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Diogo Brito: “Acredito que o meu futuro vai passar por Espanha”

O extremo Diogo Brito concluiu a formação na universidade norte-americana de Utah State e está preparado para iniciar uma carreira profissional. Em entrevista à FPB, o internacional português (88 internacionalizações pelas seleções jovens) fala das melhores e piores memórias dos últimos quatro anos e revela que o futuro pode ser bem perto de Portugal.
Quatro anos depois, que balanço fazes deste tempo passado em Logan, ao serviço de Utah State?
O balanço é, sem dúvida, muito positivo. Foram quatro anos de muita aprendizagem e evolução. Conheci pessoas que nunca mais vou esquecer e ter jogado a este nível, diante dos fãs de Utah State, foi incrível.
Qual é a melhor memória e qual foi o momento mais difícil por que passaste na tua carreira universitária?
Ganhar o torneio da conferência Mountain West dois anos seguidos e o jogo em casa contra Nevada foram o auge, mas existem muitas boas memórias. Por exemplo, ter entrado em campo com os meus pais na “Senior Night” foi um momento bastante emocionante e que nunca me vou esquecer. Os momentos mais difíceis são aqueles em que não se joga ou se está lesionado. Eu não joguei quase nada no meu primeiro ano e tive algumas lesões que também me mandaram abaixo.
Se pudesses falar com o Diogo Brito de há quatro anos, no momento em que chegou a Utah State, o que lhe dirias?
Dir-lhe-ia para se preparar para uma das aventuras da sua vida. Que ia viver uns dos melhores momentos da sua vida e que ia passar por alguns dos momentos mais baixos da sua vida, mas dir-lhe-ia que tudo faz parte do processo e tudo vai fazê-lo crescer. Vai ser uma viagem incrível e ele não se vai arrepender da decisão de ir para Utah State.
Em tempos, disseste que te vias a experimentar a Summer League da NBA, mas também já falaste da Europa. Que planos fazes para o teu futuro?
O vírus alterou tudo em termos de calendários e planos, não só de atletas mas também das equipas. Pelo que ouço, não deve haver Summer League nem “pre-draft workouts” na NBA, por isso esse objetivo fica adiado. Entretanto, assinei com um agente e acredito que o meu futuro próximo vai passar por Espanha. Espero que tudo corra bem e possa chegar ao mais alto nível.
De que forma tens ocupado os teus dias, nesta fase de isolamento por causa do COVID-19?
Faço os trabalhos da escola e exercício físico, que é necessário para manter a sanidade mental. Tenho ficado em casa e tento distrair-me com vários hobbies e coisas para as quais não tinha tanto tempo. Tenho passado mais tempo a cozinhar e tenho lido mais.
Para além de voltar ao campo para fazer uns lançamentos, qual é a primeira coisa que queres fazer quando terminar o isolamento?
A primeira coisa é mesmo voltar para Portugal. Até ao final do ano letivo fico por aqui e depois espero voltar para junto da minha família, porque já tenho muitas saudades.
De tudo o que fazias dentro das quatro linhas de um campo de basquetebol, de que é que tens mais saudades?
Tenho saudades de estar lá, de jogar, de competir e de partilhar o campo e a bola com os meus colegas.
Perguntas para respostas rápidas: Que equipa escolhes no NBA2K? Qual a série que estás a ver? Qual foi o último livro que leste?
Sou fã dos Utah Jazz, mas não tenho uma equipa no 2K. Costumamos fazer escolhas aleatórias, para manter aquilo equilibrado, mas gosto de jogar com os Golden State Warriors, porque dá para lançar triplos quando quero. A última série que acabei de ver foi “La Casa de Papel” e o último livro que li foi “The inner game of tennis”, de Timothy Gallwey. Entretanto, comecei a ler “The power of now”, de Eckhart Tolle.

“Não pares em casa”

Queres treinar sem sair de casa? A FPB arranjou a solução ideal para os teus problemas. Semanalmente, com a colaboração do treinador-adjunto e preparador físico da UD Oliveirense, Luís Catarino (Mestre em Biocinética pela Faculdade de Ciências do Desporto e Ed. Física da Universidade de Coimbra), e do antigo capitão e atual fisioterapeuta da equipa unionista, João Abreu (licenciado em Fisioterapia pela Escola Superior de Saúde do Politécnico do Porto), vais ter à tua disposição vários planos de treino que te vão permitir manter a atividade física.
Este fim de semana, na rubrica “Não pares em casa”, temos um plano treino de força específico para fazeres com o acompanhamento de uma bola. Além do vídeo que deves seguir atentamente, podes e deves consultar o documento em anexo onde tens cada um dos exercícios explicados de forma detalhada e com os diferentes níveis de dificuldade.
Já sabes… não pares em casa!


“Não pares em casa”

Queres treinar sem sair de casa? A FPB arranjou a solução ideal para os teus problemas. Semanalmente, com a colaboração do treinador-adjunto e preparador físico da UD Oliveirense, Luís Catarino (Mestre em Biocinética pela Faculdade de Ciências do Desporto e Ed. Física da Universidade de Coimbra), e do antigo capitão e atual fisioterapeuta da equipa unionista, João Abreu (licenciado em Fisioterapia pela Escola Superior de Saúde do Politécnico do Porto), vais ter à tua disposição vários planos de treino que te vão permitir manter a atividade física.
Esta semana, na rubrica “Não pares em casa”, trazemos dois planos de treino diferentes, o primeiro focado no aumento da potência muscular e o segundo indicado para prevenir possíveis lesões (trabalho específico dos isquiotibiais, na parte posterior da coxa). Desafiamos todos aqueles que fizerem estes treinos a identificarem a @fpbasquetebol, utilizando o hashtag #NãoParesEmCasa. Podes seguir as indicações nos vídeos, recomendadas para atletas de alta competição, ou podes consultar o documento em anexo com diferentes níveis de dificuldade.
Já sabes… não pares em casa!


Recordar a Festa do Basquetebol Juvenil

Em condições normais esta semana estaríamos em Albufeira a celebrar a 14.ª edição do maior evento nacional do desporto juvenil, a Festa do Basquetebol. No entanto, face às circunstâncias atuais, não deixamos de relembrar uma das semanas mais marcante na carreira de qualquer jovem basquetebolista que passou pelo Algarve. Falamos com Maria Kostourkova, Miguel Maria Cardoso e Emília Ferreira, internacionais lusos que esta temporada experienciaram diferentes realidades, mas que em comum partilham as memórias das “Festas”.

 

A internacional portuguesa Maria Kostourkova é a primeira a recordar uma das fases da época que considerava mais importante na sua formação: “Para mim, a Festa do Basquetebol é sempre uma das melhores partes do ano. Além do primeiro ano, tive a sorte de disputar as próximas quatro finais e a cada ano que passava aparecia sempre mais público para ver os jogos. Tive sempre sensações inesquecíveis”.

 

Sem destacar um momento em específico, a importância do companheirismo foi sempre fator determinante para participar na Festa: “Estive sempre rodeada por companheiras de equipa e treinadores fantásticos. Quando a isto se junta a competição, torna-se numa das melhores experiências que se pode viver no basquetebol português”, lembra. Apesar do fim de época antecipado e de atribuição do título da Liga eslovena ao ZKK Cinkarna Celje, Kostourkova considera que a primeira experiência como profissional foi importante para evoluir como atleta: “Trabalhei com um treinador incrível, que me ajudou bastante. Fico feliz com o trabalho que fizemos durante a época regular, mas muito desiludida por não poder lutar pelo título”, refere.

 

Já Miguel Maria Cardoso, tem gravada na memória a vitória na final do torneio de Sub16 masculinos em 2009, contra a seleção da AB Setúbal: “O momento que mais me marcou foi jogar a final e vencê-la com o pavilhão cheio. Também destaco a viagem entre Porto e Algarve”, conta. “Quando os mais novos me pedem uma opinião sobre a Festa do Basquetebol transmito sempre esta ideia. Estão perante um evento inesquecível, que merece ser desfrutado ao máximo com os companheiros de equipa”, destaca o base da Seleção Nacional que esta temporada representou o CB Almansa, da LEB Ouro.

 

Embora desejasse terminar a temporada, o camisola #1 da equipa das quinas, entende que a prioridade é recuperar, fazendo um balanço positivo da época de estreia em Espanha: “A prioridade é ultrapassarmos esta fase junto daqueles que mais gostamos para tudo voltar à normalidade. Individualmente realço o meu crescimento. Provei a mim mesmo que posso jogar num campeonato como o da LEB Ouro”, acrescenta.

 

Para Emília Ferreira, “o nervoso miudinho, a ansiedade e a viagem de comboio com as restantes comitivas” são memórias que guarda com saudade sempre que se fala em Festa do Basquetebol. Além do muito público, a poste que esta época vestiu a camisola do Sinergia Real Canoe N.C., não esconde a importância das “Festas” para a evolução dos jovens: “Um evento destes tem um peso grande para a formação de um jogador jovem. É nesta semana que os mais novos são postos à prova”, analisa.

 

Com o sentimento de dever cumprido, depois da primeira experiência fora do País onde ajudou a formação madrilena a estabelecer-se na Liga Femenina 2, a internacional portuguesa considera que evoluiu: “Foi um ano de crescimento. Estava no Real Canoe de forma profissional, a treinar duas vezes por dia. Isto fez com que me sentisse mais apta. Ajudou-me a estar mais preparada do ponto de vista físico e mais disponível dentro de campo”, conclui.


“Não pares em casa”

Queres treinar sem sair de casa? A FPB arranjou a solução ideal para os teus problemas. Semanalmente, com a colaboração do treinador-adjunto e preparador físico da UD Oliveirense, Luís Catarino (Mestre em Biocinética pela Faculdade de Ciências do Desporto e Ed. Física da Universidade de Coimbra), e do antigo capitão e atual fisioterapeuta da equipa unionista, João Abreu (licenciado em Fisioterapia pela Escola Superior de Saúde do Politécnico do Porto), vais ter à tua disposição vários planos de treino que te vão permitir manter a atividade física.

 

Depois da primeira bateria de treinos desta semana, regressamos com dois planos novos que podes aplicar no teu quotidiano. A primeira sessão é um circuito metabólico, com diferentes níveis de dificuldade, já o segundo treino é um plano de força em isometria, também composto por diferentes níveis de carga física. Podes e deves apoiar estes treinos, consultado o documento em anexo.

Já sabes… não pares em casa!


“A melhor coisa que me aconteceu este ano foi ter a oportunidade de jogar EuroCup”

A internacional portuguesa Inês Viana fez a sua época de estreia no estrangeiro, ao serviço do BCF Elfic Fribourg Basket, e apesar de ver a temporada interrompida a base de 25 anos fez um balanço positivo dos meses que passou na Suíça. Além de falar da experiência positiva nas competições europeias e do domínio nas provas internas, a base da Seleção Nacional abordou ainda o futuro.

 

Qual é o balanço que fazes desta época de estreia no estrangeiro? Como descreverias este desafio que é jogar fora de um campeonato que conheces tão bem como o português?
É sempre desafiante sairmos da nossa zona de conforto, e apesar do campeonato português tem muita qualidade, muito boas jogadoras, achava que já estava no momento para sair e me desafiar. Na generalidade foi uma época muito positiva, joguei EuroCup a base principal com muitos minutos, no campeonato também estávamos em crescendo. Foi positivo e um excelente desafio.
A temporada terminou de forma abrupta e o campeonato foi cancelado sem a atribuição de um campeão, contudo o Friburgo terminou no topo da fase regular (13-3), estava invicto na fase intermédia e apurado para a final da Taça da Suíça. Sentes que caso a época terminasse iam conquistar mais títulos?
O coronavírus veio estragar a época. O nosso campeonato foi dos primeiros a cancelar tudo, sobretudo depois da evolução do número de casos no país na Suíça. Primeiro foi o hóquei no gelo, depois seguiram-se as outras modalidades. Antes da paragem estávamos em forma, no primeiro lugar partilhado com o Winterthur, invictas na fase intermédia e com sete vitórias consecutivas com margens pontuais na casa das dezenas. Se tivéssemos a oportunidade de jogar até ao fim acredito que poderíamos ser campeãs e ganhar a Taça da Suíça. Estávamos a crescer como equipa.
Além do evidente sucesso nas competições internas, conseguiram passar a fase de grupos na EuroCup feminina. Que balanço fazes da prestação nas competições europeias? 
Penso que o auge para qualquer atleta é jogar nas competições europeias, neste caso joguei EuroCup e o balanço desta época é muito bom. Fiz bons números que se refletiram no coletivo já que passamos a fase de grupos e ficamos à porta dos dezasseis avos de final da prova. Foi espetacular, até porque tivemos mais exposição. A melhor coisa que me aconteceu este ano foi ter a oportunidade de jogar na EuroCup.
Depois de uma temporada de estreia positiva, onde foste uma das peças mais influentes de uma equipa com ADN de campeã, quais são as perspetivas para o futuro?
Quero continuar a jogar fora. É muito desafiante poder jogar noutros campeonatos, experimentar novas ligas. Não gosto de estar na minha zona de conforto, quero sempre superar-me e, posto isto, acho que ainda tenho alguns anos para continuar a jogar no estrangeiro.
Regressaste a Portugal assim que a SBL foi suspensa e atravessaste um período de quarentena. Que recomendações deixas, sobretudo aos desportistas, nesta fase de paragem precoce das competições?
O campeonato foi suspenso dia 12 de março e no dia seguinte já tinha viagem de regresso para Portugal. A situação na Suíça não estava boa e desde que regressei estou de quarentena voluntária para não colocar em risco os meus pais, senti que essa era a melhor decisão. Esta sexta-feira acabo esse período de isolamento e apesar de não ser o melhor, é algo que devemos fazer para zelar por nós e pelos nossos. Estou em casa desde 13 de março e isso não me impede de treinar duas vezes por dia. O exercício físico tem-me ajudado muito, sobretudo mentalmente. Torna tudo mais fácil.

“Este ano mostrou-me que posso jogar em qualquer liga europeia”

O internacional português Jeremiah Wilson tem a época em suspenso em Itália, onde vestia a camisola do histórico Pallacanestro Cantù, até o surto de COVID-19 ter forçado a interrupção das competições. A FPB falou com o camisola #19 da Seleção Nacional que nos contou como foi o regresso a Itália, o papel que desempenha na nova equipa e ainda as expetativas que reserva para o resto da temporada.

É a tua primeira experiência na Legabasket, mas já conhecias o basquetebol italiano. Como foi o regresso a Itália?
O meu regresso a Itália foi bom, joguei na 2.ª divisão no Imola em 2017-18, mas agora estou no principal campeonato do basquetebol italiano. A liga é extremamente competitiva e tem atletas dos quatro cantos do Mundo, com muita qualidade, o que faz deste campeonato um dos melhores da Europa logo a seguir à ACB e ao campeonato turco. Este ano mostrou-me que posso jogar em qualquer liga europeia, contra qualquer adversário.
O Pallacanestro Cantù é um dos históricos do basquetebol italiano e antes da paragem do campeonato estavam a lutar por um lugar nos playoffs. Como avalias a temporada da equipa?
Quanto ao Cantù é um clube histórico em Itália, tem uma massa associativa única, são verdadeiramente apaixonados pela equipa. Estivemos a lutar por um lugar nos playoffs até interromperem o campeonato. Acredito que, caso o campeonato volte, temos uma hipótese. Os jogadores e a equipa técnica são bons, na globalidade a época foi positiva, há que acreditar que ainda podemos chegar aos playoffs.
Esta é a tua décima temporada enquanto profissional depois de contares com passagens por vários clubes na Europa e no resto do Mundo. Qual é o teu papel no seio da equipa?
O meu papel é liderar os mais novos, sou o mais experiente e estou rodeado de jovens muito talentosos. Foco-me em ajudá-los dentro e fora de campo, a evoluírem como jogadores e com as respetivas carreiras. Sou o jogador mais velho e mais experiente da equipa, já joguei em muitos sítios aqui na Europa e por esse Mundo fora. Tive a oportunidade de ir passando essa experiência acumulada aos “rookies” que se estão a estrear no basquetebol europeu. Tento transmitir-lhes o que sei, eles fazem o mesmo e todos aprendemos com o treinador.
A Legabasket está suspensa até dia 3 de abril devido ao surto de COVID-19. Como tens treinado nestes dias de quarentena? Quais são as expectativas para o final da época?
Inicialmente estivemos a treinar com contacto, depois passamos para treinos individuais, mas, entretanto, deixamos de ter qualquer tipo de treino. A estratégia passa por treinar em casa com os planos individuais que o clube nos forneceu. No início do surto cancelaram apenas os jogos, depois vieram os treinos, depois nem os treinos individuais foram permitidos. A Liga cancelou tudo. Penso que num futuro próximo, à semelhança da China, o basquetebol e a vida vão regressar à normalidade. Na China a competição foi retomada e espero que a nossa seja a próxima. Tentamos manter-nos positivos, com esperança que a competição regresse, porque só penso em ganhar.

Neemias Queta e Diogo Brito repetem conquista do torneio da Conferência Mountain West

Os Aggies de Neemias Queta e Diogo Brito venceram a final do torneio de Mountain West depois superarem os Aztecs de San Diego State por 59-56. A vitória na final confirmou a presença de Utah State no March Madness pelo segundo ano consecutivo.

Num jogo de altos e baixos, a equipa dos portugueses foi para o intervalo a perder por 21-29, mas na segunda metade do encontro conseguiu dar a volta ao marcador com Neemias Queta em destaque ao marcar 15 pontos e conquistar oito ressaltos aos quais ainda juntou três desarmes de lançamento, duas assistências e um roubo de bola, já Diogo Brito contribuiu com três pontos, dois ressaltos, duas assistências e um roubo de bola.
Além de repetir o título da época passada e de garantir presença em mais uma edição do “March Madness”, Neemias Queta foi distinguido com uma presença no cinco ideal do torneio. A próxima etapa na temporada dos Aggies começa já no próximo dia 17 de março.

Neemias Queta e Diogo Brito repetem final do torneio da Conferência Mountain West

Os Utah State estão novamente na final do torneio de Mountain West, conferência onde militam os Aggies de Neemias Queta e Diogo Brito. A dupla lusa voltou a ser influente em mais uma vitória, desta vez na meia-final, perante a Universidade de Wyoming (89-82).

O jovem poste português esteve em grande plano ao conseguir marcar 21 pontos, conquistar seis ressaltos e ainda roubar duas bolas e ser protagonista de cinco desarmes de lançamento. Diogo Brito foi autor de uma exibição completa ao conseguir contribuir em vários aspetos do jogo ao assinar nove pontos, cinco ressaltos, cinco assistências, um roubo de bola e um desarme de lançamento.
Na final, que se disputa hoje pelas 22h30 (hora portuguesa), os Aggies têm pela frente a Universidade de San Diego State, primeira classificada da conferência durante a fase regular da temporada.

Simone Costa e Rosinha Rosário no cinco ideal da WBBL

Na rubrica desta semana dos portugueses pelo mundo, realce para o domínio português na WBBL inglesa. Simone Costa voltou a repetir a presença no cinco ideal da jornada, contando com a companhia de Rosinha Rosário que também esteve em destaque. Na Suíça, Inês Viana ficou perto do duplo-duplo em mais um triunfo do Elfic, ao passo que Sofia da Silva esteve em bom plano na vitória a contar para o campeonato. Na Liga Femenina 2, em Espanha, Márcia Carvalho conseguiu o máximo de pontos marcados esta época (21), mas não conseguiu evidar a derrota do Baloncesto Aviles.
Relativamente aos treinadores lusos fora de portas, o Al-Qázeres de Ricardo Vasconcelos continua a marcar passo e desta vez perdeu contra o poderoso Spar Citylift Girona (55-61) e permanece no antepenúltimo posto do campeonato. O GISA Lions SV Halle, de José Miguel Araújo e Francisco Rothes, perdeu em casa do Herner (82-70). Na Islândia, Rui Costa, ao serviço do FSU Selfoss, regressou aos resultados negativos, após derrota caseira com o Hottur (69-74). Depois da paragem para os jogos das seleções, a Pro A regressou, assim como o Nanterre de Phillipe da Silva, que voltou a vencer, desta feita o Boulazac (85-78). Na segunda fase dos playoffs da Total League, Daniel Brandão e o US Heffingen perderam no regresso à competição perante o Racing Luxembourg (54-82) e Esch Basketball (102-63).
Jeremiah Wilson (Acqua S.Bernardo Pallacanestro Cantù, Lega Basket – Itália):
Não teve jogos esta semana.
Miguel Maria Cardoso (CB Almansa, LEB Oro – Espanha):
1as (5min) na derrota frente a Chocolates Trap Palencia (77-106)
Bruno Fernando (UPB Gandia, Liga EBA – Espanha):
2pts, 10res (12min) na derrota frente a UCAM Murcia Jiffy (72-87)
Gonçalo Tavares (CB Chantada, Liga EBA – Espanha):
12pts, 2res, 1as (20min) na vitória frente a Calvo Basket Xiria (78-53)
Maria João Correia (CDB Clarinos Ciudad de Los Adelantados, Liga Femenina Endesa – Espanha):
Não jogou na vitória frente a Valencia BC (71-69)
Laura Ferreira (Nissan Al-Qázeres Extremadura, Liga Femenina Endesa – Espanha):
4pts, 4res, 1rb (18min) na derrota frente a Spar Citylift Girona (55-61)
Emília Ferreira (Sinergia Real Canoe N.C., Liga Femenina 2 – Espanha):
6pts, 4res, 1as (15min) na vitória frente a AD Cortegada
Márcia Carvalho (Agrupacion Deportiva Baloncesto Aviles, Liga Femenina 2 – Espanha):
21pts, 3res, 1as (29min) na derrota frente a Patatas Hijolusa (71-87)
Simone Costa (Nottingham Wildcats, WBBL – Reino Unido):
18pts, 7res, 6as, 3rb (33min) na vitória frente a Oakland Wolves (76-61)
21pts, 5res, 5as, 2rb (27min) na vitória frente a Caledonia Pride (76-41)
Lavínia da Silva (BA London Lions, WBBL – Reino Unido):
6pts, 4res, 3as, 1rb (29min) na derrota frente a Sevenoaks Suns (41-70)
Rosinha Rosário (Sheffield Hatters, WBBL – Reino Unido):
20pts, 19res, 4as, 2rb (38min) na vitória frente a Cardiff Met Archers (82-78)
Luiana Livulo (Sheffield Hatters, WBBL – Reino Unido):
14pts, 1res, 3as (29min) na vitória frente a Cardiff Met Archers (82-78)
Sara Djassi (Manchester Mystics, WBBL – Reino Unido):
8pts, 3res, 6as, 3rb, 1dl (30min) na vitória frente a Caledonia Pride (73-68)
Maria Kostourkova (ZKK Cinkarna Celje, SKL – Eslovénia):
11pts, 16res, 1rb, 1dl (26min) na vitória frente Grosbasket (88-43)
3pts, 5res, 2as, 1rb (12min) na derrota frente a Beroe (87-94)
Inês Viana (BCF Elfic Fribourg Basket, SBL – Suíça):
10pts, 3res, 7as, 1rb (37min) na vitória frente a Geneve Basket (89-62)
Sofia da Silva (Namur Capitale, Top Division 1 – Bélgica):
12pts, 7res, 3as, 2rb, 1dl (31min) na vitória frente a Kangoeroes (70-60)
Sem estatística na derrota frente a Castors Braine (53-62)

Neemias Queta no cinco defensivo do ano em Mountain West

A fase decisiva da temporada nos campeonatos universitários norte-americanos está aí à porta, com alguns dos jogadores portugueses que atuam do outro lado do Atlântico a evidenciarem-se nas respetivas conferências.

Neemias Queta e Diogo Brito entram em campo esta quinta-feira para iniciarem a participação no torneio de Mountain West, depois do poste luso ter sido destacado como um dos melhores jogadores defensivos do ano, integrando a equipa defensiva da Conferência. Além disto, Neemias foi ainda destacado para o segundo cindo ideal de Mountain West.
As boas indicações para os jogadores portugueses não se ficam por aqui, com Luana Serranho e as Lady Camels de Campbell Univerisity a sagrarem-se campeãs da fase regular da Conferência Big South (título que escapava desde 2001), depois da portuguesa brilhar com um máximo de carreira de 21 pontos na vitória perante o Presbyterian College (56-42). As Lady Camels terminaram os jogos da Conferência com um recorde de 16 vitórias e apenas duas derrotas.
Em Seattle, Joana Alves inscreveu o seu nome na história das Seattle Redhawks, depois de estabelecer um novo máximo de pontos marcados (34) na história da universidade. Apesar da excelente performance, curiosamente conseguida em pleno senior day, Seattle acabou por perder com California Baptist, no entanto os 34 pontos marcados pela portuguesa foram a quinta melhor marca em toda a 1.ª divisão da NCAA.

Simone Costa no cinco ideal da WBBL

Na semana que ficou marcada pela paragem de algumas competições nacionais em virtude da janela de qualificação da FIBA, foi no feminino que contamos com os registos mais notáveis na rubrica desta dos portugueses pelo mundo. Em Espanha, Maria João Correia apresentou-se em forma, mas não evitou a derrota do CDB Clarinos diante Cadi La Seu, já em Inglaterra Simone Costa integrou o cinco ideal da WBBL. Destaque, também no Reino Unido, para as exibições de Sara Djassi, Rosinha Rosário e Luiana Livulo. Na Suíça Inês Viana e o Elfic Fribourg avançaram na Taça, enquanto na Bélgica Sofia da Silva foi autora de uma boa performance em mais um triunfo do Namur.
Quanto aos técnicos portugueses no estrangeiro, o Al-Qázeres de Ricardo Vasconcelos perdeu diante do Quesos El Pastor (50-53) e continua no 12.º posto da Liga Femenina Endesa. O GISA Lions SV Halle, orientado por José Miguel Araújo e Francisco Rothes, somou o terceiro desaire consecutivo, desta feita perante o Wasserburg (88-67). Na Islândia, no FSU Selfsoss, Rui Costa regressou aos triunfos com a vitória fora de portas com o Skallafrimur (78-85).
Jeremiah Wilson (Acqua S.Bernardo Pallacanestro Cantù, Lega Basket – Itália):
Não teve jogos esta semana.
Miguel Maria Cardoso (CB Almansa, LEB Oro – Espanha):
Não teve jogos esta semana.
Bruno Fernando (UPB Gandia, Liga EBA – Espanha):
2pts, 2res (8min) na derrota frente a Valencia BC (83-101)
Gonçalo Tavares (CB Chantada, Liga EBA – Espanha):
2pts, 2res (10min) na vitória frente a Ule RBH Global (82-59)
Maria João Correia (CDB Clarinos Ciudad de Los Adelantados, Liga Femenina Endesa – Espanha):
15pts, 2res, 1rb (23min) derrota frente a Cadi La Seu (72-83)
Laura Ferreira (Nissan Al-Qázeres Extremadura, Liga Femenina Endesa – Espanha):
9res, 7res, 3rb (27min) na derrota frente a Quesos El Pastor (50-53)
Emília Ferreira (Sinergia Real Canoe N.C., Liga Femenina 2 – Espanha):
6pts, 3res (19min) na vitória frente a Agrupacion Deportiva Baloncesto Aviles (65-61)
Márcia Carvalho (Agrupacion Deportiva Baloncesto Aviles, Liga Femenina 2 – Espanha):
8pts, 2res, 3as, 1rb (27min) na derrota frente a Sinergia Real Canoe N.C. (61-65)
Simone Costa (Nottingham Wildcats, WBBL – Reino Unido):
27pts (sem estatística completa) na vitória frente a Cardiff Met Archers (70-62)
17pts, 5res, 5as, 4rb (33min) na vitória frente a Manchester Mystics (66-65)
Lavínia da Silva (BA London Lions, WBBL – Reino Unido):
7pts, 12res, 1rb (36min) na derrota frente a Newcastle Eagles (47-54)
(4min) na derrota frente a Leicester Riders (35-110)
Rosinha Rosário (Sheffield Hatters, WBBL – Reino Unido):
21pts, 7res, 2as, 1rb (33min) na vitória frente a Manchester Mystics (72-70)
Luiana Livulo (Sheffield Hatters, WBBL – Reino Unido):
8pts, 12res, 1as, 1dl (30min) na vitória frente a Manchester Mystics (72-70)
Sara Djassi (Manchester Mystics, WBBL – Reino Unido):
21pts, 4res, 2as, 1dl (33min) na derrota frente a Sheffield Hatters (70-72)
10pts, 2res, 2as, 4rb (34min) na derrota frente a Nottingham Wildcats (65-66)
Maria Kostourkova (ZKK Cinkarna Celje, SKL – Eslovénia):
12pts, 3res, 1rb (18min) na vitória frente a Partizan 1953 (94-68)
14pts, 8res, 2as, 2rb (33min) na vitória frente a Jezica (81-57)
Inês Viana (BCF Elfic Fribourg Basket, SBL – Suíça):
6pts, 3res, 5as, 7rb (35min) na vitória frente a BC Winterthur (89-72)
Sofia da Silva (Namur Capitale, Top Division 1 – Bélgica):
15pts, 7res, 4as (27min) na vitória frente a Spirou Basket (90-70)

Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

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