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EUA continuam a ser casa de jovens internacionais portugueses

Portugal tem vários atletas a representar inúmeras competições por todo o mundo. De entre os tantos países, os EUA são uma das principais escolhas dos nossos jovens internacionais. Alguns lusos que honraram a camisola portuguesa este verão já se encontram nos seus novos clubes, onde irão dar o seu contributo na temporada 24/25.

No feminino, algumas atletas internacionais já atuaram na NCAA DI em épocas anteriores, como é o exemplo da Sara Barata Guerreiro (Cleveland State), Inês Vieira (Utah), Leonor Paisana (Winthrop), Ana Furtado (Northeastern Oklahoma A&M College) e Leonor Ferreira (West Virginia University). Outras jogadoras, que representaram Portugal no Campeonato Europeu de Sub20 na Lituânia, também já se encontravam a atuar na NCAA como é o caso de Gabriela Falcão (Albany) e Inês Bettencourt (Gonzaga University). A jogadora Filipa Barros, também a frequentar a universidade nos EUA (California Baptist), não integrou a convocatória para o Europeu devido a uma lesão. Fatumata Djaló (Ole Miss) e Ana Pinheiro (Idaho) vão integrar a competição esta época.

 

 

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A estas atletas irá juntar-se Clara Silva (Kentucky Wildcats) que, além de ter estado com as Sub20 em Villnius e Klaipeda, integrou também o cinco Ideal no mais recente Campeonato Europeu que se disputou de 3 a 11 de agosto. Ainda no leque das atletas Sub18, que conquistaram o 5º lugar em Matosinhos, e que também irão disputar a DI, encontramos Ema Karim (Hofstra), Maria Andorinho (St. Peter’s), Magda Freire Silva (Queens) e Rita Nazário (Saint Louis). Para finalizar a lista feminina nesta competição, contamos ainda com Ana Barreto (Queens) e Joana Magalhães (New Mexico). Também Andrea Chiquemba (Bellarmine University), que se encontra a recuperar de lesão, atua nesta divisão.

 

 

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Sobre os internacionais masculinos, para além de Rúben Prey (ST. John University), atleta de 19 anos que se estreou este ano na Seleção Nacional de Seniores, os internacionais Sub20 Diogo Seixas (Central Arkansas) e Pedro Santos (Tennessee-Martin) também irão disputar este campeonato. A estes atletas juntam-se ainda nomes como Iago Stanback (Missouri State) e Stanley Borden (Duke).

 

 

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Mas o talento luso não fica só por esta divisão. O leque de portugueses internacionais a jogar nos EUA é bastante extenso e divide-se por diversos campeonatos e suas respetivas divisões. Na DII da NCAA contamos com Daniel Figueira (Dallas Baptist University) e João Costa (Davis and Elkins College men´s basketball). Já na DIII atuam André Palavra (Luther College – Iowa), atleta Sub20, Lucas Tovar (Bard College) e Nathan Noronha (Claremont Mudd Scripps), atletas Sub18.

Na NJCAA (National Junior College Athletic Association), joga na primeira divisão a portuguesa Marta Vieira (Eastern Florida State) que esteve ao serviço da Seleção de Sub18, e ainda Anita Pereira (Northwest Florida State). Fábio Rocha (Parkland College Athletics) disputa o mesmo campeonato mas, neste caso, na segunda divisão.

 

 

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Resta nomear os jogadores que irão integrar equipas no ensino secundário (High School), também nos EUA, que serão os atletas Sub18 Vasco Rosa (IMG Academy), Apolo Caetano (Balboa School Roughriders) e Andrew Figueira (Winston Salem Christian School). Por fim, Miguel Sousa, que integrou a convocatória dos Sub16 que rumaram à Macedónia, está também nos EUA ao serviço dos West Oaks Academy. Em adição, na Central Point Christian Academy, atua mais um internacional português, Cleiton Azevedo.

 

 

 

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Daniel Vieira-Tuck tinha como plano inicial integrar o plantel dos Memphis Tigers (NCAA DI) esta época. No entanto, uma pequena alteração ditou que o internacional irá atuar esta temporada pela Overtime Elite (liga para atletas dos 16 aos 19 anos) e apenas em 2025/2026 é que se irá juntar aos Memphis Tigers.

Por último, o jovem internacional Ricardo Neves também se encontra na América do Norte a disputar a OUA Conference (Ontario University Athletics conference), onde atua pela Nipissing University, no Canadá.

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Joana Soeiro: “Quero mostrar o que realmente sou capaz de fazer”

Numa conversa franca, a internacional portuguesa Joana Soeiro fala sobre a experiência difícil na Liga Endesa, na última temporada, e a ambição de crescer tecnicamente na sua nova fase no Zamarat, em Espanha. A base revela que o reencontro com o treinador Ricardo Vasconcelos foi um fator decisivo na escolha da equipa e fala da busca constante por evolução, partilha a expectativa de lutar pela subida ao principal escalão espanhol e reflete sobre o impacto emocional de querer alcançar grandes feitos com a seleção nacional.

Como estava a Gafanha da Nazaré este verão? 

Muito calor, o que não é assim tão normal. Mas, depois da seleção, tive uns dias em que ainda deu para descansar, fiz uma boa praia… Desapareci, apaguei as apps das redes sociais, tudo!

Depois da época passada, estavas mesmo a precisar de férias.

Foi uma temporada muito difícil em Espanha, muita coisa nova para mim, em todos os sentidos, o bom e o mau.

Estiveste no Bembibre, foi a tua estreia na Liga Endesa. Provavelmente, quando foste contratada, não antecipavas uma época assim. Em que momento é que percebeste que o Bembibre ia ter uma época muito difícil?

Comecei a perceber lá para outubro, fim de outubro, mais ou menos. No início, há sempre aquele mês de adaptação. Aquele período de “trial”. Mas depois de um mês, mês e meio, as coisas não estavam a encaixar.

E não houve uma evolução?

Não, nós não saíamos daquele momento, e depois de dois meses o treinador já não conseguia passar os sistemas para a equipa. A equipa começou a desacreditar muito cedo.

Tinham muitas jogadoras de diferentes países e experiências diferentes.

Sim, havia jogadoras que vinham de ligas muito distintas. Tínhamos desde uma rookie que jogava em Duke até uma jogadora da EuroCup Women. Era como se tivessem feito um puzzle, mas com peças que não encaixavam.

Isso deve ter sido muito frustrante…

Muito. Depois ainda despediram o treinador em novembro ou dezembro, mandaram embora várias jogadoras… foi uma confusão.

E para ti, que estiveste em projetos vencedores ao longo da tua carreira, como foi lidar com uma época assim, do ponto de vista mental?

Foi muito difícil. Mas eu tenho essa minha personalidade positiva. Era a primeira, no balneário, a dizer: “Bora, isto vai virar!” Mas lá para o fim da época, até eu comecei a desacreditar.

As tuas colegas perceberam isso?

Sim, uma delas até me disse: “Se tu já não acreditas, então podemos fazer as malas e ir embora.”

E o que te fez ficar? Por que não saíste?

Foi o compromisso. Eu assinei um contrato, e para mim, isso significa algo. Seria fácil, sim, mas eu preferi ser fiel aos meus valores e ficar até ao fim, mesmo sendo difícil.

Deve ter havido momentos em que já não tinhas palavras para motivar a equipa, não?

Tantas vezes. Especialmente nos intervalos, quando já estávamos a perder por 20 ou 30 pontos. Era frustrante porque muitas vezes íamos para o intervalo a competir taco-a-taco com equipas da Euroliga e, mesmo assim, a mentalidade da equipa era de desistir.

E como é que te mantinhas motivada, a nível individual?

Eu agarrava-me às poucas jogadoras que ainda tinham energia e tentava puxá-las. Essas eram as pequenas vitórias que me davam alguma satisfação.

E tu também precisavas de encontrar algo positivo numa época assim, certo?

Sim. Eu saí dali com a sensação de que provei a mim mesma que consigo jogar a esse nível, independentemente de como a equipa estava. Eu trazia sempre os meus 300%, e isso só dependia de mim.

Mesmo com a equipa a não acompanhar, conseguiste manter o teu nível?

Sim, claro que houve jogos em que estava super frustrada, mas eu continuava a dar o meu melhor. Mesmo com as poucas condições de treino, eu tentava fazer tudo o que podia.

Então não viste a época passada como uma perda total?

Não, de maneira nenhuma. Apesar de tudo, consegui tirar algo de positivo, principalmente a nível individual.

E os teus objetivos pessoais? Mantiveste-os mesmo com a equipa a não corresponder?

Sim, claro. A minha posição como base exigia que eu tentasse organizar a equipa, mas quando percebi que isso não ia acontecer, concentrei-me nas jogadoras que ainda estavam ali a competir e tentei puxar por elas.

Essas eram as tuas pequenas vitórias?

Sim, agarrava-me a isso. Quando uma delas marcava um triplo, era uma pequena vitória que me dava força para continuar.

E o que é que tiraste de positivo, no fim de contas?

Que consigo competir a esse nível. Mesmo com todas as dificuldades, provei a mim mesma que sou capaz.

Vamos virar de página. Esta época estás no Zamarat, da LF Challenge. É um passo atrás para dar dois à frente daqui a uns tempos, numa equipa treinada por alguém que tu conheces bem, o selecionador nacional Ricardo Vasconcelos. Foi essa a principal razão para aceitares este projeto?

Foi uma forte razão, sim. Eu venho de um ano em que, sinceramente, não aprendi nada a nível técnico ou tático. E eu não tenho problemas em dizer isso, porque nem sempre é tudo brilhante e incrível. Parece que é difícil de acreditar, mas é possível não aprender nada na Liga Endesa. Só porque jogas numa liga top, não quer dizer que saias uma “máquina” no final. Eu estava constantemente acima do nível dos treinos, e isso foi uma desilusão muito grande para mim. Queria sair da minha zona de conforto, mas acabei por não crescer como queria.

Então, ao aceitar o projeto de Zamora, foste à procura de quê?

Estou à procura de me tornar melhor. Não estou em busca de dinheiro, de prestígio ou de “spotlight”. Quero um desafio que me faça crescer, que me mostre as minhas fraquezas e me faça trabalhar nelas. E ninguém melhor do que o Ricardo para isso. Ele sabe onde eu sou fraca e vai-me massacrar até eu melhorar. É isso que procuro.

Não te vais fartar do Ricardo, entre Zamora e a Seleção?

Epá, espero que não! (risos) Já nos conhecemos há quase 15 anos. Se não nos fartámos até agora, não vai ser em oito meses que isso vai acontecer!

Vocês já se conhecem desde o Algés.

Sim, apanhei-o na formação. Ele estava mais com as camadas jovens. Fiz alguns treinos com as juniores, mas não era muito frequente.

E agora, voltas a trabalhar com ele num contexto de clube.

O Ricardo não pode ser o mesmo na seleção e no clube, tal como eu não sou a mesma jogadora. Na seleção, temos uma janela de uma semana para preparar dois jogos. No clube, é um dia-a-dia mais constante. Mas o que é certo é que ele continua com os seus ideais e eu também vou dar o meu máximo para crescer.

A Liga Challenge é uma boa liga. Achas que vais conseguir aprender mais do que no último ano?

Sim, sem dúvida. A Liga Challenge é super competitiva. Não tens aquelas equipas que ganham tudo por 20 ou 30 pontos. Todos os fins de semana tens de trazer o teu melhor jogo. Isso, aliado ao facto de eu já conhecer o estilo do Ricardo, vai-me ajudar a crescer imenso. Vai depender de mim, claro, mas sei que estou no caminho certo.

O clube tem ambição de subir para a Liga Endesa?

Sim, isso foi uma das primeiras coisas que falámos. Antes de dizer que sim ao Zamora, o clube já tinha esse objetivo claro. Lutar para subir, seja na fase regular ou nos playoffs. Quando vi essa ambição, fez todo o sentido para mim. O Ricardo tem feito um trabalho excelente nos últimos anos, e isso dá-me segurança.

Achas que este projeto pode ser uma forma de mostrar que a última época não refletiu o teu verdadeiro potencial?

Sim, sem dúvida. Acho que, se conseguirmos subir ou ganhar a Challenge, e eu sendo a base principal da equipa, vai dar uma nova perspetiva sobre mim. No último ano, as coisas não correram bem, e muitos treinadores até perguntaram sobre mim, mas acabaram por não fazer propostas porque a equipa não ganhava. Foi injusto, mas é o que é. Agora quero mostrar o que realmente sou capaz de fazer.

E na seleção, a motivação continua a ser a de levar o país a uma grande competição? Por quem, para além de ti?

Muito por eles, pela Sofia da Silva, pelo Ricardo, por todos… Há um jogo em particular que foi muito doloroso para todos. Sentimos que estávamos tão perto e não conseguimos. Eu fiquei com medo de perder essas pessoas, por desgaste. Isso fez com que eu me agarrasse ainda mais a este objetivo. Claro que também o faço por mim, mas é muito por eles.

É um privilégio fazer parte de um grupo assim?

Sem dúvida. É algo que dinheiro nenhum pode comprar. Na seleção, estamos todos lá por um sonho e uma ambição que vai muito além do dinheiro.

Também jogas 3×3. É difícil mudar o “chip” entre os dois estilos?

Um pouco, sim. O 3×3 é um jogo muito diferente, exige muito mais de ti fisicamente. Tens de fazer coisas que no 5×5 nem sempre tens de fazer. Estás sempre a trocar defensivamente, a defender jogadoras muito mais rápidas e pequenas. É muito desgastante, mas também adoro o desafio.

E com o 3×3 nos Jogos Olímpicos, imaginas-te a representar Portugal em Los Angeles 2028?

Imagino, claro! Já ganhámos a muitas das equipas que estiveram nos Jogos Olímpicos deste verão. Já sentimos o cheirinho de que é possível. Vamos ver, pode ser que aconteça.

Como tens visto a evolução do basquete feminino em Portugal nos últimos anos?

Tenho visto uma evolução brutal. A liga está cada vez mais competitiva, com equipas fortes e jogos disputados. A federação tem feito um grande trabalho na projeção da modalidade, nos últimos 10 anos, e agora mais recentemente com a ajuda da Betclic. E o Benfica também ajudou muito a trazer mais visibilidade para o campeonato.

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Treinadores portugueses com boas prestações esta jornada

Mais um fim-de-semana passou e mais uma jornada foi jogada pelos internacionais portugueses que se encontram espalhados pelas diversas partes do mundo.

Relativamente aos resultados dos treinadores portugueses, os técnicos que venceram esta jornada foram Ricardo Vasconcelos (Recoletas Zamora, LF Challenge – Espanha), que venceu o Lima-Horta Barcelona por 64-67; João Janeiro e Beatriz Jordão (BC Mess, Nationale 2 – Luxemburgo), que venceram os Black Frogs por 73-72; Daniel Brandão (Amicale Steinsel, LBBL – Luxemburgo), que levou a melhor perante Arantia por 97-85; Alexandre Pires e José Costa (Heffingen, LBBL – Luxemburgo) que receberam e venceram o Musel Pikes por 86-81; Rui Costa (Treinador-adjunto Maderas Sorlí Benicarló, Segunda FEB – Espanha) que enfrentou e ganhou ao Godella por 84-83 e, por último, Vasco Curado (Mas Basketball Officiel – Marrocos) venceu por 76-66 frente aos Al-Watiya Youth Tan.

Por outro lado, a jornada não correu tão bem a Philippe da Silva (Nanterre 92, LNB – França), que foi derrotado pelo Le Mans por 94-87; a Hugo Salgado  (Kriol Star, CBL  – Cabo Verde), que também foi derrotado por 77-100 frente ao Al Ahli SC e, ainda, Dinis Amaral (Treinador-adjunto Evreux Basketball, Pro B – França), que visitou o Aix Maurienne e perdeu por 101-73.

Estatísticas individuais dos internacionais portugueses:

Anthony da Silva (ALM Evreux Basket, Pro B – França):

15pts, 5res, 1ast (30min) na derrota por 101-73 frente ao Aix Maurienne

Carolina Cruz (Polisportiva Galli, Serie A2 – Itália):

3pts, 7res (21min) na vitória por 75-63 diante o Empoli

Carolina Rodrigues (Kangaroes Basket Mechelen, EuroCup Women– Bélgica):

5pts, 2res, 4ast (26min) na derrota por 88-55 diante Sosnowiec

Candido Sá (Cáceres, Segunda FEB – Espanha):

5pts, 5res, 2ast (25min) na vitória por 80-68 diante o Caja 87

Diogo Brito (Club Ourense Baloncesto, Primera FEB – Espanha):

9pts, 3res, 9ast (28min) na vitória por 93-65 sobre o GA Cantabria

Edson de Sousa (Arantia Larochette, LBBL – Luxemburgo):

Não jogou esta semana.

David Nogal Pinheiro (Estudiantes Lugo Rio De Galicia, Tercera FEB – Espanha):

2pts, 1res (17min) na derrota por 84-63 frente ao C.B. Chantada

Gonçalo Morais (Estudiantes Lugo Rio De Galicia, Tercera FEB – Espanha):

Não jogou esta semana.

Rafael Lisboa (Club Ourense Baloncesto, Primera FEB – Espanha):

Não jogou esta semana.

Vladyslav Voytso (Grupo Alega Cantabria, Primera FEB – Espanha):

9pts, 1res (17min) na derrota por 93-65 frente ao Club Ourense Baloncesto

Eva Carregosa (Barça CBS, LF Challenge – Espanha):

10pts, 3res, 1ast (21min) na vitória por 59-53 diante o NBF Castello

Francisco Amarante (Alimerka Oviedo Baloncesto, Primera FEB – Espanha):

13pts, 6res (20min) na vitória por 89-84 frente ao Moron

Joana Soeiro (Recoletas Zamora, LF Challenge – Espanha):

Não jogou esta semana.

João Prado (Sheffield Elite Academy, Division Three – Reino Unido):

Não jogou esta semana.

Josephine Filipe (Alter Enersun Al-Qazeres Extremadura, LF Challenge – Espanha):

Não jogou esta semana.

Laura Ferreira (La Tronche Meylan´s, LF2 – França):

18pts, 6res, 5ast, 2rb, 1dl (36min) na derrota por 69-84 frente ao Feytiat

Lavínia da Silva (Oaklands Wolves Women, Betty Codona Trophy Women – Reino Unido):

17pts, 7res, 2ast (22min) na vitória por 35-106 frente ao Cardiff Met Archers

Márcia Costa (Royal Castors Braine, – Bélgica):

Não jogou esta semana.

Maria João Correia (Ensino Lugo, LF Endesa – Espanha):

6pts, 1res (16min) na derrota por 60-77 com o Valencia

Maria Kostourkova (Sosnowiec, Orlen Basket Liga Kobiet – Polónia):

Não jogou esta semana.

Raquel Laneiro (CB Arxil, LF Challenge – Espanha):

16pts, 3res, 2ast (29min) na vitória por 63-56 diante Real Canoe

Sasa Borovnjak (Olympique Antibes, Pro B – França):

14pts, 5res, 2ast (21min) na vitória por 87-79 frente a Roanne

Simone Costa (Girolive Panthers Osnabrueck, DBBL – Alemanha):

Não jogou esta semana.

Sofia da Silva (AzulMarino Mallorca Palma, LF Challenge – Espanha):

10pts, 6res (23min) na derrota por 68-71 com o Melilla

Tiago Dias (Fibwi Palma Bàsque, Segunda FEB – Espanha):

8pts, 2res, 2ast (14min) na vitória por 88-55 frente ao Salou

Travante Williams (Oradea, Divisão A – Roménia):

5pts, 4res, 4ast, 1rb, 1dl (26min) na vitória por 77-75 frente ao Spójnia Sargard para a FIBA Europe Cup

7pts, 1res, 3ast (21min) na vitória por 93-66 frente ao Voluntari

Margarida Junqueira (Magec Tías Lanzarote Contra la Violencia de Género, LF2 – Espanha):

13pts, 5res, 6ast (40min) na vitória por 69-73 diante o C.B. Terralfàs Delfín Natura Sr F Groc

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Eis a MVP e o Cinco Ideal da 2.ª Jornada da Liga Betclic Feminina

Já é conhecido o Cinco Ideal da segunda jornada da Liga Betclic Feminina. Além da MVP Rebecca Taylor (Barcelos HM-Motor), integram a melhor equipa da segunda semana da prova a base Catarina Mateus (Imortal T-Cars), a extremo do Imortal T-Cars Michaela Gaislerová, Dayna Rouse (GDESSA Barreiro) e Matehya Bryant (Galitos FFonseca).

Não há repetições em relação ao Cinco Ideal da primeira jornada, apenas novidades. Confere aqui as estatísticas de cada uma das atletas:

 

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*O fator principal na escolha de MVP é o índice MVP que se encontra na estatística do jogo. Em caso de igualdade, o critério de desempate é o tempo de jogo, sendo dada prioridade a/ao atleta que jogou menos tempo.

*O cinco ideal é selecionado com base em todas as posições em campo e não pela simples ordem de valorização.

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Faleceu o ex-internacional português Mike Richmond

Foi internacional A por 14 ocasiões, uma figura emblemática do Basquetebol Português nos anos 90 do século passado, tendo elencado os plantéis do FC Porto e do Sangalhos DC e terminando a carreira na icónica equipa da Portugal Telecom. “Big Mike”, como era carinhosamente conhecido, faleceu esta segunda-feira, 15 de outubro, aos 60 anos.

Michael Lewis Richmond, dos primeiros jogadores a saltar da “nossa” Liga para a Liga ACB, em Espanha, naturalizou-se como atleta luso depois de casar com uma portuguesa, em 1993, e por várias vezes considerou Portugal um “país maravilhoso”. Foi colega de equipa de referências como Carlos Seixas e Rui Santos e no palmarés leva um Campeonato e uma Taça de Portugal, em 2001/2002, com a Portugal Telecom.

O poste natural de Philadelphia chegou inclusive a ser selecionado para o Draft da NBA de 1987 (20.ª escolha da antiga 3.ª ronda, ou seja, 66.ª overall), mas nunca jogou na liga norte-americana. Nos últimos anos continuou a dedicar-se à sua paixão pelo Basquetebol, incentivando os jovens a praticar a modalidade.

Big Mike (à esquerda) a celebrar um dos títulos que conquistou com a PT Telecom

A Federação Portuguesa de Basquetebol vem por este meio endereçar as condolências à família do atleta.


Neemias Queta titular e Homem do Jogo na pré-época dos Celtics

Neemias Queta foi, pela primeira vez na sua carreira, titular pelos Boston Celtics, na madrugada de domingo para segunda-feira, na vitória por 115-111 sobre os Toronto Raptors, e teve uma exibição de destaque.

Aproveitando a ausência dos habituais titulares, como Derrick White, Jrue Holiday, Jaylen Brown e Jayson Tatum, que foram poupados pelo treinador Joe Mazzulla, além de outros jogadores da rotação – Luke Kornet, Al Horford e Tillman -, e a lesão já conhecida de Porzingis, houve oportunidade para jogadores que procuram afirmar-se, entre eles Neemias.

Aos 25 anos, o poste foi titular e, apesar de algumas dificuldades ofensivas no início – chegou a registar 0/4 nos lançamentos de campo -, destacou-se defensivamente e no domínio dos ressaltos, contribuindo ainda para a criação de jogadas para os seus colegas de equipa.

Acabou o encontro com 12 pontos, 15 ressaltos (o máximo do jogo), 5 assistências, 1 desarme de lançamento e um box plus/minus de +16 (o melhor do jogo), tudo em 20 minutos e 58 segundos em campo.

A temporada oficial da NBA começa a 22 de outubro, sendo que os Celtics, campeões em título, vão abrir as hostilidades diante dos New York Knicks.


Neemias Queta já iniciou a pré-época com os Boston Celtics

O internacional português Neemias Queta, que atua ao serviço dos Campeões da NBA da época 23/24, já se encontra em ação nos jogos de pré-época. Os Boston Celtics viajaram até Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, para jogar contra os Denver Nuggets.

No primeiro jogo, que se realizou no dia 4 de outubro na Etihad Arena, o atleta português esteve em campo 13 minutos, e contribuiu com seis pontos e três ressaltos para a vitória dos Celtics por 107-103. Neste jogo a sua eficácia foi de 100%.

No dia 7, os Boston Celtics voltaram a entrar em campo com os Nuggets, conseguindo vencer a partida por 26 pontos (130-104). No triunfo da equipa de Boston, o jovem do Vale da Amoreira somou sete pontos, três ressaltos, duas assistências, um roubo de bola e um desarme de lançamento nos 16 minutos que esteve dentro das quatro linhas.

 

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A equipa ao comando de Joe Mazzulla volta a jogar nesta pré-época dia 13 de outubro para medir forças com os Philadelphia 76ers.

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Foto de capa: DR

 


Portugueses atuam nos seus campeonatos um pouco por todo o mundo

Durante o fim-de-semana decorreram várias partidas onde os jogadores e treinadores portugueses, que estão espalhados pelas diversas partes do mundo, tiveram em destaque.

Relativamente aos técnicos, João Janeiro é responsável pela equipa do BC Mess, que participa no campeonato luxamburguês (Nationale 2), e conta também com a ex-jogadora Beatriz Jordão na sua equipa técnica. Nesta última jornada o BC Mess venceu pela margem mínima, 74-75, frente ao Black Star. Também no mesmo país, o técnico Daniel Brandão jogou uma dupla jornada que não foi tão sorridente, pois a sua equipa Amicale Steinsel foi derrotada por 84-90 frente ao Eztella, e por 65-74 contra Hamer.

José Costa ao serviço do Heffingen (Luxemburgo) perdeu por 65-78 contra o AB Contern. O técnico principal desta equipa, Alexandre Pires, também português, esteve de fora por um jogo, daí José (treinador adjunto) ter assumido o comando da equipa nesta jornada.

A equipa francesa Nanterre 92 é comandada pelo ex-jogador Philippe da Silva e, no seu último jogo, a contar para a Champions League, venceu por 70-76 a equipa Hapoel Holon. Também em França, o treinador adjunto Dinis Amaral ao comando do Evreux Basketball foi derrotado por 81-83 diante o Roanne.

Ainda na europa, mas desta vez a focar no campeonato espanhol da Segunda FEB, Rui Costa pertence à equipa técnica do clube Maderas Sorlí Benicarló como treinador adjunto. Na última jornada os seus atletas não venceram a partida frente ao Prat por 70-75. Já na LF Challenge, com a equipa Recoletas Zamora, o selecionador Ricardo Vasconcelos venceu por 61-64 em casa do Alter Enersun Al-Qázeres Extremadura.

Em Cabo Verde o técnico português Hugo Salgado continua na luta pela qualificação para a Basketball African League (BAL). No mesmo continente, mas em Marrocos, Vasco Curado continua à frente do Mas Basketball que irá iniciar o seu campeonato dia 12 de outubro.

 

Estatísticas individuais dos atletas portugueses:

Travante Williams (Oradea, Divisão A – Roménia):

14pts, 3res, 1ast (20min) na vitória por 82-66 frente ao Petrolul Ploiesti

 

Diogo Brito (Club Ourense Baloncesto, Primera FEB – Espanha):

20pts, 5res, 6ast (31min) na vitória por 63-73 sobre o Alimerka Oviedo Baloncesto

 

Rafael Lisboa (Club Ourense Baloncesto, Primera FEB – Espanha):

4pts, 4res, 4ast (23min) na vitória por 63-73 sobre o Alimerka Oviedo Baloncesto

 

Vlad Voytso (Grupo Alega Cantabria, Primera FEB – Espanha):

9pts, 3res (30min) na derrota por 86-87 frente ao Hestia Menorca

 

Francisco Amarante (Alimerka Oviedo Baloncesto, Primera FEB – Espanha):

2res, 1ast (16min) na derrota por 63-73 frente ao Club Ourense Baloncesto

 

Tiago Dias (Fibwi Palma Bàsque, Segunda FEB – Espanha):

5pts, 1res, 2ast, 1rb (9min) na derrota por 76-69 frente ao Mataro UE

 

Sasa Borovnjak (Olympique Antibes, Pro B – França):

5pts, 2res, 2ast (15min) na vitória por 69-72 frente a Boulazac Basket

 

Anthony da Silva (ALM Evreux Basket, Pro B – França):

7pts, 4res, 5ast (23min) na derrota por 81-83 diante o Roanne

 

Carolina Rodrigues (Kangaroes Basket Mechelen, Top Division Women – Bélgica):

7pts, 11res, 4ast (28min) na vitória por 102-59 diante Gentson

 

Raquel Laneiro (CB Arxil, LF Challenge – Espanha):

14pts, 3res, 2ast (27min) na derrota por 53-65 diante Unicaja

 

Lavínia da Silva (Oaklands Wolves Women, Betty Codona Trophy Women – Reino Unido):

9pts, 9res, 2ast, (26min) na vitória por 76-69 diante Leicester Riders.

 

Maria João Correia (Ensino Lugo, LF Endesa – Espanha):

4pts, 2res, 2ast (16min) na vitória por 66-74 sobre o Gernika Bizkaia

 

Sofia da Silva (AzulMarino Mallorca Palma, LF Challenge – Espanha):

10pts, 7res, 2ast (24min) na vitória por 77-47 diante o Estepona

 

Joana Soeiro (CD Zamarat, LF Challenge – Espanha):

Não jogou esta semana.

 

Josephine Filipe (Alter Enersun Al-Qazeres Extremadura, LF Challenge – Espanha):

Não jogou esta semana.

 

Carolina Cruz (Polisportiva Galli, Serie A2 – Itália):

13pts, 18res, 1ast (25min) na vitória por 73-51 diante o Cestistica Spezzina

 

Eva Carregosa (Barça CBS, LF Challenge – Espanha):

9pts, 3res, 1ast (17min) na vitória por 75-61 diante o Lima-Horta Barcelona

 

Margarida Junqueira (Magec Tías Lanzarote Contra la Violencia de Género, LF2 – Espanha):

7pts, 1res, 1ast (26min) na derrota por 53-66 diante o Segle XXI

 

Simone Costa (Girolive Panthers Osnabrueck, DBBL – Alemanha):

1pts (7min) na vitória por 66-77 diante o Freiburg

 

Márcia Costa (Royal Castors Braine, – Bélgica):

Não jogou esta semana.

 

Maria Kostourkova (Sosnowiec, Orlen Basket Liga Kobiet – Polónia):

5res, 1ast (15min) na vitória por 76-51 diante o Bydgoszcz

 

Maria Carolina Marques (Worcester Wolves, NBL – Reino Unido):

22pts, 3res, 3ast (33min) na derrota por 55-65 diante o Brent Bulls

 

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Foto de capa: Pollisportiva Galli/DR

Alguns internacionais espalhados pelo mundo já iniciaram a época 24/25

Começando por Espanha, jogou-se a 3.ª jornada da Copa España e, mais uma vez, os portugueses contribuíram com boas exibições. Esta jornada teve início no dia 11 de setembro, onde o Club Ourense Baloncesto, de Rafael Lisboa e Diogo Brito, entrou em campo e venceu o C.B. Prat por 91-97. Nesta partida Rafael Lisboa destacou-se sendo o MVP do jogo com um total de 18 pontos, três ressaltos e seis assistências (24min). Diogo Brito, no mesmo jogo, arrecadou um total de 14 pontos, quatro ressaltos e quatro assistências (23min).

Mais tarde, no dia 20 de setembro, foi a vez do Alimerka Oviedo Baloncesto vencer o Gipuzkoa Basket por 90-65. Nesta vitória, Francisco Amarante apontou seis pontos, dois ressaltos e uma assistência (19 minutos).

No dia seguinte, o  Teknei Bizkaia Zornotza  recebeu o Grupo Alega Cantabria, de Vladyslav Voytso, onde a equipa do português venceu por 66-98. Vladyslav contribuiu com 14 pontos, dois ressaltos e uma assistência (18 minutos) obtendo uma valorização de 15 pontos.

Iniciada a Copa España, é hora do arranque da Primera FEB. No fim-de-semana de 27 e 28 de setembro os internacionais que disputam esta liga entraram em ação na primeira jornada do campeonato. O Silbö San Pablo Burgos recebeu o Grupo Alega Cantabria e venceu por 86-67. Apesar da derrota, o português Vladyslav Voytso contribuiu com cinco pontos, um ressalto, dois roubos de bola (10 minutos) obtendo cinco pontos de valorização. Já Rafael Lisboa e Diogo Brito tiveram um fim-de-semana mais sorridente com a vitória da sua equipa, Club Ourense Baloncesto, sobre o Odilo FC Cartagena CB por 101-73. Nesta vitória Diogo Brito conseguiu uma valorização de 16 pontos ao somar nove pontos, seis ressaltos e três assistências (24 minutos) e, Rafael Lisboa, contribuiu com 16 pontos, dois ressaltos, duas assistências, quatro roubos de bola o que resultou numa valorização de 19 pontos.

O Alimerka Oviedo Baloncesto foi jogar a casa do AMICS Castelló e perdeu por 90-68. Neste jogo Francisco Amarante converteu três pontos, dois ressaltos e três assistências.

A segunda jornada para estes jogadores regressa hoje, dia 5 de outubro, com os internacionais Diogo Brito e Rafael Lisboa a enfrentar Francisco Amarante pelas 17h30 (18h30 espanholas). Meia hora depois, é a vez de Vladyslav entrar em campo frente ao Hestia Menorca.

Sofia da Silva, outra internacional portuguesa que atua pelo Azul Marino Basket Palma, em Espanha, ajudou a sua equipa a vencer por 76-50 ao Nou Basquet Paterna, contribuindo com oito pontos, 10 ressaltos e duas assistências (18 minutos).

Na Bélgica duas internacionais portuguesas também entraram em ação. Márcia Costa, ao serviço dos Royal Castors Braine, ajudou na vitória por 80-67 sobre Phantoms Boom Basketall com 12 pontos, quatro ressaltos e duas assistências (21 minutos). A portuguesa volta a jogar amanhã, dia 5 de outubro, frente ao Brunehaut. Já Ana Carolina Rodrigues, que atua pelos Kangoeroes Basket Mechelen, venceu a primeira jornada contra Lummen por 43-91, num jogo onde ganhou dois ressaltos e sete assistências (26 minutos). Na jornada seguinte a equipa da atleta portuguesa recebeu e venceu ao Waregen por 80-55. Nesta partida Ana Carolina contribuiu com oito pontos, três ressaltos e quatro assistências (29 minutos).

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Marko Loncovic vai jogar etapa de Shanghai da 3×3 World Tour

A partir de amanhã (21 de setembro), o famoso “gancho” de Marko Loncovic vai abrilhantar os courts da etapa de Shanghai da FIBA 3×3 World Tour. O internacional luso, de 33 anos, vai seguir os passos de João Grosso e tornar-se-á o segundo português a pisar a mais famigerada prova do 3×3 mundial, meses depois de ter representado a Seleção Nacional de 3×3, em estreia absoluta, na qualificação para o Europeu.

Loncovic (nascido em Montegro, mas desde jovem a atuar em Portugal) vai estar em Shangai com a sua equipa, a representar a capital sérvia de Belgrado, depois dos resultados desta no Challenger de Bordeús (4.º posto).

A expetativa para esta etapa? “Ganhar o máximo de jogos possíveis”. O internacional luso confessou à FPB sentir-se “muito satisfeito por poder estar nesta prova, por poder jogar contra as melhores equipas e os melhores jogadores do mundo”. Ser apenas o segundo português a disputar a competição é um orgulho, mas não é motivo de exagerada festa, até porque Marko Loncovic não tem “dúvidas que entretanto vão aparecer muito mais jogadores no WT e a ajudar no desenvolvimento desta modalidade tão interessante”.

Loncovic (segundo a contar da esquerda) com a equipa de Belgrado

O poste, que esteve na última época integrado no plantel do Sporting CP, e que já representou, em Portugal, SL Benfica, BC Barcelos, Vitória SC, UD Oliveirense, AD Galomar e os aveirenses do Illiabum, não pensa para já em voltar ao 5×5: “A época aqui [no 3×3] acaba só no final de novembro, início de dezembro, e depois penso nisso, para já todo o meu foco está no 3×3”, revelou.

O primeiro encontro da equipa de Belgrado tem lugar às 4h40 da manhã de dia 21, frente ao HK Central. Depois voltam a jogar às 6h, contra a equipa de Milão (hora portuguesa, mas ambos sem transmissão). Das três, apenas uma vai avançar para a fase seguinte.

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50 anos de Ticha Penicheiro

Hall of Fame. Campeã da WNBA. “Queen of Assists”. Criativa, modesta, irreverente. Títulos são muitos, adjetivos ainda mais. A verdade é que Ticha Penicheiro, nascida a 18 de setembro de 1974, na Figueira da Foz, está inscrita nos livros de história como a primeira portuguesa a chegar à WNBA – e o seu nome continua a ecoar no mundo do Basquetebol.

 

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Com uma prolífica carreira de 15 anos na WNBA, Ticha Penicheiro não só liderou a liga em assistências múltiplas vezes, como levou a equipa que a recrutou (Sacramento Monarchs, na 2.ª posição, em 1998) ao seu primeiro anel de sempre, corria o ano de 2005. Em Portugal, foi campeã nacional com o União Desportiva de Santarém. Lá fora venceu ainda os principais campeonatos na Polónia e em França e uma Euroliga Feminina, com o Spartak de Moscovo. Conta com mais de 100 internacionalizações pela Seleção Nacional.

Aos 50 anos, Ticha Penicheiro continua a ser um exemplo de determinação e força de vontade, esforço e humildade. Do “Campo das Traseiras”, na Figueira, aos palcos norte-americanos, sobressai o trabalho, acima de qualquer talento.

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João Castro e Hélder Moreira vão atuar na 2ª liga espanhola

As competições espanholas de BCR voltam a ter representantes nacionais, na temporada 2024/2025. João Castro, ex-BCG/Hosp. Sta. Maria – Porto, e Hélder Moreira, ex-APD Braga, incorporam as fileiras do Basketmi Ferrol, na época que se avizinha, um emblema que já contou com outros jogadores nacionais no passado, casos de Pedro Bártolo, Luís Domingos e José Miguel Gonçalves.

Aos 20 anos, após um trajeto de oito épocas ao serviço da formação do BCG/Hosp. Sta. Maria – Porto, João Castro – 2.0 – transmite o desejo de “crescer como atleta e jogador no novo desafio”. O jovem extremo internacional A e sub-23 encara a etapa com o conjunto galego como uma oportunidade de desenvolvimento e cobiça um bom resultado. “Vou trabalhar para ser um jogador completo com o qual a equipa possa contar ao máximo. Espero que a equipa seja suficientemente competitiva para lutarmos pelos primeiros lugares”, afirmou.

Hélder Moreira – 4.5 -, poste de 35 anos, que também só conheceu um único emblema no seu percurso desportivo, a APD Braga, salienta a vontade de transitar para uma realidade mais profissionalizada. “O que me levou a aceitar o convite foi poder viver uma experiência nova, aumentar o número de treinos⁠, que era difícil aqui, estando a trabalhar e jogar em simultâneo, e também conhecer uma realidade mais competitiva”, frisou. Na sua estreia em Ferrol, Hélder Moreira pretende contribuir com o seu poderio no jogador interior para ajudar a formação galega a alcançar metas ambiciosas. “As minhas expectativas são poder melhorar, aprender o máximo, visto que vou estar só focado no Basquetebol, e, a nível coletivo, criar um bom grupo e chegar às finais”.

A época do Basketmi Ferrol arranca em Portugal, a 28 e 29 de Setembro, no XVIII Torneio Internacional de Lisboa, no qual participam igualmente a APD Braga, campeã nacional, a anfitriã APD Lisboa e o CP Mideba, da División de Honor, principal escalão do BCR do país vizinho.

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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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