Artigos da Federaçãooo
GDESSA procura o bis na Taça da Federação
Este ano, as ambições não são diferentes, mas técnicos e atletas sabem que, numa competição deste género, apenas se pode encarar um jogo de cada vez. Até porque na partida dos quartos-de-final, agendados para sexta-feira, a equipa do Barreiro defronta o União Sportiva, bicampeão nacional.
NÚMEROS
Principais estatísticas coletivas:
Pontos marcados: 70.0/jogo (3º na Liga Feminina)
Lançamentos de 3pts: 30% (3º na Liga Feminina)
Ressaltos ofensivos: 16.9/jogo (1º na Liga Feminina)
Assistências: 15.5/jogo (2º na Liga Feminina)
Destaques individuais:
Layne Murphy: 15.0pts, 10.9res, 2.4as
Márcia Costa: 16.0pts, 6.6res, 3.6as, 2.3rb
Emília Ferreira: 7.3pts, 8.0res
Vitórias importantes na Liga:
8 Out: GDESSA-Barreiro 85-60 Olivais Coimbra
22 Out: Boa Viagem-Angra Açores 68-77 GDESSA-Barreiro
Confronto anterior na Liga:
23 Out: União Sportiva 56-40 GDESSA-Barreiro
DECLARAÇÕES
Nuno Manaia:
“Pelo equilíbrio existente até à data, qualquer equipa pode vencer a competição. Nós só estamos preocupados com o Sportiva, pois é o adversário que nos calhou no sorteio, essa é a nossa final. A equipa do Sportiva modificou-se desde a última vez que nos defrontámos, com a alteração de duas jogadoras estrangeiras, o que na nossa Liga faz muita diferença. Penso que nesta altura temos que nos preocupar mais em como podemos melhorar o nosso jogo e depois acertar alguns pormenores consoante as informações que obtivermos sobre todas as jogadoras. A 'área pintada' é decisiva no jogo de basquetebol, é aí que se conseguem os cestos 'fáceis' e que se ganham os ressaltos. Penso que se conseguirmos estar em bom nível nessa zona do campo, melhor do que o que estivemos nos últimos jogos, podemos vencer a partida.”
Márcia Costa:
“Vamos apenas com a expectativa de nos superarmos. Neste tipo de competições o erro paga-se muito caro, por isso o foco está em não falhar e pensar jogo a jogo. Nesta altura é difícil falar porque o Sportiva trocou de estrangeiras e são sempre jogadoras que influenciam o jogo, mas estamos preparadas para encontrar uma equipa experiente com muitas qualidades ofensivas. Acredito que a defesa será a chave deste jogo. De qualquer maneira, ganha quem cometer menos erros e souber aproveitar as falhas do adversário.”
HISTÓRICO
2015/16: Vencedor
2014/15: Quartos-de-final
2013/14: Meias-finais
2012/13: Meias-finais
2011/12: Quartos-de-final
2010/11: Quartos-de-final
2009/10: Quartos-de-final
SL Benfica cai na distante Sibéria a contar para a FIBA Europe Cup
Num desafio disputado a mais de 7 mil quilómetros de distância perante o líder invicto do Grupo P, as “águias” não resistiram ao poderio do adversário, que acabou por vencer naturalmente.
A formação portuguesa voltará a entrar em campo para esta competição no próximo dia 11, às 20h30, recebendo o Lukoil Academic.
O jogo até começou equilibrado, com o Benfica a abrandar o ritmo, talvez para fazer uma gestão do esforço físico, enquanto o BC Enisey procurava o jogo interior com insistência, até que os donos da casa aplicaram um parcial de 10-0, que colocou o resultado em 21-13 no término do primeiro período, beneficiando também de vários turnovers dos "encarnados".
A partir daí, os comandados de Carlos Lisboa não mais conseguiram aproximar-se da turma da Sibéria. demonstrando uma baixa eficácia de lançamento e vivendo muito à base de iniciativas individuais.
Ao intervalo já se registava um 50-35 no marcador, sendo que a diferença viria a dilatar-se no regresso dos balneários, fixando-se num 99-69 final, bem elucidativo do poderio do Enisey, que ainda na temporada passada se classificou no quarto lugar da competição.
Em termos estatísticos, num encontro em que além da já mencionada insuficiência no capítulo dos lançamentos as "águias" ainda foram batidas na luta das tabelas, há a destacar as prestações de Damian Hollis (19 pontos e 7 ressaltos) e Derek Raivio (10 pontos e 3 ressaltos).
Contra o fantasma dos quartos-de-final
Na Taça da Federação, as pupilas de Ricardo Botelho querem fugir à tradição, até porque nunca passaram da primeira ronda. No entanto, no jogo dos quartos-de-final da competição, agendados para esta sexta-feira, as insulares defrontam o GDESSA-Barreiro, que é o actual detentor do troféu.
NÚMEROS
Principais estatísticas coletivas:
Lançamentos de 3pts: 32% (1º na Liga Feminina)
Lançamentos livres: 74% (1º na Liga Feminina)
Desarmes de lançamento: 2.3/jogo (3º na Liga Feminina)
Destaques individuais:
Jasmine Crew: 15.6pts, 3.3res, 3.8as
Sara Djassi: 8.7pts, 4.5res
Inês Faustino: 9.3pts, 2.5as
Vitórias importantes na Liga:
22 Out: União Sportiva 65-57 SL Benfica
3 Dez: Quinta dos Lombos 64-69 União Sportiva
18 Dez: União Sportiva 86-83 Olivais Coimbra
Confronto anterior na Liga:
23 Out: União Sportiva 56-40 GDESSA Barreiro
DECLARAÇÕES
Ricardo Botelho:
“À semelhança de qualquer uma das equipas participantes, o União Sportiva quer vencer a Taça da Federação. Sabemos que será uma competição muito difícil, porque há um enorme equilíbrio entre todas as equipas. Na minha opinião, qualquer um dos participantes pode vencer esta Taça. O nosso adversário é, sem dúvida, uma das melhores equipas da Liga. O GDESSA é sempre uma equipa muito bem orientada, muito organizada e muito agressiva ofensiva e defensivamente, com destaque para duas jogadoras: a Layne Murphy e a Márcia Costa. Considero, no entanto, que temos capacidade e armas para ganhar ao GDESSA, aliás como já o fizemos esta época. Para isso, será fundamental que o União Sportiva marque o ritmo do jogo e ganhe a luta nas tabelas.”
Inês Faustino:
“Esta prova vai ser ditada pelo equilíbrio e qualquer equipa vai lutar e tem qualidades para ganhar. Apesar de não ter o mesmo peso que as outras competições, é uma ótima maneira de iniciar o ano, depois desta paragem da liga. Em relação ao nosso adversário temos consciência que nos calhou uma equipa muito lutadora e que se caracteriza pelo alto ritmo que impõe no jogo. Apesar de a termos batido na Liga, temos plena consciência que vai ser um jogo completamente diferente. Vamos focar-nos em controlarmos o ritmo de jogo, obrigá-las a cometer erros, para que baixem a percentagem de lançamentos.”
HISTÓRICO
2015/16: Quartos-de-final
2014/15: Quartos-de-final
2013/14: Quartos-de-final
2012/13: —
2011/12: —
2010/11: —
2009/10: —
Olivais quer que o troféu fique em Coimbra
A derrota frente ao União Sportiva tirou as conimbricenses do topo da tabela, mas as comandadas por Paulo Ricardo Santos lideram vários rankings estatísticos e têm legítimas aspirações a ganhar a Taça da Federação pela primeira vez na sua história, até porque a prova será disputada em Coimbra. No jogo dos quartos-de-final, agendados para esta sexta-feira, o Olivais defronta o AD Vagos.
NÚMEROS
Principais estatísticas coletivas:
Pontos marcados: 72.5/jogo (1º na Liga Feminina)
Assistências: 16.3/jogo (1º na Liga Feminina)
Roubos de bola: 12.0/jogo (1º na Liga Feminina)
Destaques individuais:
Ezinne Kalu: 21.0pts, 5.3res, 5.2as, 4.4rb
Mariana Silva: 14.3pts, 5.7res
Michelle Brandão: 9.8pts, 5.7res, 6.0as
Vitórias importantes na Liga:
16 Out: SL Benfica 61-74 Olivais Coimbra
17 Dez: Boa Viagem-Angra Açores 66-75 Olivais Coimbra
Confronto anterior na Liga:
3 Dez: Olivais Coimbra 71-55 AD Vagos
DECLARAÇÕES
Paulo Ricardo Santos:
“Temos a mesma expectativa que todas as equipas: entrar para ganhar. Queremos, também, continuar a melhorar e poder avaliar o quanto evoluímos até agora. A temporada tem corrido bem, apesar de algumas jogadoras terem chegado a meio da época. Tenho o prazer de liderar um grupo que tem um comportamento exemplar e acolhe bem quem vem de fora. Após esta paragem competitiva de cerca de 15 dias, é complicado aferir como estão as equipas. O Vagos é uma equipa muito bem orientada e esteve na final da Taça Vítor Hugo, portanto merece-nos todo o respeito. Têm uma jogadora muito forte no jogo interior e uma portuguesa que atira muito bem de fora. Gostam de jogar em transição e não podemos deixar que marquem em contra-ataque, que lancem de 3 e que ganhem ressaltos ofensivos, mas isso é o que digo em todos os jogos. Temos que controlar o ritmo de jogo.”
Michelle Brandão:
“A Taça da Federação vai ser uma prova muito dura, com três jogos em três dias, sem muito tempo para recuperar. Acho que vai haver muito equilíbrio, como tem havido durante todo o campeonato. Quem conseguir recuperar melhor e cometer menos erros terá mais sucesso. Nós vamos encarar esta prova com temos encarado todo o campeonato. Queremos ser competitivos, chegar a final e depois tudo pode acontecer. O Vagos é uma equipa forte no jogo exterior e também tem uma referência interior muito forte. É uma equipa disciplinada e com jogadoras portuguesas muito experientes. Certamente será um jogo muito equilibrado. Quem cometer menos erros nas fases decisivas terá vantagem. Acho que quem conseguir controlar os ressaltos e o ritmo de jogo terá mais hipóteses de ganhar o jogo.”
HISTÓRICO
2015/16: —
2014/15: Meias-finais
2013/14: Finalista vencido
2012/13: Meias-finais
2011/12: —
2010/11: —
2009/10: Quartos-de-final
AD Vagos procura primeira Taça da Federação
A última presença na final da Taça da Federação para a equipa orientada por João Janeiro foi em 2011/12, mas a presença da actual MVP da Liga (EeTisha Riddle) alimenta as esperanças das vaguenses em regressar ao jogo decisivo da competição e levantar o troféu pela primeira vez. No jogo dos quartos-de-final, agendados para esta sexta-feira, o AD Vagos joga frente ao Olivais Coimbra.
NÚMEROS
Principais estatísticas coletivas:
Lançamentos de 2pts: 46% (4º na Liga Feminina)
Ressaltos: 42.4/jogo (1º na Liga Feminina)
Desarmes de lançamento: 2.5 (1º na Liga Feminina)
Destaques individuais:
EeTisha Riddle: 19.3pts, 13.6res, 2.1as
Daniela Domingues: 14.1pts, 5.4res, 4.3as
Joana Canastra: 10.3pts, 3.0res, 2.1as
Vitórias importantes na Liga:
16 Out: Quinta dos Lombos 58-63 AD Vagos
17 Dez: AD Vagos 77-67 GDESSA-Barreiro
Confronto anterior na Liga:
3 Dez: Olivais Coimbra 71-55 AD Vagos
DECLARAÇÕES
João Janeiro:
“A Taça Federação é uma competição com características próprias, uma competição a eliminar faz com que todas as equipas ambicionem ganhar para seguir na prova e a nossa ambição é mesmo essa. A importância do primeiro jogo implica uma grande atitude em deixar tudo em campo, porque 'amanhã podes não jogar'. O Olivais é uma das melhores equipas da prova, com um trio de estrangeiras de grande qualidade e jogadoras nacionais de valor afirmado, grande potencial ofensivo e capacidade de ressalto, no entanto sabemos a via que nos fará discutir o jogo até ao final.”
Joana Canastra:
“Ambicionamos chegar à final, sabendo que começamos com um jogo difícil em que o adversário é forte e se encontra a jogar em casa. Mas estamos confiantes das nossas capacidades e temos argumentos para disputar qualquer jogo. O Olivais arrisca numa defesa pressionante que provoca dificuldades a todas as equipas. Apresentam um núcleo forte e já conhecemos o seu jogo, por isso sabemos o que nos espera. Vamos encarar este jogo como uma final porque sairá vencedora a equipa que cometer menos erros.”
HISTÓRICO
2015/16: —
2014/15: Quartos-de-final
2013/14: Meias-finais
2012/13: Quartos-de-final
2011/12: Finalista vencido
2010/11: Meias-finais
2009/10: Meias-finais
“Águia” em busca da vitória a mais de 7 mil quilómetros de distância
Os “encarnados” procuram a primeira vitória, não se afigurando tarefa fácil diante de um clube que ainda na época passada alcançou a quarta posição da competição.
Porém, os comandados de Carlos Lisboa entrarão em campo moralizados, depois do triunfo obtido diante do FC Porto, na passada sexta-feira.
Poderão acompanhar este desafio em:
Os extremos tocam-se neste encontro entre BC Enisey e SL Benfica, já que o conjunto russo só conhece o sabor da vitória, liderando o Grupo P, ao passo que as “águias” procuram o primeiro triunfo.
A formação portuguesa enfrentou 7338 quilómetros de viagem, num momento raro, ou não fosse este jogo disputado na Sibéria, contra uma equipa que ocupa o sétimo lugar da Liga Russa.
Para Nuno Ferreira, treinador-adjunto do Benfica, serão várias as dificuldades, como se percebe em declarações prestadas à BTV: “É a equipa mais forte do grupo, muito equilibrada, extremamente forte em todos setores. Tem jogadores fortes fisicamente e nas várias vertentes do jogo. A nossa tarefa será difícil”, adiantou.
Porém, a ambição impera nas hostes benfiquistas, até porque a entrada na Europa do basquetebol foi uma escolha do clube da Luz: “Não encaramos este jogo como de vida ou de morte. Sempre soubemos que seria difícil passar esta fase de grupos, não só pelas equipas presentes, mas também porque só passa o primeiro classificado. Vamos pensar que temos muito para ganhar com este jogo. Não só em vencer o jogo em si, mas também no nosso crescimento enquanto equipa. Queremos dignificar o basquetebol português e o Benfica”, afirmou Nuno Ferreira.
Onda de lesões preocupa CAB Madeira
Ainda assim, as madeirenses, que estão no 7º lugar da classificação da Liga Feminina (6 vitórias e 5 derrotas), tentam a terceira presença consecutiva na final da prova. No jogo dos quartos-de-final, agendados para esta sexta-feira, a equipa treinada por João Freitas mede forças com a Quinta dos Lombos.
NÚMEROS
Principais estatísticas coletivas:
Percentagem de 3pts: 29% (4º na Liga Feminina)
Ressaltos ofensivos: 13.5/jogo (5º na Liga Feminina)
Roubos de bola: 10.1/jogo (2º na Liga Feminina)
Destaques individuais:
Chelsie Schweers: 20.3pts, 4.5res, 2.0as, 2.0rb
Rosinha Rosário: 7.5pts, 5.7res
Filipa Bernardeco: 7.6pts, 2.2res
Vitórias importantes na Liga:
26 Nov: CAB Madeira 60-39 União Sportiva
Confronto anterior na Liga:
21 Dez: CAB Madeira 45-51 Quinta dos Lombos
DECLARAÇÕES
João Freitas:
“Ainda não podemos contar com a Marta (Bravo) nem com a Ines (Ajanovic) e a Simona (Podesvova) tem rutura total do ligamento cruzado. Logo tivemos que trocar a Simona e esta nova jogadora (Maria Blazejewski) precisa de tempo para entrar nas dinâmicas da equipa. Ainda não conseguimos ter a equipa toda junta. O Lombos é uma equipa organizada, mas que dá muita liberdade às suas jogadoras. A nossa organização defensiva e ofensiva tem que saber contrariar isso. Mas ninguém vai jogar Taças para perder e nós também não.”
Rosinha Rosário:
“O nosso jogo interior ficou abalado com estas lesões, mas temos trabalhado bem e vamos dar o nosso máximo, pelo que temos as expectativas altas. Estamos mais unidas e temos que ajudar a integrar as novas jogadoras e apoiar as que estão lesionadas. A equipa dos Lombos é muito atlética. São boas no ressalto e correm muito. A defesa e o ressalto defensivo serão fatores importantes, mas só temos que estar concentradas nas nossas coisas. Vai ser um jogo muito físico e os pormenores vão decidir.”
HISTÓRICO
2015/16: Finalista vencido
2014/15: Vencedor
2013/14: Quartos-de-final
2012/13: Vencedor
2011/12: —
2010/11: Meias-finais
2009/10: Vencedor
Foto Chelsie Schweers: Tony Cruz Jr.
Quinta dos Lombos quer terceira Taça da Federação
A participação na Taça da Federação chega, por isso, numa boa altura para o conjunto da Linha, que quer repetir os triunfos de 2010/11 e 2013/14. No jogo dos quartos-de-final, agendados para esta sexta-feira, a Quinta dos Lombos defronta o CAB Madeira.
NÚMEROS
Principais estatísticas coletivas:
Pontos marcados: 69.9/jogo (4º na Liga Feminina)
Percentagem de 2pts: 51% (1º na Liga Feminina)
Ressaltos ofensivos: 14.4/jogo (4º na Liga Feminina)
Destaques individuais:
Aleighsa Welch: 18.4pts, 7.0res, 2.4as
Rashida Timbilla: 12.4pts, 8.5res, 2.5as
Marcy Gonçalves: 7.2pts, 4.8res, 3.2as
Vitórias importantes na Liga:
22 Out: Olivais Coimbra 65-71 Quinta dos Lombos
5 Nov: Quinta dos Lombos 68-61 GDESSA Barreiro
Confronto anterior na Liga:
21 Dez: CAB Madeira 45-51 Quinta dos Lombos
DECLARAÇÕES
José Leite:
“São oito equipas equilibradíssimas e tudo pode acontecer. Os jogos são imprevisíveis e qualquer equipa pode ter ambições de ganhar a competição. O CAB lança muito bem de fora, é uma equipa boa no lançamento exterior. Temos que defender muito bem as melhores lançadoras do CAB e, a partir da defesa, tentar sair em contra-ataque.”
Marcy Gonçalves:
“Tenho expectativas em chegar longe nesta competição e, como é óbvio, ganhá-la. Acho que temos um grupo coeso e capaz de chegar a esse objetivo. O CAB é uma equipa perigosa em quase todos os aspetos. Tem uma pressão muito aguerrida e jogadoras com boas percentagens de lançamento de três pontos. O capítulo mais importante do jogo será, sem dúvida, a defesa. Defrontámo-nos recentemente e foi na defesa que ganhámos o jogo.”
HISTÓRICO
2015/16: Meias-finais
2014/15: Finalista vencido
2013/14: Vencedor
2012/13: Finalista vencido
2011/12: Quartos-de-final
2010/11: Vencedor
2009/10: Quartos-de-final
Foto Aleighsa Welch: LAZEVEDOPHOTO
Jorge Almeida em 12 jogadores marcantes
Vestiu a camisola das quinas em oito competições, seis das quais Campeonatos da Europa, incluindo quando a Seleção conquistou o cetro da Divisão C, em 2007; conciliou o papel de jogador com o de treinador na APD Lisboa e nos anos dourados do conjunto da capital protagonizou uma dupla de respeito ao lado de Hugo Lourenço. A visão de jogo, a qualidade de passe e o lançamento certeiro que lhe gabam valeram-lhe o reconhecimento como um dos 12 jogadores mais marcantes e o melhor base que Portugal já teve.
Principais conquistas: Quatro vezes campeão nacional, quatro taças de Portugal, três Supertaças; melhor jogador e marcador num torneio em Santander (ao serviço da equipa do GDR Joanita), Campeão da Europa C na Irlanda; vitória sobre a equipa de CP MIDEBA em Badajoz (única de equipas portuguesas); vencedor de torneio Ibérico em Santander com uma seleção das equipas da APD – Associação Portuguesa de Deficientes
O tetracampeonato da APD Lisboa entre 1999 e 2003 eternizou um conjunto de jogadores históricos do Basquetebol em cadeira de rodas nacional. O paralímpico e admirável caso de longevidade, António Vilarinho, Jacques Almeida, Hugo Lourenço… e claro, Jorge Almeida. Os anos úberes de títulos do conjunto lisboeta tiveram a mão do base que revolucionou o jogo em Portugal, reconhecimento não só de colegas, mas também de adversários, como Rui Lourenço, que assinala a sua capacidade pioneira de “conseguir saber o que fazer com a bola antes mesmo de a receber”. O próprio não se esconde do que representou e acrescentou ao BCR nacional, vincando a “inteligência e a visão periférica extraordinária”. A carreira começou quando passava pelo Estádio Universitário e deu de caras com “várias pessoas em cadeira de rodas a jogar”. Ficou a observar até final sendo abordado pelo então técnico da APD Lisboa, Pedro Antunes, que lhe endereçou o convite para jogar. Durante a travessia de 40 anos de dedicação ao jogo, colecionou títulos, distinções individuais, brilhou em torneios internacionais, agigantando-se perante patamares basquetebolísticos superiores, profissionais. Pelo meio, a paixão ramificou-se para as funções de treinador, que exerceu durante mais de duas décadas. Aliás, há apenas um ano atrás, em julho de 2015, na cidade de Lisboa, conseguiu enquanto técnico recolocar Portugal no grupo B do Basquetebol em cadeira de rodas Europeu e já no verão de 2016 por muito pouco a Seleção Nacional não se manteve na antecâmara da elite. Fascinam-no “a simplicidade e as cumplicidades que se criam dentro do campo”, traços que revestiram desde sempre a sua conceção de jogo, fosse como intérprete, fosse como orientador.
O que dizem sobre ele
Hugo Lourenço, internacional português, jogador da APD Sintra/Sporting CP: "Foi sem dúvida o melhor base que Portugal já teve, com uma visão de jogo acima da média aliada a um lançamento bastante certo. Forte na defesa, mas acima de tudo com uma capacidade incrível no último passe."
Marco Gonçalves, internacional português, jogador do GDD Alcoitão: "O Jorge ficará na minha mente sempre como um jogador extraordinário e como o melhor base “puro” que o nosso campeonato e seleção já tiveram, não devendo em nada, no seu auge, aos melhores bases com quem joguei em Espanha ou internacionalmente. Foi o jogador com maior visão de jogo que eu conheci e influenciou muito os meus pontos fortes. Tinha também uma qualidade de passe ímpar, pois conseguia colocar sempre a bola onde queria, com movimentos por vezes quase “impossíveis” aos olhos dos que o rodeavam. Foi um verdadeiro professor de basquetebol para dezenas de jogadores que ainda hoje atuam no campeonato português."
Rui Lourenço, internacional português, jogador-treinador da APD Sintra/Sporting CP: "Deverá sempre apontar-se a eficácia do seu lançamento à tabela a 45º (lado esquerdo), feito com as 2 mãos, mas muito eficaz. A eficácia do passe era acima da média."
Defesa sólida embala “águia” para vitória no clássico
Os “encarnados” controlaram as operações, com o sucesso a basear-se, e muito, numa defesa sólida que impediu o eterno rival, melhor ataque do campeonato, de atingir os seus habituais níveis de produção ofensiva.
Desde cedo se viu que este não seria um clássico repleto de pontuação, com o primeiro lançamento certeiro a surgir apenas a 7:20 do final do primeiro período, mas também de imediato o Benfica se colocou na dianteira, algo que foi praticamente a nota dominante do encontro.
Com muitos pontos vindos do banco de suplentes (34) e graças a um desempenho defensivo agressivo e eficiente, os comandados de Carlos Lisboa anularam o jogo exterior do FC Porto, num desafio marcado igualmente pelo elevado número de turnovers de parte a parte (17-15, respetivamente).
Após o quarto inicial, as “águias” venciam por 16-12, vantagem que foi alargada até ao intervalo (38-27), para contentamento dos adeptos benfiquistas que acorreram em quantidade agradável ao Pavilhão Fidelidade.
No regresso dos balneários, a toada do encontro manteve-se. O Benfica ia ficando mais confiante e o FC Porto, orientado por Moncho López e que à entrada para esta ronda era líder do campeonato, não conseguia melhorar os seus níveis de eficácia.
Como tal, a turma da Luz deixou sempre os “azuis e brancos” a alguma distância, chegando ao derradeiro período ainda com um avanço de 11 pontos (54-43), que foi aumentada até ao soar da buzina (69-56), conseguindo assim um importante resultado numa fase em que a equipa vivia um momento menos feliz.
Em termos individuais, no Benfica, destacaram-se João Soares (12 pontos, 3 ressaltos e 5 faltas provocadas), Raven Barber (11 pontos e 6 ressaltos) e Derek Raivio (10 pontos, 3 ressaltos, 4 assistências e 3 faltas provocadas), ao passo que no FC Porto sobressaíram Nicholas Washburn (14 pontos, 14 ressaltos e 4 faltas provocadas) e Sasa Borovnjak (14 pontos, 11 ressaltos e 4 faltas provocadas).
Galitos Barreiro ganha ao Sampaense Basket e isola-se na liderança
Por seu turno, o Illiabum Clube superiorizou-se em casa ao Maia Basket/Escape Forte (86-65), enquanto a Ovarense Dolce Vita sorriu na visita ao Alentejo para defrontar o Eléctrico F.C. (70-82).
Mesmo sem Jarred Jackson, por se encontrar doente, o Galitos Barreiro levou a melhor na deslocação a São Paio de Gramaços, diante de um Sampaense que se encontra na última posição da tabela.
Porém, os donos da casa venderam bem cara a derrota, conseguindo equilibrar a contenda durante muito tempo, sendo que a 7:33 do final do desafio o resultado era de 55-57.
Só que graças a um parcial de 0-12, o Galitos disparou em definitivo no marcador, acabando por vencer (61-73), marca que permitiu ao conjunto da Margem Sul do Tejo isolar-se no comando da Liga.
Na formação comandada por André Martins, de realçar as exibições de Miguel Minhava (19 pontos, 6 ressaltos, 5 assistências, 3 roubos de bola e 9 faltas provocadas) e Stephen Grosey (8 pontos, 11 ressaltos e 3 faltas provocadas), ao passo que no Sampaense estiveram em melhor plano Nikola Pavlovic (20 pontos, 3 assistências e 5 faltas provocadas) e Andrew Guillory (16 pontos, 4 ressaltos, 3 assistências e 4 faltas provocadas).
Illiabum e Ovarense com noite positiva
Em Ílhavo, o Illiabum Clube averbou o segundo triunfo consecutivo, depois de bater o Maia Basket/Escape Forte por 86-65.
Ao intervalo verifica-se uma igualdade a 42 pontos, mas no regresso dos balneários a equipa da casa surgiu disposta a resolver a questão face a uma turma maiata que não vence desde 12 de novembro e que tem novo treinador (João Oliveira).
No Illiabum sobressaiu Rashad Bishop (25 pontos, 6 ressaltos, 8 assistências, 3 roubos de bola e 3 faltas provocadas), enquanto do lado do Maia Basket foi Nuno Marçal o atleta em maior evidência (20 pontos, 8 ressaltos e 3 roubos de bola).
Mais a Sul, em Ponte de Sor, a Ovarense regressou aos bons resultados, vencendo o Eléctrico F.C. por 70-82, num encontro decidido apenas no quarto período, altura em que o conjunto vareiro obteve um parcial de 14-24.
Quanto à estatística individual, na Ovarense, há que ressalvar Jaime Silva (27 pontos, 4 assistências e 3 faltas provocadas), sendo que no adversário alentejano foi Mário Neves quem teve maior preponderância (13 pontos, 4 ressaltos, 4 assistências e 6 faltas provocadas).
Clássico escaldante a fechar o ano
O Galitos-Barreiro estará atento ao resultado da Luz, uma vez que, se vencer o Sampaense Basket e em caso de vitória das 'águias', pode saltar para a liderança isolada da classificação. Também esta sexta-feira, a Ovarense Dolce Vita desloca-se a Ponte de Sôr para defrontar o Eléctrico FC e o Illiabum Clube recebe o Maia Basket/Escape Forte.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Legenda
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Miguel Maria
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