Artigos da Federaçãooo

Chegou a tão merecida vitória!

Obrigado por toda a vossa dedicação ao serviço das nossas cores, craques! 

Ao longo de todo o jogo, foi sempre uma constante o grande empenho dos nossos jogadores em oferecer um bom espetáculo ao público presente em Sines, o que resultou em pleno, tendo em conta os momentos muito positivos aos quais se puderam assistir.

Curiosamente, a Bielorrússia apenas se superiorizou no primeiro período, mas mesmo assim o equilíbrio imperou, sendo que após os 10 minutos iniciais, a formação bielorrussa vencia por 13-15.

A partir daí, os comandados de Mário Palma pegaram em definitivo no jogo, não mais perdendo o controlo das operações, destacando-se a excelente prestação na luta das tabelas, em matéria de ressaltos defensivos.

Sendo assim, à entrada para os balneários, a equipa das quinas já se encontrava em vantagem (33-30), acabando por se distanciar em definitivo no marcador com um parcial de 10-0 no terceiro período, que contribuiu para que Portugal chegasse ao derradeiro quarto com um avanço de 54-47.

Sem pressão, revelando uma atitude descomplexada e alegria em campo, a nossa Seleção ainda se empolgou mais, fechando as contas com um resultado de 77-62, diante de um excelente conjunto como a Bielorrússia.

Em termos individuais, na turma lusa, relevo para o duplo-duplo de Betinho Gomes (15 pontos e 16 ressaltos) e para as prestações de José Silva (16 pontos), João Soares (13 pontos) e Pedro Pinto (11 pontos).

Mas reforçando a ideia, e acima de tudo, parabéns a todo o grupo de trabalho pelo triunfo deste sábado. E o nosso agradecimento pelo esforço inexcedível revelado durante a qualificação para o Eurobasket 2017.

De referir ainda que neste Grupo D de apuramento, acabou por ser a Polónia a carimbar a passagem para a grande competição do próximo ano.

Fiquem com a classificação final:

 

1.º Polónia – 11 pontos

2.º Estónia – 9 pontos

3.º – Bielorrússia – 9 pontos

4.º – PORTUGAL – 7 pontos


Street Basket animou “This is America”

Esta iniciativa visou recriar vários aspetos da cultura norte-americana, e claro que o basquetebol não podia ficar de fora, tendo o Street Basket sido uma das atividades em destaque, tal como o é nos EUA, onde é muito popular.

Agradecemos, desde já, à equipa técnica nacional que esteve presente e ao Atlético Clube de Moscavide, que dinamizou o Street Basket de uma forma notável.

Pesquisem sobre este clube lisboeta e adiram ao seu projeto – https://www.facebook.com/ACMbasquetebol/?fref=ts.

 


I Torneio Internacional – Lepe Alius

O Pavilhão de Vila Nova de Cacela será o palco da competição onde participam várias equipas da Associação de Basquetebol do Algarve – ACD Ferragudo, Portimonense SC, SC Farense, Ginásio C. Olhanense e Imortal BC, além da Seleção de Huelva e do clube organizador – Lepe Alius.


Faltou consistência competitiva

O resultado final de 63-82, favorável à Estónia, não traduz fielmente a competitividade revelada pelo conjunto nacional, isto sem colocar em causa a justiça da vitória da formação da casa. À entrada da última jornada, e depois do triunfo da Bielorrússia, na Polónia, por 19 pontos de diferença, três equipas continuam na luta por uma presença no próximo Eurobasket. Facto que comprova a qualidade do grupo de qualificação em que Portugal estava inserido, e será de esperar uma Bielorrússia em Sines, no próximo sábado, às 18h30, extremamente motivada e a discutir o apuramento.

 

Tal como se previa, foi uma Estónia sem margem para erro que defrontou Portugal, isto depois da derrota sofrida na jornada anterior (16 pontos) em Minsk. E foi numa arena praticamente cheia, em que era quase impossível alguém tornar-se audível, que Portugal começou a bater-se com a formação da casa.

 

E que bem que se bateu nos primeiros 20 minutos, sobretudo graças ao seu muito bom desempenho defensivo, condicionando o ataque estónio a apenas a 31 pontos durante esse período. Os maiores problemas estiveram nas ações ofensivas, com Portugal a sentir imensos problemas para fazer pontos no ataque. Ao intervalo, o conjunto luso perdia por quatro (27-31).

 

Na etapa complementar, os comandados de Mário Palma melhoraram a sua eficácia ofensiva, embora essa melhoria não tenha sido acompanhada por um desempenho defensivo igual ao do 1º tempo. Os lançamentos de 3 pontos da equipa estónia (11/26 – 42.3%) começaram a ser um problema, bem como sempre que conseguiam aproximar a bola do cesto de forma a explorarem o seu jogo interior. No final do 3º período, Portugal perdia por onze pontos de diferença (47-58), e embora ainda estivesse na discussão do resultado, tal não viria a acontecer nos últimos 10 minutos.

 

As percentagens de lançamento de campo voltaram a não ajudar, 42.4% de 2pts e 31.8% de 3pts, já da linha de lance-livre a equipa esteve muito bem (14/15 – 93.3%).

 

Destaque para mais um duplo-duplo (20 pontos e 10 ressaltos) registado por João Betinho Gomes, com João Guerreiro (12 pontos e 3 ressaltos) e João Soares (10 pontos e 2 ressaltos) a serem os restantes atletas a terminarem o encontro na casa das dezenas em pontos marcados.

 

No final do jogo, João Soares reconheceu que a equipa baixou de rendimento na etapa complementar, mas prometeu uma seleção altamente motivada e séria para terminar esta fase de qualificação de uma forma exemplar.

 

“Este jogo não acabou da maneira que queríamos. Desejávamos muito conseguir aqui uma vitória e continuar na luta pelo segundo lugar do grupo. Entrámos muito bem no jogo, fomos bastante competitivos e intensos durante toda a primeira parte, e fomos para o intervalo a perder por apenas 3 pontos. Na segunda parte, não conseguimos manter o mesmo ritmo e intensidade, e deixamos a Estónia fugir no marcador. E apesar do esforço que fizemos não conseguimos recuperar da desvantagem que tínhamos.

 

Agora vem o último jogo desta qualificação, sabemos que já não haverá mudança na nossa classificação, mas queremos deixar uma boa imagem neste último jogo. Queremos conseguir uma vitória e deixar uma imagem de intensidade, entrega, sacrifício e trabalho perante os nossos adeptos. Tudo faremos para acabar este apuramento da melhor maneira, apesar de não nos termos conseguido apurar para o Eurobasket 2017”.


“Coesos nos dois lados do campo”

Pedro Belo, poste da nossa Seleção, acredita numa vitória e dá a receita para que tal aconteça.

A deslocação a Tallinn poderá proporcionar a Portugal a conjugação de uma boa exibição com um bom resultado. Algo que o grupo de trabalho merece, tendo em conta todo o esforço e dedicação colocado durante este tempo de trabalho. O 2º lugar no grupo ainda é possível, pelo que passou a ser para Pedro Belo e restantes companheiros o objetivo nesta fase de qualificação. O internacional português sabe que não será fácil bater a Estónia, até porque joga em casa contra uma equipa portuguesa que deixou de ter margem para errar, embora considere que a nossa seleção tem argumentos e qualidade para ultrapassar os estónios.

 

O estilo de jogo da Estónia coloca imensos problemas a qualquer defesa, não sendo fácil elaborar uma estratégia defensiva que consiga anular a qualidade técnica e capacidade de lançamento dos doze atletas que compõem a seleção.

 

E para que isso se torne realidade, Pedro Belo tem consciência de que Portugal está obrigado a jogar de uma forma extremamente disciplinada em todos os momentos do jogo. “Para o próximo encontro, diante da Estónia, temos de ser muito coesos nos dois lados do campo, partilhar a bola no ataque e estar muito concentrados na defesa”, considera o recente reforço do Lusitânia.

 

A equipa não desiste de lutar por uma vitória, e caso isso aconteça, Portugal pode entrar na luta por ser a segunda melhor equipa deste grupo de qualificação. Depois de terminado o jogo de Ovar, o grupo sentiu que, mesmo sem ter feito um jogo brilhante, poderia tê-lo vencido, até porque esteve na discussão até final. Por isso mesmo, Pedro Belo é o espelho da ambição portuguesa: “A Estónia é uma equipa ao nosso alcance, e enquanto for possível lutar pelo segundo lugar no grupo vamos fazê-lo”, afirmou o poste luso.


Portugal perde em Minsk por 72-62 (em atualização)

A Seleção Nacional Masculina tem agora encontro marcado com a Polónia, no próximo sábado às 18h30, em Oliveira de Azeméis. (em atualização)


Stella Maris inicia época a 17 de setembro

Consultem o cartaz em anexo e vejam os escalões envolvidos no projeto do clube oestino, sendo que a iniciativa principiará às 10h.


Portugal de luta não resistiu à Estónia

 

Com um plano de jogo bem definido tendo em consideração os pontos fortes do adversário, Portugal entrou muito bem no jogo, já que conseguiu condicionar o talento e a qualidade ofensiva da Estónia. Sendo que, a recuperação defensiva e a garantia da tabela defensiva não foi exemplar, pelo que no final do 1º período a equipa nacional perdia pela diferença mínima (17-18).

 

Até ao intervalo, os comandados de Mário Palma sentiram maiores dificuldades para conseguir êxito atacante, muito por culpa da agressividade defensiva imposta pelo adversário. Portugal mostrava-se com dificuldades em aproximar a bola do cesto, e muito dependente do tiro exterior, isto porque era “obrigado” a jogar muito afastado do cesto. No descanso, a diferença que separava as duas equipas era de onze pontos (29-40), um resultado desfavorável fruto de um período menos conseguido da formação lusa (12-22).

 

Retificações efetuadas ao intervalo, ajustes feitos no plano de jogo, mas acima de tudo uma enorme determinação do grupo, permitiu que Portugal reentrasse na discussão pela vitória no final do 3º período (52-56). Maior equilíbrio nas soluções ofensivas, maior agressividade defensiva, permitiam que Portugal melhorasse a sua prestação nos dois lados do campo.

 

Mas do outro lado estava um adversário que fazia da circulação de bola o seu ponto mais forte, que revelou sempre capacidade para conseguir desequilibrar nas situações de 1×1, interpretando a partir daí os princípios básicos e de sucesso do basquetebol. Foi dessa forma que a Estónia conseguiu manter sempre a liderança, embora em momentos decisivos tenha tido a sorte do seu lado, sobretudo em vários ataques em que os 24 segundos se esgotavam.

 

A atitude, o empenho, a capacidade de luta revelada pelos jogadores portugueses fez com que nunca desistisse de lutar pela vitória, e quando assim é, há que dar os parabéns ao adversário, retirar o que de positivo houve, trabalhar o que esteve menos bem, e pensar já no próximo jogo.

 

Os 26 pontos e 11 ressaltos conseguidos por João Betinho Gomes não chegaram para garantir a vitória, nem mesmo com a ajuda de João Soares, autor de 13 pontos e Mário Fernandes (9 pontos, 4 assistências e 2 ressaltos), com este último a receber antes do inicio do jogo uma placa alusiva às 100 internacionalizações já somadas na sua carreira.


“Eu lá estarei e espero ver todos os ovarenses no pavilhão”

A receção de Portugal à Estónia foi abordada pelo líder do executivo ovarense, que ainda realçou alguns dos pontos principais do município, que o tornam numa zona muito convidativa para todas as famílias que queiram assistir ao jogo da equipa de todos nós.

Sabendo que Ovar é uma terra de basquetebol, espera um grande ambiente no Portugal vs Estónia?

Eu diria que em Ovar vive-se e respira-se basquetebol. É, sem dúvida, a nossa modalidade rainha e nesse contexto, existindo aqui uma comunidade ovarense apaixonada por basquetebol, tenho a certeza de que Portugal encontrará o melhor ambiente possível de pessoas que sabem apreciar este desporto. Portanto, teremos o ambiente necessário para que a nossa Seleção faça um excelente jogo.

No que concerne ao desporto, e mais concretamente em relação ao basquetebol, como caracteriza o município de Ovar?

O município de Ovar tem duas modalidades muito fortes: o basquetebol na sede de concelho e na cidade mais a Norte, em Esmoriz, o voleibol, que também é uma das grandes marcas. Este executivo tem feito um enorme esforço para apoiar todos os nossos clubes, assim como para atrair grandes eventos nacionais e internacionais, onde se enquadra o jogo deste sábado, sendo que se tem investido na modernização das instalações desportivas. Por isso mesmo, os clubes sentem que têm aqui um parceiro, porque o sucesso dos mesmos é o nosso sucesso, é o sucesso das nossas gentes, da nossa comunidade.

Quais são os pontos principais que Ovar tem para oferecer a todas as famílias que queiram assistir ao desafio da nossa Seleção?

Temos, de facto, aqui algumas especificidades. Desde logo, as nossas riquezas naturais, onde se destacam os 15 quilómetros de costa com praias belíssimas, de areia fina e branca, associadas ao final da Ria de Aveiro, assim como uma floresta muito bem tratada entre Esmoriz e Ovar. Sei que vai estar bom tempo, por isso uma ida à praia de manhã é um excelente programa. Não podemos esquecer o património gastronómico, começando logo pelo famoso pão-de-ló de Ovar, que ainda muito recentemente foi galardoado pela Comissão Europeia com a Indicação Geográfica Protegida, por isso espero que todos possam provar este doce. Mas ainda temos peixe muito fresco, a nossa caldeirada de enguias, ouseja, tudo pontos que podem entrar num roteiro para fazer este sábado. E depois temos o nosso centro histórico com grande património arquitetónico e religioso, somos a cidade-museu do azulejo. Portanto, vai valer a pena passarem aqui um ou dois dias, não só para desfrutar do basquetebol, mas também para aproveitar o nosso território, que é muito peculiar, com gente que sabe receber, gente amiga e que trata muito bem quem vem de fora.

Quer deixar um apelo aos adeptos para que compareçam na Arena Dolce Vita?

Espero que todos os ovarenses possam estar na Arena, desde logo para mostrar que gostamos muito de basquetebol, mas acima de tudo para darmos o calor humano à nossa Seleção, que bem precisa, para um jogo muito importante. Eu lá estarei e espero ver todos os ovarenses no pavilhão.


Consistência e luta das tabelas

Pedro Pinto reconhece que a equipa não foi capaz de estar ao seu melhor nível durante os 40 minutos do jogo da Polónia, atribuindo mérito ao adversário na forma como conseguiu impor algumas das suas armas. O base está confiante que o jogo deste sábado, em Ovar, às 18h30, frente à Estónia terá uma história diferente, até porque Portugal na sua opinião reúne qualidade e soluções para vencer este encontro. O atleta deseja que o factor casa seja uma vantagem, diante de um opositor que coloca problemas, bastantes até, mas com maiores possibilidades de serem resolvidos.

 

Não se adivinha um jogo na Polónia, mas os primeiros vinte minutos provaram que Portugal se pode bater com as equipas do topo do basquetebol europeu. “Em relação ao jogo com a Polónia, sabíamos que ia ser um jogo bastante difícil, pois é uma seleção muito forte fisicamente. Na primeira parte conseguimos controlar o jogo ofensivo deles, equilibrar a luta das tabelas, conseguindo assim ir para o intervalo só a perder por dois pontos”.

 

Os segundos vinte minutos foram bem diferentes, e o base não esconde que Portugal deu-se mal com o aumento do contacto físico do jogo. “Na segunda parte, não conseguimos manter essa consistência defensiva, e ofensivamente, devido a uma defesa mais agressiva por parte da seleção polaca, tivemos algumas dificuldades em marcar pontos. Quando assim é, torna-se difícil voltar a equilibrar o resultado”.

 

Este sábado, e no entender do internacional português, as possibilidades de Portugal vencer são maiores. “Em relação ao jogo com a Estónia, penso que temos todas as condições para ganhar, ainda para mais jogando em casa com o apoio do nosso público”.

 

O grupo tem consciência da importância deste resultado, bem como sabe perfeitamente qual o plano de jogo, e o estilo de jogo que mais pode favorecer Portugal para chegar ao triunfo. “Não sendo uma seleção tão forte fisicamente como a polaca, se conseguirmos ser consistentes defensivamente e ofensivamente durante os 40 minutos, e ganhar a luta nas tabelas, acredito que iremos conseguir a nossa primeira vitória, num jogo muito importante para nós”.


“É uma obrigação apoiar a Seleção”

A Arena Dolce Vita, em Ovar, será o palco deste importante desafio para a nossa Seleção Nacional Masculina, esperando-se e desejando-se uma enchente no apoio à equipa de todos nós, ainda para mais numa localidade que vive tão intensamente o basquetebol.

Como tal, estivemos à conversa com Braga da Cruz, Presidente da Ovarense, que nos falou sobre a passagem da Seleção pela cidade vareira e que ainda lançou um forte apelo aos adeptos.

Quais são as suas expectativas para o Portugal vs Estónia?

As minhas expectativas é que seja uma boa jornada de divulgação do nosso basquetebol e que se dê um passo de afirmação da Seleção Nacional tendo em perspetiva o Europeu do próximo ano.

Ovar é um dos locais mais apaixonados por basquetebol do nosso país. Acha que é quase “obrigatório” haver um jogo em Ovar numa caminhada tão importante como esta?

Não direi que é obrigatório, mas direi que sendo Ovar uma cidade que segue o basquetebol, assim como outras no país, é uma oportunidade que nós não desdenhámos e que agarrámos com ambas as mãos, sabendo que nem todos os anos podemos receber a Seleção, porque existem outras localidades com pergaminhos na modalidade. Mas para nós foi uma proposta irrecusável.

Conhecendo como ninguém o ambiente de Ovar, o que espera no próximo sábado?

Estamos a iniciar a época e nessa medida há efeitos contraditórios. É preciso mobilizar as pessoas, algo que estamos a fazer, e depois há muita fome de basquetebol, o que é um bom condimento para que haja um grande ambiente. Se as pessoas se disponibilizarem para ir ao jogo, que será a um bom dia e a uma boa hora, acho que teremos um espetáculo que galvanizará as pessoas, havendo sempre uma energia que passa do campo para as bancadas e que há-de ser retribuída pelas bancadas no apoio à nossa Seleção.

Quer deixar algum apelo para que os adeptos portugueses compareçam no pavilhão?

Eu acho que para quem gosta de basquetebol, é uma obrigação apoiar a Seleção, que está numa fase de renovação e que por isso merece todo o apoio. Temos que lhe dar todo o apoio para que possamos ter um basquetebol cada vez melhor. A minha mensagem é que apareçam para apoiar a Seleção.


Portugal conseguiu ser competitivo

Numa deslocação que se antevia muito complicada, a diferença pontual desvirtua por completo aquilo que a equipa nacional foi capaz de fazer durante os primeiros 25 minutos do encontro. Há que aprender com os erros, retirar as coisas positivas, e acima de tudo manter o positivismo e a ambição de querer fazer melhor no próximo jogo. E para que tal aconteça, Portugal tem um importante jogo, em Ovar, frente à Estónia, que nesta jornada inaugural bateu a equipa da Bielorrússia por dezanove pontos de diferença.

 

No inicio do jogo, Portugal sentiu alguns problemas para equilibrar a luta das tabelas, bem como nem sempre foi capaz de tomar bem conta da bola. À entrada do 2º período, a equipa portuguesa perdia por catorze pontos de diferença (14-23), mas um segundo quarto exemplar, nos dois lados do campo, permitia a Portugal chegar ao intervalo a perder por dois pontos apenas (33-35).

 

Os comandados de Mário Palma reduziam o poderio ofensivo dos polacos a uma fantástica marca no final do 1º tempo, e a meio do 3º período o jogo permanecia perfeitamente em aberto, ainda que com a Polónia no comando (44-39). A partir de então, a defesa portuguesa não conseguiu manter-se consistente, o sucesso atacante decaiu, e o resultado naturalmente foi se avolumando (58-46). Tendo se tornado ainda mais desnivelado durante os últimos 10 minutos (25-11).

 

Mérito da Polónia na forma como tornou o jogo mais físico, causando desgaste e cansaço a uma equipa portuguesa muito limitada no seu jogo interior, e ao mesmo tempo retirando eficácia aos atiradores portugueses. A diferença de percentagens de lançamento (70.3% vs 39.3% de 2pts e 45% vs 32.3% de 3pts), por si só, explicam o sucesso da Polónia neste encontro.

 

Os polacos dominaram na área pintada (42 vs 22 pontos), e embora tivessem ganho a batalha das tabelas (35 vs 27), muito mérito para a formação nacional que foi capaz de conquistar 13 ressaltos ofensivos. Portugal conseguiu ir mais vezes para a linha de lance-livre (11 vs 8), mas também aí o aproveitamento não foi o melhor (45.5%).

 

Destaque para o duplo-duplo (18 pontos e 10 ressaltos) registado por João Betinho Gomes, e para os 14 pontos conseguidos por José Silva. 


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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