Artigos da Federaçãooo
Esgueira com vitória em dose tripla
No Campeonato Nacional da 1.ª Divisão feminina, o Esgueira/Aveiro/Sarifer registou três vitórias, e por isso segue invencível.
Zona norte
O Esgueira começou por bater o SC Coimbrões de forma inapelável, por 80-26, com Gabriela Raimundo (16pts, 5res, 5ast, 6rb) em destaque, para depois a formação de Aveiro suplantar (83-33) a Ovarense. No terceiro embate, o Esgueira venceu o CLIP Teams por 95-55, tendo em Daniela Jesus (21pts, 9res, 3ast, 4rb) a maior aliada, enquanto no conjunto portuense foi Maria Marinho (12pts, 10res, 3ast, 1rb) a maior figura.
Já o Maia Basket Clube superou o CD Póvoa por 56-49, com Luana Agueiro (12pts) em destaque na equipa maiata e Joana Carneiro (13pts) a sobressair do lado poveiro.
O Académico FC levou a melhor sobre a Ovarense, fora de portas, por 71-43, com Carolina Bandeira (23pts, 3res, 2ast, 3rb) em plano de evidência no emblema da Invicta e Bárbara Calvinho (30pts, 2res, 3rb) a despontar no coletivo vareiro.
Zona sul
Num dérbi do nosso basquetebol, a SIMECQ ultrapassou o Algés por 74-60, contando com a inspiração de Margarida Junqueira (12pts, 3res, 1rb), ao passo que na equipa algesina foi Maria Dias (10pts, 11res, 2ast, 1rb) a protagonista. Depois, o emblema da Cruz Quebrada aplicou a primeira derrota (73-59) ao Imortal BC Tcars. Também o Algés voltou a jogar, com uma derrota caseira por 85-73, face ao Carnide Clube, que teve Martina Roque (24pts, 16res, 2ast, 2rb) como melhor elemento, enquanto Bárbara Bilro (16pts, 7res, 2ast) assumiu as despesas nas anfitriãs.
Nota: Foto retirada do Facebook oficial do Esgueira Basket
CD Póvoa não sabe o que é perder
O CD Póvoa é a equipa com melhor registo na Proliga, com seis triunfos em outros tantos jogos.
Zona norte
O Póvoa começou por bater (99-55) o Sampaense Basket, com Ralfi Ansaloni (21pts, 6res, 2ast) como melhor em campo nos donos da casa, enquanto Diogo Gonçalves (19pts, 3res, 1ast) assumiu preponderância no emblema de São Paio de Gramaços. Depois, num grande espetáculo, o Póvoa superou o Sangalhos DC por 101-97, após três prolongamentos, com Nuno Oliveira (32pts, 12res, 7ast, 4rb) inspirado do lado poveiro e Tamyrik Fields (37pts, 23res, 1ast, 1rb, 2dl) a rubricar uma tremenda exibição nos forasteiros.
Na Figueira da Foz, o Casino Ginásio venceu o SC Vasco da Gama por 76-64, com Timothy Graham (32pts, 8res, 5ast, 4rb, 1dl) a sobressair nos anfitriões e Francisco Teixeira (17pts, 5res, 3ast, 4rb) como melhor elemento na turma portuense.
Zona sul
O CB Queluz também jogou por duas vezes. Na primeira, perdeu no dérbi frente ao Queluz | Consilcar por 63-51, que contou com a boa prestação de Pedro Silva (15pts, 15res), ao passo que Francisco Amaral (10pts, 6res, 3ast, 4rb) se salientou na formação visitante. Seguiu-se um triunfo caseiro do CBQ por 85-53, face ao CBC/Coração do Ribatejo, num encontro em que Afonso Candeias (20pts, 3res, 1rb) esteve em destaque no conjunto da Linha de Sintra e Emmanuel Ogunfolu (13pts, 6res, 2ast, 2rb) despontou na equipa da Chamusca.
Nota: Foto retirada do Facebook oficial do CD Póvoa Basquetebol
“Leão” recupera e ganha dérbi
O Sporting CP venceu o dérbi diante do SL Benfica, por 67-63, depois de estar durante largo tempo em desvantagem. Com este resultado, os “leões” continuam com um registo invencível na liderança da Liga Placard. FC Porto, Lusitânia Expert, Imortal LUZiGÁS, CAB Madeira SAD, Maia Basket Esgueira/Aveiro/OLI somaram, igualmente, dois pontos.
Foi um dérbi muito equilibrado, entre Sporting e Benfica, com várias alternâncias no marcador, e marcado pela supremacia das defesas relativamente aos ataques. Ambos os conjuntos lisboetas falharam muitos lançamentos, o que explica a baixa pontuação, numa partida em que os “verde e brancos” entraram melhor, aplicando um parcial de 6-0. Mas as “águias” reagiram, e com um segundo quarto a dominar chegaram ao intervalo com uma vantagem de 11 pontos (33-22). Só que o “leão” recuperou terreno na segunda parte, e com parciais de 22-17 e 23-13 bateu o eterno rival, num jogo de resultado indefinido até final, e que teve em Travante Williams (23pts, 7res, 3ast, 2rb), John Fields (14pts, 9res, 1rb, 3dl) e James Ellisor (13pts, 5res, 4ast, 2rb) os melhores jogadores no Sporting. Do lado benfiquista, destaque para as exibições de João “Betinho” Gomes (12pts, 4res, 1ast, 2rb, 1dl) e Eric Coleman (10pts, 4res, 1rb).
Highlights do Sporting CP 67-63 SL Benfica
O FC Porto, a outra equipa invencível da Liga, mantém-se na peugada do Sporting, depois de se superiorizar ao Galitos Barreiro por 78-70. Foi um encontro difícil para os “dragões”, que apesar de terem estado quase sempre na dianteira, tiveram o adversário da margem sul do Tejo várias vezes na discussão do resultado. No FC Porto assumiram preponderância Brad Tinsley (32pts, 4res, 5ast, 1rb) e Eric Anderson Jr (13pts, 8res, 1ast, 1rb) e no Galitos foi Patrick McGlynn (32pts, 5res, 3ast) quem ditou leis.
Highlights do Galitos Barreiro 70-78 FC Porto
O Lusitânia bateu o pé à UD Oliveirense, fora de portas, por 90-84, naquela que foi a terceira derrota do bicampeão nacional, segunda consecutiva. Até ao último quarto, o encontro foi muito nivelado, mas um parcial de 30-19, favorável ao conjunto açoriano, decidiu a questão. No Lusitânia, que beneficiou dos 19 turnovers da formação de Oliveira de Azeméis, salientaram-se Temidayo Yussuf (26pts, 6res, 4ast, 2rb), Kyle Mallers (24pts, 3res, 4ast, 2rb, 1dl), Render Woods (13pts, 1res, 1ast, 3rb) e Sérgio Silva (11pts, 2res, 6ast, 3rb), enquanto na Oliveirense os maiores protagonistas foram EC Matthews (19pts, 3res, 1ast, 1dl), Thomas De Thaey (15pts, 5res, 2ast, 1rb), Feliciano Perez (13pts, 3res, 1dl), João Guerreiro (10pts, 4res, 3ast), Justin Alston (10pts, 1res, 1ast) e Travis Munnings (11res).
Highlights do UD Oliveirense 84-90 Lusitânia Expert
Na quarta posição continua o Imortal, que somou o quinto triunfo consecutivo ao suplantar a Académica Efapel por 95-69. Após um primeiro quarto equilibrado (18-18), os algarvios dispararam graças a parciais de 26-16 e 29-13, num duelo em que manifestaram poderio na luta das tabelas (45 ressaltos contra 29 do adversário). Estiveram em alta rotação, no emblema de Albufeira, António Monteiro (14pts, 5res, 1ast, 2rb), DJ Fenner (14pts, 3res, 4ast, 2rb), Ty Toney (14pts, 6ast, 1rb), Dominic Robb (11pts, 8res, 2dl), Tanner Omlid (11pts, 6res, 2ast, 3rb) e Hugo Sotta (10pts, 3res, 1ast), enquanto nos “estudantes” despontaram Ashford Golden (27pts, 3res, 2ast, 2rb, 1dl), Daniel Relvão (11pts, 6res, 1ast) e Paulo Caldeira (11pts, 1res, 6ast).
Imortal LUZiGÁS 95-69 Académica Efapel
Por seu turno, o CAB regressou aos triunfos, diante do Vitória SC, por 85-66, o que ditou o quebrar de um ciclo positivo dos minhotos. Apenas nos primeiros dez minutos os “conquistadores” estiveram em vantagem, para depois os insulares fugirem no marcador, com destaque para o segundo quarto (parcial de 21-8). No CAB, que registou 66% de eficácia no tiro exterior (14 triplos convertidos em 21 tentativas), os jogadores com melhor rendimento foram Arvydas Gydra (30pts, 6res, 1ast, 2rb, 1dl), Amen Cheeseman (14pts, 2res, 1ast), Robertas Grabauskas (13pts, 7res, 1ast) e Davon Rayshawn (10pts, 6res, 4ast, 3rb, 1dl), ao passo que no Vitória SC sobressaíram Jaron Hopkins (19pts, 6res, 1ast, 1rb) e “Litos” Cardoso (11pts, 3res, 4ast).
CAB Madeira SAD 85-66 Vitória SC
Num dérbi, o Esgueira ganhou (99-71) pela primeira vez na presente temporada, face à Ovarense Gavex, que por sua vez não sorri desde 11 de novembro. Depois de um primeiro quarto com vantagem vareira (19-18), o Esgueira controlou as operações, num encontro em que contou com a inspiração de Aaron Bowen (24pts, 4res, 4ast, 1rb), Ben Drake (21pts, 8res, 1rb, 1dl), Mike Fofana (17pts, 11res, 1ast, 3rb), Gustavo Teixeira (17pts, 4res, 8ast, 1rb) e Gonçalo Madureira (10pts, 1res, 1ast). Na Ovarense, há que mencionar as prestações de Brock Gardner (14pts, 4res, 2ast), Pedro Bastos (13pts, 3res, 1ast, 1rb), Trey Moses (11pts, 7res, 4ast) e Cristóvão Cordeiro (10pts, 2res).
Ovarense Gavex 71-99 Esgueira/Aveiro/OLI
A partida mais emocionante ficou guardada para o final, com o Maia Basket a regressar às vitórias, algo que não acontecia desde a jornada inaugural. A turma maiata bateu o FC Barreirense por 79-77, após prolongamento, num duelo com várias fases diferentes. Os donos da casa entraram melhor e encetaram um parcial de 28-12, para de seguira se dar a resposta do clube da margem sul do Tejo, que se traduziu num parcial de 30-7. O Barreirense, no regresso dos balneários, continuou na mó de cima, mas o Maia Basket aind foi a tempo de levar a discussão para tempo extra. Aí, a toada manteve-se, num equilíbrio total, com a turma nortenha a confirmar um saboroso resultado, alicerçado nos positivos contributos de Lamar Morgan (20pts, 2res, 4ast, 4rb), Romani Hansen (16pts, 13res, 1ast, 2rb, 1dl), Jakob Lowrance (14pts, 11res, 3ast, 1dl), Theophilus Johnson (12pts, 8res, 3ast) e Bright Mensah (10pts, 7res, 6ast, 3rb). Por seu turno, no Barreirense, nota para as exibições de Miguel Correia (31pts, 1res, 2rb), KJ James (19pts, 8res, 2ast, 3rb) e Tony Lewis (14pts, 12res, 1ast, 3dl).
Maia Basket 79-77 FC Barreirense (após prolongamento)
Sportiva e Vagos medem forças no regresso à competição
União Sportiva e AD Vagos medem forças no seu regresso à Liga Skoiy, depois de se verem em isolamento por força da COVID-19, num jogo que vai ter transmissão na FPBtv, este domingo, a partir das 15h30 (menos uma hora nos Açores).
Gabriela Guimarães, que chegou a esta época ao clube insular, e Susana Carvalheira, figura incontornável do emblema de Vagos, projetaram este encontro.
O Vagos promete dificuldades, é isso que espera Gabriela Guimarães: “O Vagos é uma equipa muito rápida e com qualidade do ponto de vista individual, com boas atiradoras. Estamos a trabalhar para contrariar o adversário. Vai ser um jogo bem disputado”, antevê.
O Sportiva não joga desde 7 de novembro, e por isso a extremo não esconde a ansiedade: “Não jogamos há mais de um mês, mas nunca parámos, fomos sempre treinando. Estivemos em isolamento num hotel de Lisboa, mas mesmo aí nunca parámos. Claro que ficámos preocupadas, do ponto de vista físico, mas esta semana já realizámos dez treinos de qualidade. Estamos bem preparadas e confiantes. Estamos ansiosas pelo jogo. Já sentíamos isso antes de defrontar o Benfica, e não se realizou o encontro. Queremos muito jogar mesmo”, reforça.
A turma açoriana encontrava-se numa boa fase e tem apenas uma derrota na prova. Gabriela Guimarães já aponta para o cimo da tabela: “Queremos realizar as partidas em atraso, concluir a primeira volta, e se tudo correr bem chegar ao topo. Estamos a trabalhar para isso”, vinca.
A categorizada jogadora brasileira, de 24 anos, joga pela segunda vez em Portugal, e dá nota da evolução da competição: “Na minha primeira experiência em Portugal, estava numa equipa um pouco inferior. De lá para cá, a Liga está melhor, é muito bem disputada. Todas as equipas discutem resultados, há equilíbrio na classificação. Conheço várias jogadoras brasileiras que atuam no campeonato e isso ainda torna esta experiência mais agradável”, deixa a nota.
Gabriela Guimarães, atleta com mais valorização no Sportiva, até ao momento, mostra-se encantada com o clube e a ilha: “A ilha de São Miguel é maravilhosa, é muito bonita. Fui muito bem recebida. A nossa equipa é muito competitiva, as jogadoras gostam muito de trabalhar. O Ricardo Botelho formou um grupo muito bom. E esse é um grande passo para conseguirmos ir até à final, é isso que pretendemos”, não hesita em apontar.
Do lado vaguense, Susana Carvalheira traça o perfil do adversário açoriano: “O Sportiva é uma equipa muito física, com um plantel completo, quer do ponto de vista interior, como exterior. Temos de parar taticamente o adversário”, dá a receita.
A internacional portuguesa não vê vantagem no facto do Sportiva vir de prolongada paragem: “Não vamos tirar vantagem da paragem prolongada do Sportiva, porque também vimos de uma pausa. Sentimo-nos frustradas, porque estávamos focados. Mas apesar de tudo, estamos confiantes”, salienta.
O percurso algo irregular do Vagos pode dever-se a alguma inexperiência, segundo Carvalheira: “Penso que a nossa irregularidade se deve à nossa inexperiência. Nos momentos finais, por vezes, falta-nos alguma calma e ponderação para conseguirmos vencer. Até porque quando perdemos, as nossas derrotas não são por desvantagens grandes, os jogos são equilibrados”, analisa.
Muito ligada ao Vagos, a poste dá nota do seu grande desejo: “O meu sonho é ser campeã pelo Vagos, e penso que este pode ser o ano. Queremos estar no topo da tabela”, assume.
Apesar das várias pausas competitivas, Carvalheira diz-se preparada: “O meu corpo tem sentido estas paragens. Jogamos, depois há pausas, e isso é agressivo para o corpo. Mas eu sinto-me bem”, finaliza.
Eterno dérbi marca 10.ª jornada da Liga Placard
O Pavilhão João Rocha é palco, este domingo de manhã (11 horas), do eterno dérbi entre Sporting CP e SL Benfica, com transmissão na RTP2 e FPBtv, e relativo à 10.ª jornada da Liga Placard.
Amigos fora de campo, mas rivais neste grande duelo, o “leão” Travante Williams e a “águia” Eric Coleman falaram à FPB sobre este jogo especial.
Travante Williams realça a maturidade “encarnada”: “O Benfica é uma equipa com atletas que conhecem o jogo de basquetebol. A sua experiência em campo, e dentro do clube, ajuda no sucesso”, afirma.
O Sporting é o comandante invencível do campeonato, e o extremo explica o porquê: “Se somos a equipa mais forte da Liga, isso é algo para as estatísticas ilustrarem jogo após jogo. Nós confiamos no nosso trabalho árduo. Não penso que exista alguma equipa que trabalhe como nós. A nossa liderança invencível explica-se pelo trabalho em equipa, o foco num objetivo comum. Todos sacrificamo-nos pelo melhor resultado, confiamos totalmente uns nos outros”, vinca.
O jogador de 27 anos não nega a importância do dérbi, mas mostra-se totalmente focado no emblema de Alvalade: “Para mim, pessoalmente, este dérbi é mais um jogo em que a minha equipa pode mostrar aquilo de que é capaz. Definitivamente, é emocionante jogar contra um rival, mas não importa quem defrontamos. Estamos apenas concentrados no Sporting e no nosso próprio futuro”, garante.
A amizade com Eric Coleman, durante o jogo, vai ficar à porta do pavilhão: “Quando chegar a hora do jogo, os meus únicos amigos são os colegas de equipa. Depois da “guerra”, volto a falar com o meu amigo Eric Coleman”, refere.
Nas “águias”, Coleman guia-se pela mesma bitola, no que toca a Travante: “Eu e o Travante Williams somos amigos, mas em semana de dérbi estamos em lados opostos. Trocamos umas “bocas” no início da semana, e isto porque somos competitivos, mas com o aproximar da partida não falamos mais. Sempre amigos, mas ambos profissionais e a saberem aquilo que significa o nosso trabalho”, realça.
O poste norte-americano espera que o Benfica se torne mais consistente, em vésperas de um duelo complicado: “O Sporting é uma equipa muito boa, que tem como ponto forte a capacidade defensiva. Vai ser um grande teste para nós. Temos de trabalhar a consistência. Em vários períodos mostramos que podemos ser uma equipa de topo e lutar pelo título, mas temos que ser mais consistentes em ambos os lados do campo”, avisa.
O experiente atleta, de 35 anos, manifesta-se totalmente confiante: “Tenho total confiança na minha equipa. Acredito que temos aquilo que é preciso para vencer este jogo”, destaca.
Quanto à histórica rivalidade entre Sporting e Benfica, Coleman percebeu-a logo, mal chegou à Luz: “Jogar contra um rival tem sempre algo mais. Desde que vesti a camisola do Benfica pela primeira vez, soube que este jogo significa muito”, finaliza.
“Dragões” impõem-se ao bicampeão nacional
O FC Porto bateu a UD Oliveirense por 97-72, na nona jornada da Liga Placard, e segue invencível na prova. Imortal LUZiGÁS, Vitória SC, Académica Efapel e Galitos Barreiro também ganharam.
Num clássico do basquetebol nacional, o FC Porto aplicou a segunda derrota à Oliveirense. Os “dragões” nunca estiveram em desvantagem, e com parciais de 23-18, 25-18, 20-18 e 29-18 construíram um triunfo sólido face a um rival na classificação. Os “azuis e brancos” dominaram todos os parâmetros de jogo e tiveram como melhores elementos Larry Gordon (25pts, 11res, 2ast, 1dl), Max Landis (21pts, 2res, 1ast, 2rb), Brad Tinsley (18pts, 2res, 4ast) e Eric Anderson (12pts, 9res, 3ast, 3dl). Por seu turno, na turma de Oliveira de Azeméis, que registou o dobro dos turnovers (12 contra 6 do FC Porto), sobressaíram EC Matthews (20pts, 1res, 2ast, 1rb), João Grosso (13pts, 5res, 2ast, 2rb), Justin Alston (13pts, 3res) e Thomas De Thaey (11pts, 4res).
Highlights do FC Porto 97-72 UD Oliveirense
Igualmente em grande estilo continua o Imortal, que ao levar a melhor no reduto da Ovarense Gavex, por 84-59, somou a quarta vitória consecutiva no campeonato, o que se reflete no ocupar do quarto posto. Logo nos primeiros dez minutos, a formação algarvia mostrou-se implacável (parcial de 24-9), a que se somou um terceiro quarto ao mesmo nível (27-9), que decidiu a questão. No Imortal destacaram-se DJ Fenner (20pts, 2res, 2rb), Tyere Marshall (15pts, 6res, 1ast, 2rb, 1dl) e António Monteiro (14pts, 4res, 2rb, 1dl), enquanto no conjunto vareiro remaram contra a maré Pedro Bastos (12pts, 3res, 2ast, 1rb), Pedro Oliveira (12pts, 3ast, 1rb) e Cristóvão Cordeiro (10pts, 8res, 1ast).
Highlights do Ovarense Gavex 59-84 Imortal LUZiGÁS
O Vitória SC também ganhou pela quarta vez seguida, agora na receção ao Maia Basket, por 88-74. Foi na segunda parte do encontro que os “conquistadores” avançaram para o sucesso, com parciais de 28-19 e 24-17, depois do opositor maiato chegar ao intervalo em vantagem. No Vitória SC que há que mencionar as prestações de Jaron Hopkins (20pts, 10res, 2ast, 3rb), Tyler Seibring (16pts, 5res), “Litos” Cardoso (15pts, 3res, 4ast, 1rb), Alfred Parrish (12pts, 5res, 4ast, 1rb, 3dl), Coreontae DeBerry (11pts, 2res) e Ricardo Monteiro (10pts, 4res, 1dl), ao passo que no Maia Basket estiveram em evidência Theo Johnson (21pts, 2res, 2ast), Romani Hansen (15pts, 10res, 1dl), Jakob Lowrance (15pts, 5res, 1ast, 1dl) e Lamar Morgan (10pts, 6res, 4ast).
Highlights do Vitória SC 88-74 Maia Basket
A Académica obteve o terceiro triunfo consecutivo, depois de superar o CAB Madeira SAD por 77-68. Os “estudantes” estiveram a correr atrás do prejuízo durante largo período, mas um parcial de 22-9 no derradeiro quarto virou o jogo a seu favor. Numa partida em que a turma academista registou superioridade na luta das tabelas (48 ressaltos contra 36 do adversário), despontaram pelas suas cores Robert McCoy (31pts, 7res, 1ast, 3rb, 1dl) e Bakary Konate (10pts, 11res, 1rb, 2dl), enquanto na equipa insular os maiores protagonistas foram Diogo Gameiro (24pts, 2res, 3ast, 4rb), Mikkel Kolstad (12pts, 2res, 2ast), Robertas Grabauskas (10pts, 9res, 1ast) e Arvydas Gydra (10pts, 9res, 3ast, 1rb).
Highlights do Académica Efapel 77-68 CAB Madeira SAD
Num sempre apetecível dérbi, o Galitos estreou-se a vencer, e logo diante do Barreirense, por 85-72. Assistiu-se a um embate equilibrado até ao terceiro quarto, altura em que a turma forasteira fugiu no marcador, num embate em que os seus 44 ressaltos fizeram a diferença. No Galitos assumiram as despesas Derreck Brooks (21pts, 9res, 1ast), Alonzo Ododa (16pts, 10res, 2ast, 1rb, 3dl) e Rozelle Nix (16pts, 10res, 1ast, 1rb, 1dl) e no Barreirense tiveram sinal mais Ian Kinard (28pts, 12res, 2ast, 2rb), Miguel Correia (18pts, 3res, 2ast, 2rb) e KJ James (17pts, 4res, 4ast, 4rb).
Highlights do FC Barreirense 72-85 Galitos Barreiro
Servigest Burgos falha busca da segunda vitória
O Servigest Burgos, de Helder da Silva e Luís Domingos, não conteve o poderio do CD Ilunion (87-69) e do Bidaideak Bilbao (94-65), enquanto na recepção ao BSR Valladolid cedeu nova derrota por 61-75. Segue-se uma jornada dupla, no próximo fim-de-semana, ante o Fundación FDI Las Rozas e o BSR Amiab Albacete.
División de Honor (principal escalão) – Espanha
CD Ilunion 87 Servigest Burgos 69
Parciais: 21-11 / 20-15 / 18-21 / 28-22
Bidaideak Bilbao 94 Servigest Burgos 65
Parciais: 21-14 / 32-23 / 17-15 / 24-13
Servigest Burgos 61 BSR Valladolid 75
Parciais: 12-18 / 8-25 / 23-14 / 18-18
Se na jornada anterior o Servigest Burgos “bateu o pé” ao líder invicto CP Mideba, apesar da derrota (67-72), desta feita os pupilos de Rodrigo Escudero assinaram desempenhos defensivos sofríveis, que goraram qualquer possibilidade de discussão. O primeiro de seis encontros em dezasseis dias opôs a equipa de Castela e Leão ao CD Ilunion, último campeão, ancorado nas prestações superlativas de cinco jogadores acima dos 10 pontos: Jake Williams – 2.5 – (12 pts, 4 as, 4 res, 2 rb), Pablo Zarzuela – 3.0 – (17 pts, 5 as, 5 res), Bill Latham – 4.0 – (19 pts, 8 as, 11 res, 2 rb), Amadou Diallo – 3.0 – (17 pts, 2 as, 6 res, 2 rb) e Terry Bywater – 4.5 – (16 pts, 6 as, 4 res). Por seu turno, nos recém-promovidos, nem a exibição de gala do polaco Mateusz Filipski – 4.0 – (37 pts, 3 as, 3 res, 2 rb) permitiu equilibrar a contenda. Luís Domingos (2.5) e Helder da Silva (2.0) não foram apostas.
No dia seguinte, em casa do Bidaideak Bilbao BSR, um candidato ao título, outra debacle na manobra defensiva deitou a perder as aspirações do Servigest Burgos, que, só no 2º período, encaixou 32 pontos. Nos anfitriões, destacaram-se os internacionais espanhóis Asier Garcia (25 pts, 13 as, 12 res), Manu Lorenzo – 3.0 (11 pts, 3 res, 1 rb) e David Mouriz -2.5 – (13 pts, 1 as, 1 res), bem como o colombiano Jhon Hernández -3.5 – (15 pts, 1 as, 4 res) e o mexicano Luis Eduardo Jasso – 4.0 – (17 pts, 5 res). Na formação visitante, os desempenhos acima da média de Mateusz Filipski – 4.0 – (29 pts, 3 as, 8 res, 2 rb) e do britânico Lee Fryer – 4.0 – (12 pts) revelaram-se insuficientes para contrariar a multiplicidade de soluções dos bascos. Nos 18:57 minutos em campo, o internacional A e sub22 Luís Domingos (2.5) demonstrou não ser um acaso a sua contratação e capitalizou a oportunidade com competência, nos bloqueios para libertar os companheiros de pontuação superior, a que juntou 3 pontos (1/1 2 pts e 1/2 LL). Helder da Silva (2.0) ficou no banco.
Por último, em casa, frente ao BSR Valladolid, Burgos surpreendeu pela negativa, dado que este era o embate previsivelmente mais equilibrado. Contudo, ao intervalo, o marcador já conferia uma vantagem muito significativa para o rival de província – 20 – 43. Mateusz Filipski (4.0) voltou a arrogar-se o estatuto de principal arma (25 pts – 5/7 de 3 pts -, 9 as, 8 res, 3 rb), bem secundado pelo compatriota Andrej Macek – 1.5 – (13 pts, 1 as, 3 res, 1 rb). Luís Domingos (2.5) disputou 7 minutos, enquanto o capitão Helder da Silva (2.0) não foi a jogo. Na turma vencedora, morava um inspirado Omid Hadiazhar – 4.0 -, iraniano do cinco ideal do último mundial, que registou 29 pts, 7 as, 9 res, 1 rb. Também os argentinos Adrian Perez – 3.0 – (17 pts, 3 as, 6 res, 2 rb) e Maximiliano Ruggeri – 2.5 – (17 pts, 6 as, 4 res, 3 rb) ajudaram a pender a balança a favor dos locais.
Próximos jogos do Servigest Burgos:
Sábado, dia 12, 17:00h (pt), VS Fundación FDI Las Rozas (casa), transmissão em: https://bit.ly/3lsFJ3X
Domingo, dia 13, 11:00h (pt), VS BSR Amiab Albacete (casa), transmissão em: https://bit.ly/3lsFJ3X
Nota: Foto – Federação Búlgara de Basquetebol
Ovarense e Imortal abrem noite de Liga Placard
Numa noite de sexta-feira com cinco jogos de Liga Placard, o primeiro deles opõe a Ovarense Gavex ao Imortal LUZiGÁS, a partir das 19h30, com transmissão na RTP2 e FPBtv.
Pedro Oliveira, jogador do emblema vareiro, e DJ Fenner, atleta do clube de Albufeira, deram a sua opinião sobre este encontro e o decorrer da presente temporada.
Na Ovarense, Pedro Oliveira não se mostra surpreendido com a grande carreira que o adversário tem feito no campeonato: “O Imortal tem um grupo muito alargado. Consegue ter muitos atletas prontos para jogar e é uma equipa agressiva, muito forte fisicamente em todas as posições. Não penso que seja a equipa-sensação da Liga, porque quem conhece a modalidade já sabia que este Imortal criaria vários problemas aos adversários”, aponta.
O clube de Ovar tem-se pautado por alguma irregularidade, e o base indica o caminho para que o rendimento melhore, não hesitando em dizer o objetivo do grupo: “Falta-nos ser mais consistentes durante os 40 minutos de jogo. Temos momentos bons, mas por dois minutos podemos deitar tudo a perder. Temos de manter a concentração. Queremos estar nos oito primeiros classificados e ir aos playoffs, claramente”, vinca.
Esta época é atípica, com vários jogos adiados, mas o jogador de 23 anos refere que todos se encontram “no mesmo barco”: “Esta temporada tem sido difícil de gerir. Há semanas em que não sabemos se há jogo. Temos de trabalhar da melhor maneira possível e com o maior profissionalismo. Mas isto é igual para todas as equipas”, afirma.
Pedro Oliveira já falhou alguns jogos por lesão, mas a sua melhor versão está a chegar: “Talvez ainda não a 100% do ponto de vista físico, mas chegarei lá o mais rapidamente possível”, promete.
A sul, mora um Imortal com cinco vitórias e duas derrotas, e DJ Fenner, chegado este ano ao clube, recorda que já tinha o “feeling” de que as coisas correriam bem: “Não acredito que muitas pessoas esperassem muito de nós, visto que viemos da Proliga. Porém, eu sabia que havia muitos jogadores a continuar neste projeto, incluindo o MVP da época passada, Tanner Omlid, e o experiente Antonio Monteiro, sem esquecer que o Imortal estava invicto. Eu sabia que havia uma base muito sólida e que existia boa química entre os atletas. Ao adicionar alguns jogadores, incluindo eu, o Ty Toney e o Tyere Marshall, as expectativas aumentariam rapidamente quando as pessoas vissem o quão bons nós, realmente, poderíamos ser. Agora, não esperamos apenas chegar ao playoffs, queremos continuar fortes depois de os alcançar”, avisa.
O extremo norte-americano tece rasgados elogios à equipa técnica do Imortal: “Os treinadores e restante equipa técnica fizeram um excelente trabalho ao criar um grupo bem equilibrado, com jogadores que treinam arduamente e que se dão muito bem fora de campo. Os nossos fazem, também, um excelente trabalho de análise sobre os nossos adversários, para garantir que estejamos bem preparados. Competimos diariamente e assim tornamo-nos melhores”, explica.
O jogador do Imortal com mais valorização, até ao momento, confessa que esta está a ser uma época especial: “Esta primeira temporada no Algarve tem sido fantástica, muito mais do que aquilo que eu poderia pedir. Tive o meu primeiro filho aqui, um menino chamado Spear Fenner III, e estou com minha esposa, então não posso pedir mais nada. Tenho apenas de me concentrar na minha família, em casa, e na minha família no campo do Imortal. Joguei em vários países europeus e este tem sido o meu favorito, até agora. É uma competição de alto nível e tenho orgulho em mostrar a Portugal o quanto trabalhei para chegar aqui e tudo o que sou capaz de fazer”, enaltece.
Sobre a Ovarense, DJ Fenner parece ter bem presentes os maiores perigos: “Depois de defrontarmos a Ovarense na pré-época, sabemos que tem muita qualidade. Tem um jogador poderoso como o Trey Moses, habilidoso e que passa muito bem, alguns excelentes atiradores e um extremo versátil, o Kendall Jacks, que tem experiência nesta Liga. Além disso, é a equipa com mais desarmes de lançamento, por isso tem bons defensores”, analisa.
Treino aberto marca arranque do BCR em Sesimbra
“Vem Rolar Connosco” é o mote do evento de basquetebol em cadeira de rodas (BCR) agendado para esta sexta-feira, dia 11 de dezembro, no Pavilhão Municipal de Sampaio, em Sesimbra. David Lima, mentor do projeto, mostra-se otimista na constituição de uma equipa.
O desejo de revitalizar o BCR na margem sul do Tejo ganhou novo alento. David Lima, de 30 anos, conheceu a modalidade enquanto estudante de Dança e Música, em Berlim, por altura do Mundial de 2018, disputado em Hamburgo, e depressa se converteu à sua linguagem e caráter inclusivo. “Fui à procura, comecei a ver os jogos todos e decidi jogar. O ano passado, era a minha primeira época, mas, por causa da COVID, após três jogos, a liga foi interrompida”, lamenta. O breve trajeto enquanto jogador deu-se na RSC, da última divisão alemã (num total de 5).
Agora, de volta a Portugal, lança-se na árdua tarefa de formar uma equipa, em Sesimbra. “Este ano regressei com a Thirza, a minha companheira. Quando chegámos, comecei à procura e vi que as únicas equipas próximas eram em Lisboa“, uma distância geográfica à primeira vista contornável, mas quase odisseica, sem recurso a transporte próprio. “Tentei perceber como podia ir de transportes públicos. Sairia às 6 horas da tarde e voltava à 1h30 da manhã”, recorda.
Dos obstáculos à prática emergiu a vontade de suprir a falta de oferta no distrito de Setúbal e a associação à UDI, União Desportiva para a Inclusão, que também tentou, sem sucesso, a criação de uma formação de BCR. “Já têm o material, o treinador, estavam a ter dificuldade com o espaço e os jogadores. Conseguimos arranjar espaço no Pavilhão Municipal de Sesimbra, em horário pós-laboral, e estamos a tentar angariar jogadores, ao iniciar o contacto com as associações, com os grupos”, relata David Lima.
À equação de erguer em Sesimbra o 11.º clube de BCR ativo em solo nacional, soma-se a colaboração da Escola Secundária de Sampaio e da Câmara Municipal.
O primeiro passo será cativar potenciais interessados, no evento “Vem Rolar Connosco”, que tomará lugar no Pavilhão Municipal de Sampaio, no dia 11, das 20h30 às 22h30. A adesão já se cifra em 16 praticantes, metade com uma limitação motora e outro tanto sem qualquer comprometimento físico, onde se inclui o próprio David, pois, importa relembrar, na 2ª Divisão nacional, à semelhança do que acontece na Alemanha e noutras paragens, o BCR é aberto a todos. “Estive numa equipa em que era 50/50, em termos de pessoas com e sem deficiência motora. Pensámos em criar a equipa também por esta vivência de família e sociedade muito inclusiva que tivemos em Berlim. Tínhamos um treino, à sexta-feira, com mais de 50 pessoas, entre os 4/5 anos até aos 65, num pavilhão enorme; pessoas que não conseguiam levantar uma bola, a treinar num canto, outros jogavam na 3.ª e 2.ª Divisão, a um alto nível, miúdos a começar, etc.”, narra o impulsionador do BCR em Sesimbra, convicto de que conseguirá reproduzir este “contexto inclusivo”.
A confirmarem-se as previsões, no que concerne ao número de inscritos para o evento de sexta-feira, o cenário posterior mais provável contempla a realização de treinos regulares, “uma a duas vezes por semana”, com o intuito de, na próxima época, Sesimbra ter um representante na 2.ª Divisão Nacional.
Na ótica pessoal, David Lima, impossibilitado à luz dos regulamentos de jogar por um emblema do principal escalão, voltará a centrar-se na sua elegibilidade, graças ao critério de deficiência mínima, processo que interrompeu na Alemanha, uma vez que, no país, ter uma lesão não se perfila como requisito para jogar BCR. “Tenho lesões nos joelhos, porque jogava futsal, e já são muito grandes. Tenho dificuldades a andar e nas articulações. Sinto que não consigo jogar basquetebol a pé, portanto a minha modalidade seria o BCR”, explica, antes de salientar que tal proibição, na sua perspetiva, esbarra na própria natureza da modalidade. “Para mim, o jogo de BCR é, pela forma como foi concebido, muito inclusivo. Com a questão da pontuação, podemos ter pessoas de todos os tipos de habilidades e condições motoras”, finaliza.
“Leões” e “águias” vencem antes do dérbi
O Sporting CP e o SL Benfica, que no domingo se defrontarão no eterno dérbi, não vacilaram esta quarta-feira, na abertura da nona jornada da Liga Placard. Os “leões” bateram o Lusitânia Expert, enquanto as “águias” ultrapassaram o Esgueira/Aveiro/OLI.
Nos Açores, o Sporting obteve um triunfo seguro (74-65) frente ao Lusitânia, que liderou as contas na maior parte do primeiro quarto, para depois os “verde e brancos” assumirem as despesas. O Sporting, invencível no campeonato, converteu 18 dos 19 lances livres que teve a seu favor e teve como melhores elementos John Fields (19pts, 14res, 1ast, 2dl), James Ellisor (19pts, 7res, 3ast, 3rb, 1dl) e João Fernandes (10pts, 4res, 1ast, 1rb), ao passo que no conjunto insular sobressaíram Kyle Mallers (15pts, 3res, 1ast, 1rb), Temidayo Yussuf (13pts, 11res, 4ast, 3rb), Sérgio Silva (12pts, 3res, 2ast, 2rb) e Render Woods (10pts, 6res, 1ast, 2rb).
Highlights do Lusitânia Expert 65-74 Sporting CP
O Benfica alcançou a terceira vitória consecutiva, por 78-73, mas que foi arrancada a ferros, diante do Esgueira. O resultado esteve em aberto praticamente até final, com a turma de Aveiro, ainda sem ganhar, a sobressair no terceiro quarto, altura em que averbou um parcial de 27-15. Os “encarnados” valeram-se da luta das tabelas, principalmente no ressalto ofensivo, num encontro em que revelou maior desacerto da linha de lance livre, e em que teve João “Betinho” Gomes (15pts, 8res, 1ast, 1rb), Eric Coleman (11pts, 7res, 2ast, 1rb, 1dl), Scottie Lindsey (2res, 1ast) e Demond “Tweety” Carter (10pts, 6res, 3ast, 1rb) como principais figuras. No Esgueira, que deixou uma boa imagem na Luz e que registou 10 triplos, destaque para Aaron Bowen (20pts, 2res, 1ast, 2rb, 1dl), Kareem Brewton (14pts, 5res, 1ast, 1rb), Christian Foxen (10pts, 4res), Benjamin Drake (12res) e Gustavo Teixeira (12ast).
Highlights do SL Benfica 78-73 Esgueira/Aveiro/OLI
Estágio da Seleção Nacional de BCR sob a lente da FPBtv
Decorreu, entre 4 e 8 de dezembro, mais um estágio da Seleção Nacional de basquetebol em cadeira de rodas, com o Luso a voltar a acolher a equipa portuguesa.
A FPBtv marcou presença nos trabalhos da formação lusa, com vista a preparar o Europeu de 2021 da Divisão C, numa reportagem para ver aqui.
“Man Out” a Pedro Gonçalves
Nome célebre da APD Sintra, ao serviço da qual conquistou 28 títulos, e referência dos principais êxitos da Seleção Nacional de basquetebol em cadeira de rodas, Pedro Gonçalves continua, aos 48 anos, a destacar-se como um dos melhores jogadores em Portugal. Tecnicamente virtuoso, prima também pela dedicação incansável ao jogo que conheceu há 30 anos. É ele o protagonista da rubrica “Man Out”.
Data de nascimento: 10 de abril de 1972
Ano de iniciação: 1990
Posição: Base/Extremo (e até poste!)
Clube: APD-Sintra e CP Mideba
Palmarés: Extenso… (28 títulos conquistados pelo Sporting CP-APD Sintra, entre Campeonatos, Taças e Supertaças)
Jogo da tua vida (e porquê): Final do Campeonato da Europa em Dublin, em 2007, que Portugal ganhou. Ouvir o hino do teu país enquanto a bandeira sobe… mais ainda sendo capitão, é algo indescritível! Um orgulho imenso que ainda hoje me deixa escapar do olho uma gota ou duas.
Chamam ao BCR a modalidade paralímpica rainha. Se tivesses que convencer alguém a ver ou praticar, como o “vendias”?
Punha-o(a) a experimentar! Nada como experimentar. Quem gosta de desporto, e experimenta o BCR, fica a gostar e volta.
Qual ou quais os jogadores que exercem maior fascínio sobre ti?
São vários os jogadores que admiro e que me influenciaram ao logo do tempo, sobretudo em Portugal, e seria extenso e injusto nomeá-los, porque me ia esquecer de algum. Mas para dar só um nome, escolho lá fora o meu amigo Abdi Jama, que, além de ser o jogador fantástico que todos conhecem, sempre a sorrir, é um ser humano extraordinário, com uma história de vida incrível.
Recorda-nos um momento caricato que tenhas vivido por jogar BCR.
Incontáveis! Lembro-me de uma vez, com a equipa do CP Mideba, quando regressávamos de Itália depois de jogar uma Willi Brinkmann, creio, a tripulação do avião era portuguesa e achou piada haver 2 “tugas” (o Hugo Lourenço e eu) a jogar numa equipa espanhola. Vai daí, a meio da viagem, estava eu ferrado a dormir, quando uma das hospedeiras me acorda a dizer que o comandante queria falar comigo e com o Hugo! Epá… o que é que eu fiz, pensei! Mas não, afinal queria só conversar connosco e acabámos por fazer o resto da viagem no cockpit em amena cavaqueira, mesmo durante a aterragem em Lisboa, que por sinal é deslumbrante.
Qual o teu movimento, gesto ou momento do jogo favorito?
Talvez escolha o passe. Mas também gosto muito de ressaltar e… pronto, lançar.
Qual o jogador a quem gostavas de fazer “Man Out”?
Ao Matt Scott! (risos)
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O “Man Out” é essencial no BCR. Na elite – mas não só -, todas as equipas adotam esta estratégia que consiste, após a recuperação da posse de bola, em reter um adversário com um, ou idealmente mais jogadores, no seu reduto ofensivo de forma a atacar em superioridade numérica. O espaço ocupado pelas cadeiras torna uma missão árdua recuperar a posição perdida, de modo que o “Man Out” é uma tónica constante no jogo de BCR, privilegiando-se como alvos, claro, os elementos mais lentos da equipa adversária.
Nota: Foto de Photo Mumentus – Carlos Viana
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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