Artigos da Federaçãooo
Christophe da Silva ruma aos parisienses CAPSAAA
Após quatro épocas ao serviço do CS Meaux, histórico do basquetebol em cadeira de rodas francês, Christophe da Silva, extremo da Seleção Nacional, procura minutos num emblema da Nationale B, o CAPSAAA segundo escalão, cujo projeto aponta à subida.
Aos 37 anos, Christophe da Silva (1.0), internacional português desde 2017, num trajeto que totaliza duas presenças em Campeonatos da Europa, vai em busca de um novo desafio. “Melhorei e aprendi muito em Meaux. Queria mudar, tentar a sorte noutro clube e ter mais tempo de jogo”. A necessidade de minutos, com a Seleção Nacional e o Europeu de 2021 no horizonte, pesou especialmente na decisão do atleta iniciado em 2009, que perdeu espaço nas duas últimas épocas. Pelo CS Meaux, disputou várias fases preliminares da Champions Cup e Euroligas 1 e 2 – nestas alcançou fases finais -, e, no apogeu da sua carreira, sagrou-se campeão francês, na época 2016-17.
Com as cores do CAPSAAA ao peito, espera “vencer o campeonato e voltar à Nationale A”, objetivo que se soma à participação na Euroliga 3, um tónico e uma oportunidade para “continuar a alto nível”. A prever maior protagonismo no conjunto da capital gaulesa, ambiciona, no plano individual, “desenvolver o jogo ofensivo e melhorar o lançamento exterior”, metas inseparáveis do desejo em “trazer mais experiência à Seleção Nacional”.
Na turma liderada por Marco Galego, após duas experiências frustradas, nas quais a Seleção ficou à porta da Divisão B, Christophe da Silva tem em mente um único cenário. “Quero ser campeão no próximo ano e conhecer a Divisão B”.
Visitem-nos em www.fpb.pt e sigam-nos no Facebook, Instagram, Twitter, TikTok e YouTube.
BCR arranca oficialmente a 17 de outubro
Na reunião de clubes de BCR, realizada no passado sábado, 25 de julho, determinou-se a data de início das competições, bem como dos estágios das Seleções, e perspetivaram-se cenários, caso a pandemia force nova paragem.
O esforço de retoma à normalidade conheceu outro capítulo, na reunião entre clubes e o Comité Nacional de BCR (CNBCR), de onde saíram os calendários para a época desportiva 2020/21. A 1.ª Divisão, disputada agora por sete emblemas, fruto da subida do Basket Clube de Gaia, será a primeira a descolar no dia 17 de outubro, com os embates APD Paredes vs. APD Braga, Basket Clube de Gaia vs. GDD Alcoitão e APD Leiria vs. Sporting CP-APD Sintra (folga a APD Lisboa). A jornada inaugural do segundo escalão, também jogado a 7 (equipas B da APD Braga, APD Lisboa, SCP-APD Sintra, GDD Alcoitão; CD “Os Especiais”, AD Vagos-Núcleo e Lousavidas), acontece apenas uma semana depois e prevê quatro encontros: APD Braga “B” vs. Lousavidas, Lousavidas vs. AD Vagos-Núcleo, SCP-APD Sintra “B” vs. APD Lisboa “B”, APD Lisboa “B” vs. GDD Alcoitão “B”.
Contudo, antes, de 1 a 5 de outubro, as Seleções A e Sub22 reatam a atividade, circunstância essencial, uma vez que no verão de 2021 se jogará o ECMC – Campeonato da Europa C -, no qual Portugal tem o objetivo claro de alcançar um dos dois lugares de acesso à divisão B. Na semana seguinte, a 10 e 11 de outubro, toma lugar a 20.ª edição do histórico Torneio Internacional de Lisboa, marco da pré-época do BCR nacional.
Num momento prévio de discussão, os treinadores dos clubes e das Seleções debruçaram-se, em conjunto com o CNBCR, sobre as soluções a adotar, num hipotético segundo surto da Covid-19, de modo a ser encontrado um campeão nacional, desfecho vital para a promoção da modalidade. Também o panorama atual das equipas esteve em análise, nomeadamente o acesso a instalações desportivas para a realização dos treinos e as estratégias privilegiadas pelos técnicos em alternativa ao contexto normal de pavilhão.
Visitem-nos em www.fpb.pt e sigam-nos no Facebook, Instagram, Twitter, TikTok e YouTube.
Luís Domingos vai jogar na melhor liga de BCR do mundo
Luís Domingos, internacional A e Sub22 de BCR, transita do Basketmi Ferrol, que abdicou da subida, precisamente para o emblema que ocupa a sua vaga na promoção à División de Honor, o Servigest Burgos. Sendo assim, Luís Domingos vai jogar na melhor liga do mundo.
O término precoce da época, no mês de março, não permitiu ao Basketmi Ferrol discutir o objetivo legítimo de disputar o título da Primera División, depois de uma brilhante fase regular, que culminou no segundo posto. No entanto, o impacto de Luís Domingos (2.5) na formação galega foi de sobra e atraiu o interesse de outros emblemas rivais, nomeadamente o Servigest Burgos, terceiro na fase regular, que aproveitou a renúncia do conjunto onde também militaram Pedro Bártolo (2.5) e José Miguel Gonçalves (3.0).
Aos 22 anos, o possante extremo embarca para a sua terceira experiência internacional, uma vez que, antes da jornada espanhola, teve uma breve experiência no Handicap Sport Varese, da Série A italiana, ao lado de Pedro Bártolo. Em Burgos, baluarte do basquetebol na comunidade de Castela e Leão, Luís Domingos partilhará novamente o balneário com um português, Helder da Silva, veterano base e capitão de equipa.
Quais são as tuas expectativas para a nova época?
São muito simples. Melhorar como jogador, ajudar a equipa a garantir a manutenção e descobrir como é jogar contra tantos atletas incríveis.
Que competências esperas desenvolver enquanto jogador ao alinhar na División de Honor?
Espero trabalhar mais o aspeto mental e melhorar a visão de jogo e perceção de ocupação do espaço no campo. Outra coisa que quero aprimorar no meu jogo é o lançamento. Durante a quarentena, tenho trabalhado muito no lançamento de curta e média distância.
Há algum jogador que queiras enfrentar em particular?
Estou entusiasmado por jogar contra todas as equipas e jogadores, mas especialmente contra o Terry Bywater, para mim, seguramente, no top 5 dos melhores.
Tiveste um papel muito específico em Ferrol. O que esperas acrescentar a Burgos?
Uma das razões que me levou a sair de Ferrol foi não ter compreendido a minha função enquanto jogador e, na maior parte do tempo, sentia-me perdido. Por exemplo, nos treinos tinha mais liberdade para lançar e entrar na zona. Nos jogos, tinha tarefas completamente diferentes, era mais bloqueador, ajudava os grandes a entrar e fazia cortina. Foi um pouco confuso para mim. O que quero dar a Burgos é energia em campo, trabalho árduo e capacidade de lançamento.
És um dos jogadores portugueses de topo da tua geração. Que objetivos traças para o próximo Campeonato da Europa C, em 2021, com Portugal?
Temos um grupo muito bom, com muito talento, não só os veteranos e os que lá estão há mais tempo, como os mais jovens, que têm trabalhado imenso para se tornar melhores atletas. E isso dá-me esperança para que, daqui a uns anos, Portugal seja uma Seleção de topo. Os meus objetivos pessoais com a Seleção são subir à Divisão B e trabalhar para lá ficar. Quem sabe, se trabalharmos mais, talvez competir por um lugar na Divisão onde acho que devíamos estar.
Visitem-nos em www.fpb.pt e sigam-nos no Facebook, Instagram, Twitter, TikTok e YouTube.
Balanço dos Clinics de BCR
De forma a capitalizar a paragem da pandemia, o Comité Nacional de Basquetebol em Cadeira de Rodas (CNBCR) organizou vários Clinics, que versaram exclusivamente o BCR, sob distintas perspetivas. A iniciativa colheu a atenção de um total de 55 participantes, com a assistência média das quatro sessões dinamizadas a cifrar-se em 51 e o número de unidades de crédito atribuídas em 1.6. Pela mesa virtual de preletores, passaram Marco Galego, selecionador nacional A, Bruno Silva, adjunto da seleção A e preparador físico, Ricardo Vieira, selecionador nacional sub22, Regina Costa, responsável máxima da classificação a nível mundial, João Crucho, vice-presidente do CNBCR, Gustavo Costa, árbitro internacional, José Cardoso, vogal do Conselho de Arbitragem da FPB e ex-árbitro internacional de BCR, Beatriz Araújo, nutricionista das seleções de BCR, João Veloso, fisioterapeuta da Seleção A de BCR, e Sileno Santos, técnico da seleção brasileira. Perante a afluência, absoluta no caso dos treinadores nacionais da modalidade, Augusto Pinto, presidente do CNBCR, faz um saldo positivo das ações decorridas a 19 e 25 de junho, e a 8 e 15 de julho.
Foram cumpridas as expectativas do CNBCR com a organização dos Clinics?
Não só cumpridas, como esta primeira experiência superou as nossas expectativas tanto no número de participantes, como nas intervenções nos debates.
Como classifica a adesão dos técnicos, de BCR e basquetebol a pé?
Existiu uma adesão a 100% dos técnicos que estarão à frente das equipas de BCR, na próxima época, mais alguns que já fizeram o modulo de BCR, mas estão ligados ao basquetebol a pé. Aqui a presença rondou os 50%.
Que feedback tem recebido da organização das formações?
Houve diversos participantes a enaltecer as excelentes preleções, com especial ênfase na troca de conhecimento havido graças à parceria com técnicos brasileiros.
A pandemia foi um pretexto para dinamizar mais intensamente estas ações. Quais os próximos passos?
Consideramos muito importantes as ações presenciais (fisicamente) para abordar os aspetos práticos das cadeiras de rodas, mas que constituem, sem dúvida, um instrumento útil para questões mais teóricas, e que têm uma outra grande vantagem: a distância geográfica fica esbatida. Vamos continuar as ações online com uma mais ampla diversificação de conteúdos e trazendo intervenientes geograficamente mais distantes.
Está a nascer a semente de uma sinergia com o Brasil e os PALOP. De que forma a pretendem concretizar e como surgiu?
Foram dados os primeiros passos com muito agrado e sucesso, em especial no que concerne ao Brasil. A ideia surgiu aquando da minha presença no mundial de Hamburgo, onde acompanhei mais de perto a seleção brasileira masculina e feminina, e encontrei nos seus técnicos (em particular no Prof. Sileno Santos) um vivo interesse na troca de conhecimentos sobre o BCR. Posteriormente, fiz um primeiro contacto para trazer uma equipa de BCR e seus técnicos a um encontro com jogadores e técnicos portugueses num estágio das nossas seleções. Entretanto, a pandemia trocou-nos as voltas e acabou por haver este primeiro contacto online. Também foi iniciado um processo de aproximação aos países pertencentes aos PALOP que esperamos continuar a aprofundar.
Visitem-nos em www.fpb.pt e sigam-nos no Facebook, Instagram, Twitter, TikTok e YouTube.
“Em Linha” com Martinho Santos
O nome de Martinho Santos não se pode dissociar das conquistas da APD Leiria, na qual acumulou as funções de jogador e treinador. Em 1984, residia em França, quando se iniciou no BCR, no Corbeil, clube que subsiste nos escalões inferiores gauleses.
“Man Out” a Paulo Araújo
Entrevista a Regina Costa, responsável máxima da classificação a nível mundial
Regina Costa, responsável máxima da classificação a nível mundial, abordou a controvérsia atual com o IPC – Comité Paralímpico Internacional -, que ameaça excluir o basquetebol em cadeira de rodas (BCR) dos Jogos de Tóquio 2021 e dos Jogos de Paris 2024.
Versão wap:
“Em Linha” com Teresa Xavier
Recém-chegada ao BCR, Teresa Xavier faz parelha com Daniel Pereira no comando da APD Lisboa e denota já um envolvimento ao nível dos técnicos mais experimentados. A vontade de aprender, que emana de todo o seu discurso, colocam-na com justiça no lote dos treinadores em ascensão na modalidade.
Em anexo podem encontrar todos os dados sobre o percurso de Teresa Xavier.
“Man Out” a Hélder Moreira
Um dos novatos na APD Braga, turma tetracampeã nacional, Hélder Moreira distingue-se pela dedicação digna dos melhores, a que acrescenta uma forma de estar conciliadora com colegas e adversários. Detém um registo raro e peculiar: o jogo de estreia significou a conquista do seu primeiro título.
2019 viu a estreia da 1ª seleção portuguesa de BCR sub23
Em Janeiro de 2018, o Comité Nacional de BCR lançou as bases para a constituição de uma seleção nacional sub23. Apenas um ano depois, na Finlândia, Portugal fazia a sua estreia oficial nos Jogos Paralímpicos Europeus da Juventude. Ricardo Vieira, na altura técnico adjunto, agora selecionador principal, analisa o impacto da experiência.
Há muito se cogitava a criação de uma seleção jovem no BCR português, mas o passo decisivo para mitigar o fosso em relação aos melhores, surgiria apenas em Janeiro de 2018. Daí à participação nos Jogos Paralímpicos Europeus da Juventude (EPYG), na Finlândia, decorreu cerca de um ano e cinco meses, tempo que seria sempre curto para abordar uma das etapas mais transformadoras na vida dos 10 convocados. “Foi o “abrir de olhos” necessário para entenderem que, sem trabalho, empenho e consistência não se consegue atingir patamares altos.
Perceberam que o que desenvolvem nos clubes não os levará a pódios europeus e que, por enquanto, a única forma é trabalhar individualmente, esperando que os clubes possam vir a dispor de mais horas de treino, melhores condições e de técnicos qualificados”, adverte Ricardo Vieira, rendido, contudo, ao “espírito de grupo” fomentado no certame.
Na véspera do terceiro encontro, contra a favoritíssima – vencedora da prova – França, o selecionador vaticinou um resultado extremamente desnivelado, algo que causou perplexidade no grupo, cuja modesta perceção do jogo à escala internacional não pressagiava tão mau cenário. “Disse-lhes: “se não perdermos por mais de 100 pontos, considerem uma vitória”. Responderam, por outras palavras, que eu estava maluco. Resultado final: 106-17”, remata, para discorrer sobre “a ilusão que é criada ao jogador de BCR em Portugal, em que basta pegar numa bola e lançar duas vezes por semana”. Menosprezados ficam os “fundamentos, o trabalho físico, psicológico, o cuidado com a alimentação, o descanso, a recuperação física pós-treino e jogo”, componentes onde, embora condicionados pela ação dos clubes, os atletas “devem fazer a sua parte”.
A lição repercutiu-se em mudanças tangíveis, mesmo em tempo de pandemia, com “pelo menos 8 dos atletas” a treinarem de forma “muito profissional”, numa base diária, e em alguns casos com retoma progressiva do treino em pavilhão. Mesmo que a contragosto, Ricardo Vieira responde à questão e mostra-se convicto na capacidade dos seus pupilos dificultarem as escolhas a Marco Galego, selecionador nacional A, para o próximo Europeu C, em 2021. “Sou muito suspeito, ainda assim, parece-me que estão reunidas as possibilidades de marcarem presença 3 a 4, com alguma “facilidade”. Os 5 não sei se será possível, até porque o grupo, em relação ao último europeu, tem os regressos de Filipe Carneiro e Marco Gonçalves, dois atletas de classe europeia”.
Ciente do potencial existente, mas sem deslumbramentos, Ricardo Vieira espera não ver dissipar-se a boa dinâmica na melhoria estrutural da modalidade e desafia “entidades públicas e privadas a aumentarem o apoio aos clubes”. Se a nível federativo, o técnico bracarense não coloca Portugal “atrás de ninguém na Europa”, na realidade do clube o panorama está aquém do exigido para que a seleção sub22 (sub23 somente no contexto dos Jogos Paralímpicos Europeus da Juventude e Campeonatos do Mundo) integre um europeu da categoria.
“Treina-se, no máximo, 2x por semana, com treinos de 1h30min, e isso é algo inaceitável para que possamos almejar estar presentes num Europeu a um nível razoável”, afirma. Não obstante as adversidades, o primeiro passo está dado. Da viagem aos EPYG 2019 subsiste o legado da mentalidade de verdadeiro atleta, ponto de partida para qualquer conquista vindoura.
Entrevista a Hélder Freitas, reforço da APD Braga
“Em Linha” com Domingos Marinho
Domingos Marinho, um dos treinadores há mais anos em atividade, os seus pares e atletas reconhecem-lhe paixão e carisma, características palpáveis na forma acalorada com que vive os encontros. A caminho da 11.ª época como treinador da APD Paredes, Domingos Marinho aceitou o desafio de treinar BCR em 1997, quando convidado para orientar a APD Porto, onde permaneceu 13 anos.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Aliquam iaculis blandit magna, scelerisque ultricies nisi luctus at. Fusce aliquam laoreet ante, suscipit ullamcorper nisl efficitur id. Quisque id ornare est. Nulla eu arcu neque. Sed ornare ex quis pellentesque tempor. Aenean urna enim, commodo ut nunc sit amet, auctor faucibus enim. Nullam vitae felis ipsum. Etiam molestie non enim quis tincidunt. Pellentesque dictum, nulla id ultricies placerat, neque odio posuere orci, quis vestibulum justo odio ut est. Nullam viverra a magna eu tempor. Nullam sit amet pellentesque magna. Vestibulum vel fermentum turpis, nec rhoncus ipsum. Ut et lobortis felis, sed pellentesque dolor. Nam ut porttitor tellus, ac lobortis est. Fusce vitae nisl vitae ante malesuada venenatis. Sed efficitur, tellus vel semper luctus, augue erat suscipit nunc, id hendrerit orci dui ac justo.
Pellentesque eleifend efficitur orci, et pulvinar dui tempus lobortis. Proin accumsan tempus congue. Cras consectetur purus et lacinia rhoncus. Ut eu libero eget quam semper malesuada. Aliquam viverra vulputate tempor. Sed ac mattis libero, a posuere ligula. Quisque tellus dui, placerat vel ex in, fringilla fringilla tellus. Aliquam erat volutpat. Aenean convallis quis eros vel ornare. Aliquam et lorem vestibulum, posuere quam ac, iaculis arcu. Fusce feugiat blandit mattis.

Legenda
Praesent sed metus euismod, varius velit eu, malesuada nisi. Aliquam aliquet quam tempor orci viverra fermentum. Sed in felis quis tortor accumsan vestibulum. Aliquam erat volutpat. Maecenas pretium sem id enim blandit pulvinar. Pellentesque et velit id arcu feugiat hendrerit ac a odio. Sed eget maximus erat. Phasellus turpis ligula, egestas non odio in, porta tempus urna. Fusce non enim efficitur, vulputate velit in, facilisis metus.
Nulla sagittis risus quis elit porttitor ullamcorper. Ut et dolor erat. Ut at faucibus nibh. Cras nec mauris vitae mauris tincidunt viverra. Donec a pharetra lectus, vitae scelerisque ligula. Integer eu accumsan libero, id sollicitudin lectus. Morbi at sem tincidunt augue ullamcorper tristique. In sed justo purus. Aenean vehicula quam quis pellentesque hendrerit. Fusce mattis mauris lorem, in suscipit diam pretium in. Phasellus eget porttitor mauris. Integer iaculis justo ut commodo eleifend. In quis vehicula nisi, non semper mauris. Vivamus placerat, arcu et maximus vestibulum, urna massa pellentesque lorem, ut pharetra sem mauris id mauris. Vivamus et neque mattis, volutpat tortor id, efficitur elit. In nec vehicula magna.

Miguel Maria
“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

Morbi in auctor velit. Etiam nisi nunc, eleifend quis lobortis nec, efficitur eget leo. Aliquam erat volutpat. Curabitur vulputate odio lacus, ut suscipit lectus vestibulum ac. Sed purus orci, tempor id bibendum vel, laoreet fringilla eros. In aliquet, diam id lobortis tempus, dolor urna cursus est, in semper velit nibh eu felis. Suspendisse potenti. Pellentesque ipsum magna, rutrum id leo fringilla, maximus consectetur urna. Cras in vehicula tortor. Vivamus varius metus ac nibh semper fermentum. Nam turpis augue, luctus in est vel, lobortis tempor magna.
Ut rutrum faucibus purus ut vehicula. Vestibulum fermentum sapien elit, id bibendum tortor tincidunt non. Nullam id odio diam. Pellentesque vitae tincidunt tortor, a egestas ipsum. Proin congue, mi at ultrices tincidunt, dui felis dictum dui, at mattis velit leo ut lorem. Morbi metus nibh, tincidunt id risus at, dapibus pulvinar tellus. Integer tincidunt sodales congue. Ut sit amet rhoncus sapien, a malesuada arcu. Ut luctus euismod sagittis. Sed diam augue, sollicitudin in dolor sit amet, egestas volutpat ipsum.