Artigos da Federaçãooo
Sub-18 lutam pelo 13º lugar
Inicio de jogo muito equilibrado, com diversas alternâncias no marcador, chegando ao final do 1ª período com um empate a 14-14.
No 2º quarto, a toada manteve-se até que a meio do período. A Sérvia ganhou uma ligeira vantagem que lhe permitiu chegar ao intervalo a vencer por 26-30. Este momento viria a tornar-se decisivo na partida, pois as portuguesas não mais iriam retomar a liderança no marcador até final do encontro.
Durante o 3º período, a equipa adversária "andou" sempre na frente do marcador, conseguindo chegar aos 10 pontos de diferença a 30 segundos do fim. Catarina Miranda ainda reduziu para 7, com um lançamento do meio campo no último segundo. 40-47 era o resultado, favorável à Sérvia, no final deste período.
O derradeiro quarto foi muito idêntico ao anterior, com a Sérvia na frente do resultado e com a margem pontual a oscilar entre os 3 e os 8 pontos de diferença, não permitindo assim que Portugal conseguisse a tão ambicionada vitória.
Resultado final: 50-57 para a Sérvia
Por períodos: 14-14; 12-16; 14-17; 10-10
Portugal teve uma percentagem muito fraca de lançamentos de campo, 28% (20 em 71), e nem mesmo da linha de lance-livre as portuguesas estiveram bem, com 38% (7 em 18).
Destaques individuais para os 10 pontos de Beatriz Jordão, e também para os 14 ressaltos de Maria Kostourkova.
A equipa nacional joga este sábado, às 13h00 (hora de Portugal) com a Hungria, que hoje perdeu com a Lituânia por 68-72.
SL Benfica e FC Porto na FIBA Cup
O sorteio realizou-se esta terça-feira, na cidade alemã de Freising, onde SL Benfica e FC Porto ficaram a conhecer os novos adversários europeus. Os atuais campeões nacionais ficaram integrados no Grupo B, juntamente com os belgas do PO Antwerp Giants, os croatas do BC Cibona Zagreb e os húngaros do Sopron KC. Já os dragões fazem parte do Grupo G, tendo como adversários, a equipa eslovena KRKA Novo Mesto, a formação holandesa do Zorg En Zekerheid Leiden e o conjunto alemão do Fraport Skyliners.
Para os encarnados trata-se de uma continuidade, dado que participaram na Eurochallenge da última temporada, enquanto os dragões regressam após 12 anos de ausência. A FIBA Cup, é uma nova competição europeia de clubes que resultou da extinção da Eurocup e da Eurochallenge. Trata-se de uma prova que é composta por duas conferências e integra um total de 56 equipas. A fase de grupos arranca no dia 28 de outubro e é constituída por sete séries de quatro conjuntos cada. Passam à segunda fase 32 equipas, ou seja, os dois primeiros classificados de cada grupo e os quatro melhores terceiros posicionados das duas conferências.
A fase dos melhores 32 será disputada com um formato em tudo semelhante ao da fase regular, com os dois melhores classificados de cada grupo a avançarem para os melhores 16 em sistema de playoffs.
A Final Four está agendada entre 29 de abril até 1 de maio, sendo ainda desconhecido o local onde será disputada.
Portugal cede com a Itália
A equipa treinada por Mariyana Kostourkova precisava de vencer a Itália no último jogo da segunda fase, mas perdeu, por 53-42. Agora vai lutar pela 9ª posição.
Jogo muito importante para as duas seleções, pois ambas precisavam de vencer para seguir para os quartos-de-final e assim ficar entre as 8 melhores equipas do Europeu.
Inicio de jogo com liderança alternada, poucos pontos e alguns "turnovers" de parte a parte. No final dos primeiros 10 minutos, a Itália vencia por 9-8.
No 2º quarto, a toada do jogo manteve-se, com ambas as equipas a lutarem muito, nem sempre jogando bem e com alternâncias sucessivas na liderança do marcador. Ao intervalo, Portugal e Itália foram para o balneário com uma igualdade a 16 pontos, resultado muito baixo, mas que traduzia o que se tinha passado no campo.
No inicio do 3º período, a Itália tomou a liderança da partida, embora nunca conseguindo uma grande vantagem no marcador (máximo foram 7 pontos), mas fazia as portuguesas correrem atrás do prejuízo. Portugal reagiu e passou para a frente a 2:57 do final deste quarto (28-27), após um cesto de Maria Kostourkova. As italianas voltaram ao comando com 2 lances-livres convertidos, mas Maianca Umabano, pouco tempo depois, converteu também um lance-livre e voltava a empatar a 29-29, a 2:17 do final do periodo. A equipa nacional não voltaria a marcar mais pontos neste quarto, enquanto a Itália ganhava balanço e fechava o período com 5 pontos consecutivos. 29-34 era o resultado, favorável às italianas no final do 3º período.
Nos primeiros minutos do 4º período, as portuguesas andaram sempre muito perto no marcador, embora nunca tenham conseguido empatar o jogo, ou mesmo passar para o comando. Tendo sido a desvantagem de 2 pontos, 35-37 a 9:05 minutos do final, o mais perto que conseguiram chegar da equipa transalpina. A Itália começou então paulatinamente a amealhar uma vantagem, que chegou até aos 11 pontos de diferença no final da partida.
Resultado final: 42-53
Por períodos: 8-9; 8-7; 13-16; 13-19
Destaques nas portuguesas para os 14 pontos e 12 ressaltos de Maria Kostourkova, e também para Carolina Gonçalves com 12 pontos e 5 faltas provocadas.
Portugal aguarda ainda o desfecho do jogo Holanda x Bélgica (às 20h45), para saber contra quem irá jogar na próxima 6ª feira.
Recorde-se que nesta fase, os últimos três posicionados descem à Divisão B.
Portugal venceu Israel confortavelmente
Com esta vitória, a equipa portuguesa continua a depender de si própria para ficar nos 8 primeiros da classificação, e consequente manutenção na Divisão A. Para isso terá que ultrapassar, esta quarta-feira, a forte Seleção da Itália na última jornada do Grupo E.
Neste encontro, as israelitas começaram melhor, tendo conseguido ganhar uma curta vantagem, que nunca ultrapassou os 7 pontos de diferença (16-9 aos 5 minutos). Portugal reagiu bem e na 2ª metade do período, deu a volta ao marcador, pois conseguiu que a equipa adversária estivesse os últimos 5 minutos sem marcar qualquer ponto, acabando já a vencer por 18-16.
No inicio do 2º período, as portuguesas "dispararam" no marcador. Não só porque estiveram bem no ataque, mas também porque Israel continuava sem atinar com o cesto, tendo conseguido apenas sair dos 16 pontos a 6:40 minutos do intervalo (estiveram 8:20 minutos sem marcar pontos). No final deste período, a equipa portuguesa já vencia por uma diferença de 11 pontos (33-22).
No regresso dos balneários, Portugal foi mantendo a vantagem, sem grandes sobressaltos, acabando por finalizar o período com uma confortável vantagem de 20 pontos (53-33).
No derradeiro quarto da partida, a equipa nacional controlou bem o jogo, gerindo bem o tempo de ataque, garantindo assim uma vitória importantíssima e que dá moral para o "mata-mata" desta quarta-feira com a Itália.
Resultado final: 43-63
Por periodos: 16-18; 6-15; 11-20; 10-10
Destaques na equipa portuguesa para Maria Kostourkova com 15 pontos e 16 ressaltos, e também para Leonor Nunes com 10 pontos e 2 em 2 de 3pts.
Campus Basket Carlos Seixas 2015
União Sportiva vai participar na Eurocup Women
A equipa açoriana ficou integrada no Grupo H da Conferência 2 da EuroCup Women 2015/2016, com as equipas Uni Györ (Hungria), Belfius Namur Capitale (Bélgica) e Union Angers (França).
O clube de S. Miguel, que tão brilhantemente venceu a última edição da Liga Feminina de Basquetebol, não desaproveitou a oportunidade e fantástica experiência de proporcionar às suas atletas uma competição internacional, sendo que já avançou com a renovação do seu núcleo duro de atletas. Alguns reforços já foram garantidos, casos de Vitória Pacheco e da norte-americana Kaneisha Horn, no sentido de dotar a equipa com mais soluções e qualidade para enfrentar as várias competições em que a equipa estará envolvida na próxima temporada.
Portugal pede com a Bulgária em jogo de preparação
O resultado final de final de 47-60, evidencia as dificuldades sentidas pela equipa portuguesa, que, apesar de todo o empenhamento, motivação e vontade progredir, ainda não conseguiu competir durante os 40 minutos ao mais alto nível de intensidade e concentração que é exigido a este nível, como a Bulgária demonstrou, e como aliás já o fizera a Bélgica em encontros anteriores.
A equipa portuguesa começou muito bem e no final do primeiro período liderava por 16-8, fruto de um excelente trabalho defensivo colectivo e de uma adequada fluidez do jogo ofensivo, criando muitas dificuldade ao adversário. A Bulgária aumentou a agressividade defensiva sobre a bola e no corte das linhas de passe, condicionando significativamente ao ataque de Portugal, mas a nossa selecção, que continuou ainda a defender bem, conseguiu terminar a 1ª parte na frente do marcador (26-23).
Na segunda parte, a Bulgária aumentou a intensidade defensiva e Portugal foi sentindo crescentes dificuldades na organização do seu jogo ofensivo, devido à grande pressão sobre os bases e ao corte sistemático das linhas passe, que dificultaram o discernimento na organização ofensiva e a circulação da bola e provocaram perdas de bola que conjuntamente com desconcentração na recuperação defensiva permitiram cestos fáceis ao adversário (25 pontos para a Bulgária após perdas de bola, contra 13 de Portugal) ou provocaram lançamentos sobre o tempo. No 3º período Portugal ainda conseguiu continuar a competir e, apesar da Bulgária já comandar no final por 45-38 a nossa equipa ainda estava no jogo. No 4º período, Portugal já não conseguiu manter um nível de competitividade elevada e a vantagem da Bulgária aumentou para 60-47.
As dificuldades sentidas pela Selecção de Portugal perante a maior intensidade e concentração competitiva, maior capacidade atlética e maior agressividade ofensiva evidenciadas pelo adversário, reflectem-se em diversos dados estatísticos: 26 perdas de bola contra 19; 8 ressaltos ofensivos contra 16. As percentagens de lançamento não foram substancialmente diferentes das do adversário (32% de 2 pontos, 37% de 3 pontos; 57% de lance livre), mas Portugal realizou menos 8 lançamento de 2 pontos e menos 9 lances livres.
Neste jogo de preparação, o Seleccionador Nacional, António Paulo Ferreira, utilizou todos os 12 jogadores, cujos dados estatísticos mais significativos foram os seguintes:
Pedro Lança (28 minutos, 7 pontos, 3 assistências, 3 ressaltos, 2 turnovers)
Paulo Caldeira (27 minutos, 10 pontos, 3 assistências, 8 ressaltos, 6 turnovers)
Francisco Amarante (29 minutos, 12 pontos, 4 ressaltos, 2 turnovers)
Tiago Oliveira (16 minutos, 2 pontos, 3 ressaltos, 2 turnovers)
João Guerreiro (14 minutos, 3 pontos, 2 turnovers)
Henrique Barros (19 minutos, 2 pontos, 3 ressaltos)
Alexandre Fatuda (8 minutos, 2 pontos, 3 turnovers)
João Machado (9 minutos, 5 pontos)
Vladislav Voytso (20 minutos, 4 pontos, 3 ressaltos, 2 turnovers, 2 intercepções lançamento)
Diogo Oliveira (7 minutos, 0 pontos)
João Marçal (5 minutos, 0 pontos)
Miguel Moriés (16 minutos, 0 pontos)
Ao longo da partida a equipa conseguiu ter períodos bons e fazer coisas muito positivas, especialmente no trabalho defensivo mas também no ataque. Contudo, ainda lhe falta consistência para um rendimento mais continuado. Há muito a melhorar nesta equipa no sentido de conseguir ser competitiva em todos os jogos do Campeonato Europeu, objectivo que está claramente definido pelos responsáveis e para o qual todos continuarão a trabalhar com a maior determinação e entusiasmo.
Regulamento Técnico-Pedagógico
Este regulamento passa também a incidir sobre as competições nacionais do escalão de Sub-16. Segue também em anexo a esta noticio o referido regulamento.
Portugal termina em 12.º
Terminou no 12º lugar entre 24 equipas participantes.
A Seleção Nacional não realizou um bom jogo, estando muito abaixo daquilo que lhe é habitual.
Portugal iniciou o encontro de modo apático, sem grande empolgamento, com baixa eficácia nos lançamentos, o mesmo sucedendo no início à seleção holandesa, a tal ponto que o marcador registava aos cinco minutos de jogo uma igualdade a 4 pontos e aos 10 minutos 10-11 para nós.
Neste período Portugal tinha da linha de 3 pontos 7 lançamentos tentados e nenhum convertido, contra 0/1 da Holanda. Quer dizer, dispusemos de várias tentativas para marcar e desperdiçámos. E quando assim é, corremos sérios riscos de o adversário se aproveitar dos nossos erros e ir afastando-se no marcador. Como veio a suceder, com o adversário a fazer um parcial de 10-0, colocando o marcador em 20-11, à custa de contra-ataques, recuperação de bolas e ataques com lançamentos de 2 pontos convertidos.
Ao intervalo registava o marcador 30-23 para a Holanda. Nesta altura, Portugal tinha 9,1% (1/11) de 3 pontos, 14 ressaltos ganhos contra 23 da seleção holandesa e permitido 24 pontos da área pintada.
No terceiro período, Portugal voltou a não defender bem, não pressionando a bola e os lançamentos , de tal modo que a seleção holandesa, que tinha ao intervalo 0/1 em 3 pontos, fez neste período 6. Converteu consecutivamente 3, afastando-se definitivamente no marcador, fazendo no período um parcial de 25-14 e colocando o resultado em 55-37.
No quarto e último período, Portugal ainda tentou diminuir a desvantagem, conseguindo reduzi-la para os 8 pontos (64-52), aos 35 minutos de jogo, mas definitivamente não era um dos seus dias e de novo a vantagem se alargou, com um parcial de 14-5 nos últimos 5 minutos.
Portugal bem criou situações para lançamentos de campo, mas a sua eficácia era baixa. Veja-se que lançou 26 vezes da linha de 3 pontos e só converteu 4 (15,4%), contra 6/12 da seleção holandesa.
Portugal até nos tinha habituado a boas percentagens de lançamento de 3 pontos. Veja-se por exemplo no primeiro jogo frente à Eslováquia, fez 6/14 (42,9%) e no segundo jogo, frente à Suécia, que conquistou o título de campeã da Europa – Divisão B, fez 8/20 (40%).
Por Portugal jogaram e alinharam:
Nuno Sá (9p); Pedro Batista (2p); Francisco Albergaria; Daniel Caetano (4p); Filipe Rodrigues (5p ); Carlos Cardoso; Diogo Brito (21p); Gonçalo Delgado ; Diogo Araújo (5p); Ricardo Monteiro (8p); Rodrigo Lima (2p); Jorge Pires (1p);
A seleção portuguesa regressa esta segunda-feira a Portugal.
Portugal volta a vencer no Europeu de Sub 18 Masculinos
Com este resultado, os comandados de José Ricardo fixaram-se na 3.ª posição do Grupo B, numa altura em que falta uma jornada para se completar a Fase de Grupos.
Portugal voltará a entrar em campo já esta quarta-feira, às 11h, diante de Montenegro.
A nossa Seleção entrou muito bem na partida, como se comprova pelo facto de a 7:11 do final do primeiro período Portugal já vencer por 11-2, mas a Bélgica acabaria por recuperar terreno, levando o jogo empatado para o segundo quarto (15-15), depois de aplicar um parcial de 7-0.
Até ao intervalo, a equipa de todos nós revelou-se um pouco superior, nunca permitindo uma vantagem belga. Embora Portugal também nunca tenha cavado um fosso para o adversário, a verdade é que a turma lusa entrou para o intervalo a vencer por 30-26.
No terceiro período a toada manteve-se, com Portugal muito bem, liderando sempre o marcador. A vantagem nunca esteve na casa dos dois dígitos, mas acabou por aumentar em mais um ponto antes dos derradeiros dez minutos (41-36).
Aí, nessa altura, a formação orientada por José Ricardo foi gerindo os acontecimentos, até que na segunda metade do período permitiu uma reaproximação da Bélgica, que reduziu para 48-49 a 2:44 do final. Até ao soar do alarme, o desafio foi muito equilibrado, com as equipas a voltarem a estar praticamente coladas a 47 segundos do término da partida (54-53 para Portugal), mas felizmente os nossos jogadores viriam mesmo a confirmar este importante triunfo, por 56-53, sendo que a Bélgica nunca esteve em vantagem ao longo de todo o encontro.
Em termos individuais, é impossível não destacar a fantástica exibição de Gonçalo Delgado, que liderou por completo as estatisticas gerais em grande parte das variantes (21 pontos, 11 ressaltos e 3 assistências). Menção também para Vasco Catarro (11 pontos e 6 ressaltos) e Pedro Costa (9 pontos).
Parabéns, rapazes!
Portugal estreia-se a vencer no Europeu de Sub 18 Masculinos
Os comandados de José Ricardo cimentaram este resultado positivo com uma boa segunda parte, que permitiu à equipa das quinas distanciar-se no marcador.
Portugal até nem entrou muito bem no jogo, sofrendo um parcial de 0-5, mas rapidamente a formação orientada por José Ricardo recuperou, acabando o primeiro período com uma vantagem de dois pontos (13-11).
O segundo quarto foi muito equilibrado, com alternâncias no marcador, indo ambas as equipas empatadas para os balneários (25-25). A partir daí, na etapa complementar, e embora a Roménia não se tenha atrasado muito no terceiro período, a nossa Seleção tomou conta dos acontecimentos, entrando para os derradeiros dez minutos na frente, por 42-37.
Até final da partida, Portugal disparou no marcador, não permitindo qualquer aproximação romena, avançando assim para uma saborosa vitória (62-45), que vem dar muito alento para a restante competição.
Em termos individuais, Gonçalo Delgado voltou a estar em plano de evidência com um duplo-duplo (11 pontos e 12 ressaltos), destacando-se também Pedro Costa (14 pontos), Pedro Lança (10 pontos) e Vladyslav Voytso (8 pontos e 7 ressaltos).
A equipa de todos nós voltará a entrar em campo esta terça-feira, às 16h30, diante da Bélgica.
Portugal cede perante a Áustria no prolongamento (73-74)
A equipa orientada por José Ricardo esteve pertíssimo da vitória, tanto no tempo regulamente como no extra, mas deixou-se ultrapassar mesmo sob o término da partida, seguindo-se agora o desafio frente à Roménia, este domingo, às 15h30.
Assistiu-se a um excelente espetáculo no primeiro período, com constantes alternâncias no marcador, algo que seria uma constante durante toda a partida, sendo que ambos os conjuntos revelaram acerto na hora de lançar ao cesto, como se comprova pelo 24-23 favorável às nossas cores, decorridos os 10 minutos iniciais.
A emoção continuou no segundo quarto, não havendo nunca um avanço claro por parte dalguma das equipas. Porém, Portugal até conseguiu chegar ao intervalo com uma vantagem de 4 pontos (39-35), depois de uma excelente reta final de período.
Apesar do equilíbrio ter permanecido no regresso dos balneários, a equipa de todos nós permitiu que a Áustria passasse para a frente do marcador, embora nunca houvesse um distanciamento. À entrada para o derradeiro período, a turma austríaca liderava a partida por apenas 1 ponto (51-52).
Na última dezena de minutos, Portugal teve tudo para somar o primeiro triunfo na competição, já que a 04:15 do final a formação lusa dispunha de um avanço de 8 pontos (63-55), mas de seguida os comandados de José Ricardo sofreram um parcial de 0-9, que recolocou a Áustria na luta pela vitória. A 15 segundos do término do desafio, e através de dois lances livres convertidos por Gonçalo Delgado, Portugal voltou para a frente, mas no imediato o adversário empatou a contenda, levando todas as decisões para prolongamento.
Aí, no tempo extra, os nossos jogadores voltaram a ter o pássaro na mão, já que a 11 segundos do soar do alarme Portugal vencia por 73-70, mas um triplo austríaco somado à conversão de um lance livre a 7 segundos do final decidiu o vencedor, por 73-74.
Em termos individuais, destaque para Pedro Lança (21 pontos), Gonçalo Madureira (14 pontos), Pedro Costa e Gonçalo Delgado (ambos com 12 pontos).
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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