Artigos da Federaçãooo

Vaguenses mais fortes no último quarto

A formação de Coimbra no final do 3º período estava no comando do jogo, mas um parcial de 16-0, favorável às vaguenses, durante o último quarto alterou por completo o desenrolar do jogo, bem como serviu de base para o sucesso da equipa da casa.

 

Ligeiro ascendente da equipa de Vagos durante toda a 1ª parte, já que só por uma vez, aos 26-24, a formação de Coimbra comandou o encontro. No entanto, o jogo esteve sempre fechado, e a prova disso mesmo é que as duas equipas recolheram aos balneários para intervalo separadas por um ponto apenas (29-28), com as vaguenses na frente.

 

O começo do 2º tempo foi parco em pontos, especialmente para a equipa comandada por João Janeiro. Nos 10 primeiros minutos da etapa complementar, a AD Vagos somou apenas 5 pontos, naturalmente que houve mérito da defesa do Olivais, que ao dobrar a pontuação do seu adversário entrava no 4º período a vencer por quatro pontos (38-34).

 

As olivanenses ainda fizeram o 41-34 mas depois seguiram-se 6.30 minutos sem somar qualquer ponto. Situação bem aproveitada pela equipa da casa, que de uma forma natural, não recuperou o comando do jogo, como construiu uma vantagem confortável (50-41) com pouco menos de 2.30 minutos para o final do jogo.

 

As vaguenses estiveram pouco inspiradas a lançar ao cesto e valeu-lhes a boa presença no ressalto ofensivo (18), e os lances-livres conquistados, 32, dos quais resultaram 25 pontos. Sara Ressurreição (17 pontos, 8 ressaltos e 4 assistências) cotou-se como a melhor marcadora do encontro, logo seguida por Daniela Domingues, que registou 15 pontos e 5 ressaltos.

 

A base Joana Bernardeco (13 pontos e 3 ressaltos) foi a mais concretizadora da equipa de Coimbra, mas nem com a ajuda de Inês Veiga (8 pontos e 10 ressaltos) conseguiam evitar a derrota na jornada inaugural da competição.


Visitados foram superiores

O Esgueira levou a melhor, após prolongamento, sobre o Vasco da Gama (87-80), a Academia do Lumiar foi mais forte que o Terceira Basket (67-61), e mais fácil foi a vitória do SL Benfica “B” sobre o Atlético (68-49). O mesmo não sucedeu no embate entre o Belenenses e o Estoril Basket, com a formação do Restelo a sentir enormes dificuldades para se superiorizar ao adversário (65-63).

 

Nem mesmo os 29 turnovers cometidos pelos esgueirenses comprometeram uma estreia positiva da formação de Aveiro diante do Vasco da Gama. As melhores percentagens de lançamento de campo, e as 48 idas para linha de lance-livre, que se traduziram em 30 pontos, permitiram que o Esgueira compensasse o desacerto no controlo da posse de bola. 

 

No derradeiro período, o Esgueira/OLI conseguiu empatar o encontro já dentro do último minuto (69-69). A equipa do Vasco da Gama voltou novamente a empatar a 71 pontos, até que Pedro Valente, decisivo nesta fase, parecia ter decidido o jogo com três pontos (74-71). Contudo, os vascaínos não desperdiçaram da linha de lance livre, a possibilidade de levar o jogo para o prolongamento. No tempo extra, a equipa da casa mostrou-se mais forte durante os 5 minutos.

 

Pedro Valente, autor de 22 pontos, foi o melhor jogador da equipa vencedora, seguido de perto por Francisco Mota, que terminou o jogo com 15 pontos. No Vasco da Gama, João Veludo (19 pontos) foi o mais concretizador, destaque ainda para o duplo-duplo registado por Felissiano Torres (13 pontos e 11 ressaltos).

 

Belenenses foi mais eficaz a atirar ao cesto

 

No jogo do Restelo, a equipa da casa esteve melhor durante os primeiros 20 minutos, com a diferença pontual a subir até ao descanso (35-28). O inicio da etapa complementar pautou-se pelo equilíbrio, com um empate a 14 pontos, sendo que o derradeiro quarto teve sinal mais do Estoril. O Belenenses conseguiu gerir quase até ao limite a almofada pontual construída durante o 1º tempo e assim segurar a 1ª vitória na prova.

 

Alexandre Catarino (20 pontos, 3 ressaltos e 2 assistências) foi o mais concretizador na equipa do Belenenses, num jogo que marcou a estreia de Tiago Brito (10 pontos, 4 roubos de bola, 3 assistências e 3 ressaltos), por sinal muito positiva, na formação do Restelo. O duo composto por Alexy Kaputskiy (10 pontos, 10 ressaltos e 3 assistências) e Yossa Lokossa (8 pontos e 11 ressaltos) foi determinante para que o Estoril tivesse dominado a luta das tabelas, mas insuficiente para garantir a vitória.

 

Benfica mostrou-se mais certeiro de longa distância

 

O jogo disputado no Pavilhão Fidelidade ficou marcado pelo elevado número de perdas de bola sem lançamento, 46 no total, 23 para cada lado, e uma superioridade dos encarnados nas percentagens de lançamento de campo. E foram mesmo os oito triplos convertidos em 19 tentativas (42%) pelos benfiquistas, que ajudaram a fazer a diferença no encontro, bem como a desnivelar o marcador a seu favor.

 

Sem terem estado bem nos tiros de curta e média distância, a equipa da casa conseguiu, ainda assim, ter uma eficácia mais aceitável (36% vs 29%), e contou com Ricardo Rosa (21 pontos e 6 ressaltos) e André Mendes (14 pontos e 5 ressaltos) inspirados no ataque. O poste Hugo Aurélio (10 pontos e 8 ressaltos) foi o mais valorizado da equipa da Tapadinha. 


Lombos confirmam triunfo no 4º período

As encarnadas correram quase sempre atrás do prejuízo, mas nos minutos finais do 4º período, a equipa de Carcavelos soube gerir na perfeição uma curta, mas importante, vantagem que foi capaz de construir.

 

A 1ª parte teve sinal mais da equipa da casa, que no inicio do 2º período chega à vantagem máxima do encontro (26-17). A Quinta dos Lombos ainda consegue conservar essa vantagem durante muito pouco tempo (30-21), pois o Benfica respondeu com um parcial de 8-0. O intervalo estava próximo, e foi precisamente essa vantagem que o conjunto de Carcavelos levou para o descanso (32-31).

 

Domínio repartido no recomeço do encontro, e a poucos segundos do fim do 3º período, as duas equipas estavam empatadas a 52 pontos. Acabaria por ser a formação da casa a terminar melhor o quarto (53-52), mas mais do que isso a afastar-se novamente no comando do jogo (60-52). Voltam a reagir as benfiquistas e reduzem para a diferença mínima (60-59), mas nos seis minutos finais do encontro, ainda que por diferenças curtas, seria sempre a Quinta dos Lombos a controlar a marcha do marcador.

 

Os Lombos apostaram muito mais nos lançamentos de 2 pontos, apenas dois triplos tentados durante os 40 minutos, o que explica em parte os 27 lances livres conquistados (82%). Os 13 ressaltos ofensivos conquistados, e os 26 turnovers cometidos pelo Benfica ajudaram ao êxito da equipa de Carcavelos.

 

P. Smith com 18 pontos foi a melhor marcadora da Quinta dos Lombos, mais dois que C. Gonçalves (16 pontos e 5 ressaltos), ainda que o grande destaque vá para a exibição da jovem Beatriz Jordão, autora de 10 pontos, 16 ressaltos e 2 assistências.

 

Na equipa do Benfica, a norte-americana C. Taylor somou igualmente um duplo-duplo (14 pontos e 15 ressaltos), ainda que tenha sido Joana Ramos (19 pontos e 5 ressaltos) a atleta que conseguiu mais pontos.


Novos Corpos Gerentes da Associação Basquetebol de Viseu

A FPB felicita todos os que agora foram eleitos e com os quais procurará colaborar com proximidade e aos quais deixa os melhores votos, para o exercício destas responsabilidades, num contexto nacional difícil e particularmente exigente. Nos detalhes desta notícia, publicamos a lista com todos os membros eleitos.

MESA DA ASSEMBLEIA GERAL

 Presidente – Dr. Manuel António Gomes Martins.

Vice-Presidente – Dr. Carlos Alfredo de Oliveira Ferreira.

Secretário – Eduardo Manuel de Sá Figueiredo.

 

DIRECÇÃO

 Presidente – Jorge Manuel Mendes Fidalgo Duarte.

Vice-Presidente Administrativo e Financeiro – António Rui Carvalho da Costa Nogueira.

Vice-Presidente Desportivo – Prof. Sérgio Filipe Figueiredo Silva.

Vice-Presidente da Arbitragem – Pedro Henrique Ribeiro Silva Maia.

Vice-Presidente Desportivo – Prof. Paulo Alexandre Ferreira Loureiro.

Vice-Presidente de Imagem e Marketing – Sérgio Ferreira dos Santos.

Vice-Presidente Relações Publicas – Ricardo Ramos Ferrão.

Vogal da Arbitragem – Prof. Rui Arantes Ferreira.

Vogal – Lino Abel Trindade Dias.

Vogal Suplente – Inês Margarida Monteiro Soares.

Vogal Suplente – Prof. João António Marques Soares

 

CONSELHO FISCAL

 Presidente – Dr. Fernando Fonseca Esteves.

Vice-Presidente – Dr. João Paulo Simões Gaspar.

Secretário – Nicolas Miguel Maia Soares Calheiros.

 

CONSELHO JURISDICIONAL

 Presidente – Drª.  Inês Albuquerque Amaral.

Vice-Presidente – Drª.  Ana Lúcia Ribeiro Lopes.

Secretário – Dr. Joel Pais Pereira.

 

CONSELHO DE DISCIPLINA

 Presidente – Dr. Afonso David Martins.

Vice-Presidente – Drª.  Maria Inês Pereira da Costa.

Secretário – Dr. Francisco Emiliano Dias Mendes.

 

CONSELHO DE ARBITRAGEM (+)

Vogal – Helena Loureiro.

Vogal -Carolina Marques

(+) Vogais eleitas pelos Juizes para o CAD.


Illiabum foi a exceção

Também o triunfo do Barreirense foi suado, e pela diferença mínima, no confronto frente ao AngraBasket (76-75), tal como o êxito do Guifões SC diante do Dragon Force (66-63). O mesmo não sucedeu com o Illiabum que se deslocou a Sampaio de Gramaços e venceu confortavelmente a equipa do Sampaense (97-56). 

 

O conjunto da Figueira de Foz dominou os primeiros vinte minutos do encontro frente ao Sangalhos (29-14), sobretudo por aquilo que conseguiu na defesa, condicionando o adversário a 7 pontos em cada período. Tudo se alteraria no recomeço da etapa complementar, com o conjunto de Sangalhos a aumentar a sua eficácia ofensiva (23 pontos).

 

No final do 3º período, o jogo estava muito mais fechado, já que a vantagem pontual do Casino Ginásio tinha sido reduzida para seis pontos (43-37). O bom momento dos forasteiros prolongou-se durante o último quarto, acabando por conseguir levar o jogo para prolongamento (empate a 57 pontos).

 

Nos 5 minutos extra, o equilíbrio foi a nota dominante, e a vitória pela diferença mínima (9-8), expressa bem as dificuldades sentidas pelo Casino Ginásio para se estrear a vencer no Troféu António Pratas.

 

O poste Marco Gonçalves, autor de um duplo-duplo (19 pontos e 12 ressaltos), mostrou-se importante nas ações do Ginásio nos dois lados do campo, tal como Bernardo Neves (13 pontos, 12 ressaltos e 6 roubos de bola).

 

O Sangalhos não esteve muito bem a controlar a posse de bola (26), mas ainda assim forçou o adversário a cometer 30 turnovers, tal como perdeu a luta do ressalto (32/44) e permitiu 15 na sua tabela defensiva. Quanto aos destaques individuais, Pedro Seabra (17 pontos, 3 ressaltos e 3 roubos de bola) e André Duarte (15 pontos e 9 ressaltos) estiveram a bom nível.


GDESSA supera Sporting

Uma vitória que assentou no bom desempenho ofensivo da equipa do Barreiro nos primeiros 20 minutos, se bem que tenha estado igualmente muito bem nas tarefas defensivas.

 

A estreia das sportinguistas no escalão principal feminino não foi feliz, um final que começou a ganhar forma no quarto inicial do encontro. No final dos primeiros 10 minutos o conjunto da margem sul já tinha dobrado a pontuação do seu adversário (20-10), uma superioridade que se acentuou até ao intervalo (44-17).

 

O parcial de 24-7, favorável às barreirenses, quase colocou um ponto final quanto ao vencedor deste jogo. O GDESSA levou a melhor na luta das tabelas, embora tenha sido no ressalto ofensivo (15) que mais se destacou. Mas não foi só no ataque que a formação do Barreiro esteve bem, e prova disso mesmo são os 19 roubos de bola conseguidos durante o encontro, bem como os 41 pontos sofridos.

 

A norte-americana L. Johnson (15 pontos e 3 ressaltos) começou a justificar a sua contratação, tal como Márcia Costa (13 pontos e 3 ressaltos), um dos reforços mais sonantes para a equipa do GDESSA.

 

No Sporting, foi igualmente uma cara nova na equipa a mostrar-se a bom nível, já que foi Dora Duarte (12 pontos, 3 ressaltos e 2 assistências) a que mais se destacou.


“Repetir o título será complicado”

Inserida no grupo “C”, a formação de S. Miguel defronta a equipa vencida da véspera, que opõe o Sporting CP ao GDESSA do Barreiro. Domingo será a vez de se bater frente ao conjunto vencedor daquele confronto. O técnico Ricardo Botelho viu-se obrigado à última da hora a fazer uma troca nas suas atletas estrangeiras, uma decisão ponderada e que antecipa eventuais problemas futuros. Uma mudança que não retira qualidade à equipa, já que embora considere difícil revalidar o titulo, o técnico da equipa açoriana inclui o União Sportiva no lote de favoritos, e assume que quer estar presente em todos os momentos altos da temporada.

 

Na véspera do início da época oficial do União Sportiva, a direção e a equipa técnica foram forçadas a procederem a uma alteração no grupo de trabalho. A norte americana Kaneshia Horn, contratada à University of Southern California, vai ser substituída pela compatriota Ashley Bruner, que na época passada representou o CAB Madeira.

 

A saída da atleta deve-se a um problema com o chamado visto desportivo. Horn não conseguiu obtê-lo de forma a poder jogar em Portugal, já que era portadora de um visto de turismo, com licença de tempo limitada. Esta situação poderia originar a recusa de entrada da atleta na Hungria, na Bélgica e na França, quando o União Sportiva se deslocasse na Eurocup, cujas fronteiras estão agora mais vigiadas devido à crise dos migrantes que assola alguns países da Europa.

 

Após um longo e ponderado estudo, com contactos com embaixadas, na tentativa de resolver a situação, a direção e a equipa técnica concluíram correrem riscos com a possibilidade de Kaneshia Horn não poder dar o contributo à equipa.

 

Apesar das qualidades demonstradas nos treinos, a opção está tomada. Sai Horn e entra Ashley Bruner, de 23 anos de idade, 1,85m de altura. Neste momento jogava na equipa do Santa Maria, do Equador, depois de ter representado na época passada o CAB Ma- deira, com números muito positivos. Nos EUA jogou no South Carolina, na NCAA, antes da aventura europeia, em 2013/14, no Inst Fertilidad/Air Europa, de Espanha.

 

A equipa feminina do União Sportiva tem neste momento 13 atletas. Os reforços Vitória Pacheco (ex-Boa Viagem), Milica Ivanovic (ex-Uni Gyor, Hungria), Ashley Bruner (ex-CAB Madeira), Carina Raposo (ex-Ass. Juventude Clube Operário Desportivo) e as continuidades de Shaqwedia Wallace, Felicité Mendes, Tamara Milovac, Andreia Santos, Inês Coelho, Rita Santos, Helena Tavares, Micaela Coelho e Patrícia Pacheco.

 

A direção procura ainda assegurar mais duas jogadoras, naturais dos Açores, para preencherem o grupo idealizado de 15 jogadoras. Rita Santos vai estar sem poder dar o contributo à equipa até Janeiro de 2016, devido a uma cirurgia ao ombro a que se submeteu recentemente.

 

 

Ricardo Botelho, acompanhado pelo treinador adjunto Eduardo Lopes, continuará no comando técnico das açorianas. Equipa que “satisfaz” o treinador porque irá proporcionar “uma época dentro das perspetivas”, que se resumem a “chegar às fases finais das três competições (Taças Vitor Hugo, de Portugal e Campeonato) e passar à fase seguinte da EuroCup.” Ricardo Botelho reconhece que “será muito complicado ganhar as três provas em Portugal, mas ao atingirmos as fases finais, o objectivo é vencê-las”.

 

O treinador da equipa campeã nacional em título pretende “reconquistar” o campeonato da Liga Feminina, reconhecendo ser “muito complicado porque as equipas estão mais fortes”, apesar de pensar que o trio CAB Madeira, Quinta dos Lombos e União Sportiva seja aquele que reúne mais capacidade para sagrar-se campeão.

 

Sobre os reforços, o técnico falou ter havido a “preocupação” de contratar e de ficar com jogadoras que “conheçam o campeonato português”, porque tem acontecido “chegarem atletas de qualidade, mas ou não se adaptam à vida em Portugal ou não se adaptam às caraterísticas do nosso campeonato”.


«São equipas com tradição»

Ricardo Vasconcelos mantém-se no comando técnico da equipa de Ílhavo, que se estreia este fim de semana nas competições oficiais. Os ilhavenses fazem parte do Grupo Norte 2 do Troféu António Pratas, que inclui três adversários com enormes tradições no basquetebol nacional e condições para lutar pela presença na fase final da competição.

 

O técnico ilhavense reconhece que é um grupo forte, nivelado por cima. “Iremos defrontar três equipas da Proliga com tradição e legítimas aspirações aos lugares cimeiros da competição.”

 

A equipa de S. Paio de Gramaços acompanhou os ilhavenses na descida, mas aposta forte para ter uma temporada de sucesso. “O Sampaense reformulou o plantel, apostou num treinador novo, Rui Alves, e a par de incorporar o regresso do experiente Hélder Carvalho e Tim Lucas, trouxeram também para o clube 3 jogadores de elevada estrutura: Pedro Soares, Eugénio Silva e Tiago Carvalho.”

 

Já quanto ao conjunto da Figueira da Foz, Vasconcelos destaca o trabalho de base, onde pontificam jogadores com uma larga experiência de jogar ao mais alto nível. “O clube fez uma aposta em atletas da casa para completar o plantel sénior. O Ginásio é um projeto de continuidade, é provavelmente a equipa mais experiente, em que praticamente só houve alteração ao nível do treinador.”

 

O desconhecimento sobre a equipa de Sangalhos é maior, mais na forma como se irá apresentar, do que propriamente nos jogadores que compõem o plantel. “Por seu lado, o Sangalhos apostou numa equipa mais jovem, essencialmente com jogadores da formação. Contudo, quem irá substituir e assumir os papéis do base Diogo Simões (de saída) bem como a lesão grave do Emanuel Silva, serão as grandes questões.”

 

NORTE 2

1ª Jornada, 18 de setembro:

21.00h – Sampaense x Illiabum

21.00h – Ginásio x Sangalhos

 

2ª Jornada, 19 de setembro:

21.30h – Illiabum x Ginásio

21.00h – Sangalhos x Sampaense

 

3ª Jornada, 20 de setembro:

18.00h – Sangalhos x Illiabum

18.00h – Ginásio x Sampaense.


«Consistentes e organizados»

Um clube histórico, que a cada ano que passa trabalha para se tornar mais forte, sendo a formação a base de sustentação de um projeto que clube pretende que seja vitorioso. Na primeira fase do Troféu António Pratas o novo treinador esgueirense tem pela frente um desafio de grau de dificuldade elevado, ainda que atribua algum favoritismo à formação azul e  branca para avançar na competição.

 

Embora sem reconhecer uma clara superioridade de qualquer das quatro equipas, Paulo Silva reconhece que os dragões possam levar uma ligeira vantagem. “Em relação ao nosso grupo (Esgueira; Guifões; Vasco da Gama e Dragon Force) acreditamos que vamos ter jogos equilibrados. A haver uma equipa favorita destacamos o Dragon Force (pela qualidade do projeto) na continuidade dos êxitos que têm conseguido nas últimas épocas.”

 

Ao não querer ultrapassar etapas, embora mantendo sempre um espírito competitivo, Paulo Silva não coloca esta competição como sendo uma prioridade no planeamento da temporada. “O Esgueira vai aproveitar esta competição para continuar a sua preparação e, assim, investir no crescimento da equipa. O nosso objetivo passa por nos apresentarmos consistentes e organizados no início do campeonato em outubro. No entanto, podemos garantir que vamos apresentar uma atitude muito positiva e competitiva, à procura de realizar bons jogos, dignificando assim a competição e o nosso Clube.”

 

NORTE 1

1ª Jornada, 18 de setembro:

21.00h – Esgueira x Vasco da Gama

21.45h – Guifões x Dragon Force.

 

2ª Jornada, 19 de setembro:

21.00h – Esgueira x Guifões

21.00h – Vasco da Gama x Dragon Force

 

3ª Jornada, 20 de setembro:

16.00h – Dragon Force x Esgueira

17.00h – Vasco da Gama x Guifões


“Uma boa preparação para os nossos jovens”

O novo técnico dos encarnados, João Tavares, considera que é um grupo aberto, o mesmo será dizer que qualquer umas equipas que o constitui poderá chegar à fase final da competição. Para o treinador do Benfica a prova é um excelente momento para que os encarnados possam evoluir e prepararem-se para a competitividade da Proliga.

 

Sem perder de vista a possibilidade de marcar presenta num ponto alto da época, João Tavares atribuiu a esta competição outro tipo de importância. “Será, à partida, um grupo competitivo onde todas as equipas terão hipóteses de estar presentes na fase final. Vai ser, certamente, uma boa preparação para os nossos jovens com perspectiva à nova época.”

 

Sobre o Atlético CP, um dos adversários do grupo, o treinador benfiquista destaca o saber acumulado pelos jogadores que compõem a formação da Tapadinha. “Equipa constituída por jogadores bastante experientes e com muita qualidade. Teremos que jogar no limite das nossas capacidades para conseguirmos ser competitivos e vencer.

 

Nesta fase da temporada é admissível algum desconhecimento dos adversários, e isso mesmo assume relativamente ao conjunto do AngraBasket. “Existe um maior desconhecimento em relação a este conjunto, no entanto esperamos com certeza dificuldades mas também tudo faremos para estar ao nível das mesmas.”

 

Quanto ao Barreirense, mais um histórico da modalidade, João Tavares realça a aposta feita no recrutamento, associado a um aproveitamento do trabalho feito na formação. “Equipa que se reforçou e ainda, juntou alguns jovens de qualidade dos escalões de formação aos experientes que transitam da época anterior. A jogar em ‘casa’, vai ser seguramente um excelente desafio para nós.”

 

SUL 1

1ª Jornada, 18 de setembro:

20.30h – Barreirense x AngraBasket

21.00h – Benfica “B” x Atlético

 

2ª Jornada, 19 de setembro:

17.00h – Atlético x Barreirense

19.45h – Benfica “B” x AngraBasket

 

3ª Jornada, 20 de setembro:

17.30h – Barreirense x Benfica “B”

14.15h – Atlético x AngraBasket


“Queremos muito ganhar este último jogo”

Um jogo que em nada interfira com a classificação final de Portugal no grupo, mas que não deixa de ser mais uma oportunidade para o grupo de trabalho mostrar o seu caráter e espírito competitivo. João Balseiro quer terminar esta fase com um resultado positivo, e para isso apela à presença do público, algo que tem sido habitual sempre que a seleção joga em Sines.

 

O tempo para preparar a equipa foi o possível, os jogos de controlo foram excelentes, mas o pouco tempo que a equipa teve para treinar e as viagens longas sucessivas, acabaram por colocar problemas acrescidos a Portugal durante esta fase de qualificação.

 

Este sábado estará do outro lado uma equipa que chega a esta última jornada em grande forma desportiva, que vem de uma série de três vitórias consecutivas, e ainda com esperanças de conseguir chegar ao próximo Eurobasket. Mas isso não impediu que Portugal se tivesse mostrado competitivo no jogo realizado em Minsk, num sinal claro que se pode bater frente a este adversário muito mais forte fisicamente e com clara vantagem de altura e que, por isso coloca imensos problemas nas áreas próximas do cesto.

 

A seleção portuguesa já tem o seu destino traçado, mas isso não retira ambição a João Balseiro e restantes companheiros de tentar terminar este apuramento de uma forma positiva. “Apesar de já sabermos que ficaremos no último lugar do grupo, queremos muito ganhar este último jogo, até porque jogamos em casa”.

 

Todos aqueles que estiveram envolvidos nos trabalhos da seleção deram o seu melhor, e desde o primeiro dia que a equipa se comprometeu a dar o seu máximo, jogar no limite das suas capacidades, na esperança que fosse suficiente para vencer jogos. Por tudo aquilo que fez e se sacrificou, este grupo merece finalizar com uma vitória perante o seu público. “Trabalhamos imenso nestes últimos dois meses, e tudo faremos para ganhar este sábado”.

 

E para que a vitória se torne realidade, Balseiro pede para que todos aqueles que vibram com a nossa modalidade compareçam no jogo, apoiem a sua seleção de uma forma sempre positiva, conscientes de todos os handicaps que Portugal tem no confronto internacional. “Gostaríamos de contar com o apoio de Sines e de todos aqueles que gostam de basket!”


Casino Ginásio volta a apostar na formação

 

A exemplo das duas épocas anteriores, esta equipa foi constituída basicamente com a chamada “prata da casa”, incluindo cinco jogadores que efetuaram a sua formação no Clube – José Costa, Nuno Pereira, Josimar Vieira, Guilherme Aroso e Bernardo Neves – e dois juniores (sub-18) – Gonçalo Barbosa e José Dias. Transitam da última época Marco Gonçalves, Joaquim Soares e Daniel Gil, e ingressa de novo Paulo Figueiredo.

 

Dentro de algum tempo, a equipa poderá contar com André Lourenço, também oriundo da Formação, a recuperar de um problema de saúde, e com Fred Lima, cabo-verdiano que na última época representou o Imortal de Albufeira.

 

Dois jovens atletas que se salientaram na última época, os bases Pedro Marques e André Silva, não podem prestar o seu valioso concurso, devido às responsabilidades académicas, as quais estão – e muito bem! – em primeiro lugar.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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