadora. Fazem esta associação também por virmos de culturas diferentes, e sermos pessoas que nos integramos facilmente. A imagem que eles têm é mesmo essa, que as jogadoras que passaram por aqui contribuíram muito para o sucesso da modalidade na faculdade e por isso respeitam-nos.
Porquê a escolha do nº 3 na camisola?
O número 3 foi mais como uma segunda opção. Eles aqui só funcionam com números de 0 a 5, 10 a 15, 20 a 25 e por aí adiante até ao 95. Eu perguntei pelo meu número que é o 5 mas quando assinei por ele, esse número já tinha sido escolhido por uma rapariga que tinha assinado primeiro, e como eu não gosto de números grandes escolhi o 3 por simpatizar com ele.
Como está a ser a sua adaptação? E qual é a sua rotina de um dia normal?
A minha adaptação digamos que está a ser média. Naturalmente que as primeiras semanas foram mais difíceis, porque foi chegar e entrar logo na escola e ter que estar a par de tudo logo na primeira semana. Foi duro, o problema da língua, a comida e o sistema deles. Nestas primeiras semanas andávamos a treinar todos os dias às 6 da manhã condição física (musculação, etc.), depois durante a manhã tenho aulas, a meio do dia treinos, e depois aulas outra vez até ao final da tarde.
Principais diferenças já sentidas no treino?
As diferenças são muito físicas, é tudo à base de físico, porque o jogo em termos de pensar é igual, apenas muda a língua. Também terei que me habituar às regras pois são diferentes das da Europa.
Tem sido sujeita a algum trabalho específico? Já sentiu a necessidade de trabalhar em particular alguma área do seu jogo?
Estou a trabalhar mais individualmente no lançamento e o físico, de resto treinamos tudo.
Primeiras impressões da equipa? Qual o estilo de jogo que lhe parece que irá caracterizar a equipa? Está confiante em garantir minutos de competição tendo em conta a concorrência na equipa?
A equipa é boa, bem preenchida em todas as posições, trabalham bem e fisicamente são boas. Vai ser um jogo de muita garra e espírito de equipa, com boa técnica e tática. Sim, estou confiante de que posso vir a ter os minutos que estou à espera neste primeiro ano de adaptação.
O que sente mais falta de Portugal?
Da minha família, do namorado, dos amigos e da COMIDA!
Baker em destaque
Conheça ainda quais os jogadores que completam o cinco ideal da 4ª jornada da LPB.
MVP Global: Jordan Baker, Galitos FC – 46 de valorização
Depois de um arranque em falso, a equipa do Barreiro encarrilou nas vitórias tendo somado duas no passado fim de semana. No triunfo de domingo frente ao Eléctrico FC, Baker voltou a ter um desempenho acima da média. O novo reforço da equipa da margem sul, para além dos pontos que somou (29), esteve muito assertivo a lançar ao cesto já que só falhou um dos doze lançamentos de dois pontos que efetuou (92%). Mas provou que pode ser útil à equipa em mais áreas do jogo, tais como o ressalto (12) e os roubos de bola (4), uma versatilidade sempre útil e importante para a equipa.
MVP Nacional: Fábio Lima, CAB Madeira – 33.5 de valorização
O jogador português continua a exibir um elevado rendimento desportivo neste seu regresso à Madeira. O CAB acabou por ser feliz na deslocação até à ilha Terceira, num jogo complicado, em que 23 pontos, 10 ressaltos e 2 assistências registados pelo atleta foram importantes para o sucesso. Até porque foi nos momentos decisivos que alguns destes números foram registados, sinal do assumir de responsabilidade por parte de Fábio Lima.
Posição 1: James Ellisor, UD Oliveirense – 27.5 de valorização
Ellisor foi determinante na vitória do derby frente à Ovarense, um resultado que prolonga o ciclo positivo que a formação de Oliveira de Azeméis regista neste inicio de fase regular, somando agora quatro triunfos consecutivos. Registou 19 pontos, mas com uma enorme eficácia, já que apenas falhou dois lançamentos de campo durante todo o encontro (8/10 de 2 pontos e 1/1 de 3 pontos). Somou ainda 8 ressaltos, 4 assistências e 1 desarme de lançamento, uma estatística individual que confirma o enorme potencial deste base norte-americano.
Posição 2: Miguel Minhava, Galitos FC – 22 de valorização
Minhava regressa a estas distinções, bem como aos duplos-duplos (11 pontos e 10 assistências), duas premissas que foram quase uma constante na última temporada. A boa exibição do jogador português, contabilizou ainda 5 ressaltos e 2 roubos de bola, faz com que seja o segundo elemento do Galitos FC a integrar o melhor cinco da ronda de domingo da LPB.
Posição 3: Fábio Lima, CAB Madeira – 33.5 de valorização
É o MVP Nacional da ronda de domingo da LPB
Posição 4: Jordan Baker, Galitos FC – 46 de valorização
É o MVP Global da 4ª jornada da Liga Portuguesa de Basquetebol
Posição 5: Nick Washburn, Futebol Clube do Porto – 25 de valorização
Num fim de semana duro para os dragões, Washburn esteve a muito bom nível. Se bem que no confronto com o Vitória o norte-americano dominou a luta do ressalto. Ao conquistar 19 ressaltos, o atleta contribuiu para que os azuis e brancos tivessem dominado este importante capitulo do jogo, bem como os seus 10 pontos ajudaram a dar a volta ao jogo no decorrer do 2º tempo. Somou ainda 2 roubos de bola e 1 assistência, números muito interessantes, de um jogador que está claramente a subir de forma, versátil, pode jogar de frente como de costas para o cesto, com uma margem de progressão muito grande, e que poderá ajudar, e muito, os portistas a realizarem uma boa temporada.
«União foi a chave»
Agora, a equipa tem outro grande desafio pela frente, diante do Sampaense.
Depois de um ano de Centro de Treino e de mais uma participação numa Seleção, Rodrigo Lima mudou-se de Vila Real para Guifões, aceitando o desafio que lhe foi colocado numa perspetiva de dar continuidade à sua evolução como jogador. “O motivo mais forte foi sem dúvida a oportunidade de fazer parte de um grupo completamente novo de seniores que disputa a Proliga e que desde início soube que iria ser um salto imenso na minha evolução como jogador. Outro motivo foi o facto de termos um grupo forte e com muitas hipóteses de discutir o título nacional de sub-18.”
Na estreia do campeonato da Proliga, o Guifões alcançou uma motivadora vitória diante do Dragon Force, até pela forma como foi obtida. Um sucesso que Rodrigo Lima atribui à coesão do grupo, naquele que acha ter sido o primeiro passo para atingir as suas metas. “A chave foi sem dúvida a nossa união e vontade de vencer, mas está claro que esta reviravolta foi fruto do nosso trabalho e dedicação desde o primeiro treino da época. Para além disso sabíamos que neste jogo tínhamos de sair vitoriosos para os nossos objetivos ao longo da competição.”
No final do jogo do passado sábado, o capitão José Almeida dizia que ainda tinham muitos aspetos para melhorar, uma opinião partilhada pelo jovem base. “Ainda estamos numa fase ainda um pouco prematura e precisamos de melhorar taticamente e precisamos de nos habituar a jogar uns com os outros, visto que só 2 elementos faziam parte do grupo no ano anterior.”
A juventude abunda na equipa de Guifões, uma caraterística que o novo reforço considera ter prós e contras. “Por um lado pode ser um fator positivo porque podemos jogar com mais velocidade, intensidade e energia. Por outro lado é sem dúvida uma desvantagem porque vamos defrontar jogadores com muita mais experiência neste tipo de competição.”
Na próxima jornada o Guifões desloca-se a S. Paio de Gramaços, que na última jornada sofreu uma derrota, onde a ineficácia ofensiva mais se destacou. “Não ficámos muito surpresos porque, apesar de o Sampaense ter descido da Liga este ano, o Sangalhos é uma equipa muito forte e experiente. A maior surpresa foi a baixa pontuação mas que é completamente explicável visto que estas equipas por norma preferem o jogo tático.”
Neste embate Rodrigo Lima irá ter pela frente Tim Lucas, um match up desafiante, e simultaneamente um duro teste à maturidade do jogador. “Vai ser um confronto difícil mas extremamente positivo para o meu crescimento como atleta.”
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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